Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Certo, obrigado.
Este é o homem que procuramos.
O condutor do Golf preto, está em fotos do acidente de Strzelecka.
Suspeitamos que tenha assassinado Magda Kosinska
e tentado matar Anka Janas.
- Anka Janas? - Por ali.
Boa noite.
Quero mostrar-lhe uma foto.
Reconhece o suspeito?
Presumimos que este homem, o falecido Tomasz Wrobel,
trabalhava para ele. Foi ele que enviou o feto de porco,
ele perseguiu Magda Kosinska,
raptou a esposa de Strzelecki e alvejou-se a si mesmo. O que mais?
Estou cansada, não quero ir.
Vais para casa do Avô. Gostas de dormir lá, não é?
Só um bocadinho.
- A Avó chegou. - Vai correr tudo bem. Dorme.
Fecha os olhos e dorme.
Ryszard Kreutz,
detido em 2011 pelo homicídio brutal de uma prostituta e dois sem-abrigo.
Kreutz foi acusado por Strzelecki.
condenado a perpétua na solitária.
Esta é a vingança dele.
Wrobel e o outro tipo trabalhavam para Kreutz.
Ele pode levar-nos ao assassino...
... e só ele nos pode ajudar a encontrar o bebé.
Vamos para Goleniow,
trazemos o Kreutz para aqui, Zawieja vai interrogá-lo.
Presumimos que esteja em contacto com o suspeito.
Revistamos a cela dele. Espero encontrar um telemóvel ou um SIM.
O diretor recebeu os documentos. Esperamos. Devem libertá-lo em breve.
Ele agora é teu.
Se ele fugir, sabes quem arcará com as culpas.
Certo.
Muito bem. Revistem a cela dele.
Alguém lá dentro o deve estar a ajudar.
Fiquem de olho em todos. Encontrem o raio do telemóvel.
Perceberam? Ao trabalho.
Tem cuidado quando falares com ele.
Vai irritar-te e deixar-te pendurado.
Ele está desejoso...
Ser o centro das atenções e uma viagem até cá fora...
Depois, irá recordar-se da bela interrogadora na sua cela e...
- Certo! - Estou só a dizer.
Olá, Ania.
A culpa é minha.
Fiz merda.
Ela tinha medo de mim, certo?
Na altura, estávamos todos assustados.
A Magda amava-te muito.
- Ela acreditou em ti. - Foda-se.
Achas que...
... ela devia ser vestida de preto?
Não.
Certo.
Lembras-te daquele...
... vestido colorido que ela usava sempre no verão?
Então, talvez esse?
Tudo bem.
Obrigado.
Desculpa.
Marcin...
Sonhei com a Magda.
Ela lançava fogo de artifício junto ao lago.
Ela estava feliz.
Acho que é um sinal.
Que a tua bebé, a Julka, está viva.
Obrigado.
Os amigos e familiares prestarão a sua última homenagem
à vítima de homicídio Magda Kosinska.
O funeral decorrerá no Cemitério Central.
Estamos à porta da casa de infância de Magda
onde amigos e cidadãos se reúnem há dias
para honrar a sua memória.
Magda Kosinska era psiquiatra e, segundo o pessoal do hospital,
era uma pessoa gentil e sorridente.
Nada sugeria que tinha inimigos.
A Polícia e a Procuradoria estão a investigar a sua morte.
Não voltaste ontem à noite...
Vais mudar de roupa?
Nós devíamos ir juntos.
Diz-me a verdade, por favor.
Sabes que podes confiar em mim.
O que fizeste?
Michal, eu podia ter morrido a seguir, por tua causa!
O que fizeste? Diz-me, por favor!
Diz-me...
Desculpa.
Não peças desculpa, diz-me só a verdade! Porra!
O que fizeste?
Tomasz Wrobel.
Quem é ele?
Há tristeza nestes olhos.
Ele escreveu-lhe.
Da mesma morada que escrevia para a Magda Kosinska.
Antes de a matar.
Impossível.
Que espertinha.
Página 52.
Parágrafo central.
"Ela carregava a sua cabeça triste, como se estivesse orgulhosa."
"Como se dissesse, só eu sei fazer o luto por ele,
como ele que merece."
Os meus pêsames.
A sério, pela perda do seu marido.
- O suicídio mostrou a fraqueza dele? - Eu não vou falar do meu marido.
Eu referia-me a Tomasz Wrobel.
Filho da puta.
Quem é este?
Uma foto do trágico acidente de Julia Strzelecka.
- Chorei por ela nesse dia. - Duvido muito.
Foi você que ordenou a morte dela?
Quando se trabalha com gente como ele...
... não é preciso ordenar nada.
Uma inspiração ligeira funciona muito bem.
Um homem assim não pode ser completamente controlado.
Presumo que o tenha encorajado a matar Julia Strzelecka
e depois a Magda.
Ele está por trás disto, não está?
Procurador!
Consegue ouvir-me?
"Sim, consigo."
Este homem pode ter a criança de Magda Kosinska?
A inocência deles é comovente.
A questão é essa.
Se está tão comovido...
... ajude-me a encontrá-la. - A ela?
Então, é uma menina?
Isto fica ainda mais triste.
Lamento a vossa outra perda!
Raios, Michal, recomponha-se! Eu compreendo, mas...
Não devia estar aqui nem perto desta investigação.
Vá enterrar a sua filha.
Já alguma vez enterrou a sua filha?
Não.
Vai ajudar-nos ou não?
Cuidado!
Investiu
tanto tempo e dinheiro no funeral e para quê?
Não se atrase por estar a olhar para mim!
O funeral é às 14 horas, certo? Não lhe resta muito tempo.
Vai ser bom ver a coroa que ele comprou.
Uma foto da mãe e da filha em flores brancas.
Faz os olhos encherem-se de lágrimas, fica-se com um nó na garganta...
Nome e apelido.
Quer saber se ele a tem?
- E onde? - Sim.
Quando Strzelecki enterrar a filha, eu levo-o à neta.
Vamos sozinhos, ele e eu.
- Sozinhos? - Sim.
O Strzelecki tem contactos. Ele consegue tratar disso.
- Enfrentar a verdade exige coragem! - Vá, por favor.
A verdade é libertadora!
Acalme-se!
Fim da visita. Leve-me.
Fora.
Ele sabe todos os pormenores. Nós devíamos vigiar o funeral.
Kreutz podia tê-lo mandado para lá. Estás a ouvir?
OK. Veste-te bem.
Não quero que te destaques no funeral.
Tens duas horas, certo?
Sim.
- Precisas de boleia? - Obrigada, estou bem.
Está bem.
- Tens a certeza? - O que se passa?
Relaxavas e falávamos um pouco.
Ou não. Entra, eu não mordo.
Eu mordi o isco dele. Foda-se!
Achas que o Wojtek foi fraco?
O Kreutz está a mexer com a tua cabeça.
No dia em que morreu...
... o Wojtek chegou a casa a sorrir.
Ele estava calmo, gentil...
Brincou com a Hania, fez-nos o pequeno-almoço.
Foi só um marido, um pai.
Pensei que era um sinal, um recomeço.
Então, se ele se matou...
... então enganou-me.
Ele enganou-nos a todos.
Olá.
Olá. Chamo-me Marcin Kosinski.
- A minha esposa... - Obrigada.
Por aqui, por favor.
Não te convido para entrares.
Claro. Eu espero.
Eles mataram o meu filho e podem fazer-lhe o mesmo a ela.
Eles encerraram o caso, para com as conspirações!
É um encobrimento óbvio!
Isto é uma obsessão! Estás maluco!
E onde estavas tu quando o meu filho foi morto?
Eu? Onde estavas tu quando ele a agrediu?
- O meu filho não lhe batia. - Desculpem, onde está a Hania?
Está lá em cima.
Ouve, ele não lhe batia.
O meu filho não faria isso, percebes?
São todos iguais, com ou sem uniforme.
- Animais. - Talvez o teu marido fosse assim.
Truz, truz.
- Está alguém em casa? - O meu filho não era um animal!
Olá. Posso abrir?
Olá, querida.
- O que fazes aqui? - Estou aborrecida.
Estavas aborrecida?
O avô e a avó estão sempre a discutir.
Eu sei, querida.
- Os adultos às vezes discutem. - Vais levar-me contigo?
Eu encontro-a.
Eu vou encontrá-la.
Eu vou encontrá-la.
Desenha algo bonito.
- Não apanhes frio lá. - Não.
Sabes que não pode ser assim.
É suposto passarmos a noite aqui?
E se eu levar a Hania para minha casa, e, quando acabares,
vens ter connosco? - Falamos depois.
- O que estás a desenhar? - A ti, porque estás bonita.
- Para que queres a arma? - É uma ótima pergunta.
Preciso dela, porque... vou combater monstros.
- Adoro-te. - Também te adoro.
Então, adeus.
Zawieja, consegues ouvir-me?
Em alto e bom som. Estou em posição.
Cabrão!
Zawieja.
Foi encontrado um cartão SIM na cela de Kreutz. Os técnicos dizem
que nas últimas duas semanas contactou dois números.
Estamos a localizá-los neste momento.
Entendido.
Szczecin chora Magda Kosinska.
Uma médica, a filha do Procurador Strzelecki.
O seu homicídio brutal chocou o público.
Ainda se desconhecem os responsáveis do crime.
- Viste o Michal? - Não.
Levanta-se a questão se o crime brutal
estará ligado a um caso do pai de Kosinska?
Vou sair.
- Não é assim tão simples. Doutor? - O que se passa?
Eu não posso ficar aqui.
Caros,
estamos aqui hoje para chorar a morte de uma pessoa maravilhosa.
Mulher, mãe,
filha.
Sentimos subitamente a realidade dolorosa da morte súbita de Magda.
Partilhamos uma grande dor.
Mas também a nossa fé.
Pois acreditamos que os culpados por esta morte
serão punidos perante o Senhor.
Que a justiça será feita
e a adorada filha da falecida Magda
voltará para casa sã e salva.
Eu gostava de...
Querida, quero agradecer-te...
... por tudo.
E, sobretudo, pela...
... filha maravilhosa que tiveste.
Eu prometo que a encontraremos.
E quero pedir a todos que rezem por isso
Obrigado.
Zawieja? Ouve...
Um dos números estava ativo há 15 minutos no cemitério.
Fechem o cemitério e vigiem os portões.
Ninguém sai. Verifiquem as torres próximas.
Ele chama-se Nocon, ainda cá está.
O telemóvel foi localizado numa torre perto da capela.
- Vou para lá. - Fica, porra! Não o assustes.
Com licença.
Zawieja, estás aí?
Espera pelos reforços, estás a ouvir?
- Estás a ouvir-me, caralho? - Estou a caminho.
Estou na capela.
Não está cá ninguém.
Vou investigar mais a fundo.
- Estou a caminho. - Fica e mantém-te alerta.
Invocamo-Lo
Exilados, filhos de Eva
Suspiramos por Si
Daí ser a nossa Protetora...
... de Jesus
Abençoado seja o fruto do vosso ventre...
Zawieja?
Zawieja, estás a ouvir?
Zawieja, responde.
Zawieja?
Polícia, quieto.
Levante as mãos.
- Mas que raio? - Tire o capuz.
- Nome? - Marek.
- Tem aí o seu telemóvel? - Sim.
Onde?
- No bolso. - Pegue nele, devagar.
Tire-o.
Nada de movimentos bruscos.
Levante a mão.
Radwan...
Liga para o número.
Encoste-se à parede.
Vire-se.
Fique aí, porra.
De quem é isto?
- É de um funcionário. - Nome?
Nocon.
Quando é que o viu?
Antes do funeral.
Encontrei o telemóvel do Nocon. Ele foi-se embora.
Interroga o funcionário. Ele viu-o.
E tu?
As flores, certo? Eram para me chamar a atenção.
Andrzej Nocon, certo?
Ele tem a bebé. Sim ou não?
Disseste-lhe para seguir a Kosinska? Matá-la, raptar a criança?
E isto é para se vingar do Strzelecki?
Eu disse-lhe...
... onde encontrar a arma do crime.
Fale mais alto, não o ouço.
Eu dei-lhe...
... a prova da minha inocência.
E quê? Passei quase dez anos na solitária.
Sim, é verdade.
Dê-me o Strzelecki.
Eu mostro-lhe onde está a bebé.
Entenda... Só me tem a mim.
É comigo que está a falar.
Sou eu que me preocupo com este caso. É a sua última oportunidade.
E é a mim a quem vais mostrar a bebé, viva ou morta!
Entendido?
Manda-o embora.
- Vai-te embora. - As regras...
Vai, porra.
Não chore.
É uma rapariga forte.
Quer saber onde está a criança?
Eu digo-lhe onde está a bebé.
Venha aqui, eu conto-lhe.
Ao seu ouvido.
Dê-me o Strzelecki. Dê-me...
Pira-te, porra.
Foda-se.
- Nunca me interrompas, porra! - O que se passa contigo?
- Ele podia ter-te matado! - Sim, claro.
Ele é a merda de um assassino. E é bom nisso!
Estou farto de ti, a sério.
O que é isto? A tua investigação privada?
Vá lá, diz-me!
Fazes sessões privadas com um assassino?
Posso registar isto e dar cabo de ti!
E sou capaz de o fazer!
- Então, fá-lo. - Assim farei.
Assim farei!
Zawieja!
Zawieja!
Por amor de Deus...
- Zawieja! - ... saltar, inesperadamente.
O que queres que diga? Tens razão. Desculpa.
- Já comeste? - Arranjaste-nos boleia?
Hania, vamos embora.
- Vamos para a estação. - Mãe...
Ou podemos ir de autocarro, arruma as coisas.
- Não vais a lado nenhum. - Veste isto.
- Mãe, tem calma. - Vamos ficar bem.
Por favor! Mãe, espera! Acalma-te.
Não vais de comboio para lado nenhum. OK?
Zawieja, reunião, agora.
- Boa noite. - Boa noite.
Mãe, ouve...
Eu arranjo-te boleia. Dentro de uma hora, 90 minutos no máximo.
OK?
Andrzej Nocon. Próximo, por favor.
Próximo.
O telemóvel dele. Kreutz tem-no contactado neste número,
desde a prisão.
Conheceram-se há dez anos atrás,
antes da sentença de Kreutz, antes de os homicídios serem cometidos.
O funcionário da capela confirma
que Nocon tem uma tatuagem na mão, como a de Wrobel.
- Parece um mapa. - Analisámo-la.
Condiz com as ruas de Szczecin desde o centro até à Ilha Pucka.
Presumimos que estes pontos sejam entradas do túnel.
Segundo o ficheiro dele, a vítima foi mantida num local escuro, húmido.
Mãe, estou aborrecida.
O que fazes aqui?
- A Avó? - Não sei.
Como assim, não sabes?
E devias ter ficado na sala.
- Porque não me ouves? - Pronto, para.
Hania, vamos. Eu levo-te.
Desculpem.
Se esses são os túneis e a vítima esteve lá presa,
isso explicaria porque Kreutz escapou durante tanto tempo.
Dezenas de quilómetros de túneis, parcialmente inundados é...
... como uma agulha num palheiro.
Azar.
Teremos de os revistar.
Sabias que o meu marido era polícia?
Sabia lidar com tudo, menos comigo.
Está tudo arrumado? Vamos já embora.
Hania?
Mãe, onde está a Hania?
- Na sala, onde havia de estar? - Ela não está aqui.
Mãe...
Não me sigas, ela pode voltar. Ela não pode andar por aqui.
Hania!
- Viram a minha filha? - Não.
Hania!
Hania!
O que fazes aqui sentada?
- Hã? - Deixa-me.
Tu és como ele.
- A quem te referes? - Como o pai.
Ele gritava a toda a hora, toda a gente estava triste e depois morreu.
Tu também vais morrer. Eu sei disso.
Eu não vou morrer.
Entendido?
Olha! Ali está o carro-patrulha.
Vês?
Vais com a Avó para a beira-mar.
Gostas de estar à beira-mar, certo?
Então, anda. Põe o capuz.
Anda.
- Deixa-me levá-la. - Deixa, mãe. Entra.
Entra no carro, sim?
Eu sei que sou má mãe.
Estou sempre a passá-la aos outros.
Ela incomoda-me, chateia-me...
... irrita-me.
Estou sempre a afastá-la, não falo com ela.
Estou a ser como o Wojtek era.
Levo para casa casos que são uma ameaça para a família, para a Hania.
Tenho medo...
...de poder acabar como ele.
Sabes o que me disse o Wojtek uma vez?
O que ele achou assustador em ti? E pelo que mais te amou?
Que és como um aríete. Imperecível.
Consegues sempre o que queres.
Kasia...
Diz-me...
... o que queres realmente?
Não me deixa descansar.
Quero encerrar este caso. Quero encontrar aquela bebé.
- Certo... - Morta ou não, tenho de a encontrar.
Fazemo-lo juntos. A Hanka está a salvo agora.
Talvez não sejas a melhor mãe agora,
mas és uma polícia do caraças, entendes?
Vamos só encerrar este caso.
Zawieja!
Zawieja! Temos um problema.
O que é?
Vão levar o Kreutz.
Mas como?
Não sei, talvez o Strzelecki tenha usado os contactos.
- Quando? - Agora!
Merda.
O Pietrzak está cá?
Parem!
Eu vou convosco.
Deixe. Agora é entre mim e ele.
Assim não, Procurador.
Fez tudo o que podia. Arranca!
DÁ ISTO AO PIETRZAK, POR FAVOR M.
Pedro Braga Iyuno-SDI Group
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.