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Anteriormente...
Nicky, fique comigo, certo?
Xerife Boyd, n�o posso voltar atr�s no que fiz.
- Voc� matou algu�m! - Eu...
E deixou duas pessoas para morrer na ambul�ncia!
Eu sei!
Uma das quais algemou � porra de uma parede!
Sinto muito.
Miranda come�ou a ver coisas.
Ela disse que era como se tivesse sido escolhida
para libertar as crian�as.
Acho que voc� tamb�m foi escolhida agora.
Miranda � a �nica que teve uma conex�o com este lugar
muito antes de ela chegar.
O que � isso?
Voc� viu 3 rochas vermelhas?
- Como voc�... - Quando eu era uma garotinha,
eu tinha o mesmo pesadelo repetidas vezes.
N�o foi s� Miranda. Eu vi esse lugar tamb�m.
Se tivesse visto o que vi...
Do que est� falando?
Do que acha que estou falando, Boyd?
Quando eu, Julie e Marielle, onde quer que estiv�ssemos...
Todo mundo aqui fala sobre o medo que tem de morrer.
N�o creio que seja a pior coisa que se pode acontecer aqui.
Sinto que algo est� me observando.
� ela? Ela parece assustadora.
Ajude-me, Elgin. Eu posso salvar todos voc�s.
Donna, disseram-me que n�o posso ter filhos.
O que acontece � clinicamente imposs�vel.
Vai ter um beb� que Ihe disseram que nunca poderia ter!
Com tudo o que voc� viu, n�o consegue entender um milagre?
Eu n�o vejo nada.
Isso � imposs�vel.
Voc� mal olhou! Continue procurando!
Voc� n�o est� gr�vida.
E h� quanto tempo esses desejos acontecem?
Cerca de uma semana, talvez?
Gente, o que est� acontecendo comigo?
Se estiv�ssemos em qualquer outro lugar,
eu diria que o seu corpo apresenta sinais de gravidez psicossom�tica.
E o que � isso?
� uma condi��o bastante rara
em que seu corpo acredita que est� gr�vida.
Ele mostra todos primeiros sinais e sintomas de...
"Gravidez hist�rica."
N�o era assim que costumavam chamar?
Ningu�m aqui pensa que est� hist�rica.
N�o faz muito tempo que Boyd tinha vermes sob a pele
que ningu�m mais conseguia ver.
N�o estamos descartando nada aqui.
E voc� poderia muito bem ter estado gr�vida...
Estou gr�vida. Ainda est� l�! Eu posso sentir.
Aqui. Apenas tome um gole disso.
Eu n�o quero isso, porra!
- Certo... - Desculpe. Sinto muito.
Foi um longo dia. Seu corpo est� sob muito estresse.
Que tal voc� passar a noite? E Ellis pode ficar e...
- Quero ir para casa. - Fatima...
- Quero o meu quarto. - Est� chovendo.
- N�o quero que ande... - Est� preocupado com a chuva?
Tudo bem.
Fatima!
V�. Voc� deveria ir.
Fatima!
Quero ir para casa!
Vou passar a noite na Casa Col�nia.
- Pelo menos posso aplicar um soro. - Sim.
Deveria ter me contado tudo isso antes do ultrassom.
- N�o cabia a mim. - S�rio, Boyd?
Agora quer fazer cerim�nia?
Eu poderia ter usado essa informa��o antes do exame.
N�o posso ajudar se estou no escuro!
Voc� quer gritar comigo?
Beleza, mas quando terminar, podemos descobrir o que faremos?
N�o sei o que faremos. Nem o que est� errado.
De qualquer forma, ela...
tem algo crescendo dentro dela que n�o podemos ver,
ou este lugar subiu � cabe�a dela e a fez acreditar na gravidez.
Como descobrimos qual dos dois �?
N�o sei, Boyd.
Ent�o como podemos ajud�-la?
N�o fa�o ideia de como ajud�-la.
Certo. Ent�o, fa�a o seu maldito trabalho
e descubra!
BarryAllanBr apresenta...
"ORIGEM" - SO3EO7- "Essas Vidas Fr�geis"
Quando eu era Apenas um garotinho
Perguntei ao meu pai "O que eu serei?"
"Serei bonito?" "Serei rico?"
Eis o que ele me disse:
O que ser�, ser�
O que tiver de ser, vai ser
O futuro n�o � nosso Para ver
O que ser�, ser�
O que tiver de ser, vai ser
Agora eu tenho Meus pr�prios filhos
Eles perguntam ao pai "O que eu serei?"
"Serei bonito?" "Serei rico?"
Eu digo a eles com ternura
O que ser�, ser�
O que tiver de ser, vai ser
O futuro n�o � nosso Para ver
O que ser�, ser�
O que tiver de ser, vai ser
O que ser�, ser�
Eu n�o estou com medo. Voc� precisa falar.
Voc�... fale! Eu sei que voc� pode falar!
Voc� precisa falar comigo!
Victor?
Sou eu. Posso entrar?
Legenda: BarryAllanBr
Victor, voc� n�o pode continuar fazendo isso.
Ficou acordado a noite toda. Esteve aqui a manh� toda.
Eu pude ouvir voc� gritando com essa coisa l� embaixo.
Filho...
Isso n�o � saud�vel.
Ele precisa falar e precisa me contar...
Contar o que ele disse.
Sim, mas ele � um boneco.
Certo? Quero dizer, voc�...
Voc� n�o entende.
Voc� n�o estava l�.
- Olha, Victor, talvez uma pausa... - N�o posso fazer isso aqui!
N�o. Por que n�o...
- N�o posso fazer isso. - Victor!
No que est� trabalhando?
� s� um pequeno...
Estou fazendo isso para a Fatima.
Sabe, pensei, ela tem estado muito deprimida
e pensei que talvez isso pudesse anim�-la.
Isso � simplesmente ador�vel.
Tenho certeza de que ela vai adorar.
Espero que sim.
Teve sorte de ter chegado uma nova ambul�ncia.
Kristi s� tinha antes solu��o salina em frascos de vidro.
Sim, muita sorte.
Sei que a noite passada foi intensa.
- Sabe? - Sei.
Tamb�m sei o que � se sentir violado por este lugar.
O que aconteceu comigo, Julie e Randalll...
ainda h� momentos em que sinto os insetos
rastejando dentro de mim.
E o que voc� faz?
Lembro a mim mesma que n�o � real,
que � apenas medo, e o medo s� pode me quebrar se eu permitir.
Isto � diferente.
- Voc� n�o sabe disso. - Sim, eu sei!
Talvez pudesse tentar comer comida normal,
apenas pequenas por��es.
N�o estou comendo lixo porque estou com medo
ou quebrada.
Est� acontecendo porque isso est� me fazendo.
Est� tudo bem?
Sim, eu estava terminando.
Vejo voc� amanh�, certo?
Ela s� se preocupa com voc�.
Por que ningu�m est� me ouvindo?
Est� acontecendo dentro de mim. Quem est� vivenciando isso sou eu!
Por que meu ponto de vista � o �nico que todos presumem estar errado?
Ningu�m est� assumindo que est� errada. Certo?
Estamos apenas tentando ver isso de todos os �ngulos poss�veis.
E voc�? Acha que isso tudo est� na minha cabe�a?
Olha, desde aquela noite na delegacia,
quando o �nibus chegou � cidade, voc� desabou em meus bra�os.
- Lembra? Disse que n�o aguentava. - Isso n�o tem nada a ver com isso!
Ent�o me diga o que devo fazer?
Acreditar em mim!
Olha. Tudo bem. Apenas...
Olha!
Apenas...
Tenho medido todos os dias desde que descobri.
- Voc� s� precisa parar. - Minha barriga est� ficando maior!
- Amor, n�o �... - Olha!
Se � minha cabe�a, como explica a mudan�a do meu corpo?
- N�o sei. - Ellis...
o que quer que esteja dentro de mim est� ficando mais forte.
Os malditos desejos est�o ficando mais fortes.
Por favor.
- Estou com raiva o tempo todo. - Est� tudo bem.
Se n�o houver nada ali,
se o beb� n�o for real,
significa que sou eu.
Eu disse a ela que era um milagre.
Sim, todos n�s...
Todos ficamos um pouco entusiasmados.
Tem certeza de que Kristi n�o deixou passar nada?
Donna, n�o havia nada l�.
Nada que tenha aparecido naquela m�quina.
Ent�o, do jeito que Kristi v�, ou h� algo l�,
como os vermes que estavam sob minha pele,
ou este lugar finalmente a pegou.
Como Abby.
Sim, como Abby.
Olha, se est� pensando sobre coisas que poderia ter feito diferente...
- N�o, n�o � isso. - Bem, deveria ser.
Olha, se � algum tipo de merda do tipo vermes sob a pele,
ent�o essa � uma ponte que teremos que atravessar.
Mas se for psicol�gico,
se ela estiver perto do lugar onde Abby estava,
ent�o precisamos descobrir um jeito de traz�-la de volta.
Certo, bem, vamos apenas...
nos certificar de que isso fique entre n�s.
E depois o qu�?
Conversaremos com Kristi mais tarde.
Com sorte, ela ter� tido tempo para...
Para qu�?
N�o sei. Olha.
Olha, s� estou Ihe dizendo porque voc� e eu prometemos
n�o guardar segredos um do outro,
e ela est� morando sob o seu teto.
Sim.
Sobre isso... Enquanto estamos descobrindo,
n�o acho que seja uma boa ideia que eles fiquem na Casa Col�nia.
- O qu�? - Eu estarei l� para eles,
para voc�, em cada passo do caminho.
Mas a verdade � que existem duas possibilidades aqui,
e cada uma representa um tipo diferente de amea�a
para as pessoas daquela casa.
Tenho que pensar em todos aqui, Boyd,
n�o importa o quanto queira ajud�-los.
Tudo bem, eu acho que posso...
- abrir algum espa�o na delegacia. - Boyd, qual �!
N�o, estamos de boa!
N�o estou dizendo que tem que ser hoje.
S� estou dizendo que � algo que devemos considerar.
Entendi! Voc� n�o est� errada! Certo?
Voc� e eu, estamos bem. S�... eu s�...
Sim. Eu sei.
Este est� bom.
Deixe-me ajudar.
Se partirmos logo,
poderemos conseguir chegar em um bom tempo � cidade.
O que quer que estivesse andando ontem � noite
com certeza n�o parecia com aquelas coisas da cidade.
Seja o que for, ficarei feliz quando deixar este lugar para tr�s.
- Era isso que estava no seu sonho? - Sim.
Que diabos � isso?
Tabitha?
Pai!
- O que aconteceu? - Nada.
- Onde est� J�lia? - Ela est� bem. Est� tudo bem.
- O que diabos est� acontecendo? - Ou�a, est� tudo bem. Certo?
Foi ideia minha. Ela precisava vir aqui.
Por qu�?
Mam�e viu esse lugar quando era pequena,
assim como a m�e do Victor.
O qu�?
Jim! Voc� vem ou vai ficar?
V�o indo na frente. N�s os alcan�aremos.
Como quiser.
Vamos. Vamos dar uma olhada.
Vamos.
Oi.
Est� se mudando?
Sim, pedi a Kristi para passar a noite.
Por qu�?
Minha fam�lia est� no assentamento.
E da�?
� assustador ficar sozinha naquela casa.
- Qual seu problema? - Nenhum.
Ficamos chapados no �nibus e agora ficar� estranho comigo?
N�o estou sendo estranho.
Aonde voc� vai?
Dar uma volta.
- Quer companhia? - N�o.
Certo, deixe-me guardar minha bolsa.
Oi.
Desculpe, n�o estamos...
N�o servimos mais comida aqui, se � isso que espera.
Por que h� uma lanchonete aqui?
Como?
E por que h� uma delegacia que parece um correio?
Ou uma maldita placa de ag�ncia de viagens?
Que tipo de psicopata construiu este lugar?
Quer que eu os examine um de cada vez ou quer...
Quero saber por que ningu�m est� fazendo essas perguntas.
N�s fizemos.
E?
Quer um pouco de ch�?
Este lugar � assustador.
Sim, certamente �.
Quem voc� acha que viveu aqui?
N�o sei.
O que acha que aconteceu com eles?
Talvez eles tenham sa�do. Talvez tenham ido para casa.
S� tome cuidado onde pisa, certo?
Por qu�?
Armadilhas para ursos. � s�rio.
S� estou dizendo que, dado tudo o que aconteceu,
pode haver uma parte de voc�
que quer tanto que tudo isso fa�a sentido.
Acha que estou inventando isso?
Claro que n�o.
Voc� teve um sonho, um sonho terr�vel, quando pequena.
N�o foi apenas um pesadelo aleat�rio, Jim.
Foi um sonho que tive repetidamente durante meses,
e todas as noites eu acordava gritando.
Ent�o, quando Ihe digo que os totens aqui
s�o os mesmos que vi no meu sonho...
O que quer que eu fa�a? Desistir? Pare de tentar?
N�o sei.
Olha, Tabby, este lugar, achei que tinha desvendado tudo.
E quase matei Donna.
Sara? Ela ouviu vozes e tentou assassinar nosso filho.
- Mas isso � diferente. - Por qu�?
Essas coisas aconteceram ao chegarmos aqui, mas meu sonho...
Eu era crian�a!
Sei que est� com medo. Eu tamb�m estou com medo.
Mas essas coisas est�o acontecendo comigo.
N�o posso fingir que n�o est�o.
De uma forma ou de outra, eu preciso saber.
Tudo bem.
Minha m�e acha que as crian�as assustadoras que ela v�
precisam da ajuda dela.
E meu pai est� todo assustado
porque a �ltima vez que tentou desvendar esse lugar,
ele quase matou todo mundo.
Incluindo aquele completo idiota
que amarrou Donna a uma �rvore no meio da floresta.
Sim.
Voc� est� ouvindo?
Sim, claro. Sim.
Sua m�e e as crian�as, desvendar coisas...
O que est� procurando?
O qu�? Chaga. � um cogumelo.
Cresce em climas frios.
Marielle e Kristi est�o em uma viagem de coleta de alimentos.
Ent�o, aonde voc� estava indo, no �nibus?
Detroit. Como todo mundo.
Por qu�?
Para comprar um carro, para n�o andar mais de �nibus.
- Isso � verdade? - N�o.
Nem sequer consegui minha CNH de aprendiz.
O qu�?
Sim, deveria conseguir fazer quando tiver 15 anos.
Tudo meio que parou depois que Thomas morreu.
Esse � o seu irm�o?
Sim.
Meu pai deveria me levar ao DETRAN, mas nunca voltamos da viagem.
Tudo bem... Venha comigo.
Aonde est� indo?
Pode simplesmente vir?
Voc� tem que entender,
as coisas s�o um pouco diferentes quando voc� chega aqui.
Digo, voc� aparece e pensa consigo mesmo,
Eu vou desvendar isso. Todas essas outras pessoas
podem ter desistido, podem ter aceitado isso.
Mas eu? Eu vou desvendar isso.
Eu serei aquele que ir� para casa."
- E o que h� de errado nisso? - Nada.
Completamente normal.
Mas com algum tempo, isso vai passar.
Passar.
Desculpe. N�o, � isso.
Toda a ideia de simplesmente desistir e dizer:
"Bem, eu tentei? Eu n�o sou assim.
Certo. N�o � do tipo que apenas aceita o mundo como ele �.
O qu�?
J� tive essa conversa antes e estive do outro lado dela.
O que voc� percebe � que...
cada pergunta
que est� fazendo j� foi feita antes.
Cada teoria que voc� tem, algu�m j� teve antes de voc�,
e, em algum momento,
ou voc� se adapta ou perde a cabe�a.
Ent�o foi isso que voc� fez? Voc� se adaptou?
Bem, eu n�o tive escolha.
Quando cheguei aqui,
eu estava t�o ocupado cuidando do meu pai que...
Seu pai?
Ele faleceu.
E sua m�e, ela administrava a lanchonete?
Perdeu seu pai e m�e aqui?
Sim.
Eu sinto muito.
Obrigado.
De nada.
E voc�? Voc� tem alguma fam�lia em casa?
N�o. Na verdade n�o.
Certo.
A boa not�cia � que temos os talism�s
e eles nos mant�m seguros � noite.
Ent�o, sabe... nem sempre foi assim.
O que diabos as pessoas faziam antes?
Eles apenas tentavam se esconder o melhor que podiam.
Jesus.
Sim. Eu n�o estava aqui na �poca.
N�o sobraram muitas pessoas que estavam.
De onde eles vieram? Os talism�s.
Boyd. Ele os encontrou na floresta uma noite.
Ent�o � por isso que ele age como o Deus rei do mundo.
- N�o � bem assim. - Tem certeza?
Sem querer ofender, o cara � meio idiota.
Voc� n�o o conheceu exatamente
nas melhores circunst�ncias.
Ele pegou minha arma.
Voc� pode culp�-lo?
Sabe, vou ter que carregar o peso daquilo...
do que fiz, pelo resto da minha vida.
Eu sei disso. Mas para ele foder...
Sabe, eles t�m toneladas de roupas limpas na Casa Col�nia.
Ficaria mais confort�vel se...
N�o quero a porra da sua roupa limpa, certo?
Sem querer ofender, s�rio! Eu n�o quero o seu ch�.
E n�o quero a sua filosofia de adaptar ou morrer.
N�o pretendo ficar confort�vel aqui, certo?
Eu vou descobrir o...
Sim. Eles fazem isso �s vezes.
Isso � outra coisa com a qual se sente confort�vel?
Crian�a, as coisas v�o ficar Mais f�ceis
Obrigada pelo ch�.
Voc� nem...
Com licen�a.
Ela est� aceitando bem.
Sim. Voc� precisa de algo?
Sim.
Sim, na verdade.
Eu esperava poder conversar com voc�
sobre a reabertura do restaurante.
� aqui mesmo que isso acontece?
- Oi. - Posso ir ao seu por�o?
Por qu�?
Porque preciso que ele me conte um segredo.
Certo, isso n�o � para emerg�ncias?
Isto � uma emerg�ncia. Basta entrar. Vamos.
Vamos.
Tudo bem.
Certo.
Tudo bem. Bingo.
O que quer fazer... Voc� tem que prestar aten��o.
Voc� liga, pisa na embreagem, certo?
Certifique-se de que isso foi mudado,
ent�o voc� alivia a embreagem, certo?
Voil�.
Henrique.
Precisa de algo?
Preciso de uma bebida.
Quer saber?
Eu tamb�m preciso.
Vamos.
Quem est� a�?
Ol�?
Que porra est� fazendo?
Voc� pegou minha arma. Eu a quero de volta.
Voc�... Saia.
Beleza. D�-me minha arma e irei embora.
N�o tenho tempo para isso hoje!
N�o dou a m�nima para o que voc� tem tempo!
Voc� atirou em algu�m!
Uma garota est� morta porque entrou em p�nico!
Entrei em p�nico porque estava sendo perseguida
por coisas que s� deveriam existir na porra de um pesadelo!
Bem, elas existem aqui e continuar�o a existir.
Ent�o, at� que prove que pode lidar com isso,
n�o h� a menor chance de chegar perto de uma arma carregada!
Eu n�o tenho que provar nada para voc�.
Voc� v� isso?
Eu sou uma policial. Uma verdadeira,
n�o apenas andando por a� com um blazer usado,
brincando de faz de conta.
Certo. E quando voc� saiu da academia?
Dois dias? Tr�s?
N�o � da sua conta.
� a� que est� errada.
Tudo sobre voc� � da minha conta.
Este lugar � problema meu. Sabe por qu�?
Por qu�?
Porque sou eu quem garante que as pessoas permane�am seguras.
Sou eu quem mant�m as pessoas vivas!
Bem, pelo que ouvi,
voc� tem feito um p�ssimo trabalho ultimamente.
D� o fora!
Maldito lugar...
D�-me minha arma.
Voc� quer sua arma?
Correto.
Voc� quer sua arma.
A� est� sua arma.
Voc� recebe suas balas quando eu achar que as merece.
Da pr�xima vez que voc� vier aqui
sem minha permiss�o, voc� e eu teremos um problema.
O que quer que voc� diga, "xerife".
Essa maldita garota...
Eu perguntaria o que bebe,
mas o card�pio aqui � meio limitado.
Est� tudo bem com Victor?
As coisas est�o indo...
N�o, n�o acho que estejam.
Voc� est� bem?
Sim.
Eu fiquei l� hoje no quarto dele
e eu...
tive um pensamento pelo qual nunca vou me perdoar.
Desejei nunca ter vindo aqui,
desejei que Tabitha nunca tivesse me encontrado,
porque era mais f�cil quando achava que ele estava morto.
Foi apenas por um segundo.
Que tipo de pai pensa isso do filho?
- Aqui. - Sim.
Estas s�o as mesmas do seu sonho?
N�o s�o apenas as pedras. � tudo. �...
� como parece.
Ainda me lembro do medo quando estava correndo.
Fui at� l�
e me escondi atr�s das pedras.
Qual delas?
Esta.
E ent�o o qu�?
O que quer que estivesse fazendo todos gritarem
estava do outro lado desta rocha.
E eu olhava para cima e...
O qu�?
Eu acordava todas as vezes.
Certo, digamos que realmente viu esse lugar
antes de virmos para c�.
Sim, como Miranda viu.
Como isso ajuda?
Talvez Arist�teles tenha entendido errado.
Livre arb�trio e determinismo, �...
Miranda disse que foi escolhida.
Certo?
Se ver esse lugar, vis�es, sonhos...
se essa for a prova...
e voc� viu esse lugar quando crian�a?
Voc� nunca teve uma chance, n�o �?
O que voc� quer dizer?
Se o destino existe, se estava destinada
a vir para este lugar desde crian�a...
ent�o, de uma forma ou de outra, encontraria a �rvore na estrada.
Como est� a Fatima?
Ela est� bem.
Estamos apenas dando um passo de cada vez.
Voc� n�o precisa fingir.
Ela me contou sobre a comida estragada, sobre os desejos.
Sei que voc� n�o me conhece muito bem.
Mas se precisar de algo, estou aqui.
Fizemos um ultrassom ontem � noite.
Havia uma m�quina na ambul�ncia.
E? O beb� est� bem?
N�o h� beb�.
Quando Kristi a examinou, ela olhou.
N�o havia nada l�.
Ent�o, ou h� algo dentro dela que n�o � humano,
que uma m�quina n�o pode ver,
ou este lugar destruiu a mente dela.
S� n�o posso perd�-la. Apenas...
Voc� n�o a perdeu. Ela ainda est� aqui, Ellis.
Um bom amigo uma vez me disse:
"Aproveite cada momento
e n�o fique triste pelos vivos antes que eles partam."
� isso que contei � minha fam�lia quando recebi o diagn�stico.
Voc� tem medo?
- De morrer? - Claro, no come�o eu estava.
E depois fiquei com raiva.
E um dia percebi como a vida � pequena,
como tudo passa t�o r�pido.
Come�a a se perguntar como isso poderia ser outra coisa
sen�o o in�cio de uma grande aventura,
ou talvez seja a metade, mas n�o creio que seja o fim.
N�o mais.
Depois que percebi isso,
as coisas n�o pareciam t�o assustadoras.
Nenhum de n�s pode ficar para sempre.
N�o preciso para sempre. Apenas...
Tudo o que eu puder fazer, o que voc� precisar...
bem, pode n�o ser muito, mas estou aqui.
Sinto muito, mas por qu�? Digo, voc� mal nos conhece.
Sou velha e tenho c�ncer.
Gosto de uma boa hist�ria de amor. Isso serve para voc�?
Sim. Sim, serve bem.
Vamos.
Socorro!
Socorro!
Socorro!
Socorro!
Fatima?
Querida, o que foi? O que aconteceu?
O que est� acontecendo comigo?
Meu Deus...
- N�o posso... - Ellis?
Est� tudo bem.
Est� tudo bem.
Caramba, isso � bom.
- Vou ter uma chance ou o qu�? - Tudo bem.
Certo. Uma promessa � uma promessa.
Porra.
O que est� acontecendo?
Nada. O...
Filho da puta.
Sim, v� se foder!
O que est� fazendo?
- Voc� n�o os v�? - Ver o qu�?
S�o os malditos insetos!
- Os que... - N�o.
N�o.
- Randalll! - Foda-se, cara!
Randalll, pare!
Randalll!
- D� o fora de mim! - Randalll, o que voc� est�...
D� o fora!
Que porra � essa? O que aconteceu?
V� para casa.
Solte-me.
- Randalll! Volte! - V� para casa, Julie!
Devolva-os! Ellis!
Ela est� com dor. Preciso fazer algo!
- Ellis! - Obrigado pela ajuda.
O que diabos est� havendo?
Seu filho decidiu revirar o arm�rio de rem�dios!
Sim, porque aquela ambul�ncia tem muitos rem�dios...
- N�o se trata da aspirina! - Coisas que podem acalm�-la.
S�o antipsic�ticos poderosos! N�o sabe o dano que pode causar!
Certo, e a�? O qu�? N�o vamos fazer nada?
N�o � voc� que est� l�, vendo-a desmoronar!
N�o, eu sou a m�dica, certo?
E � meu trabalho usar meu c�rebro e n�o minhas emo��es
- ao tomar decis�es. - Tudo bem.
Ellis, esses comprimidos podem piorar as coisas.
Devolva-os para mim.
D� o recipiente a ela.
D� a ela a porra do recipiente, cara.
Ellis!
- O qu�? - Sei que est� com medo, cara.
O que devo fazer?
- Diga, o que diabos devo fazer? - N�o sei.
Eu vi o que aconteceu com seus malditos vermes!
Vi o que aconteceu com a mam�e quando ela...
De qual maldito pesadelo eu deveria ter medo?
Qual?
Ela est� desmoronando,
bem na minha frente, e n�o sei o que fazer.
N�o posso fazer nada para ajud�-la.
Pai, n�o sei como ajud�-la.
- Est� tudo bem. - Por favor...
- Sim. - N�o deixe isso acontecer, pai.
Certo. Eu...
� que simplesmente...
Randalll?
Randall?
Julie!
O que diabos � isso?
N�o sei.
N�o sei.
O que houve com voc� l� atr�s?
Por que simplesmente fugiu assim?
Eu vou lhe contar no caminho de volta.
- Vamos. - Espere.
Voc� sente isso?
Julie, dev�amos ir.
N�o. N�o, eu quero dar uma olhada.
Pare.
Pare.
Voc� sente. Voc� sente isso.
Eu n�o sinto nada.
Certo?
Vai escurecer em breve.
Temos que levar aquela van de volta para Casa Col�nia.
Tudo bem, vamos apenas...
Vamos embora.
Por favor?
Fatima?
Fatima!
Escute-me.
- N�o est� sozinha. - Por favor, v�.
- Eu vou te ajudar! - Saia de cima de mim.
Tudo vai ficar bem.
- Apenas v�! - Vai ficar tudo bem.
Eu disse para ir!
Eu sinto... Tillie, Tillie...
N�o. Tillie, Tillie! Sinto muito.
Eu n�o queria fazer isso! Eu...
Socorro. Socorro!
Voc� tem que fugir.
Ellis, o que eu fiz? O que eu fiz?
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