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Thomas... Thomas!
THE ABSENT ONE
Ele contribuiu para a reorganiza��o
dos distritos policiais...
...racionalizando a se��o de homic�dios.
N�o sei do que ele est� falando.
E a cria��o do Departamento Q.
Onde os primeiros resultados foram quase milagrosos.
E seus �nicos resultados.
Eles s�o conhecidos como o "�rabe" e o "b�bado".
Engra�ado. Muito engra�ado.
Parab�ns, Marcus. Bom trabalho.
- Discurso! - Quietos.
Onde voc� estava?
O "assassinato da bicicleta" n�o bate.
Algu�m a for�ou a tomar comprimidos.
Carl, nossa nova secret�ria est� l�.
Certo. Ent�o temos o caso Tornby.
Frank foi visto pela �ltima vez no dia 21
mas o telefone n�o foi usado desde o dia 19.
Com exce��o de uma chamada, 20 segundos,
a um local de jardinagem.
Quero que a conhe�a. Gosto dela.
N�o podemos continuar a perder secret�rias.
N�o s�o os Smurfs? Bem-vindos.
Ol�.
Rose?
Rose � nossa nova secret�ria.
- Ol�, Carl. - Ol�.
- Bem-vinda. - Obrigada. Isso vai ser bom.
Assad e eu j� temos uma boa qu�mica.
Sim, temos.
Sempre � a alma da festa?
N�o se preocupe com ele.
Carl prefere o trabalho do que as pessoas.
Carl M�rck. � voc�?
- Eu te reconhe�o pelo jornal. - Certo.
N�o recebeu minha carta sobre Thomas e Marie?
- N�o sei do que est� falando. - Olha. Amanh� � domingo.
Hoje � quinta-feira, ent�o acho que n�o.
N�o olhou o meu caso?
Vou olhar quando chegar a hora. Hoje n�o, certo?
V� para casa e durma longe da bebida.
Al�? Um momento.
Carl.
Seu telefone toca o tempo todo. N�o consigo dormir.
Pensei que voc� estava com sua m�e.
Faz tr�s dias que estou aqui.
Carl.
Conhece ele?
Sim, o conhe�o.
Inspetor da Pol�cia em N�stved.
Aposentou-se nos anos 90 depois
que assassinaram seus dois filhos.
- Disse algo sobre um pacote? - Est� ali.
Para Carl M�rck, Departamento Q
- Mas que droga � isso? - � seu?
Pertencia a um policial aposentado que morreu.
Ent�o est� sozinho no mundo agora?
Qual � o seu nome?
Gato.
Comprou comida, areia para gatos e brinquedos para ele?
- � claro. - Certo.
Vamos, Gato.
Thomas e Marie J�rgensen. G�meos.
Foram esfaqueados at� a morte. Marie foi estuprada.
Aqui diz que o caso foi resolvido.
Um rapaz da regi�o,
Bjarne Th�gersen, se entregou e confessou.
- N�o entendo? - Henning J�rgensen, o pai.
Continuou a investiga��o e se viu obrigado a aposentar.
Porque estava louco. � uma caixa de um homem louco.
Como voc� se sentiria se fossem seus filhos?
Por que este caso, Carl?
Existem 50 casos n�o resolvidos que deveriam
ser esclarecidos h� muito tempo.
Carl! O Departamento Q est� pendurado por um fio.
Tornamos uma piada sem gra�a.
O pai veio procurar por mim ontem,
depois da festa.
Queria minha ajuda. Eu o dispensei.
Duas horas mais tarde, se suicida em sua banheira.
Talvez estivesse louco, mas tenho que ver o caso.
Certo?
Sabemos por onde come�ar?
Bjarne Th�gersen pegou cinco anos. Foi solto
depois de tr�s, por duplo assassinato e estupro.
O qu�?
Alegou insanidade e drogas.
Seu advogado de defesa foi Bent Krum.
- Krum? - Nunca ouvi falar dele.
Um advogado que s� trabalha para celebridades e pessoas ricas.
Durante 20 anos representou milion�rios. Exceto neste caso.
- Bjarne. - Bjarne Th�gersen.
Vamos.
Tchau.
20 ANOS ANTES
Chega! Voc� � uma porca e todo o quarto cheira a cigarro.
Ol�?
- Sua bunda fede. - O qu�?
� por isso que a turma evita voc�.
Todo mundo diz que voc� fede.
Est� maluca!
Ditlev � 10. Olha para ele.
Rico, gostoso e em seu �ltimo ano. Meu pr�ncipe.
Imagina ser namorada do Ditlev.
- Onde vamos? - Para longe dessa merda.
Dybb�l, onde � que est� Bjarne?
Aqui est�. Oi, Bjarne!
O que temos aqui?
Bjarne...
Dybb�l.
- N�o o tinha visto antes. - Ele � Bjarne...
Vive no mundo real, n�o �?
Quer a primeira tragada, Kimmie?
Me d� aqui.
Deixa a minha garota em paz.
Bjarne Th�gersen.
Temos algumas perguntas sobre Marie e Thomas J�rgensen.
Boa viagem de volta.
Rikke est� em casa?
Gostaria de perguntar sobre o estupro.
N�o vai terminar nunca? Eu tinha 16 anos. J� cumpri minha pena.
Verdade? Tr�s anos por estupro e duplo homic�dio?
N�o sou a mesma pessoa. N�o era eu mesmo.
Disse que sa�a com Marie e Thomas.
Consumia cogumelos alucin�genos e coca�na.
A an�lise toxicol�gica mostra
que Marie e Thomas beberam cerveja.
Sentou na frente deles, consumia drogas e eles ficavam olhando?
Temos que fazer isto de novo? S�o os mesmos assuntos.
O que � que voc� quer que eu diga?
Como conseguiu Krum para ser seu advogado?
Seu pai estava desempregado. Sua m�e era uma dona de casa.
N�o era muito caro para voc�?
Meus pais fizeram um empr�stimo que pagaram at� morrerem.
Um Maserati 1968?
� meu hobby. Compro e restauro.
Maseratis usados? S�o muito caros.
- Como consegue pagar? - A��es.
A��es? Tem algum conselho?
N�o me importa se acredita em mim ou n�o.
Estudei economia na pris�o, e quando eu sa� veio o retorno.
- Teve sorte. - Mais perguntas?
Obrigado.
Parece que tudo que ele disse � verdade.
Seus pais fizeram um empr�stimo. Bjarne compra e vende a��es.
Portanto, n�o estava mentindo...
De onde tirou seu capital inicial?
Bjarne estava na pris�o. Seus pais estavam em d�vida.
Dois jovens, saud�veis, contra um
cara que est� consumindo cogumelos.
Estou ouvindo, mas temos 50 casos sem resolver.
Diga-me que acha que Bjarne agiu sozinho e abandono o caso.
Aqui e agora.
Eu...
Quero um caf� agora.
Duas horas mais tarde, Thelma foi embora. Frank ficou.
Gostaria que houvesse melhores not�cias, Ditlev.
De onde eu o conhe�o?
Frank Helmond, assessor de imprensa
da prefeitura. Um vagabundo da m�dia.
Thelma... muito previs�vel.
Devo fazer algo?
Obrigado.
O que voc� quer, Bjarne?
A pol�cia apareceu.
Perguntaram sobre o que aconteceu.
Obrigado por ter ligado.
- Oi. - O que est� fazendo?
Classifiquei o conte�do da caixa.
Aqui est� o assassinato de Marie e Thomas.
Diferentes casos de abuso, e isto � algo aleat�rio.
- Pedi para voc� fazer isto? - N�o.
- Ent�o n�o fa�a. - Por que n�o?
No princ�pio Henning focou apenas os assassinatos.
Depois Bjarne tem aquela declara��o de loucura.
Henning come�a a olhar mais casos.
Acha que Bjarne teria feito isso antes.
Sim. � despedido da pol�cia e admitido
em um hospital para doentes mentais.
Depois marcou os domingos, signos do
Zod�aco e luas cheias neste calend�rio.
O que � isto? "An�nimo, chamada de emerg�ncia, Kirsten."
Henning disse que a pol�cia recebeu uma den�ncia an�nima...
Uma hora depois que Marie e Thomas...
foram assassinados, a 7 km da casa de ver�o.
- N�o disse nada no relat�rio. - Voc� identificou Kirsten?
Encontrei isto na caixa.
Kirsten Marie Lassen, internada em Griffen Holm.
- Veja quem �. - Pode estar morta.
- Ou casada. - Qual � a diferen�a?
Est� louco por voc�.
- No ver�o de 94? - 12 de junho. Distrito N�stved.
N�o espere nada exato. Mantemos
a maioria das coisas como em um museu.
- Fitas? - Quer um gravador emprestado?
Quem te deu esse vestido?
Rikke Hartmann me deu.
� um Elise Gug.
N�o deixa muito para a imagina��o.
N�o gosta?
- Divertiu s�bado � noite? - Sim.
- E foi no s�bado passado? - Sim.
- Voc� e Rikke? - Obrigada.
Foi bom v�-la.
Ela perdeu peso.
Est� bonita, Thelma.
- � o Dybb�l. Oi Pram. - Thelma est� me enganando.
Certo.
Sei quem �. Nos vemos em meia hora.
Fala s�rio?
Henning J�rgensen cometeu suic�dio.
Merda.
Bjarne ligou. A pol�cia est� bisbilhotando.
Por que?
N�o sei.
Bjarne � um paranoico.
Parece.
� ele?
Agora.
Levante-se!
- Oi. - Oi.
- Como vai? - Bem. O que � isso?
Um velho gravador.
Passou um tempo desde que falamos.
Sim.
- Jantamos juntos, amanh�? - Certo.
- Estarei de volta �s 7:30. - Comprarei o jantar.
- Est� bem. - Certo.
Foram os malditos negros.
Enviaremos um carro. Mantenha a calma.
Calma? Destru�ram o lugar!
- Que idade tem? - 64, e est� em mal estado.
- Vir�o? - A ambul�ncia chegar� logo.
Al�, � a pol�cia?
Foi o gar�om que fez isso.
190. Tem algu�m a�?
Eram anjinhos infelizes.
Fragmentos negros de �leo escorriam em seus olhos.
- Quem fala? - Kir...
- Tenha calma. - N�s... Est�o mortos.
Qual � o seu nome e onde voc� est�?
Est�o mortos.
Qual � o seu nome e onde se encontra?
Socorro, por favor. Seus beijos me rasgam
ao meio e destroem meu sonho.
- Tem algu�m a�? - Eram anjinhos infelizes.
Fragmentos negros de �leo escorriam em seus olhos.
- Quem fala? - Kir...
- Kirsten? - Tenha calma.
N�s... Est�o mortos.
"N�s"? Eles os mataram?
Qual � o seu nome e onde se encontra?
Socorro, por favor.
O que aconteceu naquela casa de campo?
Tentamos encontrar Kirsten Lassen, mas tinha ido embora.
- O que quer dizer com "ido"? - Longe.
N�o tem endere�o registrado. Sem mudan�a de nome, nada.
Sua �nica parente, uma madrasta, n�o viu Kirsten em 20 anos.
Uma madrasta?
Outra pessoa desaparecida, Carl.
Est�o mortos.
Qual � o seu nome e onde se encontra?
Socorro, por favor.
Quer jogar com os meninos?
Mas tem que comer.
Coma algo, querida. N�o come o suficiente.
N�o come o suficiente.
Oi, Kimmie.
Um dos meus clientes me dava um extra se o deixava me bater.
Depois colocou um saco pl�stico
na minha cabe�a, enquanto eu o masturbava.
Tire o saco pl�stico na pr�xima vez.
Oi. Posso ajud�-la?
N�o me toque.
Por que me perguntam? N�o a vejo h� 20 anos.
Voc� � sua �nica fam�lia.
Eu me casei. J� n�o � minha fam�lia.
Kirsten n�o tinha limites.
Ficava nua quando t�nhamos convidados...
para provoc�-los. Ela fugiu da escola e roubava nossa bebida.
Voc� a enviou para um internato quando seu pai morreu?
Diz isso como se fosse uma coisa m�.
Quando a viu pela �ltima vez?
Na semana que regressou do internato,
Kirsten voltou ao seu quarto.
Uma noite chegamos tarde em casa.
Seu quarto estava uma bagun�a.
- Ela tinha ido embora. - E nunca mais voltou?
Por que n�o chamou a pol�cia?
Dois dias depois, sua conta banc�ria estava vazia.
Pensamos que havia fugido para os EUA ou para a �ndia.
- Conhece este homem? - N�o.
- Nunca viu ele antes? - N�o.
- Amigos? Namorados? - Nunca me disse nada.
Soube do professor de Ci�ncias, mas s� quando a escola me ligou.
- Professor de Ci�ncias? - Ele a estuprou.
Obrigado.
- Klaus? - Sim.
- De que se trata? - Kirsten Marie Lassen.
- Oi. - Posso entrar?
Fui dar um passeio e a chuva me pegou de surpresa.
Kirsten? Por que n�o est� em seu quarto?
Minha companheira de quarto est� com
o namorado dela. Terminar�o em 20 minutos.
Pode me emprestar uma toalha?
Posso lev�-la para sua casa. S�o apenas tr�s minutos.
Todas as garotas da escola est�o loucas por voc�, sabia?
Isto n�o � uma boa ideia.
N�o vou contar para ningu�m.
Me come! Me come!
Eu n�o quero! Socorro!
- Klavs, o que est� acontecendo? - Pare, por favor!
Ela o acusou de estupro?
Sim. Fui interrogado muito tempo.
Depois me acusou de outro estupro.
Outro?
Um estupro na floresta Fensmark.
Como evitou ser processado?
- Fiz o que me disseram. - Quem?
A escola, � claro.
A metade dos homens de neg�cios
da Dinamarca estudaram na Griffen Holm.
N�o podiam permitir mais esc�ndalos.
Kirsten retirou as acusa��es.
Me mantive em sil�ncio e aceitaram minha ren�ncia.
E terminou assim.
Se voc� est� dizendo a verdade, por que ela fez isso?
�s vezes eu me pergunto isso.
N�o entendo este caso.
Falou de outro estupro na floresta Fensmark.
Henning mencionou isso em seus documentos.
Em sua caixa da loucura?
Um brinde ao nosso anfitri�o! Ulrik, velho amigo.
Obrigado por nos deixar usar sua maravilhosa casa de novo...
apesar de nossa m� sorte com o tempo. Sa�de ao Ulrik.
Temos a ca�ada de costume,
mas este ano temos uma ca�ada especial.
O pr�mio deste ano � uma casa em Proven�a.
Estejam em guarda, senhores. Ulrik.
A ca�ada come�ou!
Ditlev, Ulrik, temos que conversar.
Agora?
Certo, vamos n�s tr�s juntos.
Departamento Q?
Aparentemente, pediram para a Divis�o de Fraude
investigar as finan�as de Bjarne.
Podem fazer isso sem process�-lo?
N�o posso fazer nada para det�-los.
Como ex-advogado de defesa de Bjarne,
estou bastante envolvido.
O que est� acontecendo, Bent?
O que foi?
Gostaria de esclarecer que n�o ouvi isso de mim.
Est�o procurando Kirsten Lassen.
� melhor n�o escutar mais nada.
Poderiam haver muitos motivos para estarem procurando por ela.
- Merda. - Pode estar morta.
- Vou por Alberg nisso. - Ditlev...
Devemos enterrar isto, de uma vez por todas.
N�o � nossa culpa. S�o simplesmente est�pidos.
Est� com frio? Podemos fazer chocolate
quente quando chegarmos em casa.
O que est� fazendo?
N�o tenha medo.
N�o tenha medo. N�o tenha medo.
Vai ficar tudo bem.
Deixa-me em paz.
Deixa-me em paz.
Deixa-me em paz.
Estupro, floresta Fensmark. 15 de maio de 1994.
Puseram um capuz na sua cabe�a. Perdeu a no��o do tempo.
N�o viu nada. Ouviu pelo menos duas pessoas que riam.
Uma delas era uma garota.
Desmaiou.
Acordou uma hora mais tarde. Nua.
Sua roupa havia sumido.
Deixa-me ver.
Carl?
Domingo. Bem pensado, Henning.
O que voc� sabe sobre este tipo de escola?
� onde enviam as crian�as quando se quer desfazer delas.
Moram aqui, ficam na escola seis dias por semana...
e o �nico dia de folga � o domingo.
Thomas e Marie morreram em um domingo.
A garota na floresta?
Tamb�m em um domingo.
Vamos olhar a caixa da loucura de novo.
Domingo, 24 de outubro.
Um homem � espancado quase at� a morte. 1993.
- Quem fez o caf�? - Rose.
Perfeito.
Domingo, 6 de novembro. Assalto.
Os autores estavam encapuzados.
Foi ao internato, Griffen Holm, de 1993 at� 1996?
Lembra de uma garota chamada Kirsten Marie Lassen?
Domingo de novo. 15 de maio.
A garota atacada na floresta.
H� uma porrada de casos.
Kirsten estava com Ditlev Pram.
- Ditlev Pram? - Sim, foi at� o �ltimo ano.
- Quem �? - Um magnata sexy.
� dono da maior cadeia de hot�is da Escandin�via.
Hospitais particulares, empresas farmac�uticas...
N�o � algu�m que atenda ao telefone.
- Algo mais? - Ela era solit�ria, isolada.
Ningu�m a conhecia bem, mas todos
mencionaram Pram e Ulrik Dybb�l.
E quanto a Bjarne?
N�o, mas ainda tenho que dar uns telefonemas.
J� est� na hora das pessoas sa�rem do trabalho.
Fique at� que tenha falado com todos eles.
Bom trabalho, Rose.
Ligue para todos da classe dela.
Quer me matar...
Tomarei como um sim.
Assad. Aqui est�.
Ditlev Pram abre cadeia hoteleira na Noruega
Alguns empregados trabalham em tempo
parcial nos meus hospitais particulares.
Escutei um boato.
Est� espalhando mentiras sobre quem voc� acha que te fez isso.
� uma bagun�a, Frank.
Parab�ns.
Minha empresa de rela��es p�blicas
contratou voc� como consultor.
N�o tem que mover um dedo. S� assinar o contrato...
para que possa receber uma quantia
grande, em sua conta, todo ano
durante os pr�ximos seis anos.
Pode se concentrar nas coisas boas da vida.
E nunca pensar em mim...
ou Thelma.
Aqui, permita-me ajustar isto.
Estamos de acordo?
Sorria, Frank.
Querido, a pol�cia est� aqui.
Certo. J� vou.
- Carl M�rck. - Ditlev Pram.
- Assad. - Ditlev Pram.
Queremos perguntar sobre seus
companheiros de classe em Griffen Holm.
Emocionante. Posso lhes oferecer algo?
- N�o, obrigado. - Caf�, por favor.
Sentem-se.
- Dormiu? Est� melhor? - Sim.
E um aperitivo.
- J� ouviu falar de telefone? - Sim.
- Perguntem. - Conheceu Kirsten Marie Lassen?
Kimmie? Claro. Ela � dif�cil de esquecer.
- Kimmie? - Kimmie.
Ficaram juntos?
Sim, por alguns meses.
Como ela era?
Completamente louca. Sim, isso resume tudo.
- De que maneira? - Kimmie era selvagem.
Ficava b�bada, desmaiava, tinha um ci�me doentio...
e ent�o ela se tornou violenta e eu me cansei.
- N�o voltou a v�-la? - N�o.
- Tudo bem, querida? - Sim.
Posso ajud�-la com o caf�.
Ela apreciar� sua ajuda.
Bjarne Th�gersen?
Ouviu falar dele?
Todo mundo falava de Bjarne naquele ver�o.
Voc� o conhece?
Fumamos juntos algumas vezes.
Da medo, levando em conta o que aconteceu.
- Oi. - Merda! Desculpe.
- Est� bem? - Estou um pouco cansada.
O que posso fazer por voc�?
S� vim dizer... leite.
- N�o tomo leite. - Certo.
Uma vez deixei cair um aqu�rio cheio de peixes. N�o teve gra�a.
- � verdade. - Claro...
N�o parece ser um cara que tem um aqu�rio.
Por que n�o? Eu gosto de peixes.
- Mas n�o de leite. - N�o. N�o de leite.
Espero ter sido �til. Sinta-se livre
de entrar em contato comigo.
- Olha s�. - Foi um bom dia.
- Esse � Bent Krum? - � o advogado da minha fam�lia.
- Conhece? - Sei quem �.
E este deve ser Ulrik Dybb�l, outro estudante de Griffen Holm.
Exatamente. Fez sua li��o de casa.
- Para isso nos pagam. - E fazemos com muito prazer.
Ditlev e Bent Krum.
Disse que era advogado dos ricos.
Ainda �...
A mulher de Ditlev estava com medo.
Al�, Rose. S�rio?
- O que foi? - Vou por no viva-voz.
- Precisa de ajuda? - N�o.
D� aqui.
N�o, � a... pr�xima.
Carl. Vou te mostrar.
N�o funciona.
Quanto tempo faz?
- Obrigado. - O que ela disse?
Um antigo companheiro de classe viu Kimmie recentemente.
- Onde? - Na Esta��o Central.
Est� viva.
Diga-me com quem falar.
Obrigado pelo jantar Jesper
ASSESSOR DE IMPRENSA ATACADO POR IMIGRANTES
N�o somos os �nicos que procuramos Kimmie.
Um cara com tatuagem esteve
perguntando por ela nos �ltimos dias.
Tem uma amiga prostituta. Tina.
Eu me encarrego dela.
No dia seguinte que soubemos que Kimmie est� viva...
outros tamb�m est�o procurando por ela.
O que est� acontecendo, Carl?
- Ou � uma coincid�ncia... - Ou algu�m est� nos vigiando.
Tina.
Senti saudades.
Pode acreditar.
Mas agora estou em casa.
Agora estou em casa.
Disse para voc� me deixar em paz.
- Kimmie? - Preciso um lugar para dormir.
Tina, por onde andou? De onde veio tudo isto?
De onde voc� pegou?
Com quem voc� falou?
S� estava tentando te ajudar, Kimmie.
Tina, lembra do nome dele?
Lembra com quem trabalha?
Disse que eram velhos amigos.
Isso � tudo.
Era muito agrad�vel.
Estou congelando, Kimmie.
Sem nome?
Estou congelando.
� do meu pai.
Toma.
Est� carregada.
Tudo nesse c�rculo � seu.
Voc� decide se vive...
ou morre.
Minha princesa.
Eu te amo.
- Merda, � meu monitor. - Quem se importa?
Eu me importo! Posso ser expulso da escola.
Acha que meu pai sabe que peguei o rifle dele?
Pensamos que poderia necessitar um pouco de dinheiro.
N�o quero seu dinheiro.
Sinceramente, n�o, poderia ser expulso.
Por que estava brincando com armas no campus da escola?
- Idiotas. - Como nos chamou?
Babacas!
Vamos!
N�o fa�a isso... N�o!
Est� procurando a minha garota?
Acha que ela � gostosa?
Se voc� nos delatar, est� morto.
- Tem certeza que � aqui? - Sim...
Droga! Toca em todos.
Carl!
Pare! Pare!
Vire-se.
Vire-se. Parado.
As m�os para cima. Mostre as m�os.
Mostre as m�os! Solte o cano!
Solte!
Certo...
Certo, certo.
N�o vou machuc�-lo. Certo. N�o vou machuc�-lo.
Estou aqui para ajud�-la.
D� aqui para mim.
Kimmie.
- Quem te enviou? - Sou da pol�cia.
Mentiroso!
Voc� tentou me matar.
- Voc� tentou... - Thomas e Marie...
Voc� tentou ligar para nos dizer o que tinha acontecido.
Deixa-me em paz, todo mundo.
- V�o mat�-la. - Quem ir� matar quem?
Kimmie Lassen. Foi testemunha de um duplo homic�dio em 1994.
N�o s� viu. Tentou avisar.
Ela tentou te matar.
- Tem fugido h� 20 anos. - E da�?
- Voc� n�o entende nada. - Tem alguma prova?
Al�m de uma sem-teto e uma
prostituta que tomou uma overdose?
�timo. Suponho que voc� n�o tem nenhum suspeito, tampouco.
Possivelmente estudantes do internato Griffen Holm.
Ditlev Pram e um cara chamado Ulrik.
Ditlev Pram? Voc� ficou louco?
Ditlev e Kimmie estavam juntos.
- � tudo o que sabemos agora. - Nojento!
Liga para a Rose e... encerra isto.
Liga para todos os hospitais.
- Marcus! - Carl...
Necessitamos... Kimmie...
Carl!
- Eu disse do que ela era capaz. - Garanto, quando a encontrar...
N�o seja idiota.
A partir de agora fique quieto e apague
todos os rastros de nosso trabalho.
- Pelo amor de Deus, Ditlev. - Nunca nos vimos antes.
- O que acontece se a encontram? - Ela se meteu em algum buraco.
Finalmente desapareceu da face da terra.
- O que acontece se a encontram? - Ent�o a encontram, Ulrik.
Nos preparamos para isto durante 20 anos.
Sim?
- Obrigado. - De nada.
Nunca conheci ningu�m t�o destrutivo quanto ele.
N�o acredito que esteja preparada para aqui.
Rose...
Necessitamos de voc�.
Eu necessito de voc�. Certo?
Como consegue suport�-lo?
Sou o �nico que ele tem.
O que � isto?
Um registro do hospital. Junho de 94.
O qu�...?
O que foi?
Recebi duas advert�ncias.
Acho que vou reprovar em ci�ncias.
� esse maldito professor, Klavs Skovgard.
Sei como podemos nos desfazer dele.
Se transar com uma estudante...
contra a vontade dela...
Mas n�o posso.
O que voc� quer que eu fa�a?
Isso, o que faz comigo.
Voc� � genial.
Minha princesa.
Bom dia.
- Voc� ronca. - A encontramos?
Carl, calma. O m�dico acabou de passar...
Encontramos Kimmie?
N�o, e ainda estamos procurando o cara com tatuagem.
E sobre o feto?
"Hospital Gentofte, 16 de junho de 1994."
"Uma jovem entrou correndo na sala
de emerg�ncia toda ensanguentada."
"Ela havia sido espancada e apresentava sinais de estupro."
"N�o deu o seu nome e nem disse quem bateu nela."
O m�dico anotou que estava gr�vida
de 4 meses, mas o beb� morreu.
Quando se preparavam para o aborto,
ela desapareceu de novo.
Ela nunca foi identificada.
16 de junho? Quatro dias depois
do assassinato de Marie e Thomas.
- Temos que encontr�-la. - Carl, tem mais uma coisa.
Pedi mais homens para procurar Kimmie, mas nos foi negado.
- Maldito Marcus. - N�o acho que seja Marcus.
Tenho uma campanha de tr�fego contra dirigir alcoolizado,
excesso de velocidade, luzes quebradas, tudo.
Eu n�o tenho carros.
- Campanha de Tr�fego! - Sabe como �.
- Queria me ver? - N�o, n�s quer�amos.
- Griffen Holm, turma de 81. - Olha.
O chefe da pol�cia.
Foi � mesma escola que Ditlev Pram.
Sim, mas 10 anos antes.
Est� insinuando que ele est�
envolvido em um caso de assassinato?
N�o, mas ele e Pram pertencem ao mesmo c�rculo.
Ca�a com Ulrik Dybb�l.
Usam o mesmo prendedor de gravata.
Os alunos da escola cerram fileiras
e est�o a servi�o uns dos outros.
Ent�o agora quer dizer que a decis�o do
Chefe de Pol�cia de n�o me dar ajuda...
tem algo a ver com uma campanha de tr�fego?
Certo.
E na semana passada, ele pediu para monitorar meu departamento?
Em que casos trabalhamos? O que estamos procurando?
Sim, queria ver seus arquivos. N�o sabia nada disto.
E agora h� algu�m por a� tentando
assassinar nossa �nica testemunha.
Se alguma vez...
Eu te darei 5 carros, 2 homens em cada um.
A campanha de tr�fego acaba de ser cancelada.
- Obrigado, Marcus. - Encontre-a.
Vamos checar o lado norte novamente.
Estivemos l�, Carl.
Carl, estou te levando para sua casa.
- O que est� falando? - Qual � a sua?
Ela n�o merece isto.
� c�mplice de um duplo homic�dio.
Ela � t�o culpada quanto o resto.
- E ela tentou mat�-lo. - Kimmie tentou dizer a verdade.
Perdeu tudo. Sua filha, sua fam�lia.
N�o tem nada porque viver.
N�o merece isto.
Estou te levando para sua casa.
Droga!
- Eu sei o que estou fazendo. - Chamando 16-11.
16-11.
A suspeita foi vista em �bro, num banheiro p�blico.
- A encontraram? - N�o. Mas algu�m a viu ali.
Um Dark Brasil, por favor.
Importa se eu tomar um banho primeiro?
Bancando a limpinha?
N�o vai pensar assim quando come�armos.
Certo.
Acha que n�o sei quem voc� �?
Acabou para voc�.
Voc� matou a Tina.
Suba... suba.
Suba.
- Trabalha para Ditlev ou Ulrik? - Ditlev.
Pula.
Pula!
Pula.
- Carl. Eu te liguei quando... - Quem �?
Tim Alberg. Ex-soldado. Um ano no Iraque.
Tem seu pr�prio neg�cio. Seguran�a TA.
Foi empurrado. Uma testemunha escutou
a voz de uma mulher nas escadas.
Venha. Precisa ver isto.
Frank Helmond foi atacado por imigrantes.
- Parece que... - Thelma.
Onde est� a conex�o entre Ditlev e Alberg?
- Temos seu celular? - N�o.
- Kimmie. - Rastreiem o celular.
Deixa-me ver de novo.
Sim? Certo.
Est� ao norte de Copenhague em movimento. O que disse?
Merda. Perdemos o sinal.
Estava na estrada para Hellerup.
Vedb�k.
Ditlev.
Atire... atire!
Abaixe a arma!
Kimmie.
Kimmie, est� tudo bem.
Est� tudo bem. Ele n�o pode te machucar.
Nunca p�ra?
N�o importa se est� bem ou mal.
Do que est� falando?
N�s a temos, Ditlev. Ela nos dir� tudo.
E n�o se pode fazer nada.
Sorri, mas no fundo sabe que tenho raz�o.
Basta, Carl.
- Acabou. Acabou! - Chega!
Fa�a uma mala grande!
O que est� acontecendo?
"Quero provar seu sangue."
"O sabor de seu sangue afoga minha alma."
"Deve soltar-se. Deve gritar." O que � isto?
Cartas que Kimmie escreveu para Ditlev
ao longo dos �ltimos 20 anos.
Bent Krum nos entregou h� pouco.
O quanto ela � m�?
Ela quer acabar com ele.
� muito m�.
- E temos certeza que... - Sim, essa letra � dela.
Encontrei-me com o promotor.
N�o importa o que Kirsten nos diga
nenhum juiz aceitar� o caso contra Pram e Dybb�l
com base no seu depoimento. N�o depois dessas cartas.
Temos Alberg.
Alberg trabalha com Pram. N�o � ilegal.
Encontraram cabelo no tapete e impress�es digitais...
isso p�e Kirsten no apartamento
de Alberg no momento de seu assassinato.
O �nico caso que temos agora
� um caso de assassinato contra Kirsten.
O que acontecer� com ela?
Declara��es de testemunhas e Krum gritando
sobre os direitos de seu cliente...
significa que ser� posta em pris�o psiqui�trica.
N�o culpo voc� por n�o confiar em ningu�m.
Eu n�o confio em ningu�m.
Em meu trabalho, vemos todas as mentiras, os roubos...
e os segredos sujos.
Enquanto as pessoas sorriem...
brincando com os filhos, comprando
uma casa com jardim, voc� acha...
que talvez poderia ser assim...
algum dia.
Talvez poderia ser assim.
Algumas manh� eu me pergunto se vou levantar...
ou tomar uma caixa de
comprimidos para terminar com tudo.
Sabe porque n�o fa�o isso?
Gra�as a voc�.
Pessoas como voc� precisam de mim.
A �nica coisa que importa � que consiga uma vida de novo.
Ent�o n�o tem mais que correr.
Sua filha...
Ditlev foi o pai?
Eu te prometo que vou tir�-la daqui.
Mas tem que me ajudar.
Sei o que Ditlev e Ulrik fizeram...
mas n�o posso provar.
Ulrik...
Coleciona coisas.
Joias, roupa, cabelo.
- De suas v�timas? - Sim.
Dorme com elas.
Certo.
Deve falar com o juiz amanh� cedo.
Eu te levarei l�.
Promete?
Sim.
Temos que entrar na casa de Ulrik.
Somos policiais.
N�o podemos agir com base em sua intui��o.
Conseguirei uma ordem judicial
depois que tivermos o que buscamos.
- Est� indo longe demais, Carl. - Por acaso pedi sua ajuda?
N�o preciso de voc�.
Qual � o seu plano?
N�o tem um plano.
- Para que quem est� ligando? - Estou fazendo isto por voc�.
Se Ditlev souber que estou aqui...
Se conseguirmos, Thelma, nunca mais voltaria a v�-lo.
Ulrik � um solit�rio.
S� sai da casa dele para ir trabalhar.
- Mas tem uma fraqueza. - Qual?
Eu.
- Aqui � o Dybb�l. - Sou eu.
- Thelma. Algum problema? - Preciso de voc�, Ulrik.
- Onde nos encontramos? - Como na �ltima vez?
Estarei l� em uma hora.
A mulher que tentou entrar na casa da fam�lia Pram...
tem 36 anos, Kirsten Marie Lassen...
- Onde vai? - Encontrar Rikke. Vamos sair.
Ent�o posso ligar para Rikke e preguntar onde vai?
Fa�a isso ent�o, Ditlev.
Calma, Carl.
- Estou feliz por voc� vir. - Claro.
O que posso lhe oferecer? Vinho branco? Champanhe?
Algo mais forte.
Senti saudades.
Eu tamb�m.
Eu me sinto t�o distante dele.
Est� tudo acabado entre n�s.
Faz seis meses desde que...
Sim...
� o Dybb�l.
Seguran�a Effurdurm, um de seus sensores disparou.
Onde?
Zona leste. Devemos mandar um carro?
N�o. � apenas uma inquilina. Eu cuido dela.
- Quantos c�modos tem? - Olhou aqui?
- N�o. - Deve ser um quarto.
- Calma. - Fique calma!
- Fala franc�s? - Sim.
Nihla, Ulrik dorme aqui com voc�?
Vem toda noite, mas n�o � o quarto dele.
H� algum quarto fechado que s� Ulrik usa?
- Em cima. - Certo. Obrigado.
Puta merda.
Eles est�o na casa.
- Talvez seja um alarme falso. - N�o, isto � ruim.
Milo, onde voc� est�?
Assad.
Merda, cara!
R�pido!
Por aqui!
Carl!
- Por que n�o disse antes? - Queria ter certeza absoluta.
- Tem certeza? - Sim.
N�o se nota muito, mas estou de quatro meses.
- Quer tocar? - N�o.
O que voc� quer?
A gostosa da Marie est� sozinha
em casa com o irm�o dela esta noite.
Vem?
- Por que faz isto? - Cale a boca!
Posso ir primeiro?
Mantenha sua boca fechada!
- Dybb�l. - Merda, merda, merda!
- 190, quem �? - Kir...
- Tenha calma. - N�s... Est�o mortos.
Qual � o seu nome e onde voc� est�?
Socorro, por favor.
- O que est� fazendo? - Nunca mais quero v�-lo!
- O que est� acontecendo? - Estou bem.
Tenho que ir embora. Ou vou chegar tarde.
N�o!
Meu beb�...
Meu beb� est� bem?
Ver� o juiz em aproximadamente uma hora.
Contra a parede.
- Onde est� Carl M�rck? - N�o veio.
Levante-se. Contra a parede.
H� uma ponte a meia hora daqui. Mas se der errado...
- Vai dar certo. - Sim.
O caso vai mal. Ficam b�bados...
caem para fora da ponte, se afogam.
N�o vamos parar at� que beba tudo. Abre a boca.
Abre a boca.
Bom garoto.
Kimmie...
N�o fa�a isso.
Kimmie, escute-me. N�o fa�a isso.
- Temos que sair daqui. - Milo!
Milo!
Kimmie, solte a arma. Solte!
Voc� est� bem?
- Cubra-me. - N�o, Carl!
Carl, e agora?
Kimmie!
Pram!
Kimmie...
Sou eu.
- Kimmie. - Pare!
Socorro... socorro.
Socorro.
Kimmie...
N�o fa�a isto.
Acabou.
Pegamos eles, certo?
Pode me ouvir?
Voc� conseguiu, certo?
Tem que colocar a arma no ch�o.
Vamos.
Lembra do que conversamos? N�o � tarde demais para escapar.
Muito bem.
Eu te amo.
Minha princesa.
N�o... N�o!
N�o.
N�o!
Carl! Chega!
J� chega.
Um caso de assassinato acontecido
h� 20 anos � finalmente resolvido.
Dois conhecidos homens de neg�cios
morreram durante a investiga��o.
Tinham uma hist�ria de viol�ncia,
junto com Bjarne Th�gersen.
O advogado Bent Krum est� envolvido...
em rela��o com Ditlev Pram e Ulrik Dybb�l.
A rela��o de Krum com os dois assassinos � investigada...
para ver se foi c�mplice de Pram e Dybb�l nos assassinatos.
N�o est� claro quantos crimes...
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