Afrikaans
Akan
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
E então?
O que está a acontecer lá fora?
O senhor tinha razão, Don Pietro.
Eles estão todos doidos. Devia vê-los!
Suspeitam todos uns dos outros. Os tipos do beco só andam em grupo.
A Scianel mandou o seu pessoal dizer que não tem nada haver com isto.
E o Mulatto?
Disse que era como um irmão do Príncipe.
E agora quer a cabeça do Nano.
E Ciro, o que disse?
Convocou uma reunião.
Claro, uma reunião é a primeira coisa a fazer,
porque aquela ratazana ainda acredita em democracia.
A democracia não funciona,
porque os cães se comem uns aos outros, se não houver um bastão.
O Mallamore quer saber o que vamos fazer.
Temos que esperar que o veneno atinja o coração.
Ciro, todos nós sabemos quem foi.
Se isto é uma aliança, não podemos permitir que matem um de nós
e depois continuar como se nada tivesse acontecido.
O Príncipe tinha perdoado tudo, mas para o Rosario não foi o suficiente.
E mesmo que ele seja nosso amigo, tem de pagar.
Primeiro temos de saber quem foi.
Que merda é essa? Todos sabem que foi o Nano.
Eu não sei porra nenhuma.
Só sei que não há sinal do Pietro Savastano.
E quero saber se é por estar a cumprir o pacto ou se está a tramar alguma,
talvez com ajuda de alguém.
Ciro, se tens algo a dizer, diz agora. Foi para isso que viemos.
Todos conhecemos o teu Raffaele, Scianel. Está a sair, com muita fome,
e tu queres deixar uma bela mesa pronta.
Queremos agradar a ambos, assim como te queremos agradar a ti.
Perdeste um amigo querido, e queres justiça,
mas é preciso saber bem o que aconteceu.
Temos de ter 100% de certeza que não há aqui ninguém a trabalhar nas nossas costas.
Eu assumo a responsabilidade.
Eu garanto o apetite de todos vocês.
Mas a nossa fome não deve levar-nos a matar-nos uns aos outros.
E o Rosario Nano é da minha conta.
Se ele matou o Príncipe, vou fazê-lo pagar.
Mas se alguém lhe tocar sem minha licença,
faço-o engolir a própria mão, dedo por dedo.
Dá aí o isqueiro.
- Porque vais sair? - Porque ele quer me ver.
- E não tens medo? - De quê? Somos irmãos.
O teu irmão permitiu que te humilhassem no teu território, à frente de toda a gente.
- Não pôde fazer nada, Teresa. - Como? Queres é acreditar nisso.
Não sabes do que falas. De que falas, Teresa?
Sei o que ouvi na rua.
Quem é que fala?
Toda a gente.
Dizem todos a mesma coisa, Rosario: que foste tu.
- Mataste o Príncipe? - Não fui eu.
E o Ciro sabe-o bem.
A Scianel reuniu-se hoje com todos.
Contou-me uma amiga minha que conhece a nora da Scianel.
Isso são mexericos de mulheres.
Estão a chegar a acordo para dividir o teu ponto de venda.
O teu irmão está a cavar a tua sepultura.
Sepultura? O meu irmão?
Se eu tivesse que escolher entre ti e ele, escolhia-o sempre a ele. Sempre.
Que morras!
Que morras, tu que és a minha vida, se o que eu digo não é verdade.
Encontraram-no em Casavatore, frente a um armazém.
- O que foi o Gabriele lá fazer? - Tinha lá a pantera.
Estava sozinho?
Com o Angelino Sepino, que cuida dela.
Eu não sei quem foi,
só sei que o Príncipe não sabia o que era maldade.
Temos de encontrar o Angelo Sepino.
Quero-o para mim.
Aquele merdas sabe o que se passou. Vão a casa dele, onde está quem o conhece.
Temos de o encontrar e quem interferir vai acabar mal.
Lembras-te quando nos conhecemos?
Na festa de Santo Antonio, há uns bons vinte anos.
Éramos uns miúdos.
Éramos um bando do caraças, não éramos?
Estão aqui todos os nossos amigos.
O Nicola...
Foi morto pelo Sasso em 2006.
O Bombolone...
Que figura!
Apaixonou-se pela mulher errada.
Só restámos nós os dois.
Sabes o que eu penso?
Que o mataste, porque tinhas ciúmes dele.
Não fui eu.
Disseste que eu devia confiar em ti e eu confiei.
Rosario...
Não te quero ver aqui dentro.
Pega na Teresa e na tua filha e vai-te embora.
Olha para minha cara, Ciro, sou eu.
Os nossos aliados, a beijar-se na boca e a dar tiros na cabeça.
Somos nós, os miúdos de Secondigliano,
temos de romper a Aliança. Ficaremos só os dois.
Não romperei a Aliança, nem por ti, nem por ninguém.
Não acreditaste quando te disse que não fui eu?
Não foste tu?
Então vou ter de o provar.
Isto já foi longe demais. Já nos intoxicou a todos, a mim também.
Se eu tiver que salvar a tua vida, terás que partir.
Temos que ir embora.
Vamos embora, e depois?
Partiremos, eu e tu.
Leva-a para o carro.
O que aconteceu, Rosario?
Nada, vou ter de me ausentar uns dias.
Não há problema.
Mas isso não muda nada. Continua tudo a ser meu, entendido?
E se alguém da Aliança quiser apoderar-se da nossa área, mata-o.
Não te preocupes.
Coloca mais vigias, põe mais homens a vigiar o ponto de venda.
Não os deixamos entrar, quem manda somos nós.
Esta área é tua e nossa, e vamos defendê-la como se fosse a nossa casa.
Muito bem.
Ligo-te daqui a dois dias para te dizer o que fazer ao dinheiro.
Se me acontecer alguma coisa, o dinheiro é para elas.
Olha para mim, tenho que ter certeza.
Rosario, que eu morra aqui mesmo!
Adeus.
Fica bem, Rosario.
"Litoral de Lazio"
Já viste como isto é bonito?
Mãe, quando podemos voltar para casa?
Já voltamos...
Sabes o que tu e eu vamos fazer?
Vamos tomar um belo banho,
e fazer o mesmo que os teus colegas: os trabalhos de casa.
- Mãe, esta água não está fria? - Mas que fria? Vamos lá!
Desculpa-me, Teresa.
Eu não queria dizer aquilo que disse.
Quando discutimos, diz-se muita coisa.
- Eu sabia. - O quê, Rosario?
Que foi ele.
O que fez ele?
Foi ele que matou a Deborah.
Matou a mãe da filha.
Mas como pude pensar que ele hesitaria em matar um irmão?
O Ciro matou a Deborah?
E tu sabias?
Ajudaste-o?
Vou tomar um duche. Depois vamos jogar.
Gosto quando me vais buscar à escola e ficamos os dois.
Também gosto de estar contigo.
- Mas ficas pouco tempo. - O Pai tem muito que fazer.
Portanto, não percas tempo.
Eu só te tenho a ti, Pai.
Estarei sempre contigo.
Mas não é verdade que só me tens a mim,
tens um monte de amigos.
Eu é que só te tenho a ti.
Mas tens razão, temos de passar mais tempo juntos.
Vai lá brincar. Eu não demoro.
Que bonita!
Queres brincar um bocadinho?
- Vai lá, vai. - Quero!
Eu fico a ver daqui.
Não molhes os sapatos.
Pai!
Agora vai com este.
- Lello. - Ciro.
Entra.
O que foi?
Mataram o Rosario.
- Que merda é essa?! Quando? - Há duas horas.
Quem foi?
- Quem foi o filho da puta? - Não sei, Ciro.
Que se passa, Pai?
Mataram o Tio Rosario.
Faz como quiseres, dá um giro pelo bairro,
mas traz-me o nome de quem matou o meu irmão. Vai!
Entra.
Então é verdade?
É verdade. Foi morto à frente da filha.
- O Ciro está como louco. - O que vai acontecer agora?
O Ciro não descansará até descobrir quem foi.
- E se foi alguém da Aliança... - A Aliança está quebrada.
Agora eles vão tentar manter os pontos que estão livres.
E o que significa isso? Que pode ser o nossa hora.
- Para fazer o quê? - A guerra.
Diz ao Ciro que estamos a colaborar. Podes ver com os teus próprios olhos.
Quem não parece importar-se é o Mulatto.
É o único de nós que tinha mais de um motivo
para matar o Nano e vingar o seu amigo. Está claro?
Eu acho que está na hora de fazer algumas perguntas.
- Boa noite. - Até logo.
- Mulatto! - Diz.
O Nano está morto.
- O Ciro quer ver-te. - Eu estou aqui.
A Scianel falou mal de ti.
Diz ao Ciro que quem aponta o dedo é sempre aquele que atira.
Agora vai buscar champanhe. Vamos brindar.
O meu irmão Príncipe foi vingado.
Tanto quanto sabemos, o tiro não foi dado por um dos nossos.
Eles não são daqui, agiram por encomenda.
Ninguém sabe quem os contratou?
Não, Ciro.
A Scianel e o Mullato têm dito mal um do outro.
A verdade é que poderia ter sido qualquer um de nós, não é?
- A Teresa e a Simonetta? - Estão de volta, estão aqui.
Na casa de familiares.
Vai.
Eu gosto desta cor. Queres usá-la?
Deixem-no entrar.
Não tive tempo de fazer as pazes com ele.
Não consigo perdoar-me.
Vou encontrá-lo, Teresa.
Eu sei o que fizeste. Sei de tudo.
Tu é que ainda não percebeste qual é o preço de tudo isto.
O Rosario era o único que te amava pelo que tu és.
Agora estás sozinho, Ciro.
Sozinho com a tua consciência.
Por agora, tu e a menina têm de se afastar uns tempos.
Enquanto não descobrirmos quem matou o Rosario, tu não estarás sossegada.
Escondam-se e fiquem quietas.
É o melhor para todos.
Anda, Mariarita, vamos embora.
Não te preocupes.
Estava a escolher uma foto do Rosario.
Tens saudades?
Sim, tanto como tu.
A senhora disse que agora a Mãe pode ver tudo.
O que é, o que foi e o que será. É verdade?
Acho que a única coisa que a Mãe quer ver és tu.
Escolhi esta.
- Boa noite, Don Ciro. - Boa noite. O que aconteceu?
- Preciso dos seus serviços. - Estou à sua disposição.
- Preciso dum túmulo para um irmão. - Sem problema.
Preciso dele agora.
Peppe!
Peppe!
Don Amaturo...
Mas o que fazem aqui a esta hora?
Morreu um querido amigo meu, e preciso de um túmulo.
- Este aqui. - Esse está ocupado.
E de vez em quando vem cá alguém visitá-lo.
Mas há vagas para lá. Há uns dez de túmulos. Tranquilos.
Não quero discutir, talvez não tenha entendido.
Este é o túmulo do meu irmão, veja como movê-lo.
Não tem problema, Don Ciro.
Este é bonito.
Ainda precisa de nós?
Deixem o portão aberto.
- Não quero ninguém por perto. - Está bem.
Diz.
Vou já para aí.
Espera, eu tenho que estar aí.
Vá lá!
Tira-me essa idiota de cima.
Ele salvou a tua vida.
E tu mataste-o como um cão, seu merdas!
Ciro, temos que sair daqui.
Chama o pessoal. Levem-no para o cemitério.
Sai da frente.
Por favor, Don Ciro. Don Ciro, tenha piedade de mim.
- Cala a boca. - Tenha piedade, Don Ciro.
Eles obrigaram-me, também me queriam matar.
Eles procuram-me, Don Ciro, estão à minha procura.
Os seus inimigos são os meus inimigos.
Levaste-o a ver o bicho, porque te ordenaram, não foi?
Ameaçaram a Susy, disseram que iam matá-la.
Ela está à espera de bebé.
E o meu irmão?
Não sei nada sobre o Nano.
A Susy será o meu primeiro objectivo e depois enterro-a ao teu lado.
Então ficarão sempre juntos, tu, ela e o vosso bastardo.
Eu não sei nada!
Quem te mandou trair o Príncipe?
- Por favor... - Quem?
Por favor...
Eu conto-te tudo.
Sabiam que o Príncipe comprava droga ao Gennaro?
Fora do nosso acordo?
Daí ganhar tanto dinheiro.
O Rosario tinha razão.
Ele percebeu tudo, e por isso não confiava nele.
O Gennaro queria crescer,
e quando chegar o momento, vai querer virar a mesa.
E não foi o Nano que matou o Príncipe.
Foi o Pietro Savastano.
Embora soubesse que ele era sócio do filho.
E por trás da morte do Nano está o Pietro Savastano.
E porque está ele contra o filho?
Porque quer comandar sozinho.
Não quer ninguém ao seu lado, nem mesmo o filho.
Chegados a este ponto, vejo apenas dois caminhos.
Um onde estamos todos unidos e joga- mos este jogo com o pai e com o filho.
E outro que nos conduzirá a todos a um túmulo como este.
Temos apenas que decidir.
Sai.
Nunca mais te quero ver.
Se volto a ver-te, mato-te a ti e a toda a tua família.
- Obrigado, Don Ciro. - Vai-te, antes que eu mude de ideias.
Pai...
Porque me trouxeste aqui?
A tua mãe morreu aqui.
Queria que soubesses.
No próximo episódio...
Adaptação SARA DAVID LOPES
Legendagem IL SORPASSO
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.