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Original subtitles

O tempo � engra�ado.

O que fazemos torna-se o que fizemos.

E as coisas que fizemos, �s vezes temos de desfazer.

Faz-nos pensar se fazemos algo.

Disse ser engra�ado.

Bom dia, senhoras.

N�o com o pequeno-almo�o.

�s a melhor.

O passado � passado, mas a hist�ria n�o fica para tr�s.

Aquilo que est� a deixar de fazer vai voltar

para morder as suas aspira��es

e tir�-lo do lugar de condutor da sua vida.

Ou da sua carrinha.

N�o! Parem!

Por favor, n�o! N�o!

Porque me est�o a fazer isto?

N�o importa quem foi ou como se via a si pr�prio,

passado e futuro n�o param de conspirar para o transformar

em algu�m ou em algo totalmente diferente.

Por isso falo agora,

para que todos possam entender que o que voc�s

dos m�dia chamam de Homem Muito Grande

j� foi um homem de tamanho normal.

E ele tem um nome e...

Isso mesmo, Carrie. Connie.

Ele tem um nome, sim.

O nome dele � Richard Clifter.

- E �... - � Clifford Richter.

Desculpe. O nome � Clifford Richter.

E ele � um marido e um pai,

e disseram-me, um talentoso chantagista.

Massagista. Paisagista.

� importante lembrarmo-nos

de que o Cliff n�o � uma crise, um desastre ou uma coisa.

Mas Cliff � uma coisa.

� "penhasco" em ingl�s.

Enfim, n�o devemos mat�-lo.

� essa a ideia.

- Ele vai ficar maior? - Obrigado.

Superian, ele � perigoso?

A Carra�a

O Tick e Overkill est�o no buraco.

Temos de os tirar.

Como vamos...

Para tr�s.

� o Terror?

Talvez.

Tick!

- Arthur! - Meu Deus!

Pronto.

O Overkill?

Est�s ferido. Deixa-me ver.

Estou bem. N�o me toques.

Este pedacinho de ti tem sido um talism�

que me fez continuar.

Incr�vel. Obrigado, Tick.

Vamos, antes que o Terror apare�a.

O Terror foi-se.

Afundou-se no pr�prio covil, ou seja, voltou a esconder-se.

O que se passa com a tua m�o?

Foi culpa minha. Atirei-me em cima dele

antes de tudo explodir.

Salvaste-lhe a vida?

T�nhamos uma oportunidade

e voc�s estragaram-na.

Desculpa?

Se tivesse sido ontem,

ter�amos tido o fator surpresa.

A ideia de entregar o Rams�s � AEGIS

levou-nos a esta trapalhada. N�o temos nada.

N�o � verdade. Temos a confirma��o.

O Terror vai matar o Superian.

O qu�?

Quem me disse foi o Dr. Karamazov.

Quem � Dr. Karamazov?

- Karamazov? - Est� vivo.

Tem estado preso, mas eu ajudei-o a fugir.

Ele � bem menor do que parece no v�deo.

Onde est� ele? Pode contar-nos tudo.

Deu-me um soco nos test�culos e fugiu.

Parece-me um jeito incomum de agradecer.

- DB, est�s a�? - Onde mais estaria?

Encontraram o Arthur? Mataram o Terror?

Esquece. Encontraram o Arthur?

Sim. Controla-te.

Faz uma busca por sat�lite nas redondezas.

- O que procuro? - Indiv�duo a deixar a �rea.

Descri��o: Homem branco.

- Careca. - Careca.

- �culos. - �culos.

- Bata. - Bata.

- Cerca de 90 cm de altura. - Noventa...

- Era o que eu estava... - Liga-me se...

M�os de rob�, olhos de rob�.

Overkill, eu relutantemente gosto do teu estilo.

Arthur, viste-o mesmo? O Terror estava mesmo l�?

T�o pr�ximo de mim quanto est�s agora.

Como escapaste?

Ele n�o escapou. Ningu�m escapa do Terror.

- Ele deixou-o ir. - Porque o faria?

Essa � a pergunta de um milh�o.

Para tua informa��o, ele n�o me deixou ir.

A Lint ajudou-me.

Foi � minha cela, deu-me a chave

e disse-me...

Raios!

- Overkill? - Continua.

Nada no sat�lite.

Ningu�m corresponde a essa descri��o.

Entendido.

Vamos recapitular.

Perdemos o Terror, perdemos o cientista

e tu foste usado pela tipa el�trica.

Isso resume tudo?

Poderias rever mais uma vez?

Voc�s s�o in�teis para mim.

Vou voltar para o barco.

- Ele vai voltar e fazer o resumo? - N�o me parece.

Dangerboat, o Uber?

A um minuto da�.

Deixa-me em paz.

N�o podes virar costas.

Falh�mos. Agora, � com o Terror.

� hora de voc�s fugirem.

Sabemos que est� vivo!

- Sabemos o que faz... - N�o!

O teu irm�o estragou tudo.

Ele foi o �nico que acertou!

Ele n�o est� � altura. Entendes?

Nenhum de voc�s.

E da�? O Arthur n�o vai a desistir e eu tamb�m n�o.

A fam�lia destru�da foi a nossa.

O Terror tomou a nossa cidade. Esta luta � nossa.

Vossa? Nem sabem onde procurar.

Eu sabia que o Rams�s estava morto.

Posso saber do Grupo da Pir�mide...

Saber coisas?

O nome do motorista � Antonio.

N�o me refiro a mexericos que possas ter ouvido.

Falo de informa��es reais.

Vigil�ncia penetrante, a��o!

Eu sei agir.

Sim? Eu desaconselharia.

- Antonio? - Sim.

Arthur, de certeza que est�s bem?

N�o, claro que n�o estou bem.

Temos de achar o Superian e avis�-lo.

Avis�-lo? Sobre o qu�?

Que o Terror ainda est� vivo e tem uma forma de o matar.

- Vamos avisar o Superian. - Sim!

O Overkill apanhou um Uber.

- E agora? - Avisamos o Superian.

O qu�? N�o. N�o vamos fazer nada.

Tens de ficar longe de mim. Num lugar seguro.

Eu sei tomar conta de mim!

E voc�s dois?

Vamos voltar ao apartamento.

Vamos buscar umas coisas e seguir.

Tens de te manter discreta.

Arthur!

Obrigado, Dot.

- Pelo qu�? - Teres vindo por mim.

Vamos, Tick.

- Arthur, o que � um Uber? - N�o � importante.

Bolas!

Bem.

Computador. N�o posso esquecer.

Porque estamos a fazer isso?

O Terror, Tick. Lembras-te?

N�o podes simplesmente partir. � a tua casa.

Porcaria.

O Terror sabe o meu nome

e, como tal, sabe onde moro.

Pode vir aqui e matar-me.

Boa! Podemos enfrent�-lo juntos.

- N�o, n�o � bom. Mau! - Mau?

Sim! Mau, Tick.

C�us!

C�us!

Arthur, sou eu, o Walter. O teu padrasto.

- � o Walter! - Engra�ado,

tentei ligar para o teu telem�vel,

e caso n�o saibas, o teu telem�vel est� aqui.

Ent�o, liguei para tua casa.

� estranho teres um telefone fixo.

E tudo isto da impressa, n�o entendo.

E ent�o percebi que n�o eram verdadeiros bagas-de-logan.

Eram framboesas.

Isso n�o � uma anedota convincente.

Como o Midnight veio � cidade

e tenho o livro dele, pensei ir.

E pensei, o Arthur mora na cidade

e tamb�m gostaria de o ouvir.

- Ent�o, liguei... - Midnight.

...mas o engra�ado...

O Superian � amigo dele.

- �? - Sim.

Escreveu o pref�cio do livro.

- O que � isso? - Esquece.

- Mem�rias? - N�o importa!

O importante � que Midnight pode avisar o Superian.

Temos de ir falar com ele.

Porcaria!

- Obrigado, Tick. - De nada.

Adeus, quarto. Adeus, buraco no quarto.

Se n�o tentarmos ficar aqui,

como vamos saber se � perigoso ficar aqui?

Estamos a adivinhar.

- Tinfoil Kevin. - �timo.

Kevin, pode dar uma vista de olhos � casa enquanto estamos fora?

S� ver quem entra e sai?

J� o estou a fazer.

Voc�s entraram l� h� dez minutos

e agora est�o a sair.

� mesmo bom.

Posso pagar-lhe.

Arthur.

O dinheiro � um v�cio.

Bom. Isso facilita as coisas.

O que � isto, Frank? � o teu grande poder?

Vais tratar-nos como c�es?

N�o marquei a reuni�o.

Fui eu, idiotas.

Eu matei o Rams�s. Ou o cad�ver crocante que deixei para tr�s deixa d�vidas?

Tens coragem.

Pois.

Coragem � o que o Rams�s tinha.

Contactos, marcadores e contas no estrangeiro.

� tudo meu.

Achas que matar o chefe te p�e no topo da pir�mide?

Acho.

Consigo sentir as armas nos vossos casacos, meninos.

Mal podem esperar para trocar prot�es comigo.

Continuem.

Levam uma descarga como nunca levaram.

Ou podem todos ficar a chefiar as minhas equipas

e dar-vos-ei um pr�mio de assinatura.

Cinquenta mil por cabe�a.

Mas vamos esquecer essa porcaria da "pir�mide". Isso enerva-me.

Claro.

N�o vamos esquecer nada.

�s a ultima aberra��o que o Rams�s gostaria de ver no gangue.

Ir�nico. Eu sei.

Olha, tens um pequeno...

Algo no teu rosto...

Removeste-lhe a tatuagem.

Imagem de marca � poder.

BOAS INTEN��ES

- "Estava escuro ao acordar." - Desculpe.

"Noite arrasadora � minha volta.

"Primeiro, vi o Patrick.

"O rosto do meu manipulador AEGIS.

"Sabia que algo estava errado.

"Sentia-lhe o cheiro.

"Aqueles remanescentes ..."

O c�o est� a falar.

Fant�stico.

Que bela voz.

Voc� � aquele sujeito que salvou as pessoas no autocarro!

Bem, "salvar" � um exagero.

Desculpe, estou a falar com ele.

Soa-me a algo que eu teria feito.

Pode assinar-me isto?

Para mim tamb�m.

- Arthur. - Arthur. � o teu pai.

Cala-te. N�o � o meu pai.

- "Cego pela s�filis." - Perd�o.

"Disparado � queima-roupa.

"O meu parceiro Christian Soldier foi o primeiro a sucumbir."

- Ol�, Walter. - Que rude!

Recebeste a minha mensagem. Ainda bem que vieram.

Eu sou f� de super-her�is.

Recebi o livro no anivers�rio.

- Eu sei. Eu estava l�. - Leitura realmente fascinante.

J� o leste?

N�o, n�o vejo a hora de o ler.

H� revela��es muito interessantes.

Sabias que h� seis membros do Flag 5?

- N�o quero perder isso. - "Deixado � morte."

- Certo. - Obrigado.

"Passaram dias at� me dizerem que o Straight Shooter morrera.

"Nietzsche, que tamb�m morreu de s�filis,

"declarou que Deus estava morto.

"No dia em que a minha fam�lia morreu, fiquei a saber que ele estava certo."

Obrigado.

S� temos alguns minutos para perguntas e respostas,

seguindo-se a assinatura do livro.

Se ainda n�o tem bilhetes,

receio que esteja com azar e tenha de sair.

Walter, tens bilhete?

- Para a assinatura? - Sim.

Engra�ado. Acordei cedo esta manh�

e liguei para o n�mero 800.

Afinal, era um desses esquemas 888.

Sim. Tem uma pergunta para o Midnight?

N�o. S� queria dizer que li Boas Inten��es tr�s vezes.

A hist�ria significa muito para pessoas como eu,

que perderam a f� na religi�o organizada.

Sou apenas um simples pastor alem�o que fala

e que pode incendiar com a mente.

Mas sensibiliza-me que tantas pessoas boas como voc�

encontrem sentido na minha viagem secular. Sim?

Ir� � inaugura��o do Memorial do Flag 5 na pr�xima semana?

O Carl explicou-me a confus�o dos n�meros.

- Conheces o Carl. � o carteiro. - Eu sei quem � o Carl.

Preciso de falar com o Midnight. Tens bilhete?

Desculpa. Eu n�o disse que n�o consegui arranjar bilhetes?

Havia um n�mero limitado...

Tick, sabes que mais? Vamos embora.

Sim, tenho uma quest�o, rapaz.

Rapaz?

No cap�tulo 18, confessa ter uma "crise de identidade".

Seria uma crise do g�nero "sem mem�ria de onde veio,

"nenhuma ideia de quem ou mesmo do que �"?

Porque, canino, ladras � minha �rvore.

Tick, que fazes? Pergunta-lhe pelo Superian.

Perguntar-lhe o qu�?

Deixa-me passar.

Ol� a todos.

Midnight, � amigo do Superian, certo?

Ter� de esperar.

Espere. Eu tenho informa��es importantes

que t�m de chegar ao Superian.

Estaria disposto a ajudar-nos?

Tem alguma quest�o sobre o livro?

N�o propriamente.

Midnight, o Superian corre grande perigo.

O Terror est� vivo.

Tick, protege-me.

Eu sei porque estive l�

no dia em que os Flag 5 ficaram cegos.

E esmagaram as m�os ao Straight Shooter.

- Olhos e m�os. - Tirem-no daqui.

Meu Deus!

Desculpem. H� um em cada leitura.

Foi uma expuls�o rude.

Eu tinha mais perguntas.

O que aconteceu ali? Est�s bem?

Sim. Estou bem. S� preciso de falar com uma pessoa.

- Um dos teus m�dicos? - N�o.

Tick, fica aqui. J� volto.

Walter, n�o �s meu pai.

- Boa! - O que foi?

� o Arthur.

Ol�, Arthur.

Ol�, Dangerboat.

O que aconteceu aos alertas?

Mas � o Arthur.

Preciso da tua ajuda.

Tenho de avisar o Superian.

O Superian n�o me ouvir�.

O Midnight talvez ou�a.

De que est�s a falar?

Estou a falar do Straight Shooter.

Ele n�o morreu com a equipa.

S� perdeu os olhos.

E as m�os.

Disseste-me que o Terror nos levou as fam�lias.

Penso que a tua fam�lia era o Flag 5.

Penso que estavas l� quando eles foram derrotados.

Porque tu �s o Straight Shooter.

N�o sabes nada.

Porqu� escond�-lo, Overkill? Ele acertou.

N�o te metas.

N�o � saud�vel guardares tudo para ti.

Boa!

Meu Deus!

Blazers azuis.

Ent�o, � verdade.

J� sabes. E ent�o?

Ent�o? Tens de dizer ao Midnight. Ele pode chegar ao Superian.

Podemos obrig�-lo a ligar.

- N�o estamos bem. - Ent�o, fiquem de bem.

Tens raz�o. Perdi tudo quando o Terror destruiu os 5.

A minha fam�lia, o meu mundo.

A AEGIS reconstruiu-me as m�os, os olhos,

p�s-me nas suas miss�es, mas...

...nunca mais fui pleno.

Era suposto ser o dia.

N�o percebes?

O dia em que dei o troco ao Terror pelo que ele fez.

Chama de gl�ria, fim da hist�ria.

Nunca terias chegado at� aqui se n�o fosse gra�as a n�s.

N�o estarias aqui se n�o fosse o Tick.

N�o lhe pedi que o fizesse. N�o quero vida.

- Quero vingan�a. - N�o importa o que queres.

H� algo terr�vel prestes a acontecer

e podemos impedir. Talvez.

Mas n�o o podes fazer sozinho.

Precisas de n�s e n�s precisamos do Superian.

- Isso � lindo. - � uma idiotice.

Ent�o, n�o nos vais ajudar?

Trabalho sozinho.

Sim, j� me disseste.

Adeus Arthur.

Adeus Dangerboat.

�s mesmo desagrad�vel. Caramba!

O Christian Soldier resgatou o Midnight em cachorro

dos laborat�rios do Dr. Freakmaker.

Aquele pobre �rf�o de quatro patas.

Que hist�ria!

Espera at� chegar � parte onde se apaixona pela primeira vez.

- Arthur! - Ol�.

- Est�s bem? - Sim.

Estou bem. Walter, pe�o desculpa por h� pouco,

por me teres visto assim.

Estavas preocupado.

N�o digo que n�o estou preocupado, mas...

O Tick explicou tudo.

- Explicou? - Expliquei.

J� tive os meus problemas com o destino.

Gostava de acreditar que sou inteligente para o reconhecer quando o vir.

Obrigado.

Cuida dos teus p�s.

- Tick. - Boa noite, Walter.

O que lhe disseste?

S� a verdade e para me emprestar este livro fixe.

Qual � o plano?

N�o h� plano, infelizmente. Fui falar com o Overkill, mas...

Overkill!

Isso foi o que eu lhe disse...

� o Overkill.

Fecha a matraca, yeti azul.

O que fazes aqui?

Sa�ste e o Dangerboat n�o se calava.

N�o se calava mesmo.

- Ent�o, vim. - Para ajudar?

Cala-te.

Est� de bom humor.

Comparativamente, sim.

- Sou um yeti? - N�o, n�o �s. �s...

Boa! Mais um assim.

Ferozes.

Crime.

Deixe-me ver um ar feroz.

Tenho uma lente igual.

Fotografo paisagens.

Antigos celeiros. Tratores. Toda a decad�ncia agr�ria.

O Midnight vai lan�ar um livro no fim do ano.

� apenas um passatempo.

Bem, isto agora � uma surpresa.

Temos de falar.

Overkill. N�o est�s na pris�o, ainda?

Rochelle, disse-te que tive uma sensa��o estranha.

Devo chamar a seguran�a?

- N�o, � um velho amigo. - Nunca fomos amigos.

Midnight, viemos pedir-te ajuda.

E fazer uma pergunta:

J� te questionaste sobre os teus pais?

Por favor, tem de nos ouvir. O Superian est� em perigo.

� o maluco da conspira��o.

- Ele n�o � maluco. - Overkill, �s um psic�tico.

A pr�xima pergunta tem duas partes.

Primeira parte: No seu livro, escreve muito sobre "Deus"...

Tick, talvez devesses ir ver o per�metro.

- Certo. Vigiar a porta. - Sim.

O que fazes com estes palermas mascarados?

E tu, a faturar com os Flag 5?

Faturar? L� as cr�ticas. � uma grande obra!

- Porcaria. - Por favor.

Midnight, h� um plano para matar o Superian.

E precisamos que o avise por n�s.

� o Terror.

Ainda est� vivo e est� em movimento.

Est�s a atirar-me muita coisa.

- Matar o Superian? Por favor. - � verdade.

Vou ignorar a parte do Terror,

porque reconhecer que o disseste far-me-ia parecer louco.

O Terror est� vivo. A investiga��o do mi�do bate certo.

Ach�mos o covil.

- Claro. - Ouve-me, rafeiro idiota.

Vou chamar a seguran�a.

Ouve, Overkill, eu sei que sempre tivemos atritos.

Talvez te tenha dado mais problemas do que devia.

Mas tu eras o mi�do que alinhava sempre

e queria ser membro dos 5.

N�o comeces com isso.

Rapazes, eu n�o quero colocar-me no meio da reuni�o.

Talvez seja uma boa altura para acalmar os �nimos.

N�o � nada.

S� que o Overkill sabe que s� l� entrava

porque era o ajudante do tio Samson. Estava l� a favor.

Como um mi�do especial que n�o morreria.

Eu estava nos Flag 5.

Os Flag 5 eram cinco her�is e uma mascote. Tu.

Os Flag 5 eram cinco her�is e um auxiliar. Tu!

- Mascote. - Auxiliar.

- Mascote. - Auxiliar.

Midnight, querido. Tu �s o autor que mais vende aqui.

- Por favor. - Ouve a tua publicit�ria, vendido.

Auxiliar!

Meu Deus!

N�o! Vamos... Parem!

N�o vamos fazer isto!

Luta de c�es!

Est�o a ser rid�culos!

Cavalheiros, por favor.

Ele come�ou.

Morde aqui.

Bolas!

�LTIMA HORA AUTOR AGREDIDO

Uma violenta alterca��o

ao in�cio da noite na suite de luxo d o Hotel Excelsion.

As autoridades n�o t�m a certeza do que provocou

este ataque cobarde ao superc�o heroico

conhecido como Onward,

mas h� indica��es de que o Midnight

n�o vai apresentar queixa contra o agressor.

Agora � que o Midnight n�o vai ligar ao Superian.

Vai ligar. Temos problemas, mas ele � um bom c�o.

Tentou roer a tua jugular.

Damo-nos assim.

J� ouviste falar em palavras? Elas sangram menos.

Achas que o Midnight vai dizer ao Superian que o Terror planeia mat�-lo?

J� disse que sim. Diz "obrigado" e para de me chatear.

O que me faz lembrar, Tick,

salvaste-me a vida.

N�o acho que aquele cachorro falante te teria matado.

N�o, no cemit�rio. Tiraste-me da minha campa.

Vivo por um c�digo. Devo-te a minha vida.

N�o, obrigado. Eu n�o quero isso.

N�o podes recusar at� eu salvar a tua,

o que parece ser imposs�vel.

A minha vida pertence-te.

Vou dizer uma coisa.

Aceito.

Se prometeres que n�o matas mais ningu�m.

V� l�.

Isso � frio.

N�o acho que a minha vida valha n�o matar mais.

Tenta. Podes gostar.

Raiva, vingan�a. S�o as coisas que te mant�m vivo.

Que te fazem seguir o teu caminho.

O Arthur sabe isso.

O qu�? N�o sei. N�o sou como tu, de todo.

- N�o? - N�o.

Ent�o, porque estamos aqui os dois?

Quinze anos ap�s a coisa que nos colocou no mesmo caminho.

Tu e eu, somos irm�os.

A Dot sabe?

- Tick, v� l�. - V� l�, meu.

Podem ficar aqui at� terem onde se esconder.

Seria ador�vel.

Obrigado, Overkill.

Que se lixe. Ningu�m anda atr�s de ti.

Legendas: D�rio Silva

Supervisor Criativo Hernani Azenha

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