Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Não dá para passar!
Como não, idiota? É o único caminho.
Imbecil.
Tudo é difícil para você, idiota.
Novinho, amigo. Para Lupe.
Rapaz...
- Se quiser, eu embrulho. - Deve ter ferramentas aqui.
Caramba!
Vamos embora. Eles vão nos culpar!
Ande logo, idiota. Vamos!
Depressa, idiota! Corra! Corra!
Vamos!
Como vão? Bem-vindos.
Hoje temos um convidado muito especial.
Salvador Pereyra.
- Salvador, como vai? - Muito bem. Obrigado.
Certo. Pois diga.
Quem são os discípulos de Marduk?
Somos um grupo filosófico...
inspirado nos ensinamentos de Marduk.
Marduk foi quem descobriu a espiritualidade...
e a consciência humana.
Então, seria uma religião...
pois falam de espiritualidade e tudo mais.
Espiritualidade não precisa ter a ver com religião.
Um ateu pode ser perfeitamente espiritual.
Depende da abertura da consciência.
Nós ministramos cursos...
ou módulos de iluminação espiritual...
com o objetivo de criar melhores indivíduos.
Como as oficinas de autossuperação...
e autoajuda. Como os otimistas, certo?
Acho que não estamos nos entendendo.
Buscamos recuperar o conceito socrático da maiêutica.
- Está tudo no livro. - Maiêutica.
Não leu meu livro.
- Salvador. - Com licença.
E agora?
- Mal começou. - É uma pobre ignorante.
- Temos de ver uns horários. - O que quer? O quê?
O que foi, querida?
Eu implorei por essa entrevista?
Ele não passa de um idiota.
Não vá embora. Vamos jantar...
O que está fazendo? É outra que não veremos mais.
Que bom. Distorcem tudo que digo.
Que ideia foi essa de aparecer num programa de esoterismo?
Muitos amariam ter o ibope deles.
- Muitos veem. - Professor.
- O que foi? - Venha ao escritório.
- Umas mulheres querem vê-lo. - O que desejam?
Não sei. Disseram que era urgente...
e que queriam ver o professor.
- Parecem da Indra. - Vamos lá.
Espere. Quer saber?
- O que foi agora? - Prove as roupas...
para podermos encomendar. Você ficará mais bacana.
- O que acha? - O que é isso?
Devo criar uma imagem para distingui-lo de outros mestres.
Qual prefere?
- De qual você gosta? - Prefiro o árabe.
Acho mais exótico...
e combina com suas viagens ao Oriente Médio.
- Perfeito. Resolvido. - Aqui está.
- Vista, você. - Não, amigo.
- Como vão? Bom-dia. - Bom-dia.
Pois não. Como posso ajudá-las?
Bem, viemos do bairro de San Carmelo. Conhece?
Claro. Claro.
Tem havido muitas coisas, ultimamente.
Há um mês, dois vizinhos nossos foram achados...
mortos numa gráfica.
E agora, temos um irmão desaparecido...
há quase 2 meses. A polícia não dá notícias...
e tememos que algo ruim tenha acontecido.
Achamos que você poderia falar com o espírito dele...
se ele não estiver mais aqui.
Assim, podemos nos livrar desse fardo.
Deve ser algum erro de impressão.
Não sei o que dizer. Só damos cursos aqui.
Então, é mentira?
Ninguém pode falar com os mortos.
Não diga isso. Estamos muito desesperadas.
Perdemos tempo. Vamos. Ele não pode ajudar.
- Talvez eu possa... - Vamos, ele não pode fazer nada.
- O que foi? - Obrigado.
O que quer?
É que...
fiquei com pena de vocês.
- Mas disse que não podia. - É verdade.
Ninguém pode falar com os mortos...
mas talvez possa ajudá-las de outras formas.
- De que forma? - Temos pessoas no centro.
Podemos ajudá-las a procurar seu irmão.
Não prometo que o acharemos, mas faremos o possível.
- Mas não temos dinheiro. - Não se preocupem com isso.
Quando foi a última vez que o viram?
Há quase 2 meses. Temos uma banca no mercado...
ele foi almoçar conosco...
e depois, foi trabalhar no templo com meu marido.
- E não o vimos mais. - Vocês têm uma foto dele?
Aqui.
Preciso dos seus dados...
e saber como entrar em contato com vocês.
O que é isto?
Os novos folhetos que estamos entregando.
- O que foi? - O que diz aí?
O que me disse. Que fala com os mortos e é vidente.
E quando eu lhe disse isso?
Você foi claro e disse que havia aprendido.
Até lembro da palavra. "Tanatologia."
Tenho memória fotográfica.
Tanatologia são terapias aplicadas...
aos que perderam um ente querido.
Isso aí é necromancia. Magia negra!
Bem, foi um lapso etimológico.
- Desculpe. - Quantos estagiários temos?
- Não sei. Uns dez? - Chame todos aqui.
PROCURA-SE
Então, todos têm a mesma quantidade?
Vocês irão para o sul. Vocês, para o norte.
E vocês, já sabem?
Podem ir para não perdermos tempo.
Pai, os estagiários já estão saindo.
Vamos com eles, certo?
Vou terminar aqui e a alcanço.
Martina, agora que já postou tudo na internet...
- pode levar os folhetos para o sul? - Claro.
E leve os folhetos do MIES, não há muitos no sul.
- Certo? Legal. - Até mais.
- Professor? - Salvador é melhor. Como vai?
Muito prazer. Martina.
Acabo de postar as fotos nas redes sociais.
- Muitos estão nos apoiando. - Agradeço. Obrigado.
Aonde os estagiários estão indo?
Atrás do irmão de Maria Elena.
Você tem entrevista em 40min...
- para o canal a cabo. - Adie.
Prometi que falaria 5min com eles.
Para as entrevistas que você consegue, esqueça.
Precisamos nos concentrar no que é nosso. Amigo...
Martina, perdão. Mas pode falar com o canal Ella...
- e cancelar tudo? Droga! - Tem certeza?
Você ouviu o que o professor disse.
O canal é muito bom. Por que não você?
Salvador é o autor do livro.
O alvo é convidar o público para vir aqui, não?
E você é o 2o no comando. Quem melhor...
- para falar com eles? - Acha mesmo?
- Não me quer por perto? - Não, Areta. Não diga isso.
Entenda que quando está comigo, implica em um risco.
O que houve com seu avô não foi por acaso.
Estavam atrás de mim.
Quem eram eles?
Pessoas que não gostam do que eu faço.
Não vale a pena falar deles.
Você só precisa saber que eles são loucos.
Foi por isso que arranjou seguranças?
Foi, sim.
Sua mãe também tem. E até você.
Eu?
Desde quando?
- Nunca notou? - Eu não notei, pai.
Bem, já que fala tanto do seu professor...
só falta dizer que ele anda sobre a água.
Eu nunca vi. Se pudesse, ele andaria.
O professor é porreta. Digo, ele é muito bom.
Por isso quero convidar que venham...
e vejam com seus próprios olhos.
Claro. Podemos deixar este convite aberto?
Muito obrigado. Claro.
E vocês, não saiam daí, pois já voltamos com outro tema.
Pena que o professor não pôde vir.
Estava ansiosa para conhecê-lo.
Obrigado. É que tivemos um problema...
com uma aluna do centro e ele foi resolver pessoalmente.
- É mesmo? É quase um santo. - É muito responsável.
Boa-tarde. Queria lhe pedir um favor.
Poderia mostrar isto no programa?
Deixe-me ver.
Ele é irmão de uma aluna e desapareceu.
Claro que sim. Mostraremos no próximo bloco.
Pedimos sua colaboração para achar a pessoa...
que está na sua tela. Ele sumiu no mês de abril passado.
Seu nome é Jose Rodriguez e tem 22 anos.
E porta a tatuagem de uma espada no antebraço direito.
Qualquer informação será recompensada.
O que foi? Sente-se e conte.
No fundo. No vestiário.
O que aconteceu?
- Quem é esse? - Caramba, rapaz.
Você o matou, enfiou no porta-malas e já esqueceu?
Não pode ser.
É, sim. Tenho memória fotográfica.
- O que vamos fazer? - Como assim? Nada.
Não o conhecemos e nunca o vimos.
- E se nos ligarem a ele? - Não há como.
Bem, e se conseguirem nos ligar a ele?
Tudo bem.
E aí, Erick? Só uma perguntinha.
Lembra-se do sujeito que iríamos queimar?
Como assim? Da Indra, rapaz.
E o que fizeram com ele? Esconderam bem?
Será que podem achá-lo?
Ótimo.
- O que houve? - Tudo bem.
- Se não há cadáver, não há delito. - Tem certeza?
E agora, o que diremos a Salvador?
Nada, amigo.
Faça o que ele pedir, concorde com tudo e deixe-o feliz.
Sem hesitar.
Tudo bem? Ótimo. Pode ir.
Vá trabalhar. Problema resolvido.
Já completou a lista dos desertores?
Sim, Santidade. Aqui está a lista.
Eram muitos. Só consegui fazer algumas fotos.
Lembro-me deles perfeitamente bem.
Muito bem. Por ora, com estes, é mais do que suficiente.
Recebemos uma chamada anônima e os sinais coincidem.
As fotos, senhor.
Obrigado. Sei que será um pouco doloroso...
mas vejam estas fotos e digam se reconhecem algo.
Você o reconhece?
Quero vê-lo.
Senhora, o corpo foi achado em mau estado.
É melhor reconhecê-lo pelas fotos.
Vamos coletar amostras de sangue...
e acho que assim, a senhora sofrerá menos.
- O senhor tem razão. - É meu irmão, não seu.
Quero vê-lo.
Eu os deixarei a sós. Estarei lá fora.
Quem fez isso?
Quem fez isso?
Achamos um corpo em pedaços às margens do Suchiate...
- dentro de um carro. - Carro?
Parece obra de traficantes de drogas.
O modus operandi é inconfundível.
E vou lhe dizer. Foi um serviço de novatos.
Como assim?
Os idiotas tentaram apagar o chassi do carro com ácido.
Acham que estamos nos anos 60, sei lá.
Podemos recuperar qualquer número com um scanner.
Então, esses idiotas estão ferrados.
Já enviamos os dados à Polícia Federal.
Em poucos dias, receberemos as informações.
Saberemos quem era o dono...
e puxaremos a cordinha para ver aonde ela nos leva.
Com licença.
Agora, posso enterrá-lo.
Isso mesmo. Ouça.
Ele é Gatica, nosso advogado...
e fará com que o culpado disso seja preso.
Fique calma.
Obrigada. Que Marduk o abençoe.
Ouça, Masiosare.
Mandei desmontar o carro e pôr o sujeito do outro lado.
Por que não fez o que mandei?
Pensei que não precisava dar duas voltas...
se o carro já estava lá. Resolvi queimar.
Você pensou?
Ouça, idiota. Você está aqui para obedecer...
não para pensar.
Imbecil!
Palavra de Marduk!
Palavra de Marduk!
Queridos irmãos, meu coração se enche de gozo e alegria...
ao dar-lhes as boas-vindas a este templo...
e à sua casa.
- Palavra de Marduk! - Palavra de Marduk!
Os tempos têm sido difíceis.
Filhos, sei que unidos podemos vencer.
Ontem, eu tive um sonho.
Marduk veio...
falou comigo...
e me revelou...
os nomes de alguns...
que se atreveram a cuspir na cara dele!
Também sei que alguns de vocês resolveram ouvir...
falsos profetas e charlatães que afirmam...
conhecer Marduk melhor do que eu!
Homens ímpios e pecadores com nome e sobrenome.
E todos aqui sabem do que estou falando.
Filemón Guerra e família...
subam aqui, por favor.
Filémon Guerra...
você tinha uma sentença de 30 anos por homicídio.
Nós lhe demos a liberdade...
demos emprego à sua esposa...
e ensinamos suas filhas a ler...
já que nem sabiam o que era uma escola.
E como nos pagou?
Ouvindo as palavras de nossos inimigos.
Não vou julgá-lo...
mas se você e sua família não se sentem bem aqui...
podem ir!
As portas estão abertas. Ninguém está impedindo.
Por outro lado, se foi capaz de dar as costas a Marduk...
irá como chegou.
A casa, a comida, e a roupa que vestem...
não lhes pertencem mais!
Piedade!
Piedade, por favor!
- Devolvam as roupas deles. - Perdoe-me! Deixe-nos ficar!
Perdoe minha esposa e meus filhos!
A misericórdia de Marduk é grande. Ele os perdoa.
Mas será a última vez, fique bem claro.
De agora em diante...
não haverá perdão para traidores!
- Palavra de Marduk! - Palavra de Marduk!
Excelência...
é uma honra para nós que tenha nos chamado.
Eu não quis dizer lá fora...
mas vocês também estavam no meu sonho.
- Vossa Santidade. - Eu vi você e ela chorando.
Depois disso, seu irmão apareceu para mim e ele disse...
"Não sinto dor.
Estou sentado à direita de Marduk."
Sinto não ter conseguido achá-lo.
Obrigado, Excelência.
Já entregaram o corpo dele?
Faltam alguns papéis...
mas com certeza, nesta semana.
Peço que me entreguem o corpo.
No meu sonho, seu cunhado me disse...
que ele havia morrido defendendo nossa fé.
Preciso do corpo dele para prestar as honras...
que um mártir merece. Tudo bem?
Eu queria enterrá-lo com nosso pai.
E você concordou?
Eu não sabia que seríamos dignos de tal honra.
Não somos dignos...
Excelência.
Marduk escolheu sua família e a lei da Indra diz...
que a submissão, o respeito e a obediência...
são virtudes cardeais das mulheres.
É seu dever apoiar as decisões do seu marido.
O que irá decidir?
Que a vontade de Marduk seja feita.
Trataremos de ser dignos de tal honra.
Obrigado.
Marduk os abençoou com o maior dos presentes.
Um mártir amado...
que será o símbolo do poder da nossa fé.
Bendito seja!
Sr. Barreto? Ouça. Perdão.
Aqui é Dante, dos Discípulos de Marduk.
Como, não pode falar conosco?
Boa-noite. Como vai? Tudo bem?
Mas por quê?
Não desligue!
Por que não pode falar comigo?
Droga.
Mais um. Mais um.
Isto é o que acontece com todo mundo...
diariamente, com todos.
Não vemos a essência das coisas.
Nós só vemos a sombra e a silhueta...
e somente pela luz da razão...
podemos conhecer as coisas a fundo.
Quero que a partir de hoje, façam este exercício.
Questionem tudo, absolutamente tudo.
Não se conformem.
Questionem até mesmo o que digo. Combinado?
Começaram mal.
Não questionaram o que acabei de dizer.
Muito bem. Pensem nisso até a próxima aula.
Muito obrigado.
- Como estamos indo? - Mal.
Mais uma semana assim e teremos de fechar.
- Quase ninguém veio hoje. - Por mim, tudo bem.
Prefiro que venha menos pessoas.
Tenho uma relação mais pessoal com elas.
Mas não é isso. Havia 100 confirmados.
- Pois é. Nem Maria Elena veio. - Nem ela e nem a irmã.
Ninguém da Indra. Só pessoas novas...
e os mesmos de sempre, nossos fãs.
Ótimo. Distribua este no sul.
- Claro. - Obrigado, Martina.
De nada.
- Posso fazer uma pergunta? - Claro.
- O que é o condutor? - O condutor? Interessante.
Os gregos achavam que a razão humana...
era como o condutor de um cavalo.
As paixões eram o cavalo preto e as virtudes, o branco.
Então, o condutor devia conduzir os dois...
conforme a necessidade.
Isso explica tudo que o professor disse.
Sabe, eu queria ler o livro.
Às vezes, sinto-me um pouco fora do contexto.
Sabe que são 200 pesos, certo?
Você acredita em tudo. Posso lhe emprestar.
- É sério? - Claro.
Bem, não pense que estou roubando o livro.
Ele vende muito e já o vendi por fora.
Então, registre no inventário. Devemos pedir mais.
Claro.
É que eles vendem muito. Obrigado.
- Só um quilo? - Pode ser um quilo e meio.
Senão, acaba logo.
- Maria Elena. - O que faz aqui?
Você não atende o telefone...
e Gatica também disse que não o atendeu.
- Não posso falar com você. - Está enchendo. Quer ajuda?
Eu dou conta. Obrigada.
- O que pediu? - Um quilo, por favor.
Já vai, senhora.
- Em 15 min, na ponte do fundo. - Certo.
Um quilo?
- O que está havendo? - Não posso ficar muito tempo.
Eu só queria saber...
como vai a investigação sobre o seu irmão.
Ouça, já deixei para lá.
Não sabe como estão as coisas na colônia.
Sr. Askar nos proibiu de ver você.
- Ele acha você uma pessoa má. - Ele proibiu?
Disse que se fizermos isso, nos tirará tudo.
E o pessoal da colônia faz cara feia...
se saímos para fazer qualquer coisa.
E por que deixam? Ele não tem esse direito!
Sr. Salvador, ele é o dono da terra, ele dá água e luz...
nossos maridos trabalham no templo...
e nossos filhos estudam lá.
Se não gosta de como são as coisas lá, por que não sai?
Por quê?
Tenho um filhinho. Não quero correr o risco de ficar sem ele.
Exatamente. Se tem um filho, precisa fazer algo por ele.
Nossos maridos decidem tudo na comunidade...
e o meu não vai querer sair.
Ouça. Ouça.
Leões comem gazelas há milhares de anos.
É a ordem natural das coisas.
Mas nenhuma gazela...
fica simplesmente esperando que alguém a mate.
Todas elas correm.
Pense. Se uma gazela corre diante do perigo...
por que não você, uma mulher inteligente?
- Mandou me chamar? - Por que demorou tanto?
Estava fazendo a ronda. Desculpe.
Teremos de dispensar seus serviços.
- Não apreciam meu trabalho? - Pergunte à sua esposa.
À minha esposa?
Se o veneno dos inimigos entrar em sua casa...
já sabe o que deve fazer.
Dê-me sua arma.
E deixe seu crachá na minha sala.
Quando limpar sua casa, poderá voltar ao trabalho.
O que faz aqui?
Cadê Brian?
- Mandei-o morar no templo. - E por que fez isso?
Sou o pai dele e faço o que quiser.
E você é uma vadia ingrata. Já sei com quem está metida.
- Não sei do que está falando. - Não sabe?
Não se faça de idiota.
Você e seu irmão morto já encheram...
Vadia cretina!
Mostre o rosto, vadia!
Não estou fazendo nada. Eu não fiz nada.
Não se faça de boba. Mostre o rosto.
Socorro, por favor!
Cale-se, cretina.
Cale-se, desgraçada!
Socorro!
Mostre o rosto, vadia e cale essa boca!
Cale-se, vadia! Vou matar você, cretina!
E quando iam contar a Salvador?
O quê?
Recebi os números de registro do carro.
Que carro?
Não sabia que esse idiota e outro animal o largaram...
com um rapaz esquartejado dentro?
Calma. Nunca nos ligarão a isso. Não fizemos nada.
Vejamos. Parece que sua astúcia colocou pedaços no carro...
que convenientemente, você denunciou como roubado...
um dia após o sumiço dele.
É só para mim que isso parece suspeito?
São suposições e não provas. Palavras suas, amigo.
É mesmo?
Pois não serão suposições. Será meu depoimento.
Sei exatamente o que fizeram...
e não ficarei calado!
Uma coisa é legítima defesa e outra é barbárie!
Sabe, Leonardo. O que fizemos foi por Salvador.
Não fizemos nada.
Não quero saber de suas tolices!
Contem a ele em 24 horas, senão eu conto.
Que barbaridade.
Calma. Calma.
- Respire. - Vamos ver.
Dante, Jacobo era mais forte do que eu.
Ele pode ser preso. Se eu for preso, vou morrer!
Ninguém será preso, amigo! Espere.
Ele quer nos assustar para contarmos a Salvador.
Deixe-me pensar!
Vamos ver.
Bom-dia. Vim saber de Maria Elena.
Ela não atende o telefone. Estou preocupado.
- Saia daqui, senão eu grito. - Só me diga se está tudo bem.
Saia. O que houve com ela não lhe diz respeito.
Pare de nos fazer mal.
O que houve? Tudo bem?
Rapazes, qual é o rolo?
Paguem para que o velho se cale...
como todos os advogados.
Sei que é um velho idiota, mas não faremos assim.
Todo mundo tem seu preço. Até policiais.
Acredite. Este, não.
Onde ele mora? Tomaremos um cafezinho...
- e eu o convencerei a se calar. - Eu já conheço o seu mundo.
É cafezinho, consertinho e voltinha.
Muito bem. Se tiver uma ideia melhor, pode falar.
Agora.
Caramba.
Eu estava pensando que ele já tem 80 anos...
e já viveu a vida.
Ainda temos muito pela frente.
Dante...
Leonardo é amigo de seus avós...
e nos ajudou todo esse tempo.
Amigo...
sabe o que fazem com gente como você na prisão?
Vai virar a princesa da prisão.
Então...
onde posso achá-lo?
De novo?
Não pode ser...
De novo?
O que querem? Não quero falar com ninguém.
Erick, sou eu. Salvador. Tudo bem?
O que quer?
Quero lhe pedir um favor.
Não é para mim. É para Maria Elena.
Abra, homem.
- Feche a porta. - Claro.
O que é isto?
Não, nada, nada.
Caramba. Estava chorando?
Sabe quando é meu aniversário?
- Não. Por quê? - Nem eu.
Além disso...
não sei quem eram meus pais.
Sabe em qual dia celebro meu aniversário?
Quando?
Em 5 de julho...
o dia em que matei meu primeiro homem.
Já se passaram 20 anos desde aquele dia...
e até perdi a conta de quantos já matei.
Por que está me dizendo isso?
Há um mês e meio, quando você estava sumido...
alguém me trouxe um rapaz...
eu perguntei a ele onde você estava...
e ele não respondeu.
Então, cortei os dedos dele...
atirei no estômago dele...
e depois, na testa dele.
Para mim, não importava o nome dele...
ou se tinha família.
Para mim...
isso nunca importou.
Mas sabe quem era?
Quem?
O irmão de Maria Elena.
Meus capangas fizeram tudo errado...
aquele velho ficou sabendo do caso...
e disse que ia acabar comigo.
Espere. Espere. Que velho? Quem?
- Não brinque. O que você fez? - Bem, o que eu aprendi.
Ele não podia abrir o bico.
Ouça, Salvador...
quando fomos ao necrotério e a vi chorando...
É uma coisa que não sai mais da minha cabeça.
Mas isso é bom, homem. É sua consciência.
Achei que não tivesse.
Você parece muito calmo com tudo que estou dizendo.
O que acontece é que eu sei bem...
que se não fosse por vocês...
minha esposa e eu estaríamos mortos.
Além disso, vim oferecer...
sua redenção.
Tem muita gente vendo.
É por ali.
Acho que sim.
O que foi, professor? Com licença.
Fiquem aqui fora.
Se algum idiota bancar o macho...
acertem a cara dele.
- Palavra de Marduk. - Palavra de Marduk.
Podem comer.
O que está esperando?
Quero almoçar com minha mãe.
A partir de agora, dedicará sua vida a Marduk.
Agora, sua mãe e seu pai são Marduk.
Eles são sua família. Nós somos sua família.
Tudo bem. Talvez um jejum o faça se achegar a Marduk.
Quem for pego dando a ele um pedaço de pão...
ficará uma semana sem comer.
Separem esta refeição para Brian. Uma a menos!
- Temos de levá-la a um hospital. - Não posso ir sem meu filho.
Onde ele está?
- Não tem vergonha, desgraçado? - A bronca não é com você.
Não deixem ninguém passar.
Onde ele está?
Identidades, por favor.
- Rápido. - Aí estão eles.
Pode vê-lo? Com cuidado.
- Brian! - O que fazem aqui?
O pai dele deixou.
A lei de Indra diz que a mulher...
Venha.
- Vamos. - Segurança!
- Por que estão aqui? - Não podemos sair por aqui.
É a única saída.
Precisamos sair.
- Baixem as armas. - De jeito nenhum.
Baixem as armas.
E peguem os celulares. Filmem tudo.
Greñas. Carotas.
Muito bem. Apontem para mim.
Todos verão quem são vocês...
e como espancaram essa pobre mulher...
e como roubam os filhos para doutriná-los.
Claro.
E como matam aqueles que não pensam como vocês.
Que assim seja.
Mate-me.
Baixem as armas.
Todos! Baixem as armas.
Maria Elena!
Vão para suas casas. Não há nada para ver aqui.
Obedeçam!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.