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Serviço de quarto!
Seu pedido está pronto.
Entre, por favor.
Marduk, em suas mãos entrego meu destino.
Chamem uma ambulância!
- Chame uma ambulância! - Mexa-se!
Chamem uma ambulância!
Façam alguma coisa!
- Salvador! - Estou tomando banho!
Abra. Algo importante aconteceu!
Abra!
O que foi?
Estou atrás de você a manhã toda, feito um idiota.
- Já viu o que aconteceu? - O quê?
Espero lá embaixo.
Eu sabia que poderíamos evitar isso. Eu sabia.
Meteram uma mulher e depois, uma bala.
Nós iremos perder o registro.
É a responsável por este lugar?
- Mais respeito. - Sabe me dizer...
- quem é o responsável. - Vá perturbar outro.
Areta.
Papai!
O que está havendo?
Queremos Sr. Salvador Pereyra.
- Sou eu. - Está preso.
- Por quê? - Como assim?
Ouça...
Vou com vocês.
Fique aqui com o pessoal.
Está tudo bem. Fiquem lá dentro.
Salvador...
o detido Rene Perez disse que você o contratou.
Quem é Rene Perez?
- Não o conhece? - Não.
Muito bem, Salvador.
Há um vídeo em que você aparece com ele.
Então, que assim seja.
Bem, se prestar atenção, vai perceber...
que ele está apontando uma arma para mim.
Então, podemos deduzir que não somos muito amigos.
Mentiu e disse que não o conhecia.
Citou um nome que nunca ouvi falar.
E agora me mostra um vídeo e uma foto...
e digo exatamente onde o vi.
Aliás, direi quem o mandou matar o subsecretário!
- Quem? - Askar! Bem, não é isso.
Ele se chama Alfonso Heredia...
e é líder de uma igreja no bairro de San Carmelo.
É fácil reconhecê-lo. Usa uma máscara.
Vá atrás dele, faça-o se sentar aqui...
e interrogue a ele, não a mim!
Certo, Salvador. O que vai querer?
Talvez um cafezinho? Ou uma pizza?
Esse é um truque sujo.
Você devia fazer o interrogatório...
e não esse imbecil, por mais medalhas que tenha.
Não, professor. É um assunto de segurança nacional.
São ordens de cima.
Parem de brincar, idiotas!
- Veja como fala, general. - O que quer?
Alegre-se, general. O partido me enviou...
para oferecer meu apoio e salvar a situação.
Apoio? Mas para quê?
Tenho um guarda-costas que se rendeu...
e disse que um sujeito o mandou...
e que ele não conhece.
Como acha que vai ser quando eu disser à imprensa?
Diga que foi um crime de estado...
e que seu patrãozinho mandou matá-lo.
É o que vai acontecer...
se eu entregar o outro imbecil, Askar.
Não perca seu tempo.
O sujeito que está aí é o culpado.
E como comprovo?
Ele é um fantasma. Não tem nem conta bancária.
Não se preocupe.
Eu tenho as provas.
Faz um bom tempo que estou atrás dele.
Já me deve várias, não?
O que quer?
Ligue para o presidente. É o mínimo que pode fazer.
Evitarei que banquem os palhaços, na frente da imprensa.
O crime hediondo do subsecretário Peña...
deixou o país em luto.
No entanto, não podemos nos deixar abater.
Por ordem do presidente da República...
fui aliviado pelo Ministério Público...
de investigar este caso.
E a mesma responsabilidade recairá, à partir de agora...
sobre o novo subsecretário do governo...
o advogado Antonio Mondragón.
Quanto é?
Rapaz!
Acabaram de matar o subsecretário.
Não brinque. A violência está demais.
Agradeço a confiança...
que o presidente da República depositou em mim.
Quero assegurar a todos mexicanos...
que iremos até as últimas consequências...
para punir os responsáveis por este crime.
E eles já estão à disposição...
das autoridades judiciais.
O autor do crime é Salvador Pereyra...
líder de uma seita perigosa.
Com licença. Com licença.
- O que foi? - Você ouviu?
Disseram que foi Salvador Pereyra!
O que está fazendo?
Veja, é igualzinho!
Caramba!
Ele está sendo interrogado, e nas próximas horas...
teremos mais informações sobre os detidos.
Muito obrigado.
Temos ordem do procurador para prendê-lo.
É mentira!
Cadê você?
- E você? - Perguntei primeiro!
Vá se ferrar! E se estiver com a polícia?
Volte para casa.
Quero falar algo importante.
Areta?
Espere! Eu sei como sair dessa.
Diga onde está e irei aí.
Vamos.
Bem-vindo. Espero que goste de nossas instalações.
Já estive em lugares piores.
Mostrem a ele os quartos de luxo.
Você é muito idiota. Não sabe no que nos metemos?
Nossos rostos aparecem na TV a cada hora...
e quer sair na rua com um megafone?
Eu não disse isso. Devemos nos manter fortes.
Se nos escondermos, logo nos acharão...
- e não conseguiremos nada. - De jeito nenhum.
É melhor esperarmos a poeira baixar...
e aguardar as instruções do professor.
Não seja idiota. Eu sei o que Salvador queria.
As catacumbas.
- E o que é isso? - Não foi à escola, idiota?
Foi onde os cristãos se esconderam...
quando foram perseguidos pelos romanos.
E foi onde eles se fortaleceram.
Como vai convencer que alguém se esconda...
com os dois homens mais procurados do país?
Primeiro, ninguém saberá que somos nós.
Segundo, tudo que é proibido é mais atraente.
Você tem um bordel...
- deveria saber disso. - Vamos nos ferrar.
E em terceiro lugar...
há coisas que só Salvador e eu sabemos, por precaução.
Que coisas?
Ouça. Confie em mim.
Ache um lugar e cuido do resto.
Areta, onde estava? Liguei o dia todo!
Perdão. Tive um dia horrível.
Posso ir dormir? Não quero falar.
- Quero falar com você. - Meu dia foi horrível.
- Sente-se e me ouça. - Não quero conversar.
Areta, é seu pai!
O que mais vai dizer dele?
Que ele está vivo?
Não precisa. Eu o vejo há meses.
Há meses? Como assim?
Eu estava com ele quando a polícia o levou.
Algo mais?
Quando ia me contar?
Mãe, sabia que ele estava vivo, há tempos.
Se quiser falar com alguém, fale com Pablo. Boa-noite.
Quem é?
- O que faz aqui, Dante? Saia! - Espere.
Saia. Não quero me envolver com vocês.
Deixe-me explicar.
- Suma, ou chamo a polícia. - Explico num minuto.
Se não acreditar, eu mesmo me entrego.
- Tem um minuto. - Obrigado.
A polícia está atrás de nós, levaram Salvador...
mas não é tudo isso que dizem na TV.
Foram só 10 segundos!
Olhe, temos algo que pode destruir todas as religiões...
e todos os governos. Por isso querem sumir conosco.
Pronto, Dante. Seu minuto acabou.
Leu o livro de Salvador e o meu. É tudo verdade.
Marduk e os extraterrestres, é verdade.
Dante, é sério. Seu minuto acabou. Pode ir?
Não acredita em mim? Vou mostrar algo.
É Marduk. Veja o lobo frontal.
Não é de um ser humano. É bem maior.
- O que significa isso? - Que não é deste planeta.
Veja. Estas são as pedras que levaram aos Annunakis.
O MIES serviria para isso.
Sei que leva 5 anos para conhecer a verdade...
mas eles nos descobriram, levaram Salvador...
- e eu consegui fugir. - Quem o levou? O governo?
O governo não manda em nada.
Quem cuida de tudo é a Irmandade da Serpente.
Os reptilianos põem e retiram governos, dirigem a imprensa...
- as religiões, tudo! - Não acredito nisso.
Se não acredita, chame a polícia.
Mas infelizmente, eles a levarão também.
Por quê?
Você sabe muito.
Acha que deixarão uma ponta solta?
Martina...
se chamar a polícia, sumirão com nós dois.
É melhor ficarmos aqui, calados.
Salvador, o professor...
me instruiu a guardar isso com minha vida.
Ajude-nos para que eles não ganhem. Por favor.
O que queria falar comigo?
Não viu na TV?
- É tudo mentira. - Filha...
Salvador é capaz de muitas coisas...
mas não isso.
Vovô, preciso de dinheiro.
Não sei o que faço com o pessoal do centro.
Não podem continuar morando na rua.
Seria um empréstimo, enquanto penso no que fazer com eles.
E quando o dinheiro acabar?
Se não quiser me dar, tudo bem.
O terreno atrás da gráfica ainda está disponível?
Areta, preste atenção. Não é sua responsabilidade.
É um compromisso que seu pai assumiu, por bancar o redentor.
Mas é minha responsabilidade. Você não entende.
- Meu pai confiou em mim. - Entenda, filha.
Não quero que ocorra o mesmo com você.
Aqui, os bons são castigados...
enquanto os maus são recompensados?
Rápido. Tragam-no!
Depressa. Ao chuveiro.
- Vamos. - Vamos amarrá-lo.
Dê-me suas mãos. As mãos.
Levante as mãos.
Vai assinar, idiota?
Vai assinar?
Não vai assinar?
O que acha, rapaz?
Vamos embora.
Perdão. Vamos.
Um, dois, três.
- Por aqui. - Obrigado.
- Eu guio vocês? - Claro.
- Cuidado aqui. - Tudo bem, senhorita.
Venham. Venham. Vocês podem vir.
- O que faz com o piano? - Estou vendendo.
Esqueça. Voltem.
Devolvam ao mesmo lugar.
Não sei por que estão aqui, voltem.
- Vou vendê-lo. - Quem permite essa venda?
O piano é meu. Podem levar.
- Voltem. - Podem ir.
- Não é brincadeira. - O que foi?
Meu avô me deu o piano. Você toca piano? Não.
Já recebi 15 mil adiantados.
Ou seja, vai largar tudo que importa...
para dedicar-se a bobagens, como seu pai?
Sou igualzinha a ele. Você não sabe nada.
Só importa-se com o que ocorre aqui.
Se sua vida se resume a essas quatro paredes...
aproveite. Não me estorve.
Vejamos.
Isso é totalmente absurdo.
Você caiu da escada. Se abrir o bico, morre.
Caramba.
Precisamos denunciar o que esses animais fizeram.
Para quê?
O diretor da prisão está com eles.
Leonardo, não vou durar muito tempo aqui.
- Como vão as coisas? - Péssimas.
Estão usando o caso do irmão de María Elena...
para incriminá-lo.
Ele está apostando que a TV e a sociedade o julguem.
Eles só precisam acreditar.
O que vai fazer?
Se tivesse se livrado deles quando eu mandei...
Leonardo. Leonardo.
Terá de defender-nos contra as acusações.
A eles e a mim.
Direi que não o mataram? Que saiam impunes?
E o que é pior?
Que sejam presos por terem salvado minha vida...
e de minha esposa?
Ou que me condenem à prisão perpétua...
por um crime que não cometi?
Ou todos nós nos salvamos, ou afundamos juntos.
Ótimo. Está pedindo que eu seja cúmplice de um crime...
ou seu carrasco.
Askar já matou Jacobo...
matou Peña, serei o próximo.
Se não puder fazer nada...
eu entendo e respeito.
Então...
talvez este seja o momento...
de nos despedirmos.
Vamos. Por aqui.
- Depressa. Mexam-se. - Rápido, por favor.
- Mexam-se. - Rápido. Rápido.
Deixem-no aqui. Aqui.
- Com licença. - Solte-me.
- É um analgésico. - Solte-me, idiota!
- É para aliviar a dor. - Tirem eles daqui!
Saiam.
Chefe, ela já vem.
Em nome do Pai...
do Filho e do Espírito Santo. Liberte este corpo da dor.
Liberte este corpo da dor. Apresente-se com seu poder.
Viste do Pai...
o presente...
O presente que seja seu sangue, Pai...
que seu poder seja sua ferramenta de saúde...
para abrir o caminho.
Com açúcar?
Meia colher de chá, por favor.
Obrigado. Tome.
O processo está pronto.
Agora, o difícil será fazer seu marido assinar.
Não estou com pressa.
Qual é o problema?
Com tudo que aconteceu, minha vida mudou muito.
Antes, eu sabia o que era certo e errado...
e no que acreditar.
Mas após a morte do meu irmão...
Salvador me fez ver as coisas de outro jeito.
- E com o que se preocupa? - Com tudo que falam dele.
- Não sei no que acreditar. - O que você acha?
Ele é uma boa pessoa, me tirou dessa vida.
E por mais que digam tudo isso...
é difícil crer que envolveu-se na morte de meu irmão.
Se é isso que acha, e se acredita de fato...
então é verdade.
Vieram concluir o trabalho?
Venho em nome de Marduk, pedir-lhe um favor.
Uma assinatura.
Só isso.
Sem mais surras e abusos.
Só a paz.
Veja.
Veja bem.
Ela está drogada...
como todas da casa.
Mesmo correndo o risco de que ela acorde...
eles se divertem com ela.
Você a condenou.
Assino o que quiserem.
Mas deixe minha filha em paz.
Ótimo.
A graça de Marduk o fez pensar melhor.
Não está certo.
Essa confissão não tem validade.
Devemos destituir esse sujeito.
Leonardo...
o diretor da prisão...
é um dos loucos que queriam nos matar...
um dos mascarados de Askar. E ele não os perseguiu...
porque agora é protegido por Mondragón.
Preciso de um favor.
Quero que proteja minha família.
O quê?
Dê um jeito de ninguém se aproximar deles.
Askar já tem o que quer.
Por que faria algo com sua família?
Se Askar quiser jogar sujo, eu também sei jogar.
Não, Salvador.
Não provoque mais problemas com ele.
E daí? Vão me condenar a duas prisões perpétuas?
Achei que tinham parado com isso.
Quieto.
- Tudo bem? - Tudo bem. Tudo bem.
Salvador.
Vamos.
Venha. Sente-se.
Obrigado.
Tome.
Jacobo tinha amigos aqui e nós nos protegemos.
Este é Goyito.
Ouça...
Quem é aquele sujeito sentado ali?
É o chefe do Cartel dos Escorpiões...
Me arrependi!
...um dos traficantes mais perigosos do país.
Se é tão perigoso, por que está aqui?
Como todo mundo, fez um acordo com o governo...
e logo estará livre.
Outro dia, eu o vi na enfermaria. O que ele tem?
Nada. Bem, é isso que os médicos dizem.
Dizem que não é nada.
Dizem que é mau-olhado. E por isso ele tem a bruxa.
- Bruxa? - Ela entra e sai quando quer.
Dizem que ela fará uma poção para ele ser imortal...
mas só o vejo piorando.
- Qual é mesmo o nome dele? - Norberto "Escorpião" Soto.
Salvador tem medo que voltem a fazer algo com vocês.
Terão de sair de casa.
Leonardo, e o meu pai? E as pessoas do centro?
Areta, há coisas mais importantes para resolver.
Tenho um irmão em Cancún. Vamos para lá.
Podemos reforçar a segurança. Pai, você tem contatos.
Filha, é melhor seguirmos os conselhos dele.
Vão embora, cuidarei de tudo.
Areta.
Areta, por favor. Vamos conversar!
Tem muito para embalar. Não perca tempo.
- Acha que quero ir? - Não quero discutir.
Em 3 semanas, farei 18 anos.
Já decidiu por mim, quando eu era criança.
Minha decisão é ficar com meu pai.
Só quero que me respeite.
- Precisa se acalmar. - Não dá. Não consigo.
Bem, eu acho que vou ver Mateo.
O que faço com Areta?
- É lógico que esteja assim. - De que lado está?
Do lado da razão.
Se pressioná-la, ela não volta mais.
E o que faço? Deixo-a fazer o que quiser?
Protejam-se. Areta ficará comigo...
eu a convencerei, e iremos.
Cuidarei dela.
Confie em mim.
Não tente levantar como eu.
Continue andando. Não há nada aqui.
Conheço você. Eu o vi morrer.
Traga-o aqui.
Saia, chinês.
Sente-o aí.
Ter mais de três reunidos dá azar.
- Sabe quem sou? -"Escorpião" Soto.
Então, não perderei tempo.
Acha inteligente me ameaçar de morte?
Não estou lhe ameaçando. Não lhe desejo nenhum mal.
Eu o vi num de meus sonhos...
- como vi Peña. - Quem mandou matar?
Não mandei matá-lo. Sonhei que o matavam...
tentei avisá-lo, e disseram que o matei.
Não viu na TV? O que dizem de mim...
é verdade.
Passei 10 anos no Oriente Médio...
e vi coisas que deixam qualquer um consternado.
E daí?
Vim para salvá-lo.
Eu? Por quê?
Não decido o que fazer com meus poderes.
Uma força superior me trouxe até você.
Se não acredita, o que posso fazer?
O subsecretário Peña também não acreditou.
Com licença.
Saia daqui, idiota.
- Isto é para os próximos dias. - Obrigada.
- Aqui está, senhor. - Obrigado.
Não gaste tudo de uma vez.
Vovô, se veio me convencer a ir embora, perderá seu tempo.
Já entendi que não há como convencê-la.
Mas não concordo com o que faz, acho um absurdo.
E daí?
Bem...
sou seu avô, mas não aguento.
Vou lhe emprestar o terreno que pediu.
Mas antes, me fará um favor.
Certo. Mas me ajude a distribuir o pão.
Venha.
Falei de você e do seu sonho à Dominica...
e ela disse que você é um farsante.
Não gosto que ninguém tente me enganar.
É opinião dela. Mas não pode provar, pode?
Você é um farsante.
Eu, sim, tenho poderes. Quer vê-los?
Ago Elegua, Ago Yemaya...
que o fogo o proteja de seus inimigos.
Tente se aproximar.
Se quiser prejudicar meu mestre, o fogo irá protegê-lo!
O fogo falou!
Terminou?
Onde estão os poderes que diz ter? Mostre.
Meus poderes não funcionam quando eu bem quiser.
Eles me são concedidos por Marduk.
Ele fala comigo nos sonhos...
e me trouxe aqui para salvá-lo.
Dei-lhe uma chance de provar que não é um farsante.
Mas se não pode provar, terá de ser castigado.
Há uma forma.
Posso ver o remédio que ela prescreve?
Se a chama ficar vermelha...
isto contém veneno.
Peça que o matem.
Os sais de estrôncio não matam imediatamente...
mas num ano, acabam com você por dentro.
E, claro, eu também a vi no meu sonho.
Foi paga para matá-lo, por pessoas do outro cartel, não é?
Juro que é mentira. Não acredite nele.
- Não é verdade. - Não creia em mim.
Envie esta mistura para uma análise.
Se não tiver veneno, pode me matar.
Não, chefe. Não é verdade. Sabe que não.
Levem-na.
Não, chefe. Por favor. Ouça! Não faça isso!
Maldição! Maldito seja!
Cale-se!
Já posso ir?
Preciso que pergunte outras coisas a Marduk.
Certo.
E aí?
Como foi?
Calma. Vai dar tudo certo.
- Vovô. - Agora, você. Venha.
Dê-me isto.
Obedeça seu pai e comporte-se.
Em alguns dias, Areta e eu iremos também.
Dê-me um beijo.
Você resolveu tudo. Agora está protegido.
- Assim, rápido? - Isso mesmo.
Já conseguiu falar com as pessoas?
E como foi?
Há muitos que permanecem fiéis...
mas estão assustados.
Só virão, se o professor estiver lá.
Não, Areta. Se tiver medo, não vai funcionar.
Não feche os olhos. De novo.
Iremos em 2 semanas.
Prometeu-me que tudo iria mudar.
Areta é crescida e sabe se cuidar.
Mateo precisa de você.
Olhe. Lá está o idiota.
Eu não quero.
E aí, rapaz?
Calma. Calma.
Areta também precisa de mim.
Ficarão bem, Pablo.
Vá se ferrar.
Acabe com ele!
Muito bem. Diga a eles que o professor estará lá.
Muito bem. Lembre-se que eu disse...
que iriam acontecer algumas coisas...
que você não entenderia...
e que pareceriam ridículas e absurdas.
Mas nós achamos que iria confiar em mim.
É preciso tomar cuidado com os Indras.
Com cuidado, por favor. Entrem.
Precisam tirar a roupa e pôr as batas.
Alguns não entregaram as carteiras.
Passarei por vocês e peço que as ponham no saco.
Irmãos e irmãs... Ouçam!
Querem nos destruir.
Eles levaram o professor.
Mas não vão nos extinguir...
porque está em nossa alma.
- Onde ele está? - Por que não podemos ver?
Calma. O professor está aqui conosco. Eu juro.
Homens de pouca fé, estou preso...
mas projetei minha aura para estar com vocês.
Nosso tempo é escasso.
- Irmão. - Diga, professor.
Mostre-lhes o caminho, leve-os para a luz...
e guie-os para fora da caverna.
Eles acham que venceram.
Eles têm a polícia, os governos e as TVs...
mas temos um aliado mais poderoso.
Sigam Marduk. A luz é Marduk.
Palavra de Marduk.
- A luz é Marduk. - Palavra de Marduk!
Palavra de Marduk!
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