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* Tradução: RobOpen *
Ao largo da costa leste da África
- Está escuro lá embaixo. - Teve sorte, sr. Perry?
Vamos ver o que temos aqui.
- Apenas quimberlita, capitão. - Só isso há meses!
- Sem quimberlita não há diamante. - Mas só encontramos quimberlita.
É o que disseram ao meu pai quando ele trabalhava no Transvaal.
Mas ele encontrou uma das maiores minas de diamantes da história.
Seu pai! Se tivesse os pés no chão,
não jogaria tanto dinheiro bom no mar!
AEROPORTO DE LONDRES ENTRADA OESTE
Senhor, Walters? Chamando o sr. Walters, por favor.
- Sr. Walters? - Sim.
Mensagem urgente. Volte ao balcão, por favor.
Obrigado.
Scott Walters. Mensagem para mim?
- Sim, do hotel. - Sumiu uma toalha?
Do escritório de New York, fique em Londres e entre em contato.
O avião está decolando! O que será das minhas malas?
Antecipamos suas necessidades.
Terá problemas algum dia.
ESCRITÓRIOS HENDERSON
- Desculpe. - Desculpe, ruiva.
- Posso ajudar em alguma coisa? - Scott Walters,
da Seguradora Internacional.
Sr. Perry Henderson, por favor.
- Eu não sirvo? - Que pergunta!
Sou a secretária dele.
- Quero falar com ele em pessoa. - Sou a secretária pessoal dele.
Só diga a ele que estou aqui.
Receio que não seja possível. O sr. Henderson está...
Marian, por favor...
Este senhor é da Seguradora Internacional.
- Ele quer ver o sr. Perry. - Senhor Walters.
Meu nome é Arthur Henderson, primo do Perry. Entre.
Obrigado.
Você também, Marian.
- Sente-se, sr. Walters. - Obrigado.
Infelizmente o sr. Henderson não está.
A srta. Taylor e eu cuidamos dos assuntos dele.
Se tem a ver com apólices de seguro, posso atendê-lo.
- Quando ele volta? - Difícil dizer. Está na África.
África, é?
O escritório de New York relatou mergulho em mar profundo.
Fui designado para investigar.
A apólice dele não cobre esse risco.
Não se preocupe. Ele sabe se cuidar em qualquer lugar.
Ele sempre faz coisas inesperadas em lugares distantes.
Muito inesperadas para o nosso gosto, srta. Taylor.
Estamos preocupados com o alto valor de seguro.
Mergulho em mar profundo não é aceito,
a menos que cancele a apólice.
Pode ficar sossegado, vou verificar imediatamente.
Eu estava indo para New York, mas
vou esperar a resposta.
Como quiser. Cigarro?
Obrigado.
- Nunca vi essa marca. - Especial para os Hendersons.
Uma mistura exclusiva feita para a família.
Leve esse texto para o câmbio, srta. Taylor.
Sim, sr. Henderson.
Nunca vi um assim antes.
Não há muito para ver, tem sabor de menta, muito frio.
Como algumas garotas que conheci.
Alguns cavalheiros pedem amostra gratis.
Vou contar essa piada no meu banco.
Gosto do brilho em seus olhos, srta. Taylor.
Já recebi essa cantada antes. Adeus, sr. Walters.
Adeus.
Notei algo estranho na apólice do seguro.
A beneficiária é a mãe, quantos anos ela tem?
- Quase 70. - Outra coisa inesperada.
Colocar a mãe como beneficiária! Costuma ser o contrário.
Mas a sra. Henderson é a principal acionista da empresa.
Após a morte dela, herdaremos tudo.
Ou seja, o dinheiro volta para a empresa.
Exatamente. Muito útil.
- Por que não me surpreendo? - Desculpe?
Conheci muitas pessoas ricas neste emprego.
Ninguém rejeita dinheiro.
Quanto mais ganham, mais querem ganhar.
Preciso ir. Prazer em conhecê-lo, sr. Henderson.
- Você não vai ficar para o almoço? - Muito obrigado, mas...
- Tenho outros planos. Adeus - Adeus.
- A srta. Taylor? - Foi almoçar.
Onde ela costuma ir?
Na Ruth, no George, no Simpson, Stratford, talvez no Ritz.
- Ela pode pagar lugares assim. - Obrigado.
Obrigado, madame.
Que coincidência! Posso fazer companhia?
Nao importa, eu já ia saindo.
Entendi, sou indesejado. Vou sentar em outro lugar.
A conta por favor.
Garçom, estou com muita pressa. Você tem ostras Colchester?
Muito boas, senhor, gosta das grandes, ou pequenas?
Vou até a cozinha para vê-las.
Sempre quis experimentar essas ostras Colchester.
Obrigado senhor.
A conta.
- Obrigada. - Obrigado, madame.
Antes de sair, srta. Taylor, peço um favor.
Quer sentar? Tenho um motivo.
- Com certeza tem. - Sou supersticioso.
As ostras são 12 e, junto comigo, somos 13 na mesa.
- Bem, você vai se sentar? - Ok.
Parecem deliciosas. Posso provar uma?
- Claro. - Obrigada.
- Deliciosa. Adeus, sr. Walters. - Adeus?
Você disse que era supersticioso.
Se eu me sentar, serão 13 novamente.
- Alô? - Bill Shine, sim.
Marian Taylor? Não há essa pessoa aqui!
Desculpe, sou Mary Taylor! Pena.
Alô, alô...
- Oh, não! - Oh, sim!
Você sabe quantas Marian Taylor há na lista telefônica?
Não, não me importo nem um pouco.
Se você quisesse me contatar, não saberia como.
Não tenho intenção de contatar você.
Não vai me convidar para o chá?
- Não. - Acho que não quer chá.
Talvez prefira jantar?
Sr. Walters...
Se vamos falar aqui, precisamos de cadeiras.
Você é impossível.
Admiro sua persistência, nunca vi uma coisa assim antes.
Eu acho devemos fazer disto uma noite para nos conhecermos.
Um jantar tranquilo, um passeio em Picandili,
de mãos dadas, e não uma noite chata em casa.
- O que você acha? - Quer mesmo saber?
Amanhã, domingo, teremos o turismo na praia.
Você vai me mostrar Brighton, Stratford, Windsor ou Londres.
- De manhã tudo isso, é claro. - Obrigado.
Especial do Henderson? Muito bom.
À tarde, não seremos mais estranhos.
Tem certeza que não é o fim turismo?
Mas para que o turismo? Só teremos olhos um para outro!
Como um garoto de escola.
Provavelmente de reformatório.
Bem, não vou ficar aqui sendo insultado.
Mas eu gosto daqui.
Eu queria paz e sossego, mas vejo que sou obrigada a sair com você.
O que faremos amanhã?
Nada que você não queira fazer.
Ok, então venha ao meio-dia,
para o melhor passeio com guia de Londres.
Combinado.
O rio Tâmisa é chamado de história líquida.
É líquido mesmo.
Esta é a Torre de Londres e o portão dos traidores.
Antigamente, os que seriam levados para a torre
para serem decapitados,
eram levados para lá de navio.
Eu não preciso ir lá para perder a cabeça.
Vamos falar sobre você.
Estamos fazendo turismo com guia, por Londres!
A torre é bem moderna,
Foi construída só há 900 anos e...
Ah, sim, séculos antes os romanos construiram um forte
exatamente no mesmo lugar e antes deles os antigos prussianos.
Você sabia que duas das esposas de Henrique VIII foram executadas lá?
- Você não está prestando atenção! - Estou, sim.
Estou olhando para a visão mais bonita de Londres, bem agora.
Sr. Walters, antes de continuar com o nosso tour,
acho melhor mostrar-lhe algo.
- Parabéns. - Obrigada.
- Quem é o sortudo? - Perry Henderson.
Eu sou a sortuda. Uma simples secretária,
cuja existência pensei que Perry desconhecia.
E, um dia, do nada, ele me pediu em casamento.
Ele disse: Tome este diamante,
peguei para você na minha mina de diamantes?
Não foi nada assim.
Já decidiu para onde vai na lua de mel?
Veneza talvez? É linda nesta época do ano.
Eu não ficaria surpresa se não tivessemos nenhuma viagem.
Ele está sempre fora em alguma expedição.
Escalou o monte Athos quando ainda era menino de escola.
O pai dele foi ferido três vezes em Dunquerque.
Ele bateu o recorde de velocidade na corrida de Monte Carlo.
Caçou leões, tigres, elefantes, construiu um império nos negócios.
Parece-me uma enciclopédia, não um ser humano!
Quando ele achou tempo para construir aquilo?
- O que? - Aquele prédio com a cúpula.
Você está brincando, é a catedral de Saint Paul.
Desculpe. Quando começo a falar sobre Perry, não paro mais.
- Como a chuva. - Devemos voltar.
Sim. Nada como um anel de noivado com outro
para estragar um lindo dia.
PERRY HENDERSON DESAPARECIDO
CAIU NO MAR QUANDO VIAJAVA NO SS NIGÉRIA
Tem outras fotos além da que já temos?
Não, você já tem as mais recentes. Não temos mais nenhuma.
Sr. Scott Walters, sr. Henderson.
Desculpem, senhores, quando tiver mais notícias aviso vocês.
- Obrigado. - Obrigado, sr Henderson.
Entre, sr. Walters.
- Henderson? - Pensei que você ia para New York.
Eu ia. Mas li o jornal.
O que aconteceu, tem mais detalhes?
Nada de novo ainda.
Caiu de seu próprio navio, diz o jornal.
- Ele mergulhou de lá? - Não, só viajava no Nigéria.
- Realiza itinerários locais. - Quando isso aconteceu?
Seis horas depois de Lorenzo Marques.
Em Moçambique?
Sim, pegaram uma forte tempestade.
Quando tiver mais informações me avisa em New York?
Claro.
Adeus.
- Desculpe. - Desculpe.
Sr. Walters, a srta. Taylor estava perturbada demais
para poder trabalhar, por isso a substitui.
Sinto muito.
O que há? Onde está a srta. Taylor?
- A srta. Taylor foi embora. - O que você quer dizer?
Evaporou como fumaça, sem dizer quando voltará.
Veja a bagunça que ela deixou!
Sabe para onde ela foi?
Ouvi quando disse ao táxi para se apressar, para pegar o avião.
Nas férias passadas foi para a Escócia.
- Ou África. - África?
Não seria estranho,
se o seu noivo fizesse seguro de vida caro
e no dia seguinte desaparecesse?
Porque me pergunta isso?
Pode parecer loucura, mas acho que ela foi para a África.
Passageiros do voo BOAC 144, bem-vindos a Joanesburgo.
Fique com o troco.
ESCRITÓRIOS HENDERSON
- Segunda porta à esquerda. - Obrigado.
- Posso servi-lo? - Quero uma reserva no Nigéria.
Desculpe, já zarpou.
Tem um navio saindo depois de amanhã.
Não serve para mim. Quero o Nigéria.
Se for urgente, você pode ir de avião para a Beira.
Ótimo, você faz a reserva?
O Nigéria é um cargueiro, não tem nenhum conforto.
- Você vai compartilhar a cabine. - Sem problemas.
O companheiro de quarto é o sr. Pete, excelente pessoa.
- Devo colocar o destino? - Qualquer um, mas com ida e volta.
Deixe-me consertar sua gravata.
Dois ingleses perdidos na selva
mas no jantar eles usam smoking!
Necessário nestas circunstâncias.
Até o mau tempo tem suas vantagens.
- Me diga uma. - As mulheres não viajam.
Não posso suportá-las, especialmente no mar.
Teremos muito a debater sobre essa matéria.
- Hora do jantar, sr. Walters. - Já vou, sr. Pete.
- O que eu disse? Nenhuma mulher! - Ninguém mesmo.
Boa noite, senhores! estou feliz que puderam vir, sr. Pete.
O capitão convidou vocês para se sentarem à mesa dele.
Minha ascensão social é estranha, deve ser porque todos enjoaram.
- Coquetéis, cavalheiros? - Por favor, Jackson.
Em que trabalha, sr. Pete?
Ando sem rumo e sozinho.
Nada romântico, pelo contrário, bastante monótono. Adivinhe.
Vendedor com certeza. Você vende tudo, desde roupas, até...
Você está certo. Vendo tudo.
Forneço tudo na área. Que trabalho você faz?
É a sua vez de adivinhar.
Não para me gabar, mas tenho percepção. Psicologizo as pessoas.
Você é um daqueles que lidam com minerais. Como eles chamam?
Já sei, geólogo. Certo?
Boa noite, senhores. Bem vindos à bordo.
- Boa noite, capitão Malburn. - Por aqui outra vez, sr. Pete?
Sr. Walters da América.
- Como você está? - Como vai o senhor?
- Viagem de negócios? - Ele é geólogo!
Campo interessante.
Acho que está procurando ouro, urânio, diamantes. Talvez os três.
A África é rica, selvagem, virgem,
inexplorada. Já esteve aqui antes, sr. Walters?
Não, nem acredito que estou aqui agora.
- Saúde, senhores. - Saúde.
Que carga você leva, capitão?
Trago café e marfim da costa
e levo suprimentos para Henderson.
- Não é o dono? - Exatamente.
Ouvi o nome em algum lugar recentemente.
Com certeza. O caso Perry Henderson teve muita publicidade.
Ele caiu do navio, em sua última viagem.
Sim, eu li no jornal. Este é o navio?
Exatamente. Ele traz infortúnio aos passageiros.
- Especialmente para o proprietário. - Sim, corretamente.
- Como isso aconteceu? - Caímos em uma tempestade.
O senhor Perry insistiu em ficar no convés.
A certa altura ouvi um grito. Ele havia caído no mar.
Voltamos, mas não foi encontrado.
- O mar não estava como agora. - Pior que isso?
Isso é uma brisa, em comparação com aquela tempestade.
Acidente no meio de uma tempestade?
Os jornais noticiaram que O sr. Henderson é forte.
Eu me pergunto como alguém assim forte caiu tão facilmente.
É questionável. A sopa está esfriando, sr. Walters.
Como tem tanta certeza de que foi um acidente?
Sou capitão deste navio há 30 anos, sr. Walters.
Quando digo que foi acidente, foi mesmo.
- Vou jantar na minha cabine. - Sim senhor.
Nunca vi tanta antipatia à primeira vista.
- Ele parecia muito nervoso. - Sim.
Li que tem a ver com ciência.
As mudanças climáticas são devidas à bomba atômica.
Misturou vários elementos no ar, nunca tivemos um tempo assim.
- Prefiro o mau tempo. - Muito interessante!
Lembro-me de jogar bridge em uma viagem para a Índia.
Stewart, traga um deck. Ou melhor, dois, por favor.
Sim, madame.
Quem de vocês gostaria de jogar bridge?
Perdoe-me, mas não jogo bridge.
- Joguemos outra coisa. - Vamos jogar canastra, então.
- Também não jogo canastra. - Vamos ensinar, certo, sr. Pete?
Melhor não, eu estragaria o jogo de vocês.
Jogue você, sr. Pete. Farei uma caminhada no convés.
Embaralhe, vou pegar o feltro. Pegue os copos.
- Quer mesmo jogar, madame? - Gosto muito de jogar cartas!
Cigarros especiais Henderson.
- Não pode ser! - Mas é.
- O que você está fazendo aqui? - Eu gostaria de saber.
Sempre suspeitei que você fosse um pouco maluco, sr. Walters,
mas não pensei que fosse tanto assim.
- E acho que não gosto! - O destino nos mantém unidos.
Vamos para o convés, conversar
sobre os caminhos misteriosos do destino.
Sim, vamos.
O que você chama "destino" não tem nada a ver com
nosso encontro no escritório nem aquele dia no Tâmisa.
mas no mar da África, é demais até para o destino.
Peguei o avião errado. Quando vi, eu estava na África.
Por que você me segue até o outro lado do mundo?
- Procurei você em Londres. - Por quê?
Simpatia.
Não estaria, por acaso investigando algum contrato de seguros?
Sabia sobre o acidente de Perry antes de sair de Londres, não?
- Chega, sr. Walters! - Um minuto.
As perguntas fazem parte do meu trabalho.
Vem uma tempestade. O capitão pede para irem para suas cabines.
- O capitão não exagera? - A senhora é adulta.
Eu já estava de saida.
Procurando algo, senhor?
O que posso encontrar aqui?
- As coisas estão difíceis lá em cima? - Sim, uma tempestade vai estourar.
Perfeito. Nada melhor para abrir o apetite.
Desculpe.
Deu certo.
Com um pouco de sorte, teremos mau tempo no resto da viagem.
- Você vai deitar? - Ainda não.
Vou dar uma volta no convés. Desde que seja seguro agora.
Não demoro.
Você estava certo sobre a chuva. Empresta-me a sua capa?
- Sirva-se - Obrigado.
Scott!
Depressa! Algo aconteceu ao sr. Pete!
- O que aconteceu? Escorregou? - Não entendi...
Achei que fosse você, sr. Walters.
Outra pessoa pensou o mesmo.
Não fique assim! Ajude a levá-lo para dentro!
O consultório médico é alí.
Vai levar alguns pontos. Ficará aqui esta noite, sr. Pete?
- Conversaremos pela manhã. - Muito obrigado, sr. Walters.
-Espero que a capa não tenha rasgado. -Não se preocupe. Descanse.
Senhor!
A srta. Taylor disse ao capitão que você a está incomodando.
O capitão disse para você ficar longe dela!
- E ele mandou você me dizer? - Exatamente.
Eu não incomodaria a moça por nada deste mundo.
Tentou dar essa mensagem antes, com o bastão?
- Espertinho não? - Você é quem sabe.
Se quer o seu bem, fique com o nariz fora disso.
Perdoe, Jim. Estamos entendidos.
Segure a capa para mim?
Isso foi pelo Pete.
- Você é a srta. Taylor? - Sim.
- Sou Vincent. - Bom, eu esperava por você.
Tenho um carro para você.
Desate as cordas!
- Pare! Eu quero descer! - Ninguém desce,
exceto passageiros para Porto Kanaga.
E você não é. Pagou ida e volta
e vai ter ida e volta.
- Está perdido, inglês? - Pode ser.
Não tem um bom hotel em Porto Kanaga?
- Sim, Stanley, bom hotel. - Você me mostra?
Eu mostro.
Você não fala inglês bem como eu.
Obrigado.
Aí vem ele.
- Um quarto, por favor. - Desculpe, estamos cheios.
- Você não parece cheio. - Todos os quartos ocupados.
Bom. Marian Taylor está hospedada aqui?
- Como você disse? - Taylor. T-A-Y-L-O-R.
Não, senhor, ninguém com este nome.
Entendo.
- Algum problema, senhor? - Sim, não tem quartos livres.
Isto é um erro. Você disse ao mestre que estamos cheios?
Sim, mas acho que não acreditou.
Ocorrer um cancelamento. O número 18.
- Mas ... - Acabei de cancelar o 18.
Espero que você goste. Está no lado mais fresco.
Possui varanda, banheiro privado, ventilador.
Parece bom, obrigado.
Eu não entendo. Você me disse para livrar-se dele!
Se ele ficar aqui, podemos controlar melhor!
Caso contrário, ele iria seguir o Vincent!
Qual é o quarto da srta. Taylor?
Não sei, senhor.
Bom atendimento, vale a moeda,
embora você pudesse ganhar muito mais.
Qual quarto você disse?
24. Não diga que eu falei.
Você de novo, não!
Se chamar o guarda-costas, o quarto será virado de cabeça para baixo.
- Só quero saber uma coisa. - O que?
- Por quê você está aqui? - Tenho um motivo muito sério.
A mãe de Perry me pediu. Você ficou satisfeito?
- Que tipo de pessoa ela é? - Não sei. Não a conheci.
Ela estaria em Joanesburgo. Fui lá primeiro.
- Está aqui em Port Kanaga? - Não, ela mudou de idéia.
Ela se move com frequência, hein?
- Onde está agora? - Não sei exatamente.
Vincent disse que está visitando as plantações, no interior.
- Quem é Vincent? - Empregado dela.
- Que você conheceu no porto? - Sim.
E vai levar você até ela?
É o mínimo que eu podia fazer por Perry.
- É doloroso pensar que morreu. - Ele morreu?
O que o faz pensar que ele está vivo?
Alguém está tentando me parar, de investigar a morte súbita.
Querem me tirar do caminho.
- Por que você diz isso? - Lembra-se do Pete no navio?
- O golpe foi para mim. - Ridículo.
Estou desconfiando de todos, até de você.
- De mim? - Não exatamente.
Você pode estar sendo usada, mesmo sem saber.
- Sua imaginação está galopando. - Você acha?
Quem colocou os guardas na sua porta?
Entre!
- É ele. - Sr. Walters?
Roberts, comandante da Polícia. Entendo que você é indesejado aqui.
Não depende da srta. Taylor? Você quer que eu saia?
- Não temos mais nada a dizer. - Muito bom. Adeus, senhores.
Venha ao meu escritório. Deixe-me fazer-lhe algumas perguntas.
Tenho algumas coisas para perguntar também. Até mais.
Desculpe, sr. Walters, mas é parte das minhas funções
verificar os estranhos que chegam na cidade.
A rotina do salto do convés do navio torna você especial.
- O que o traz a Porto Kanaga? - Não adivinha, comandante?
Sendo americano, você pode estar perseguindo a srta. Taylor.
Pode ser. Quero saber o que aconteceu com Perry Henderson.
- O que você quer saber? - As provas da morte dele.
Claro. Estão na pasta dele, no arquivo.
Todas as testemunhas são funcionários da companhia dele.
Claro. Estavam a bordo do navio.
Mas ninguém o viu cair e não há vestígio do corpo.
Acha que ele não está morto? Por que?
Você suspeita porque a sua empresa vai pagar $2 milhões?
Se tivesse acontecido comigo ou com você, também seria suspeito.
Além disso, encontrei uma passagem secreta no navio.
- No Nigéria? - Sim.
A porta ao lado do bar?
- Você sabia disso? - Tem em quase todos os navios
remanescentes do tempo de contrabandos.
Porque todos estão tentando me impedir de fazer meu trabalho?
Perry era importante por aqui. Talvez os amigos dele não gostem
que um estranho investigue o caso, ou siga a noiva dele.
Isso explica algumas coisas. Mas acho que ele está vivo.
Ninguém acredita nisso. Nem mesmo a mãe dele!
- A mãe dele? - Por que não pergunta a ela?
- Mora nesta rua. - Eu perguntaria...
A srta. Taylor disse que ela foi à plantação, em algum lugar na selva.
Acho que a srta. Taylor quer desviá-lo.
Vi a sra. Henderson esta manhã.
Eu gostaria de encontrar essa sra. Henderson.
Venha, então, eu levo você.
Devo avisar que a velha senhora é um pouco estranha.
Ela não é a única.
- A sra. Henderson está em casa? - Sim, buana.
Diga a ela que o comandante Roberts chegou.
Entrem, cavalheiros, entrem. Adoro a visita de cavalheiros.
Simplesmente adoro.
Apresento o sr. Walters da América. Ele quer fazer algumas perguntas.
Vinte perguntas, temos um jogo!
É sobre a investigação do seu filho.
Você concorda com o resultado deles?
Sim, o comandante é um homem muito bom.
Ele contou sobre a selva e um macaco com uma lata de abacaxi!
- Vou perguntar a ele. - Quando foi isso, sra. Henderson?
Não diga que você não se lembra!
Oh, não! Foi o superintendente Gates. Não foi você.
E não era macaco, era uma girafa. Mas tinha a lata de abacaxi.
O corpo de Perry não foi encontrado, sra. Henderson.
- Então como tem tanta certeza... - Oh, meu pobre rapaz.
Você tem medo de ir para a selva?
- Como todos os outros? - Isso não é...
Na selva, será uma bela aventura, sr. Walters.
Perry adorava aventura.
- Ele lhe dirá quando voltar. - Quando ele voltar? De onde?
Você gosta de citar algo, que ninguém sabe que existe?
Você pode citar algo inexistente, sr. Walters?
- Eu nunca pensei nisso. - O mundo está cheio de tolos.
Eles têm medo do desconhecido.
O desconhecido pode ser melhor do que o conhecido.
Frequentemente é.
Desconfio que seu filho está vivo no mundo que conhecemos.
Comandante Roberts, o seu amigo está fora de si.
- Leve-o, por favor, tenho medo dele! - Garanto que ele está bem.
Perdoe-o, por favor.
Muito bem.
Eu perdôo você.
Você teve notícias da noiva de Perry, sra. Henderson?
Por que eu deveria ter notícias? Sinto muito por ela.
Ela tem que esperar para encontrar meu Perry novamente.
- Ela está na Inglaterra, eu acho. - Não, ela está aqui no Stanley.
Maravilhoso! vou chamá-la para bebermos chá, algum dia.
Perdoem-me, cavalheiros. Devo tirar minha soneca da tarde.
Lanou, os senhores vão embora!
No que diz respeito ao seguro de vida de seu filho,
você vai solicitar o pagamento?
Seguro? Não entendo. Não me meto em negócios.
- Tenha um bom dia. - Adeus.
Adeus, sra. Henderson.
Sr. Roberts, venha para o chá, qualquer dia!
Obrigado.
Senhorita Taylor?
- Você está perdendo seu tempo? - Onde está a srta. Taylor?
- Está tudo bem, comandante? - Não sei.
Venha para o escritório.
- Onde está a senhorita Taylor? - Foi embora.
- Para onde ela foi? - Não faço ideia.
- Ela estava aqui duas horas atrás! - Então ela saiu há duas horas.
- Vamos conversar, sr. Martell. - Claro.
- Nenhuma mensagem? - Nada, senhor.
A srta. Taylor deixou um endereço para correspondência?
- Srta. Taylor? - Sim, srta, Taylor! T-A-Y-L-O-R!
Não sei, senhor, honestamente.
- Então o que descobriu? - A srta. Taylor foi para a selva.
Meu palpite estava certo. não deve estar longe. Venha!
- Tenho trabalhos mais importantes! - Vou de qualquer jeito!
Se ela quisesse companhia não teria pedido a você?
Não tenho tempo para conversa. Vejo você quando eu voltar.
Você acha que podemos encontrá-los hoje?
Difícil dizer. Depende de quão rápido eles se movem.
O amor é uma coisa maravilhosa.
Diga a ele que ela é ruiva.
- O que ele disse? - Eles os viram atravessar o vale.
- É aqui? - Não. Continuaremos a pé.
- O carro não entra na selva. - E nossas coisas?
Tudo vai ficar bem. Não se preocupe.
- Esperamos até que eles passem. - Pensamento sábio.
Você nunca sabe o que eles vão fazer.
Passe-me a garrafa de água, sim? Está bem atrás de você.
Alô!
Pare, agora!
- O que aconteceu? - Veja!
Vá embora! Macacos danados.
- Volte. Vou recolher. - Ok.
Recolhi tudo.
- Oh, não! - Suba.
Vamos outra vez.
O carro vai até aqui. Temos que atravessar o rio.
Os antílopes dão grandes saltos.
- Já ouviu falar de Perry Henderson? - Sim, todos o conheciam.
Eu caçava com ele. Pena que morreu tão jovem.
Sim.
Conhecia esta área como a palma da mão dele.
Conhecia mais trilhas do que eu.
E conhecia o interior também.
Grande cara, em terra e no mar.
E debaixo do mar. Ele tinha uma obsessão por diamantes.
Quando ele metia uma ideia na cabeça, ninguém o parava.
Ouça! Você ouviu alguma coisa?
- Não. - Alí!
Se é o que penso, você está com sorte.
Veja, pode ser a sua garota.
- Vamos lá para ter certeza. - Sim, vamos.
Muito lindo, Vincent. O que ele estava falando?
Trabalho o dia todo mas a noite me pertence.
Você pode cantá-lo em inglês?
Vou tentar.
Me dê isto.
- É ela? - Sim.
- Adeus e obrigado. - Um minuto.
- Vou levá-lo lá. - Posso ir sozinho.
A partir de agora eu assumo.
Boa sorte! Convide-me para o casamento!
Água!
O que você está procurando aqui, buana? Sozinho na selva?
Afastei-me do safári e me perdi.
- Felizmente encontrei você. - Está com fome, buana?
Morrendo de fome.
Dê comida, Vincent. Cuide dele esta noite e
de manhã, mande-o de volta com um carregador.
Ok, senhorita.
Marian?
Vá embora, senão eu chamo o Vincent.
Não antes de dizer que você é a garota mais ingênua que já conheci
- e a maior mentirosa. - O que você quer dizer?
A história que você contou
sobre procurar a sra. Henderson na selva.
- É verdade! - Então ele tem duas mães.
Conheci uma sra. Henderson em Port Kanaga.
- É mentira. - Pergunte ao comandante Roberts.
- Ele nos apresentou. - Vamos resolver isso de uma vez.
- Volto com você pela manhã. - Não.
Estou curioso para ver o que está no fim
do arco-iris que você está perseguindo.
Pode ser um pote de ouro.
Voltar agora, Buana, este rapaz leva você.
- Obrigado, mas vou com você. - Não, não vai!
Desculpe, cara, você vai ter que me aturar.
- Ele não quer voltar, srta. - Ele virá conosco, Vincent.
- Não, ele tem que voltar. - Ele virá conosco, eu disse!
Você entende?
Ok, senhorita. Como quiser. Ele virá conosco.
Obrigado.
Espere, eu lhe ajudo.
- Dê-me sua mão. - Eu posso fazer isso sozinha.
Você finalmente vai me deixar em paz, sr. Walters?
Eu provavelmente, mas ela não sei.
Desculpe, Scott.
Veja!
Temos que continuar, senhorita!
Aguente.
Você pode me baixar agora.
Corra! Vão atropelar você!
Por aqui, rápido!
Animais de estimação agradáveis têm no quintal.
Obrigado, Buana.
Vamos acampar aqui esta noite. Pela manhã subiremos o rio.
Ok.
Você volta, não deve vir. Você volta agora.
- O que acontecerá se eu não voltar? - Problemas se não voltar, buana.
- Eu volto. Você vai? - Diga que continuo junto.
Obrigado pelo aviso, mas eu sei cuidar de mim.
Temos que subir a grande água.
Não tem conversado muito ultimamente.
Não se deixe enganar, estou sempre pensando.
Sobre o que?
Como seria boa a viagem, se a fizéssemos por nós.
- A cachoeira é maravilhosa. - Sim, é linda, não?
- Onde vamos acampar? - Não vamos parar mais.
Vamos comer e continuaremos à noite. De manhã chegaremos.
- Não demora. - Não.
Preocupada com alguma coisa?
Ainda acha que Perry está em algum lugar lá?
Certamente não é a mãe dele.
- Quero voltar. - Um minuto.
Não pode fugir da verdade.
Perry não faria isso. Mentir, enganar!
Tem certeza que conhece o verdadeiro Perry?
Chegou até aqui, tem que saber a resposta.
Se voltar, vai se perguntar por toda a vida.
É perigoso sair do fogo à noite.
Subiremos o rio.
Quem é esse homem? O que ele faz aqui?
Meu nome é John Palmer.
Nós o encontramos no caminho. Ele estava perdido.
Alô, Marian! Está feliz em me ver?
- Perry, eu não... - Conversamos depois.
Cuidem do sr. Palmer. Vocês voltem para casa.
Sim, buana.
- Perry, o que está acont...? - Quem é esse John Palmer?
Como disse Vincent. Um caçador perdido do safári.
- Perry, o que tudo isso significa? - Explico para você em breve.
Este é o seu quarto. Se faltar algo, me avise. Volto logo.
Venha comigo.
Porque desobedeceu minhas ordens?
Tinha que se livrar dele. Eu recompensei você.
Você acha que o sr. Palmer e a Marian já se conheciam?
Não, buana, eles não se conheciam.
Alguma vez você os deixou sozinhos?
Responda!
Não, buana, não os deixei sozinhos.
Você está mentindo, Vincent!
Sr. Henderson, você fez muitas perguntas no jantar.
E você? Li nos jornais que você se perdeu no mar.
- Sim, Perry, como foi salvo? - Salvo? Eu não caí no mar.
Sai secretamente do navio e vim para cá.
Eu havia planejado tudo, e muito bem, eu diria.
- Você está aqui comigo. - Mas não entendo. Por que?
Precisa perguntar? É muito solitário aqui.
Tem alguma outra razão?
Um seguro de $2 milhões a ser reclamado.
Preciso de sua ajuda. Minha mãe não vai cooperar.
Mas você poderia convencê-la.
Perry, como passou por sua mente que eu poderia...
- Não quero ter nada com isso! - Você leva isso muito a sério.
Não pretendo roubar o dinheiro. Apenas tomar emprestado.
- O risco não é muito grande? - Este exílio vale a pena.
Pensa em ficar aqui permanentemente?
Com $2 milhões? Acho que não.
Tenho um primo em Londres. Ele vai assumir aqui.
Está pensando em trocar de identidade com Artur?
Imediatamente. Ele realmente gosta da selva.
E depois o quê?
Volto a procurar diamantes.
O que o faz acreditar que eles existem?
Mas é claro que exisem. Estão no subsolo.
Não importa se acima tem ar ou água.
Como o petróleo encontrado nas costas da América.
Só que fica mais caro do que eu pensava.
Eu gostaria de deitar.
- Tão cedo? - Estou muito cansada.
- Muito bom, boa noite. - Boa noite.
Perry, onde está a sua mãe?
- Em casa em Port Kanaga. - Na verdade...
Confesso que sua franqueza me surpreende.
Por quê?
Não tenho medo de você sr. Palmer.
Acredito que nos tornaremos bons amigos.
Afinal... não há ninguém para quem contar, certo?
- Boa noite. - Boa noite.
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10.
- Um bom tiro. - Nada mal.
- Você pratica com frequência? - Para ficar em forma.
Alguns consideram duelos absurdo, mas é um bom esporte.
Neste deserto, qualquer alvo pode ser razoável.
Correto. Você nunca sabe qual será seu próximo alvo.
- Quer tentar, sr. Palmer? - Sim, talvez devesse.
Bom. Vamos ver o que você consegue.
O duelo é diferente de tiro comum.
A maioria de nós acerta o alvo, se não houver estresse.
Mas no duelo você tem as costas voltadas para o adversário.
Ele também. Você não tem tempo de mirar.
Tentei com os nativos. Mas eles não tem jeito.
Atiram no rio, na varanda, nas árvores, em tudo.
Pronto. Tome cuidado, o gatilho é sensível.
Obviamente nem vou acertar o alvo.
Eu não esperaria isso na primeira vez.
Você está pronto?
1, 2, 3, 4,
5, 6, 7, 8, 9,
10.
- Muito bom tiro, sr. Palmer. - Obrigado.
Bom. Estou feliz por ter alguém para atirar comigo.
Vamos caçar leões, amanhã de manhã.
Vincent!
- Sim, buana? - Reuna alguns dos homens.
- Amanhã vamos caçar. - Ok, buana.
- Você vem também, Marian? - Não, isso não é para mim.
- Não estou interessada em caçar. - Acho que você vai gostar!
Talvez eu possa pegar um leopardo!
Agora, definitivamente não quero ir.
Tenho peles suficientes para a vida toda!
Se não fosse por Vincent, ele não...
Eu não estaria aqui.
A maioria das mulheres gosta de peles naturais.
Marian é diferente.
Vem meu amor. Quero saber o que aconteceu com o leopardo.
- Não, Perry, por favor. - O que há com você, Marian?
Você esperava que eu sentisse o mesmo?
Eu estava apaixonada por um homem que eu admirava, eu respeitava.
Levou o assunto do seguro de vida muito a sério.
Eu disse, é só um empréstimo.
Devolvo o dinheiro logo que encontrar os diamantes.
Certamente a mudança é devida apenas ao dinheiro do seguro?
Está planejando um assassinato, Perry.
Assassinato? O que você está falando?
Nunca antes você foi tão honesto com um desconhecido.
Você contou tudo a ele.
Você não pretende deixá-lo vivo.
Está muito preocupada com esse Palmer, não?
Se eu o persuadir a não falar, você ficará satisfeita?
Gostaria de poder acreditar em você.
Claro que você pode!
Vou falar com ele pela manhã. Cancelar a caçada.
Meu amor.
Desculpe.
Aí está você.
Acho que sua arma não serve para caçar leão.
Essa aqui é melhor.
Vá ao terraço experimentar.
Atire naquel galho quebrado.
- O que você acha? - Muito boa.
Eu sabia que você iria gostar.
- É a minha favorita. - Café da manhã pronto, buana.
Bom, vamos.
Você também vai precisar de balas.
Vincent, dê esta arma para o ajudante do sr. Palmer.
Os homens encontraram algo.
Vá pela esquerda com os rapazes. Eu vou pela direita.
O que aconteceu?
Não sei mas sua arma favorita falhou duas vezes!
- O disparador sumiu. - Eu vejo!
- Pena que não percebeu isso antes! - Eu não entendo!
Não estava boa de manhã?
Sim. Sorte que um de seus homens estava perto.
- Qual deles? - Não sei, foi muito rapido.
Eu o encontrarei e o recompensarei!
- A lança é sua, Vincent? - Sim, buana.
Bom trabalho.
Muito interessante. Foi o Vincent.
Você não acha que ele merece recompensa?
Scott Walters.
Scott!
- Ele descobriu. - O que você vai fazer?
Vamos esperar e ver o que acontece.
Isso é bem desagradável, não?
Como Palmer, você não era um problema.
É por isso que você removeu o disparador?
Como Scott Walters, porém, detetive de seguros,
é completamente diferente.
Especialmente quando a polícia sabe que você está aqui.
Você pode ir. A qualquer momento.
Mas sozinho.
Siga o rio.
As águas são rápidas e há alguns crocodilos.
Você não terá muitas chances. Depois, o deserto, sem água.
Pântanos, plantas venenosas, cobras e areia movediça.
Você pode ir pela área inexplorada,
mas lá você encontrará canibais.
E se você escapar, tem para você malária, varíola, tse-tse...
- Perry, pare! - Desculpe, querida!
- E se eu não for? - Voce vai.
- O que estão fazendo com ele? - Pendurado sobre o poço de cobras.
Por que ele salvou você. Scott,você tem que fugir.
- Tenho que salvar Vincent. - Fuja enquanto há tempo!
PÓLVORA
Traga-me um pedaço de papel.
Hora dos fogos de artifício!
Vamos.
Vincent desobedeceu minhas ordens.
Lembrem-se, minhas ordens tem que ser obedecidas.
A corda, solte logo a corda.
Obrigado, buana.
Rápido, para o rio.
Mais rápido!
Scott!
Aguente!
Buana!
- O sangramento deve parar. - Vou fazer um curativo com a saia.
- Você acha que vai durar? - Tome cuidado.
Devemos continuar!
- Ele perdeu muito sangue. - Deixe-me aqui, buana.
Faça um cataplasma com ervas, vou buscar água.
Scott!
Scott!
Vincent, levante-se! Leão!
Vincent, me ajude! Leão!
Corra, senhorita, rápido!
Scott!
Dê-me sua arma!
Scott!
Você está bem, srta. Taylor?
Scott! Está em perigo!
Vocês dois cuidem dele Os outros vêm comigo!
O que o trouxe aqui?
A sra. Henderson, quando coloca rum no chá, ela fala demais.
Cuide bem dele. Vale $2 milhões para mim.
Scott!
* Tradução RobOpen *
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