All language subtitles for Peter Gunn 03x18 Death is a Sore Loser

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Original subtitles

* Tradu��o: RobOpen *

Ei, Manasha, quanto tempo voc� demora com o lixo?

Voc� vai ficar fora a noite toda.

N�o me tente.

Aah!

O que h�?

Entre!

Ei, voc�.

Voc� est� feliz aqui na chuva?

Pete, podemos pular as piadas esta noite?

Estamos um pouco tristes.

Estamos tristes.

Algo que eu possa fazer?

- Depende. - Do qu�?

Do que voc� pensa sobre Lee Davis.

Sargento Davis?

Eu gosto bastante dele.

Somos dois.

S� dois.

N�o entendi muito bem.

Se isso sair devagar, � porque d�i.

Acabei de dispensar Davis do cargo.

Coloquei-o em suspens�o.

Ele est� enfrentando um julgamento administrativo,

talvez at� uma a��o criminal.

Qual � a acusa��o?

A pior do livro.

Homic�dio.

N�o justific�vel.

Continue.

Davis � acusado de atirar at� a morte em um andarilho, sem teto.

Um sem teto, desarmado.

Tenente?

Tenho tr�s testemunhas que viram Davis entrar naquele quarto.

Eles ouviram tiros.

Poucos segundos depois, eles viram Davis de p� sobre o homem morto,

arma na m�o.

Isso � duro.

Fica mais duro.

Tenho outra testemunha que jura

que viu o tiroteio pela janela, do outro lado da rua.

E o argumento decisivo.

O laborat�rio da pol�cia fez uma correspond�ncia.

Balas que mataram o homem.

Vieram da arma do Davis.

Mas voc� ainda n�o acredita em uma palavra disso?

Nem por um minuto. N�o o Davis.

Melhor policial que j� tive.

Ele est� em uma caixa?

Ele n�o � o �nico.

Como superior do Davis. tenho que ficar em cima do muro.

Ficar bem no meio.

N�o posso ser �til para ele.

Alguma coisa no livro diz que eu n�o posso tentar?

Obrigado por n�o me fazer pedir.

� o endere�o do Davis.

Posso perguntar agora?

A grande pergunta.

Como Davis diz que aconteceu?

� melhor voc� ouvir isso dele.

Que �libi pat�tico.

Eu n�o poderia seguir daqui.

Bem, eu vou... Eu retorno.

- Pete... - Ahn? - Obrigado.

Claro.

Voc� curtiu isso?

Chopin?

� uma �tima maneira de viajar.

N�o se meta nisso, Pete.

Dispense-me. Sou dispens�vel.

Sim.

O tenente Jacoby n�o parece ver dessa forma.

Grande homem, o tenente.

Voc�, uh...

Voc� est� enrolando, Lee?

Claro.

Porque eu continuo lembrando quantas vezes eu disse isso.

E aquele olhar nos rostos deles.

Voc� vai ficar com aquele olhar, Pete?

Experimente.

Cerca de tr�s meses atr�s,

eu peguei um bandido que o departamento estava procurando.

Um vagabundo barato chamado Artie Coyle.

Assaltante.

Ele havia assaltado uma mulher no parque.

A mulher morreu.

Identifiquei o Coyle, e ele pegou 10 a 20 anos.

Lembro-me de ter lido sobre isso.

Tr�s noites atr�s, recebi um telefonema.

Na delegacia, um homem, informante.

Disse que o irm�o de Artie, Julio,

estava atr�s de mim com uma arma.

Se eu fosse a um quarto na rua Fremont, ele me diria onde encontrar o Julio.

Voc� foi at� o quarto?

Fui, entrei e fui atingido por tr�s.

Voc� j� teve essa sensa��o, Pete?

Voc� n�o est� completamente fora,

Voc� sabe o que est� acontecendo,

mas voc� n�o pode fazer nada.

Eu sei.

Eu podia ver aquele sem teto me olhando com olhos arregalados.

E ent�o um homem atr�s de mim agarrou minha arma,

disparou dois tiros nele,

largou a arma e correu pela escada de inc�ndio.

Voc� pegou a arma para atirar?

E foi assim que o zelador me encontrou.

Embrulhado com uma fita vermelha.

Engra�ado.

� um quadro t�o bom que sinto que devo aplaudir.

Bem, pelo menos h� um lugar para come�ar.

Julio Coyle?

O tenente tem uma rede para ele.

Ele ainda n�o apareceu.

Sim.

Tenho algumas maneiras de ir, n�o acess�veis ao tenente.

Tenente? � o Pete.

Veja, aquela testemunha.

A mulher do outro lado da rua na janela.

Quem � ela e onde posso encontr�-la?

O nome � Donna Carroll.

Trabalha como dan�arina no teatro Star em Fremont.

� uma casa de burlesco?

Desde quando ela tem que trabalhar com Shakespeare para ser testemunha?

Certo, voc� provou seu ponto.

Perd�o?

Voc� � grande e bonito.

Voc� tem boas maneiras, mas isso n�o muda nada.

Srta. Carroll.

A pol�cia tem minha declara��o, � bem clara.

Eu vi aquele policial matar o velho.

E eu vou dizer de novo na audi�ncia.

Voc� � bonitinho, mas...

Tenho um p�blico ofegante e um n�mero para fazer.

Bem, voc� n�o se importa se eu esperar.

Eu gostaria de discutir isso mais a fundo.

Nosso gerente de palco costumava ser um lutador.

Preciso ligar para ele?

N�o, voc� est� indo bem sem ele.

Obrigado pela hospitalidade.

Eddie, Eddie.

- Eddie. - Est� tudo certo, querida.

Est� tudo certo, voc� agiu bem.

Bem?

N�o aguento mais isso.

� perigoso, Eddie.

N�o devia ter come�ado.

Eles v�o pagar, querida.

Todos eles.

Eles v�o pagar.

Por que n�o vamos embora?

Podemos ir para New York, para o litoral, qualquer coisa.

Mas por que n�o sa�mos daqui?

Achei que voc� tivesse entendido, Donna.

N�o antes de tudo acabar.

E resolver-se.

Eles precisam saber quanto tempo durou.

Eles me machucaram.

Eles t�m que pagar.

Eles t�m que pagar.

Eles t�m que pagar.

Tem certeza de que n�o est� no endere�o errado, senhor?

N�o se seu nome for Kalugian.

Kalugian.

Tem certeza de que n�o podia esperar?

O �ltimo show est� come�ando.

Sim, bem, talvez voc� possa perder algumas cenas.

Ent�o, quantas vezes um homem pode assistir ao mesmo enredo?

O terno � muito caro para um policial.

Voc� est� perto.

Sobre o boato, o homem que foi morto a tiros.

Ah, foi bem al�.

Nada para ver, no entanto.

Os policiais estiveram al� como se estivessem garimpando ouro.

- Sr. Kalugian. - Kalugian.

Sobre o homem morto?

O homem morto.

Por favor, sente-se.

Minhas costas doem.

Por favor.

Veja, veja.

Cem vezes eu disse aos policiais.

Ele era um andarilho.

Ningu�m al�m de um b�bado.

N�o tente inventar nada.

Estou limpo.

Ele assinou o registro.

Os policiais levaram com eles.

John Smith.

O que essa bebida barata faz com a imagina��o.

Voc� devia t�-lo visto.

O dinheiro e a nota em uma m�o.

Uma garrafa na outra.

N�o sentindo dor.

Nota? Que nota?

Tinha um endere�o.

Acho que ele n�o confiava na mem�ria.

O que aconteceu com a nota?

Quem se lembra dessas coisas?

Voc� acha que conseguiria se for�asse?

Vamos ver agora.

Ele entrou.

Ele me mostrou a nota e o dinheiro.

Ele ficou com a nota.

N�o, n�o, n�o.

Eu peguei.

Eu peguei, e joguei no lixo.

Espere.

O que eu disse?

Um Sherlock Holmes.

Algum argumento?

N�o d� para lutar contra isso. A caligrafia � diferente.

Quem est� montando a arma��o, pega um sem teto,

leva para um certo endere�o em um quarto espec�fico.

Liga para o Sargento Davis,

promete informa��es que ele pode usar.

Ent�o ele sai pela escada de inc�ndio.

Espera Davis entrar.

O resto � como Davis contou.

- Pode ser. - Tem que ser.

Espere um minuto.

Digamos que � verdade.

Certo.

Tenente, posso limpar o escrit�rio?

Claro.

Digamos que seja assim.

Poder�amos passar tanto tempo...

Jacoby.

� para voc�.

Al�.

Que bom, Corky. Onde?

Rua Courtney, 410, apto 5.

Obrigado, Corky.

Voc� pode n�o ter que esperar tanto quanto pensou.

O qu�?

Vamos pegar Julio Coyle.

Julio Coyle?

J� era.

Parece que sempre tem algu�m um passo � nossa frente.

Tenho pensado em outra coisa.

Espero que o Sargento Davis tenha um bom �libi para isso.

Bem, � mais ou menos isso.

Parece que � ladeira abaixo o tempo todo.

Todo mundo est� tentando, Lee.

�, eu sei.

O tenente provavelmente est� lutando pela vida com o capit�o agora.

Diga a ele que eu agrade�o, de qualquer maneira.

Sess�o dif�cil?

Assassinato. Apenas assassinato.

O capit�o e eu fizemos de tudo, menos trocar socos.

Ele subiu no telhado. N�o pude culp�-lo.

Pior, eu n�o podia ignorar o que ele estava vendendo.

O que ele estava vendendo?

O �bvio. Davis alega que foi incriminado, certo?

Provavelmente por Julio Coyle.

Mas ent�o Julio Coyle � morto.

A conclus�o � �bvia.

Davis � incriminado, quer vingan�a e mata Julio.

Tenente, se voc� compra isso,

voc� est� admitindo que a morte do sem teto foi uma arma��o.

Eu sei, eu sei.

Mas fica ainda mais louco.

Aquela testemunha, Donna Carroll,

ela jura que n�o houve arma��o.

Ela jura que viu Davis matar o sem teto.

Acho que seria um caso de qual jornal voc� l�.

N�o me diga que voc� ainda tem outro caminho a seguir.

Talvez.

Recebemos aquele telefonema aqui,

nos dizendo onde pegar Julio.

Fomos pegar Julio, ele estava morto.

Quem mais saberia onde encontr�-lo?

Para onde est� olhando?

Aquele zelador.

Ele ouviu a conversa que tive com Corky.

Ah, vamos, Pete, voc� est� for�ando.

Veja, ele disse que veio aqui para limpar.

Ele n�o fez um bom trabalho.

Davis, o que Eddie Wiley tem contra voc�?

Wiley? O garoto da Inglaterra?

Nada, ele n�o poderia ter.

Tudo o que eu sempre tentei fazer foi ajud�-lo.

Ambas as vezes.

Do que voc� est� falando?

Ele � um bom garoto, o Wiley.

Quer ser policial, quer muito.

Fez o teste da academia duas vezes.

Falhou nas duas vezes.

A pior parte � que, sabe,

eu ensino artilharia l�.

E fui eu que tive que reprov�-lo.

Ambas as vezes.

Vamos,

Wiley?

Al�, Tenente.

Para o escrit�rio.

Alguma coisa errada?

Falaremos sobre o Sargento Davis.

N�o sei do que voc� est� falando.

O sem teto que morreu.

N�o conhe�o nenhum sem teto.

Julio Coyle.

N�o o conhe�o, n�o o conhe�o, n�o o conhe�o!

Tubo de servi�o.

Eddie!

Saia da�.

N�o, espere!

Eddie!

Eddie!

Aqui est� uma escada, saia da�.

Eddie, n�o seja idiota, saia.

Vamos, Eddie.

N�o tem mais para onde ir.

Como voc� descobriu?

Donna?

Ela lhe contou?

Deve ser isso.

Donna, ela lhe contou, n�o?

Eddie, suba.

N�o vamos machucar voc�, Eddie.

Suba.

N�o.

N�o.

L� fora fede.

Fede.

Eles nunca desistem.

Eles lhe d�o um esfreg�o e um balde

e um t�tulo: homem da manuten��o.

Ainda significa zelador.

E ningu�m olha para voc�.

Voc� � um homem nulo.

S� uma coisa na ponta do esfreg�o.

Quero que algu�m olhe para mim.

S� uma vez.

Ser visto.

Teria sido, se n�o fosse pelo Davis.

Ele estava contra mim, tamb�m.

Dureza.

Homem vivendo em frustra��o e �dio.

Como se vivesse em uma cela.

* Tradu��o: RobOpen *

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