All language subtitles for Cromanon.The.Night.of.the.Fire.S01E04.1080p.WEB.h264-EDITH

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Original subtitles

Embora a história se baseie na realidade,

as personagens e os diálogos são fictícios.

Charly.

Não sei como conseguem entrar com elas.

Verificamos e revistamo-los, mas entram com elas na mesma.

-Não podemos fazer milagres. -Não estou a pedir milagres.

Peço que faças o teu trabalho.

Quase pegaram fogo a tudo no outro dia.

Olha, anda cá.

Estão a dar-me na cabeça por os miúdos se esgueirarem pelo hotel.

Põe uma corrente com cadeado aqui.

É por ali que entram à socapa. Temos de os deter.

Calma. Eu trato disso.

-Está bem? -Sim.

-Estás bem? -Sim, ótimo.

-Quero ir de férias, Charly. -Está bem.

Quero ir de férias.

Muito bem. Juli, meu amor. Já está.

Acabámos por hoje. Vamos. Vou para a cama. Faz as tuas coisas.

Só faltam dois concertos.

Omar.

Por favor, arranje a água das casas de banho.

Sim.

Estou a falar a sério.

Não conseguiam respirar hoje. Não está certo.

Trato disso amanhã. Calma.

Não! Não comeces com a cobrança de fim de ano.

-Sabes como é. -Não, eu trabalho na cultura.

Não tenho dinheiro agora.

Já lhe disse 20 vezes. É policia ou cobrador de dívidas?

Olha, isto enche todos os fins de semana.

Não me venhas com isso.

CROMAÑÓN: THE NIGHT OF THE FIRE

-Olá. -Olá.

-Que estás a fazer? -Tudo bem?

Sim.

E como correu no Cromañón?

Bem. Muito bem.

Vais amanhã?

Não sei.

Tenho uma festa de Ano Novo com o grupo.

Que chato!

Porque não te concentras noutras coisas?

Como assim?

Não sei.

Usas toda a tua energia

no bairro, nas crianças e nessas coisas todas, o que é ótimo.

Mas também seria ótimo se passasses mais tempo connosco.

Os teus amigos,

a tua namorada.

Não a descures.

Achas que a descuro?

Adoro a Male.

Ela existiu só num sonho

E ele é o poema que o poeta nunca escreveu

E na eternidade Fundiram as suas almas

Para dar vida A esta triste canção de amor

Ele é como o mar E ela é como a Lua

E em noites de lua cheia Fazem amor

E na eternidade Fundiram as suas almas

Para dar vida A esta triste canção de amor

Linda, não consegui ir ao Croma.

Amanhã, vamos juntos! Adoro-te!

MENSAGEM ENVIADA

Olá. Cheguei.

Desculpa, tenho de fazer chichi.

Parece uma cascata.

-Há quanto tempo não fazias? -Há uma eternidade.

Passei a noite na casa de banho, mas nem consegui fazer chichi.

Mas há umas dez cabinas.

Mas havia dez raparigas por sanita.

Não houve água a noite toda.

Foi nojento.

Preferia fazer chichi debaixo de uma árvore.

Não te preocupes, vais encontrar outra coisa.

Não quero outra coisa. Quero isto, mas como deve ser.

Olha para mim.

Olha para mim.

-Tens a minha T-shirt azul? -Não faço ideia. Vê tu.

Que confusão!

Lembras-te de te pedir bilhetes para a malta?

-Disse-te que não queria pedir. -Agora, são para mim.

Um para mim e outro para o Bichito. E mais um para a Anita, irmã do Cheti.

Não sabia que gostavas dos Callejeros.

Não gosto, mas quero vê-los.

É por causa do Cheti?

És tão estúpida, Lu.

Em que merda te estás a meter?

Deixa-me...

Não sei. Deixa-me ver e depois digo-te.

Não sei.

Obrigada.

Estás mais curvilínea, não estás?

Não faço ideia. Não. Acho que estou igual.

Mas desempregada.

Fui despedida.

Que aconteceu?

Não queria armar-me em puta.

Foda-se!

Não faz mal.

Não faz mal.

Não faz mal defenderes-te.

-Devia aprender contigo. -Não.

Não tenho um tostão para pagar o concurso.

Tu vais.

Vais ao concurso.

Vamos pensar em alguma coisa. Está bem?

Vais ao concurso de patinagem.

Saltos altos?

Todos morreremos um dia.

Podes morrer de amor, mãe.

Prefiro morrer de lepra.

-Estás com uma tosse terrível, Male. -Sim, mais ou menos.

Exageraram nas tochas no concerto.

-Outra vez? -Quase asfixiei.

Acho que o Bichito conheceu alguém.

A sério? Vês? Algumas pessoas têm sorte.

E tu?

O quê?

-Que cara feliz é essa? -O quê? Nada.

Não fiques na defensiva.

Posso dizer uma coisa?

Força.

Acho que essa cara não é pelo Lucas.

Vá lá, mãe.

Conheço-o?

Massajas-me a cara?

Anda cá.

Que vais fazer?

Que barulho é este?

Male.

Juanca.

-Finalmente. Que bom conhecer-te. -Sim, finalmente.

Desculpa pela confusão. Estou a enfaixar tudo.

Se não quiser que partam nada,

tenho de embrulhar tudo com cuidado, como se fossem crisálidas.

Ele adora insetos.

Tu também gostavas de ciências.

-Eu? -Sim, eras boa.

-Tinhas ótimas notas. -Nada disso.

As mães são assim. A minha diz que sou Darwin.

Talvez possamos almoçar juntos. Que acham?

-Está bem. -Sim.

-Vamos a isso. -Ótimo.

-Temos comida suficiente. -Sim, temos.

Sim.

Veste-te e vai buscar vinho.

-Ou melhor ainda, cerveja. -Está bem.

Está bem, eu vou.

AO VIVO HOJE TUCA TOCA CLÁSSICOS DO ROCK'N'ROLL!

-Betty! -Onde encontraste isso?

Betty, que é isso?

-Não. Não é justo. -Vou morrer!

-Quando usaste isso? -Por favor! Isto é vergonhoso.

-Outro. -Anda!

Chuta por trás!

Parem-no!

Olha para mim!

-Bruno! -Chuta com força!

JUSTIÇA PELAS CRIANÇAS DO CROMAÑÓN LUCAS BINDER 1985-2004

29 DE DEZEMBRO DE 2004 HORAS ANTES DO SEGUNDO CONCERTO

Finalmente. Liguei-te, mas não atendeste.

-Olá. -Olá.

Não tocou. Talvez não tenha ouvido. Deixei-o lá dentro.

Enviei-te uma mensagem. Não viste?

Desculpa. Estou um pouco chateada, então, não vi o telemóvel.

Aconteceu algo?

Não, estou zangada com a audição para a banda. Não me saí bem.

-Estou zangada. -Sabes como eles são.

Sim. E, ontem à noite,

eram só tochas. Não conseguia respirar. Foi tudo estranho.

Então, não te divertiste.

Não. Diverti-me muito. Foi ótimo.

Os Callejeros tocaram o primeiro álbum e Los Pérez García. Incrível.

Boa.

Ouve, amor.

Vens comigo à festa de Ano Novo?

Prometo que depois vamos ao Cromañón.

Desta vez, não falto.

Escrevi-o numa mensagem, por isso, tens provas para o tribunal.

Sabes que não me importo com o trabalho social...

Mas...

Talvez devesses ir sozinho.

Estar lá com os teus amigos.

Talvez seja egoísta, mas não é a minha praia.

Falamos depois.

Vemo-nos no autocarro.

Dormi que nem uma pedra.

Eu reparei.

Que vergonha! Conseguiste dormir?

Um pouco.

Mas não vieste dormir, pois não?

Apanhaste-me.

Tenho vertigens.

Tens medo de tudo.

Há algo estranho do outro lado

Que te teme e te dá a mão

Para te alcançar

-Canta. -Não, não conheço.

Canta, não tenhas vergonha.

Não conheço.

Há algo estranho do outro lado

Que te teme e te dá a mão para te alcançar.

Já conheces.

Não gosto.

-Provaste? -Não.

Como sabes que não gostas?

Olá.

Que é isto, Javier?

O quê?

Sabias que vínhamos buscar-te.

Este é o Martín, um amigo.

-Chamam-lhe Bichito. -Desculpem.

Devias estar pronto para o almoço.

-Não podemos atrasar-nos. -Dispenso.

-Dispensas? -Tenho outros planos.

-Tens outros planos. -Estava já de saída.

-Não, fica. -Não, tudo bem.

-Bichito, fica. -Tudo bem.

Com licença.

Estou farto de vocês.

Não me procures, vou-me embora

Caminhando em direção ao Sol

Sei que me entenderás

O que viste, o que eu vi

É sempre assim

Temos o nosso plano

O nosso lugar

Então? Que achas?

Bem.

Soa bem.

Prestem alguma atenção à modulação.

Alguma?

Eu esfalfo-me a escrever as letras

e tu canta-las como se fossem uma longa onomatopeia.

Ninguém percebe nada.

Ouve, isto é uma banda de rock and roll.

Se queres ser o príncipe dos versos, escreve um livro.

Para de me moer o juízo.

Tens o microfone...

Porque não me chupas a pila?

-Vá lá, Nico. -Então?

Parem de brincar.

Porque não me dizes qual é o problema?

Canta o que quiseres, como quiseres,

faz o que quiseres.

Não deixas uma rapariga incrível entrar porque não queres ser ofuscado.

Ouve, meu. Qual é a tua obsessão pela Malena?

Porque não a fodes de uma vez e paras de nos moer o juízo?

-Idiota. -Sim?

-Vai-te foder. -Filho da puta.

Vou comprar tabaco.

-Então, Malena? -Tudo bem?

-Sim. Tens Wisconsins? -Sim.

Como está a banda?

Bem. Ainda precisamos de alguns ajustes, mas está tudo bem.

-Eles são bons. -São.

-Às vezes, um pouco imaturos. -Sim, claro.

Posso pagar mais tarde? Não trouxe dinheiro.

-Sim, não há problema. -Obrigado.

Eu também componho.

A sério?

Talvez possa dar-te uma demo.

Tenho algumas gravações.

Sim, mas faz uma coisa. Escolhe uma música, a tua preferida.

-Envia-ma, está bem? -Está bem. Obrigada.

-Augusto, tem um minuto? -Sim.

Não tenho dinheiro para o concurso.

Será que pode pagar-me a viagem?

Se eu tocar no dinheiro para uma viagem, cai o Carmo e a Trindade.

Eu sei o que o concurso significa para ti,

mas é o que é.

Está bem. Obrigada.

Esta.

-É gira. -É bonita e serve.

Por volta da meia-noite,

reúna a família debaixo dela e peça um desejo. Vai ver.

NOVA MENSAGEM JAVI

Vens ao Croma? Quero ver-te.

-Queres quatro? -Sim, pode ser.

Se quiseres dar-me mais, é na boa.

És o maior. Adoro-te.

-Vemo-nos logo à noite? -Não, eu não vou.

Não vais? Vai ser uma grande festa.

Não, ontem foi suficiente.

O concerto acabou e foste para casa.

O seu bebé é tão rabugento.

Aonde foste? Voltaste para cá?

Não, encontrei uns amigos.

-Bem, vou andando. -Está bem.

Obrigado por tudo e juro que pago depois do Ano Novo.

-É melhor. -Adoro-te.

E desejo-a.

Vida longa ao rock and roll!

Não me procures, vou-me embora

Que idiota! Apetece-me dar-lhe um murro.

Sabes como ele é. Esquece isso.

Um dia, o nome da minha banda será "Chupa, Cheti".

Ele é um idiota.

Espero que um dia cresças.

-Mudando de assunto... -Sim.

Podes achar uma pergunta descabida.

Achas que a Male está bem?

Como assim?

Não sei. Bem.

Sinto que ela tem a cabeça noutro lado.

Como se tivesse problemas.

Não sei, sinceramente.

-Ela disse alguma coisa sobre eu não ir? -Não.

Não, não disse nada.

Acho que está zangada.

Não sei. Está estranha.

Às vezes, acho que a conheço, mas...

...todos mudamos, certo?

É bom mudar.

SEGUNDO CONCERTO

-Mano, que se passa? -Que estás a fazer?

-Estou a tirar umas fotos. -Não, não podes.

Por favor. Aquele tipo conhece-me. Disse-me que podia vir.

-Passa. -Está bem, boa. Obrigada.

Obrigada!

Tens água?

Sim, aqui. Esta é a última.

-Obrigada. -Fica com ela.

-Tens água? -Não consigo abrir a torneira.

Que se passa com a água?

Acabei de dar a última garrafa. Lamento.

Isto acontece sempre! Fecham a água para vender mais bebidas.

Não sei o que dizer. Já lhes disse.

Está muito calor! Filhos da puta!

Não.

Não!

Foda-se!

Não!

Não!

Anda, Cheti!

-Dá-me um isqueiro. -Eu acendo.

Espera.

-Não, vamos acender um agora. -Mais tarde.

-Acenda, meu! -Anda, Tuca!

-Anda! -Rock and roll!

-Anda! -Anda, Villa Celina!

Idiotas. A acender tochas cá dentro!

Somos idiotas, mas não somos amargos como tu.

Olha para essa cara.

-Pelo menos, vai para ali. -Para onde? Não há espaço.

Vá lá, não a viste ontem? É assim tão difícil de perceber?

Porque te importas?

-Ela é tua namorada? -O quê?

-Filho da puta! -Acalmem-se!

Eu cuido da Male. Tem calma.

Ótimo. Então, fá-lo.

-Qual é o teu problema? -O meu problema?

Tanto trabalho social e não fazes nada aqui!

Acalma-te, idiota!

Faz-te homem! Vê-la a asfixiar e não fazes nada!

Armas-te em bom, mas não és.

-Idiota! -Parem!

São uns idiotas!

Para!

Nico, para!

-Que aconteceu? -Nada. Está tudo bem.

-Que é isto? -Não é nada.

Isso é uma nódoa negra?

Andaste à bulha, Nico?

Não acredito.

Um rapaz como tu, que sabe comunicar?

Que precisas de provar?

Não preciso... Esquece.

Estou bem. Já passou.

É assim que resolves os problemas agora?

Não sabes o que aconteceu.

Mas olha para ti.

Olha para isto.

Não sei o que aconteceu,

mas resolver problemas de forma tão estúpida...

Quem disse que era estúpida?

Quando falar não funciona, tens de lutar. Pronto.

-Lutar também é uma opção. -É?

Talvez.

Mas, quando lutas,

não ganha quem tem razão. Ganha o mais forte.

Ou aquele que quer lutar mais.

Anda cá.

Não vou para Mar del Plata.

Outra vez, Nico?

Não é por causa dos Callejeros. Tenho muito que fazer.

Tenho de resolver coisas com a banda.

Quero passar as festas aqui com os meus amigos.

Já és crescidinho. Sabes o que penso.

Faz o que quiseres.

Toma.

Deixa mais um bocado.

Anda cá.

Obrigado.

PARA LUKITA: Estou em casa - desculpa

A CHAMAR MALE

Eu cuido da Male. Tem calma.

Ótimo. Então, fá-lo.

Olá.

Olá.

Desculpa, perdi a noção do tempo.

-O Juanca? -Foi-se embora.

Tu não aparecias. Não atendias o telemóvel.

Não, passei por...

-Perdi a noção do tempo. Desculpa. -Senta-te.

Não queria deixar-vos pendurados.

Eu sei.

Não faz mal.

Não é isso.

Não aguento ver-te assim, Male.

-Falamos amanhã. -Não.

Não.

Não sei se estarás aqui amanhã.

É tudo tão estranho.

Eras uma rapariga feliz.

Estavas sempre a cantar.

E eu sei o que aconteceu. Eu sei.

Não me esqueci.

Não há como negar que passaste por uma tragédia.

Mas sabes que mais? Sobreviveste.

Tiveste sorte.

Não lhe chamaria sorte, mãe.

Como assim?

Claro que é sorte, Male.

É sorte. Estás viva.

Tens uma vida e não tens culpa de os outros...

...não terem.

Portanto, chega. Para de te sentires culpada.

Pare de te castigares a toda a hora, Male. Chega.

Não posso fazer nada, mãe.

Podes, sim.

Claro que podes. Como assim?

Fugir?

Ficar fechada a sofrer? Isso não vai ajudar.

Tens um mundo à tua volta.

E o mundo ainda tem muitas coisas boas para te oferecer.

Tenho saudades de ti, querida.

Quero-te de volta.

Eu estou aqui, mãe.

Não é isso que quero dizer.

Vou dar uma volta, está bem?

Meia-hora até o Sol nascer

Não aguenta esses golpes

Já não há nada nas gavetas

AO VIVO HOJE TUCA TOCA CLÁSSICOS DO ROCK'N'ROLL!

Desta paixão amarga

Ele levá-las-á no coração

Essas bandeiras para sempre

Enquanto sobe as escadas

A pensar num salto mortal

Não me digas o que devo fazer

Enquanto faço o que posso

Ele sorri

E não diz mais nada

Eu conheço esse lugar

Dos bares da Lua

Dessas noites Em que nenhuma boca me procura

E brindo ao que fui

Pelas raparigas em dezembro

O que fica para sempre

O que não guardei e dei

E nos braços de outra rapariga

Para esquecer as tristezas

E a dor

E não diz mais nada

Quanto tempo mais

Vamos ficar sentados no bar?

Nem um diabo, nem um santo

E na hora do horror

Ele sorri

E não diz mais nada

Sorri

E não diz mais nada

Então? Está tudo diferente?

Tu mudaste muito.

Que cavalheiro. Que aconteceu?

Aconteceu um escritório.

Camisa, sapatos.

Agora, acordo cedo todos os dias.

Sou um tipo de colarinho branco com um passatempo giro de fim de semana.

E o estúdio de gravação? Ainda está aberto?

Sim.

É um estúdio para bandas locais. É porreiro.

E a banda?

A Peixe Chinês?

Já não existe. Afogou-se.

A sério?

Que aconteceu?

Estás a falar a sério?

O quê?

O Nico desistiu da música quando foste para Rosário.

-Não sabia. Estás a falar a sério? -Não, miúda.

O Nico envolveu-se no grupo de sobreviventes.

Não quis fazer mais nada.

Porque achas que estou aqui?

Sozinho com o piano, triste...

Bem disseste.

És uma cabra.

-E tu? Tocas? -Não.

Porquê? És tão talentosa.

Não, depois daquela noite, não consegui cantar nem tocar nada.

Acabou.

Aquela noite arruinou-nos, não foi?

Sim.

Ainda bem que voltaste.

-Um brinde a isso. -Saúde.

Legendas: Nadine Gil

Supervisão Criativa Hernâni Azenha

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