All language subtitles for Mamon.S01E03

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O CEO da CE aceita dinheiro da empresa que quer comprar.

N�o te importas de derrubar o teu irm�o?

Foi uma den�ncia an�nima, n�o sabia que ia dar a ti.

- O que �? - O estado das coisas.

O que n�o tive tempo para acabar. Conheces as regras, n�o mudam.

- Tenho de saber quem � a fonte. - Era o Dan, n�o v�s?

- Ales! - Abra�o...

- Como assim, "n�o"? - N�o publico.

O Max n�o publica?

Veio, nas costas dele, pedir-me que interceda.

Gosto da sua abordagem �s coisas.

- Quer que trabalhe para si? - N�o.

Quer informa��o.

N�o vais ter hip�tese.

� uma mensagem! Um aviso claro. Est� tudo ligado!

O Toman, o teu pai, tudo. Explico no carro, vamos.

Descobri que o Daniel deu ao pai um quadro de Abra�o.

- O anel. - O que tem?

- S�o o pai... - O qu�?

As iniciais. DV.

CAP�TULO TR�S: FOGO

Porque lhe daria um quadro t�o estranho?

Provocou-me a vida toda, sempre assim foi.

Podemos estar a pensar demais, n�o passa de um anel.

O anel do pai da Universidade de Budapeste.

Na m�o de algu�m prestes a degolar o filho.

Michal!

A PRIMEIRA V�TIMA, TUDO COME�A AQUI. ABRA�O.

ERRO: FICHEIRO CORROMPIDO

Tenho de ir.

- � noite? - Vou trabalhar.

- Eu ligo. - Adeus.

Petr, espera.

- Novidades? - Ainda n�o sei.

Mas pode ser importante.

- O que achas do quadro? - O meu pai tinha raz�o.

O Daniel gostava de provoc�-lo.

� mesmo o estilo dele.

- Quanto tempo temos de ficar? - Eu ligo-te.

- N�o saiam por agora, est� bem? - Est� bem.

At� logo.

- Petr... - Sim?

Tem cuidado contigo.

Tu tamb�m.

N�o nega conhecer o Mr. Toman?

N�o nego, conhec�amo-nos, mas n�o entendo o estardalha�o

de alguns �rg�os de comunica��o.

S� falei no assunto pois seria razo�vel nas circunst�ncias

desacelerar o processo. Mais nada.

Mas falou de uma proposta ao governo

para suspender a privatiza��o da Central Energy, s�o palavras suas.

Nunca disse que queria parar a privatiza��o.

� sem�ntica, Ministro...

HORVAT E TOMAN QUAL M�O LAVA QUAL

Quer ou n�o que a privatiza��o da CE continue?

- Adeus. Boa noite. - Vais embora? Adeus.

S� expressei preocupa��o, devia, primeiro, investigar-se.

Ent�o, j� n�o considera que exista algo suspeito na Central Energy?

Sim?

- Posso? - Sim, entra.

Quem � o cubano?

O teu av�.

O pai pescava?

Parece que sim.

- N�o sabes? - N�o.

Nunca tinha visto esta foto...

Nunca falou na paix�o pela pesca.

Estou a descobrir muitas coisas sobre o teu pai.

J� somos dois.

Mas amava-nos.

Ele amava-nos, tenho a certeza.

- Ol�. - Ol�.

- Como foi a viagem? - Boa.

O ficheiro n�o correu todo, por isso, n�o deu.

Consegues tirar algo?

Sim, consigo salvar algo, mas...

- Queres um caf�? - Sim.

Tem �udio?

N�o...

� isto.

- Viste a data? - Sim.

22-10.

A mesma data do suic�dio do Daniel.

Se o v�deo est� relacionado com o meu irm�o e Abra�o...

TEMOS DE ENCONTRAR-NOS.

Significa que j� come�ou em 98, talvez antes.

Temos de entregar isto.

Est� relacionado com a investiga��o, n�o d� para fingir.

D�s-me pelo menos uns dias?

Consegues tirar mais?

Daqui, nem por isso.

Tenho de levar para o trabalho.

A qualidade � p�ssima, n�o vai dar muito.

IMPOSS�VEL.

Raios.

Diz-lhe, se quer ajudar, tem de dar-nos mais.

Pergunta-lhe quem s�o as pessoas do v�deo.

A pessoa que enviou isso � a �nica pista.

O Vlcek est� em casa da pol�cia.

Pensei que estava controlado.

- N�o vai dar problemas. - Pareces certa.

O Mr. Vlcek tem muita r�dea solta.

Vou enviar as fotos, chegou a altura.

N�o vai ajudar-nos...

- N�o vai responder. - Consegues entrar no e-mail dele?

N�o faria isso.

N�o fa�o tudo o que te passa na cabe�a.

N�o ia estar a ajudar-te nada.

Entendes a posi��o em que me colocas?

Mas n�o tenho mais ningu�m.

- Enviaste-me o v�deo de prop�sito. - O qu�?

Para eu o ver e te contar o que sei.

Deixa-te disso.

Conhe�o-te, Petr.

Vou a casa dos meus pais, tenho de ver a Eva e o Michal.

N�o v�s.

- Presumo que viste o "Offside". - Passei os olhos, porqu�?

Incomoda-te que o nosso relat�rio fosse publicado por outros?

Como sabes disso?

� triste terem de convencer o editor a aprovar os artigos que bloqueias.

A mi�da � incr�vel! Era um lixo, n�o era um artigo.

N�o pode ser lixo, todos o referem e citam o "Offside".

Claro, pegam em tudo o que parece ca�a-clique!

- N�o somos assim, espero! - Max, t�nhamos uma hist�ria.

- Deix�mo-la morrer. - � tabl�ide, n�o � not�cia.

E enquanto decidimos o que publicar, v�:

esquecemos a senhora nua da piada obscena.

- N�o est�s a exagerar? - Viste o artigo.

Tamb�m n�o publicaste.

- Confiei no teu julgamento. - E j� n�o confias?

Ainda sou o editor chefe.

Confiaste-me a gest�o deste jornal,

deixa-me fazer o meu trabalho ou despede-me!

�timo.

O que temos?

O Martin viu as duas empresas a concurso...

Martin?

S�o a EnergyStar e a Puissance, acho que se diz assim.

A EnergyStar � americana, a Puissance � europeia.

Tent�mos contactar para uma declara��o sobre a CE?

Liguei, passaram ao gabinete de imprensa,

que basicamente recitou a nota de imprensa.

Cl�ssica nota empresarial:

"lamentamos os tr�gicos eventos na Central Energy,

mas continuamos interessados na privatiza��o."

- N�o os desmotivou. - Pelos vistos, n�o.

- Mais alguma coisa? - Sim, e vai gostar...

A EnergyStar paga a um lobista.

- A quem? - Ao Spevacek.

O Spevacek? Como pode ajud�-los?

- � oficial? - Acho que sim, n�o escondem.

Interessante. Mais alguma coisa?

Ainda estou a ver, s�o estruturas complicadas.

A Marie ajuda-te.

Eu? Pensei ir falar com o Spevacek.

Vou enviar o Petr, � bom nessas coisas.

Descobre tudo sobre as duas empresas.

As rela��es com a Rep�blica Checa, os donos, etc. etc...

� tudo, bom trabalho.

Marie?

Queria esclarecer a quest�o do diretor.

- Max... - Sabes o que � trabalhar em equipa?

Eu digo-te, tem de haver absoluta confian�a.

Absoluta confian�a, que violaste, quando agiste pelas minhas costas.

N�o quero saber do que sentes ou se te feri o ego.

Fa�o-o novamente, sou teu patr�o, tens de respeitar isso.

Sempre confiei nas pessoas da minha equipa.

Queria continuar assim.

� tudo.

Isto chegou de manh�.

- Remetente? - N�o sei.

- Temos algo antes dos jornais. - Um pouco estranho, n�o?

O que fazemos agora?

Falamos com o Vlcek novamente. Tem explica��es a dar.

E traz tamb�m a Eva Vlckova.

Achas que o Vlcek est� a encobri-la?

Sabemos que n�o mataram o Toman. N�o sabemos porque nos mentem.

Tomamos um caf�?

N�o me livro de ti?

Espero que n�o vejamos isto no jornal amanh�.

Eu tamb�m.

O caf�.

Mr. Vlcek. Quer�amos fazer-lhe umas quest�es.

Assistiu � morte de Mr. Toman.

- J� vos disse tudo. - Surgiram novos factos.

Queremos rev�-los consigo. Venha.

Veja, � igualzinho.

Pois!

N�o h� fotos com o pai aqui. S� um �lbum com o Petr.

- O teu pai tirou-as, se calhar. - Nunca me mostrou nada.

Porque foi muito dif�cil...

para o teu pai decidir ir estudar economia para fora.

Mas porqu�? Qual � o mal disso?

Sim?

Porque o teu av� pensou que o Daniel se vendeu.

� um grande idealista.

Depois da revolu��o, pensou que a vida n�o ia ser sobre dinheiro.

Tirou-o da vida dele s� por isso?

Bem, n�o conseguiu aceitar.

Achou que o teu pai o traiu.

J� que pergunta, gostava de um caf�.

Acha-se em posi��o de dizer piadas?

Estou numa posi��o em que j� estive. J� vos disse tudo.

Teve progressos com a Central Energy?

Dei-vos provas de corrup��o

e n�o investigaram, nem passados 6 meses.

Tem algo novo?

- � o seu trabalho, n�o o meu. - Voltando ao Toman...

Mant�m a vers�o que nos contou?

N�o o matei.

- Estava sozinho no encontro. - Sim.

- Mais ningu�m estava consigo? - N�o.

Vamos perguntar � Mrs Vlckova, pode ser mais sincera.

- N�o � nada com ela. - Ent�o, porque mentiu?

Se n�o � nada com ela, como afirma?

J� passou pelo suficiente com a morte do Daniel.

- Envolveu-se com a sua cunhada? - Desculpe?

- Tem um caso com a sua cunhada? - � a mulher do meu irm�o, bolas!

Deixem-na em paz! N�o tem nada que ver com isto.

Encontrou-se com ele por coincid�ncia, certo?

N�o foi coincid�ncia.

Recebemos uma mensagem, mas n�o sab�amos que era para os dois.

Sabe quem enviou a mensagem?

N�o.

Mas tudo indica que tenha sido o Ales Toman.

Porqu�? Que motivo tinha para convid�-la e ao Mr. Vlcek

para o local onde pretendia matar-se?

N�o sei.

Pergunte-lhe sobre Stella Nemeckova.

O nome Stella Nemeckova diz-lhe algo?

Somos conhecidos.

E qual � a natureza da rela��o? S�o amantes?

Vai resolver o caso com a minha vida sexual?

A Miss Nemeckova tem um caso que o implica bastante, Mr. Vlcek.

N�o me parece uma quest�o sem sentido.

Quase lhe posso chamar conflito de interesses.

H� quanto tempo conhece o Mr. Vlcek?

- O que importa isso? - Responda � pergunta, por favor.

Conheci o meu marido em 93. O Petr tamb�m por essa altura.

Como descreve a vossa rela��o?

� normal.

Porque acha que o Mr. Vlcek mentiu sobre a sua presen�a no local?

Para me proteger e ao meu filho.

Confia nele?

� tudo.

- Ent�o, posso ir? - Sim.

Eva? Que fazes aqui?

Trouxeram-me para interrogat�rio.

T�m fotos nossas da noite com o Toman.

- Onde as arranjaram? - N�o sei. O Michal?

N�o te preocupes, est� bem.

- Boa tarde. - Boa tarde.

Jana Skalova, procuradora.

Obrigado por ter vindo.

Conhecia o seu marido, lamento o sucedido.

- Onde arranjou as fotos? - Chegaram anonimamente.

D� jeito.

Precisamos de clarificar umas coisas.

Nenhum de v�s est� sob suspeita.

Se vos faz sentir melhor.

� a �ltima vez que vimos c�?

Depende de si, Mr. Vlcek.

Se estiver a dizer a verdade, tem uma capacidade incr�vel

de estar sempre no s�tio errado.

Estranhamente, arrasta as pessoas que o rodeiam.

Adeus.

Adeus.

Vamos.

- O que vai fazer agora? - Vou sair um bocado.

N�o posso ficar presa o resto da vida.

Est� bem, mas o Michal fica quieto.

Est�s bem?

Perguntaram-me se confiava em ti.

Ainda te detesto, mas...

N�o sei em quem confiar.

- Queres boleia? - Vou de el�trico. O teu carro?

- Ol�. - Vejam quem nos veio visitar.

- Tive de ir � esquadra. - O que foi agora?

Fotos minhas e da Eva no suic�dio do Toman.

- Fotos? - Sim, fotos.

Quem est� por tr�s disto preparou-se bem.

- O que lhes disseste? - A verdade.

- Ela n�o tem nada que ver. - Falaste com a Marie?

- Ainda n�o. - Estamos a fazer os perfis

das concorrentes � privatiza��o da Central Energy.

- EnergyStar e Puissance? - Advinha o lobby dos americanos.

- Quem? - O Spevacek.

Spevacek?

Podias tentar que falasse, o que achas?

Fazes isso?

Max, n�o ando exatamente focado no trabalho...

Certo, � como fazes as melhores entrevistas.

Lindo menino.

- Ol�. - Ol�.

Quem te envia mensagem?

- At� logo. - Adeus.

- Ol�. - Respondeu... sim, obrigado.

Sim, eu sei. Acabei de ler.

Espera um segundo...

E?

Rua Poupetova, onde est�o todas as respostas.

Sim, � a morada da galeria do Sramek.

E tamb�m do Arquivo Anticorrup��o.

Est� a brincar connosco, n�o vai falar.

- O que fazes? - Vou falar com o Spevacek, at� j�.

E o v�deo? Progressos?

Vou agora ao escrit�rio, a ver se limpo a imagem.

Est� bem, adeus.

Sim, claro...

Eu dou not�cias, adeus.

- Spevacek. - Vlcek. Prazer.

Obrigado por falar comigo.

Veio por causa do Toman, Mr. Vlcek.

Posso?

Vou ligar...

For�a.

N�o � preciso ser g�nio para perceber.

Queria saber qual o seu papel na privatiza��o da CE.

Mas j� que fala nisso...

- Conheciam-se bem? - Eu e o Toman?

T�nhamos v�rias propriedades.

- Tinham neg�cios? - Isto � uma aldeia.

Acabamos por nos encontrar todos.

� por isso que procura ofertas do estrangeiro?

Gosto de si.

Tem muito do seu irm�o.

Sim, a EnergyStar pediu-me ajuda para certos... obst�culos.

Como devo entender isso?

Certamente n�o da forma que acha que entendeu.

A EnergyStar contratou-me como intermedi�rio competente, espero.

Falo checo, posso familiariz�-los com o que se passa c� sem rodeios.

N�o espera que acredite que � simplesmente um int�rprete?

Int�rprete? Tinha piada.

Gostava que visse toda a burocracia envolvida.

O meu irm�o enviou-me documentos interessantes antes de morrer.

Uma empresa a concurso enviou-lhe largas somas de dinheiro.

Peguemos na premissa, do malvado e corrupto Spevacek,

lacaio dos americanos malditos, e falemos hipoteticamente.

- A teoria tem uma falha b�sica. - E qual �?

Para qu� subornar o diretor da Central Energy?

Ou quem fosse? Como os ajudaria? Desculpe...

- Est� tudo bem? - Como sempre, obrigado.

Subornava os respons�veis pela privatiza��o

porque seria um investimento �til, se quisesse fazer o que sugere.

Mas o director da Central Energy? Porqu�?

- O correio, por favor. - Sim...

- Aqui tem. Ora. - Obrigado.

Ol�, o Mr. Sramek n�o est�? Liguei, mas acho que...

� mesmo persistente.

Lamento, mas de facto o Mr. Sramek n�o est�.

Se veio c� v�-lo e n�o a mim.

Preciso de tudo o que tiver sobre a privatiza��o da CE.

- Algo espec�fico? - Sim.

As empresas envolvidas, EnergyStar e Puissance.

N�o me diz nada, mas temos algo sobre a CE, claro.

- Algo? - Venha comigo.

Da �ltima vez era um ficheiro pequeno.

Porque era algo espec�fico, isto � miscel�nea.

O que significa?

Muitas coisas que nos chegam ou que descobrimos por n�s,

est�o ligadas a v�rios casos. N�o existimos h� muito.

Estamos a aprender a avaliar e categorizar essa informa��o.

Estou a ver!

Quando acabares, queres ir tomar um caf�?

Porque n�o?

Ou talvez um jantar?

- Deixo-te trabalhar. - Obrigada.

Gosto de flores.

Exagerei no interrogat�rio.

- Interrompo? - Nem por isso.

Sei que sou exigente com quem trabalho

mas � porque preciso de confiar nas pessoas.

A tua rela��o com o Petr Vlcek � um problema.

N�o acho que tenhas sido tu a passar a informa��o da Central Energy,

mas tamb�m n�o estou certa.

- H� algo que queiras dizer-me? - N�o.

Se mudares de ideias, tens o meu n�mero.

N�o tem nada para me dizer?

Podemos fazer uma boa equipa.

Obrigado.

� agrad�vel.

Ter o nosso restaurante.

Podemos tomar uma bebida,

cozinham o que gostamos.

E n�o temos de pagar, pelo menos pensamos que n�o.

� fant�stico.

Dizem que � dos �nicos que fazem acordos com pol�ticos.

Fazer acordos com pol�ticos � imposs�vel neste pa�s.

Noutros lados � mais f�cil?

Certamente reparou na frequ�ncia com que o governo muda, Mr. Vlcek.

Como quer chegar a acordo com algu�m que n�o sabe onde estar� em 2 anos?

Ali�s, quem quer saber disto?

As pessoas querem viver o presente.

Ent�o, o passado n�o � importante para si?

Escreva o seguinte no seu artigo: que sou loucamente rico...

ou que sou gay. Sabe-se l� porqu�, as pessoas continuam a gostar disso.

Acima de tudo, n�o se esque�a de dizer que doo para caridade.

Vai irritar muitos e enternecer outros.

A mim, �-me indiferente.

Esta noite, vou doar imenso dinheiro � oncologia pedi�trica.

Se me conhe�o, volto a comprar metade da galeria do Sramek.

Vai haver um leil�o de caridade que faz todos os anos.

Todos v�o l� estar.

Vemo-nos l�?

- Talvez. - Ent�o, venha.

Vai ser divertido.

T�o divertido como uma festa para crian�as doentes pode ser.

Treta.

- N�o sabe. - Uma coisa sei.

Pessoas como o Horvat ou o Spevacek n�o s�o est�pidas.

Assinar um acordo de coopera��o? N�o faz sentido.

Envolve muito dinheiro, Max!

Que mais quer de mim?

Ando pelos arquivos, n�o falho �s confer�ncias de imprensa!

- Queres saber o que quero? - Sim.

Que comeces a ser profissional!

E n�o sejas uma amadora!

Tenho de explicar-te como funciona o jornalismo?

N�o publicas tudo o que encontras!

- N�o � o que quero! - Sabes o que isto significaria?

Que o Horvat tinha um acordo com o Toman e o Spevacek,

que o Estado ia escolher a EnergyStar,

e at� concordaram quanto recebiam pelo esquema!

N�o pensaram ser apanhados e tinham boas raz�es,

segundo o selo, o contrato foi assinado em Zurique.

Foi uma seguradora.

Verificaste se o contrato estava de facto l�?

- Ainda n�o, mas... - Sai, Marie.

Sai, vamos!

Raios...

N�o pode ser...

Sim, Stella?

Calma, Stella...

Stella, calma...

Qual rapariga?

Jesus Cristo...

Entendes isto?

- Deixaram a crian�a a arder. - Identificaste o tipo no ch�o?

N�o, sabes como � a qualidade.

Procurei nas crian�as desaparecidas desde 1995.

E n�o encontrei nada.

Tem de haver liga��o ou n�o tinham enviado o v�deo.

Se h�, honestamente, n�o a vejo.

Ainda n�o.

N�o consigo manter isto secreto.

- � grave, n�o posso ignorar. - Eu sei.

Hoje, h� um leil�o de caridade na galeria do Sramek.

"As respostas est�o l�".

N�o era o Arquivo Anticorrup��o, era o evento da galeria.

- Tens a certeza? - O Spevacek disse-me.

"Todos v�o l� estar".

� uma bela coincid�ncia, n�o?

Recebemos a morada da galeria no dia deste evento.

- As pessoas do v�deo v�o l� estar? - Talvez.

- A fonte an�nima tamb�m. - Ir l� � uma coisa,

mas procuramos quem? N�o sabemos quem s�o.

O que queres fazer?

Arranjo um guia.

Como?

- Vou andando. - Adeus.

- Demoras muito? - N�o sei, espero que n�o.

Fico aqui.

- Ol�. - Ol�.

- Vais explicar-me o que foi? - Recebi um e-mail,

algu�m est� a tentar ajudar-me.

Pode estar c� esta noite.

Porque n�o se encontra contigo?

- Deve ter medo. - Qual � o teu plano?

- Atirares-te aos tubar�es? - Exato.

- E o que fa�o enquanto nadas? - Diz-me os nomes dos tubar�es.

- Eva! - Ol�.

- Est�s espl�ndida. - Obrigada.

� o Petr Vlcek, irm�o do Daniel.

Achei que me lembrava algu�m.

- Sramek. - Vlcek.

Sigo o seu trabalho no "Kontext". Vai escrever sobre o leil�o?

- N�o sei ainda. Seria um problema? - N�o, de todo!

N�o tenho de autorizar, pois n�o?

Bem, divirtam-se esta noite.

- J� nos vemos. - Claro.

O cabelo est� lindo.

Mr. Banker!

Boa noite, Mr. Niedermayer, que bom que veio.

- Eva, ol�. - Ol�.

Veio terminar o seu artigo, Mr. Vlcek?

Talvez.

Tem bom faro.

Acha que isto � sobre oncologia pedi�trica?

Olhe � volta.

Benefic�ncia!

Muitos n�o sabem sequer o que significa.

S� pensaram nas agendas, t�m neg�cios para fazer.

Tamb�m tem neg�cios na agenda, Mr. Spevacek?

� jornalista de investiga��o.

Fa�a um esfor�o.

Senhoras e senhores, posso pedir a vossa aten��o?

N�o vou demorar, prometo.

Queremos agradecer a todos, do fundo do cora��o.

- Obrigado... - Aquele com o Spevacek e o Horvat?

Por serem t�o generosos.

S� restam uns quadros, s�o boas not�cias.

Frederik Bouvair.

Sobretudo para a oncologia pedi�trica.

� o CEO da Puissance.

O Mr. Sramek leva a arte muito a s�rio.

Mesmo antes do leil�o, consegui vender-lhe

uns rabiscos num guardanapo por 20 mil coroas.

N�o sei o que far�s com isso, mas...

A outra empresa que quer a Central Energy privatizada?

N�o diria que fossem concorrentes.

O Spevacek trabalha para a EnergyStar?

A esse n�vel j� n�o importa.

S� se espera para ver quem ganha.

E a fonte an�nima?

N�o sei por onde come�ar, n�o sei como �, n�o sei nada.

N�o fa�as nada est�pido, est� bem?

Boa noite.

Boa noite.

Gostava de dizer-vos

que contribu� com 2 mil coroas para a cole��o desta noite.

Bravo!

Sei que n�o vai impressionar-vos.

S�o todos t�o dedicados.

Pensei que at� eu podia dedicar algo a uma boa causa.

E n�o estou a falar de dinheiro.

Mas "dedica��o"...

n�o � s� fazer o bem, infelizmente.

�s vezes, h� que fazer algo que n�o faria.

A verdadeira dedica��o � ir al�m dos limites.

Sair da luz para a escurid�o.

Como foi, por exemplo, com Abra�o.

Deus pediu-lhe para sacrificar o filho.

Prometeu-lhe que seria o pai das na��es, do destino dos homens.

Se algu�m nos prometesse algo assim,

o que estariam dispostos a sacrificar?

Obrigado.

- O que pretendias? - N�o sei.

- Onde vais? - Volto j�.

Petr...

Tr�s pratos de trigo para tr�s tigres tristes.

Tr�s pratos de trigo para tr�s tigres tristes.

Tr�s pratos de trigo para tr�s tigres tristes.

Tr�s pratos de trigo para tr�s tigres tristes.

Tr�s pratos de trigo...

- Mr. Vlcek? - Sim?

Pare de agir como se n�o tivesse nada a perder, Vlcek.

Porque tem.

Estou?

- O que fez foi est�pido. - Quem � voc�?

� bluff, mas n�o querem saber.

N�o v�o deix�-lo nem aos seus entes queridos.

- Era filha de quem? - N�o lhe digo mais nada.

Porque teve o Daniel de morrer?

- E o Toman? - 25 anos.

Que 25 anos?

N�o entendo, do que fala?

- Acontece h� 25 anos. - O qu�?

Para entender o mal, tem de regredir 25 anos.

Diga-me quem �.

Ainda n�o percebeu.

- Nunca vai ganhar. - Ent�o, ajude-me.

- Ent�o! - Desculpe.

Ainda n�o acabou.

O que n�o acabou? Fale comigo, raios!

O que foi?

Petr?

- O que foi? - Espera...

Petr!

Desculpe, perd�o.

- E? - Um Superb prateado.

Sim, claro.

J� o vi, j� o vi.

36364.

6364.

- Cuidado! - Est�o malucos! Saiam!

- Anda beber um copo! - Desaparece!

Ent�o, vai!

Onde est�s?

- E? - Fugiu.

Mas tenho a matr�cula, entra.

Brilhante.

Anda, despacha-te!

Mexe-te!

- O que tens? - Levei uma sova.

- De quem? - N�o sei.

Obrigado pela ajuda, depois falamos.

Divertiste-te?

O que fazes aqui?

Sai da minha casa.

N�o queres acordar a tua mulher.

Nem os meninos.

S�o lindos.

Cresceram tanto desde a �ltima vez que os vi.

Deixa-nos em paz.

- Devias falar com ele. - Nem imaginas o que podes causar.

O que podemos causar? Quero falar sinceramente.

N�o! Nem pensar! N�o vou dizer-lhe nada.

Tem o direito de saber tudo sobre o pai.

N�o podes esconder-lhe.

- � adulto, c�us. - L� est�s tu outra vez.

- O qu�? - Queres que acabe como o pai?

Tradu��o: Rita Caetano

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.