All language subtitles for The Good Karma Hospital - S2E6 Episode 6.pt-PT

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Original subtitles

- L� est� ele de novo. - Apanhem-no!

Mexe-te! Hari!

Afasta-te!

Ele est� aqui!

N�s avisamos-te, Hari.

N�o.

Merda!

Ol�?

Consegues ouvir-me? Merda.

Algu�m me ajude!

Precisamos de um m�dico aqui. Vai!

Cinco, seis, sete. V� l�.

Merda!

AMBUL�NCIA

Facada na lateral do peito. Presa com tens�o.

- Improvisei. - Estou a ver.

Ou ambos temos problemas de higiene pessoal,

ou algo se passa.

Acabei de tomar banho e estou a usar uma col�nia cara.

Sendo um cavalheiro, n�o posso comentar para al�m disso.

Onde est� toda a gente?

Um mi�do da praia foi atacado. Largaram-no e foram embora.

Meu Deus! Ele est� bem?

Penso que sim. Gra�as ao AJ.

- O AJ? - Encontrou-o l� fora.

Adiante, j� est� acordado.

O Dr. Varma e a Dra. Walker est�o a discutir sobre o dreno tor�cico.

N�o, a minha consulta � agora.

O Sr. Rahul est� de volta.

J� lhe disse mil vezes.

A cl�nica de mem�ria � � ter�a-feira.

Sr. Rahul! N�o! Hoje, n�o.

O que est�s a fazer?

Estou � procura da minha roupa. Ou pelo menos, da roupa interior.

Diz-me que n�o fomos nadar nus.

- N�o. N�o vais a lado nenhum. - Estou s�o como um pero.

- Precisam de camas para os doentes. - Por amor de Deus, Paul.

Quase te afogaste ontem.

Tive de te arrastar.

Por isso, vou pagar-te uma cerveja.

Est� bem, duas cervejas. E um pacote de batatas fritas.

Ambos sabemos o que tentaste fazer.

Estava chateado. Autocomisera��o alimentada por cerveja.

Pensava que um barman experiente reconheceria isso ao longe.

Tretas. Eu estava l�. Todas as palavras foram sentidas.

Estava b�bado. E agora vou para casa.

Aqui est�. Lidou com o Sr. Rahul?

Ele viu o meu lado da quest�o. Eventualmente.

- �timo. - Isto chegou para si.

Dra. Fonseca?

Sim, obrigada. � tudo.

Talvez esteja a dizer a verdade?

N�o estavas l�. Eu estava. Ele queria morrer.

Ele pr�prio o disse.

O que queres que eu fa�a?

Ajuda-o! Ajuda-me a ajud�-lo!

Onde est� ele?

Est� a voltar ao hotel, como se nada tivesse acontecido.

Lamento. Neste momento, tenho de ver uma pessoa, urgentemente.

E isto n�o � urgente?

Ele confia em ti. Fica com ele.

Tenta convenc�-lo a falar comigo, para discutirmos

medica��o, talvez aconselhamento...

� isso que tens? Uns comprimidos e uma conversa?

- N�o h� mais nada. - N�o podes...

- N�o o podes prender, pelo bem dele? - Sou m�dica, n�o carcereira.

- Farei todos os poss�veis. - N�o. Eu trato disso.

Obviamente, � problema meu.

Est� a� algu�m?

Virg�nia? Recebi a sua carta.

Vim assim que...

- Finalmente! - Credo!

Espero que estivesses a prestar aten��o,

pois � assim que quero que me descubram, quando chegar a hora.

Fui clara? �timo.

Vamos beber um copo.

E respira fundo de novo.

J� est� a soar melhor.

- Queres experimentar? - Claro.

Como est� a dor?

Est� bem.

Hari, tenho de saber quem te fez isto.

Tiveste uma discuss�o com algu�m?

Apanharam-me a pescar no s�tio errado.

No territ�rio deles.

Se contar � pol�cia, ainda ser� pior.

N�o podes deixar que se safem.

Obrigado pelo que fizeram.

Estou grato.

Mas n�o quero arranjar problemas.

Mas Hari, se n�o fizermos nada, e depois?

Para a pr�xima, podes n�o ter tanta sorte.

H� quanto tempo est� na �ndia?

H� tempo suficiente.

Ent�o, j� sabe

que as coisas por aqui s�o diferentes.

E alguns problemas n�o se resolvem facilmente.

Se querem mesmo ajudar-me,

deixem-me sair daqui.

Estou a orientar uma jovem m�dica.

A s�rio?

Espero que seja melhor aluna do que tu foste.

Sentia falta disto. Eu e tu.

Est�vamos sempre a falar. O que aconteceu?

Disse-me para nunca mais lhe aparecer � porta.

Disse? Que dram�tica.

N�o finja que se esqueceu, Virginia.

Recordo-me de ser usurpada pela minha doce protegida.

E eu recordo-me de termos acordado que era pelo melhor.

Considerando tudo.

Consideravas-me incompetente.

N�o tive escolha, pois n�o?

A Dra. Fonseca n�o faz prisioneiros.

Os atos mais implac�veis, justificados sempre pelo bem maior.

Imagino que nada tenha mudado?

Ainda tento fazer o melhor pelo hospital, sim.

Que nobre.

Chamou-me at� aqui para remexer em hist�rias antigas?

Ou foi s� mesmo para me insultar?

Claro que n�o. Isto � apenas o aperitivo.

Preciso que me odeies um pouco.

A brasa tem de ser ati�ada.

O que quer, Virginia?

Quero que me mates.

Est� a� tudo. Podes ler.

Carcinoma de c�lulas escamosas, no �pice do pulm�o direito.

Avan�ado localmente.

M�ltiplas met�stases no f�gado, pulm�es e c�rebro.

Full House. Paga ao banco.

E antes que perguntes, pedi uma segunda opini�o.

Todos os m�dicos de Kochi at� aqui acham que estou a morrer.

Incluindo eu.

- Lamento. - N�o.

Por favor, n�o lamentes.

N�o preciso de um cora��o lamechas.

Marquei-te uma consulta no barbeiro de manh�.

E sim, � a �ltima vez que estamos juntos antes do casamento.

Porqu� tanto alarido? Ningu�m vai olhar para mim.

Eu vou.

Tens mesmo a certeza?

Uma mulher linda e sofisticada como tu, casar-se com um homem como eu?

N�o sou um belo partido.

�s um homem forte e �s bem-parecido.

� exatamente o tipo de homem com quem sonhava.

Senhor, espere. Venha. Deixe-me ajud�-lo.

N�o. N�o o farei.

Todos sabemos que o fim n�o est� em quest�o.

Estou a morrer. N�o quero discutir sobre o tempo.

N�o tem o direito de me pedir isto, Virginia.

Lydia, passamos as nossas vidas a ajudar outras pessoas.

Portanto, ajuda-me. Agora. Eu mere�o.

Deixa que os outros desbaratem as vidas, mas n�s escolhemos o nosso destino.

- E eu escolho isto. Agora. - N�o.

N�o serei um fardo.

Por favor, n�o sejas uma cabra ego�sta. Por favor.

Vai-te lixar, ent�o.

Vejamos o que temos aqui.

Decerto conseguirei preparar um belo cocktail.

N�o tem de ser assim.

Porque n�o vem para casa comigo? Tratarei de si.

Decerto o homem na tua vida adoraria uma velha moribunda

a apodrecer no sof� durante semanas.

Porque n�o vem ver o seu hospital uma �ltima vez?

Venha ver o que fiz com ele. O seu legado.

E depois, temos acordo?

Depois, pensarei nisso.

- Temos de falar com o teu paciente. - Reconhe�o a carrinha dele desta manh�.

- Pode ser um dos atacantes do Hari. - N�o.

A ferida dele tem de ser cosida. � a prioridade.

N�o duas pessoas a fazerem de detetives.

O que estavas a fazer naquela carrinha, hoje de manh�?

Tenho de saber o que aconteceu.

N�o � da sua conta. Por favor.

Certo. AJ, acho que vi alguns pol�cias l� fora?

- Podes... - Espere!

N�o � culpa minha.

Tentei impedi-los. Mas estavam zangados com ele.

Por ter pescado na praia de outra pessoa?

Dra. Walker? Uma palavrinha?

AJ, podes ir buscar fio de costura e uma agulha?

Concordo com o meu paciente. N�o � da nossa conta.

- O Hari est� em sarilhos, quero ajud�-lo. - E como est� a correr?

O teu sil�ncio diz imenso.

- Ent�o, n�o fazemos nada? - N�o, vamos trat�-lo

e dar-lhe alta. E se necess�rio, f�-lo-emos de novo.

Se os idiotas querem lutar at� � morte com facas, � com eles.

- N�o concordo. - Sim, estou a ver.

Quanto tempo vamos continuar a fazer isto?

Continuar a fazer o qu�?

Claramente, est�s zangada pelo que aconteceu entre n�s.

Mas se vai afetar o nosso trabalho, temos de ultrapassar isso.

N�o concordas?

Aonde foi?

Onde est� o paciente daquela cama?

Obrigada.

Hari?

Chandran, por favor.

- Sim, o grande? - Sim, o grande.

- Aqui tem. - 8.572.

Ficamos quites.

Por amor de Deus, Paul. Paul.

Voltar aqui foi um erro.

N�o me leves a mal, foi bom ver-te.

Considero-te um amigo.

Ent�o, est� feito? Tu...

Vais para casa?

Por vezes, na vida, temos de admitir a derrota.

N�o adianta fazer-me de tolo.

Ent�o?

Pintaste de novo e aprovo.

O Ram escolheu.

N�o h� nada como ter o nosso nome na porta.

Anuncia ao mundo que chegou.

Dra. Fonseca, gra�as a Deus.

Lamento imenso, desculpe.

O Hitesh veio para a inje��o de ester�ides e insiste que seja a senhora.

Eu bem tentei, mas hoje n�o d� para falar com ele.

Dra. Walker, quero que conhe�a uma pessoa.

Dra. Ruby Walker, a Dra. Virginia Mileham. A m�dica que fundou o hospital.

Vigia-a por um minuto, sim?

Ol�. � um prazer conhec�-la.

- � inglesa? - Mais ou menos.

� uma longa hist�ria.

Ent�o, por amor de Deus, n�o me conte. Estou a viver em tempo emprestado.

Ent�o, como � que ela a tem tratado?

A Dra. Fonseca � uma excelente professora.

Muito diplom�tica, Dra. Walker. Mas o que quer mesmo dizer

� que ela � um pesadelo.

� claro que eu ensinei-lhe tudo o que ela sabe.

Credo, demorei anos.

Cada li��o tinha de ser enterrada naquela cabe�a dura!

Teimosa como uma mula.

- Posso fazer-lhe uma pergunta? - For�a.

Porque se chama "O Hospital do Bom Karma"?

- Foi a senhora que lhe deu o nome? - N�o.

Foi um dos primeiros pacientes.

Tinha estado a trat�-lo e a modos que ficou.

Ele disse: "Boa medicina � como bom Karma.

"Ajudamos os outros e ajudamo-nos a n�s mesmos. Um c�rculo virtuoso."

- Qual era o problema dele? - Hemorr�idas.

Provavelmente, um dos piores casos que alguma vez vi.

O sofrimento pode ser profundo e banal, Dra. Walker,

mas n�o deixa de ser sofrimento.

Agora, acho que devia ir ajudar o mixedema daquela pobre senhora

antes que entre em coma.

Cabelo ralo, ligeiramente acima do peso.

� �bvio, at� daqui.

Certo. Obrigada.

Doeu quando me usurpaste, Lydia.

Mas estou impressionada.

Pegaste no meu pequeno hospital

e transformaste-o em algo com que apenas podia sonhar.

S� ao remover o elo mais fraco.

Nunca foi isso, Virginia.

Apenas segui a minha consci�ncia. Voc� ensinou-me isso.

N�o conseguiria viver comigo mesmo se algu�m se tivesse magoado.

Quero morrer da forma que vivi, Lydia.

Em controlo.

Ajuda-me.

Ajuda-me e depois talvez algu�m te ajude

quando chegar a tua vez.

Est�s a ver se fica bem?

Desculpa. J� vou.

� mesmo verdade? Com uma caneta?

� verdade.

Nem sabia que sabias escrever.

Quando � o teu voo?

- Vou agora. - Mas o que vais fazer?

Sabes quantos est�dios h� na liga de futebol?

- Noventa e dois. - Obrigado. Correto.

E se vires um jogo em cada um deles, podes pedir uma gravata, ou algo assim.

Depois, h� jantares anuais e um boletim informativo.

- � esse o teu plano? - Sim, porque n�o?

- Deve manter-me afastado de problemas. - N�o acredito.

Naquela praia, querias morrer.

N�o me parece que nada tenha mudado, pois n�o?

N�o.

Portanto, se te meteres no avi�o,

nunca mais te volto a ver.

Tenho pena do pobre coitado que te encontrar.

V� l�, Paul, fala comigo.

Podia falar contigo,

ou podia falar com qualquer desgra�ado

at� ficar sem f�lego, que ela continua a n�o estar comigo.

Ela continuaria morta e eu aqui. Preso. Abandonado.

- Foi o amor da tua vida. - Sim, foi.

- E agora foi-se. - E isso faz de ti um sortudo.

Como chegaste at� a�?

Milh�es de pessoas passam a vida sem saber o que isso �.

V�o para a campa na d�vida.

Mas tu n�o.

Tu ganhaste a lotaria.

- E agora perdi a cautela. - Mas tiveste-o!

Amor verdadeiro.

E fica contigo, para sempre.

O que faz de ti o maior sortudo que conhe�o.

O mais sortudo aqui, pelo menos.

Tenho um avi�o para apanhar.

Pode parar o carro, por favor? Tenho de sair.

Estarei sempre � tua espera.

N�o h� pressa.

N�o h� pressa nenhuma.

- Fui um tolo, Maggie. - Sim.

Desculpa.

Eu sei.

Guardamos segredo durante muito tempo. Ningu�m fazia ideia.

Talvez me tenha descuidado, n�o sei.

� dif�cil esconder o que sentimos por algu�m.

E atacaram-no?

Sim.

E o Chandran?

Porque n�o tentou impedi-los?

Que escolha tinha?

Ter-nos-iam matado aos dois.

Pelo menos assim, apenas um de n�s se magoou.

- Acham que estamos enganados? - N�o.

Mas o que est�o a fazer � contra a lei.

- E concorda com isso? - Claro que n�o.

Mas � a verdade.

Na cidade, as pessoas fazem vista grossa.

Fora da cidade...

Nunca mais posso voltar a casa.

Nem ver a minha fam�lia.

Chandran.

Por vezes, o amor vale o risco.

Sim.

Boa sa�de.

Estou assustada.

Eu sei.

Que se lixe.

H� espa�o para uma pequena.

Obrigada.

N�o fiques sozinha, Lydia.

Tu mereces muito mais.

Promete-me isso.

Prometo.

Sim, acabei de a encontrar.

Ela j� n�o estava bem h� algum tempo.

Obrigada.

O que tens vestido? O casamento � daqui a uma hora.

N�o estou com disposi��o.

Ainda n�o se sabe nada?

Lamento. Deste o teu melhor.

Foi um monte de tretas.

N�o acredito nisso.

Acho que se algu�m o podia ter ajudado, eras tu.

Anda comigo.

Porqu�?

Porque um bom amigo nosso vai casar-se com a mulher que ama

e gostaria que estiv�ssemos os dois l�.

� l� que eu vou estar.

E acho que precisas de algu�m hoje, mais vale que seja eu.

Por favor?

Vou levar a garrafa.

E se ela n�o vier?

Ela vir�, pai.

Ningu�m se d� a tanto trabalho se n�o tiverem a certeza.

Anda.

N�o tremas!

Ou vai demorar o dobro.

Mas faz comich�o.

Quem te vestiu?

Podes n�o acreditar, mas fui eu.

Vamos utilizar alfinetes grandes.

Aconselho-te a ficar quieta.

Ruby!

As indianas a s�rio n�o tremem.

E eu n�o sou? Uma indiana a s�rio?

Claro que n�o. Nasceste em Nottingham.

Da �ltima vez que vi, isso n�o era na �ndia.

Mas podemos estar preparadas para te adotar.

Ap�s um per�odo razo�vel, � experi�ncia.

E quanto tempo dura essa "experi�ncia"?

Termina exatamente...

...agora.

Ent�o, passei?

Com distin��o.

Desconto de tempo.

Ol�, pai.

N�o tenho energia para isto, AJ.

Muitos homens desejam mulheres mais novas.

Mas � cansativo. N�o experimentes.

Pai, na verdade...

Queria o teu conselho profissional.

Em rela��o a isto.

O que � isto?

Preenchi o melhor que sei.

Faculdade de medicina?

Sei que ainda posso melhorar,

mas queria ter a melhor hip�tese de ser aceite.

S� quero que tenhas orgulho em mim.

Recorda-te sempre disto,

estou orgulhoso de ti desde que nasceste

e estarei orgulhoso de ti at� morrer.

No entanto,

vou enviar isto pessoalmente.

O meu menino vai ser m�dico.

Como eu.

Pedi a tua ajuda com o Paul.

Precisei de ti e tu foste embora.

Desculpa.

O que posso dizer? �s uma mulher ocupada. Sempre foste.

� algo que tenho de aceitar.

E se as coisas mudassem?

E se arranjasse tempo para n�s?

� s� a bebida a falar.

N�o, a s�rio.

Nunca pensei ouvir a Dra. Lydia Fonseca a dizer essas palavras.

N�o sei se acredito nisto.

Pensei no que disseste.

E?

A Maggie n�o o quereria.

N�o.

N�o, n�o quereria.

- Est�o a olhar para n�s. - Que se lixem.

Ol�.

Ol�.

Vestiste isso para mim?

Est�s a brincar.

Sim, estou.

Provocar-te continua a ser f�cil.

Eles parecem felizes.

Acho que � porque est�o mesmo.

Desculpa por ter...

Por ter...

Por me teres beijado?

Sim.

Sim...

Est� bem.

A Mari est� a olhar para n�s.

Eu sei.

As pessoas, claramente, t�m expetativas.

E quais s�o as tuas?

Acho que ainda as estou a tentar descobrir.

E h� um s�tio aonde tenho de ir para o fazer.

E onde � que isso me deixa?

� espera?

Desculpa.

Posso esperar.

Obrigada.

�s muito...

...paciente.

Sou, sim.

Muito.

Venham, fazem falta na pista.

O dever chama?

Lamento imenso.

- Eu levo-te. - N�o tens de o fazer.

Tu mereces. E podes ainda estar b�bada de ontem � noite.

E tu est�s s�brio?

Este f�gado � uma m�quina altamente treinada.

Podes ser uma boa m�dica,

mas a beber, ainda �s uma amadora ousada.

A s�rio?

Mere�o mesmo?

Tens mesmo de me perguntar isso?

Quando as pessoas precisam de ti, precisam mesmo de ti.

Como eu ajudei o Paul.

E sem qualquer falsa mod�stia, diria que lhe salvei a vida.

Claro que sim.

Estou a tentar dizer-te que percebo.

Nunca vais mudar, Lydia. E n�o quero que o fa�as.

S� fico contente por ainda sermos amigos.

N�o, n�o somos amigos.

Ruby.

Pai! Est� aqui a Ruby.

Ol�.

Senta-te.

- � o paciente da h�rnia? - Sim, Dra. Fonseca.

Levem-no para a ala. Troquem-no com o que veio de Kochi!

Sr. Rahul. Cl�nica de mem�ria?

A Irm� Mari ter� todo o gosto em ajudar.

Lembra-se do caminho? N�o se preocupe, eu ajudo.

Sr. Thampi.

� cliente habitual. Tr�s minutos, no m�ximo,

a menos que queiras uma disserta��o sobre a pr�stata.

Vou levar isso em conta. Venha.

Sra. Pillai?

Bem-vinda ao Hospital do Bom Karma. Qual � o problema?

Legendas: Lu�s Perat

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