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- Ainda n�o entendo! - Entende o qu�?
Isso! Quer dizer, � s�...
Voc� soa como a minha m�e! E est� at� parecendo ela.
Deve ser o cabelo.
E isso est� �timo.
Surpreendente... mas �timo.
Escolha profissional, baseada em pesquisas.
Permite que eu me misture perfeitamente, com a subcultura.
Viu?
E agora, aplausos para...
DJ Kurt Summer!
Tudo isso por algu�m que toca alguns discos?
Kurt Summer � uma lenda viva.
Come�ou na Orquestra Filarm�nica de Berlim.
A�, no auge de sua fama,
ele largou tudo por suas batidas repetitivas.
N�s dan�amos para viver.
Dan�amos at� morrermos, porque a m�sica � a vida e alma.
De onde eu conhe�o essa?
Ei, para!
Para!
Voc� � doido?
Voc� est� presa.
Pol�cia de Palma. Suspeita de entorpecentes.
O qu�? Isso � loucura.
Eu n�o estou com nada. Me revista se quiser.
Vire-se. Bra�os abertos.
Sapatos. Se importa de eu olhar?
J� disse, n�o estou com nada.
O que � isso?
Uma bolsinha.
THE MALLORCA FILES S01E07 l Friend Henry
LaisRosas l TatiSaaresto TinTin l Kuro
Flavs l DebCarda Charles23 l Tamirands
mateuscgr
45 p�lulas.
S� precisamos disso para condenar voc� por tr�fico.
A menos que sejam aspirinas.
A� eu gostaria de pegar umas. Estou com dor de cabe�a.
Estamos a caminho.
- Restrito. - Somos os Detetives.
- Winter, Blake. - Perd�o. Passem, passem.
Parece que ele morreu com o fone no ouvido.
O que ele estava ouvindo?
Mahler, Sinfonia n.� 4. Est� no modo repeti��o.
Mas � claro!
Lembra do violino, ontem � noite?
Era Mahler.
- Sabia que conhecia. - Voc� gosta de Mahler.
Claro.
Tamb�m amo Beethoven. Franz Liszt. David Hasselhoff.
Voc� sabe, de tudo um pouco.
Consideram a Quarta Sinfonia de Mahler,
como a sua maior afirma��o musical.
Descreve a dan�a do homem com a pr�pria morte.
Miranda!
N�o come�a. Deve ter sido uma overdose.
� imposs�vel. Kurt n�o usava drogas.
Ele odiava.
"S� preciso de m�sica para ficar chapado".
Cita��o exata.
Sem entrada for�ada, nenhum sinal de luta,
nenhum trauma �bvio.
Me desculpe, Max. Estou com a Miranda.
Logotipo da cabe�a da morte.
Agora, aposto que encontraremos mais destes
dentro desse DJ totalmente limpo
que certamente, definitivamente nunca usou nenhuma droga.
Olha, fiz tudo o que podia para limpar este lugar, beleza?
Quer dizer, todo mundo � revistado na porta.
Heinrich tem uma pol�tica de toler�ncia zero
com todos os funcion�rios e sempre ajudamos a pol�cia.
O fato � que encontramos um traficante
operando dentro do seu clube.
Agora o seu DJ morreu de overdose.
Suspeita de overdose.
Isso � imposs�vel.
Kurt era totalmente antidrogas.
Essa foi uma das �nicas raz�es para ele concordar tocar.
Garantimos a ele que o clube estava limpo.
Est� bem.
Precisamos rastrear seus movimentos no clube.
Vou precisar de acesso a todas as c�meras.
- Heinrich. - Claro.
Me sigam.
O levei para o camarim antes do show.
Ele queria algo para beber.
- Champanhe, u�sque? - Ch� de menta.
Kurt n�o bebia �lcool.
Claro.
Ele tamb�m te pediu um tapete de ioga?
J� t�nhamos providenciado isso.
Pare.
Maria.
� voc�, n�o �?
Kurt Summer foi encontrado morto no quarto, esta manh�.
E encontramos isso no banheiro dele.
Estava vendendo drogas, as mesmas, contaminadas,
que hospitalizaram cinco pessoas m�s passado.
E agora mataram algu�m.
E temos imagens de voc� fazendo a venda.
- O que voc�s querem? - A pessoa respons�vel por isso.
Luis Gardera.
N�o conhe�o nenhum Gardera e n�o sei...
Todo mundo sabe que ele gere o neg�cio por aqui.
H� um acordo na mesa.
Voc� nos ajuda e n�s podemos ajud�-la.
Imunidade � minha nova identidade.
Olha.
Precisamos de algu�m para trabalhar conosco.
Nos ajude a chegar perto do Gardera
para pegar as evid�ncias que precisamos.
Isso.. foi tirado h� dois anos.
E essa, foi tirada m�s passado.
E estes, s�o todos v�timas do Gardera.
Tentando me assustar, isso � pat�tico.
Eu teria medo, se tivesse que trabalhar para o Gardera.
Parece que ele muda muito de pessoal,
E isso, e isso, e isso...
s�o uma bela de uma indeniza��o compensat�ria.
Voc�s acham que � t�o f�cil?
Gardera conhece pessoas em toda parte, neste lugar,
no governo, em toda parte.
Por isso que ningu�m fala dele, porque todos acabam assim.
Voc� n�o vai,
se deixar a gente te proteger.
Eu devo confiar a minha vida em voc�s.
Eu confiaria, se eu estivesse no seu lugar.
O advogado do Gardera.
N�o temos motivos para pris�o preventiva.
Aumentei a fian�a o m�ximo que pude,
ainda assim, o valor n�o � nada para eles.
Droga! Ela est� apavorada.
Mais uns minutos, e ela teria nos ajudado.
Talvez sim, talvez n�o.
Mas acho que fizemos tudo o que pod�amos.
Vou para casa, preciso dormir.
E voc� precisa de um banho.
Pois �.
LUIS XAVIER GARDERA CONSPIRA��O INCENDI�RIA
EMPRES�RIO LOCAL EXPANDE SEU IMP�RIO DE PROPRIEDADES
Oi.
� verdade? Sobre o Kurt?
Ouvi rumores, mas...
Blake.
Tem certeza que esse � o lugar certo?
Talvez ela tenha ficado com medo.
Voc� a culparia por isso?
Sim, diga!
Perd�o, est�o esperando algu�m?
- Sim. - Estamos esperando.
- Sim? - Carrer Marco.
Em dez minutos.
Ela trocou o lugar.
- Talvez tenhamos perdido ela. - Talvez.
� essa rua.
T� legal, mais um minuto, depois a gente sai daqui.
Por aqui.
Quer alguma coisa?
Falaram s�rio? Quando disseram que podiam me ajudar?
- Claro que sim. - Tem que confiar em n�s.
Eu vim aqui com meu amigo para nos divertirmos, sabe?
E quando tivesse dinheiro, ia voltar para casa,
e ele disse que podia me ajudar a fazer uma grana,
a� ele me deu p�lulas para vender...
E pegou meu passaporte e identidade.
Heinrich trabalha para o Gardera?
Ele confia nele.
Por isso que o Gardera o colocou dentro do clube.
Tenho que ir.
S� quero sair e ir para casa,
mas se eu tentar, eles me matam.
Se voc� trabalhar conosco, podemos te ajudar.
Podemos arranjar um contato em Vice.
Ele � um oficial experiente e...
N�o, Gardera tem informantes em todo lugar.
Na pol�cia, no governo. Todo lugar.
� como ele trabalha. Se eles sabem, ele sabe.
Por que acha que te liguei? Voc�s n�o est�o conectados.
Isso � trabalho de especialista. � perigoso.
Eu disse n�o! � o �nico acordo.
Trabalho apenas com voc�s, ou nada. Entenderam?
� s� voc�s ou eu estou fora.
N�s n�o lidamos com informantes, Detetive Blake.
N�o desse n�vel, pelo menos.
Se eu aprovasse essa opera��o, meu pesco�o estaria na linha.
Mas se for voc� a pegar o Gardera...
Eu j� fiz isso antes, em Londres.
T�nhamos informantes em gangues de drogas.
Essas opera��es s�o de longo prazo.
Podem levar meses. At� anos.
Sim, mas Maria est� nos dando uma entrada.
Uma oportunidade dessas � t�o rara, Ines.
T� bem. Fa�a o acordo.
Mas fa�a fora da delegacia.
- Tudo certo? - Certo, perfeito.
- Sim, consigo te ouvir. - Tem gente no campo...
eles acham que acabou...
Pelo amor de Deus, Max.
Ele est� nervoso. Quando as coisas ficam s�rias, ele..
tenta fingir que tudo � uma piada.
Eu percebi.
Voc� fez isso para o Kurt? Posso?
Max disse que voc� fez a arte do �lbum dele.
Sim, eu o conheci em Ibiza
quando eu estava fazendo uma exibi��o.
Ele gostou do meu trabalho, mas...
ele sempre foi muito espec�fico,
sabia exatamente o que queria.
A morte convidando todos n�s para dan�ar.
- "Buenos dias." - "Pero Bueno..."
"Que tal?" Miranda, presente para voc�.
- Isso. - Presente para n�s.
- Ensaimadas! - � claro, meu amigo!
E n�o h� d�vida quanto a isso?
Causa da morte foi uma grande overdose de barbit�ricos,
assim como suspeit�vamos.
Mas Kurt foi assolado por um c�ncer agressivo,
provavelmente um tumor renal.
Quase todos os �rg�os principais foram atingidos. Ele ia morrer.
- Ouviu isso? - Sim.
Ele sabia disso, que estava morrendo?
Havia uma pequena marca do lado direito,
Talvez uma cicatriz de bi�psia, de um ou dois meses atr�s.
Ele estaria fraco e com muita dor.
Ent�o, sim, ele sabia.
Voc� acha que foi suic�dio?
Que ele sabia o que estava usando?
Faz sentido.
Oi.
Reservamos um quarto.
Sr. E Sra. Schmidt.
"Gracias".
Depois de voc�, "Frau" Schmidt.
Ent�o,
h� quanto tempo est� em Vice?
Quase tr�s anos.
Engra�ado.
Acho dif�cil de imaginar.
Porque sou mulher?
N�o, n�o, porque voc� � t�o certinha.
Talvez seja por isso que confiavam em mim.
Eram namoradas, na maior parte do tempo,
as pessoas nem notavam.
A maioria delas estava sendo abusada
e s� queriam uma sa�da.
Ent�o eu as ajudava.
Por que se demitiu?
Pessoas...
pessoas que confiavam em mim se machucaram,
ou pior,
e voc� tem que lidar com isso.
Algumas pessoas acham mais f�cil que outras.
Sim, claro.
Sim.
Vamos te seguir de uma dist�ncia segura,
voc� n�o vai conseguir nos ver,
- e estaremos escutando, certo? - Certo.
S� finja que n�o estamos l�.
Claro, sem problemas.
Coloque isso por dentro.
Certeza que trar�o o carregamento essa noite?
Sim, sim, � a rotina regular.
Entrega dos produtos para semana que vem...
para o clube.
Certo, �timo.
Nada diferente hoje, sim?
S� pegar suas coisas e ir embora.
S� queremos observar
para construir um caso.
Entendi.
Precisamos de uma palavra-chave.
Uma que voc� possa dizer se algo der errado.
Tudo bem...
N�o consigo pensar em nada agora.
Est� bem, escuta,
voc� tem uma boa amiga chamada Miranda,
que vem da Inglaterra, semana que vem
e n�o v� a hora de mostr�-la a ilha.
Se ficar com medo, fale sobre isso.
Est� bem? Fala meu nome, entramos e te pegamos. Est� bem?
- Tudo bem. - Voc� est� bem?
Certo.
- Al�. - V� para Carrer de Elio.
Por que um lugar novo?
Seguran�a. S� v�.
Tudo bem.
- Vamos segui-la. - N�o, espera.
� um local novo porque est�o vigiando ela.
Procurando por pessoas como n�s.
- Ent�o...? - Brincamos de gato e rato.
Eles foram para a direita.
Foram para a esquerda.
- Carrer Elio. - Tudo bem.
Aguenta a�. Vou assumir no topo.
Ela est� entrando em um carro.
BMW prata.
N�o! N�o, esse n�o era o plano!
Vou pegar o carro.
Onde estamos indo?
Fala, onde estamos indo?
Max! Max, est� a�?
Vai!
Est�o escapando! Estou perdendo o sinal.
- Qual o alcance dessa coisa? - Meia milha, talvez menos.
L�, l�! Ainda estou perdendo eles, estou perdendo eles.
Espera. Ouviu isso?
� a balsa noturna.
Se est�o nas docas, podemos ach�-los.
L�. L�. Est� ouvindo?
Desliga o farol.
L�. � o carro deles. Volta.
Heinrich.
N�o entendo.
Qual o problema com o lugar habitual?
Tivemos que aumentar a seguran�a.
Depois de seus erros, entende?
Claro. Ent�o, onde est�?
Est� tarde. Quero dormir.
O que eles te ofereceram?
Redu��o de senten�a?
Ou... imunidade?
N�o sei do que voc� est� falando.
Mentirosa. Sente-se.
Vamos l�.
Vou repetir: O que eles te ofereceram?
Nada! Eu disse, nada!
- Ent�o eles s� te soltaram? - Sim!
Mandaram um bom advogado. Do Gardera.
Ent�o eu s� fiz o que me mandaram fazer.
Precisamos entrar. Ele vai atirar nela.
N�o, n�o! N�o at� ela dizer meu nome.
Ela � maluca!
N�o lembra do pr�prio nome!
Tudo bem. Tudo bem.
Tudo bem!
Eles me pediram para trabalhar para eles como informante.
Disseram que poderiam me ajudar se eu os ajudasse.
Pense nisso.
Podemos usar isso.
Meses, at� anos,
eu passando a informa��o errada a eles.
Podemos faz�-los acreditar no que queremos.
Tudo bem... por favor...
Deixe-me perguntar a Gardera primeiro.
E quando ele disser n�o, a� sim.
Tudo bem? Voc� sabe como ele opera.
Contra-espionagem.
Ele pode ver...
Talvez ele possa ver que � uma grande oportunidade.
Por favor.
- Por favor. - Ela est� perdida.
- Ela est� perdida! - Ela est� com uma escuta!
Ela sabe que podemos ouvir tudo.
Ela est� tentando nos levar ao Gardera.
Poderia ser a trai��o perfeita.
Sim, se ele cair nisso. Se!
Por favor, por favor... N�o, n�o, n�o. Por favor...
Vamos entrar.
Isso deveria me assustar?
Est� bem.
Mas eu falo com ele primeiro.
Maria, qual �.
- Espere! - Maria!
Pare! N�o!
Que merda voc� est� fazendo?
N�o foi isso que combinamos! Voc� poderia ter morrido!
Acha que n�o sei disso?!
Voc�s querem o Gardera, certo?
Se estou me arriscando, voc�s tamb�m deveriam.
N�o! Olha...
Voc� deveria ter discutido isso conosco.
Eu tive que impedi-lo de invadir a porra do pr�dio!
Pensei nisso do nada. Eu...
Talvez assim possamos chegar diretamente nele.
Ou voc� pode ser assassinada.
- Quer dizer... - Maria...
N�o! Faremos isso do meu jeito ou n�o faremos nada.
Certo. Isso aqui � tudo que eles tem sobre ele.
Heinrich Muller, nascido em F�ssen, Bavaria, 1980.
Sem ficha criminal na Alemanha.
Ele est� aqui a quase tr�s anos.
- F�ssen? Olhe aqui. - Nada.
Kurt Sommer nasceu na mesma cidade,
mesma idade, 1980.
- Isso � relevante porque...? - Porque � um lugar pequeno.
Voc� assumiria que eles... que eles se conheceriam.
Eles se conheciam.
E as drogas do Heinrich mataram o Kurt.
� ela.
Blake.
Certo, entendido.
Heinrich est� a levando para ver o Gardera.
Eu vou ligar para a Ines.
Ines, estamos perto.
Entendido. Vamos ficar perto e esperar sua ordem.
T� bem, j� est� perto o suficiente.
Estamos aqui para ver o Gardera.
Obrigada.
Por aqui. Vamos l�.
- Fiquem a espera. - Entendido.
Fale comigo.
Eu quero te ajudar.
A pol�cia confia em mim, e como eu disse ao Heinrich,
se eu fingir trabalhar para eles,
podemos aliment�-los com a informa��o que quisermos,
at� lev�-los a rivais.
E voc� acredita que pode cumprir essa promessa.
Sim, claro.
Se n�o fossem tudo mentiras, certo?
O qu�?
Ela j� est� trabalhando para eles. Eu...
Estava para v�-los.
Ela � uma mentirosa.
- Ela quer trair a todos n�s. - N�o, isso n�o � verdade.
- Eu acho que �. - N�o, n�o �.
Eu estava revendo uma amiga. Ela se chama Miranda.
Eu a conheci a uns anos atr�s em Londres.
S� d� a ordem.
Mate ela.
Vamos!
N�o, pare, por favor!
Ela foi comprometida Entrem, agora!
N�o!
Por favor! Por favor!
Fora!
Quer que eu atire nela?
Voc� � surdo?
- Mate ela agora. - N�o!
O que est� havendo?
Atire nela!
- N�o, n�o, n�o! - Policia!
Abaixem as armas! Agora!
Voc�s dois!
Que foi?
Voc� conseguiu.
Foi uma bela performance.
Luis Gardera, estou te prendendo por solicitar um assassinato.
- Isso � doideira. - � mesmo?
Mostre a ele.
Vamos!
Alba era minha melhor amiga.
Crescemos juntas em F�ssen.
E era minha irm�.
Chegou aqui tr�s anos atr�s,
trabalhou no clube do Gardera, no ver�o, e depois desapareceu.
Vim aqui para procur�-la mas
a� eles a encontraram jogada em uma lixeira.
Sab�amos que ele era o respons�vel.
- Mas ningu�m conseguia provar. - A fotografia.
Voc� a reconheceu.
Sim, foi dif�cil.
Gardera era intoc�vel.
Testemunhas desapareciam antes de depor contra ele.
Mas Kurt foi seu melhor amigo na escola.
Quando ele percebeu que estava morrendo
voc�s viram uma maneira de se vingar.
A morte dele iniciou a dan�a.
Foi tudo uma performance.
Melhor dizendo, uma sinfonia.
Toda planejada para nos levar ao Gardera.
Tudo tinha que parecer real.
Minhas les�es. O corpo do Kurt.
Me certificar que voc� visse a venda das drogas.
Para nos fazer te colocar sob vigil�ncia
e da� nos levar direto a ele.
Nos fornecendo as provas que precis�vamos para prend�-lo.
Exatamente.
Obrigado por serem t�o previs�veis.
Os dois.
Qual era o nome dela?
Da sua informante.
Amy.
Ela s� tinha 19 anos.
Eles fizeram coisas...
inimagin�veis, com ela.
N�o foi sua culpa.
- Foi o que todo mundo disse. - Talvez tenham raz�o.
Sim, claro que eles tem raz�o.
Talvez a morte n�o seja algo para se temer.
Todas essas pessoas est�o em paz agora.
Assim como ela.
Ningu�m pode feri-los.
Talvez.
Os mortos devem descansar,
mas os vivos devem beber,
e comer e dan�ar.
- Sem dan�a. - Vamos, curta a vida!
- Dance comigo. - Definitivamente n�o.
Voc� n�o precisa ser boa. Eu te ensino.
Obrigada, mas eu passo.
Ma... Max..
Olhe s� para voc�, est� dan�ando!
ACHE ALGU�M QUE DANCE CONTIGO... EM UM CEMIT�RIO!
QUER SER JUNTAR A N�S? EMAIL l loschulosteam@gmail.com
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