All language subtitles for Gomorrah.S03E02.1080p.HMAX.WEB-DL.DD5.1.H.264-playWEB_track14_[por]

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese Download
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

UM ANO DEPOIS

Numa época de crise como esta os bancos têm de ajudar.

Li nos papéis que me enviou que os cheques do final do mês

são de cerca de 80 mil euros.

Não posso fazer mais nada. Faço o que posso.

Mas eu acho que pode escolher um caminho mais tranquilo.

Para além disso, este imóvel tem prestígio.

Tenho um cliente interessado em investir.

Acho que é possível chegar a uma solução.

Gennaro?

Olá, Gegè.

Então?

Aceitou logo.

- É nossa. - Muito bem.

Ouve, desta vez não podemos pagar a mercadoria contra reembolso.

Porquê? Há algum problema?

O meu amigo está a passar um mau bocado.

Precisa de dinheiro já.

- Que liquidez temos? - Cerca de 70 mil.

- Preciso de tudo. - Depois ficamos sem nada.

Não te preocupes. Só ganhamos se investirmos, não é?

Foste tu que me ensinaste.

- Quando é que os queres? - O meu amigo chega esta noite.

Adeus, Gegè.

Adeus, Gennaro.

GOMORRA

É tão bom ter-te aqui, irmão!

Irmão...

Fizeste-me falta, mano.

Vamos.

Joaquin, este é o Gegè.

- Muito gosto. - Tudo bem?

É meu amigo. É o melhor contabilista do mundo.

O Genny exagera.

Se não fosse a família dele, estaria desempregado no sul do país.

Fala-me do teu problema.

Calma, ele é de confiança.

Aqueles filhos da mãe já estão aqui, em Roma.

E quem são eles?

É um bando de merda que me está a fazer guerra.

Se voltam às Honduras com um acordo,

eu fico sem nada, Genny.

Disse-te que tenho grandes amigos na Calábria.

Deixa-me fazer umas chamadas. E depois vemos, está bem?

Está bem.

Vamos, Gegè.

Tens de ter calma.

Estou preocupado. Estão a matar os meus homens.

Eu sei.

Esta noite ficas comigo.

Não, não posso sair. Ainda estou à espera aqui.

Diz à Giulia. Depois eu falo com ela.

Sim.

Adeus.

Eu sei que isto não é para ti, mas é uma emergência.

O que aconteceu?

Falei com o meu amigo.

E se queremos resolver isto, tem de ser já, esta noite.

E eu preciso de ajuda.

- Há algum problema? - Não, nenhum problema.

Estou à tua disposição, já sabes.

Eu sei. Só queria ouvir-te dizer.

E eles? O que vão querer em troca?

Vamos vender o quilo a 23.

E em troca os teus amigos vão vendê-la a 29.

Amigos? Esses 6 mil euros vão sair muito caros a esses cabrões!

Vamos.

Espera aqui.

Amor, agora não posso.

Preciso de ti lá dentro.

Temos de nos despachar. Daqui a duas horas vêm limpar.

- Estás pronto? - Estou.

Na casa de banho está uma esfregona.

Mexe-te, Gegè!

- Vamos ao próximo, irmão. - Vamos, mano.

Gegè, sentes-te bem?

Anda.

Filma o Joaquin.

Vamos.

Seus cabrões!

Vão para onde forem, estejam onde estiverem,

é assim que vai acabar toda a merda da vossa gente.

O Diabo chegou, paneleiros.

Vamos cortar a cabeça a todos vocês, cabrões!

Já está.

Tira a lanterna da mochila.

Estes cabrões!

Vou descer.

- Estás pronto? - Sim.

A outra, mano.

Desamarra a corda, Gegè.

Está bom aqui.

Um, dois e três!

Passa-me a lanterna, Gegè.

Vão-se lixar, sacanas.

Vamos, Gegè. Vamos.

Sinto muito pela Giulia.

Não te faz bem o que andas a fazer.

Está a dar-me uma oportunidade que nunca teria tido.

O que aconteceu esta noite?

Podes dizer-me?

Nada, tive de acompanhá-lo com um cliente importante.

Nunca te faço perguntas. Seja como for, estou do teu lado.

Mas podes sempre voltar atrás.

Basta que o queiras.

Quando voltares, fazemos um belo almoço juntos.

Depois de amanhã já estou aqui.

Adeus.

Patrizia? Sentimos saudades tuas.

O que posso fazer por ti?

A Scianel quer que entregues um recado à tua amiga Marinella.

E o que lhe digo?

Que ela está muito aborrecida. Não gostou de ver o filho num caixão.

- Eu sei. - E agora há o processo.

A tua amiga seria ótima para eles se se soubesse comportar.

Não sei onde ela está.

Se tu quiseres, de certeza que consegues descobrir.

Acho que a Marinella não faria uma coisa dessas.

Fala com ela.

Todos nós precisamos de uma segunda oportunidade, não é?

- Vou ver o que posso fazer. - Faz como quiseres.

Mas se condenarem a Scianel, a culpa é toda tua.

Fica bem.

Parece um príncipe.

Mas o pai dele ainda não é rei.

- Estás nervosa? - Não.

Pronto.

Azzurra, tem calma.

Com o dinheiro que ganhei este ano para o teu pai,

ele devia fazer-me uma estátua de ouro.

Não o conheces bem, Gennaro.

Não confias em mim?

- Estou? - Gegè?

Esqueceste-te de hoje?

Esta manhã o meu sogro volta para casa.

- Sim. - Passará umas horas com a família.

E tu vens às duas, está bem?

Olha que ele é um filho da mãe.

Não me metas no meio. Ele tem de pensar que é tudo dele.

Perfeito.

- Já preparaste os documentos? - Sim.

Até logo.

Vamos conhecer o avô, Pietro?

Vamos.

Maldita prisão domiciliária!

Só tenho tempo para estar com o meu neto.

- Olá, Giuseppe. - Vem cá, menino do avô!

Que bonito!

Como és bonito, malandro! Que bonito!

- São os meus testas de ferro? - Precisamente.

São testas de ferro das sociedades que lhe pertencem, doutor.

Se fosse doutor, não teria estado um ano na prisão.

- E isto é tudo meu? - Exato.

Vou mostrar-lhe as participações e os rendimentos.

Mas porquê, Gennaro?

- Porquê o quê? - Tinhas imensas pessoas

que serviam para fazer isto,

mas tu...

... quiseste escolher um miúdo das tuas bandas

que pensa que basta falar italiano para perder o fedor a miséria.

Precisava de uma pessoa limpa que não conhecesse ninguém.

Todos os teus homens já o magistrado conhecia.

Sabes o que se diz?

O cão só conhece a voz do dono. E este cão é teu.

Não há cães aqui. Na tua casa só mandas tu.

Por favor, Gegè, explica-lhe bem a situação.

Antes de ser preso, tinha um património de 60 milhões de euros.

As penhoras do tribunal reduziram isso a 1,5 milhões de euros.

Isso já eu sabia.

Contidos numa empresa oculta.

Hoje possui 17 sociedades na totalidade ou como sócio.

Perfazendo um total de 97 milhões de euros.

Tu não sabes, mas estar preso é um inferno.

E quando voltas a casa, vês que a tua vida continuou.

E já não te encontras. Até com a família te sentes estranho.

E todos aqueles com que te preocupavas

parecem-te uns desconhecidos.

Mas já não estás preso, Giuseppe.

O que queres? Os teus consultores de novo?

Amanhã, o Gegè traz os documentos e não aparece mais.

Também queres os testas de ferro?

Vamos ao notário e esclarecemos a situação.

Podemos fazer tudo o que quiseres. Eu não me importo.

Mas nunca mais digas que sou um desconhecido.

Sou o marido da tua filha, sou o pai do teu neto.

E isso é uma coisa que nunca deves esquecer.

Se há coisa que nunca quero esquecer

é isso mesmo.

- Estou? - Fala a Patrizia.

Folgo em saber que estás bem.

Não liguei para te cumprimentar.

Temos uma amiga em comum que pode armar confusão.

Tenho de te ver o quanto antes para te explicar.

Vemo-nos esta noite.

Onde?

Eu mando-te uma mensagem.

Olá, Gennaro.

Entra.

Queres um café?

Obrigado.

Que é?

Não gostas da minha casa?

Tu é que a escolheste.

Eles estão ali.

Os meus irmãos.

Quando me veem, mudam de rua.

Só posso vê-los daqui.

E daqui a pouco nem assim.

Porquê?

Para ficar com as minhas irmãs, o meu irmão começou a trabalhar.

E agora descobri que perdeu o emprego.

A assistência social já lá foi uma vez.

Para a próxima leva-as.

Põe-nas num lar de acolhimento e eu nunca mais as verei.

Patrizia, o que queres de mim?

Um trabalho para o meu irmão.

Honesto.

Mas não tem de ser em Nápoles.

A minha família tem de sair deste inferno.

Amanhã o teu irmão tem trabalho.

Não pode saber quem lhe deu o trabalho.

Está bem.

Mas agora tens de me dizer o que quer a nossa amiga.

A Scianel mandou-me um recado.

Está à procura da Marinella. Tem uma proposta para ela.

E quer que eu a encontre.

O que faço?

Aquilo que te disse.

E se estiveres perto, eu fico mais tranquilo.

Boa noite. Diga.

Estou à procura da Irene.

- Irene? - Já vou!

Não estou arrependida.

Se vivesse cem anos, fazia-o cem vezes.

Diz isso à cabra da Scianel.

- E o que ganhaste com isso? - Fiz justiça!

Os mortos da justiça não contam para nada, Marinella.

Tu vens-me dizer isso, Patrizia?

Esqueceste-te do que me obrigaste a fazer ao Lellucio?

Não te entendo.

Marinella...

Ela encontra-te. Tal como eu te encontrei.

Mas a próxima pessoa não virá com isto.

E eu só trabalho para mim. Meto-me na minha vida.

Trabalhas para os Savastano?

Já te disse o que vinha dizer.

Mais tarde ou mais cedo, tens de acabar com eles.

Promete-me.

Trinta agora e trinta depois.

Não é um presente meu.

Querias dar-lho, portanto, é teu.

Sim, mas o dinheiro não é meu.

Levei metade da minha vida a ouvir o meu pai a irritar-se

por causa da falta de dinheiro.

E a outra metade a perceber como funciona. E sabes o que te digo?

O dinheiro não vale porra nenhuma.

A forma como o consegues não é importante.

A única coisa que importa é que, para a tua filha,

o dia em que o papá lhe deu um carro já ninguém lho tira.

- Silvano? - Sim.

- Silvano Romini? - Sim.

- Aquela deve ser a Giulia. - Mas quem é o senhor?

- Um homem que já não dorme. - Papá!

- Deixem a minha filha! - Porquê?

Também ela deve saber que na minha casa,

na minha cama, com as pessoas que me são caras,

vejo outro, com estes olhos, e não tenho paz!

- E a culpa é do teu amigo. - Papá, o que é que ele quer dizer?

Explica à tua filha. Explica. Mas explica-o bem.

E explica-o também a mim!

Não sei nada.

Não acredito! Tenho de saber a verdade.

E diz isso ao maricas do Gegè.

- Não foste para Londres? - A Giulia está em perigo.

De que estás a falar?

- Ele parou-nos a caminho de casa. - Quem?

O sogro do teu cliente.

- O que quer ele? - Quer a cabeça do genro.

- O que estás a dizer? Porquê? - Eu sei lá, porra!

Porque o odeia?

Porque tentou tramá-lo? Diz-me tu!

Quando te metes com esta gente, já não sais de lá de mãos limpas.

Tenho medo pela Giulia.

O que fazemos?

O que quer de mim?

O Gennaro está a lixar-me.

Eu sinto.

Eu sei.

É verdade?

Quero saber como.

Se eu o faço, o Gennaro mata-me.

E se não o fizeres, mato-te a ti e ao teu amigo.

Gegè... Gegè, tu és bom.

Senão o Gennaro não andava contigo.

Senão eu descobria logo que ele me lixava.

Mas tens de decidir já quem é o teu patrão.

- Este hotel é muito bonito. - Vê-se.

Quanto tempo perdeste a falar com ele, Gegè?

Esteve muito disponível.

- Não te deu problemas? - Não, não.

Olha que maravilha!

Mas mais bonita ainda é esta vista, irmão.

Mostra as fotos, Gegè.

Que hotel, porra!

Isto é que é qualidade!

É o negócio mais incrível de toda a minha vida.

Não é, Gegè?

Não, cala-te. Com a boca ou se come ou se fala.

Cala-te.

Meninas?

À saúde.

Mano.

Amanhã mesmo damos-te 25% deste resort.

E quando o carregamento chegar, ponho-te mais 25%.

Dá um total de...?

Gegè? Estás a dormir?

- Desculpa, Gennaro. O que dizias? - Quanto ganhamos com este hotel?

Dez milhões de euros.

Muito mais do que te devia, mano.

E ainda ficas com este imóvel, do qual somos sócios.

Está bem, irmão.

Nunca tinha investido na Europa.

Mas a ideia parece-me boa.

- Até à morte, irmão. - Sempre.

Sempre.

Comandante.

- Está tudo bem, Gegè? - Tudo.

Até amanhã.

- Azzurra, onde estiveste? - Olá, amor.

A minha mãe acordou de repente e o meu pai não estava na cama.

Tinha saído de casa.

E onde foi?

Não me quis dizer.

Mas porquê, Gennaro? Achas que há alguma coisa errada?

Não, está tudo bem.

Hoje é dia de festa

Cantam as nossas almas

Para o menino Pietro

Uma salva de palmas

Vá, querido. Vá.

Espera por mim aqui. O avô vai buscar-te um presente.

Vem comigo. O presente é pesado.

Depressa.

Deu-lhe o nome do filho.

A quê?

À sociedade fantasma

que o Gennaro criou para me lixar enquanto estive na prisão.

Vai receber um carregamento

e quer os lucros todos para ele.

Não é material para a nossa Roma.

Nem para os clãs de Nápoles.

Este filho da mãe!

Está a tramar-nos a todos.

O que quer fazer agora?

Esperamos que o carregamento chegue

e depois livro-me dele.

NO PRÓXIMO EPISÓDIO

Tradução e Legendagem JOSÉ GONÇALO SILVA RTP - Produção

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.