All language subtitles for Sign.Of.The.Pagan.1954.1080p.BluRay.x264.AAC-[YTS.MX]

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian Download
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

:::::: O SINAL DO PAG�O ::::::

Foi h� 500 anos...

pouco depois do Cristianismo se estabelecer...

como a religi�o oficial do Imp�rio Romano...

que o imp�rio se dividiu em dois...

com duas capitais rivais...

uma em Constantinopla e a outra em Roma.

Sendo essa divis�o que enfraqueceu o imp�rio.

Hist�rias da sua fraqueza atra�ram os b�rbaros que vagueavam pela Europa.

Ent�o, subitamente, eles apareceram como uma praga vinda do Norte...

cavaleiros ferozes descendentes dos Mong�is...

Os Hunos!

Eles come�aram por derrotar outras tribos b�rbaras...

espalhando o terror e a morte sob o signo pag�o...

e uniram-se todos numa horda cruel...

liderada pelo mais impiedoso conquistador de todos os tempos...

�tila, o Huno!

Capturamos esse e outros seis a cavalgarem perto do acampamento.

Este lutou demasiado bem para morrer t�o facilmente.

� romano?

O meu nome � Marcian.

E sou centuri�o da Guarda do Imperador Valentiniano de Roma.

Um centuri�o da Guarda.

Levava uma mensagem oficial ao Imperador Theodosius...

de Constantinopla.

Kubra?

Sim, pai.

Liberta o romano.

Liberto-o?!

Faz aquilo que eu te digo!

Qual era a mensagem que levava?

- Para preveni-lo. - Preveni-lo?

Contra mim?

Contra si.

Este romano tem coragem. Atreve-se a dizer a verdade.

Tragam-me fogo.

Segura-o.

Vou extrair esta seta.

Sei quais s�o os seus prop�sitos contra o nosso Imperador.

Nunca ir� conquistar Roma!

As suas hordas morrer�o pelo nosso a�o!

Um romano vale... por 20 b�rbaros.

Qualquer soldado romano vale por 10 hunos de �tila.

Ele est� morto.

Perdeu os sentidos.

Gosto deste romano. Ele � corajoso.

E aqui est� a seta que dispararam sobre ele.

Desde quando � que o meu pai tem tamanho afecto por um romano?

N�o tenho nenhum.

Mas, tenho utilidade para ele.

Quero aprender mais sobre a forma como os romanos fazem a guerra.

Quando as feridas dele estiverem curadas, este...

centuri�o da Guarda Imperial ir� instruir-vos.

Ordenei-te para n�o fazeres quaisquer prisioneiros.

Ele era um rei entre o povo dele. Esta � a fam�lia dele.

Ajoelha-te perante o teu senhor e o meu senhor!

Como � que te chamas?

�ldico.

�ldico.

Libertem-na!

E juntem-na �s minhas mulheres.

- Tenha piedade! - Matem os outros!

Porque � que eles t�m de morrer?!

N�o compreendo estes crist�os.

Um inimigo que permanece vivo � sempre um inimigo.

Excepto se for uma mulher.

Se ela me der um filho, ser� a minha mulher favorita.

O meu pai pretende ter quase tantos filhos como tem cavalos.

Ele tem mais mulheres do que qualquer outro rei.

Estes romanos t�m um estranho costume...

escolhem, apenas, uma mulher.

Uma boa mulher pode ser todas as coisas para um homem.

Ou ele pode casar 400 vezes e n�o encontrar uma boa mulher entre elas.

Como � que um homem pode ser qual � a melhor mulher excepto se tiver muitas?

Beba comigo, meu caro romano, �s minhas vit�rias.

Eu beberia �s suas vit�rias, mas, n�o aos seus massacres.

Como soldado, eu posso matar.

Mas, deixar jorrar o sangue de pessoas inocentes sem qualquer raz�o.

Mas, eu tenho uma raz�o.

Quanto mais temido sou, mais f�ceis se tornam as minhas conquistas.

E foi assim que o vosso poderoso Imp�rio Romano foi constru�do.

Conquistaram tribos e pequenas na��es e subjugaram-nas at� atingirem a vossa grandeza.

Eu utilizo, apenas, aquilo que aprendi quando Roma me manteve ref�m...

prenderam-me para obrigar o meu pai a aceitar as imposi��es do vosso Imp�rio.

Eu era um pequeno rapaz.

Um mi�do n�o considerado que, agora, cresceu para conquistar e comandar.

No entanto, ainda h� muitas coisas que poderemos aprender com Roma.

H�, por exemplo, a arte da guerra romana. Aprenderemos o que nos puderem ensinar sobre isso.

Eu... sou, apenas, um mero centuri�o. H� muito pouco que eu possa ensinar a �tila.

- Pequenos movimentos militares... - Um mero centuri�o?!

Mas, um que faz parte da Guarda Imperial e � um mensageiro de confian�a.

Poder� mostrar-nos muito.

Come�aremos pela manh�.

Um romano a observar os cavalos?

Pensava que, apenas, os Hunos se preocupavam com eles?

O teu pai mostrou-se interessado nas nossas armas e eu nos vossos cavalos.

E sabes distinguir um cavalo de um boi?

Um boi � t�o teimoso como a maioria das mulheres.

Olha. Este � um bom cavalo?

� o melhor... e o mais r�pido.

� do meu pai.

S� saberia disso se visse o grande �tila montado no seu lombo.

Ele � da Capad�cia, n�o h� outro melhor.

Arreios de prata, a�o e ouro puro.

N�o encontrar�s tal coisa num cavalo romano.

Nenhum romano tem um cavalo assim t�o bom.

Nem nenhum poderia mont�-lo.

Que pena.

Prendam o romano!

Detenham o romano!

O meu garanh�o!

Quem � que deixou que o romano roubasse o meu cavalo?!

Como � que aconteceu?

Com palavras trai�oeiras e suaves.

Se n�o fosses minha filha, cortar-te-ia a cabe�a!

Ele disse-me que n�o sabia nada de cavalos.

N�o irei encontrar outro garanh�o t�o bom t�o cedo.

C O N S T A N T I N O P L A

- Onde � que fica o pal�cio do Imperador? - Logo ap�s a pra�a.

Muito obrigado.

Trago uma mensagem para o Imperador.

Levem-me ao General Paulinus, ele ir� receber-me.

Porque � que veio ter comigo primeiro?

O Imperador Valentiniano disse-me para saud�-lo como um dos seus.

Ele honra-me.

Sua Majestade disse-me que poderia falar consigo de soldado para soldado.

Pode faz�-lo.

Ele pediu-me para lhe dizer que confia imenso na sua lealdade para com Roma...

e procura a sua ajuda.

N�o h� ningu�m mais ansioso por faz�-lo.

Ele est� preocupado com relatos que afirmam que o Imperador Theodosius...

pretende separar-se de Roma.

Theodosius pretende governar este Imp�rio Oriental com o seu reino independente.

Assinou tratados secretos com in�meras tribos b�rbaras, tentando comprar a lealdade delas.

Sim, j� ouvimos dizer...

Procurando torn�-las suas aliadas, para o momento em que ir� separar-se de Roma.

Se Valentiniano me tivesse enviado uma legi�o...

em vez de um centuri�o, eu teria impedido esta trai��o aqui e agora.

Sua Majestade Imperial ir� conceder uma audi�ncia ao enviado dentro de 1 hora.

Obrigado.

Venha comigo.

Vamos encontrar-lhe um uniforme mais adequado para um enviado de Roma.

H� mais uma coisa.

Valentiniano est� aborrecido com a Princesa Pulcheria.

Ela tamb�m se ter� voltado contra ele?

O que � que ouviu acerca dela?

Esses rumores e intrigas s�o muito falados em Roma.

N�o se deixe iludir pelos boatos.

No que diz respeito � Princesa...

s� um homem idiota se atreveria a presumir demasiado.

Deixe-me avis�-lo... a Princesa Pulcheria n�o � uma mulher vulgar.

Sua Alteza Imperial, a Princesa Pulcheria.

Mandaste-me chamar?

Eu mandei chamar a minha irm�?

Porqu�?

Para o banquete, Vossa Majestade.

Pois, � claro.

O banquete.

Por raz�es de estado...

convidei certos reis b�rbaros para virem a um banquete que vou dar...

- Chrysaphius... - Vossa Majestade...

Convocaste este... Huno do Norte?

�tila, Vossa Majestade?

N�o. E ele ainda n�o teve oportunidade de vir � sua Corte.

Ele � o selvagem mais sanguin�rio que se conhece.

Mais rapidamente convidaria o Diabo para um banquete.

Mas, a minha imperial irm� ir� estar presente.

E estar�s repleta de j�ias, como uma verdadeira irm� de um Imperador.

Eu n�o o farei.

� uma ordem minha!

Outras vezes, enquanto se divertia, ordenava-me para ficar nos meus aposentos.

Desta vez, ir�s estar presente!

- Mas... - E acabou-se a discuss�o!

Vossa Augusta Majestade... o emiss�rio de Roma.

Apresento-lhe Marcian. Um centuri�o da Guarda Imperial.

Trago-lhe sauda��es do Imperador Valentiniano.

E do Santo Bispo de Roma, o Papa Le�o!

E tamb�m traz uma mensagem?

Foi relatado que este emiss�rio sofreu uma emboscada...

e que perdeu tanto a sua escolta como a mensagem.

N�o trazia nenhuma mensagem escrita. Gravei-a na minha mem�ria.

O Imperador Valentiniano deplora essa alian�a secreta...

que Sua Majestade fez com certas e determinadas tribos b�rbaras.

Os tratados, apenas, servem para eles vigiarem as nossas fronteiras.

- Al�m disso... - Elas est�o divididas!

Eles odeiam-se uns aos outros.

Mas, Vossa Majestade, um l�der surgiu entre eles... �tila, o Huno!

Em Roma, acredita-se que ele ir� conduzir as suas hordas contra a cidade.

J� ouvi dizer que Roma receia esta "�poca" selvagem.

Se Roma cair, Vossa Majestade, poder� ser dif�cil...

que o seu Imp�rio Oriental consiga aguentar-se sozinho.

Isto n�o � Roma.

N�s n�o somos fracos.

Eu governarei aqui, sem o benef�cio dos conselhos de Valentiniano.

E defenderei as nossas fronteiras como entender que ser� melhor.

Cada um por si.

E Deus por todos.

A vossa audi�ncia est� terminada.

Lucius Agrippa, Vossa Majestade.

Diga ao General Paulinus para enviar aquele emiss�rio ao meu jardim.

Quero falar com ele.

Minha senhora...

Ouvi a sua audi�ncia.

Foi muito ousado em falar com o Imperador da forma como falou.

Mandei-o chamar porque quero saber not�cias de Roma.

Quais s�o os boatos? O que � que as mulheres andam a vestir?

Minha senhora, tenho pouco contacto com c�rculos assim t�o distintos.

N�o sou nobre de nascimento.

O meu pai era um homem pobre. Um modesto sapateiro.

E, ainda assim, � um centuri�o da Guarda Imperial.

Em crian�a, tinha o desejo de ser soldado de Roma, ent�o, alistei-me na 5� Legi�o da Il�dia.

Quando tinha idade suficiente para transportar o estandarte, fui escolhido para a Guarda.

Apenas os mais corajosos podem transportar o estandarte.

Agora, percebo porque � que Valentiniano confia em si como seu emiss�rio.

Como eu adorava Roma.

Daria muito para voltar a ver a Corte.

� uma viagem simples. Longa por terra, mas, f�cil pelo mar.

Acho que tenho liberdade para me movimentar como quiser?

Nem sequer posso sair do pal�cio.

Venha.

Ser� mais fresco junto � �gua.

Minha senhora, uma vez que tenho, apenas, not�cias militares de Roma...

e n�o sei quaisquer boatos...

acho que seria melhor que me apresentasse ao General Paulinus para receber as minhas ordens.

Primeiro, poder� passar algum tempo comigo.

Receio que perderia toda a no��o do tempo na presen�a de tamanha beleza.

Quando se apresentar ao General Paulinus, d�-lhe isto.

Ir� comandar a Guarda da Princesa Pulcheria.

Eu... Capit�o da Guarda?

Trouxe a sua pr�pria miss�o.

Seria uma miss�o agrad�vel, mas, estou aqui para servir Roma!

E ainda poder� estar a faz�-lo.

A Pulcheria � prisioneira do seu pr�prio irm�o.

Antes, eles eram co-regentes aqui, mas, depois, ele assumiu todo o poder sozinho.

Theodosius sabe que a Pulcheria acredita num Imp�rio unido.

Se ela resistir, quando ele decidir separar-se de Roma...

a vida dela correr� enorme perigo.

Como Capit�o da Guarda dela, ir� controlar cem homens leais escolhidos a dedo.

Aquartelados aqui no Pal�cio.

Pode ter a certeza de que ela pensou nisso.

T�-los-� sob as suas ordens restritas em todos os momentos.

Dever� escolt�-la em todos os actos oficiais.

O primeiro deles ser� o banquete, que Theodosius acabou de anunciar.

A Princesa Pulcheria!

Chamberlain!

Quais � que s�o os reis b�rbaros?

Minha senhora, este � o Rei dos Casares, Gundahar.

Aquele outro � Sangiban, envenenou o pai e autoproclamou-se rei.

E ali est�o os Basquetes, um povo de agitadores e ladr�es. Tula � o rei deles.

Alto!

Em nome do Imperador, alto!

O Grande Theodosius d� um banquete?

Tamb�m n�o somos seus amigos?

Como estes outros?

Quem � este b�rbaro?

Diga o seu nome!

Dizer o meu nome?

Dizer o meu nome?!

Estes homens inferiores devem-me lealdade. Eles obedecem �s minhas ordens!

Gundahar!

Tula!

Olt!

Sangiban!

Mirrai!

Seyte!

Chilothe!

Quer que eu diga o meu nome?

Eu sou �tila.

�tila?

Chrysaphius?

Nunca tive qualquer inten��o de ofender o nobre �tila.

Sente-se entre n�s.

Lucius Maximus.

Arranja um lugar � tua mesa!

Sente-se entre n�s e seja bem-vindo.

Arranjem lugar para a minha filha.

E arranjemos um lugar aqui, para o Capit�o Marcian.

Que o teu Capit�o se sente entre os Hunos, isso ser� honra suficiente.

M�sica!

M�sicos!

Chrysaphius!

Que tipo de divers�es preparaste para os nossos convidados?

Vossa Augusta Majestade, tenho uma surpresa.

O poderoso Herculanus ir� desafi�-los para um combate...

- e como n�o h� ningu�m que consiga venc�-lo... - Excelente, excelente!

- Eles n�o se esquecer�o da li��o. - Chamberlain!

Chama o Herculanus!

Onde � que est� o cavalo do meu pai?

Bem cuidado e alimentado.

Com o p�lo lustroso. Irei devolv�-lo amanh�.

As m�os estranhas estragam os cavalos.

Podes ficar com ele.

Tenho um melhor, agora.

Romanos e amigos...

O mais forte dos guerreiros do Imp�rio Oriental...

desafia todos e qualquer um para um combate.

Herculanus!

Haver� entre voc�s um homem que se atreva a op�r-se a Herculanus?

Certamente, dever� haver um que aceite o desafio.

O que � que me diz... Mirrai dos Sevares?

Ou voc�... Sangiban?

Eles t�m medo, Majestade!

N�o h� nenhum homem entre os Hunos?

O nosso presente para o invenc�vel Herculanus!

O Rei dos Hunos desafia o invenc�vel Herculanus.

Mata-o!

Entrego-lhe a vida dele.

Eu n�o quero a vida dele.

Apenas vos queria mostrar a forma de lutar dos Hunos.

Por muito fraca que seja.

- Viva o grande �tila! - Viva!

Eles est�o impressionados pela derrota do Herculanus.

Guardas!

Calma! Calma!

Ordeno-vos que parem com as lutas!

Trompetes!

Vamos dar-lhes os respectivos presentes, Vossa Majestade.

Encontrar�o ta�as de prata, e belas capas de l� vermelhas...

t�nicas de seda e p�rolas indianas na outra c�mara.

Vamos!

Esperem!

N�o precisamos deste tipo de bugigangas.

N�o somos mulheres para nos deixarmos seduzir por presentes e pequenos favores.

H�, apenas, um presente que procuramos aqui.

Diga qual �!

Queremos conhecer como � que os romanos usam a sua estrat�gia e armas.

Empreste-nos algu�m que nos ensine.

Concedo-lhe aquilo que deseja.

Ent�o, o romano que escolho est� aqui.

Est� �s suas ordens.

Vossa Majestade!

Vossa Majestade, tenho outros deveres!

Porqu� ensinar algu�m que um dia ser� nosso inimigo?

O trono n�o necessita dos conselhos de um centuri�o!

O centuri�o ir� ensinar-vos como manejar as armas dos romanos.

Primeiro, ser� a espada curta. E, depois disso, a espada e o escudo.

Quem ser� o primeiro?

Isto � s� para homens!

As mulheres dos Hunos lutam como os homens.

Fique em guarda, assim como eu.

Ataque-me.

Vamos tentar o estilo romano.

Ataque com a ponta.

Desta forma.

Em guarda, outra vez.

Ataque!

Este � o desvio exterior da espada, que deixa o advers�rio exposto pela frente.

Outra vez.

Este � desvio interior...

que deixa o advers�rio exposto...

na parte traseira.

N�o, n�o, ao estilo romano.

Em guarda e, depois, ataque novamente.

Eu gosto deste romano.

Largue-me!

Com a sua autoriza��o.

Ponha-me no ch�o!

H� coisas mais apropriadas que a filha de �tila pode aprender.

Ponha-me no ch�o!

Quero que d�em um banho a esta jovem!

N�o!

Minha senhora.

Recebi a sua mensagem.

Estava muito ansiosa para falar consigo.

Por favor, sente-se.

O que � que pretende de mim?

Quero que me devolva o Marcian, o comandante da minha guarda.

Foi-lhe "emprestado" sem o meu consentimento.

Eu preciso do seu Capit�o.

Isto seria suficiente para "resgat�-lo"?

Estou disposto a negociar.

D�-me outras raz�es pelas quais eu deveria "devolv�-lo".

O que � que ele lhe pode ensinar?

Os soldados romanos lutam a p�.

Os vossos guerreiros lutam a cavalo, a utiliza��o das armas � diferente.

N�o h� nada que possa aprender connosco, excepto as nossas fraquezas.

� isso que procura?

Eu sei que sonha em regressar a Roma como um conquistador.

Mas, isso nunca poder� acontecer. Roma � demasiado grande e muito forte.

Mas, com a nossa ajuda, poderia ser o l�der de todos os b�rbaros...

e governar a terra, desde Espanha at� � P�rsia.

E o pre�o?

Um acordo secreto com Valentiniano contra Theodosius aqui?

Contra qualquer inimigo de Roma!

Princesa, est� a exigir-nos muito.

Primeiro, queria salvar um Capit�o e, agora, um Imp�rio.

Como � que eu poderia persuadi-lo?

Voc� � mesmo um selvagem!

Com as batalhas.

E as mulheres, cara princesa...

t�m mais valor quando n�o s�o f�ceis de conquistar.

Estava curiosa sobre qual seria a sensa��o de beijar um selvagem.

E estava curioso em saber como seria beijar uma princesa, ent�o...

ambos satisfizemos a nossa curiosidade.

Quando olhar para o seu dedo e vir esse espa�o vazio...

lembre-se que este anel...

foi o pre�o que pagou pelo beijo de um b�rbaro.

A quest�o � a seguinte...

eu assinei tratados com todos os reis b�rbaros...

para guardarem as fronteiras do meu Imp�rio aqui.

Mas, nos tempos actuais, creio que seria melhor se assin�ssemos...

um pacto privado entre ambos.

Eu vim a Constantinopla porque tamb�m tinha isso em mente.

Nos nossos tratados actuais, ficou estipulado que eu pague...

500 libras em ouro em cada ano, a cada rei.

O que � que me diria se eu lhe pagasse cinco mil?

Para proteger as vossas fronteiras?

Por um pouco mais.

Pela absoluta certeza de que nem voc� e os demais...

reis b�rbaros jamais se voltar�o contra este Imp�rio.

Eu sei que eles lhe obedecem.

Fa�a aquilo que fizer noutros lados...

nunca me ir� atacar...

nem eu a si.

Assim ser�.

Leve o primeiro ouro aos meus carros pela manh�.

D�-me a sua palavra?

O que � que s�o as palavras?

Um breve e ligeiro ru�do que � dito e morre para sempre.

O seu ouro ser� a sua maior garantia.

Vossa Majestade.

Esperei para o encontrar sozinho.

H� algo que lhe devo dizer que mais ningu�m dever� ouvir.

Amanh�, voc� e o seu povo ir�o embora.

Ir� regressar pelo Dan�bio ou ir� utilizar o caminho a Oeste para It�lia?

Os Hunos v�o para onde sopra o vento. Hoje aqui, depois ali.

E a direc��o do vento n�o � um assunto que interesse a um homem de Roma.

N�o avance contra Roma!

Eu disse-lhe que penso em faz�-lo?

As palavras s�o suas, n�o minhas.

Receio que pense em conquistar Roma.

E, depois, voltar por aqui e virar-se contra Constantinopla.

Como � que pode conhecer quais s�o as minhas inten��es?

� verdade, n�o posso.

Mas, ou�a-me...

N�o deixe que o seu �dio por Roma o cegue.

Roma foi constru�da sobre conquistas, tal como j� disse.

Mas, agora, a pr�pria Roma foi conquistada...

mas, n�o pela espada, pelos crist�os que transportam, apenas, uma cruz.

Ent�o, Roma nunca poder� cair.

Porque n�o?

Porque o Homem n�o pode conquistar Deus.

E essa � a coisa que mais ningu�m deveria ouvir excepto eu?

Ela � muito bonita.

Quem � ela? A vossa deusa da paz?

Ela � Maria, m�e do nosso Deus e Salvador.

� estranho...

desde que me lembro, apenas conheci a forma de viver dos Hunos.

Um mundo de guerra e intrigas. De sangue e vit�rias.

Mas, aqui, no interior do vosso templo...

descobri uma forma mais gentil de vida.

Um mundo de paz.

Gostava que pud�ssemos ficar em Constantinopla.

Para eu poder entrar no vosso templo outra vez.

Talvez possas um dia.

� desejo do meu pai que eu parta com ele.

Se houvesse algum motivo...

ou se pudesses vir connosco.

A vida de um soldado n�o � sua.

E vais ser o comandante da Guarda da Princesa Pulcheria outra vez?

N�o posso questionar as minhas ordens.

� claro que n�o.

Ela � muito bonita.

Anda, Kubra!

Estamos prontos.

O que � que se passa?

Eu n�o vou!

N�o � prudente que fiques aqui.

Monta no teu cavalo e cavalgar�s ao meu lado.

Eu n�o irei cavalgar contigo!

Foste tu que provocaste esta mudan�a na minha filha...

perturbando-lhe o cora��o e a cabe�a?

Tenho-me apercebido de que ela fala cada vez mais como os crist�os.

Ent�o, deixe-a ficar entre os crist�os.

A filha de �tila?

A filha de �tila n�o partilha...

a sede de sangue dele nem o seu desejo de destrui��o!

Sempre se atreve a dizer aquilo que pensa.

A qualquer outro homem, essas palavras ter-lhe-iam custado a vida.

Monta no teu cavalo.

Obedece-me!

Talvez ainda nos encontremos algum dia.

Espero que nunca seja numa batalha.

Convoquei todos os reis e chefes em segredo.

Ir�o levar tamb�m em segredo uma mensagem nos vossos cora��es quando partirem.

� isto que vos digo...

Est� pr�xima a hora em que deixaremos de fazer aquilo que Roma nos exige.

Roma j� n�o � um imp�rio. Est� dividido em dois.

De tal forma que a sua for�a est� dividida em metade.

Mesmo sendo metade, o ex�rcito romano ainda � muito poderoso.

Ele tem raz�o nisso, �tila.

N�o t�o poderoso como o nosso.

Se nos unirmos.

Podemos partilhar a maior rebeli�o que o mundo j� conheceu...

podemos aniquilar o poder de Roma...

se atacarmos ambos os imp�rios de uma vez.

Se atacarmos um, o outro certamente vir� em seu aux�lio.

N�o.

Eu tenho um acordo com o Imperador Theodosius.

Se atacarmos Roma, ele olhar� para o outro lado.

E mesmo que ambos estivessem contra n�s, ainda poder�amos destru�-los.

Quando os romanos v�o para a guerra, eles v�o a p�.

Movimentam-se lentamente.

Mas, n�s dever�amos ser um ex�rcito que luta como todos os Hunos lutam, montados a cavalo!

Formaremos legi�es de homens a cavalo como o mundo nunca viu antes.

A movimentarem-se como o vento, rapidamente, a matar e seguir em frente.

E se falharmos?

N�o podemos falhar, h� sinais e press�gios.

Diz-lhes!

Est� escrito que quando Roma foi fundada...

doze abutres pousaram nas suas colinas e previram que...

durante 12 s�culos, Roma floresceria e, depois, desmoronar-se-ia e seria reduzida a p�.

E quando � que termina o tempo da profecia?

Quando as folhas ficarem castanhas, ent�o, come�ar� o ano da destrui��o de Roma.

- Ouviram? - Meu senhor, �tila.

N�o foram doze.

Mas, foram sete abutres que pousaram nas sete colinas de Roma...

e, depois, voaram e foram-se embora.

O que � que isso previu?

Sete s�culos para a ascens�o do Imp�rio...

e mais sete para a sua queda.

O tempo ainda est� distante.

O tempo est� pr�ximo.

E � agora!

Sim! Eu ouvi falar da profecia dos doze s�culos!

E a lenda dos Scythians � antiga, tem algo relacionado com os b�rbaros.

E eles v�o-se ajudar e partilhar as riquezas de Roma!

N�o h� pr�mio maior!

Os Scythians cavalgar�o com �tila!

- E os Sevares! - E os Basquetes!

Gundahar, Rei dos Cazares...

e Chilothe, Rei dos D�cios, ainda n�o se comprometeram.

Os imp�rios de Roma podem estar divididos em dois, tal como �tila diz...

mas, eles partilham um �nico Deus...

- lutar�o como um s�. - Ambos os imp�rios s�o crist�os.

Eles acreditam que o Deus deles os tornar� conquistadores.

Este Deus crist�o n�o � um Deus da guerra...

� um Deus fraco que pratica a submiss�o.

S� h� um deus que nos pode conduzir � vit�ria, e este � o seu s�mbolo!

� um mau press�gio.

� um aviso.

V�em ali?

Morto.

Foi derrubado pelo fogo divino.

�tila enfureceu o Deus dos crist�os.

Imbecis!

Se isso fosse verdade, porque � que eu n�o fui fulminado?!

Os deuses mataram-no pela profecia dele. A maior coisa que ele nos deu.

Levaram-lhe a l�ngua para que ele nunca mais dissesse nem mais uma palavra.

Interpretas este aviso, tal como eu?

At� como voc�, meu senhor.

Assim seja.

Ouviram as minhas palavras. Ouviram a profecia e viram um press�gio.

V�o, agora, voltem para os vossos povos. Quando chegar o momento, mandar-vos-ei chamar.

Preparem-nos.

Antes das folhas ficarem castanhas...

os nossos ex�rcitos ir�o encontrar-se nas margens do Rio Dan�bio.

Uma horda t�o poderosa que o ribombar dos cascos...

dos nossos cavalos far� o mundo tremer.

And�vamos a ca�ar carne e cruzamo-nos como estes dois animais de ca�a.

Somos peregrinos vindos da Terra dos Escoceses.

A nossa jornada serve para cumprir um voto...

e ajoelhar-nos perante o local de nascimento do nosso Salvador.

Eles n�o t�m mais nada al�m disto. Mas, s�o de ouro.

Idiotas!

Estes s�o homens santos. Adverti todos para n�o agredirem os homens santos dos crist�os.

N�o desejo provocar a f�ria do Deus deles!

Levem estes c�es daqui! Enforquem-nos!

Pendurem-nos bem alto!

- Isso ir� agradar ao vosso Deus. - Se quiser agradar-lhe, perdoe-os.

Nunca vos entenderei, crist�os.

Esperem!

Deixem que eles vivam.

Levem os s�mbolos da vossa f�.

Quando chegarem ao vosso destino, falem daquilo que �tila fez pelo vosso Deus...

e digam que n�o agi contra a Sua autoridade...

nem contra os Seus servos.

D�em-lhes comida, bons cavalos e deixem-nos partir.

Pai, � bom que tenhas receio do Deus dos crist�os.

Eu n�o receio nada. Apenas pretendo t�-lo como aliado.

Mas, o Deus dos crist�os n�o � um Deus da guerra.

Quer Ele seja ou n�o um Deus da guerra...

j� vi o Seu raio e � demasiado poderoso...

para o ter como inimigo.

Avante!

Tenho falado com mercadores e viajantes que chegaram do Norte.

Com marinheiros e peregrinos que se dirigem para a Terra Santa.

E todos dizem a mesma coisa.

Marinheiros e peregrinos.

�tila apoderou-se dos barcos dos pescadores...

de todas as embarca��es e balsas que conseguiu encontrar...

utilizando-as para transportar os seus cavaleiros atrav�s do Dan�bio.

E, agora, ele movimenta-se para Sul.

A movimentar-se na nossa direc��o?

A movimentar-se em direc��o a Roma, Vossa Majestade...

com um ex�rcito t�o numeroso, que ir� destruir a cidade!

H� muito tempo que est� no pensamento de �tila atacar Roma.

Desconhe�o tais conversas.

Tenha a perfeita no��o disto, Vossa Majestade, se Roma cair...

os b�rbaros transformar�o este imp�rio...

Eu estabeleci tratados com eles.

Acha, Vossa Majestade, que est� seguro atr�s de um escudo de papiro e promessas b�rbaras?!

Sil�ncio!

A insol�ncia dele n�o tem limites!

N�o quero ouvir mais nada!

Ent�o, pe�o licen�a para regressar a Roma e avisar o Imperador Valentiniano.

Agora, ele quer ir at� Roma.

N�o sei que tipo de contos de perigo fantasioso ele contaria.

Permanecer� no pal�cio, at� que eu decida cham�-lo outra vez!

Temo pela sua vida, agora.

Eu tenho o mesmo pensamento.

Por�m, com ou sem autoriza��o, eu irei at� Roma.

Ent�o, n�o perca mais tempo. Posso fornecer-lhe cavalos e homens.

Agrade�o-lhe, mas, n�o quero compromet�-lo nesta situa��o.

- Adeus, Paulinus. - Que Deus o acompanhe.

Myra!

Minha senhora, n�o comeu nada.

Leva isso daqui.

Marcian!

Minha senhora!

Acabo de vir de uma audi�ncia com o Imperador.

Tudo aquilo que eu lhe disse, ele n�o quis ouvir.

Ent�o, agora, tens em mente partir para Roma.

Foi-me ordenado que ficasse no Pal�cio.

Mas, ir-me-ei embora, apenas vim at� aqui para me despedir de si.

Vai, ent�o, e cuida-te bem.

Se te apanharem, ir�s perder a cabe�a.

Minha senhora, eu j� a perdi.

Minha senhora, minha senhora!

Como � que se atreve a entrar aqui?!

O Capit�o est� preso!

Por ordem de quem?

Do Imperador, Vossa Alteza.

Prendam-no!

Todos os reis e pr�ncipes do Norte j� s�o vassalos de �tila.

�ldico, vinho!

Sax�es ou Francos, todos eles beijaram a espada ou sentiram-na no pesco�o.

Temos percorrido os mares do Norte, e a Este dos grandes p�ntanos.

Milhares de vezes e milhares de guerreiros unir-se-�o a ti nas margens do Dan�bio!

Ent�o, avan�aremos para Roma.

Kubra, chama o persa!

A nossa vit�ria nunca foi t�o certa.

N�o quero nenhum resgate para mim.

N�o quero quaisquer terras ou cidades.

Apenas quero governar a pr�pria Terra.

O imp�rio romano ser�, apenas, uma pequena parte disso.

As cidades e pal�cios deles, tudo aquilo que constru�ram...

eu irei destruir e tudo aquilo que eles destru�ram, eu reconstruirei.

Tenho de livrar da inc�ria romana os povos do Oriente e Ocidente.

Todos poder�o voltar a viver como viviam antes da subjuga��o romana.

E quando os imperadores deles forem p� e as suas vit�rias esquecidas...

Os bardos ainda cantar�o um nome...

�tila...

O conquistador de Roma.

Os bardos tamb�m cantar�o can��es sobre �ldico...

sua esposa favorita.

�tila devia ter cortado a l�ngua da �ldico.

Ela s� diz coisas m�s.

Cada dia ela odeia-o mais. Consegue ver-se nos olhos dela.

Persa!

Mandei chamar o persa.

Como ele previu, recebemos boas not�cias.

O que � que v�s agora nas estrelas?

Em breve, chegar� a hora das profecias, meu senhor �tila.

- Roma cair�. - Isso j� sabemos. O que mais?

Bem... eu n�o vi mais nada com claro significado.

- N�o escondas nada, conta-nos tudo. - Ningu�m te far� mal, persa.

Falam de um romano, meu senhor �tila.

De um romano?

Do centuri�o?

O que � que ele tem?

Pelas estrelas e outros signos prof�ticos, eu vejo algo estranho.

Eu vejo-o a usar o p�rpura imperial de Roma.

Um centuri�o?!

Como � que um simples soldado pode usar o p�rpura de um imperador?!

Vejo-o de uma forma algo obscura, mas, no entanto, vejo-o.

O romano cruza a espada consigo, conduzindo-o at� � morte.

Conduzindo-me at� � morte?!

Este persa v� e diz a verdade, meu irm�o...

por muito que n�o gostes.

Ele diz que o v� de forma obscura, e est�s a v�-lo mal!

Nenhum soldado comum pode chegar a ser imperador, excepto...

excepto que eu o permita.

Viste tudo de forma obscura, mas, n�o viste isto...

Quando eu for o senhor de Roma...

irei exigir algu�m que fale a mesma l�ngua dos romanos.

Algu�m que conhe�a as mentes deles.

Irei procurar este romano e sent�-lo num trono com uma t�nica p�rpura.

E ele ir� instruir-me na utiliza��o de armas romanas...

e cruzar� a sua espada com a minha.

Isso ir� de encontro � profecia.

Por ordem do Imperador, n�o se permite a entrada a ningu�m.

Paulinus!

Pensaste que iria deixar que te enforcassem ao amanhecer?

Theodosius saber� que vieste ajudar-me.

N�o te preocupes, ir� parecer que foi obra destes guardas que te s�o leais.

Eles t�m cavalos preparados e fugir�o contigo para Roma.

Despacha-te, n�o temos um momento a perder.

N�o, n�o irei.

Mas, Roma precisa de ti!

Roma precisa de legi�es, n�o de mensageiros.

Mas, sabes que Theodosius n�o ir� enviar qualquer ajuda a Valentiniano.

E o ex�rcito? Eles n�o obedecer�o �s tuas ordens?

N�o. Apenas obedecer�o �s ordens do pr�prio Imperador.

Ent�o, s� nos resta um plano.

Este imp�rio ter� de ter um novo governante.

Isso � trai��o.

Maior do que a de Theodosius?

Minha senhora.

Marcian!

Falemos baixo, ningu�m sabe ainda que eu fui libertado.

Senhora, � certo de que Theodosius n�o pensa em ajudar Roma.

Sim, ele n�o dar� um passo.

Ent�o, este Imp�rio necessita de outro soberano.

- Um que deseje ajudar Roma. - Theodosius dever� abdicar.

- Ou... dever� morrer. - E voc� ocupar� o trono em seu lugar.

Depois, o ex�rcito receber� ordens minhas...

e eu receberei as minhas... da Imperatriz Pulcheria.

Tem 100 guardas fi�is. Se controlarmos o Pal�cio...

Mas, o Theodosius disp�e de 500 homens!

A maior parte est� a dormir.

Iremos atacar com for�a e sem aviso.

Se me fizer Capit�o da sua Guarda outra vez...

Ainda �s.

N�o nomeei ningu�m para o teu lugar.

A riqueza deste Imp�rio Oriental foi obtida...

com o sangue das legi�es romanas.

N�o pelo Imperador Theodosius.

Por�m, ele transformou-o num reino para ele pr�prio.

Ele assinou um tratado com �tila...

cujas hordas b�rbaras est�o, neste preciso momento, a marchar em direc��o a Roma.

Eu falo-vos como emiss�rio do Imperador Valentiniano.

E eu asseguro-vos que, em vez de enviar refor�os...

para ajudar a nossa cidade imperial...

Theodosius prefere ver os seus edif�cios arrasados...

os nossos cidad�os massacrados...

e o nosso pa�s invadido.

E se pensam que nenhum homem poderia descer t�o baixo...

ou�am o pr�prio Imperador.

Tragam-no.

Que loucura � esta?!

Perante si est� um instrumento de abdica��o.

Assine-o ou ordene as legi�es que se movimentem para Oeste para ajudarem Roma.

Devo deslocar um ex�rcito ou assinar uma...

ren�ncia ao trono por imposi��o de um grupo de traidores e um punhado de guardas?!

N�o o farei!

Antes do Sol nascer, o vosso sangue ir� sujar o p�tio do Pal�cio...

e certificar-me-ei que sejam enforcados!

Voc�s controlam o Pal�cio...

mas, al�m do Pal�cio o ex�rcito e as suas legi�es est�o sob o meu comando!

E se o ex�rcito n�o lhe obedecer?

Se n�o me obedecer, assinarei o acto de abdica��o.

Os oficiais das legi�es est�o aqui.

D�-lhes as suas ordens, cara a cara!

Como o vosso verdadeiro Imperador...

ordeno a deten��o da Princesa Pulcheria e dos seus conspiradores!

Prendam-nos!

Agora!

Obede�am-me ou irei despromover todos os homens dos seus postos!

Prendam-nos!

Sou o vosso Imperador e estou a ordenar-vos!

Prendam-nos!

Ficou perfeitamente claro.

O ex�rcito n�o � seu para comandar.

Assina!

Assine!

O antigo Imperador Theodosius ser� detido e permanecer� nos seus aposentos.

O seu conselheiro, Chrysaphius, tamb�m ser� detido e esperar� ser julgado por Roma.

Por ordem de Sua Muito Augusta Majestade, a Imperatriz Pulcheria...

que o Capit�o da sua Guarda seja promovido ao posto de General...

e assuma o comando de todas as legi�es.

Sua Majestade tamb�m ordena que o General Paulinus...

o mais honrado e nobre dos seus amigos...

permane�a aqui, por conta dos seus ferimentos...

e que, na sua aus�ncia, a represente...

com toda a autoridade em todos os assuntos.

Todas as legi�es deste Imp�rio Oriental...

com excep��o das coortes especiais, marchar�o para Oeste em aux�lio de Roma!

Quando os ex�rcitos b�rbaros forem destru�dos...

a primeira coisa que farei ao visitar Roma ser� dar gra�as a Deus...

e pedir-Lhe que a cidade de Roma seja eternamente considerada...

como um s�mbolo da f� crist�...

e de esperan�a!

Salv� Pulcheria!

A guarni��o romana abandonou todas as defesas. A cidade � sua!

Queimem-na at� ao ch�o!

Peguem fogo � cidade!

Vamos at� Roma!

Vejo que as folhas est�o a ficar castanhas.

Caem da mesma forma que Roma cair�.

O que � que s�o... estas vozes?

Muita gente fugiu ali para dentro.

� um templo dos crist�os. N�o entramos.

Vamos desaparecer daqui!

Saiam.

Fala agora.

E o meu senhor procura ouvir a verdade?

- E n�o, apenas, aquilo que lhe agrada? - A verdade.

Porque a verdade nunca muda.

Aquela cruz que vi, a flutuar no templo crist�o...

Como � que interpretas isso?

Um aviso.

Um aviso.

H� uma coisa que tenho de te dizer.

Uma escrava cuidou de mim quando eu era crian�a.

Ela era idosa. Era persa como tu.

Ela tinha vis�es, uma das quais me atormenta at� hoje.

Ele viu-me j� um homem feito...

estendido no ch�o, im�vel...

o meu sangue estava no ch�o e sobre o meu corpo estava a sombra da cruz crist�.

Isso ainda est� escrito nas minhas estrelas?

N�o sei.

Se ela viu isso, porque n�o voc�?

Meu senhor...

cada um de n�s v�, apenas, uma parte da cena eterna.

S� uma pequena parte de um grande todo. Ningu�m consegue v�-lo totalmente.

Isso pode muito bem ser. Responde-me, ent�o, a isto...

O que � que v�s para mim, agora?

Diz-me a verdade, toda a verdade e irei recompensar-te.

Ultimamente, meu senhor, com os olhos dos esp�ritos, eu vi o seguinte...

nuvens e nevoeiro branco...

e dentro delas, um homem todo vestido de branco.

Um homem grande e santo...

atr�s dele vinha um poderoso ex�rcito de homens e mulheres, todos ensanguentados.

Ele estava morto e, no entanto, n�o estava morto, meu senhor.

E estava a olhar para o homem de t�o perto como est�, agora, a olhar para mim.

Quem era ele?

N�o sei.

E tamb�m n�o consigo atribuir nenhum significado �quilo que vi.

Mas, isto lhe disse como verdade.

Tal como o meu senhor me ordenou.

Em todos os sinais, press�gios e estrelas que consegui ler...

N�o v� mais para Sul.

Afaste-se de Roma.

Estamos prontos para avan�ar, meu irm�o.

Iremos para Sul.

A caminho de Roma.

�tila ainda deve estar a Norte de Floren�a.

No entanto, ainda longe de Roma.

N�o, estes b�rbaros s�o muito velozes.

E s�o in�meros. 100 ou 200 legi�es, diria eu.

Vossa Majestade.

Este homem veio � nossa frente.

- Quais s�o as not�cias? - O Imperador Valentiniano est� a deixar Roma.

- Mas, n�o o avisaste da nossa chegada?! - Ele teme os b�rbaros.

Ainda assim, as legi�es dele v�o a caminho e ir�o defender a cidade.

Ele deu ordens. Elas ir�o com ele.

Vai deixar Roma para �tila.

Voc�s, os oficiais e a Cavalaria...

escolham alguns homens para irem connosco. Iremos at� Roma e n�o pararemos por nada.

Siga-nos em marcha for�ada, tanto de noite como de dia.

Sim, General.

Devo ir � frente.

O tempo e a dist�ncia est�o ambos contra n�s.

Vais liderar t�o poucos homens contra tantos b�rbaros.

Demonstrarei que sou digno de ser o seu General. Juro-o.

H� pouco tempo, n�o passavas de um centuri�o.

E eu, era um motivo de boatos, uma pobre coitada.

Agora... � uma Imperatriz.

Mas, eu n�o posso governar um imp�rio sozinha.

Volta e governa o povo comigo.

Eu?

O filho de um simples sapateiro?

Acabaste de ganhar esse direito, ao lutares pela cristandade.

Vossa Majestade Imperial...

Senhor, tenho homens e cavalos � espera.

Imperador Marcian...

filho de um simples sapateiro...

feliz o dia em que Deus te enviar de volta e feliz ser� a mulher para quem voltares.

Fechem os port�es!

- Vossa Majestade! - Quem � voc�?

Marcian, Vossa Majestade. De regresso de Constantinopla.

Marcian?

Isto � tudo aquilo que levarei.

Marcian?

Sim, o centuri�o que enviei com uma mensagem, mas, isso agora n�o interessa.

E este busto.

Quem � que lhe deu a patente de General?

A Imperatriz Pulcheria, que agora governa...

o Imp�rio Oriental em nome do irm�o dela.

Ela � que governa?

Venha comigo e conte-me. Sairei ao anoitecer.

Mas, Vossa Majestade, eu tenho legi�es em marcha, enviadas por ela para ajudar Roma.

- Quantas? - Cinco.

Cinco? E eu tenho duas dentro das muralhas, num total de sete.

�tila tem 100!

Sete legi�es ser�o suficientes para fazer �tila recuar.

70 n�o bastariam e as suas ainda n�o est�o aqui.

Ordenarei que as minhas tropas abandonem as muralhas.

Se n�o houver resist�ncia, talvez �tila poupe o povo. � essa a minha esperan�a.

�tila n�o poupar� nada.

Roma tem muralhas fortes e, pelo que sei...

�tila n�o tem quaisquer equipamentos para assalt�-las...

catapultas, plataformas ou torres, Vossa Majestade.

Vossa Majestade? Vossa Majestade Imperial!

Se abandonar Roma, estar� a abandonar toda a sua majestade, imperial ou n�o!

Vossa Majestade Imperial, tudo est� preparado.

Diga-lhes que as carro�as devem ir pelo Port�o da Via �pia.

Vossa Majestade Imperial, tenho not�cias de que �tila est� perto.

�tila?!

Deixo a cidade nas suas m�os.

Capit�o!

Informe toda a gente de que Roma est� sob o meu comando...

e chame os oficiais das legi�es para se reunirem comigo.

Fechem os port�es a toda a gente, excepto a Valentiniano...

- e a todos os que forem com ele. - Sim, senhor.

Agora, a cidade depende de n�s.

Dentro de pouco tempo, n�o haver� nem um �nico romano vivo atr�s daquelas muralhas.

Nem um �nico edif�cio ficar� de p�.

Tens de destru�-la?

- � a cidade sagrada dos crist�os. - � Roma!

Imploro-te, n�o fa�as mal � cidade.

Talvez eles se rendam.

E n�o ser� necess�rio derramar mais sangue.

Ora, ora...

Vejo que a minha filha n�o gosta que se derrame sangue romano.

Meu senhor, �tila!

- Fala! - O Imperador fugiu da cidade!

Um momento!

A cidade tem um novo comandante que veio do Oriente.

O romano.

O romano?

Sim, meu senhor.

Ele est� aqui?

Ele comanda Roma. Assumiu o lugar do Imperador.

Persa?!

- Ouviste?! - Sim, meu senhor.

Um ex�rcito segue-o e marcha a caminho da cidade.

H� rumores de legi�es que chegar�o pelo mar.

Ele est� em Roma! Aquele que tu sonhaste que...

me iria derrotar e ele assumiu o lugar do Imperador.

- N�o avance mais para Sul, disse-lhe eu. - Mas, eu j� estou aqui.

Quantas legi�es est�o na cidade?

Duas. N�o mais do que duas.

Foi isso que eu ouvi.

Devia ter matado aquele romano quando o vi.

Todos os que aqui est�o...

Fa�am disso a vossa prioridade. Se virem este romano primeiro, matem-no por mim!

Traz-me vinho.

Atacaremos esta noite!

- Esta noite?! - Como � que iremos ultrapassar as muralhas?!

- N�o temos torres de assalto nem catapultas! - Temos ar�etes e escadas de assalto!

E mais do que isso...

Temos mil homens para cada romano!

Atacaremos num �nico local.

Uma brecha �, apenas, aquilo que eu preciso...

s� um port�o, apenas um e entraremos por ele como uma torrente!

Kubra, vinho!

Onde � que est� a minha filha?

- Mais tarde, faremos um assalto fict�cio aqui. - E eu atacarei o Port�o Norte.

E, quando eles acorrerem ao meio, voltaremos a atacar pelo Port�o Este...

- e, desta vez, for�aremos a entrada na cidade. - Atacarei uma hora antes do dia nascer.

Faremos o nosso assalto final, com o Sol Nascente pelas costas...

e nos olhos dos romanos!

Meu senhor �tila, uma mensagem da cidade.

Vem a� um emiss�rio de Roma e ele pede para falar consigo perto do rio.

N�o quero negocia��es com Roma.

Podemos ganhar algum elemento surpresa se aparentar que est� a negociar.

Persa...

O nevoeiro branco.

E o homem.

Meu senhor!

Quem � voc�?

Sou Le�o, servidor dos servidores de Deus.

� o Papa Le�o?

N�o tenho qualquer problema com os homens santos.

Fa�o a guerra contra Roma e os romanos e n�o contra o vosso Deus.

Pouparei os vossos templos, mas, a cidade, irei destruir.

Roma � uma cidade crist� e um templo de Deus.

- Uma cidade n�o pode ser um templo! - � um templo quando os homens rezam.

Como, agora, eles rezam nas ruas e nas igrejas...

mas, Deus ir� faz�-lo desistir dos seus prop�sitos.

Eu jurei sobre a minha espada.

Quem vive pela espada, por ela morrer�.

� Roma que morrer� pela minha espada!

Apenas se Deus assim quiser.

Quem � que o enviou at� mim?

O romano Marcian?

Irei ceifar-lhe a vida no mesmo momento que entrar em Roma...

e isso eu tamb�m jurei.

Mas, procura mais do que isso.

Isso...

e vingar-me daqueles muros que, outrora, me fizeram prisioneiro.

Essas mesmas vossas pedras...

por muito mortas que possam estar, ir�o manter a mem�ria da minha chegada.

Deixei o meu prop�sito perfeitamente claro.

Claro, sem d�vida.

N�o tenho nenhum problema consigo.

Mas, est� escrito que este ser� o ano em que Roma cair�. E nas minhas estrelas...

Escrito?! Por quem?

Quem poder� escrever ou saber aquilo que vai na mente de Deus?

Se Deus estiver consigo, Roma ser� destru�da...

mas, se Deus estiver contra si, n�o ir� tocar...

numa �nica pedra das nossas muralhas.

Roma n�o depende de armas terrenas.

Temos um ex�rcito de m�rtires santificados pelo sangue.

Atr�s daqueles que ir�o morrer, est�o aqueles que j� morreram...

pela cruz e na cruz!

Um ex�rcito que n�o pode ver...

e que nunca conseguir� vencer.

E que, no fim, ir� derrot�-lo.

N�o se esque�a e lembre-se disto tamb�m...

o Deus que pode enviar o Seu raio dos c�us...

e fulminar o vosso falso profeta, deixando-o morto a seus p�s...

tal Deus pode facilmente destruir qualquer homem...

que ouse provocar a Sua c�lera!

Ainda iremos atacar?

Kubra!

Vim ver a tua conversa com o homem santo.

- Atacamos esta noite? - Todos os planos est�o feitos!

Os planos podem mudar.

�ldico, vinho!

Vinho!

N�o esperes mais, �tila.

Ataca esta noite!

Eu valorizo este meu persa que me diz a verdade.

Agora, pe�o-lhe um sinal e ele n�o me d� nenhum.

Ataca a cidade agora e n�o esperes por sinais.

Vamos retroceder e ir ao encontro do Ex�rcito do Oriente deles!

H� dois caminhos a seguir...

e o persa n�o me diz qual deles ser�.

Est�s � espera de uma palavra deste persa?

Quais foram as palavras proferidas por aquele homem santo de Roma?

Antes de falares com ele, estavas completamente disposto a atacar!

�ldico, vinho!

Apenas duas legi�es defendem a cidade, e cair�o aos nossos p�s como fruta madura!

Ser� que �tila pretende enganar-nos?

Ou ser� que o pr�prio �tila foi enganado?

Como � que isso � poss�vel?

Quem � que lhe poderia ter contado?

Tu?

Tu odeias-me.

Serias falsa se ousasses ou se pudesses faz�-lo?

Como � que � poss�vel que eles soubessem do meu...?

Tenho um pensamento que me gela o sangue.

Diz-me, minha filha...

Porque � que aquele homem santo apareceu naquele momento exacto?

Como � que que ela poderia...?!

Kubra!

Quem � que disse �quele homem santo, este Le�o...

coisas que ele n�o poderia saber?

Quem � que lhe contou sobre o raio que matou o meu outro vidente?

Eu disse-lhe, pai!

Tal como aquele teu romano, tu ousas dizer a verdade.

Eu devia t�-lo matado!

Ele influenciou tanto a tua mente, que j� n�o �s a minha filha.

N�o aquela que eu outrora tanto amava.

- Meu pai, afasta-te de Roma! - Tu tra�ste-me!

Porqu�?

Sou crist�.

Roma � uma cidade crist�.

E o Papa Le�o ainda me quer amedrontar com um ex�rcito que ningu�m consegue ver?!

O ex�rcito de fantasmas deles ter� mais uma!

Persa...

Ali jaz uma parte de mim. O meu pr�prio sangue tinge o solo.

Diz-me...

isto cumpre a profecia que pr�pria escrava viu para mim?

Meu senhor �tila, n�o h� nenhuma sombra.

N�o h� nenhuma sombra.

Nenhuma sombra da cruz...

E nenhuma a cobrir a Kubra.

Ela morreu.

E com ela, tudo aquilo que eu amava no mundo.

Afasta-te de Roma, disse ela.

E o persa disse... "N�o v� para Sul".

Vai para Este...

Vai para Sul...

Vai por qualquer um dos lados.

Se eu adormecer, acordem-me ao amanhecer.

Decidirei, ent�o, qual o caminho a tomar.

Kubra!

Kubra!

Kubra!

N�o, a Kubra n�o. Ela est� morta.

Persa!

Edecon, onde � que est� o meu persa?

- Meu irm�o Bleda! - O que � que se passa?

N�o derrames mais sangue, ela disse.

Persa!

Onde � que est�s?

Persa! Persa! Acorda!

- Anda comigo! - O que � que se passa?

�tila adormeceu e acordou a gritar como um louco!

N�o sabia onde � que estava, mas, come�ou a chamar por ti.

Acordem o acampamento! Levantem toda a gente!

Ouviste-os?

Viste?

Vi o qu�, �tila?

Eu estava num lugar diferente deste.

Persa!

Persa, anda ter comigo.

A minha armadura. Bleda, traz-me a minha espada.

Eu vi aquele ex�rcito de fantasmas.

Persa, at� como tu disseste que eu os veria.

Uma poderosa horda de m�rtires todos esmagados e ensanguentados.

A avan�arem contra mim.

E pr�ximo...

muito pr�ximo, o passo firme de legi�es em marcha.

Com eles... vi a Kubra.

E ouvi-a novamente a gritar... "Afasta-te! Afasta-te de Roma!"

A tua armadura.

Ele est� doente da mente.

Eu estava perante as muralhas de Roma...

a bater-lhes.

E, � medida que eles ca�am...

este outro ex�rcito de mortos levantava-os outra vez.

Tudo isto eu vi, como se fosse pelos olhos do persa.

E consegui atribuir-lhe um significado.

Meu senhor �tila, n�o v� contra Roma, volte para Norte, pelo caminho que veio.

Voltar atr�s...

Nunca!

Eu digo... nunca!

Ele teme o Sua Santidade, o Papa Le�o!

Antes, �tila n�o temia nada.

Cavalgaremos at� Roma!

Iremos voltar para tr�s.

Vamos para Norte!

Os rumores dizer que h� uma enorme confus�o no acampamento b�rbaro.

Eles est�o a lutar entre si.

General, os b�rbaros retiram-se do Port�o Este!

E �tila dirige-se para Norte, levando as suas carro�as.

Pode ser um esquema qualquer. Algum estratagema.

Temos uma legi�o destacada a Norte.

Poderei contornar o flanco deles e juntar-me a essa legi�o.

Poderei emboscar �tila � medida que ele se aproxima e aguent�-lo.

A legi�o dever� agrupar-se em Pillium. Uma cidade que ele incendiou.

Ent�o, voc�s ataquem a partir destes muros.

Hoje venceremos ou perderemos tudo.

Os b�rbaros afastaram-se de Roma. �tila dirige-se para c�.

Esconda os seus homens nas casas, nas adegas e nas cozinhas.

Coloque os arqueiros nos telhados...

e a infantaria pesada e os guardi�es atr�s dos muros.

Eles aproximam-se.

Montem!

Romano!

Persa.

Ent�o, este � o fim?

O teu Deus trouxe-me para a minha queda.

Estava escrito nas minhas estrelas.

Persa.

Enterra-me fundo.

Enterra-me fundo.

:::::: F I M :::::: Legendas em PT-PT por mpenaf

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.