All language subtitles for The Junior Olsen Gang and the Silver Mine Mystery 2007

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Original subtitles

Primeiro a entrar!

Alinhem-se! A um braço de distância!

Hoje, vão divertir-se por aqui.

Mas só se fizerem o que eu e a Mna. Pirkedal dissermos.

- Entendido? - Sim, Sr. Kvasshaug.

- Vocês também perceberam? - Sim, Mna. Pirkedal.

E não toleramos travessuras.

Isto também se aplica ao Egon Olsen.

Perfeitamente de acordo, Sr. Kvasshaug.

Marcha em frente! Em duas fileiras!

"Quando o sino tocou"!

- Quero de chocolate. - Eu também!

- Estás bem? - Acho que sim.

Anda, Kjell, isto é porreiro!

Acho que não, sinto que estou a chocar uma constipação.

Mariquinhas pé de salsa!

Mariquinhas pé de salsa!

Não ligues ao Biff e àqueles rapazes.

Olha só para aquela lancha, Kjell!

- Quem me dera termos uma dessas! - Também a mim, Valborg.

- Ora bom dia! - Bom dia!

O Herman Hermansen? Que pintarolas!

Ele arranjou amigos janotas depois de se mudar.

- Quem é aquele? - O Preben von Klem. O pai é um ricaço.

E estamos para aqui a chapinhar...

- Olá, Valborg! - Herman!

Não te via desde que mudaste de escola!

Apresento-te o meu bom amigo, o Preben von Klem.

- Somos vizinhos em Vinderen. - Não te atrevas!

É um bairro bastante simpático.

Talvez a senhora gostasse de dar uma volta?

Não sei.

Tenho 270 cavalos.

Ouviste esta, Ingrid? Ele tem 270 cavalos!

Olhem para aquele sapo inchado a exibir-se para a Valborg!

Que snobe.

Talvez devêssemos fazê-lo baixar a bolinha.

Sim?

Como?

- Tenho um plano. - Porreiro, Egon!

- É perigoso? - Não.

Tu tratas da Valborg, nós, do Preben.

E o meu pai tem um grande iate para passear.

Quando eu fizer 18 anos, o pai diz que me dá um barco de 800 cavalos.

- De 800 cavalos? - Uma voltinha não faz mal a ninguém.

Tenho uma arca cheia de champanhe de fruta.

Champanhe de fruta! O que dizes, Valborg?

- Parece-me maravilhoso. - E gofres franceses.

Ponho-lhe óleo nas costas, Mna. Pirkedal?

Obrigada, Sr. Kvasshaug.

Isto vai ser bestial, Kjell!

- Vamos lá! - Anda, Valborg, vai ser divertido!

Senta-te aqui connosco, Valborg.

Que emocionante!

Não, Egon! Não faças isso!

O que fazes, rapaz?

Macacos marinhos me mordam!

Egon Olsen, estás em prisão domiciliária!

Ouviste? Prisão domiciliária!

A qualquer momento, agora.

Cuidado com as bandeiras. Foram acabadas de passar a ferro.

Vamos divertir-nos tanto este verão!

Podemos ir à praia, nadar, comer toneladas de gelados.

E trabalhar nas bicicletas.

Lá está ele!

Egon, estamos aqui!

Bem-vindo cá fora, Egon!

- Tivemos saudades tuas! - Que bom...

Ora bom dia!

O Preben de Vinderen?

Vamos investigar isto. Podemos atravessar o parque!

- Ora bom dia! - Bom dia, Preben.

O Preben vive aqui algures.

Eu nunca poderia viver tão... longe da cidade.

Cá estamos.

"Proibida a entrada a estranhos."

Isto é para nós, Benny. Somos estranhos, sem dúvida.

- Talvez possamos saltar o muro? - Não. É demasiado alto.

Olha!

Como um anjo enviado do céu.

Um anjo negro?

Pronto, a cidade enviou-o. Como queiras. Anda!

Eu e o papá vamos sair, Preben.

- Não nos apresenta? - Egon Olsen.

Olsen? É um apelido raro por aqui.

Sou a Monica, a mãe do Preben.

E este é o pai, Maxmilian. Chamamos-lhe Max.

Bom dia, Max.

Vamos, Monica.

Hoje é o aniversário do Preben.

Há tanto para tratar antes que cheguem os convidados.

Não vive em Vinderen?

Não, mas espero tornar-me um "vinderense" um dia destes.

Quem não quer?

Em que está metido o Egon, desta feita?

Não sei. Mas de certeza que tem um plano.

Anda.

Espera aqui, enquanto vejo se a costa está livre.

Egon!

Estamos aqui!

O que fazem aqui?

- Desapareceste à nossa frente. - Não tenho nada a dizer-vos.

Ouviste-me, Kjell! Estou farto de ficar preso em casa por tua causa!

Como assim?

Quando estás com a Valborg, vai sempre tudo com os porcos.

- O teu cérebro desliga-se! - Mas a Valborg podia ter-se magoado!

Então, é melhor que eu fique preso em casa cinco semanas?

Relaxa, Egon. Somos teus amigos.

- Está na hora de encontrar novos amigos. - O Preben von Klem? Estás doido?

Pisguem-se!

- Está tudo pronto? - Está tudo pronto.

De certeza que consegues?

Confio em si.

Mas que bela casa, chefe!

Sinto que, finalmente, voltei a casa. Tanto espiritualmente,

como geograficamente.

E tudo graças à minha abençoada e rica tia Amalie. Que ela descanse em paz.

- Pai! - Mais baixo, Herman!

É impróprio levantar a voz neste bairro nobre.

- Adivinha quem visita os vizinhos. - Os vizinhos?

O Maxmilian von Klem? Não pode ser um qualquer!

Deve ser um pilar da sociedade. Não me digas! Deixa-me adivinhar.

É a Justiça do ministro... o ministro das Justiças...

O ministro da Justiça, chefe.

Não te metas, Holm! Que sabes tu da alta roda?

Podemos ir para casa?

- Não. - Tenho sede.

Já sei! Será o bispo Smemo?

Não será o próprio rei Olavo, pois não?

Não, é o Egon Olsen!

O Egon Olsen?

Serve-te. Oferta do Preben.

A calmaria antes da tempestade.

- Chefe? - O que foi, Holm?

- Isto vai demorar muito? - Ser polícia assenta na cooperação.

Quem quer uma carreira policial deve começar em baixo.

- Podes tomar nota. - Assim farei, chefe.

O alarme! Tal como imaginei! Depressa, Holm!

Espera!

- Temos de sair daqui! - Não. Espera.

Lá está ele!

Apanhem o ladrão!

Vá, corre! Para que ninguém saiba quem é o ladrão.

Desta vez, a culpa não foi minha.

Para! Em nome da lei!

Em nome da lei, para!

- Apanha-o, Holm! - Para de correr!

- Temos de ajudá-lo! - Vão apanhar-nos a todos.

- Cerca-o, Holm! - Temo-lo na mão.

Ele é nosso amigo!

Já o apanhámos!

Cucu!

Por aqui, Egon!

- Mamã! - Vou atrás dele, chefe!

Holm, ajuda-me!

Socorro, papá!

Não sei nadar! Em água doce, quero eu dizer.

Espero que tenhas uma boa explicação, Egon.

Devolvam-me a escada, patifes!

- O senhor não recebe à hora? - Ponham já aqui a escada!

Não estava a tentar...

Diz o que quiseres. Ouvi-te claramente!

Disseste: "Posso arranjar amigos novos."

- Mas eu não... - Também ouvi.

Peço desculpa.

O quê?

Pedi desculpa.

- Ouviste, Benny? - Ele pediu desculpa!

- Agora, ouvi tudo! - Bate na madeira!

Mas como pôde isto acontecer, Egon?

Dinheiro.

Ele tentou-me com dinheiro.

Quando fores libertado amanhã de manhã, venho buscar-te.

O que ganho eu com isso?

Mais do que uma pessoa como tu jamais poderia sonhar.

O que queria ele que fizesses?

- Ele sabia que sou bom a arrombar cofres. - Um Franz Jäger de 1944?

- O pai dele tem um. - Ele ia roubar o próprio pai?

Não! Ouçam.

Hoje, vou receber imensos presentes catitas pelo meu aniversário.

Mas não serei capaz de os apreciar.

Quando penso em todas as crianças pobres que passam fome em África.

Tenciono dar todas as minhas poupanças às crianças pobres em África.

Sim?

Mas o papá não me deixa.

- Mas que verdadeiro escuteiro. - É uma ideia simpática.

Não é a ideia que conta. É o que fazes com ela.

Ele levou-me ao escritório do pai, onde o mealheiro dele estava trancado.

Se o soltasse, prometeu que daria metade do dinheiro aos miúdos do orfanato.

O alarme está desligado.

Arrombaste o cofre?

- O que achas? - Claro.

Serve-te.

Estou mortinho por ver quão depressa corres!

Vou dizer à polícia que te apanhei em flagrante.

O que podia eu fazer? Claro que iam acreditar no Preben.

Entrei em pânico e corri o mais depressa que pude.

Na confusão guardei este documento.

- Não sei o que é. - E nós vimos o resto.

O Preben ficou com o seu dinheiro e tu, sem nada.

E duvido que os miúdos em África recebam alguma coisa.

Duvido.

O Hermansen e o Holm estão atrás de ti. Estás em sarilhos!

Não, se provar que o Preben roubou o seu próprio dinheiro.

- Como farás isso? - Não faço ideia.

Não devia ter trazido aquele Egon Olsen cá para casa, Preben.

- Mas eu só queria ser simpático. - Simpático?

Pensei que ele podia apanhar umas maçãs para levar aos outros órfãos.

As maçãs só estarão maduras daqui a muitos meses.

Ele ia procurar as maçãs bebés.

Para ter alguma coisa por que esperar, no outono.

O seu filho deve ser o seu menino de ouro, Sr. von Klem.

Falta mais alguma coisa, para além do porquinho-mealheiro dele?

Não, acho que não.

Acho que o porquinho... é a única coisa que falta.

Imagino que seja bem alimentado. Percebeu a laracha?

Então!

Calma. Vamos deitar a mão ao Egon Olsen e ao teu porquinho.

Ótimo! Por favor, acompanhe estes senhores à porta, Preben.

Herman?

- Holm. - Adeus.

Se o patife me levou as joias...

As suas joias estão aqui, mas o mapa da mina de prata desapareceu!

Esqueci-me de lhe agradecer pelo robe masculino que me emprestou.

Agradeça-me a mim. É meu.

Pois. Obrigado.

Devolvo-o assim que secar atrás das orelhas.

Obrigadinha.

O Egon Olsen também deve ter levado o mapa!

E se a polícia o apanha e descobre?

Este caso é a nossa prioridade número um.

- Sr. Hermansen? - Ao seu dispor, Sra. Von Klem.

Agora que somos vizinhos, devíamos aproveitar a oportunidade

para nos conhecermos melhor. Não é, Max?

Absolutamente, querida.

Pode dar um salto, hoje, à festa de anos do Preben?

Seria um enorme prazer dar-lhe um salto, Sra. von Klem.

Não sei se o meu colega...

A Sørensen pode secar a sua roupa enquanto bebe um refresco à beira da piscina.

Muito obrigado.

Já a torci.

Sente-se!

Não íamos atrás do Egon Olsen?

- Isso pode esperar. - Mas...

Sem mas! As nossas restrições orçamentais forçam-nos a escolher prioridades.

Se eles estiverem aqui, não conseguem apanhar o Egon Olsen.

Muito bem, Monica! E também não encontrarão o mapa.

Ele parece ter ficado sem planos.

Pobre Egon.

- Obrigada pela boleia, Biff. - Até logo.

- Olá, Kjell! - Olá, Valborg.

Sabes que não gosto de te ver a confraternizar com o Biff.

Não estava a confraternizar! Íamos na mesma direção!

Sempre vamos ao cinema logo à noite?

- Vamos ter de saltar. - Porquê?

Fomos convidadas para uma festa de anos.

- De quem? - O Preben está em Vinderen.

O quê? Vão à festa de anos daquela lesma?

E com o Biff?

O Biff e os outros foram contratados como segurança.

O quê?

Vão ficar a vigiar, contra penetras.

Anda, Valborg, vamos vestir-nos.

Íamos ao cinema.

Tenho de poder sair sem que faças uma cena!

Não posso evitar. Vai a casa do Preben, e farei uma cena gigante.

Partir-me-ás o coração em mil bocados. Ou mais!

Mas Kjell...

Esquece esse falhado. Vamos a Vinderen!

Não queres que a tua namorada se divirta?

Claro que quer!

O quê?

Não recusarias à Valborg um pouco de excitação, pois não?

Confias nela, não é?

- Claro! - Então, está resolvido.

Eu não podia ter dito melhor. Anda, Valborg!

- O que aconteceu aqui? - Tenho um plano.

- Porreiro, Egon! - Está tudo planeado ao pormenor.

Precisamos de um fato de marinheiro, de um telefone móvel, de um periscópio,

de um cordel com um gancho e de um postal de aniversário de alta qualidade.

E de um Kjell apaixonado.

Obrigado.

"Else Marie Altiv Rosencarnat."

Ela está na lista, Johnny?

- Há uma Rosierat na lista. - Tudo bem. Abre o portão.

- Tutta Flax Ratodourado. - Ela está na lista?

- Ratton-Doré está na lista. - Abre o portão.

Tenho de ir à casa de banho.

- Faz como planeado, Kjell. - Não sei se consigo.

Sê tu mesmo, Kjell. Como há bocado:

"Partir-me-ás o coração em mil bocados!

Talvez mais!"

- Não tem piada. - A carrinha de gelados do Syvertsen!

Os ricos têm tudo.

GELADOS SYVERTSEN OS MELHORES DA CIDADE

Imagina! Alugar uma carrinha de gelados.

- Lá estão elas! - Boa!

Força, Kjell.

Agora.

Johnny, vai ver se está tudo sob controlo.

- Thorvald Frisk. - Ele está na lista?

- O Frisk está na lista, chefe. - Podes entrar.

- Martinus Kinge. - Ele está na lista?

- Está, sim. - Podes entrar.

Tu esperas.

Olá, Valborg!

Aqui tens.

Tudo bem. Sei quem vocês são.

- Valborg! - Kjell?

- Não podes entrar aí, Valborg! - Mas Kjell...

Concordámos que nos podíamos divertir separados.

Posso mudar de ideias.

Vamos lá!

- Larga-a, idiota! - Nunca!

- Precisas de ajuda? - Não me deixes, Valborg!

Larga-a, antes que te bata com a cabeça nos pés!

- Vais partir-me o coração, Valborg! - E eu vou partir-te o braço, Kjell!

Ele é maluco de todo!

Mudei de ideias.

Tudo bem. Podes entrar.

Espera só até te apanhar!

O Kjell perdeu o juízo?

- Se o Preben o tivesse convidado... - Disparate!

- Como raio te chamas? - Roger...

Kjell? Estás aí?

Sim. Mas o que direi à Valborg, amanhã?

Pensamos nisso mais tarde. Toma o telefone móvel.

A Valborg nunca mais me vai querer ver!

Alfa Bravo, Egon chama Kjell. Estás a ouvir? Escuto.

Recebido. Ouço-te muito bem. Escuto.

Contacto estabelecido. Fim de transmissão.

O que vos apetece? Uma banana split? É para já.

- Afasta-te de quem te reconheça. - Entendido, Egon!

- Boa sorte! - Ora bom dia, meu caro.

- Olá, Tutta! - Olá, meninas!

- Que tal uma banana split? - Não, obrigada!

- Preben! - Apanha, Herman!

Vês, Holm? São farinha rica do mesmo pão.

Saco, chefe.

- O quê? - Farinha do mesmo saco.

Sim, todos estes sacos são ricos.

O senhor von Klem é a exceção. Deve ser o mais rico de todos.

O dinheiro não é tudo.

- Desde que tenha o suficiente. - Holm!

- Elas acham que é uma festa de carnaval? - Onde é que o Preben as desencantou?

Ora bom dia!

Olá, meu caro!

Ora viva! Mas que bonito!

Bom dia a todos!

Acabei de passear no fiorde.

A vida no mar é muito simpática, não acha?

- Que tipo de veleiro tem? - Um enorme... com velas e tudo.

Adorei a conversa. Está na hora de ir falar às pessoas. Viva!

- Olá, Preben! - Olá, Valborg! Bem-vinda.

Aqui tem. Feliz aniversário, da minha parte e da Valborg.

Obrigado, Valborg!

O Egon pediu-me para lhe dar isto.

"Pensavas que eras esperto, mas eu sou mais.

Onde achas que está agora o teu porquinho-mealheiro? P.S. Parabéns!"

Tenho de ir ver uma coisa.

Com licença.

Olá, Preben! Que festa catita!

Bom dia! Fredrik... Ruadafolhad'ouro VIII.

- Anne Cecilie Frydenstråle. - Viva!

Volto já.

Foi deliciosamente maravilhoso conhecê-la. Viva!

Boa!

Viva!

Bom dia!

- Viste onde está escondido? - Está tudo de acordo com o previsto.

É a tua vez, Benny.

O meu pai é chefe de quase toda a polícia. E eu também serei.

Já estou farto daquele Hermansen!

Eles são nossos convidados.

- Acalme-se. - Não tenho nervos para isto.

E se o Egon Olsen estiver, neste momento, a caminho da mina?

Amanhã, logo de manhã, temos de ir à mina

e transportar a mercadoria. - Sim.

Feito isso, não importa que a polícia apanhe o Egon e encontre o mapa.

Aquele pequeno patife tinha qualquer coisa.

Qualquer coisa de perturbador.

Aquele orfãozito nunca perceberá o que encontrou.

Ora viva! Estou a treinar o meu salto de ski para o próximo inverno.

19, 19,5, 20... Viva!

Trate do Hermansen. Já não aturo mais disparates presunçosos.

O bolo tem de ser cortado.

Vamos já. E a Gjertrud?

Bolos de creme não me dizem nada.

Acha que vou acreditar nisso?

Tenha o carro pronto às 8 horas, amanhã de manhã. O Rolls.

Para onde vamos?

Para Kongsberg.

O meu porquinho!

Aquele patife enganou-nos!

Vens comigo, rapazinho!

Sirvam-se à vontade.

Holm!

Peço desculpa pelo meu assistente. Não tem maneiras.

Os bolos de creme comem-se com garfo.

Sim, papá. Eu escondi o porquinho, mas aquele bolo...

No que se transformará? O meu filho, um criminoso!

- Então? - Mamã!

Ele convenceu o Egon Olsen a abrir o cofre.

- Foi ele que roubou o próprio porquinho. - O senhor devia estar contente.

Porquê?

Diga à polícia e eles cancelam a caça ao Egon Olsen.

Vá limpar-se, Preben.

Faça o que diz a sua mãe! E pare de choramingar!

Um problema resolvido.

- Temos de mover o tesouro, seja como for. - De que tesouro fala?

- Podemos confiar na Gjertrud, Max. - Diga-me.

As joias da coroa norueguesa. As insígnias reais.

As insígnias reais?

O cetro e a coroa do rei. Tudo isso!

Garanta que está aqui a horas, amanhã.

Bom dia!

Também trouxeste o porquinho?

O Preben não merece ficar com ele.

Anda! Vamos chamar o Kjell.

Bolas! Como vamos passar-lhe a mensagem?

Tenho um plano B. Anda!

- Como vai isso, meninas? - Estamos aborrecidas.

Festas de gente emproada são chatas. Mas o bolo de creme foi divertido!

A Tutta e eu estamos quase a acabar. Podemos dar-vos boleia de volta.

Espera aqui!

Uma mensagem de texto! És brilhante, Egon!

Temos de reforçar a segurança!

Tu! Não és bem-vindo, aqui!

- Tenho de ir ter com a Valborg! - Ela não quer nada contigo!

Deixem-me entrar! O meu coração parte-se em mil bocados!

Sem a Valborg, vou desaparecer da face da Terra.

Ouviste isto, Ingrid? Ele vai desaparecer da face da Terra!

Está só a tentar impressionar-te. É típico dos homens.

- O Kjell não é típico. - Estou farto disto!

Aquilo foi amor verdadeiro, Ingrid.

Não! É verdade! Ouvi com os meus próprios ouvidos!

E não só a coroa. Também roubaram as insígnias reais!

Tudo! Estão numa mina em Kongsberg.

Ouça-me, Hermansen...

Estou? Hermansen?

Desligou.

Como fará a Valborg!

O Egon Olsen acaba de contar uma história ridícula sobre os von Klems.

Alega que roubaram as insígnias reais.

E que as esconderam numa mina em Kongsberg!

- Devíamos verificar. - Disparate, Holm!

A polícia saberia, se as joias da coroa tivessem sido roubadas.

Ele inventou isso para se vingar da adorável família von Klem.

- Claro, mas se... - Boa noite, Holm!

Teremos de tratar disto nós próprios.

"Komodo, dragão de... Kon-Tiki...

Kong..."

"Kongsberg"! Encontrei!

Vamos lá ouvir!

"Cidade em Buskerud. Fundada em 1624 pelo Rei Cristiano IV."

- Ele foi rei da Dinamarca e da Noruega. - Certo! Também fundou Oslo.

O meu pai chama-lhe o Baixolas. Ou seria Meia-Leca?

Não importa. Tem uma estátua no centro.

Ele fundou uma mina de prata em Kongsberg.

Aqui está. A Mina do Rei!

E vejam!

Este X deve assinalar onde esconderam o tesouro roubado.

Os von Klems irão lá amanhã, às 8 horas. E nós também!

- Para onde vais tão cedo? - Lá para fora.

Isso vejo eu.

Mas para onde?

Vou ter com o Egon e o Benny.

E depois se vê.

- Não faças asneiras. - Nunca!

Ouve... Nunca escondemos segredos um do outro, pois não?

Nunca!

- Vens? - A tua mãe quer beber o café na cama.

Está em casa para o jantar. Vou fazer couve recheada.

Obrigado, pai!

Estou a ir, Gudrun!

Olá!

- O Benny ainda não chegou? - Não.

Lá estão eles!

O quê? O Harry Dinamite também vem?

A experiência dele pode dar jeito.

Harry e Dinamite são uma mistura perigosa.

- É em nome da segurança. - Estamos mais seguros sem ele.

Bom dia! Estamos prontos.

Olá, Harry! Trazes brinquedos?

Sim. Uma caixa inteira deles.

MOAGEM NITTEDALS

O que é isto?

Uma nova invenção. Um foguete de Ano Novo que fura armaduras.

Que porreiro, amigo!

E, já que vamos a Kongsberg,

pensei passar na fábrica de armas.

Talvez o queiram produzir.

Mas eu não escondi o porquinho, desta vez!

Está a dizer que ele saiu sozinho?

- Diga-nos só onde está. - Mas não fui eu!

Não confiamos em si. Bico calado!

- Mas... - Faça o que diz a sua mãe!

O que é isto?

Livre-se disto! Não temos tempo a perder!

POLÍCIA

Se alguém der um pum, está tramado!

- Mas comi sopa de ervilhas ontem à noite. - O quê?

- Desculpa, Egon. Eu também. - Não!

- Tenho de falar com o chefe. - Ele não está disponível.

Venho buscá-lo.

O pai está a arranjar-se e não pode ser incomodado.

Mas isto é importante!

Nada é mais importante do que a toalete matinal do meu pai!

Valborg e Ingrid, entrem!

- Olá! - Olá, Valborg!

- O Kjell está em casa? - Não, saiu.

- Disse para onde ia? - Não.

- Há algum problema, Valborg? - Não preguei olho a noite toda.

É o Kjell. Estava tão estranho ontem à noite.

Disse que ia desaparecer da face da Terra. Para sempre!

Eu não me preocuparia. Os rapazes dizem coisas estranhas.

Isso é o que eu digo, mas acha que ajuda?

Está aqui uma mensagem do Kjell:

"Fui à Mina do Rei em Kongsberg.

Com amor, Kjell.

P.S. Não esperem por mim para a couve recheada."

Tenho de largar um.

Nem pensar!

- Mas estou quase a explodir. - Não! Isso não!

Eu também, Egon. Só um pequenino.

Não! Apertem as bochechas do rabo!

- Não consigo! - Cá vai ele!

Céus!

- Soltou-se alguma coisa? - Deve ser sujidade no carburador.

Os meus óculos embaciaram.

Porco!

Estacione lá em cima, para não chamarmos a atenção.

- Espere no carro, Preben. - Porquê?

E penteie-se. Parece um órfão!

Vá!

Ar puro, finalmente!

Deixem-me ver se a locomotiva está pronta.

Aqui dentro. Vamos. Temos de nos despachar.

Em 1943, os alemães reuniram tesouros de arte de toda a nação

e armazenaram-nos aqui na mina, caso uma guerra eclodisse na Noruega.

E aqui, na galeria principal, onde entravam os vagões de minério,

dinamitaram uma grande sala para esse fim.

As joias da coroa que o rei não foi capaz de levar para a Inglaterra

também foram arrecadadas aqui.

Na altura, eu tinha trabalhado anos nestas minas.

Nessa época, o nome dele era Lars Knutebakken.

E nem podia pagar um anel de noivado decente.

- Chegou o tesouro real... - E ficou tentado.

A mina era muito funda. Mais de mil metros de profundidade.

Num momento sem guarda, foi fácil passar tudo

ainda mais para o fundo da montanha.

E, assim por aqui, encontrei o esconderijo perfeito.

Desde então, a mina foi abandonada, mas todo o equipamento ainda funciona.

Por isso, tem sido fácil chegar à mina,

sempre que precisávamos de reabastecer os nossos cofres.

As joias da coroa da Rainha Maud, em particular,

foram muito fáceis de converter em notas.

Aqui tem um capacete.

Não, o vermelho fica melhor com o meu vestido.

De certeza que encontra o caminho sem o mapa original?

É difícil navegar lá em baixo, mas acho que este mapa vai chegar.

- Não é a minha primeira viagem lá abaixo. - Pois não.

Acho que estamos prontos.

O tempo o dirá.

Vamos bater na madeira.

Sigam-me!

- E o Preben? - Pode esperar no carro.

Acorda, Holm! O Herman disse que era urgente.

Vi o gangue Olsen a subir ao carro do von Klem.

- O quê? Quando? - Há pouco mais de uma hora.

- Porque não me contaste? - Por causa da sua toalete matinal.

- Claro. Então, o que fizeste? - Nada.

- Aonde achas que foram? - A Kongsberg?

Disparate, Holm!

A história do Egon Olsen sobre os von Klems é descabida.

Vamos ligar para o palácio e garantir que as insígnias estão lá.

Tudo bem, porque não ligas... ao camareiro-mor?

Assim farei, chefe!

Holm! O que quer que faças, não refiras o meu nome!

Baixem-se!

Aqui há luz.

Mas, aonde vamos, será escuro como breu.

Direita, esquerda ou em frente?

- Esquerda. - De certeza?

Claro! Esquerda!

Venha, Monica.

A memória de von Klem falhou. Vamos por ali!

Que engenhoca!

Alguém quer boleia?

Esperem...

- Eles não irão longe sem isto. - Muito bem, Benny!

Olá, sou eu. Sim, o Adolf.

O quê? Bem. E o senhor?

A sério? Vou ter de me lembrar de dizer isso à tia Gudrun.

Enfim, eis por que estou a ligar.

A coroa do rei e o resto das insígnias. Estão a salvo?

Pergunto porque ouvi que podiam ter desaparecido.

A sério?

Desde a guerra?

Ultrassecreto?

Percebo. Não, pode confiar em mim. A minha boca é um túmulo.

Cumprimentos à tia Berit. Votos de rápidas melhoras.

Falamos em breve. Os bolos de café da tia Berit são os melhores.

Para!

Já chegámos?

Não, ainda não.

Adeus. Sim, adeusinho. Ora adeus. Está bem. Adeus.

- Com quem falavas? - Com o Kåre.

O Kåre?

O camareiro-mor.

O camareiro-mor?

É meu tio.

Macacos me...

Então, o que disse ele?

Não lhe posso dizer.

- O quê? - É segredo de Estado.

- Exijo que me contes, Holm! - Prometi ao tio Kåre.

Pronto, chefe, se prometer não contar a ninguém.

Sim.

A coroa do rei e as insígnias estão desaparecidas desde a guerra.

Disparate, Holm! Vi-as com os meus olhos na bênção do rei Olavo.

São réplicas, chefe. É esse o segredo.

Seria um escândalo nacional se se soubesse que eram réplicas.

Fiquem atrás de mim.

Olá! Mas que escuro que isto é.

De certeza que encontraremos o caminho de regresso?

Sim.

E se não encontrarmos?

Arriscamo-nos a ficar aqui presos para o resto da vida!

Kjell, despe o casaco.

Onde foram as insígnias verdadeiras vistas pela última vez?

- Numa mina em Kongsberg. - Sai daqui!

Para Kongsberg?

Certo, vamos lá, Holm! Vamos!

Vira-te.

És brilhante, Egon!

Agora só temos de seguir o fio.

- Mais depressa! - Mas o limite de velocidade...

A honra da nação está em jogo!

- Olá, Tutta! - Olá, Sra. Jensen!

É a única pessoa que conhecemos com um carro.

O prazer é meu. Talvez possamos vender gelados em Kongsberg.

Adoraria juntar-me, mas tenho de tratar da loja.

Confia em mim, Gudrun. Vamos encontrar o Kjell.

Não te atrevas a voltar sem o nosso rapaz!

Boa sorte!

Estou tonto. E tenho frio na barriga.

Se o despires, podes parar de rodar.

Ora bem, por aqui!

A Valborg nunca me perdoará. Ela tricotou isto para mim.

Disse que íamos descer, mas estamos a subir!

- Se ao menos tivesse o mapa certo! - Costumava trabalhar aqui!

Isso foi há séculos, Monica!

Com a breca! Mas que grande poço!

- Imaginem toda a prata aqui dentro! - Talvez tenha sobrado alguma para nós.

Eu podia levar uns quilos para a Valborg.

Não temos tempo para isso! Por ali!

- Nunca chegaremos lá abaixo! - É onde está o tesouro!

Isto deve ser uma espécie de elevador.

Talvez eu o consiga pôr a trabalhar.

Acho que vou só...

É demasiado perigoso! Quero sair daqui!

Muito bem, amigo!

Ouço o elevador.

O Egon Olsen! Aquele...

- Chegou primeiro! - Erro dele!

Agora, sei para onde ir. Por ali! Depressa!

Estamos a aproximar-nos. O tesouro está algures por aqui.

Ouviram isto?

Deixa-me ajudar-te.

- E agora, para onde? - Tenho de ouvir o elevador.

Porque não seguimos o fio?

Estamos a aproximar-nos. Vamos!

Deve ser isto.

Este é o caminho certo.

Temos de ir... mais fundo.

Socorro! Quero ir para casa!

Com a breca!

Aquele fulano não come há algum tempo.

Recomponham-se.

Não o suporto a olhar para mim.

Deve ser isto!

As joias da coroa!

As insígnias!

O cetro do rei!

E olhem para isto!

Parece uma maçã!

Ouro puro!

Aqui em baixo...

Vejam!

O rei Olavo vai passar-se quando vir isto!

Eles vêm aí!

Eles chegaram antes de nós.

Talvez ainda aqui estejam.

Espere aqui, Monica.

Eles fugiram! Temos de apanhá-los!

Quem era este?

Um antigo colega.

Nunca ninguém viu esta sala e saiu vivo.

Exceto a Gjertrud. Vamos!

Eles levaram a mala, Monica!

Pronto. A costa está livre. Fiquem calados como ratos!

A mala.

Já passámos aqui antes.

Cuidado!

Se tivesse deixado o fio, poderíamos segui-lo.

Desculpe, fiz uma asneira!

- Caluda! Ouçam! - O Egon sabe o que faz.

- De certeza que é por aqui? - Caluda! Sim!

Eles viram-nos! Corram!

Apanhámo-los!

Estão mesmo atrás de nós. Anda, Kjell!

Vêm aí!

Egon Olsen, seu cleptomaniacozeco, dá-me já a mala!

E se não der?

Gjertrud?

Pare!

Vou descer.

Obrigada. E traz o mapa.

O primeiro dever de um agente da polícia é ver se tem gasolina.

Mas, chefe, as nossas restrições orçamentais...

Escolheu as prioridades erradas, Holm. Tome nota disso.

Holm...

Vamos içar.

- Agarra! - Não!

Não nos podem deixar aqui em baixo!

Porque não? Ninguém vos mandou vir.

E ninguém saberá que aqui estiveram!

- Estamos tramados. - Parece que sim.

Adeus!

Desculpem não podermos dizer "até logo"!

- Nunca conseguiremos subir, Egon! - É a única saída!

E o meu pai ia fazer couve recheada.

Parem!

Holm...

- Hermansen? O que faz aqui? - Podia perguntar-lhe o mesmo.

Estamos a impedir o Kjell de desaparecer!

- Ele vai descer à Mina do Rei. - Eu e o Holm também!

Prego a fundo!

- Gelado? - Obrigado.

- Tem de haver forma de sair daqui. - Como?

Não me perguntes. O génio és tu.

Deixa-me ver o foguete de Ano Novo, Harry.

Teremos morrido de fome bem antes do Ano Novo.

- De certeza que fura armaduras? - Podes apostar. 96 %!

- Consegues acertar naquilo, ali em cima? - Com todo o prazer!

E se a mina se desmorona?

- O quê? - Esquece!

Está bem.

Bingo!

Depressa! Temos de apanhá-los antes que saiam!

Veem? Disse-vos que conhecia a mina como a palma da minha mão.

Agora podemos usar o carro de mão para chegar ao comboio.

Esperem! Aqui dentro.

Porquê?

No mapa, parecia um atalho.

"Poço perigoso"? Perdeste o juízo?

Tu primeiro, Kjell!

Eu? Nem pensar.

Sim! Vá lá!

Não podemos deixar-te aqui.

- Não empurres! - Vamos lá!

Vamos!

Vá lá, Kjell! Temos de atravessar.

Estou tão tonto...

Não! Não me tires os óculos. Não vejo sem eles.

Pois. E o que não vês não te assusta.

Vem atrás de mim.

Calma!

Nunca devia ter vindo convosco!

- Usa a tua força, Benny! - Mas ele deve pesar uns 100 kg.

Foi por pouco.

Continuem a avançar.

Finalmente!

Voltem para dentro!

Ainda temos uma oportunidade!

Depressa!

- Vejam! - É mesmo o que precisávamos!

Vamos, Benny!

Empurra!

A chave! Sumiu-se! Não podemos arrancar!

- Os miúdos devem tê-la levado. - Teremos de usar o carro de mão.

Vamos!

Prontos para isto?

Prego a fundo, Benny!

Depressa, Holm! Para a mina! Vou... liderar a operação a partir daqui.

- Espera que eu... - Sim, espero, Holm.

- Sozinho, chefe? - Sim. É uma ordem!

Não devíamos pedir reforços, chefe?

Se não se decidem, entro eu.

O mais importante para mim é encontrar o meu filho.

Vou consigo. O Kjell é o meu melhor cliente.

Obrigado, Syvertsen!

Boa sorte!

Parem!

Isto não é operação para... civis.

Irei eu e o Holm.

Mas estejam à vontade para nos seguir de perto.

Mais depressa, Benny!

Estou a fazer o possível, Egon!

Agora, ninguém nos apanha!

A boa vida é nossa outra vez!

As minas são assim tão escuras, Holm?

Parece que é normal, chefe.

- Lá estão eles! - Agora vão pagá-las!

Vem aí alguém!

O comboio! O comboio da mina!

- Vai atropelar-nos! - Mais depressa!

Estão... mesmo atrás de nós?

- Estamos aqui mesmo. - Nós os dois.

Talvez devessem ir à frente, com a luz.

Também vejo ali uma luz.

Hermansen e Holm?

Talvez devêssemos sair daqui, Syvertsen?

- O quanto antes! - Mas que raio é aquilo?

- Acho que é um comboio, chefe. - Porque não disseste antes?

Parem, em nome da lei! Parem!

Fujam!

- Siga os carris! - Quais carris?

Vá, Benny!

Mãe?

Porreiro, Egon!

Vejam!

Estou desiludido consigo, von Klem. Muito desiludido.

Obrigado por nos deixar transportar os prisioneiros na sua carrinha.

E o que acontece ao Preben, com os pais na cadeia?

Não sei bem, pobre rapaz.

Pobre rapaz? Tem pena dele?

Vais comigo para o orfanato, Preben.

Talvez te possamos transformar num homem decente!

O rapaz tem bom coração!

Acho que podemos considerar o caso encerrado.

Em nome de Sua Majestade, o Rei,

gostaríamos de agradecer a cada um... O que foi, Holm?

- Ele pode agradecer em pessoa. - O rei está aqui?

Não, mas posso ligar ao tio Kåre.

- Aquele ali é o rei? - Não, é o meu tio.

Tio Kåre! Aqui!

Olá, Adolf! A tia Berit manda cumprimentos.

Obrigado. Ela sente-se melhor?

- Absolutamente. - Boa. A tia Gudrun manda...

- Estão prontos? - Sim. Aqui está o rapaz.

Sigam-me. Mas lembrem-se,

isto é ultra-ultrassecreto!

Isto é ultrassecreto. Lembrem-se, ultrassecreto.

Sua Majestade, o Rei Olavo V!

Aqui está a sua coroa, Sr. Rei.

Este é um grande prazer e uma honra

para todos os noruegueses, em terra e no mar!

E, já que me devolves a coroa,

parece-me normal dar-te o meu chapéu de coco.

Vejam só!

Macacos me mordam!

Mas que grande pinta!

Atenção!

Não dispares!

- É a minha coroa! - Porreiro, Harry!

Legendas: Mariana Vieira

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