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* Tradu��o: RobOpen *
Ei, Manasha, quanto tempo voc� demora com o lixo?
Voc� vai ficar fora a noite toda.
N�o me tente.
Aah!
O que h�?
Entre!
Ei, voc�.
Voc� est� feliz aqui na chuva?
Pete, podemos pular as piadas esta noite?
Estamos um pouco tristes.
Estamos tristes.
Algo que eu possa fazer?
- Depende. - Do qu�?
Do que voc� pensa sobre Lee Davis.
Sargento Davis?
Eu gosto bastante dele.
Somos dois.
S� dois.
N�o entendi muito bem.
Se isso sair devagar, � porque d�i.
Acabei de dispensar Davis do cargo.
Coloquei-o em suspens�o.
Ele est� enfrentando um julgamento administrativo,
talvez at� uma a��o criminal.
Qual � a acusa��o?
A pior do livro.
Homic�dio.
N�o justific�vel.
Continue.
Davis � acusado de atirar at� a morte em um andarilho, sem teto.
Um sem teto, desarmado.
Tenente?
Tenho tr�s testemunhas que viram Davis entrar naquele quarto.
Eles ouviram tiros.
Poucos segundos depois, eles viram Davis de p� sobre o homem morto,
arma na m�o.
Isso � duro.
Fica mais duro.
Tenho outra testemunha que jura
que viu o tiroteio pela janela, do outro lado da rua.
E o argumento decisivo.
O laborat�rio da pol�cia fez uma correspond�ncia.
Balas que mataram o homem.
Vieram da arma do Davis.
Mas voc� ainda n�o acredita em uma palavra disso?
Nem por um minuto. N�o o Davis.
Melhor policial que j� tive.
Ele est� em uma caixa?
Ele n�o � o �nico.
Como superior do Davis. tenho que ficar em cima do muro.
Ficar bem no meio.
N�o posso ser �til para ele.
Alguma coisa no livro diz que eu n�o posso tentar?
Obrigado por n�o me fazer pedir.
� o endere�o do Davis.
Posso perguntar agora?
A grande pergunta.
Como Davis diz que aconteceu?
� melhor voc� ouvir isso dele.
Que �libi pat�tico.
Eu n�o poderia seguir daqui.
Bem, eu vou... Eu retorno.
- Pete... - Ahn? - Obrigado.
Claro.
Voc� curtiu isso?
Chopin?
� uma �tima maneira de viajar.
N�o se meta nisso, Pete.
Dispense-me. Sou dispens�vel.
Sim.
O tenente Jacoby n�o parece ver dessa forma.
Grande homem, o tenente.
Voc�, uh...
Voc� est� enrolando, Lee?
Claro.
Porque eu continuo lembrando quantas vezes eu disse isso.
E aquele olhar nos rostos deles.
Voc� vai ficar com aquele olhar, Pete?
Experimente.
Cerca de tr�s meses atr�s,
eu peguei um bandido que o departamento estava procurando.
Um vagabundo barato chamado Artie Coyle.
Assaltante.
Ele havia assaltado uma mulher no parque.
A mulher morreu.
Identifiquei o Coyle, e ele pegou 10 a 20 anos.
Lembro-me de ter lido sobre isso.
Tr�s noites atr�s, recebi um telefonema.
Na delegacia, um homem, informante.
Disse que o irm�o de Artie, Julio,
estava atr�s de mim com uma arma.
Se eu fosse a um quarto na rua Fremont, ele me diria onde encontrar o Julio.
Voc� foi at� o quarto?
Fui, entrei e fui atingido por tr�s.
Voc� j� teve essa sensa��o, Pete?
Voc� n�o est� completamente fora,
Voc� sabe o que est� acontecendo,
mas voc� n�o pode fazer nada.
Eu sei.
Eu podia ver aquele sem teto me olhando com olhos arregalados.
E ent�o um homem atr�s de mim agarrou minha arma,
disparou dois tiros nele,
largou a arma e correu pela escada de inc�ndio.
Voc� pegou a arma para atirar?
E foi assim que o zelador me encontrou.
Embrulhado com uma fita vermelha.
Engra�ado.
� um quadro t�o bom que sinto que devo aplaudir.
Bem, pelo menos h� um lugar para come�ar.
Julio Coyle?
O tenente tem uma rede para ele.
Ele ainda n�o apareceu.
Sim.
Tenho algumas maneiras de ir, n�o acess�veis ao tenente.
Tenente? � o Pete.
Veja, aquela testemunha.
A mulher do outro lado da rua na janela.
Quem � ela e onde posso encontr�-la?
O nome � Donna Carroll.
Trabalha como dan�arina no teatro Star em Fremont.
� uma casa de burlesco?
Desde quando ela tem que trabalhar com Shakespeare para ser testemunha?
Certo, voc� provou seu ponto.
Perd�o?
Voc� � grande e bonito.
Voc� tem boas maneiras, mas isso n�o muda nada.
Srta. Carroll.
A pol�cia tem minha declara��o, � bem clara.
Eu vi aquele policial matar o velho.
E eu vou dizer de novo na audi�ncia.
Voc� � bonitinho, mas...
Tenho um p�blico ofegante e um n�mero para fazer.
Bem, voc� n�o se importa se eu esperar.
Eu gostaria de discutir isso mais a fundo.
Nosso gerente de palco costumava ser um lutador.
Preciso ligar para ele?
N�o, voc� est� indo bem sem ele.
Obrigado pela hospitalidade.
Eddie, Eddie.
- Eddie. - Est� tudo certo, querida.
Est� tudo certo, voc� agiu bem.
Bem?
N�o aguento mais isso.
� perigoso, Eddie.
N�o devia ter come�ado.
Eles v�o pagar, querida.
Todos eles.
Eles v�o pagar.
Por que n�o vamos embora?
Podemos ir para New York, para o litoral, qualquer coisa.
Mas por que n�o sa�mos daqui?
Achei que voc� tivesse entendido, Donna.
N�o antes de tudo acabar.
E resolver-se.
Eles precisam saber quanto tempo durou.
Eles me machucaram.
Eles t�m que pagar.
Eles t�m que pagar.
Eles t�m que pagar.
Tem certeza de que n�o est� no endere�o errado, senhor?
N�o se seu nome for Kalugian.
Kalugian.
Tem certeza de que n�o podia esperar?
O �ltimo show est� come�ando.
Sim, bem, talvez voc� possa perder algumas cenas.
Ent�o, quantas vezes um homem pode assistir ao mesmo enredo?
O terno � muito caro para um policial.
Voc� est� perto.
Sobre o boato, o homem que foi morto a tiros.
Ah, foi bem al�.
Nada para ver, no entanto.
Os policiais estiveram al� como se estivessem garimpando ouro.
- Sr. Kalugian. - Kalugian.
Sobre o homem morto?
O homem morto.
Por favor, sente-se.
Minhas costas doem.
Por favor.
Veja, veja.
Cem vezes eu disse aos policiais.
Ele era um andarilho.
Ningu�m al�m de um b�bado.
N�o tente inventar nada.
Estou limpo.
Ele assinou o registro.
Os policiais levaram com eles.
John Smith.
O que essa bebida barata faz com a imagina��o.
Voc� devia t�-lo visto.
O dinheiro e a nota em uma m�o.
Uma garrafa na outra.
N�o sentindo dor.
Nota? Que nota?
Tinha um endere�o.
Acho que ele n�o confiava na mem�ria.
O que aconteceu com a nota?
Quem se lembra dessas coisas?
Voc� acha que conseguiria se for�asse?
Vamos ver agora.
Ele entrou.
Ele me mostrou a nota e o dinheiro.
Ele ficou com a nota.
N�o, n�o, n�o.
Eu peguei.
Eu peguei, e joguei no lixo.
Espere.
O que eu disse?
Um Sherlock Holmes.
Algum argumento?
N�o d� para lutar contra isso. A caligrafia � diferente.
Quem est� montando a arma��o, pega um sem teto,
leva para um certo endere�o em um quarto espec�fico.
Liga para o Sargento Davis,
promete informa��es que ele pode usar.
Ent�o ele sai pela escada de inc�ndio.
Espera Davis entrar.
O resto � como Davis contou.
- Pode ser. - Tem que ser.
Espere um minuto.
Digamos que � verdade.
Certo.
Tenente, posso limpar o escrit�rio?
Claro.
Digamos que seja assim.
Poder�amos passar tanto tempo...
Jacoby.
� para voc�.
Al�.
Que bom, Corky. Onde?
Rua Courtney, 410, apto 5.
Obrigado, Corky.
Voc� pode n�o ter que esperar tanto quanto pensou.
O qu�?
Vamos pegar Julio Coyle.
Julio Coyle?
J� era.
Parece que sempre tem algu�m um passo � nossa frente.
Tenho pensado em outra coisa.
Espero que o Sargento Davis tenha um bom �libi para isso.
Bem, � mais ou menos isso.
Parece que � ladeira abaixo o tempo todo.
Todo mundo est� tentando, Lee.
�, eu sei.
O tenente provavelmente est� lutando pela vida com o capit�o agora.
Diga a ele que eu agrade�o, de qualquer maneira.
Sess�o dif�cil?
Assassinato. Apenas assassinato.
O capit�o e eu fizemos de tudo, menos trocar socos.
Ele subiu no telhado. N�o pude culp�-lo.
Pior, eu n�o podia ignorar o que ele estava vendendo.
O que ele estava vendendo?
O �bvio. Davis alega que foi incriminado, certo?
Provavelmente por Julio Coyle.
Mas ent�o Julio Coyle � morto.
A conclus�o � �bvia.
Davis � incriminado, quer vingan�a e mata Julio.
Tenente, se voc� compra isso,
voc� est� admitindo que a morte do sem teto foi uma arma��o.
Eu sei, eu sei.
Mas fica ainda mais louco.
Aquela testemunha, Donna Carroll,
ela jura que n�o houve arma��o.
Ela jura que viu Davis matar o sem teto.
Acho que seria um caso de qual jornal voc� l�.
N�o me diga que voc� ainda tem outro caminho a seguir.
Talvez.
Recebemos aquele telefonema aqui,
nos dizendo onde pegar Julio.
Fomos pegar Julio, ele estava morto.
Quem mais saberia onde encontr�-lo?
Para onde est� olhando?
Aquele zelador.
Ele ouviu a conversa que tive com Corky.
Ah, vamos, Pete, voc� est� for�ando.
Veja, ele disse que veio aqui para limpar.
Ele n�o fez um bom trabalho.
Davis, o que Eddie Wiley tem contra voc�?
Wiley? O garoto da Inglaterra?
Nada, ele n�o poderia ter.
Tudo o que eu sempre tentei fazer foi ajud�-lo.
Ambas as vezes.
Do que voc� est� falando?
Ele � um bom garoto, o Wiley.
Quer ser policial, quer muito.
Fez o teste da academia duas vezes.
Falhou nas duas vezes.
A pior parte � que, sabe,
eu ensino artilharia l�.
E fui eu que tive que reprov�-lo.
Ambas as vezes.
Vamos,
Wiley?
Al�, Tenente.
Para o escrit�rio.
Alguma coisa errada?
Falaremos sobre o Sargento Davis.
N�o sei do que voc� est� falando.
O sem teto que morreu.
N�o conhe�o nenhum sem teto.
Julio Coyle.
N�o o conhe�o, n�o o conhe�o, n�o o conhe�o!
Tubo de servi�o.
Eddie!
Saia da�.
N�o, espere!
Eddie!
Eddie!
Aqui est� uma escada, saia da�.
Eddie, n�o seja idiota, saia.
Vamos, Eddie.
N�o tem mais para onde ir.
Como voc� descobriu?
Donna?
Ela lhe contou?
Deve ser isso.
Donna, ela lhe contou, n�o?
Eddie, suba.
N�o vamos machucar voc�, Eddie.
Suba.
N�o.
N�o.
L� fora fede.
Fede.
Eles nunca desistem.
Eles lhe d�o um esfreg�o e um balde
e um t�tulo: homem da manuten��o.
Ainda significa zelador.
E ningu�m olha para voc�.
Voc� � um homem nulo.
S� uma coisa na ponta do esfreg�o.
Quero que algu�m olhe para mim.
S� uma vez.
Ser visto.
Teria sido, se n�o fosse pelo Davis.
Ele estava contra mim, tamb�m.
Dureza.
Homem vivendo em frustra��o e �dio.
Como se vivesse em uma cela.
* Tradu��o: RobOpen *
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