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A MARCA DO ZORRO
MADRID, QUANDO O IMP�RIO ESPANHOL ABRA�AVA O MUNDO,
OS JOVENS ESPADACHINS APRENDIAM A ARTE DE MATAR...
Boa sela, m�os soltas,
montaria n�o suficientemente treinada.
Desqualificado.
Ai vem o 'galinho' californiano. Dez pesos que ele salta todas.
- Sem faltas? - Aceito.
Crie asas, meu amigo.
Dez pesos, por favor.
Talvez voc� tenha esquecido que na Calif�rnia
usam cavalos como ber�os.
- Bem feito, senhor. - E tudo que fiz foi mont�-lo.
Oh, tr�s cenouras depois deste ato, Manuel.
Voc� tem algum assunto na corte, senhor?
N�o, do cora��o.
- Alguma coisa est� errada. - O rosto, homem. O rosto.
Por que t�o elegante?
Tenho um encontro com uma dama que fisgaria St. Ant�nio.
Nos encontraremos...
Voc� esqueceu que tem um duelo com o Tenente Cortez �s 3 h?
Santa Maria! Esqueci-me!
Por que tenho que encontrar todos os espadachins de Madrid?
Todos gostam de uma briguinha, mas por que todos me escolhem?
� uma honra enfrentar o 'galinho' Californiano.
Voc� os corta um pouco os bra�os e eles saem
se gabando de terem lhe conhecido.
Cadete Vega, o Comandante quer v�-lo
em seu escrit�rio imediatamente.
Bom. Eu n�o posso lutar com ele agora de jeito algum.
Fale com ele sobre isso?
Mas diga a ele que o encontrarei amanh�.
Senhores, sua aten��o, por favor.
Pagarei o vinho para todos.
Vamos, vamos.
Esta � a �ltima oportunidade de beberem as minhas custas.
�ltima chance. O que voc� quer dizer?
Meu pai ordenou que eu volte para casa.
O comandante acabou de me dizer.
Parto de Lisboa no primeiro barco.
Para Calif�rnia?
- E quanto a sua patente aqui? - Terei que abdicar dela.
Como � na Calif�rnia? Os �ndios s�o encrenqueiros?
- N�o. - E vai lutar contra quem?
Ningu�m.
Ent�o o que vai fazer com seu sabre meu amigo?
Isto.
Ficar� aqui.
E quando voc�s o verem, lembrem-se de mim,
numa terra de miss�es gentis,
pe�es felizes, cavalheiros sonolentos,
e t�dio sem fim.
Vinho!
Um brinde, senhores.
� Calif�rnia,
aonde um homem s� pode casar,
criar seus filhos e cuidar da suas videiras.
Como est�o os vinhedos, suportando bem?
Por milagre as uvas continuam doces.
Por que t�o pessimista, meu amigo?
As pessoas n�o podem cantar com �dio em seus cora��es, senhor.
�dio por quem?
O Alcaide, que sua alma queime no inferno.
O Alcaide? T�o gentil, o melhor homem vivo.
Voc� n�o o conhece, senhor.
Eu devo conhec�-lo. Ele � meu pai.
Bem... Eu j� disse, n�o vou negar.
J� tomei 20 chibatadas por falar demais.
Reme, reme. Leve-me ao porto.
- Buenos d�as, senhor. - Buenos d�as.
Estou honrado. Como posso servi-lo?
Um copo de seu melhor vinho.
Voc� � novo por essas bandas, Sr.?
N�o, n�o exatamente.
Eu nasci e me criei n�o muito longe daqui.
Eu sou filho do Alcaide.
Aonde posso pegar uma carruagem que me leve a Los Angeles?
- Acorde! N�o est� me ouvindo? - Sim, senhor.
Por esse caminho, senhor.
Pedro! Pedro, aqui tem um cavalheiro que o empregaria.
� filho de Sua Excel�ncia, o Alcaide.
Preciso ser conduzido a Los Angeles.
Eu tenho algumas caixas e outras bagagens no navio.
Pagarei muito bem.
Bem, pare de me encarar. Voc� me levar� ou n�o?
O que aconteceu com esse pa�s? Ficaram todos loucos?
Escute aqui. Fale ou cortarei sua l�ngua.
Oh, por favor. Voc� est� atrasado.
Seu bom pai j� fez isso.
Meu Pai? Do que est� falando?
Desculpe-me. Mas num encontro de pe�es,
este homem falou contra os altos impostos.
No outro dia, os soldados de Sua Excel�ncia
cortaram sua l�ngua. Juro.
Portanto, at� que recebamos os refor�os prometidos...
As pessoas ainda riem na Calif�rnia.
Pensei que tinham perdido esse h�bito.
- Seu nome? - Ele diz ser filho do Alcaide.
Eu n�o digo nada. Eu sou Diego Vega,
filho de Sua Excel�ncia, Don Alejandro.
E este, apesar de mudado, � meu lar.
Perd�o, eu n�o ouvi falar do seu retorno.
Bem vindo � Calif�rnia.
Eu sou Capit�o Esteban Pasquale, adido militar do Alcaide.
Estou honrado, Capit�o, por�m transtornado.
Diga-me, por que meu pai transformou
sua casa num quartel?
As coisas mudaram desde sua partida, Don Diego.
Seu pai... demitiu-se.
Idade, voc� sabe.
Desde ent�o, os pe�es tornaram-se mais...
trabalhosos.
Quanto aos cavalheiros, eles s�o encorajados
a pensar em seus pr�prios neg�cios.
N�s cuidamos do governo.
Entendo.
Entendo.
Diga-me, quem comanda agora?
Don Luis Quintero. Vou lev�-lo at� ele.
Queria ver minha fam�lia, onde est�o?
Na sua velha fazenda.
Mas Don Luis n�o permitir� que o deixe ir sem lhe dar boas vindas.
Tenho certeza que voc� n�o deixar� que
eu leve uma reprimenda.
Como poderia dizer n�o a um homem que carrega uma espada?
Ent�o um bem humorado veio a Los Angeles.
Cumpra suas ordens, Sargento.
Sim, mi capit�o.
Um tolo h�bito meu.
Alguns homens brincam com uma luva,
ou mon�culo, ou uma tabaqueira.
Religiosos dedilham os ter�os. Eu brinco com um sabre.
Voc� gosta desta arma?
Eu sei pouca coisa a respeito disto, meu querido capit�o.
Brincar com espadas � um neg�cio muito violento.
Ent�o este p�ssaro matou o vermelho de peito preto?
- Sim, Vossa Excel�ncia. - Foi uma batalha sangrenta?
Do lado de fora da rinha, todas as pessoas ficaram ensanguentadas.
Que pena que perdi isso. O que voc� pede por ele?
Oh, esse � um p�ssaro nobre. Bem avaliado.
Estou pedindo 40 pesos por ele, Excel�ncia.
40 pesos?
Esteban! Este cachorro enganador deveria
ter seus impostos aumentados.
Oh, n�o, Vossa Excel�ncia. A ave � sua, como um presente.
N�o vai lhe custar nenhum centavo.
Esta � a melhor atitude. Muito melhor.
Entregue-os aos meus tratadores.
Senhor.
Que cavalheiro � este?
Algum jovem lorde vindo da Espanha?
Um bom convidado, Excel�ncia. Ele acaba de chegar da Espanha.
Este � Don Diego Vega, filho do seu respeit�vel predecessor.
Pensei que tal pe�a fosse de Madrid.
Deve ter custado bem caro, eh?
O cavalheiro veio receber boas vindas,
n�o discutir pre�os de roupas.
Claro, com certeza.
Bem vindo, jovem senhor. Considere esta casa ainda sua.
Eu lhe agrade�o, Vossa Excel�ncia.
Luis! Luis!
Um navio chegou da Espanha. As lojas devem ter algo novo.
- Eu preciso... - Dinheiro.
� sempre dinheiro.
Luis, eu n�o conhe�o este cavalheiro.
Ele acabou de chegar de seu precioso navio espanhol.
Que maravilhoso.
Algum de voc�s, grosseir�es mal-educados,
vai apresent�-lo?
Don Diego Vega. Senhora Inez de Quintero.
- Minha esposa, senhor. - Senhora.
Sua Excel�ncia � um homem muito afortunado.
N�o tenho certeza.
Ela pensa que os pesos nascem em �rvores.
Seu marido est� fascinado com as roupas do cavalheiro.
N�s estamos at�nitos com a �ltima moda.
N�o se espante.
O que h� aqui de interessante para uma mulher?
Estou doida pela vida que voc� tem levado.
O esplendor de Madrid e sua corte.
Paci�ncia, meu amor. Voc� ver� isso tudo algum dia.
Sem d�vida, quando eu for uma bruxa velha.
Esta cat�strofe nunca vai assol�-la, senhora.
Voc� ouviu?
Qu�o facilmente ele faz belos discursos?
Eu me arrependo, senhora, por...
O que estava dizendo, Don Diego?
Oh, sim. Estava dizendo que deveria partir...
...e fazer alguns discursos para minha m�e e meu pai.
N�o me deixe com estes b�rbaros.
V� as lojas comigo e ajude-me com as compras.
Oh, voc�... voc� me tenta, senhora.
Eu adoro o brilho do cetim e da seda,...
...a combina��o de um tom delicado em contraste com outro.
Ent�o tem a escolha das ess�ncias e lo��es...
...fragr�ncia das rosas, cravos, sumo dos l�rios...
e musk.
Quantos ornamentos e joias...
Mas Don Diego precisa ver seus pais.
Verdade.
Obriga��es ao inv�s do prazer.
Excel�ncia. Capit�o.
- Senhora. - Eu o levo at� a porta.
Ele � um pav�ozinho que n�o nos dar� trabalho algum.
Voc� acha que n�o?
O capit�o est� com inveja.
O almofadinha apunhalou o mestre da esgrima.
Touch�.
N�o gosto deste tipo de piada.
Seu olho pode engan�-lo.
Isto � poss�vel.
- Quem era aquele? - Oh, ningu�m que conhe�a.
Algu�m novo. Muito charmoso.
Ele deve ser, pela cor das suas bochechas.
Enfim, depois de todos estes meses neste lugar horr�vel...
...algu�m que conhece as novas modas e dan�as,
como paparicar uma mulher.
- Quando posso conhec�-lo? - Ou�a a crian�a.
Voc� � jovem demais para lidar com o tipo dele.
Por que voc� permite que ela use esta mantilha?
Faz com que ela pare�a uma mulher crescida.
Eu sou uma mulher crescida. Farei 18 no pr�ximo anivers�rio.
Carmen Castellano � mais jovem e j� esta casada.
Carmen Castellano. Sua av� era peoa.
Tal gentalha casa a qualquer momento.
Voc� tem o sangue dos fidalgos correndo nas veias.
Aguarde, minha menina, ou mandarei-a para o convento.
Tenho pena do seu pobre cavalo, sargento.
T�o pesado � esse chicote.
Voc� acha que eu poderia domar uma boa �gua com isto.
Isto iria arruin�-la, quebrar seu esp�rito.
Veja? Ela n�o mexe uma orelha.
Ela sabe. N�s estamos coletando impostos dos pe�es hoje.
E voc� usa aquele pequeno... a�oite nos pagadores?
S� quando s�o teimosos.
Quando voc� vier recolher os meus, sargento,
n�o serei teimoso. Prometo.
- Vire a direita aqui, condutor. - Adeus senhor.
Adeus.
- Oh, M�e. - Diego!
Meu filho. Meu beb�.
M�e.
- Ol�, Maria. - Estou t�o feliz em v�-lo.
Bom e velho Juan, gordo como sempre.
Ol�, Manuel. E Jos�. Onde est� meu pai?
No escrit�rio, com Frei Felipe.
Venha, ele est� ansioso para v�-lo.
Leve as coisas de Don Diego para o quarto.
Sim, senhora.
Estou dizendo que estas condi��es s�o insuport�veis.
Este distrito todo,
das montanhas de Verdugo aos limites de Del Rey,...
...� um fedor nas narinas do para�so.
Eu sei, eu sei.
Voc� sabe, mas o que faz quanto a isto?
- Nada. - O que posso...? Diego!
- Ah, papai. - Diego.
Meu garoto.
Padre.
Bem vindo de volta ao seu lar e ao meu cora��o, Diego.
Oh, Padre, senti falta de seus bons conselhos.
N�o tanto, suponho.
Voc� lembra de Don Miguel e Don Jos�?
Senhores.
Voc�s voltaram para roubar mais mel�es?
Mel�es?
Este patife e meu filho malandro esgueiravam-se pelo meu jardim...
...e empanturravam-se com meus mel�es a um tempo atr�s.
Mas Deus nos puniu, Don Miguel.
Fomos visitados pelo pai de todas as dores-de-barriga.
Mas agora ele est� maduro para essas
travessuras de crian�a, Alejandro.
Sinto bons m�sculos aqui.
Bra�os, m�sculos. Voc�s homens!
Madre de Deus, ele n�o tem rosto?
N�o podem ver que ele est� bem mais bonito agora do que antes?
Voc� deveria ter me visto quando aproximei-me do trono espanhol.
Parecia um esquilo amedrontado.
Mais como um jovem anjo, tenho certeza.
Um anjo, � o que precisamos na Calif�rnia agora.
Um anjo com uma espada flamejante.
Por favor n�o comece com isto.
Ele n�o voltou para se matar.
Segure sua l�ngua. V� com as mulheres.
Deixe meu filho comigo. Sente-se, Diego.
- O que � tudo isto, pai? - Bem, n�o sou mais o Alcaide.
No meu lugar est� um homem...
Em seu lugar senta uma v�bora t�o tola e t�o sombria...
Ah, se eu ficasse sozinho com ele
por 5 minutos, apenas 5 minutos!
Seriam suficientes para arrancar sua traqueia
para fora de sua garganta.
Deus me perdoe.
- Por que voc� demitiu-se? - Fui for�ado a sair.
Eles amea�aram queimar as casas dos pe�es.
E agora ele senta aqui fazendo nada, quando...
Chega, Felipe. Chega.
O frei quer que eu lidere os cavalheiros
numa revolta que certamente falharia.
contra a guarni��o de soldados treinados.
Mesmo que achasse que iria dar certo, eu recusaria.
- Mas por qu�, pai? - Porque a lei e a lei, meu filho.
N�o me rebelarei contra um governo o qual servi por 30 anos.
Mas este governo � agora vil e corrupto.
Eu sei, mas um erro n�o justifica outro,
e nunca o far�.
� tamb�m o que sinto.
�s vezes algu�m precisa combater fogo com fogo.
Sou um Vega.
N�o seguirei os passos fora-da-lei de Luis Quintero.
- Nem meu filho. - Claro que n�o, papai.
Oh, a prop�sito, fui direto do navio para sua velha casa.
Conheci o senhor Quintero e sua charmosa esposa.
Os achei agrad�veis e gentis.
Agrad�veis escorpi�es. Gentis casc�veis.
Oh, Padre
O Alcaide falou com grande respeito de voc�, pai.
Tenho que admitir que ele n�o me incomodou
nem ao meu rebanho, por enquanto.
Bem, se esse � o caso, por que esquentar a cabe�a?
Eu sei que vou sentir falta das brisas perfumadas da Espanha.
Ent�o acha que n�o devemos nos importar com...
a injusti�a e a crueldade at� que nos atinjam?
Mas, meu querido Padre,
tais coisas sempre existiram e continuaram a existir.
A prop�sito, eu aprendi um truque enquanto estava em Madrid.
� a �ltima moda agora. Prestem aten��o.
Pensar que o garoto que eu ajudei a criar,...
...o garoto que ensinei a manter o punho firme,
se tornou um filhote.
Que vergonha.
Bem, tenho que ir e tirar a poeira da viagem.
Adeus, senhores. Eu o verei mais tarde, pai.
Nota sobre impostos:
Uvas frescas n�o ser�o mais aceitas...
...como pagamento de impostos.
Uma garrafa de vinho de cada cinco...
...que forem produzidas dever� ser entregue
at� primeiro de outubro.
Luis Quintero Alcaide
Fique onde est�.
Pegue isto.
Pregue-o. Ande logo.
Volte ao quartel!
Cuidado, muchachos!
Nota especial: Que todos de Los Angeles saibam...
...que Luis Quintero � um ladr�o e um inimigo do povo e...
...que n�o poder� escapar de minha vingan�a.
- Zorro. - Zorro.
N�o entendo porque voc� insiste nesta viagem est�pida.
E sem escolta.
Tenho minhas raz�es.
Suponha que voc� as divida comigo.
Veja, ouro.
Um agente do Banco de Madrid vai nos encontrar
numa pousada perto daqui.
Isto vai para a Espanha. Para n�s, meu amor. Para n�s.
Entendo. Que est�pida. Um guarda iria...
...deixar nosso amigo Esteban saber desta transa��o.
Claro que ele exigiria sua parte.
Temo que sim.
N�o se movam se quiserem viver.
Um bandido.
Tenho p�ssimas not�cias para Sua Excel�ncia.
Tomei um drink com o agente do Banco de Madrid.
Enquanto bebia o camarada foi de certa forma indiscreto.
Um b�bado nunca � confi�vel.
Vou atuar por ele. Entregue-me isto.
- E agora este pequeno colar. - Voc� roubaria uma mulher?
- N�o posso dispor de galanteios. - Eu me recuso.
R�pido, senhora.
Odiaria marcar t�o ador�vel bochecha.
Desta vez, Excel�ncia, pego apenas seu dinheiro.
Da pr�xima vez...
Adeus.
Cinco mil pesos de recompensa por informa��o
que leve a captura do bandido Zorro.
Luis Quintero, Alcaide
Zorro.
Que escrit�rio bom e silencioso, Sua Excel�ncia.
Gosto de uma sala silenciosa. Bem silenciosa.
O que voc� quer?
Uma conversinha com voc�, s� isso. Para entrarmos num acordo.
Acha que o clima da Espanha vai combinar com voc�?
Por que... Por que pergunta?
Porque ou voc� vai para l�,
ou para um outro lugar que voc� n�o gostar� tanto.
O que vai ser?
- Espanha. - Escolha s�bia.
Agora ao problema do seu sucessor.
O que acha de Don Alejandro?
Ele tem experi�ncia.
O que me interessa isso?
Nada. Mas para as pessoas deste distrito, muita coisa.
Quando voc� demitir-se, o indicar� como seu sucessor.
Como desejar.
Isto vai lembr�-lo de que j� estive aqui
uma vez e posso voltar.
- Feche seus olhos. - O que vai fazer?
O que... O que � isto?
Esta � a ponta da minha espada contra sua garganta.
N�o se mova at� que eu a retire.
E se eu desmaiar?
Voc� n�o ir� faz�-lo.
O que � isto?
Est� tentando cometer suic�dio?
- Fale. Qual � o problema? - Esteban, Esteban.
Esteban, ele esteve aqui.
- Quem esteve aqui? - Zo...
- Zorro. - Rid�culo.
Seus medos devem ter confundido sua mente.
Estou te dizendo, ele esteve aqui, neste c�modo.
Algu�m passou por aqui?
Ningu�m, mi capit�o.
- Algu�m entrou nesta sala? - Sua Excel�ncia e o senhor mesmo.
- Algu�m mais? - N�o, mi capit�o.
Voc� precisa de mais alguma prova?
Deve ter dormido e sonhado com isto.
Eu sonhei com aquilo?
- Sargento! - Capit�o.
Chamem a guarda.
Zorro est� em algum lugar por aqui.
Encontre-o!
Sim, mi capit�o.
Ainda n�o acredito que ele esteve aqui.
Se voc� tivesse estado com uma espada
na sua garganta talvez voc� acreditasse.
- Como ele entrou? - Gostaria de saber.
- � seu trabalho descobrir. - O que ele disse?
Ele me quer na Espanha e Vega no meu lugar.
Vega?
Agora n�s temos algo. Este Zorro � um fidalgo.
Um bandido n�o se preocuparia com Vega.
Bem feito pra voc� se eu for pra Espanha.
E desistir de 50 mil pesos por ano?
N�o poderei cobrar se estiver morto.
E nem voc� ter� um ter�o por proteger-me.
Mas que prote��o!
Voc� n�o pode nem livrar meu pesco�o de um c�o raivoso.
N�o posso?! Eu o encontrarei, prometo.
Enquanto isso, colocarei uma parede s�lida
de homens ao redor desta casa.
N�o posso perd�-lo, querido Luis.
N�o, voc� n�o pode. Seus ganhos...
...cessar�o se algo me acontecer. - Exatamente o que quis dizer...
M�e aben�oada,
envie algu�m para me levar deste lugar horr�vel.
Algu�m que eu possa amar e respeitar.
Que ele seja gentil e bravo.
E... bonito, por favor, querida M�e.
Frei Ram�n, Eu... n�o vi quando o senhor chegou.
N�o sou Frei Ram�n. Eu sou Frei Pablo, da Miss�o.
S� estou passando a noite com Frei Ram�n.
Padre...
estava pedindo � M�e Sant�ssima
para me salvar de um convento.
- Isto � pecado? - Pecado seria mand�-la para um.
- N�o estou entendendo. - Bem, uma jovem com a sua, uh...
Uh, Eu...
...s� acho que voc� seria mais �til fora
de um convento do que em um.
Voc� quer dizer servindo a Deus?
Sim, sim, claro. De... certo modo.
De que modo?
Bem, a Igreja deve ter filhos e filhas,
voc� sabe, se ela quiser florescer.
- Voc� me entende? - Bem, eu... acho que sim.
- Voc� acha que devo casar e... - Sim, sim, exatamente.
Filhos fortes e filhas virtuosas para a gl�ria de Deus.
Eu estava rezando agora mesmo por um marido.
Voc� estava? Bom.
Digo, � natural na sua idade, minha crian�a.
Sim, mas n�o � natural uma garota da minha idade...
...querer um marido para resgat�-la.
- De qu�? - Padre,...
...voc� vai sentar aqui para conversar comigo um pouquinho?
Estou profundamente perturbada.
Quero deixar esse lugar solit�rio. Quero conhecer pessoas jovens.
Garotas da minha idade. Ningu�m nunca vem aqui.
Os cavalheiros evitam essa casa como a uma peste.
Por qu�?
Eles... eles odeiam meu tio Luis.
Voc� sabe, eu...
sinto que h� algo errado sobre ele.
Extremamente errado. O que voc� acha?
Bem, se as pessoas o odeiam como voc� diz,
j� tem sua resposta a�.
Ent�o estava certa.
Talvez deveria estar feliz por Tia Inez
me mandar ao convento.
N�o, n�o, n�o se alegre por isto.
Digo, provavelmente sua tia sente que
a atmosfera � melhor para uma jovem.
- mas estou convencido... - Oh, Inez? Oh, n�o.
N�o, n�o � por isso que ela est� me mandando.
N�o?
N�o. Maria diz que ela tem inveja.
Ela diz que � porque sou... bem, bonita.
Maria tem uma excelente vis�o.
Obrigada, Padre, mas... voc� tem certeza?
Ningu�m, a n�o ser Maria, diz que sou linda.
Linda?
Voc� � mais radiante e ador�vel
que uma manh� de primavera.
Voc�... voc� realmente acha?
De todo o cora��o.
Eu nunca ouvi tais palavras antes.
Elas quase me fizeram perder o f�lego.
Voc� deveria ouvir tais palavras cada hora do dia.
Voc� n�o � nem um pouco parecido com Frei Ram�n.
Voc� fala t�o estranhamente.
Voc� n�o � um padre. � um impostor.
Est� usando uma espada.
Lolita! Lolita!
Lolita, estivemos procurando em todo lugar por voc�.
Zorro invadiu a casa e amea�ou seu tio.
Acham que est� se escondendo por perto.
Venha. Oh, tranquem as portas depois que formos, Frei Ram�n.
O monstro talvez tente roubar o altar.
Boa noite... Padre.
Oh, Padre, voc� deixou cair algo.
L� est� ele!
L�! L�!
Vinte mil pesos pela captura do bandido Zorro...
...vivo ou morto. Luis Quintero, Alcaide
- Ernesto Romero. - Sim, senhor.
- Tr�s pesos. - Tr�s pesos.
Joaqu�n Valdez.
Tr�s pesos.
- Manuel Villa. - Sim, senhor.
- Quatro pesos. - Quatro pesos?
- Sim, senhor. - Sebasti�n Moreno.
- Nove pesos. - Senhor, eu n�o posso pagar mais.
Eu juro, me deixar� sem um centavo.
Nove pesos.
Mas, senhor, vamos morrer de fome.
Como posso alimentar minha fam�lia?
Nove pesos.
Senhor, por favor eu imploro. Minha garotinha...
N�o, n�o, n�o, n�o, n�o.
� tudo.
Vou alivi�-lo deste peso, Sargento.
Vou levar isto.
V� para tr�s.
Atr�s dele.
- Ou�a nossas ora��es. - Senhor, ou�a nossas ora��es.
E leve pra longe disto.
E leve pra longe disto.
- todas as armadilhas do inimigo. - todas as armadilhas do inimigo.
E deixe que seus santos anjos duelem nisto.
E deixe que seus santos anjos duelem nisto.
- para nos manter em paz. - para nos manter em paz.
- E que suas b�n��os. - E que suas b�n��os.
- Estejam sempre sobre n�s. - Estejam sempre sobre n�s.
- Am�m. - Am�m.
Benedito de Unipotentis,
Pai, Filho e Espirito Santo
descenda super vos em manter sempre.
Am�m.
Viva Maria
Muera el pecado
E Jesus seja sempre glorificado
E Jesus seja sempre glorificado
Boa noite, Padre.
Estava t�o chato em casa,
e eu lembrei que voc� jogava um bom jogo de xadrez.
Ent�o me dei a liberdade de cavalgar at� aqui e me instalar.
Diego...
O que significa isto? Como voc� ousa?
Estamos atr�s de Zorro. Ele cavalgou para a miss�o.
- Boa noite, sargento. - Boa noite, senhor.
Zorro, voc� diz? O que ele fez agora?
O suficiente para ser enforcado.
- Voc� o viu? - Acabei de deixar a capela.
- A quanto tempo esteve l�? - Algum tempo. Pareceram horas.
- Estava esperando para jogar xadrez com o bom padre.
� um jogo bobo, mas o que se pode fazer?
Voc� viu ou ouviu alguma coisa?
Do Zorro? Oh, que Deus me livre.
Sinto calafrios s� de pensar.
Fora daqui! Vasculhem a �rea.
O que o perturba, Padre? Pensando naquele bandido?
Fedelho!
Oh, meu querido Padre, francamente!
Quando penso no que um homem, sozinho,
conseguiu contra esses dem�nios,...
...e vejo voc�, o �ltimo dos Vegas,
tremendo pela men��o do seu nome,...
..por que, eu poderia...
N�o poderia ao menos escutar-me?!
Normalmente, beberia cada palavra
que diz, Padre, mas agora...
Obrigado, Senhora.
- R�pido, esconda este saque. - Saque?
Bem, n�o fique ai com esse olhar
de peixe morto. Guarde isto.
- O que � isto? - Um pouco do ouro do Alcaide.
E isto eu tirei de sua charmosa esposa.
� bonito, n�o acha?
Voc� pegou isto?
J� viu este, Padre?
Zorro.
Ent�o meu velho mentor foi t�o enganado quanto eles, eh?
Voc� est� tentando me transformar
num receptador de mercadoria roubada?
N�o, Padre, o distribuidor.
Este ouro foi roubado dos pe�es.
� nossa obriga��o devolv�-lo a eles.
Meu garoto.
Meu garoto!
Meu Diego!
Padre.
Ent�o voc� vai liderar seu povo contra esses escorpi�es?
N�o. N�o seriamos p�reo para estas tropas treinadas.
Meu pai tinha raz�o nisto.
Mas voc� deve ter tido o alcaide
a sua merc� quando tirou o ouro dele.
Eu o apagaria como uma vela.
Que Deus me perdoe.
N�o adiantaria nada.
Outro como ele tomaria seu lugar.
Entendo.
Entendo tudo.
Diego, n�o decepcione seu pai por mais tempo.
N�o � justo com ele.
N�o gosto de faz�-lo, Padre, acredite.
Mas eu preciso.
Meu pai � t�o obcecado pela lei e a ordem
que ele vai estragar a divers�o.
Mas o que voc� pretende conseguir sozinho,
tirar seu dinheiro?
Mas posso ser capaz de persuadi-lo a renunciar...
e nomear meu pai em seu lugar.
- Engra�ado, n�o acha? - Se voc� viver.
Aviso especial: Bom povo de Los Angeles,...
...n�o percam a esperan�a.
Luis Quintero logo ir� renunciar e partir
para a Espanha ou seu sangue...
...ir� correr de minha espada.
Dona Inez pede que voc� se sinta em casa.
Ela descer� em breve.
- Obrigado. - Oh, o que � isso? O que � isso?
- Don Diego Vega. - Oh, sim, Don Diego.
Bem, uh... uh, o que posso fazer por voc�?
Lembra-se que me pediu para considerar
esta casa como minha ainda?
Oh, eu disse isso?
Que bom que voc� lembrou do oferecimento,
mas voc� n�o teve problemas para entrar?
N�o, tinha uma carta de Dona Inez pedindo
para cavalgar com ela esta manh�...
...e s� mostrei-a aos guardas.
Excelente, excelente.
Venha at� meu escrit�rio at� minha esposa aparecer.
Tem sido privil�gio de Esteban cavalgar com ela todas as manh�s.
Diga-me, por que esta casa est� t�o bem guardada?
Juro que vi a companhia inteira ao redor dela.
- Gostaria de ter o dobro. - Seu barulho iria me distrair.
Acho reconfortante.
Deixe-me mostrar algo, meu jovem.
Veja.
Madre de Deus. A marca do Zorro.
Ele veio aqui uma noite.
Ele amea�ou minha vida e deixou aquilo.
Eu... ficaria petrificado.
Ele � louco, claro. Bem louco.
- Voc� acha? - Claro.
Houve um caso em Madrid quase id�ntico.
A marca do cara era uma cruz. Ele era louco.
Esperto al�m da conta. Eles sempre o s�o.
Ele matou 40 pessoas.
Cortava suas gargantas de orelha a orelha.
Os avisava primeiro, voc� sabe, e ent�o...
Santa Maria.
Uma pena que seu senso de dever o mant�m aqui, Excel�ncia.
- Um risco amedrontador. - Senso de dever?
Oh, sim. Sim, claro.
Desculpe-me t�-lo prendido aqui, Don Diego.
Esteban estava revoltado com sua pequena cavalgada.
Tinha prometido as manh�s para ele, me parece.
Senhora, seu convite foi como um sorriso do para�so.
Estava sufocando de t�dio.
Ent�o, vamos voar.
Estou louca por um trote a cavalo.
Adeus, Luis. N�o trabalhe demais.
- Adeus, Excel�ncia. - Adeus, adeus.
Esteban, aquele jovem Vega acaba
de me contar uma hist�ria horr�vel...
...sobre um louco em Madrid, como este Zorro.
Ele acha que corro grande risco por ficar aqui.
Esque�a seus medos. Eu tenho um plano.
Sim, qual �?
Don Alejandro � o l�der dos fidalgos.
Este Zorro quer que voc� o indique em seu lugar.
O que voc� entende disto?
Bem, prossiga.
Isto n�o te sugere que Zorro � a ferramenta de Don Alejandro?
Talvez, mas como podemos provar?
N�s podemos ao contornar a situa��o.
- Como? - Uma alian�a com Don Alejandro.
Isto � imposs�vel. Voc� conhece a atitude de Vega.
Perfeitamente, mas Lolita deveria ter um marido.
O que poderia ser mais forte que uma alian�a matrimonial?
Fam�lias Reais mant�m a paz na Europa em camas de n�pcias.
Diego e Lolita.
Nada mal.
Nada mal mesmo.
Oh, Diego, conversar com voc� � como
beber um copo de �gua gelada no deserto.
- Oh, � uma pena. - O que Diego?
- N�o, n�o devo deix�-la triste. - Por favor. O que est� pensando?
S� estava pensando como voc� est� sendo desperdi�ada aqui.
Sua beleza, seu dom para a palavra, sua postura perfeita.
Voc� nasceu para algo maior,
mais civilizado que esta vida provinciana.
Eu sei.
Posso dizer-lhe uma coisa, Diego?
Qualquer coisa.
Sim, claro que posso.
Senti no momento em que nos conhecemos que n�s...
Diego, Esteban est� insistindo que deixe
meu marido e v� com ele para a Espanha.
- Oh, mas minha cara, n�o. - Mas estou morrendo aqui.
V� para a Espanha, mas n�o com Esteban.
Com quem ent�o?
- Com seu marido. - Meu marido?
Ir para a bonita e rom�ntica Espanha com Luis?
Bem, deixe-me explicar.
Como a esposa de um ex-Alcaide de Los Angeles,
voc� seria recebida na corte.
Mas como a companheira de um soldado de segunda,...
...voc� seria completamente rejeitada.
Oh, entendo.
Mas Luis na corte, imagine.
Mas, na Espanha, os maridos das ador�veis
damas s�o meramente pano de fundo.
- Mas me perderia entre tantas. - N�o voc�.
Voc� precisa somente de um "amigo"
para apresent�-la nos c�rculos apropriados.
Mas eu n�o tenho tal amigo em Madrid.
Quem sabe?
N�o pretendo ficar na Calif�rnia pra sempre.
Oh, Diego.
O que voc� sugere � completamente imposs�vel.
Darei a garota um dote de 20 mil pesos.
- N�o. - 25 mil.
Voc� est� comprando meu filho, Senhor Quintero?
- H� um lado pr�tico a considerar. - N�o � esta a quest�o.
Voc� vem aqui numa miss�o de amizade
com a metade das tropas. Por qu�?
N�o para amea�a-lo, Don Alejandro. � por causa do Zorro.
Zorro � apenas um sintoma.
Este distrito inteiro est� sangrando
sob sua vil administra��o.
N�o vou perdoar isto por causa de um
casamento entre nossas fam�lias.
Neste caso, minha atitude amig�vel cessar�.
Buenas tardes, Excel�ncia.
Sobre o que � este tumulto fatigante?
Sua Excel�ncia ofereceu casamento entre sua sobrinha e voc�, Diego.
Sua sobrinha? Que lisonjeiro.
Mas por que isto deveria causar uma discuss�o
num dia quente como este?
Seu pai se ressente de meus esfor�os
para fazer o povo mais, uh...
trabalhador do que seu regime.
Oprimindo-os na pobreza para encher
seus bolsos � bem...
Oh, pol�tica, pol�tica.
O que eles tem a ver com meu casamento?
Voc� entraria para fam�lia...
Bem, o que posso dizer at� v�-la?
Ela pode parecer com seu tio.
Absolutamente certo, eu...
Oh, n�o, Diego.
Ela � uma doce pombinha.
Nos desolaria v�-la deixar seu ninho.
Se ela fosse V�nus, ainda seria sobrinha dele.
Sim, mas n�o vou casar com Vossa Excel�ncia.
- Oh. - Diego,...
...n�o acha que os desejos de seu pai
nesse assunto deveriam ser considerados?
Mas eu n�o disse nada a respeito do casamento do meu pai.
Por que ele deveria tentar influenciar o meu?
Exatamente.
Voc� jantar� conosco esta noite, Diego?
- Encantado. - Esperamos voc� as 20:00 h.
Adi�s, senhora.
Diego, Diego, o que voc� fez?
Oh, vai ficar tudo bem, m�e.
N�o importa o que pensa agora,
por favor n�o se preocupe.
Isso foi coisa sua, sua besta dissimulada.
Voc� deu a ideia desse casamento a Luis.
Uma alian�a para o bem do estado, minha querida.
Tem estado na moda desde o in�cio da Hist�ria.
Oh, Maria, meus joelhos est�o tremendo.
Sim, � natural.
Devo inclinar-me ou dar-lhe minha m�o para beijar?
Ambos. Primeiro a m�o, depois a rever�ncia.
J� passaram 20 minutos. O que pode o estar atrasando?
Don Diego Vega.
- Bem, aqui est� finalmente. - Excel�ncia.
Tive medo que voc� tivesse sido desviado
do caminho por aquele Zorro.
Oh, que Deus me livre. Senhora.
- Estou fascinado. - E aqui est� nossa pombinha.
Lolita.
- Estou honrada, senhor. - Encantada, estou certo.
Deixe-me apresent�-lo a senhora Maria de L�pez?
- Senhora. - Senhor.
Perdoe-me por chegar atrasado, senhora.
Eles esquentaram minha �gua para o banho cedo demais.
Estava absolutamente quente.
Logo, mais �gua foi trazida e propriamente perfumada.
A vida pode ser irritante, n�o acha?
Sim.
- Oh, por favor. - Coragem, coragem.
Bem, podemos jantar?
Venha, Diego.
Seu banho estava quente!
Pobre Lolita.
Temo que sua vida de casada ser� igual.
Por favor, fa�a isso novamente.
Como desejar. Preste aten��o.
- Incr�vel. - Bem simples.
- Voc� viu este? - N�o.
Agora, observe de perto.
Terrivelmente incr�vel.
Sim, eu fiz esse para Sua Majestade.
Deve ser o para�so na corte.
�nico lugar suport�vel na Terra, minha querida.
Oh, falando do Zorro,
poderia me providenciar uma escolta pra casa?
No caminho pra c� vi aquele cortador de gargantas
escondido em todas as sombras.
- Fiquei bem nervoso. - Que estressante!
Aparentemente voc� acatar� o meu pedido.
Mas voc� chamou seu her�i de cortador de gargantas.
Santa Maria! Voc� encontrou com ele?
Nunca nem mesmo vi seu rosto.
Acontece que admiro sua coragem.
Sair por ai com um pano cortado est� fora de moda.
N�o tem sido moda desde a Idade M�dia.
Parece bem efetivo.
Ele � como um le�o entre muitas ovelhas amedrontadas.
Um louco, � o que ele �. Um louco.
Sem d�vida.
Capit�n, voc� parece considerar esta fruta podre como inimigo.
Um rival.
Meu querido Esteban est� sempre espetando isto ou aquilo.
Ele era um instrutor de esgrima em Barcelona.
Que cansativo.
- N�o achei. - Ent�o por que desistiu?
Tive o azar de matar um homem influente.
Uma dama estava envolvida, acredito.
A esposa do cavalheiro, sem d�vida?
O que voc� quis dizer com isto, senhor?
Esperava ser engra�ado. Falhei?
De alguma forma. Comigo.
Oh, como s�o os novos passos de dan�a?
Voc� os conhece todos, suponho.
- Temo que sim. - Adoraria que voc� me mostrasse.
Com prazer.
Inez gostaria mais, senhor.
Besteira, minha crian�a. Dance com ele.
Toquem "Sombrero Blanco".
Nunca sonhei que dan�ar poderia ser t�o maravilhoso.
Achei um pouco fatigante.
Se me der licen�a, senhor, gostaria de me retirar.
Desculpe.
- O que deu na garota? - Quem sabe?
- Nossa pombinha voou. - N�o gosto disso.
Voc� n�o est� levando a s�rio este casamento.
Voc� n�o pode estar.
Mas � perfeito.
Voc� e eu poder�amos ser vistos juntos
em qualquer lugar em Madrid sem o menor
perigo de fofocas.
Excel�ncia, sua sobrinha � encantadora.
Uma doce crian�a.
Posso suplicar sua m�o em casamento?
Uma recusa me arrasaria.
Ela � sua, caro Diego, com todas as minhas b�n��os.
Quem est� ai?
- Zorro! - Eu tenho uma confiss�o a fazer.
- V�. Voc� ser� pego. - Preciso falar com voc�.
Madre de Dios.
O que voc� queria fugindo do homem que te
prometi em casamento?
Voc�... voc� fez sem me perguntar?
O que voc� sabe sobre essas coisas?
E � tempo de entender que...
- Quem � aquele? - Ningu�m.
Perdoe-me, minha cara. Fui um velho tolo.
Voc� parece saber lidar melhor com isso do que seu tio Luis.
Voc�?! N�o entre aqui.
Tenho algo importante a dizer e n�o quero ser interrompido.
Voc�, fingindo ser o Zorro.
N�o quero ouvir nada do que voc� tem a dizer.
Ent�o destranque aquela porta e v�.
Fico feliz de ver que aceitou o conselho que te dei na capela.
Capela?
Sobre n�o esconder tal beleza num convento.
O que voc� disse?
Voc� � mais ador�vel,
mais radiante que uma manh� de primavera.
Oh, n�o, certamente devo estar sonhando.
- Voc� � o Zorro. - Sim, Lolita.
Para fazer o que me dispus tive que
decepcionar pessoas, inclusive voc�.
Oh, sim, eu... entendo.
Eu entendo. Voc� n�o tem que explicar.
Voc� veio dizer que me pedir em casamento era parte do jogo.
N�o, chiquita, n�o.
� a �nica coisa verdadeira nesta farsa.
- Oh, v� r�pido. - Cavalgue comigo amanh�.
Oh, sim, sim, mas v�.
Diego, tenha cuidado.
Lolita! Abra a porta!
Sim, estou indo.
Voc� parece decepcionada, minha querida.
Voc� esteve chorando?
- Sim, estive. - Eu entendo.
Esse casamento foi ideia do seu tio.
O homem n�o faz seu tipo.
Ele � sofisticado demais.
- Voc� realmente acha, Inez? - Sem d�vida.
Eu vi como ele a afetou esta noite.
Meu cora��o sangrou por voc�, minha cara.
Quando disser a Luis que recusa este casamento,
pode contar com meu apoio.
Bem, eu... dificilmente saberia o que dizer.
Tio Luis tem feito tanto por mim.
Besteira.
Ele n�o tem o direito de arruinar sua vida.
Oh, bem.
Talvez eu poderia aprender a tolerar Diego.
Oh,...quero tanto agradar o tio Luis.
� uma grande coisa levar a gratid�o t�o longe.
N�s n�o podemos te pedir para gastar sua vida
com um homem que julga repulsivo.
Falaremos nisso novamente pela manh�.
- Boa noite, minha querida. - Boa noite.
J� passa da meia noite. Ele ainda n�o est� em casa.
- Como voc� pode ler? - � a �ltima moda na Europa.
Bustles est�o entrando na moda, me parece.
Bustles! O que � um bustle?
Oh, � uma coisa para modelar, aqui.
Santa Maria! Nosso �nico filho est� nas garras daqueles roedores.
e voc� est� sentada a�, planejando enfeitar sua...
- Alejandro! - Bem...
Ah, a� est� voc�.
Por que n�o passou a noite toda com
seus amigos maravilhosos?
O que fez quanto aquela garota?
- Bem? Como se livrou dessa? - Ela � perfeitamente encantadora.
Uma ador�vel, pura crian�a. Voc�s gostar�o muito dela.
Vou gostar dela? O que voc� fez?
Bem, s� dei os primeiros passos para fazer de voc� um av�.
O qu�?
Que filho voc� me deu.
Uma alian�a com aquela gente horr�vel.
Filho, por que voc� fez isso?
- Pela melhor raz�o do mundo, m�e. - E qual seria?
- Lolita Quintero. - Ela o atrai?
� mais que isso. Desde o dia que a vi pela primeira vez...
Pensei que n�o a tivesse conhecido at� hoje a noite.
Bem, eu a vi de relance algum tempo atr�s. E...
Voc� est� escondendo algo de n�s.
Tenho certeza.
- � hora de voc� ir para a cama. - Muito bem.
Mas, Diego, conte-me assim que voc� puder.
Eu irei, mam�e.
O que significa isso?
Gonzales estava coletando impostos.
Um padre resistiu. O idiota lhe deu 10 chibatadas.
- Traga Gonzales pra mim. - Gostaria de poder.
O que o impede?
O desaparecimento do Sgt. Gonzales.
- Ele se foi? Para onde? - Para o inferno, espero.
Irei eu mesmo coletar os impostos da miss�o de agora em diante.
Isto deve ensin�-los.
O que � aquilo?
Voc�.
- O que � aquilo? Sargento Gonzales, Excel�ncia.
- Acho que est� morto - Morto? Morto, voc� diz?
Ele est� vivo.
Ele tem um 'Z' no peito.
Zorro.
- Padre. - Ah, Jos�.
- Como est� a pequenina? - Ela est� bem novamente.
Trouxe isto para agradecer � Igreja.
Agrade�a a seu cora��o.
Compre leite para as crian�as com isso.
N�o, Padrecito. Isto � para Igreja.
Gracias. Gracias.
Gracias.
Parece que cheguei na hora certa.
- Fico com isto. - Estes s�o os fundos da miss�o.
- Propriedade da Igreja. - N�o mais.
Entregue-os a mim.
- Eu me recuso. - Neste caso, terei que tom�-los.
Voc� deveria ter sido um soldado ao inv�s de um homem da igreja.
Santa Maria!
N�o me espanto por ter escolhido a Igreja.
- Onde voc� conseguiu isto? - N�o direi nada.
Apunhale-me e termine com isso.
N�o, meu caro Padre.
Devemos enforc�-lo. Venha.
Se voc� casar com aquela garota,
deixar� esta casa para sempre.
Deve ser bem divertido viver com os Quinteros.
Oh, se ao menos tivesse deixado ele na Espanha.
Espere at� v�-la, pai. Ela � como este bot�o.
Nunca a verei. Prometo isto a voc�.
La senhorita Quintero.
N�o estamos em casa.
Estou em casa para a senhorita. Fa�a-a entrar.
Ent�o voc� me desafia tamb�m?
Voc� n�o est� sendo sensato, Alejandro.
- Pai, esta � Lolita. - Estou honrada, senhor.
- E minha m�e, chiquita. - senhora.
Por favor perdoe-me, mas eu poderia...?
Poderia v�-lo a s�s por um momento?
senhorita, me responderia uma pergunta?
- Certamente, senhor. - Voc� quer casar com meu filho?
Sim.
- Por qu�? - Bem, eu... eu o amo, senhor.
Voc� est� certo, meu filho. Ela � como a flor.
Diego...
Algo terr�vel aconteceu. Eles prenderam Frei Felipe.
Eles dizem que ele � o Zorro e v�o enforc�-lo.
- Onde ele est� agora? - Na casa da guarda no quartel.
Oh, Diego, o que voc� pode fazer?
Ainda n�o sei.
Veja, at� agora s� assustei seu tio.
Isto pode significar que terei que fazer mais do que isto.
Voc� entende?
Mas se isto se tornar necess�rio far� alguma diferen�a entre n�s?
Guardas! Guardas!
Tem algu�m naquela cadeira. Agarrem-no!
Diego! O que est� fazendo aqui?
Voc� me assustou at� o �ltimo fio de cabelo.
Oh, isto � demais.
� suficientemente estressante visitar a minha
prometida e n�o encontr�-la.
Agora ser maltratado por estes brutos.
Deixem-nos. Deixem-nos
Onde est� Lolita? Parece que ningu�m sabe.
Oh, cavalgando, passeando, caminhando.
O que uma jovem faz?
Devo entender que minha prometida
pode andar por a� no campo...
...sem uma acompanhante?
Eu protesto, Sua Excel�ncia. Protesto fortemente.
N�o posso discutir isto agora.
Voc� sabia que Zorro tinha um c�mplice?
Um padre.
N�s o prendemos hoje.
E outra coisa horr�vel que me aconteceu esta manh�.
Gonzales quase foi morto por este Zorro.
Ele o jogou por cima do muro bem na minha frente.
Que assustador.
Mas no fim, foi mais dif�cil para Gonzales.
Por favor, esta n�o � hora para brincadeiras.
Talvez este louco esteja se esgueirando pela �rea agora mesmo.
Que devo fazer? Que devo fazer?
Eu ofere�o recompensas e nada acontece.
Bem, ele pode mudar a opini�o sobre voc�.
Estas criaturas geralmente o fazem, acredito eu.
Ele pode decidir cortar a garganta de outra pessoa.
Voc� sempre tem que falar em cortar gargantas?
Oh, que descuido da minha parte.
O que voc� precisa � de um gole de brandy, Excel�ncia.
Brandy. Sim, sim, brandy.
Sumiu. Estou cercado por idiotas.
Serventes est�pidos, soldados est�pidos.
Voc� sabe, eu o admiro tremendamente.
Sua coragem, sua fortaleza.
Porque um homem fraco esqueceria de suas
obriga��es e fugiria de tudo isto.
- Chamou-me, Vossa Excel�ncia? - Sim, brandy.
Na escrivaninha, Vossa Excel�ncia.
N�o est� na escrivaninha. Traga algum!
Uma situa��o deste tipo iria arruinar
meu estado f�sico em uma semana.
Mas n�o tenho os nervos de ferro de Sua Excel�ncia.
Vossa Excel�ncia, venha. Venha r�pido!
Alguma coisa est� acontecendo na adega.
Guardas! Voc�, acompanhe-me!
Olhe!
Veja, Sua Excel�ncia.
Zorro.
Aqui na adega, logo abaixo do escrit�rio.
Olhe, aqui est� sua trilha.
Vai por este lado.
E termina aqui.
Ele n�o pode ter passado pela parede.
Ele n�o � humano.
Ele �... Ilumine meu caminho para fora daqui. R�pido!
Diego. Diego, Diego.
Tem raz�o. Tem raz�o.
Vou deixar este lugar amaldi�oado.
Farei o que ele pede.
- Caneta, papel. - Aqui, Excel�ncia.
Um homem deve ouvir sua esposa.
Inez ficou... ficou louca com
a ideia de ir para Madrid.
Ela insiste dia e noite para lev�-la para l�.
Est� bom assim.
Isto vai agradar aquele man�aco.
Aqui, d� uma olhada.
� bem direto. Mas esqueceu de assinar.
- Assinar o qu�? - Minha demiss�o, Esteban.
Este Zorro me matar� se eu ficar.
Voc� pode escapar dele,...
...mas certamente o matarei se escrever qualquer coisa a mais.
Mas, Esteban, estou em perigo.
Perigo de morte. Diego pode confirmar.
Voc� est� em maior perigo do que pensa.
Ent�o voc� tentou tirar ouro do pa�s?
Se voc� alguma vez tentar tirar um peso de mim...
...cortarei sua garganta de orelha a orelha.
Tenho que pedir que mude de assunto.
Ele n�o gosta de falar sobre cortar gargantas.
Quieto, seu janota.
Tamb�m n�o tenho raz�es para deix�-lo viver.
Que coincid�ncia agrad�vel.
Eu sinto o mesmo quanto a voc�, Capit�n.
Voc� n�o se importaria de traduzir esse sentimento em a��o, n�o �?
Estaria tentado, se eu tivesse uma arma.
Mesmo?
Agora, por favor, cavalheiros.
Est� indo longe demais.
Apenas para servi-lo, Excel�ncia.
Voc� tem um campe�o, Luis.
E que campe�o.
Agora, cavalheiros. Diego...
Esteban, por que...?
Esteban, Est...
Vou encurtar isto e poupar-lhe a fadiga.
Esteban... Guardas! Guardas!
Sem interfer�ncia, Excel�ncia, por favor.
N�s temos um her�i conosco.
- Voc� tem certeza, Diego? - Pergunte ao Capit�n.
Sai daqui! Sai daqui!
O mestre da esgrima encontrou seu igual.
Cuidado!
Est� se cansando, Diego?
N�o Excel�ncia, vou voltar ao nosso assunto j�.
- Boa tentativa, Capit�n. - A pr�xima ser� melhor, palha�o.
A l�mina do capit�o � n�o � t�o firme.
Firme o suficiente para transpass�-lo.
Precisava deste arranh�o para me acordar.
Est� morto.
Bem, ele tem sido um problema recentemente.
E voc� o matou, Diego.
Sua Excel�ncia, uma passagem secreta da adega.
N�s acabamos de descobri-la.
Uma passagem secreta? Para c�?
Sim, Sua Excel�ncia.
Bom. Muito bom.
Excelente. Voc� ser� recompensado.
Guardas. Guardas!
Mantenha aquele homem vigiado.
Levem-no para o quartel e tranquem-no numa cela.
A cela mais forte que existir.
Por que prender-me, Excel�ncia?
Por tr�s raz�es.
Primeiro, voc� tem barro da adega em seus sapatos.
Segundo, esta passagem secreta est� na sua antiga casa.
E terceiro, maneja uma espada como um dem�nio do inferno.
E exatamente pra onde voc� vai, senhor Zorro.
� uma linda forma de tratar seu futuro sobrinho, tio Luis.
Chega de gracinhas. Levem-no.
Voc�, Morales!
Chame o oficial do dia para mim.
Quero todos os fidalgos reunidos de uma s� vez.
Sim, Sua Excel�ncia.
Todos os fidalgos s�o convocados a resid�ncia
do Alcaide imediatamente.
- A esta hora? Rid�culo! - Ordens do Alcaide, senhor.
Sargento, re�na seus homens para um pelot�o de fuzilamento.
- Mas por que prenderam Diego? - Eu n�o sei.
Luis n�o quis me contar. Ele deve ter perdido a cabe�a.
Entre.
Sua Excel�ncia pede que as damas fiquem
em seus aposentos esta noite.
- Por qu�? - N�o sei dizer.
Ele mandou-me avisar.
Oh, Inez.
Pelot�o de fuzilamento, � frente!
Boa noite.
Por que estamos nos encontrando aqui?
O que voc� sabe sobre isto, Alejandro?
Nada. Fui for�ado a vir aqui, como voc�s.
Eles devem estar tramando algo.
Boa noite, senhores. � um prazer v�-los aqui.
V� direto ao assunto.
Por que nos arrancar de nossas casas a esta hora?
Para testemunhar um espet�culo prazeroso, meu bom Vega.
Voc� achar� isto particularmente interessante.
Vou executar um cavalheiro a meia-noite.
- Que cavalheiro? - Quem �?
Ele � o homem que voc�s escolheram entre voc�s para me enfrentar,...
...me saquear e amea�ar minha vida.
Os trouxe aqui para v�-lo morrer como uma li��o para todos.
N�o sei do que voc� est� falando.
Nem eu.
Voc� quase me convence.
Que pena que voc�s v�o perder o melhor ator entre voc�s.
Mas em alguns momentos ver�o seu precioso Zorro fuzilado.
L�. Oh, Padre.
Agora, observe bem de perto. Observe a vela.
Sopre.
Voc� realmente deveria ver algo que valha a pena, como...
mudar uma moeda de cobre em ouro s�lido.
Voc� pode fazer isto?
O bom padre aqui j� me viu faz�-lo.
Muitas vezes.
Foi um segredo descoberto por Merlin,...
...no s�culo XI.
Foi passado por uma longa linhagem de magos...
...para alguns de n�s que ainda vivem hoje.
Voc� pode transformar um centavo em ouro?
Facilmente.
Por favor, senhor, fa�a isso por mim.
Oh, estou muito esgotado. Preciso repousar.
Oh, senhor, senhor, tenho esposa e 7 filhos...
...e o que ganho n�o � o suficiente para eles.
Por favor, fa�a ouro para eles e rezarei por voc�.
Por favor.
Bem, se tiver que fazer, eu farei.
Agora, segure o centavo no seu punho fechado.
S�, senhor. Gracias.
Bem fechado agora.
Agora, ponha seu punho bem entre as barras.
- S�. - Ferro frio vai estragar tudo.
Agora, eu pego seu punho gentilmente. Assim.
Oh, senhor.
Agora, abra a porta. Seja r�pido.
- Adiante-se agora. - S�, senhor.
Agora entre.
V� ali para baixo perto da parede.
E nenhum barulho, lembre-se.
Feche a porta, Padre.
Esconda isto no seu h�bito.
Sente-se.
E agora, senhores,
voc�s ver�o o resultado dos seus planos de rebeli�o.
Entre!
Esse � o Zorro, a raposa. Pego na armadilha.
Diego? O que � isso?
- Hola, senhores. - Que piada rid�cula � esta?
- Como se voc� n�o soubesse. - Luis Quintero, voc� � um tolo.
Zorro � um Homem.
Este aqui � o meu filho sem valor e brincalh�o.
Voc� j� viu isto, Pai?
Socorro! Socorro!
Zorro est� solto! Zorro est� solto!
Sigam-me!
- senhores, voc�s est�o comigo? - Eu estou com voc�, Diego!
Deus me perdoe.
Deus me perdoe.
Deus me perdoe.
Bem, que audi�ncia espl�ndida voc� tem.
Pe�es, fidalgos, todos.
Foi bondade sua t�-los todos aqui.
O que aconteceu?
Boa noite, senhoras.
Sua Excel�ncia estava a ponto de mudar de endere�o.
Endere�o? Bem... bem, o que devo dizer?
Voc� sabe.
O pequeno problema da sua demiss�o.
Quietos!
Quietos para Sua Excel�ncia.
Estamos esperando, Excel�ncia. Continue.
Boa gente de Los Angeles,...
...devido a um persistente esfor�o f�sico e mental para...
...para melhorar as condi��es deste distrito...
...minha sa�de est� debilitada.
Eu decidi ent�o abrir m�o do meu cargo e ir para Espanha.
Para me substituir como Alcaide,
estou nomeando meu ilustre predecessor,...
...Don Alejandro Vega.
E agora, Sua Excel�ncia, eu pessoalmente...
...irei acompanh�-lo at� o porto de San Pedro.
Desejo-lhe boa viagem e rogo a Deus que o recompense
de acordo com seus m�ritos.
Espanha. Espanha!
Oh, Diego, quando receberemos voc�
e nossa pequena Lolita em Madrid?
N�o por algum tempo, eu receio.
Acompanharemos os costumes da Calif�rnia.
- O que significa isto? - N�s iremos casar,...
...educar filhos gordinhos e ver os vinhedos crescerem.
FIM
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