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Merda. Foda-se. Merda!
Foda-se.
Come!
Abre a boca.
Vai-te foder, meu.
Está tudo bem. Está tudo bem, sim? Foda-se.
A MELHOR MÃE DO MUNDO
Está tudo bem.
Engole.
Está bem, eu engulo.
Não te preocupes, Patrick. Agora, encontraremos um assassino.
Achamos que o Mats Heckner está envolvido numa rede de tráfico.
Táxis com droga.
Phillip Münch, o que foi encontrado morto no lago, também esteve envolvido.
Estamos à procura do namorado dele.
- O Patrick Noritz. - Sim, convocámo-lo.
O que se passa convosco? Passa-se algo.
- Jannis? - Encontrei o telemóvel do Heckner.
- Onde? - Numa obra.
Muito perto do carro de fuga.
Na obra. Então, estávamos perto.
Na verdade, estava por baixo, num esgoto ligado ao sistema de esgotos.
Melhor ainda, talvez haja algo que ligue o Heckner à agressão à Soltani.
- Um vestígio de sangue. - Um... Está bem.
- No telemóvel? - Onde haveria de ser?
Gotas ou salpicos? Ou estava esborratado ou tem impressões digitais?
Vamos analisá-lo. Se o sangue é da Maryam...
...da Menina Soltani, temos uma ligação direta.
Jannis, isto seria ótimo.
Que tal mais entusiasmo?
Jannis, às vezes, és estranho.
A forma como investigas tudo... Parabéns, é... impressionante.
Mas que raio? E se não for do Heckner nem da Maryam?
E se for teu? Em que me meteste?
Eu meti-te nisto? Eu?
Sim, tu. Foste longe demais, cometeste um erro que eu tive de resolver.
- Sim. - Sim?
Sim. Cometi um erro.
Depois alvejaste-o e enterraste-o.
Não acredito. Fi-lo para te salvar, porra!
O que foi?
- Mas que raio? Vá lá! Ali. - Obrigado.
- Estás a brincar, certo? - Obrigado.
Vá lá. Larga-me. Já chega.
Eu sei quem é.
É a mãe do Phillip. Vi-a na internet.
Mataste-o?
O que raio estava na comida? O que tinha?
Mataste o Phillip?
Eu... O Phillip fugiu, está bem? Não faço ideia de onde está.
- O Phillip está morto. - Não, o Phillip não está morto.
Está, sim, Patrick. Ele foi morto.
Ouve com atenção.
Vamos fazer uma ronda de perguntas e respostas.
Dizes-me a verdade. Se mentires, vou magoar-te.
Percebeste?
Largue-me! Sua puta!
Investigámos o Patrick Noritz por tráfico de narcóticos.
Não descobrimos nada.
Vigiamos sempre as pessoas na esfera de influência dele,
mas estão aqui por causa do rapto, não estão?
Os meus colegas encontraram o carro do Patrick Noritz em montes de gravilha.
Mas estava completamente lixado.
O Patrick Noritz não estava lá dentro,
por isso, os meus colegas presumem que o criminoso o levou
no veículo todo o terreno.
A Edda não atende. Qual é o objetivo dela?
Correio de voz. Não entendo.
Porquê? Ela sabe algo que nós não sabemos? Tínhamos um acordo.
- Leo, eu conduzo. - Então, conduz.
Foda-se!
Ela tem o corpo. O teu sangue pode estar no telemóvel,
ela vai matar o Noritz. Não aguento mais!
- Leo, olha para mim. - Quero sair daqui.
Leo, olha para mim!
Vamos continuar, como sempre.
Acalma-te, vamos resolver isto. Estás a ouvir?
- Sim. - Está tudo bem.
Porque estás tão calmo? Ali, o mundo está a arder.
Não estou calmo, eu... Faremos o melhor de um mau trabalho, sim?
Achas que o Patrick matou o Phillip?
- Por ter provas? - Ter provas.
Atende o telemóvel.
- Ele está lá dentro? - Há uma hora.
- Tens a chave? - Sim.
- Abre. - Ele não quer ser incomodado.
Ele não podia ser mais incomodado.
Há notícias do Patrick?
A polícia encontrou o Phillip Münch. Está morto.
E depois?
O Patrick e o Phillip... Eles conheciam-se bem, não conheciam?
- O que é isto? - Olha. Não a reconheces, pois não?
É a nova motorista, não é? A Sabrina?
É a Edda Münch. A mãe do Phillip.
ENCONTREM O MEU FILHO
Por causa do Phillip,
- ela raptou o Patrick? - Sim, é possível, certo?
Mandei uns tipos procurá-la. Os motoristas também estão a tratar disso.
A mãe do Phillip...
DE MANHÃ - MEIO-DIA - TARDE - NOITE
Não... fui eu. Não fui...
Edda. Onde estás? O Patrick está contigo?
- Sim, está aqui. - Ótimo, como está ele?
Está bem.
Está a dormir. Dei-lhe oxicodona, mas não morreu, não te preocupes.
- O quê? Estás louca? - Dá-me isso!
Edda, ouve-me. Estamos a tratar disso.
É uma investigação de homicídio. Temos de esperar pelos resultados.
Solta o Patrick, dá-nos algum tempo e encontraremos o assassino.
Sim, tal como combinámos!
Não é estranho o Patrick não me ter contactado?
Ele dá joias caras ao meu filho e não me contacta,
mas sabe que o Phillip desapareceu.
Não podes fazer nada ao Patrick, Edda.
Preciso de saber quem matou o meu filho.
Dou-te dois dias. Dou 48 horas.
- Encontra o assassino e ele ficará bem. - Dois dias? Não! Edda?
A tua tentativa de apaziguamento resultou bem. Arranhaste-me aqui.
Sim, é tudo improvisado aqui.
Recebemos novidades.
A equipa forense analisou o corpo.
Os resultados ainda não estão prontos, claro.
- Quanto tempo vai demorar? - O tempo que for preciso.
Qual é a vossa ligação à investigação?
A nossa? Bem, há um crime de droga,
um rapto, uma pessoa desaparecida, uma morte.
- Estamos a tratar disso. - Compreendo.
Estas são as primeiras fotos da equipa forense.
Acham que foi uma morte violenta.
Pistas sobre o assassino ou a arma?
A forma como o arco costal foi esmagado é típico de uma colisão com um carro.
- Foi atropelado? - Presumimos que sim.
Deve ter sido um veículo alto.
- Um SUV, um jipe? - Sim, algo do género.
- Isto é tinta? - Verniz adesivo, como papel de alumínio.
Também tem estes riscos na traseira do carro.
Isto é o verniz, não é? Parece a marca
dos táxis Kwikstaa.
Estava a pensar no Zehlinger.
No "Zehlinger"? O tipo com a ferida de arma que te atacou?
Sim. Quero interrogá-lo sobre as finanças do Lohberg.
Mas não podes fazê-lo antes do julgamento. És uma vítima direta.
Sim. Por isso é que te queria pedir.
Sim, bem... Não é má ideia.
Eu podia fazê-lo. Niklas Zehlinger. Até aos joelhos, certo?
O quê?
- Não conheces a expressão? - Não.
É calão da prisão. É quando se esfaqueia alguém, mas essa pessoa não morre.
Mas sabem qual é o objetivo.
Cinco veículos todo-o-terreno estão registados no nome de Kwikstaa.
Um deles foi dado como roubado dois dias depois.
Foi desmantelado porque estava danificado do impacto.
Quem sabia das entregas e tinha acesso aos carros?
O Patrick? Não me parece. O Lanski? Talvez.
- Quem manda em Kwikstaa? - O Bogarde.
O Bogarde, o Lanski ou o Patrick? Ou outra pessoa?
O Lanski manda o Phillip recolher mercadoria. Ou entregá-la.
Mas ele não o fez, se foi morto onde estava o esconderijo.
- Temos de falar com o Lanski. - Como o encontramos?
- Vamos sondar as coisas em Kwikstaa. - Eles vão destruir as provas.
"Provas"? Leo, que provas?
Temos dois dias. Dois dias...
O Patrick estará morto quando recebermos os resultados laboratoriais.
E nós estaremos presos pelo Heckner. Eu sei.
- Podíamos... - Dois dias! Temos de agir já. Já.
- Kwikstaa. Vamos dar uma vista de olhos. - Sim.
Quem conduzia o SUV que foi roubado?
Não sei dizer, infelizmente. Não trabalho aqui há muito tempo.
- E você? - Lanski. Já tinha ouvido esse nome?
A morada onde ele vive?
Não temos a morada dele.
Mas, às vezes, mandamos um motorista ao Nice & Noritz Club fazer entregas.
- Em que posso ajudar? - Estamos a investigar o homicídio
do Phillip Münch.
Parece que estão a ultrapassar as vossas competências, rapazes.
- Nem por isso. - Nome?
- Eu? - Sim.
Bogarde. Sou o CEO.
Ótimo, procuramos o Sr. Lanski. Diz-lhe alguma coisa? Lanski?
Não. Gostaria de ver um mandado de busca, rapazes. Têm um, certo?
Não têm.
Se não sairem agora, terei de reportar o vosso comportamento.
Não fará nada, Bogarde. Sabemos o que se passa aqui.
- Sabem? - Sim. Onde está o Lanski?
Vou chamar a polícia.
Onde está o Lanski?
Certo. Isto agora é crime. Há testemunhas do seu comportamento.
- Ali! Acalma-te. Vamos voltar. - Sim. Presumo que sim.
Ótima ideia. Sondamos as coisas e nada.
A ideia e a execução foram ótimas. Ajudou-nos imenso.
Disseram que o Lanski, às vezes, vai ao clube do Patrick. Já é alguma coisa.
Estamos a dar um tiro no escuro.
Espera, qual foi a tua ideia? Só para podermos comparar.
Não pensei numa alternativa, a pensar que o teu método funcionaria.
O que é uma treta, porque quem no seu perfeito juízo te daria ouvidos?
- Edda. - Tens alguma coisa?
- Estou a tratar disso. - E a autópsia?
O laboratório precisa de duas semanas.
Acham que o Phillip foi atropelado.
Edda, precisamos de mais tempo. Liberta o Patrick. Se foi ele, nós...
Dois dias. Faz o teu trabalho.
Ela está louca. Está completamente louca.
- E agora? - Já posso tomar decisões?
- Leo! - Vamos ao Nice & Noritz Club.
- O Grandalhão está cá? - Deve estar lá em baixo. Nas traseiras.
Estão abertos, mesmo sem o Patrick?
Esquerda!
Ali. O que fazes aqui?
- Lanski. O nome diz-te alguma coisa? - Porquê?
Zeller, Polícia Estatal da Saxónia... Não, Munique. CDI de Munique.
- De onde o conheço? - Não sei.
Sim! É aquele daquela banda. "Leo e os Wildcats"?
Conhece-los?
Não posso falar do Patrick ou do Lanski. São os meus patrões.
O Patrick morrerá dentro de horas se não falares comigo. Onde está o Lanski?
Não.
Não?
Não.
Saímos daqui quando me disseres onde posso encontrar o Lanski.
Sabes... Dou cabo de ti.
- Dás? - Sim.
Bem...
O Lanski é como um segundo patrão aqui.
E via muitas vezes o Patrick e o Phillip juntos?
Claro. Eles eram um casal.
Quando o Lanski aparecia, fingiam ser amigos.
- Ciúmes. - Doentios.
Espero que encontrem o Patrick.
Além do facto de não querer ver o Patrick magoado,
se o Lanski se tornar patrão, estou fora.
O que tem o Lanski a ver com este lugar?
Acho que deu dinheiro ao Patrick.
Estilo sugar daddy. Muito estranho.
- Uma bebida? - Sim.
- Saúde. - Saúde.
Era muito romântico.
Costumavam ficar aqui até de manhã a conversar.
- O Lanski... Já viu que carro conduz? - Sim, porquê?
Seria mais interessante saber para onde conduz. Sabe onde ele vive?
A sério?
Dei cabo de ti.
Não. Eu... tenho de conduzir, desculpe.
Onde encontro o Lanski?
Para a próxima, pode vir quando estiver fora de serviço.
Encontraremos outros tópicos de conversa, de certeza.
Leo, vamos. Sei onde podemos encontrar o Lanski.
Sim, eu também. Sim, talvez passe por aqui quando não estiver de serviço.
- Adeus, Leo. - Adeus.
- Merda. Meu Deus. - Não acordavas.
O que me deu? Oxicodona ou assim? Opiáceos?
Sabes muito sobre essas coisas. Come.
- Não fui eu. Deite fora. - Come.
Se me der mais, vai matar-me.
Percebeu? Vai matar-me! Não percebe nada de drogas?
Onde é que o Phillip arranjou os 100 mil?
- Roubou dos táxis com drogas. - Continua.
Merda. Ele... Ele fazia viagens especiais.
- Entregas. - Sim.
- Foi assim que arranjou o dinheiro? - Uns milhares de cada vez.
- Juro que tentei impedi-lo, está bem? - O que queria fazer com o dinheiro?
O que queria fazer com o dinheiro?
Merda. Foi tudo...
Ele fê-lo por si. O Phillip disse que você...
Tem cancro.
E que havia um tratamento.
Estás a mentir.
Não, meu. Desculpe.
- Estás a mentir. - Não estou, meu! Desculpe!
- Há novidades do Patrick? - Porque não atendes?
Estou a compor.
Dois polícias foram a minha casa. Andam à tua procura por causa do Phillip.
Desculpa.
- O que foi? - Isto.
Não
Não
Não
Sim. Então, o que têm contra mim?
Bem. Tráfico de droga, homicídio...
- Homicídio? - Phillip Münch, já ouviu falar dele?
Porque haveria de querer matar o Phillip?
Porque tem ciúmes por ele lhe ter tirado o Patrick Noritz.
Ciúmes...
É uma emoção
Que com paixão Deseja o que a dor alcança
Pare de tocar piano. Agora.
Agente... Tão rígido?
Sabemos que mandou o Phillip numa viagem de droga da qual nunca mais voltou.
E porque vieram sozinhos, se o assunto é assim tão claro?
- Sem reforços. - As provas são uma questão de tempo.
O Patrick foi raptado porque a mãe dele o quer a si.
Se ele morrer, a culpa é sua. É sua.
A Edda Münch é uma mamã triste, sim.
Mas não é assassina. Faz-lhe um chocolate quente e deixa-o ir.
Ela mata-o se não falar!
Vocês os dois... saiam. Agora!
O Patrick vai morrer, Lanski. Morrer.
Sim. O Patrick vai morrer.
O Patrick vai morrer, eventualmente. Mas não agora.
Não me toque.
Estive a pensar. Acho que não o mataste.
- Não matei. - Acredito em ti.
Mas sabes quem foi.
- Não, eu... - Diz-me, Patrick.
- Tu sabes. - Não sei.
Tu sabes! Estiveste a pensar em alguém.
Desde que te disse que morreu, suspeitas de alguém.
Estás a pensar em alguém.
Diz-me!
Diz-me quem foi, por amor de Deus!
Diz-me quem foi! Por amor de Deus!
Dá-me um nome!
Dá-me um nome! Agora!
Lanski. Rainer Lanski.
Ele é obcecado por mim. Só esperava...
que o Phillip tivesse ido para algum lado e estivesse vivo!
Que estivesse vivo algures!
O Lanski tem-me na mão, está bem?
Lamento. Desculpe.
O Lanski? O Lanski?
Sim. Vai soltar-me?
Por favor.
Ainda não. Se gritares, mato-te.
Isto é novidade para mim.
Deves estar a brincar!
Não acredito no que vejo! Raios partam!
E esta merda! Raios partam! Não acredito nisto!
Nunca vi tanta confusão! O que se passa consigo?
Não pode acampar aqui!
É uma floresta arrendada! Uma fogueira e uma pá.
Está louca? Perdeu o juízo?
Pare com isso. Não pode disparar assim contra as pessoas. Pare.
Foda-se.
Patrick! Patrick, fica aqui.
Patrick!
Patrick!
Patrick!
Patrick!
- Socorro. - Patrick, para!
Edda, estamos a aproximar-nos. Temos um suspeito.
Está morto, Leo.
Quem? Edda... o Patrick? Edda, quem está morto?
O que se passa?
Não sei.
Ela enviou-nos uma localização. Temos de voltar para trás.
Podíamos tê-lo evitado?
Nós tentámos, Leo. Nós tentámos.
- Olá. - Olá.
Em que estás a pensar?
Foi... Hoje não foi um bom dia.
E ontem? E anteontem?
Vais dizer-me em que estás a pensar, Ali Zeller.
É muito, muito mesmo.
Começa do início.
Eu ouço. Ali?
Matámos o Heckner.
Teve de ser. Legítima defesa.
Ninguém acreditaria em nós.
- Está tudo bem? - O quê?
Eu... Foi uma noite longa. Ainda estou meio a dormir.
Sabes o que vamos perguntar ao Zehlinger? Ao Lohber, Colata?
Está tudo aqui.
Eu amava o Patrick, sabes?
- Mais do que tudo. - Ao ponto de matares o Phillip Münch?
O Phillip roubou-nos.
Faltava dinheiro em todas as entregas.
- Ele roubou-nos. - Mas não o mataste por causa disso.
Só queria confrontá-lo.
Mas ele foi desrespeitoso.
Não me levou a sério.
E depois vi a pulseira do Patrick.
Ele estava a usar a pulseira do Patrick. E quando me quis ir embora,
ele estava ali, a fumar.
Estava ali parado, como...
...o James Dean, e fumou. Ele tinha algo...
Sabes quando...
Quando algo é tão bonito
que nos apetece esmagá-lo?
Tudo o que se passa aqui é culpa tua.
- Acabei de perder o amor da minha vida. - Sim.
E há muito mais a perder. Está longe de ter acabado.
Nunca me devia ter juntado ao teu negócio da droga.
Agora estarias falido.
O que se passa?
O Zehlinger. Meteu-se numa luta e deram-lhe uma sova valente.
Está bem. É grave?
Muito grave. Não sabem se sobreviverá.
Pensaram que era namorada dele. Sim.
- O que foi? É muito cedo para uma bebida? - Não.
Olá. Já tem o nosso novo cartão de fidelidade?
Se receber um, receberá um desconto na próxima compra, até 15 por cento.
O que compraria, um arame ou linha de pesca?
Depende dos seus planos.
CHAMADA DE ZELLER
Edda, não desligues, por favor.
Para termos a certeza, temos de esperar pelos relatórios forenses.
Sabemos que foi o Lanski.
- Não, acreditamos, não sabemos. - Isto acaba hoje, Ali.
- Edda! - Isto acaba hoje.
- E? - Ela desligou.
- Claro, mas o que é que ela disse? - Que acaba hoje.
Sua cabra, porque fizeste aquilo ao Patrick?
Queria que ele ficasse com o Phillip de novo.
Onde estás?
- Dói, Lanski? - Onde estás?
Nunca sentirás o que eu sinto.
Mas é bom saber que estás a sofrer.
Foste tu? Mataste-o?
Diz-me onde estás. E digo-te na cara.
Ela enviou-me uma localização.
Se a polícia a encontrar antes de nós, é o fim.
Ela vai contar-lhes tudo.
Se o Edda queria apanhar o Lanski, agora é tarde demais.
Se pensou que ele estava sozinho, tem um problema. São demasiados.
Se o Lanski fizer o trabalho dele, o nosso problema também se resolve.
Correio de voz.
Liga para a brigada antidroga. Diz-lhes para aparecerem e apanharem o gangue.
Ayla? É o Leo.
Se a Edda estiver ali, não vai ser bom.
Ela está aqui. Mas não ali dentro.
O que é aquilo?
Uma bomba, Leo. É uma bomba.
Não, Ali!
Uma bomba! Baixem-se!
Polícia!
- Deitem-se no chão! - Fiquem onde estão!
Ali!
- Polícia! Mãos no ar! - Deite-se!
- Polícia! - Merda.
Mãos ao alto! Largue a arma!
Não cometam erros! Há outros!
- Você, no chão! - Polícia, calma.
- Foste tu, Lanski? Foste tu? - Lanski. Largue a arma!
Edda...
Edda, onde escondeste o Heckner? Edda!
Edda, onde escondeste o Heckner?
- Leo. - Por favor.
Agora não. Hoje, não.
O Jannis disse alguma coisa sobre as análises ao sangue?
- Isto alguma vez acabará? - Um dia.
Entra. A Maryam está a celebrar a parceria.
Queria ver o Valentin. Os amigos dele vêm aí...
- As flores. - Adeus.
- Bem-vindo. - Obrigada.
- Não, mãe. Desta vez, também vens. - Leo.
Olhem quem eu trouxe.
Hoje não vai falar mais connosco, Sra. Münch. Pois não?
Soube que está doente.
Precisa de medicação?
Sra. Münch?
Muito bem. É tudo por hoje.
Aguarde um momento.
Os nossos colegas virão buscá-la.
É justo?
Ali, Leo...
Vocês aí fora, livres. E eu estou aqui.
Mataram o Heckner. Sacanas.
Tradução: Sara Araújo Marques
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