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Xhosa
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As nossas preciosas institui��es s�o as incorpora��es dos pilares
dos nossos valores e seguran�a.
Mas quando as verdades c�smicas que adoramos se tornam duvidosas,
at� mesmo a barriga de um super-her�i ser� tomada por um frio glacial.
As nossas cren�as s�o afetadas, abaladas e enroladas.
INAUGURA��O DO MEMORIAL FLAG 5 MEIO-DIA, AMANH�
E o �bermensch endeusado prova ser menos
do que a soma das suas partes invulner�veis.
O que disse o Karamazov quando foi deixar as ferramentas do Kevin?
"O meu pescocinho est� cansado outra vez."
N�o, sobre o Superian.
Certo.
Disse que parece que foi envenenado pelo Grande Bismuto.
Sim, mas de onde?
O Dr. Pescocinho n�o tinha como contar.
Mas o Kevin est� a trabalhar na situa��o dele agora.
Como assim? O Kevin n�o � m�dico.
�s vezes, as pessoas podem surpreender-nos, companheiro.
Meu Deus, Tick! Tu n�o �s um rob�.
O meu c�rebro de rob� imensamente superior diz o contr�rio.
Isto � coisa do Terror.
Faz parte do plano para matar o Superian, s� pode.
E se chamarmos o Overkill e a tua irm�?
Juntar o grupo.
N�o vou chamar ningu�m, Tick.
Se o Terror descobrir que escondemos o Superian,
n�o sabemos quem enviar�.
Talvez m�mias. N�o.
Vou apostar nas "m�mias".
Est� bem.
Est� algu�m?
Kevin. Onde est� o Dr. Karamazov?
Est� num lugar melhor.
- N�o. - Sim!
Surpresa!
O Sr. Alum�nio ajudou-me a moldar a unidade 6000
num ve�culo para a minha forma desproporcional.
Um ve�culo?
Ent�o, est�...
- Nisso? - Sim.
Com a cabe�a aninhada dentro deste colarinho,
posso operar as engrenagens e alavancas para facilitar o movimento. Assim.
Est� bem.
Talvez precise de praticar um pouco mais.
Ter� tempo para praticar no apartamento.
Vamos tir�-lo daqui. O Superian pode estar a morrer.
A Carra�a
Os seguran�as fazem a ronda num ciclo cronometrado.
Frank, tu e a tua equipa v�o elimin�-los.
Imhotep e Wallace, v�o bloquear os engenheiros
e o Dennis vai ajudar a minha equipa a colocar o dispositivo
e a configurar tudo.
Sim, Frank?
Eles ainda nos chamam de "A Pir�mide"
l� fora, mas se n�o somos, ent�o,
o que somos?
- Voc�s s�o criminosos. - Certo, isso � um facto.
Mas quem somos juntos, como um grupo?
A identidade do nosso grupo?
Isso era muito importante com Rams...
Eu s�...
Acho que somos melhores com um nome.
"Gangue dos cabe�as de merda"?
Est� bem.
Bom, vou trabalhar nisso
e trarei ideias.
Obrigada.
Janet. O que se passa?
A minha cara est� estranha.
Tiveste um acidente.
Havia dardos?
N�o.
- Quem s�o? - Agora, eu comando a cidade.
Vai dormir.
Est� bem.
O qu�?
Quantos eixos?
Stosh, querias ver-me?
N�o, n�o est�s a ouvir.
Eles querem um cami�o refrigerado.
N�o sei, algum tipo de alta tecnologia.
Espera no corredor.
V� l�,
� uma coisa que n�o queres saber.
- O meu turno vai come�ar. - Cinco minutos.
Estou aqui. O que tens para mim?
Tick!
Aqui, companheiro!
Mas que...
O Dr. Pe�as de Boneca tamb�m � um rob�!
Funciona.
O Grande Bismuto est� a infet�-lo a n�vel celular.
Desculpe. Est� realmente a comemorar isso?
Tens raz�o.
Perdoa-me.
Pode ajud�-lo ou n�o?
N�o sei.
Os sintomas que ele exibe deveriam desaparecer com o tempo longe do HMG.
O HMG? O que tem o HMG que ver com isto?
� uma hist�ria muito longa.
Nasci na cidade industrial de Grot,
na fronteira russa-urm�niana.
Desculpe. Tem de come�ar por a�...
Sim.
- Do in�cio? - A vida era dura.
A comida era escassa. S� havia batatas e bolotas.
Percebendo o meu pr�prio g�nio inato,
decidi tornar-me cientista e resolver o problema da fome no mundo.
- Obrigado! - Para isso,
concentrei toda a minha pesquisa na inven��o de um raio de crescimento
que poderia aumentar o tamanho da pr�pria mat�ria.
Trabalhei incansavelmente.
Mas nenhum dos elementos catalisadores que tentei criou a rea��o adequada.
Desanimado, comecei a vaguear pela natureza.
Como dizem no meu pa�s:
"Eu n�o sabia se cantar ou saltar da montanha."
Escolhi cantar.
A montanha escolheu avalanche.
Avalanche! Um empate!
Quando estava deitado, vi de relance
algo lind�ssimo,
como um sonho dentro do gelo.
Era o Grande Bismuto!
O destino sacudiu o seu globo de neve naquele dia.
As minhas experi�ncias seguintes foram promissoras.
Era hora de partilhar a minha inven��o com o mundo.
Muitos oficiais e urm�nianos de grande import�ncia
compareceram � apresenta��o do meu raio.
E como era costume, o Superian tamb�m compareceu � demonstra��o.
Ele sempre esteve atento aos esfor�os das superci�ncias do meu governo.
Este seria o meu momento de gl�ria.
Mas foi a minha queda.
Infelizmente, com todas as suas propriedades milagrosas,
o Grande Bismuto � extremamente inst�vel.
Causou uma explos�o violenta de energia.
Com a sua polaridade invertida, o meu raio de crescimento encolhia
e fui reduzido pela metade.
A minha estatura f�sica
e habilidade cient�fica diminu�ram.
Estava arrasado e arruinado.
Estava...
Est� quente aqui. Est�o com calor ou sou s� eu?
O Superian. Ele est� a ferver.
Devia estar a melhorar,
n�o a piorar.
Precisamos de controlar a temperatura.
Torre de transmiss�o no lado sul.
A Pir�mide quer tom�-la.
N�o me perguntes.
Talvez a Lint queira montar uma r�dio.
� isso?
- Foi o que conseguiste? - Que dizes?
A Pir�mide est� a tramar algo.
� alta tecnologia, crime, temos de...
� normal cometerem crimes.
N�o estou interessado.
Disseste para trazer informa��es!
Conversa fiada de bandido.
De baixo n�vel. Se fosse parte do plano, eu saberia.
Ouviste o Stosh.
Como sabes que n�o � sobre o Terror?
Instinto. Experi�ncia.
Ao estar na Miss�o h� muito como eu,
andando em florestas, vivendo de sanguessugas,
bebendo urina...
Numa floresta tropical?
Para de discutir comigo!
Est�s a humilhar-te.
Disparar numa carreira de tiro e bisbilhotar no gin�sio
n�o te qualifica para merda nenhuma.
A tua informa��o � in�til.
Solta-me.
E � por isto que um de n�s n�o tem amigos.
Muito bem. P�e no corpo todo.
Procura por H2O s�lido completa!
Parece estar a arrefecer,
mas falta gelo.
- Mais gelo? - Afirmativo.
Espera, Tick.
Tick, tens de parar com essa coisa de rob�.
N�o vejo porqu�, companheiro.
Descobrir a minha origem deu-me uma grande sensa��o de al�vio pessoal.
Sabes que, se fosses um rob�,
nem conseguirias sentir coisas como al�vio pessoal.
Podemos ter chips de emo��o no circuito de programa��o.
Tick, n�o tens uma programa��o.
Est� bem?
Ou n�o terias livre-arb�trio.
N�o poderias escolher fazer o que � certo nem nada.
Nem responder � chamada do destino.
Mas respondo.
Exato. Mas a parte de ti que toma essa decis�o nem existiria.
Ent�o, � assim que te sentes?
�?
A processar.
Vem. Vamos buscar gelo.
Come�a com a tela preta.
Um zumbido baixo. Sem m�sica, apenas o zumbido.
Depois, as chamas crescem ao fundo
e revelamos-te, a tua silhueta.
D� para sentir o perigo.
- Sim. - Sentir a press�o.
- Sim. - E depois, ouvimos...
Uma risada man�aca.
Estive escondido treze anos
e queres que volte com uma risada man�aca?
Para ter mais impacto.
N�o posso simplesmente dar uma risada man�aca.
Preciso de ver algo maniacamente engra�ado.
Isso foi uma risadinha man�aca.
O que far�s com uma risadinha man�aca?
Boa observa��o, senhor.
De volta ao gui�o.
Pens�mos, talvez,
que poderias acariciar um lindo gato.
Pensativo e distante.
Clich�.
Clich�. Onde est� a gra�a?
Onde est� o "agora"?
Este � o meu grande regresso.
Terror 2.0!
Quero ver toda a gente a suar pelos poros!
De onde veio este porco?
Disseste que n�o querias um gato.
ESTA��O DO TRANSMISSOR
- Sim? - Lint, onde est�s?
Estou no meio da execu��o do teu plano. O que foi?
Acabei de enviar uma foto. Preciso da tua opini�o.
Recebeste?
O que � isto?
- Vamos. - Eu
e um porco.
O que achas?
� o bom tipo de "mau"
ou o mau tipo de "mau"?
Credo! Eu... Est� �timo.
Tenho de ir trabalhar.
N�O � UMA ENTRADA
Ap�s a explos�o causar o meu encolhimento catastr�fico,
as coisas ficaram bem m�s.
Ca� num desespero obsessivo,
reavaliando todos os dados que recolhi do acidente.
E foi ent�o que vi.
O segredo que se escondia da humanidade h� d�cadas.
O calcanhar de Aquiles do primeiro super-her�i do mundo.
Grande Bismuto, j� sabemos.
- Grande... - Bismuto.
- Bismuto. - Sim.
Grande Bismuto.
Continuei a estudar este elemento not�vel,
at� que, um dia,
o governo de alguma forma soube da minha descoberta
e veio visitar-me.
Exigiram um programa de armas
para servir de impedimento � cont�nua interfer�ncia do Superian
nos esc�ndalos de direitos humanos da minha na��o.
O Terror descobriu o meu segredo e enviou os seus servos.
Levaram todo o meu trabalho.
O Terror tinha tudo o que precisava para destruir o Superian.
Mas, depois, ocorreu um evento inesperado.
Qual foi o evento?
Algu�m explodiu todo o dep�sito de armas no cais.
O Tick destruiu tudo o que o Terror tirou do meu laborat�rio.
As armas, o trabalho e o suprimento mundial do Grande Bismuto.
Essa hist�ria � sobre mim!
Lembro-me de o escolher.
Ainda bem que escolheste.
O que achas que � isso?
A Lint falou em corpos. Milhares.
Merda, sem sinal? Como assim?
Sem rede.
O telefone n�o d�.
Nem a comunica��o com o Dangerboat.
O que fazes aqui?
A informa��o n�o era in�til?
Menti.
N�o te queria envolvida.
O que tens vestido?
Vamos lutar contra a Lint. Isolei o fato.
Est� bem.
Falaram de um dispositivo.
V�o lev�-lo at� � torre.
Eu sei. O Terror vai usar o transmissor da esta��o.
Tenho de os impedir.
Vai para a cave. Encontra a rede el�trica do edif�cio e desliga-a.
Entendido.
Desculpa ter-te agarrado.
Estou irritada por teres mentido.
E quando o Tick trouxe o fato sobrevivente,
ele desencadeou mais uma s�rie de eventos.
Pelos vistos, tenho feito muitas escolhas!
A febre do Superian est� a derreter a tinta.
N�o est� a melhorar.
Os efeitos do Grande Bismuto j� deviam ter desaparecido.
� isto que o Terror queria?
A doen�a n�o � o plano do Terror.
Este � o plano do Terror.
DIA 6 DE CRISE DO HMG
Quando as minhas armas foram destru�das,
foi-se o suprimento do Grande Bismuto.
Precis�vamos de mais.
Improvisei um plano.
Os homens do Terror apanharam os fragmentos.
Num ambiente org�nico adequado,
o Grande Bismuto liga-se ao ADN recombinante
e replica a sua sequ�ncia nucleot�dica.
O Grande Bismuto cresce dentro de um ser humano?
E o Terror tinha em mente um ser humano espec�fico.
Injet�mos o soro do Grande Bismuto no indiv�duo mencionado.
O meu raio de crescimento fez o resto.
� medida que o homem crescia,
os cristais do Grande Bismuto no sangue tamb�m cresciam.
Criando tudo o que o Terror precisava para matar o Superian.
Meu Deus!
� o plano mais parvo que j� ouvi.
- � ci�ncia bizarra! - N�o, � ci�ncia burra!
A ci�ncia bizarra come�a onde a f�sica termina!
N�o acredito nisto. Tick, o que achas?
Tick!
Fez todo o sentido para mim.
Lou, est�s bem?
N�o, n�o est�.
Tens sorte que prometi n�o matar.
Mas este murro vai apagar-te.
Tick.
- Est�s bem? - Arthur,
eu n�o sou um rob�.
�timo. Que bom que isso acabou.
- Vamos voltar. - Por um momento,
pensei que sabia quem eu era.
Tenho de admitir,
foi bom conhecer-me.
De que falas? Ainda �s tu.
- E o que � isso? - Quem sabe?
Mas sei que est�s a fazer o que � certo.
Se n�o tivesses explodido o armaz�m, destruindo as armas urm�nianas,
o Superian j� estaria morto.
Ouve, Tick,
ningu�m sabe quem realmente �,
ningu�m.
Mas seguimos em frente.
Esta jornada serve para isso.
- Descobrir. - Como uma miss�o?
Sim, como uma miss�o.
Isso � a minha cara!
�, sim.
Vamos voltar l� para cima.
Lint.
Ol�, Esteban.
N�o pareces surpresa em me ver.
Eu convidei-te.
Sei que a irm� do Everest tentou infiltrar-se no Gangue da Pir�mide.
Achei uma boa maneira de falar contigo.
Sim.
Eu vi-te e � tua namorada a passear no cemit�rio.
O que est�s a tramar, Janet? Onde est� o Terror?
Espera, ela � a tua namorada?
Cometeste um grande erro ao trazer-me aqui.
N�o, acho que n�o.
Cinta fixe.
Ainda n�o me vais matar.
Vamos testar essa teoria.
Tenta.
N�o est�s sozinho.
Trouxeste uma amiga para o nosso confronto?
Encontrem-na! Tragam-na at� mim!
- Sim, senhora. - Imediatamente.
A ficar nervosa?
O Terror deu-te prazos curtos.
N�o, estou bem.
E quanto ao poder, Janet?
Tigre...
Tu, de todas as pessoas, devias saber...
Eu sou o poder.
� o Superian!
Nem tudo o que brilha d� superpoderes.
E n�o, essa gosma luminosa n�o � m�gica.
Deve ser lixo qu�mico industrial,
secre��es anormais ou a velha conhecida
radioatividade.
Deve estar a provocar-te cancro.
Lembra-te, se brilha, levanta-te e vai embora.
O escolhedor de escolhas escolhe o destino,
isso est� bem claro.
Tick, Arthur, bom, voltaram.
O paciente est� a come�ar a sentir-se bem melhor.
- Como? - Superian,
de um her�i para outro, permite-me dizer que � uma honra.
O que aconteceu?
Acho que sei o que est� a matar o Superian.
O qu�?
"O Jogo de Dinheiro, de Tony Robins."
N�o.
- Ele! - Eu?
Pessoal,
o HMG...
Est� a mexer-se.
Not�cia urgente, o HMG est� a mexer-se para nordeste.
Mas, na aus�ncia do Superian,
quem o deter� antes que haja feridos?
Olhem s� para ele!
Sim. Para onde � que ele vai?
Para c�.
Para a cidade.
� o est�gio final do plano do Terror.
N�o mencionei isso antes?
Legendas: Nuno Castro
Supervisor Criativo Hernani Azenha
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