All language subtitles for Gomorrah.S03E05.1080p.HMAX.WEB-DL.DD5.1.H.264-playWEB_track14_[por]

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese Download
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian Download
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Ajude-me! Por favor!

- O que aconteceu? - Por favor, ajude-me.

Agrediram-me e deixaram-me aqui. O carro não funciona. Por favor.

- Não te mexas, idiota! - Está quieto! Para trás, para trás.

Para trás. Olha para a frente.

Olha para a frente.

Entra.

Fecha, fecha.

Muito bem.

Mas tenho de ir, Enzo. A Carmela está à minha procura.

Vai, vai.

Esta está pronta.

Irmãos, estes são melhores do que os originais.

Seja como for, os chineses não sabem nada.

O quê? Eles são muito inteligentes. Aprendem a trabalhar seja onde for.

És mesmo estúpido. Eles são todos iguais.

Nem se reconhecem uns aos outros, quanto mais um berbequim.

Trabalha uma chinesa para o meu tio, e eu reconheço-a muito bem.

Ele gosta de rata amarela!

Corto-te a cabeça! Desaparece!

Dois, quatro, cinco... Aqui estão quinze.

A carteira, por favor.

Pasquale...

Quando fizeres queixa, esquece-te de mim.

Não me faças ir a tua casa.

Compra um vestido para a tua mulher com isto.

GOMORRA

Deixaram-te muito maltratado.

Porque é que voltaste?

Tive saudades de casa.

Mas isto já não é a nossa casa, Ciro.

Esta cidade mastigou-nos e cuspiu-nos.

Expulsaram-me de Secondigliano como um saco de lixo!

A mim!

Têm de morrer todos.

Onde estão a Azzurra e o Pietro?

A Deborah tinha razão.

Na última noite que a vi,

ela disse-me: "Para, Ciro. Para.

Pensa em nós."

Mas eu não lhe dei ouvidos.

Desci ao Inferno para o perceber.

Depois de tudo o que fizemos, ainda estamos aqui.

Só eu e tu.

Tens de reavê-los.

Se o fizeres por eles, estou contigo.

Bonitão!

- Sangue Azul! Como estás? - Bem, graças a Deus.

- Estás bem? - Estou.

- Isto acaba de chegar. - Deixa-me ver.

- Queres ver? - Claro.

- Vou testar. - Tenho um igual em casa.

Furei tudo com isso, menos a cabeça da minha irmã.

É mais dura que mármore!

Por sorte, no meu país, as paredes são feitas de merda.

Para os meus conterrâneos basta que a marca seja ocidental.

Levo-os. Gosto deles.

Rapazes, vamos carregar!

Entra. Quero mostrar-te uma coisa.

Estão aqui 80 mil.

- Assim está tudo pago. - Não havia pressa.

Uma pessoa como tu tem de ver que eu pago.

O que dizes?

Não está mal.

Deve ter-te custado muito.

Aqui só se gasta dinheiro uma vez.

Até tem um sistema de rega com controlo de temperatura.

Então, é este o teu negócio.

E depois?

Há uma coisa ainda maior. Sabes qual é?

O investimento emocional.

Para manteres uma zona de tráfico, precisas de inteligência.

Para manteres isto, só precisas disto.

Aprendi a adorar estas plantas.

Sei criá-las de cor.

Às três semanas querem uma luz, às seis querem outra

e às nove outra ainda.

E porque é que agora está tudo apagado?

Agora estão a dormir.

Regulei tudo com o temporizador.

À meia-noite, quando acordarem, acende-se tudo de novo.

E como é que consegues saber quando estão acordadas ou a dormir?

Eu conheço-as bem.

O que queres da vida, Enzo?

Ser agricultor?

Ou queres fazer uma coisa realmente importante como disseste?

Quero crescer.

Estive a pensar.

Mas se queres mesmo fazer dinheiro, tens de me dar ouvidos.

Tens de fazer tudo o que te disser.

Um café.

Um café, por favor.

Movem o dinheiro um minuto depois do fecho.

Eu pago a despesa deste senhor.

Abandonaram este sítio porque é perigoso.

- Partimos daqui. - E se cai?

Se cair depois de entrarmos, não importa porra nenhuma.

- Saímos por outro lado. - Porquê, Ciro?

Porque se queres sobreviver,

tens de estar sempre um passo à frente de quem vem atrás de ti.

Mas nós não queremos só sobreviver.

Isso vê-se depois.

Saímos aqui.

Nesta praça, atrás do mercado de Antignano.

E depois precisamos de armas.

Mas disso tratam vocês. Estamos entendidos?

Olá.

Rapazes, aqui!

Então?

Acho que os rapazes estão prontos.

Tão cedo?

São como éramos nós os dois.

Têm fome.

É disso que precisamos.

Assine aqui. O depósito fica aqui e já está.

Abre, abre.

O que é isto?

No chão! No chão!

Vamos, vamos, vamos!

Depressa! Vamos, vamos, vamos!

Leva isto.

Depressa! Depressa!

- Vamos! - Depressa!

Vem cá! Vamos!

- Vem comigo! - Mexe-te, porra! Depressa!

Vem tu também. Todos no chão! No chão!

Falta um minuto e quarenta. Depressa, depressa!

Vamos lá! Não temos o dia todo!

- Estou a ir! - Temos de ir!

Vamos!

- Já acabámos? - Mete aqui dentro, vamos!

- Depressa! - Vamos, vamos, vamos!

Rapazes! Vamos, vamos!

Vamos, vamos!

Olá, Maria.

Depois diga-me como estão.

Rapazes, juro pela minha mãe que ele estava a borrar-se de medo.

Está aqui tanto dinheiro!

Olhem para isto!

Rapazes?

Conseguimos.

Enzo...

Calem-se, calem-se!

Que é?

Estão satisfeitos?

O que querem fazer com este dinheiro todo?

Dividi-lo?

E depois gastá-lo?

E depois voltamos ao início.

É isso que fazem os assaltantes.

Mas não as pessoas que querem crescer.

As pessoas que querem crescer têm de saber investir o dinheiro.

Para se tornarem mais fortes.

O que querem vocês ser?

Têm de decidir.

Irmão?

Já podemos começar.

Olá, Maria.

Enzo, já não aguento ser empregada. Não é para mim.

Aguenta mais um pouco. Fá-lo por ela.

Ela sabe o que estás a fazer?

Estou a fazer o que é melhor para todos nós.

Eu sei, mas a tua irmã não sabe.

E ela não é parva, Enzo.

Tens de lhe dizer.

Onde arranjaste isso?

Não me digas que é da droga que vendes nas nossas ruas.

- É demasiado. - Fiz um assalto.

- Onde? - Não te preocupes, ninguém reparou.

Assim podes pagar à Câmara para fazeres a marquise.

Mas agora tens de ter calma.

Já levo comida ao meu marido lá. Não tarda estás na prisão também.

Carmela, eu levo o rapaz a casa.

Enzo?

Tu e o Cosimo são a minha vida.

Genny.

Senta-te.

Obrigado por me receberem.

Temos boas recordações do teu pai.

Fizemos ótimos negócios de armas com ele

Têm de fazê-los também comigo.

Está bem.

Estão aqui 366 mil euros, para começar.

Podemos fazer 33 o quilo.

- É um preço para amigos. - Está bem.

E quando a entrega?

Amanhã?

É boa.

Irmão, este material é bom mesmo cortado quatro vezes.

Vamos cortá-la duas vezes.

A nossa droga tem de ser a melhor.

As pessoas têm de perceber que não é a merda de sempre. Têm de vir a nós.

- E o preço? Por quanto a vendemos? - Mais barato do que eles.

Desculpa, mas assim não ganhamos nada.

Por agora tem de ser assim.

Temos de ganhar a coisa mais importante, Enzo, o mercado!

E quando dermos cabo dos outros, podemos fazer o que quisermos.

Olá, amigo.

- Querias conhecê-lo? - Claro.

- És o Valerio? - Sou o Valerio, sim.

- Posso oferecer-te uma bebida? - Depois. Agora podemos falar?

Claro que sim.

Volto já.

Soube que a erva que nos compras não chega para as encomendas.

A procura é alta.

E se eu te dissesse que podemos fazer mais?

Interessa-te?

Também podemos fornecer cocaína.

- Quanta? - Quanta quiseres.

Era o que eu esperava ouvir-te dizer.

Já viste como ele fala bem?

O que dizes?

- Podemos chamar-lhe Vocabulário? - Sim.

Como um fato feito à medida.

Agora és um de nós, Vocabulário.

Tudo bem?

Irmão?

Foi como tu disseste. Nem tocamos nas ruas.

A nossa droga está a voar. Se continuarmos assim,

vamos dar cabo deles, e nem saberão o que lhes aconteceu.

Mais tarde ou mais cedo vão saber.

Temos de estar prontos.

Mas tu sabes quem eles são?

Sabes quem tu és?

Ou esqueceste-te?

Esta cidade está cheia de Ciros.

Mas tu não és um Ciro qualquer. Tu és o Imortal de Secondigliano.

O Imortal morreu.

Mas era o teu nome, não era?

Isso é assim tão importante?

Sangue Azul.

Esse é o meu nome. E estou todo aqui.

Se tenho de combater contigo, tenho de saber quem és e quem foste.

Era o meu nome.

"O inimigo da República...

"... que deve dissolver...

... o exército."

Olha para mim.

"E confiscar as...

"... armas."

Se te reprovarem, passo-me.

- O que estás a fazer? - Nada, porquê?

Tu sabes que só te toleravam se traficasses um pouco de erva.

Mas parece-me que ultimamente andas a mudar de atitude.

Isso não é bom.

Já me doía o pescoço de andar sempre de cabeça baixa.

Tu e eu...

... só respiramos porque a mãe pediu por favor ao Eduadro Arenella.

- Não te esqueças. - A mãe não estava bem da cabeça.

Tinha 14 anos quando enterrei a mãe.

E dei a minha palavra ao Arenella em como tinha acabado ali.

Quero mantê-la, porque um homem só tem uma palavra.

Não és um homem, Carmela.

Mas fiz de homem.

De homem e de mãe.

Primeiro para ti

e agora para o Cosimo, porque tu não tens nada na cabeça.

Não fui eu que fiz esse acordo.

A palavra é tua, não é minha. E a tua palavra foi um disparate!

Era a vontade da mãe.

E foi a nossa salvação.

Mas tu não queres saber. Não respeitas nada nem ninguém.

Eles mataram o teu pai e nem deixaram o corpo para enterrar.

Somos filhos de fantasmas.

E os fantasmas não têm paz.

Mas a guerra é pior, Enzo.

Sabes quando começa, mas nunca sabes quando acaba.

NO PRÓXIMO EPISÓDIO

Tradução e Legendagem JOSÉ GONÇALO SILVA RTP - Produção

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.