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Original subtitles

BARBIE SUNDAY APRESENTAÇÃO CANCELADA

O que faremos agora?

Eu penso em algo.

PIZZA FRIA E UM CACHORRINHO QUENTE

- Qual é a graça? - O Russ não te contou?

Ele me falou do trabalho, mas nada de engraçado.

- Ele não te contou a do Pete? - Não. Quem é Pete?

Bem, tinha um cara chamado Pete, completamente deprimido.

Ele se sentia mal por não superar o que tinha feito.

- O que ele fez? - Dormiu com cinco pacientes.

Mas o Pete não era o pior homem no universo,

não importava o que fizesse para superar isso, ele não conseguia

porque a culpa de quebrar a ética profissional

era maior.

De vez um quando uma voz dentro dele

dizia: "Pete, não se preocupe.

Você não é primeiro médico que dorme com pacientes,

e não será o último.

Além do mais, você é solteiro.

Esquece isso".

Mas então, quando a culpa estava quase vencida,

outra voz trouxe ele à realidade.

Ela disse: "Oh, Pete,

cara,

você é veterinário".

Vi!

Vamos!

O que você está fazendo?

- Eu não entendi. - Não entendeu o quê?

O que é tão engraçado sobre o vegetariano? Eu não entendi.

- Você quis dizer "veterinário"? - É, isso. Eu não entendi.

Ele dormia com os pacientes.

O pacientes dele são gatos, cachorros, lhamas, coisa e tal.

Por que isso é tão engraçado? Nós já tivemos cachorros e gatos.

A gente dormia com eles. Eu acho isso tão fofo.

Não se preocupe, parceira,

tem muitas piadas no mundo que a gente pode contar.

Vamos nos preparar para a noite

e para umas merecidas férias.

- Eu sei uma boa piada, Violet. - Conta aí!

Droga.

- Que foi? - Acho que esqueci.

O negócio é o seguinte, Daisy: estarei aqui para dar uma força.

Dez, nove, oito,

sete,

seis,

cinco,

quatro,

três,

dois,

Um!

O que está acontecendo?

Bem...

Eu só estava pensando, você já é maior de idade,

podem te acusar como adulto pelos seus delitos

roubos, assassinatos... Deus sabe mais o quê.

Eu sei.

Comporte-se, isto vai te animar um pouco.

Eu sou a anfitriã da nossa festa.

"Querida Daisy,

Lamento não estar na sua festa de aniversário,

mas espero que você tenha um dia maravilhoso. Chet".

Que bom que você convidou ele.

Alô? Oh, ei Russ.

É o Russ desejando boas férias pra gente?

Porque se não for ele, é engano.

- Oh... - Desgraçado...

Eu não sei. Vou ver com a Violet.

- Vi? - Não. De jeito nenhum.

- A Violet disse que não. - A Violeta disse não, porra.

Eu achei que você disse que teríamos um tempo livre.

A Violet falou que você disse alguma coisa assim!

Oh, sim, não estou brincando. Você disse que faria isso também.

Aumentar o pagamento: disse que é trabalho fácil.

É tipo um texto, Russ! Você acha que somos estúpidas?

É! Você também!

- Dá pra acreditar? - Olha aqui, Daisy.

A Barbie Sunday tem uma nova linha de moda.

"Mostre o seu melhor lado no meu novo vestido da grife.

Mostre a sua seriedade nos negócios na danceteria ou sala de reuniões,

com a incrível versatilidade de uma top model

na minha linha de alta costura para super estrelas.

Quem é melhor que você, garota"?

Oh, cara!

- Quanto custa? - Uns 300 dólares.

- Como você sabe? - Eu sei porque...

Stacy Culpepper tem um

- e todo mundo fala disso. - Vamos comprar.

- Não podemos. - Por que não?

Porque gastamos o dinheiro no aluguel.

Não temos dinheiro para um vestido, e talvez depois...

O quê?

De novo, Vi?

Liga pro Russ de volta antes que ele mande a gente se foder.

- Vamos pegar. - Mas...

Ele disse que é moleza, certo?

- Sim. - E que pagaria mais, certo?

Sim.

O que estamos esperando?

Isto é uma merda!

Russ, ei, é a Daisy. Eu sei que a gente já se falou,

nós mudamos de ideia e aceitamos a sua oferta.

E a gente acha que pode dar muito certo.

Nesse dia realmente...

Soca, querida, soca...

Que nojo! Não era pra você gostar.

Não posso fazer nada, princesa.

Já ouviram falar desse cara?

Basicamente esse cara roubou alguma merda do Chet.

- O que ele roubou? - Um caminhão de perfume.

O caminhão tinha algo mais que perfume.

- Tipo o quê? - Um saco cheio de dinheiro.

O mais louco é que o cara ligou pra gente depois

e teve a coragem de tirar sarro depois de fazer o que ele fez.

- Coragem... - Ou algum tipo de desejo de morte.

Ele praticamente deu o endereço pra gente.

O nome e número dele estavam na cara,

o tempo todo que ficou zoando com a gente.

Culpepper mora a três quadras deste cara.

Está vigiando ele.

Disse que ele sai de manhã e volta à tarde.

Quando ele chegar em casa, vocês vão estar esperando.

E isso é tudo.

A nossa equipe vai se encarregar de deixar a porta aberta.

- Melhor mesmo... - Relaxa. A porta estará aberta.

E não precisam se preocupar com o barulho.

- Por que não? - O prédio está sempre vazio.

Transformaram ele em condomínios ou uma merda assim.

Tem certeza que esse cara trabalha sozinho, Russ?

Muita certeza. A dona disse que o cara é um solitário.

Precisa acontecer amanhã.

- Dão conta disso? - Claro que sim.

Tem os detalhes?

Estamos bem?

Sim, estamos.

Vamos, Daisy.

Vocês sabem que a Barbie Sunday tem um vestido novo?

- Sim, sabemos. - Só pra saber.

Daisy!

Sim?

Feliz aniversário!

Obrigada, Russ.

De olho na sua parceira, talvez você seja a próxima.

Vai se foder, Russ!

Como ela fez com a Rose.

Eu disse: Vai se foder, Russ!

Quem é Rose?

A minha ex parceira.

- Eu achei que era a única... - Sinto muito, Daisy.

O que houve com ela?

- Morreu. - Quem?

- Atiraram nela. - Como?

Do jeito normal:

alguém apontou uma arma e apertou o gatilho.

- Quem? - É complicado.

- Agora tudo faz sentido. - Por quê?

Algumas vezes você falava dormindo.

Eu?

É.

SONHANDO FLORES

- Vi? - Sim, cara.

Não vejo a hora da gente conseguir os vestidos.

Tudo vai mudar pra gente depois disso.

Oh, sim, e como!

- Devemos acorrentá-la? - Não. Já é o bastante.

SE TOCAR MORRE

- Beleza? - Beleza.

Esta é realmente a última vez.

Tudo bem? Ou qualquer outra coisa.

Não acredito que me mandou mais coisas.

Eu joguei as flores,

você não pode fazer isso.

Estou cheia de você.

Nunca mais vou falar com você e não quero ouvir a sua voz.

Eu quero que você me deixe em paz.

Por favor. Tudo bem? Isso não tem conserto.

Você não pode fazer nada.

Você não faz ideia.

Apenas me deixe em paz.

Nunca mais vou ouvir você.

Me acorda quando ouvir a fechadura da porta.

Mas e se...

Aqui certamente não é a casa de um renegado, Daisy.

Mantenha os olhos abertos e eu sonho com o vestido.

ELE

Oh, meu Deus, é este o cara?

- O que está acontecendo aqui? - Sei lá eu!

- Por que ele não nos desarmou. - Eu não sei.

- Devíamos acordá-lo ou só atirar? - Eu não sei, Daisy.

Ei, meninas!

Tem comida na cozinha, se estiverem com fome.

- Sabe por que estamos aqui? - Sei, estava esperando vocês.

Acho que deve ser um mal entendido.

Não estamos aqui para lavar a banheira,

organizar os seus guarda-roupas ou fazer você feliz.

Sério?

É.

Estamos aqui para matar você.

Então não tem mal entendido nenhum.

Se importa de eu conversar com a minha parceira?

Espera um pouco. Revista ele, Daisy.

Ele está limpo, Vi.

Vem comigo.

- Não está indo como eu pensei, Vi. - Eu sei.

Eu gostaria mais que fosse tipo um trabalho normal.

Está estranho.

Eu nunca tinha falado com alguém que eu ia matar.

Isto poderia ser um tipo de teste.

Tudo é um teste se você é uma mulher que se valoriza.

Droga, é mesmo.

E aqueles vestidos não vão se comprar sozinhos.

- Já sei! - O quê? - Sei o que fazer? - O quê?

Por que não vamos lá e atiramos nele sem pensar em nada?

Assim não teremos que pensar em nada

e não pensaremos nele, porque à essa distância não erraremos.

É um bom plano, Daisy. Muito bom!

- Acha mesmo? - Totalmente.

Legal.

- Não mire muito alto. - Por quê?

Podemos acertar o passarinho.

Oh, é, bem pensado.

Está pronta?

- Pronta. - Vamos lá então.

Quem quer um biscoito?

Mas cuidado, estão quentes.

Não, obrigada.

- Não gosta de biscoitos? - Gosto, mas...

Estou com um mal pressentimento agora.

- Não seja ridícula. - São de aveia?

Obrigada, senhor.

O que foi?

Espera aí, colocou alguma coisa nisto?

Por que está olhando pra gente desse jeito engraçado?

Não, não...

É só que vocês são as meninas que eu estava esperando.

Nós nunca imaginamos você.

A vida é assim, é interessante.

Tem um pouco de leite?

Eu odeio interromper, mas...

não acham que seria melhor recarregar?

Desculpa, mas qual é o lance?

Prefiro não discutir isso.

- Por que não? - É coisa minha, só por isso.

Qual é o...

Eu tinha certeza que mandariam profissionais.

Nós somos!

Então o que importa o que eu queira falar?

Se estivesse no nosso lugar, não ficaria curioso?

Tem uma loja na esquina, se precisam de mais munição.

- Nós temos munição! - Então que comece o show.

Estou esperando companhia.

- Que tipo de companhia? - Prefiro não dizer.

Só que provavelmente não vão querer estar aqui quando eles chegarem.

- "Eles". Eles quem? - É uma entrevista ou assassinato?

Tanto faz, homem. Tem mais biscoitos?

Talvez. Talvez não.

Que tal assim: Se atirar em mim, eu digo onde estão,

- e te dou a receita. - Como fará isso se está morto?

- Comece a atirar e vai ver! - Ha-ha-ha.

Desculpe, preciso confirmar com a minha colega.

- De novo? - É. De novo.

Não se preocupe, não vou me mover desta vez.

Estarei aqui quando voltar.

Temos que eliminar este cara, mas não quero fazer isso,

e não sei porque ele quer que a gente faça.

Tem alguma coisa errada. O que é isto, Daisy?

Um cara não sequestra do nada

um caminhão cheio de dinheiro e perfume,

pra depois ser morto. Tem outras maneiras.

Eu gostei da história desse cara, mas isso dificulta nosso trabalho.

Isto muda tudo.

Por isso não se dá nome aos porcos com que se faz as salsichas.

E por essa razão, não devíamos mais conversar com ele.

Vai ser difícil. Ele é interessante.

É mesmo. E os biscoitos? Oh, cara!

Já tinha comido algo assim na sua vida?

E se fôssemos ricas e não tivéssemos que matar ele,

podíamos pagar pra ele fazer biscoitos pra gente o tempo todo.

E se esses biscoitos forem a ponta do iceberg?

E se ele fizesse brownies?

A gente engordaria, mas valeria a pena.

De qualquer jeito, a gente se comprometeu a fazer?

Vamos correr lá e atirar.

- Você ainda tem munição? - Não.

- Você disse que tinha muita. - Só queria parecer profissional.

Não é como enfrentar cinco ou seis palhaços

invadindo o clube noturno do Chet.

Além do mais, eu queria economizar para os vestidos.

Eu nunca tinha tentado isto.

Você podia prender ele no seu bolso.

Eu não tentaria isso.

Onde é aquele lugar?

- Que lugar? - Onde se conseguem as balas.

Pensei que você tinha algumas.

Eu estava enganada.

Eu tenho uma faca boa...

Eu só queria ajudar.

Saindo pela porta principal, vá pela direita.

Depois desça três quadras, deste lado da rua.

Não tem como errar.

- Eu vou, Daisy. - Por que não eu?

Você parece que tem 12, e eu tenho RG.

Talvez alguém queira checar esta parte da cidade.

Fique de olho nele enquanto não estou, e lembra o que eu falei.

Tudo bem.

Precisam de alguma coisa?

Não. Estou bem.

Então, há quanto tempo são amigas?

Eu realmente não devia falar com você, então...

Espera! Tem uma mensagem telefônica.

Só vou dizer isso agora e depois me calo.

Você tem uma nova mensagem.

Esta é a última vez que te digo isto,

tudo bem? Ou qualquer outra coisa.

Eu não quero que você me mande mais nada.

Eu joguei as flores.

Você não pode fazer nada.

Estou cheia de você.

Nunca mas vou falar com você e não quero mais saber de você.

Eu quero que me deixe em paz...

A Vi e eu somos amigas há muito tempo.

Três anos talvez.

O quê?

Você perguntou desde quando somos amigas.

Oh, é.

Certo.

- Nos conhecemos no hospital. - Num hospital?

Sim.

Foi no hospital Doll em Lexington. Conhece?

Não.

Nós éramos médicas. Quer dizer, cirurgiãs.

A Violet sempre disse que devíamos ter sido cirurgiãs.

Quando ela trabalhava no hospital nunca teve pesadelos.

Enfim, ela é de longe a minha melhor amiga.

Às vezes eu me preocupo com ela.

Em muitas ocasiões eu gostaria de ser como ela.

E então...

O quê?

Eu não sei.

Você lembra a minha filha.

Era ela na secretária eletrônica?

Mas não é importante.

É, mas...

Não se distraia.

- O que significa aquilo ali? - O que?

Os números.

- Este? - Sim.

Oh, este é a nossa classificação.

Oficialmente sou o assassino número 9 e a Violet o número 8.

E como se sobe?

Matando a gente sobe.

Quem é o número 1?

Ninguém sabe.

Mas uma vez ele matou três ninjas...

Com uma lixa de unhas.

A ODISSEIA DE VIOLET

Quem é?

Há dois quarteirões tem uma loja que parece de ferragens.

Se estiver fechada, é só de aparência.

Espera, espera, eu preciso mijar.

O que mais?

Por que toda vez que tenho que ir no banheiro, você quer ir?

- Nem sempre. - Mas se preciso ir, eu vou.

Toda vez que tenho que mijar, é necessário também!

Não fica me olhando quando estou mijando, tudo bem?

- Eu não! - Eu vi você olhando pra baixo!

- Eu olho na sua cara. - Por que está me olhando todo?

Você me deixa preocupado. Não consegue mijar com educação.

A PORTA DA MORTE - Espero que se apressem.

Qual é o problema? Quem está vindo?

Não é importante.

Não estou pedindo que diga onde escondeu o dinheiro ou algo assim.

Estou esperando companhia porque eu fiz mais alguma coisa.

O que mais você fez?

Roubei alguém.

Alguém mais que não é o nosso chefe?

Sim.

Quem?

- Donnie Daffo. - Meu Deus!

Então realmente você quer ser assassinado.

Eu imagino que o seu pessoal vai me visitar como eu disse.

Mundo pequeno, porque a Vi e eu odiamos esses caras.

Há dois meses a Violet se encontrou com eles

e prenderam ela num contêiner de lixo.

Era como se alguém tivesse tirado a vida dela.

Só fizeram isso com ela?

Está falando de deixarem ela na lixeira?

Bem, sim, quer dizer, isso foi tudo que ela me disse.

O que mais poderia ter?

O Russ é um babaca.

Acha que é inteligente, mas não é.

Não tem nada pra dizer desta vez?

Talvez não tenha aprendido.

Eu gostaria que dissesse uma coisa pro seu chefe.

Nesta economia de merda deve ser duro

ter que mandar alguém como você

para fazer o trabalho de um homem.

Vai se foder! Até mais.

A LOJA DE FERRAGENS QUE VOCÊ ESTÁ PROCURANDO

É VIRANDO A ESQUINA

Estamos fechados. O que você quer?

- Não sei do que está falando. - É, sabe sim.

A porta preta na parte de trás.

Muito obrigada.

Como posso ajudar?

Vamos, vamos. Me dá isso.

Depressa, olha aquelas caixas ali.

Vamos, tudo bem.

"Mas, cara, você é vegetariano!"

Viu?

Dá um tapinha!

Um, dois, três, quatro, cinco. Bate o polegar.

Tudo bem, aplausos!

- Não, você primeiro! - Você é... Não...

Vai agora e...

Ei!

Olha quem temos aqui?

Temos a menina estúpida e idiota.

A sua cara entrega.

Você devia ter visto a sua cara.

Hoje de manhã tivemos que esfriar dois idiotas,

e demorou um pouco.

A sua estúpida namorada parece mais assustada

que aqueles dois viados.

Apesar de que as coisas estavam ficando feias para ele.

Parece que está com pressa.

Ou não, se quiser ser durona para ver o que acontece com você.

Vamos, faça o que eles estão dizendo, Daisy.

Posso perguntar uma coisa?

- Não, esquece. - Vamos.

Como se pede?

Por favor.

- Todos juntos! - Por favor.

Muito bem!

Mas não vou perguntar se não baixarem as armas.

- Por que nós faríamos isso? - Para não se cansarem?

- Você acha que somos estúpidos? - Claro que são.

Esse é o ponto.

É muito difícil para vocês segurá-las enquanto eu explico.

Se discutirmos não desperdiçamos o tempo de ninguém.

Você vai desperdiçar a grande sabedoria da mamãe?

Estou surpresa que os seus braços ainda não tenham caído

por segurar as armas.

Não estamos armados de quem vocês têm medo?

Assim está melhor.

- Bem, onde eu estava? - Queria perguntar alguma coisa.

Isso mesmo. Obrigado.

Tudo bem. Aqui vai.

A minha parceira pesa aproximadamente 45kg?

E vocês quatro pesam meia tonelada, certo?

Então precisaram de ajuda para enfiar ela no contêiner de lixo.

Agora...

Eu normalmente não costumo falar com gente como vocês.

Mas se por acaso

eu dissesse para as meninas, consigam o seu próprio show de TV

chamado "As aventuras das putas do Donnie".

Mas como eu disse,

não costumo falar com tipos como vocês.

Porque falar com tais tipos não faz sentido.

O que você quer dizer com "tipos como a gente"?

Que tipo de gente nós somos?

Tipos mortos.

O quê?

Eu encontrei algumas balas, mas acabaram de novo.

Não sei você, parceira, mas acho que estou ouvindo alguma coisa.

Tipo o quê?

A dança da hemorragia interna!

- E seria bom uma ajudinha. - Vai ter, parceira!

- Espera! Eu quero os gordos. - Todos são gordos, puta!

Diga, senhor...

Sabe onde mais eu posso conseguir balas?

A loja agora é uma cena de crime, longa história.

Pense nisso, tudo bem?

Está esperando mais alguém?

Tem certeza?

Poderia ser os reforços da equipe do Donnie.

Talvez eles batam na porta como nós fizemos.

Por que eles simplesmente não entram como os outros?

Não sei. Quem pode ser, porra? Estou sem balas de novo.

Eu abro.

O quê? Espera. E se for outros caras do Donnie?

Eu sei o que vão fazer.

Achei que queria que a gente te matasse?

Está com ciúmes?

- Um pouco. - Vão para a saída de incêndio.

Senão vão matar a gente se virem o que aconteceu aqui.

Vão!

- Você deve vir também! - Não, não devo.

Assim eu ganho um pouco de tempo. Vai.

Por favor.

Vai, vai, vai.

Tudo bem aí dentro? Pensei ter ouvido alguma coisa.

Está tudo bem... Dolores.

- Como você está? - Pensei ter ouvido algo.

Eu também, parece que vinha lá de cima.

Eu juraria que vinha daqui.

- Você tentou no vizinho? - Tem certeza que está tudo bem?

Tenho.

Eu preciso ir, Dolores.

Se cuida.

- Mas eu... - Dolores!

Dolores...

Se cuida.

- Tudo bem. - Pronto... vai!

115ª DP, oficial Minocha falando.

Tem alguma errada no apartamento ao lado.

Vamos ter que dar um jeito nele.

Eu sei.

- Acho que devemos fazer isso agora. - Por quê?

Porque ele está dormindo. Seria uma morte misericordiosa.

Pensei que não tínhamos mais balas.

Não temos. Mas posso ir a algum lugar e comprar algumas.

Não poderíamos fazer isso agora, mesmo se tivéssemos balas.

- Por que não? - Eu não sei.

Ele disse: ele quer ver chegar.

- Quando? - Quando você saiu.

- Ele disse mais alguma coisa? - Tipo o quê?

Por que você quis saber? É tão ruim?

- Um pouco. - Então?

Ele tem câncer terminal.

Está no meu pâncreas e se espalhando.

Eu vou morrer e não farei o tratamento.

Não tem ninguém que se preocupe com ele. O que pode ser pior?

Devemos considerar ir no funeral dele.

Só para ter alguém lá.

O quê?

O quê?!

Em último caso, o Donnie envia os sobreviventes da sua tropa

para terminar o trabalho.

Então se não fizermos, haverá mais alguém.

É como se ele já estivesse morto!

Na verdade, é melhor a gente fazer.

Porque diferente dos capangas do Donnie

nós não torturaremos ele por 8 ou 9 horas!

Ouviu alguma coisa?

O que houve com você? Está parecendo um lixo.

Que distintivo é esse?

- Este? - É.

- Fui nomeada xerife. - É sério, Vi. - Tudo bem!

Tive um pequeno incidente quando tentei comprar as balas.

- Quer falar sobre isso? - Está interessada?

Sempre.

Bem quando eu estava com elas,

três malfeitores assaltaram a loja.

No começo eu achei que estava fora dessa merda.

Então, ele me viu como ladrão também

e teve a grande ideia de me roubar também.

Eu decidi convencer ele e os comparsas das várias maneiras

de violentar as mães deles,

e enquanto eles imaginavam isso eu não sei onde arranjei coragem,

a polícia apareceu.

Foi porque a loja tinha um alarme silencioso?

Não.

Foi porque os policiais chegaram sozinhos por acaso?

Não mesmo.

A loja ficava a um cuspe do 115º DP.

No momento que despertei para esse detalhe,

eu pensei: há duas possibilidades:

Estes malfeitores são estúpidos ou loucos.

Enfim, os policiais pegaram todos eles

e depois um deles me perguntou se eu estava bem.

Então eu disse: "Oficial,

como você sabe que não sou um deles?

O que faz você pensar que uma garota não esteja com eles?

A próxima coisa que ouvi foi:

Bang, bang, bang!

O homem atrás do caixa se assustou e começou a atirar nos idiotas.

Ele tinha uma arma atrás do balcão e levou o ataque como pessoal.

Pra encurtar a história,

todos acabaram se acertando.

Exceto esta sua criada.

Foi assim que este distintivo chegou aqui.

Saiu voando de um dos policiais e aterrisou aqui. Palavra de honra.

De qualquer modo, eu disse a mim mesma que seria prudente

sair do local pela porta de trás.

Alguns dias você só quer pegar uma bala e dizer tchau.

E a propósito de lugares,

quer dizer, merda, aqui é a América, certo?

E como você está tão suja?

Eu escorreguei numa casca de banana no caminho de volta.

Vamos ver o que está acontecendo com os nossos vestidos.

Oi, como vão as meninas?

Oi.

Bem. Estamos outra vez sem balas.

E por que você não usa umas das armas desses caras?

Elas estão cheias.

Por que diabos não pensei nisso?

Estes caras têm de tudo, Daisy!

Até uma luvinha para a sua bolsa, a azul?

É como no Natal!

Peguei... idiota!

Escolhe uma, senhor.

Por que você não decide?

Tudo bem. Vamos ver...

Eu vou de 38, Daisy.

Certo, está pronto, senhor?

Claro.

Tudo bem. Você vai agora!

Você, ha-ha-ha.

O quê?

Você fará isso?

De novo?

Eu disse: "Você fará isso?"

Do que está falando?

Você não! Sério que vai fazer isso?

Eu tenho certeza.

Com essa pistola?

É.

- Como quiser. - Por que eu não devia fazer?

Não é profissional.

Como assim?

Perícia.

- Perícia? - É.

Perícia. Balística.

É uma boa oportunidade

para que esses babacas estraguem tudo se fizermos assim.

Até se poderia incriminar os homens do Donnie

se rastrearem a arma,

e o chefe trataria de escamotear o nosso pagamento.

E o que é pior, culparíam a gente por cada um dos corpos aqui.

O chefe repreenderia a gente por violência desnecessária.

Sem mencionar que a guerra entre gangues já teria começado.

E não podemos simplesmente substituir as balas

porque o calibre destas não bate com o nosso estilo de armas.

Então, como você diz, pode fazer do seu jeito, mas...

corremos o risco de ser pouco profissionais, e seria ruim...

para dois vestidos do caralho.

Bem pensado, Daisy. Os peritos ferrariam tudo.

Você também teria pensado nisso, Vi.

- É, pode ser. - Preciso fumar.

Vai fazer isso?

Quando começou?

Não sei.

Onde você conseguiu?

De um dos caras.

- Incomoda seu fumar aqui, senhor? - Sim.

- Sim, incomoda, ou tudo bem? - Sim, me incomoda.

Na verdade... Faça o que quiser.

De qualquer maneira já não importa mais.

Eu vou fumar na escada.

Violet, talvez seja melhor tirar nossas digitais destas pistolas.

Devolve elas para os rapazes.

Parece bom, Daisy.

Senta, quero te mostrar uma coisa.

Provavelmente seria milionária se não escutasse essa imbecil!

Não, oh!

Tome.

O que você vai me dizer agora?

Você tem um segredo.

Você ia me contar.

Posso te perguntar uma coisa?

Por que ela está tão brava com você?

- Ela é sua amiga, você disse. - Não estou falando da Violet!

- Ela me culpa de alguma coisa. - De quê?

- Pela morte da mãe dela. - Por que, você matou ela?

Não. Ela morreu, depois que me deixou.

- Por que ela te deixou? - Ela não me amava.

- E por que ela não te amava? - Eu não sei, Daisy.

Não acho que as pessoas tenham muito controle

sobre esse tipo de coisas.

Como marido eu não fui tão bom, na verdade.

Em todo caso, ela se apaixonou por alguém.

Por quem?

Por um colega de trabalho. Não sei qual.

Eu só vi ele uma vez.

De longe.

Eles morreram num acidente de carro.

Por que a sua filha acha que a culpa foi sua?

Bem, a minha filha não sabia nada do assunto.

Ela me culpou pela separação,

e consequentemente pelo acidente de carro.

Mas, alguma vez você contou toda a história pra ela?

- Não. - Por que não?

Porque eu queria que ela lembrasse da mãe como se lembra agora.

Isso é uma estupidez. Você é um estúpido.

- Obrigado. - Sua filha gosta da Barbie Sunday?

- O quê? - Sua filha gosta da Barbie Sunday?

Muito.

Pelo menos você fez alguma coisa direito.

Agora eu vou conseguir balas e continuar com isto.

Diga pra Violet.

FOTOSSÍNTESE

Você gostou da minha parceira, não é?

É, por que não? Ela é um doce de garota.

Gosta mais dela do que de mim?

Eu não conheço você tão bem.

Está tudo bem.

Eu também gosto mais dela do que de mim. Ela acha que

quero te manter vivo por alguma estranha razão. Crianças...

- Posso fazer uma pergunta, Violet? - Pode perguntar.

Sente falta do hospital?

Não muito.

E eu acho que sei para onde vai, senhor.

Contudo, este trabalho não mexe comigo,

apesar da sensação de urgência da ação

- O que acontece com os homens? - Que homens?

Os que você matou!

Aquilo foi mágico, porra.

Você viu?

É muito cedo para saber, mas para a minha carreira

esse pequeno milagre poderia ser a minha Mona Lisa.

Ou a minha Billie Jean.

- Na verdade... - Você tem família?

O quê?

Você tem família?

- Que tipo de pergunta. - Bem, você tem?

A Daisy é como a minha família.

Você não respondeu a pergunta.

Eu tenho um pai em algum lugar. Por que quer saber?

Quando foi a última vez que você falou com ele?

- É da sua conta? - Faz muito tempo, hein?

- Você tem medo de ser o próximo? - De atirarem em mim?

Estou falando do que vem depois disso.

Já pensei nisso.

E?

Não cheguei a conclusão nenhuma.

Eu não sou uma expert, mas tenho uma teoria.

É?

Eu imagino...

Eu imagino que o céu provavelmente é o lugar onde

ninguém liga pro seu tamanho ou pra sua aparência.

As pessoas provavelmente não têm corpos.

Tipo essência ou algo assim.

Mas se elas não têm corpos, com certeza estão todas peladas

porque é assim que chegamos a este mundo, certo?

E se você tem problemas nas costas,

joelhos tortos ou baixa autoestima,

essas merdas não incomodam nunca mais.

E tudo é grátis também.

Ou, pelo menos, não muito caro.

Não sei se tem animais, mas seria legal.

Ah, sim...

Quando você chega na entrada pela primeira vez,

provavelmente toquem aquela música do Louis Armstrong.

Alguma coisa bonita assim.

Essa ideia é de uma garota que eu conheci.

Ela morreu.

É uma longa história. Ela achava,

que todos estaríamos nus, essa era a ideia dela.

- Como ela morreu? - Eu não quero falar sobre isso!

Quer dizer, eu quero, mas...

quando tento eu não consigo.

Talvez algum dia.

Uau!

Se incline.

Querem comer alguma coisa?

Quer saber?

Uau!

O quê?

Eu acho que não tem buracos suficientes aqui

de quando eu e a Daisy chegamos.

Isso é importante?

Poderia ser.

De todo modo, sinto que minha parceira

não está fazendo a parte dela no acordo.

Eu nunca...

Na verdade...

eu nunca matei ninguém.

Eu venho usando balas de festim.

Eu só me asseguro de não dividir as balas com a Violet.

Como eu disse, ela é apaixonada e meticulosa no trabalho.

Eu poderia trazer uma pistola de água e não importaria.

Então me diga aonde você quer chegar.

Eu quero dizer que sou a única que faz o trabalho sujo,

parece que ela tem a arma carregada com festim.

E daí?

- E daí? - É, e daí?

Se ela não está matando pessoas,

não seria melhor que estivesse com você?

Não vê que os seus oponentes têm dois alvos ao invés de um,

mas se salvaram uma ou duas vezes?

Você não entende que está arriscando a sua vida?

E não acha que a sua amizade

pode ter mantido você a salvo,

- enquanto você vive a sua vida? - Mas tem um princípio.

Nós temos regras, e o que ela fez talvez

não seja aceitável, não importa como ela veja.

Num dia você atira com festim e no outro trabalha para a polícia.

E o que você vai fazer sobre isso?

Se a minha suspeita estiver certa, terei que matá-la.

Pensei que a Daisy fosse sua amiga.

Eu não gosto da ideia.

Você não disse que ela é como da família?

Ela é.

É também uma mulher de negócios se ela entender.

Eu sempre achei que ela morreria primeiro.

Por quê?

Porque assim as coisas funcionam melhor.

Você tem um secador de cabelo?

ROSA DE NOVO

SE TOCAR MORRE

Continue unidade 42.

Unidade 42, responda.

Sente falta dela?

- Daisy? - Ela se foi.

Quem?

A Rose.

- Ela estava viva? - Eu não sei.

Mas ela perguntou por você.

O que ela disse?

Ela disse: "Estou procurando pela sua parceira".

Essas foram as palavras dela.

- Isso foi tudo que ela disse? - Não.

Ela disse que as rosas murcharam e as violetas também.

Depois ela desapareceu, e isso é tudo.

Há quanto tempo você está aqui?

Ela é mais alta do que eu pensava.

Há quanto tempo você está aqui, Daisy?

Eu realmente não posso dizer.

O tempo não importa, então eu não sei.

Eu sempre perco os meus voos.

O que é isso?

Isso?

É dos caras.

A Rose voltou.

NOVE DIVIDIDO POR UM

Olá, número 9.

Oh, meu...!

É você?

Uau!

- Eu sempre imaginei você... - Sempre imaginou ser o quê?

Imaginário.

Ou um garoto.

Sabe o que eu fiz hoje?

Estive observando você e a sua parceira.

Ouviu alguma coisa?

A sua parceira está totalmente fora de si.

E nos meteu numa enrascada.

Não podemos permitir que isso aconteça.

Eu não posso deixar que isso aconteça.

Não vou deixar que isso aconteça.

Sabe quanta dor vai nos trazer a carnificina dela?

Bem, eu vou te dizer.

Dois dos idiotas que voaram, estavam comprometidos.

Sabe com quem iam se casar?

Com as enteadas dos Chefes de Polícia.

E você pode apostar que assim que tudo isto terminar,

vão ter que acertar contas com o chefe.

Senão uma guerra de gangues seria normal como um passeio dominical.

Havia um homem morto na escada.

Ele me viu!

Posso perguntar uma coisa, senhora?

Sempre trabalha sozinha?

Sim.

Se sente sozinha?

Você se importa?

Era só uma pergunta.

Então, voltemos aos negócios.

Porque vou chegar tarde nas minhas aulas de balé.

Termine o trabalho ou enfrente as consequências.

Fui clara?

Bem...

Tenho notícias pra você, número 1:

Dada a situação, entendo porque você está tão preocupada,

mas o que está feito, está feito.

E a minha parceria vem primeiro.

- O que isso significa? - Significa que:

Se tentar terminar ou interferir com o nosso trabalho,

você vai entrar num mundo de dor.

Eu sei do que você é capaz, mas também somos profissionais.

E agora sabemos que você virá.

Quer saber o que eu queria na sua idade?

Nem eu.

Eu gosto de você, garota.

Você está para perder a cabeça e sei que está com medo,

mas você ainda pode olhar nos olhos da morte sem piscar.

Isto é admirável, mas não vai salvar você.

Não vai salvar a sua parceira.

Não vai salvar o seu novo amigo.

Termine o trabalho ou enfrente as consequências.

Você tem uma hora.

Eu lamento pelas coisas que disse antes.

Que coisas?

Quando eu disse que você era estúpido, e tudo isso.

Está tudo bem.

Conseguiu encontrar mais balas?

Ei.

Quer ouvir uma coisa?

A sua filha não odeia você.

Como você sabe disso?

Eu sei.

Como pode saber?

Por acaso importa?

Não importa.

Eu sei que ela não odeia você.

Como?

Eu também sou uma filha.

Vi?

Ela saiu.

Pra onde?

Procurar mais balas.

Me escute com atenção, Daisy.

Quando ela voltar,

eu preciso que seja você que me mate.

Isto é muito importante.

Por que eu?

Porque você e eu somos amigos, certo?

- Eu acho que sim, mas... - Promete?

- Eu não posso. - Eu quero que você prometa.

- Mas eu não posso. - Tem que fazer isto por mim.

- Eu não posso! - Precisa fazer isto por mim!

- Não, eu não posso! - Não me contrarie, April!

- Mas eu sou a Daisy. - Ainda está me contrariando, garota!

Prometa-me.

Diga.

- Eu prometo. - Promete?

Eu prometi, não é?

Eu tenho uma coisa para te mostrar.

Eu tentei dar para a minha filha, mas ela jogou de volta em mim.

Acho que é do seu tamanho.

Experimente.

Eu espero lá fora.

IMORTALIDADE

Consegui as balas.

Você ficaria surpresa em quantos lugares...

O que está acontecendo aqui?

Como eu estou?

Muito bem. Onde conseguiu isso?

Ele deu pra mim.

Para quê?

Não sei, Vi.

Podemos falar um momento?

Você ficou maluca?

- Qual é o seu problema? - Você é o meu problema!

Eu vou deixar você usar ele se o problema for esse.

Não se trata da porra de um vestido!

- Claro que não. - Exatamente!

Não escolha por mim, Violet! Nós não conhecemos ninguém

e nunca nos envolvemos com pessoas, nem nada disso!

Nunca estive numa festa de formatura! Você sim, mas eu não!

- Fique feliz não ter ido! - Por quê?

- Porque iam rir de você! - Como você sabe?

Porque é o que fazem se você é diferente.

Mas nem todos são assim, Vi. E daí se derem risada?

- E daí? - Não diga isso porque você nunca passou

por nada como eu.

E espero nunca passar, porque você está sempre com medo.

- Eu não tenho medo! - Tem sim, Violet.

Você nunca confiou em ninguém.

Nunca.

Eu confiava em você!

O quê?

Eu disse que confiava em você!

Quando você deixou de confiar?

No momento que vi você nesse maldito vestido!

Então está tudo bem.

Por quê?

Porque agora você não tem absolutamente nada.

- Então, o que está tentando dizer? - Eu já disse.

Diga de novo, se tiver coragem.

- Você me ouviu! - Eu vou acabar com você!

Para, sua cadela! Está destruindo o meu vestido novo!

A minha proprietária estava andando na rua.

Eu só estava...

brincando com ela.

Nunca tinha atirado antes.

- Como se sentiu? - E agora, quer sapatos novos?

- Cala a boca! - Não, cala a boca você!

Você me obriga a fazer!

- É assim que você chama? - Violet!

O quê?

Estava me esquecendo, também tenho uma coisa pra você.

Sério?

- Por que está me dando isto? - Tem uma visão única de mundo,

agora você pode compartilhar ela com os outros,

de um modo novo.

Muito obrigada, senhor.

Preciso da polícia.

Sim, este é o meu endereço.

O que você está fazendo?

Ele escreveu uma carta.

Para quem?

"Para quem?"

Para quem?

A filha dele.

Eu faço.

O quê?

Eu escrevo pra você.

Muito bem.

Obrigado.

Então, onde eu estava?

"Querida April..."

Só isso?

Até agora é.

"Querida abril...

Não sei se algum dia você vai ler isto,

mas espero que sim.

Em todo caso...

É hora finalmente de conversarmos.

Por favor, se cuide.

Vou transferir dinheiro para a sua conta.

Por favor, use para continuar os estudos.

A sua mãe ia gostar.

Não se preocupe com os mortos na banheira.

Não é o que parece.

É uma história muito longa.

Às vezes,

por nenhuma razão em particular,

eu penso em você

e sorrio.

Normalmente é sobre aquele dia

quando fomos no shopping

no seu aniversário.

A sua mãe estava gripada

e disse para irmos sem ela.

E eu lembro, que você caminhando

e se perdeu,

e duas horas depois

finalmente nos encontramos.

Nos abraçamos

e você não queria me soltar.

Fomos tomar sorvete

e conversamos até chegar em casa.

Acho que foi o dia mais feliz que eu já tive.

Eu sei que provavelmente não era o melhor pai do mundo,

mas eu tentei fazer o melhor que pude.

De todo modo,

eu te dei tudo o que pude.

Com amor, seu pai".

Ah, "PS:

Esta letra não é minha,

porque uma amiga minha

escreveu por mim".

Se você deixar a carta no apartamento

quando sair, com certeza ela receberá.

Que bom que vocês vieram.

Do contrário eu não teria escrito isso.

Daisy...

Temos que ir agora, Daisy.

Ele nunca nos disse o nome dele, Vi.

Vamos.

Levaram a minha bicicleta.

Eu sei.

OS VESTIDOS DA BARBIE SUNDAY CHEGARAM!

- Bem, conseguimos. - É.

- Ficou ótimo em você. - É, em você também.

Eu sei que não falamos daquelas coisas desde então.

Está tudo legal?

Sim. Claro.

Ótimo.

Está com fome?

Na verdade não. Vou dar uma volta.

É, que se dane a comida.

Eu gostaria de um cochilo pra ser sincera.

Quer que eu leve o seu vestido pra casa?

Não?

Tomara que não seja o Russ.

É o meu pai.

Sério?

Eu queria pedir uma pizza, mas marquei o número dele no lugar.

É uma longa história.

Espera um pouco, Phil.

A gente se vê, Daisy!

Oi, pai.

MAIS UMA COISA

April?

Você é a April?

Oi.

Oi.

Eu era amiga dos seus pais.

Eu só queria te dizer que...

eu era amiga dele...

Que ele falava muito de você.

Também queria te dar uma coisa.

O que é isto?

O novo vestido da Barbie Sunday.

- Sério? - Sim.

Acho que vai ficar bem em você.

Tem mais uma coisa aí.

Obrigada.

De nada.

O seu pai era um cara bom, April.

Ele contou como se perdeu em um shopping

e depois tomaram sorvete.

Bem,

a gente se vê.

Tradução wallop Revisão by DanDee

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