Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
John, essa coisa vai te matar.
Eu estarei l� embaixo.
O TERCEIRO HOMEM
Revisada por: .:MGross:.
- Com licen�a. - Sim?
- Desculpe. Voc� � Donald Strachey? - Sim.
Donald Strachey, o detetive particular?
- O que posso fazer por voc�? - J� fez o bastante.
Gra�as �s fotos que tirou, meu marido quer se divorciar.
- Eu s� quero que saiba que � um babaca. - Sim.
Isso n�o � novidade.
Escute, um pouco de respeito!
O qual � o problema? Voc� me falou n�o tinha problema.
Tirar a foto da senadora visitando um bispo no hospital?
Est� em coma. Ela est� consolando um dos padres.
- Voc� entende? - Eu entendo.
- Ela tem muitos eleitores cat�licos. - Voc� n�o tem que entender tanto.
Senadora! Estamos prontos.
Fique junto...
Aten��o.
Deixam entrar qualquer um neste hospital.
Eu paguei $5 ao capit�o. Eles me dar�o meu pr�prio soro.
- O que faz voc� aqui? - Eu tenho um cliente novo.
- Como vai sua foto de publicidade? - Saber� que a senadora Glassman...
est� seriamente preocupada com o bispo. Obrigado.
Ele caiu na reitoria, na semana passanda. Quebrou o cr�nio...
E a senadora vai mal nas pesquisas, esta visita deve subir 2 ou 3 pontos.
- Voc� n�o aprecia minha integridade, n�o �? - Eu adoro sua integridade.
Voc� quer lev�-la a um quarto vazio e eu visto as luvas de borracha?
- Voc� � um asqueroso. - Por isso voc� me ama.
Me mostre confus�o, mostre-me... a vida real.
J� basta! Obrigado! Obrigado.
Envie imediatamente ao nosso escrit�rio.
A c�mera adora este estilo de "paizinho" que voc� tem.
Adeus!
Senadora, muito obrigado por vir ver o bispo.
- Por nada. Padre, eu rezarei para ele. - Bendita seja.
- Seu telefone, senadora. - Obrigada.
Voc� pensou em voltar ao semin�rio, Timothy? Voc� era nosso melhor estudante.
Isso depende. Mudaram as pol�ticas em rela��o aos matrim�nios de homossexuais?
- Eu acho que isso n�o acontecer�. - Ent�o eu manterei o meu time.
- Deus o aben�oe. - Obrigado.
- Pois � o detetive especial! - Ol�, senadora.
- Voc� continua brigando na lama? - Voc� continua expulsando-o?
- Toda vez que eu posso. - N�o h� tempo para o povo, senadora.
Seu discurso est� na bolsa, e a bolsa no carro.
E n�s temos que partir.
- � um abusado. - Eu sei bem isto.
- Quem � o cliente novo? - Eu n�o sei. N�o me disseram.
- Um mist�rio. Voc� me fala mais tarde? - Teria que me obrigar �for�a.
Melhor. N�o me fale.
Donald Strachey?
- Depende de quem voc� seja. - Eddie Sand. Nos falamos ao telefone.
Eu reconheci sua foto do jornal. O caso de Prizell. Foi especial.
Sim, um cl�ssico. Um morto em um quarto fechado.
O que fazemos em um hospital? Voc� n�o parece doente.
N�o eu sou eu quem te contrata.
Donald Strachey, John Rutka.
- Ol�. - Adeus!
- Algu�m tentou mat�-lo! - Eu n�o estou surpreso com isto.
- Conhece meu trabalho. - Infelizmente.
Tamb�m estamos na internet. Mais de 8 mil visitas por semana.
N�o tocaria isso nem por uma pau de 10 p�s. Me surpreende que te deixem
ficar aqui.
- Arruinou a vida do Dr Poke. - Por favor. Ed Poke � um diretor
do conselho administrativo e a maior bicha de banheiros p�blicos de Nova Iorque.
E por isso merece perder seu trabalho, a fam�lia e tudo para o que trabalhou?
N�o devia votar contra o cuidado com o HIV neste hospital.
Ele recebeu o que merece.
- Talvez voc� tamb�m. - O que?
- Entraram em nossa casa e atiraram! - Se atiraram, a pol�cia ser�
informada. Por que raz�o precisam de mim?
Porque a pol�cia n�o se interessa pelos "viados".
- Voc� sabe disso. - Olhe, Strachey, preciso de sua ajuda.
Voc� � o �nico detetive particular gay no distrito.
Talvez no estado inteiro de Nova Iorque.
E acha que isso me faria sentir empatia por seu caso?
Pois cometeu um erro. Boa sorte na sua carreira como dan�arino.
Verdade?
Disse isso? E o que mais disse?
Espere. Desculpe! Sr. O hor�rio de visitas acabou!
Sr, se n�o sair, eu chamarei a seguran�a.
- Onde est�? - O Sr. Rutka se foi. � amigo dele?
Quer deixar as flores?
A� est�. Isso evitar� para um tempo que a chuva entre.
Durante algum tempo? Voc� disse isso estaria pronto na semana passada.
Estas coisas n�o s�o f�ceis. Voc� n�o pode apressar. � necess�rio fazer com delicadeza.
Para que a casa se sinta querida. Minha conta.
Agora mesmo que n�o me sinto querido.
- Mas bem fudido. - Ol�!
- Para mim? Voc� n�o deveria fazer isto. - E eu n�o fiz isto.
Com o dinheiro que n�s te pagamos para reformar este lugar, voc� deveria nos trazer flores.
Boa noite, meninos. N�s nos vemos a semana que vem.
- Como voc� est�? - Me d� isso.
Ela disse a semana que vem? E o que acontece com amanh�?
Ela e Bobbie Joe t�m uma manifesta��o de L�sbicas em Moto.
Voc� sabe, luta pelos seus direitos e essas coisas.
Querido, aprecio que voc� queira contratar gays, mas...
talvez um dia n�s possamos contratar algu�m cujo mundo n�o seja
um carnaval gay constante.
- Quem � o cliente misterioso? - Ningu�m especial.
Eu rejeitei.
- Voc� rejeitou? - Sim.
Amor. Voc� olhou para nossos gastos ultimamente? A casa, o carro...
N�s temos problemas. Voc� n�o pode se dar a esse luxo.
- Era John Rutka. - Rejeite este trabalho.
- Sim? - Ol�, Donald. � John Rutka.
John! O que voc� faz aqui?
Eu quero 5 minutos de seu tempo, conversar. � tudo.
N�o, n�o. Absolutamente n�o! Me nego a que esse mal exemplo
de ser humano ponha um p� em nossa casa!
- Amor, eu cuido disto. OK? - OK.
John! Parece que voc� n�o me ouviu no hospital quando eu lhe disse adeus.
Eu tentarei isto uma vez mas. Clara e lentamente. Aqui vamos n�s. Pronto?
V� � merda!
Iste ser� o fim do problema com John Rutka.
Donald Strachey � um gay de baixo n�vel!
Um traidor para a causa, dos direitos gays!
Se odeia tanto por ser gay que n�o se importa que outro homem
gay seja morto longe de sua casa!
Donald Strachey � um hip�crita!
Um judas! Prefere olhar como matam, como um c�o, um homem gay!
Em vez o ajudar a lutar pela justi�a!
- Voc� resolveu isto muito bem. - Como est� a senadora Glassman?
- Como sabe que...? - Voc� � o assistente principal delas?
� meu trabalho para saber essas coisas.
Ela tem um bom hist�rico de votar pelos direitos dos homossexuais.
Oxal� o resto do senado fosse como ela.
Muito bem! Assim n�o sentir� que deve destru�-la e eu n�o perderei meu trabalho.
Eu fa�o o que fa�o pelo bem de todos n�s.
Sim, voc� � uma madre Teresa.
Timmy, voc� deveria levar o Dr Watson para dar um passeio.
- Eu j� fiz isto. - Eu acho que ele quer ir novamente.
OK.
Desculpem.
Enquanto isso, eu saio com meu cachorro. Pelo bem de todos n�s.
- Eu posso me sentar? - Por favor! Continue!
O que faz voc� aqui, John?
Te deixaram sair antes por bom comportamento?
N�o estava seguro l�. Qualquer um poderia entrar e terminar seu trabalho.
Agora voc� est� me provocando.
Alguma vez atiraram em voc�, Donald?
Na verdade sim.
- E eu n�o gostei muito disto. - Nem eu tampouco.
Mas voc� n�o se importa com isso. N�o �?
Provavelmente voc� acha que deveriam atirar e me matar.
N�o John, n�o acho isso.
Mas isso provavelmente me poria em companhia muito exclusiva.
Voc� acha que eu fa�o a minha p�gina na Web para fazer os amigos?
Voc� acredita que eu imprimo o "Reporter Rutka", pagando do meu bolso
para que me convidem para a festa de Natal da c�mara de com�rcio?
N�o, Donald. Eu fa�o isto porque algu�m tem que falar por todos
os Mathew Sheppard que existem l� fora.
Por todos os homens e mulheres homossexuais que s�o brutalizados
e assassinados diariamente.
Algu�m tem que fazer algo antes que a hipocrisia religiosa
e a homofobia voltem a este pa�s numa vers�o do s�culo XXI
da Alemanha nazista.
Bravo, John, bravo.
Voc� praticou este discurso antes de vir para c�?
- V� � merda, Strachey. - Vamos, Rutka, n�s estamos em Albany!
Isto n�o � Provincetown, nem Hollywood, nem "Will & Grace". � o mundo real!
Existem mais gays vivendo escondidos do que assumidos. E n�o � seu problema!
Casa bonita, Strachey. Esta reforma est� te custando caro. N�o �?
- Um pouco. - Aposto que sim!
E tamb�m aposto que tirar fotos de esposas infi�is...
n�o � a melhor coisa para pagar as contas.
Talvez se voc� n�o aceita meu caso pela causa...
aceite por dinheiro.
Algu�m me quer morto.
Talvez seja algu�m que eu delatei e quer vingan�a ou...
talvez seja algu�m que tem medo de sair no pr�ximo "Relat�rio Rutka".
E quer me deter.
De qualquer forma, eu preciso de prote��o.
- Isso � muita prote��o. - Meu pai morreu.
Me deixou dinheiro.
H� mais de onde isto veio.
- Voc� far� isto? - Eu n�o posso te proteger 24 horas.
E a verdade � que se algu�m quer realmente te matar, far� isto.
Ent�o descobra quem �. E me ajude a parar com isto.
Donald, por favor.
N�o quero morrer assim.
- N�o pode ser s�rio! - Timmy, se s� trabalho com
gente que nos quer bem, n�s morrer�amos de fome.
N�o se trata de algu�m gostar de voc� ou n�o! H� coisas corretas
e incorretas neste mundo. E John Rutka � algo absolutamente incorreto!
Mas com muito dinheiro! E se voc� n�o se deu conta, esta casa
n�o se erguer� sozinha
Talvez possamos pedir um empr�stimo a meu pai.
Desculpa? Seu pai congressista republicano que n�o fala com voc�
desde que come�ou a trabalhar para o outro partido? Vamos! N�o acredito.
Veja, ele s� quer que revise seus arquivos. OK?
E talvez encontre alguma pista. � tudo!
Este homem destr�i a vida de muita gente. N�o deve fazer parte disso.
N�o serei parte disso! � s� um trabalho.
Que me diz?
Que necessitamos de outro cano
Ol�. Entre. Caramelos?
Voc� sabe quem �, e o que deve fazer.
Eu cortarei seu p�nis, maldito, babaca!
Eu te injetarei Aids, maldito viado!
Outro cliente satisfeito.
Eu recebo diariamente meia d�zia de chamadas assim.
Voc� comprou uma arma, John?
N�o.
Mas agora que tudo isso aconteceu n�o nego que penso nisto.
Voc� est� s� aqui?
Eddie vive comigo. Est� trabalhando, em uma impressora.
Por isso podemos imprimir o "Reporter" mais barato.
Ele trabalha horas extras gratuitamente e eles nos deixam usar a impressora
pela metade do pre�o.
Por que voc� n�o vive em Nova York? Assim perde...
a emo��o e eleg�ncia de Albany?
Esta casa pertenceu a meus pais.
Mam�e morreu h� um par de anos atr�s e meu pai no ver�o passado.
E ele a deixou para mim.
Segure isto um segundo?
Voc� come muito desta porcaria?
- Me acalma os nervos. - Mas n�o os seus dentes.
Muito "High Tec", John!
Aqui vamos n�s.
Voc� me ajudar� a subir ou o que?
- N�o tenha id�ias. - Honra de explorador.
Estes s�o meus arquivos.
- Todas estas caixas? - Sim.
Quanto tempo levou para acumular tanto lixo, Rutka?
Voc� considera o sexo gay um lixo, Donald?
At� mesmo quando faz com seu pequeno modelo de marido?
- � diferente. - N�o para os fan�ticos religiosos
que dirigem este pa�s.
Eles est�o obcecados com o que fazemos na cama.
- Como voc� conseguiu tudo isso? - Eu tenho minhas fontes.
Pessoal de hot�is, mensageiros.
Gasto alguns d�lares ao m�s e eles me d�o informa��es de quem entra e sai.
Principalmente quem entra.
Voc� sabe, como trabalham os detetives.
Brilhante.
Por que voc� n�o p�e tudo em um computador ou algo assim?
Eu fiz isto, mas os computadores se quebram e os discos r�gidos se apagam.
N�o h� nada como o papel.
- O que voc� acha? - � um dep�sito t�xico, Rutka.
Tudo deveria ir para dentro de um recipiente e ser enterrado no deserto.
Para isto tive que ser astuto. Uma c�mera em um celular com temporizador.
Eu tenho v�rios.
Justo sobre a mesa do seu escrit�rio. Seus impostos s�o usados nisto.
Esse �...?
O congressista Bruno Slinger.
Duas horas depois de votar contra a lei de par dom�stico.
- Deus... - Congressista com S de sexo. Verdade?
- � Eddie? - Ele deveria estar trabalhando.
Chame a emerg�ncia!
Agora voc� acredita?
N�o tire conclus�es, n�o sabemos o que aconteceu. Pode ser um acidente.
Isso n�o foi um acidente.
� gasolina.
Eu te disse que algu�m me quer morto.
N�s est�vamos em cima, e escutamos um barulho.
Meu amigo desceu e havia fuma�a e tudo estava queimando.
OK! O fogo est� apagado.
Encontramos isto no sof�. Tem licen�a para esta arma?
N�o, ele n�o tem. Eu sim. � minha.
Sr Strachey! N�o sabia que estava aqui.
Sim, eu vim visitar o paciente. Menos mal que eu fiz isto.
Eu devo t�-la perdido na fuma�a. Obrigado.
Olhe, a pol�cia vir� inspecionar.
- Sabe quem foi? - Um homof�bico, babaca e doente.
Meu amigo faz muitos inimigos no trabalho dele. Ele � um jornalista.
N�o me diga. Cr�tico de cinema?
Muito bem, Cole!
- Obrigado, estou feliz em te ver. - N�s nos vemos. Vamos.
- Voc� fechou o s�t�o? - Ao caralho com o s�t�o, John.
- Voc� disse que n�o tinha uma arma. - N�o! Eu disse que eu n�o comprei uma.
Esta eu pedi emprestada no hospital onde trabalhava em Nova Iorque.
Me assaltaram uma vez, queria prote��o!
Vamos p�r as regras do jogo agora mesmo.
Se voc� quer minha ajuda, pare de me enganar.
Eu n�o enganei! E voc� se ocupe de quem acaba de...
Cale-se.
Comece a me dizer exatamente quem est� na pr�xima
cobertura do Reporter.
- Eu n�o sei.. - Como? � seu maldito Web Site!
Ainda n�o tinha isto claro. J� havia separado 3 nomes, mas eu n�o decidi.
Pois v� l� em cima e procure estas tr�s pastas.
Eu preciso saber quem s�o os 3 suspeitos mais prov�veis.
- Onde voc� vai? - Procurar as pe�as deste quebra-cabe�a.
Como fazem os detetives!
Ol�!
- Ol�. Tudo bem por l�? - Sim, apenas um pequeno fogo.
- J� apagaram, n�o se preocupe. - Sempre h� algum problema nesta casa.
- Voc� os tem sobre os olhos? - Voc� � amigo deles?
- De certa forma. - N�o sou intrometida, nem nada disso.
Mas desde que eles mudaram h� alguma festa ou reuni�o. Alguma maldita coisa.
Perdoe minha linguagem. N�o tenho nada contra eles dois.
Mas � tudo sempre "Gay isto", "Gay aquilo". Gay, gay, gay.
- J� chega disso. - Voc� viu algo l� em frente hoje?
- Antes dos bombeiros chegarem? - Sim.
N�o, n�o, apenas Eddie que passou correndo a caminho do trabalho.
Geralmente passa correndo pela manh�. Ele estava atrasado, eu suponho.
- Quando foi isso? - Creio que faz uma hora.
- Faz uma hora? Est� certa? - Claro que estou certa!
Eu passo uma hora e 45 minutos aqui todas as manh�s. N�o se tem
este tipo de corpo sentada em frente a TV vendo Terry Springer.
N�o Sra., suponho que n�o.
- Est� certa que era Eddie Sand? - Certa!
Tatuagem, brinco, muitos m�sculos.
Isso n�o � comum neste bairro, correndo pelas cal�adas.
Eu estou suando como uma porca esta manh�.
Gostaria de entrar e tomar uma limonada ou algo assim?
Eu adoraria isto, obrigado, mas... eu tenho que trabalhar.
Ent�o outro dia. Sempre deixo a porta dos fundos aberta.
Por via das d�vidas.
Cristo, n�o fa�a isso.
- N�o gosto que me assustem assim. - Sou eu mesmo, John.
T�o pouco gosto que mintam para mim.
- O que? - Voc� est� me usando.
Eu sou muitas coisas, mas eu n�o sou idiota.
- N�o tenho id�ia do que voc� fala. - John!
Meu Deus! Voc� est� bem?
- Eu vi os bombeiros e a fuma�a e pensei que... - Estava morto?
Vamos, Eddie, sabia que estava vivo. Voc� estava vendo tudo.
- Do que est� falando? Eu estava trabalhando. - Verdade?
Sua vizinha te viu correndo em frente a a casa antes do fogo come�ar.
- Eddie... - Est� louco, n�o era eu.
O descreveu. Eddie, m�sculos, tatuagem e o brinco.
E n�o parece o tipo de homem que uma menina deixa passar sem olhar bem.
Eu juro que estava trabalhando. Voc� acredita em mim, John, certo?
Baby, eu n�o te faria mal.
Rett Koontz.
- O que � Rett Koontz? - Um dos amantes de Slinger.
Ele se parece muito com Eddie.
Slinger deve t�-lo enviado para culpar o Eddie.
- Tome. - Tome. V�?
Agora voc� sabe o que n�s enfrentamos.
Eu n�o sei nada.
Mas eu tenho maneiras para descobrir, e te prometo...
que se voc� est� me usando, eu voltarei e enfiarei o cheque no teu p�.
N�o, Allison, n�o � bem o que aconteceu outro dia l�. Eu preciso de voc� aqui. Agora!
Porque minha casa n�o est� acabada!
Al�?
Donald!
Oi, bonit�o.
Como foi seu passeio?
Bem, bem. Exceto pelo final, quase tenho um enfarte. O que voc� est� fazendo?
Precisava de um alvo macio, e nossa chamin� est� em conserto.
- Voc� acertou a madeira? - Sim.
Eu levarei isto para que Karen Payne no laborat�rio me fa�a um favor.
- Donald, o que � tudo isso? - Bom...
volto mas tarde. Se voc� tiver sorte trarei uma garrafa de vinho.
Eu lhe darei um conselho. Nunca se case um detetive particular.
Vamos, vamos, vamos...
Sr. Strachey?
Detetive Bradley Bailey. Departamento de pol�cia de Albany.
Se importa em vir comigo?
Gosta de Albany, senhor Strachey?
Na realidade, sim. Estou me acostumando � minha casa nova.
- H� muito trabalho por fazer. - Voc� e seu... amigo?
- Olhe, Dtve. Muralha... - Bob. pode me chamar de Bob .
Todo o mundo me chama Bob. Eu posso te chamar de Donald?
Continue.
H� alguma raz�o para andarmos em c�rculos, Bob?
H�, Donald. H� coisas que eu quero falar com voc� e � melhor que seja em particular.
- Quer dizer, entre homens. - O que se passa?
Quanto sabe sobre seu cliente, John Rutka?
Se sabe que ele � meu cliente tem resposta para sua pergunta.
Eu suponho que sim.
E... voc� � membro da comunidade homossexual?
Acredita que John Rutka contrataria algu�m que n�o fosse?
- Um homem honesto � dificil de se encontrar. - Eu sei disto.
Quer dizer que nunca participou de uma tentativa de falsificar uma reportagem
de uma tentativa de homic�dio?
- Me pergunta ou me acusa? - Acalme-se, Donald.
Esta � uma conversa tranquila entre cavalheiros.
Continua me dizendo isso, mas eu sinto que preciso de um advogado.
Eu conhe�o John Rutka por toda minha vida e a �nica coisa que eu posso dizer
sobre ele � que � um excelente mentiroso.
- De que maneira? - De todas as que ele possa.
Deus, desde que tinha 6 anos ele mente sobre tudo...
dos seus deveres em casa aos da escola, aonde ele ir�
ou onde foi. Ele quebrou o cora��o de sua m�e.
Muitas crian�as mentem, Bob. Por que Rutka � diferente?
Ele n�o perdeu o h�bito.
Em novembro de ano passado estava preso em Nova Iorque
por roubo de drogas e receitas no um hospital onde trabalhou como enfermeiro.
Eles retirariam a acusa��o se ele concordasse em partir.
Bom, ele n�o era um coroinha.
O bom � que ele se foi. Tinha uma bela voz.
Mas agora...
Por que quer causar tanta dor nas pessoas?
- Ele diz que faz por uma causa. - Por que aqui e n�o em Manhattan?
Ou em outra parte?
OK, detetive Bailey. Do que estamos falando?
John Rutka e Edward Sand ir�o para a pris�o se eles continuarem em Albany.
Eu quero que os conven�a a deixar a cidade.
- Albany � seu lar, eu duvido que eles partam. - Se eles partirem, eu os perdoarei em algumas coisas.
Eu falei com pessoas da gr�fica onde o Eddie trabalha.
- Adivinhe. Hoje era seu dia de folga. - N�o vai bem com o caso, Donald.
John Rutka tem mentido por toda a vida e eu sei que ele mente agora.
- Acredita que eles prepararam tudo isso? - Sim. E agora eu terei que acusar
a ambos por inc�ndio premeditado e provavelmente fraude.
E n�o queria fazer isso a algu�m que conhe�o por toda a vida.
- Eu entendo seu problema. - Voc� falaria com eles... Sr. Strachey?
Como cavalheiros.
- Voc� est� louco? - � a oferta dele, John. Voc� deveria aceitar.
Pegue suas coisas e v�.
Bailey � um fascista. Quando n�s �ramos as crian�as
n�s �ramos os amigos. N�s �ramos. Mas agora...
querem me tirar daqui.
E ele quer me pegar, igual aos outros policiais homof�bicos.
Incluindo os que te pegaram drogas roubando no hospital?
Era morfina!
Para o amante de um amigo!
Ele estava morrendo, tinha dor, implorava!
Alguma vez experimentou um horror assim?
- Sim, j�. - Em resumo, eu n�o roubei isto para mim.
Eu paguei isto com meu trabalho. E minha licen�a de enfermeiro.
� uma vergonha como pessoas sofrem com o sistema de sa�de
porque as pessoas do sistema s� querem fazer outro milh�o de d�lares.
Voc� n�o deveria estar no trabalho? Ou � seu dia de folga, como ontem?
- Sim, o Sr Bailey chamou a "C�pia e imprime". - Eu estava l�. Eles mentiram.
Eles n�o podem dizer � pol�cia que eu nas folgas sem pagamento.
- Isso � ilegal. - Tamb�m o inc�ndio premeditado.
Um momento. Voc� est� do lado deles. N�o �?
Voc� acredita neste babaca do Bailey em vez de outro homossexual.
- Voc� se odeia tanto por ser gay? - Poupe-me do discurso, eu j� ouvi isto.
� isso, n�o �?
Voc� se odeia.
Eu sei tudo sobre voc�, Donald Strachey. Eu sei o que aconteceu com voc�.
Eu sei como voc� terminou assim.
- J� basta. - Como foi isso para voc�?
O que voc� sentiu ao se olhar espelho e ver um homossexual?
Voc� provavelmente deseja se matar, s� quer morrer.
- John! - Eu desisto!
Quer dizer, foge! Da mesma forma como fez com sua vida!
�s vezes � necess�rio tomar posi��o firme e lutar!
Tomara que se sinta bem consigo mesmo, Strachey.
Hoje eu recebi outra mensagem. Me disseram que da �ltima vez foi a casa...
mas na pr�xima serei eu.
Eu serei a pr�xima estat�stica da morte de gays e pesar� na sua consci�ncia.
Fujo o cacete! Eu o devolverei seu cheque. Descontarei os gastos.
Eles me matar�o, Strachey!
E quando estiver morto saber� que a culpa � sua!
Maldito padre que se odeia, viado!
Gay, gay, gay. Tudo � sempre gay.
Que diabos � isso?
- Eu gosto, � retr�. - N�o pedi retr�, eu pedi minimalista.
- Ele soma car�ter ao ambiente. - Est� bincando?
Parece que Liberace me lan�ou uma bola no telhado.
- Donald, diga-me que voc� odeia o lustre! - Eu odeio o lustre.
- Dia ruim no escrit�rio? - Desapare�a com ele.
- Vai te custar. - Allyson...
Eu sei tudo sobre voc�, Donald Strachey.
Eu sei o que aconteceu com voc�. Eu sei como voc� terminou assim.
Donald?
Voc� est� bem?
Sim, sim.
- S� estava pensando. - Como vai Rutka?
N�o vamos falar de Rutka esta noite. OK?
Me soa bem.
- Vista-se - O que?
- Vista-se! - Estou vestido!
- Vista-se para sair! - Sair?
Sair esta noite?
Bom dia.
E ent�o as not�cias esportivas. Primeiro as not�cias da WXRN
que tem Carolyn Clark com as not�cias.
As �ltimas not�cias no distrito da capital � que um ativista local dos
direitos de homossexuais foi encontrado morto em
Donald!
O corpo de John Rutka foi achado em um celeiro abandonado
a 10 milhas de Albany. Parece ter havido a inten��o
de destruir o cad�ver com fogo.
A pol�cia local n�o fez coment�rios mas n�s lhes daremos todas
as mais recentes informa��es, � medida que as tivermos.
Al�!
Sim.
Sim, Strachey falando.
Estava trabalhando. A pol�cia veio me buscar.
Disseram-me o que lhe fizeram.
Aconteceu do jeito que ele falou que aconteceria.
Como ele disse-lhe que aconteceria.
Ele te pediu ajuda, n�o?
E voce n�o fez nada.
N�o fez merda nenhuma.
Eu posso te dizer que me sinto como um merda?
Algo mais?
Jesus!
Seja quem for, queria seus documentos, e como John n�o lhe deu, ele o matou.
- Voc� chamou a pol�cia? - John n�o confiava neles, nem eu.
Eddie, John iria usar os arquivos de tr�s homens para o pr�ximo
n�mero do "Reporter".
Sim, ele... mencionou algo sobre isso.
Me disse que os poria aqui para revis�-los depois.
Aqui.
Congressista Slinger.
S� disse a coisa mais importante que � ser voc� mesmo
e toda essa merda, e vivia escondido. John pensava que at� as suas
marionetes eram gays.
Deveria ter mais um. Voc� sabe quem era?
Ele nunca mencionou a ningu�m, mas... Eu me lembro que ele disse que era algu�m
que ele conhecia desde que era o menino.
O chamou de "Babaca hip�crita mais perfeito".
N�o est� aqui, mas...
- Voc� acha que foi ele que matou John? - John tinha um �ndice do arquivo?
Sim, no computador.
Banco de dados, documentos de finan�as, a agenda.
Pegue isto. Tudo. � preciso tirar isto daqui.
- O que? - � uma investiga��o de assassinato.
Os policiais v�o revistar a casa.
Se algu�m tomar posse disto, tem um neg�cio instant�neo de chantagens.
- Eu porei isto a salvo. - Onde?
Eu tenho uma id�ia.
Um pouco cedo para vender m�veis velhos.
Temos que esconder estas coisas. Ajude Eddie com o resto.
- Eddie? - Sim.
Eddie Sand?
Meu Deus, Eddie!
Ol�, ol�. Lamento muito sobre John.
- Obrigado. - Eu n�o concordei sempre com
o que fazia. Mas...
Ele s� tentou conseguir algo bom.
Escute, se eu puder fazer algo. O que for...
Eu lhe agrade�o por isto.
Eu posso te preparar uma bebida? Eu sei que � um pouco cedo...
Eu acho que dadas as circunst�ncias... n�s podemos fazer uma exce��o.
- Filho da puta! - Donald, o que foi?
Minha amiga do laborat�rio de Bal�sticas diz que a arma da sua casa
� igual � da bala da perna de John.
- N�o sei do que voc� est� falando! - N�o me foda, Eddie! Voc� atirou nele?
Caralho, est� tudo acabado! Me conte a verdade, Eddie!
- Voc� atirou? - Sim!
Sim, eu atirei. Eu fiz isto.
Foi id�ia do John, n�o minha.
E voc� que lan�ou a garrafa incendi�ria na casa. N�o?
Sim. Eu fiz isto.
Ele planejou tudo.
queria fazer algo como... televis�o real.
Chamar a aten��o.
Mostrar o tipo de perigo em que estava.
Eddie... Como pode atirar seu namorado?
Eu n�o sei.
Me disse que tinha que fazer isto. Disse que fazia parte do objetivo.
- Me fez passar mal. - Por que eu?
Por que me puseram nisto?
Porque eles o amea�aram e a pol�cia n�o o ajudou!
Pensou que se voc� se envolvesse voc� lhe salvaria a vida!
Mas isso n�o ajudou em nada.
Onde est�, Eddie?
O que?
Onde caralho est� John Rutka?
O fogo foi t�o forte que fundiu a dentadura e a mand�bula.
Ele tem o p� destru�do por uma bala. Tudo est� em ordem, � John Rutka.
O que significa que � dele.
Eu falei com ele sobre o que voc� me pediu, que sa�sse da cidade.
- Obviamente... - Obviamente.
Deve ser dif�cil para voc� tamb�m.
Ver que aconteceu algo assim para alguem que se conhece desde crian�a.
� uma maldita l�stima. Voc� continua um homem honesto, Donald?
- Eu continuo tentando. - Bem.
Um amigo escutou uma hist�ria sobre alguns arquivos que John teria.
Com as fotos de muitas pessoas homossexuais da �rea.
- Voc� saberia onde eles est�o? - Voc� revistou a casa dele?
Eu tenho a permiss�o da patente e voc� n�o respondeu minha pergunta.
John Rutka era um mentiroso. Bob, tinha raz�o.
Provavelmente mentiu sobre esses arquivos.
Talvez. Ou n�o. Mas voc� me diria se soubesse de algo. N�o?
Eu te direi algo.
Farei perguntas por a�.
Se eu descubrir algo voc� saber�. OK?
� justo.
Isso � tudo. Uma assinatura mais. Parentes mais pr�ximos.
- Eu pensei que os pais dele estavam mortos. - Est�o.
Ele n�o te falou da sua irm�?
Meu irm�o era uma desastre. E um mentiroso
Por�m era meu irm�o e isso conta. N�o?
Sinto muito, Ann. Por voc� e John
Te agrade�o, Bob. Obrigada
O funeral � s�bado, 9 :30, Saint Michael.
Estarei l�.
Eu me prometi que n�o deixaria que isto me afetasse.
Se n�s pudermos fazer algo, chame.
- OK. - OK.
Eu tenho que ir.
O advogado enviou o testamento e tenho um mont�o de merdas para fazer.
Voc� acredita que ele me deu uma parte do boliche para ser am�vel
ou para me foder uma �ltima vez?
Talvez um pouco de ambos.
Ann, oi. Sou Donald Strachey, eu sou
investigador particular; estava trabalhando com seu irm�o e Eddie.
- Lamento muito sua perda. - Obrigada.
- Como o Eddie est�? - Ele vai bem.
Acho que ainda est� em choque.
Deus deve ter sido horr�vel. Primeiro se separaram e agora isto.
� horr�vel!
Ele te deu a impress�o que eles tinham separado?
Bem isso presumi. O testamento...
- Testamento? - Ele n�o deixou nada para Eddie.
- Para quem ele deixou? - Para mim.
- Voc� est� surpresa. - Sim, eu estou.
N�o te parece estranho n�o saber que algu�m o colocou no testamento?
OK, eu acho que sei para onde isto caminha. Eu te direi algo. OK?
John era um problem�tico, mas era minha fam�lia e ele queria isto.
Se voc� achou por um segundo que ele eu o matei pela metade de um boliche
e uma casa maldita, voc� est� louco. OK?
Ent�o com licen�a, mas eu tenho que ir enterrar meu irm�o.
Imbecil!
- Isso que � ser sutil, Donald? - N�o...
Elas normalmente me batem.
Cabo, John.
Sim, Cabo John, aqui mesmo.
- Tem tido sorte? - Ainda n�o.
Todas as pastas do banco de dados est�o aqui.
Procure pelo "o mais perfeito..."" Como John chamava o cara?
O babaca hip�crita mais perfeito. Foi o primeiro que procuramos...
mas n�o h� nada com esse nome.
Mas h� muitos para todos os demais.
Levamos horas nisto e s� estamos no C.
- Est� tarde, eu tenho que ir. - Eddie, voc� n�o tem que
partir. Pode ficar conosco at� que voc� ache algo.
Obrigado, muito obrigado, mas eu tenho que ir trabalhar.
- Voc� voltar� a impress�o? - O espet�culo continua.
- Nos vemos amanh�. - OK.
Eddie!
Olhe...
Este � o cheque que John me deu.
Ia lhe devolver mas talvez devesse ficar com ele.
N�o, obrigado.
O trato era entre John e voc�. � seu.
Considere como um pagamento por achar algo, como um adiantamento.
Est� bem. Boa noite.
Olhe, Eddie.
- Que tipo de carro voc� e John usavam? - Toyota.
John n�o gostava de carros americanos. Ele dizia que eles bebem gasolina
igual como ele bebia vodca antes. Por que?
Pens�vamos em comprar um carro novo. N�o � nada.
- Boa noite. - Boa noite.
N�s compraremos um carro novo?
N�o, amor.
Voc� acha uma boa id�ia que ele v� s�? E se acontece algo?
V� para a janela. V�!
O que voc� v�?
Nada. N�o, espere!
Eu vejo Eddie caminhando na cal�ada.
Olhe para o outro lado, deve ter um carro grande azul, com dois
caras dentro, provavelmente bebendo caf�.
Sim. E comendo rosquinhas.
Pol�cia!
Bob Bailey tem posto vigil�ncia em Eddie desde que eles acharam
o corpo de John. Est� t�o seguro como em sua pr�pria cama.
Confie em mim. Olhe isto.
- A conta do banco de Rutka? - Primeiro regra da investiga��o, amor.
Siga o caminho dos tijolos amarelos.
Bom, Dorothy.
John me pagou com um cheque que dizia Incorpora��o Rutka.
Certamente era assim que ele pagava os babacas que lhe davam informa��es.
Ultimamente te disse que voc� � um g�nio?
N�o ultimamente.
Aqui est�. E ali!
- Reportagem do terreno? Por favor. - Maldi��o. S�o iniciais.
N.Z.
H� outra. D.R.
E HG. Parece que todos eles recebiam igualmente, uma vez por m�s.
Para D.R. n�o, ele faz mais que os outros dois juntos.
1400 d�lares por m�s.
- � por aqui que come�amos. - Como descobrir quem � D.R.?
Vamos. Onde se descobre o que acontece nesta cidade?
Sim, eu sou Dick Steele.
Eu tamb�m.
Estou muito excitado.
Sim, sim, o tenho duro. Eu o tenho muito duro.
Eu preciso de voc�i!
- Sabe o que � melhor do que isto? - Eles trabalham pelo sal�rio m�nimo?
Sim, isso � bom. Mas o melhor �...
Eu sou o que posa. H� s� um Dick Steele. Mas aqui tem 12.
Fa�o em uma hora o que fazia em um dia com clientes em um hotel.
V� isso? Voc� � um bom exemplo da livre empresa.
� o estilo americano. O que houve?
Eu preciso falar com voc�. Pode ser em particular?
Eu pensei que voc� nunca pediria isto.
� hora de minha bebida de ervas das 2 da tarde.
O corpo � um templo, Donald.
Sim, eu vi seus servi�os de ora��es.
Eu preciso de informa��es, Dick.
Que tipo de informa��o?
Alguns de seus clientes tem sido acusados por John Rutka?
- Em outros palavras. Eu sei quem o matou? - Voc� � mais que algo bonito, Dick.
Claro que sei quem pode t�-lo feito.
Todos os gays cl�ssicos de Albany odiavam Rutka.
Mas se um de meus clientes realmente fez isto? Eu duvido.
� hora da minha sess�o de fotos das 2 e 15.
- Voc� se importa que eu me troque? - V� em frente.
Alguns de seus clientes secretos � da pol�cia?
Sabe que eu n�o posso responder isso. Viola a confian�a de meus clientes.
- Isso � sagrado. - N�o faria isso.
Eu lhe darei algumas iniciais e voc� me dar� nomes dos que talvez sejam clientes.
- Voc� pode fazer isso, verdade? - Vamos esquecer isto e vamos nos divertir.
As rubricas... Dick.
H.G. D.R. N.Z.
Voc� quer isto.
H.G. D.R. N.Z.
Est� bem!
Eu sei que eu te devo uma. Me ajudou uma vez com aquele cara.
O que me pede que fa�a � o mesmo para o que eles odiavam Rutka.
Mas John Rutka est� morto.
Eu tento achar o assassino e voc� pode me ajudar.
- Com isto estaremos quites? - � um come�o.
Bem.
N�o conhe�os os dois primeiros. Mas o �ltimo, N.Z.
Nathan Zanck. Tem que ser Nathan Zanck.
Bem vindo ao hotel Plaza Parmelly. Eu posso ajudar?
Bem vindo ao hotel Plaza Parmelly. Eu posso lhe ajudar?
Bem vindo ao hotel Plaza Parmelly. Eu posso ajudar voc�?
Bem vindo para o... Hotel Plaza Parmelly. Eu posso ajud�-lo?
Eu procuro Nathan Zanck.
Claro. Posso dar-lhe o seu nome?
Diga-lhe que sou amigo de um amigo.
Ser� s� um momento.
Sr. Zanck, um cavalheiro o procura.
Ele n�o quis dizer.
Diz que � amigo de...
Sim, senhor.
Sim senhor.
Eu lamento, o Sr. Zanck n�o est�.
- Verdade? - Verdade!
Eu posso ajudar?
- Oi Nathan! - Que diabos...?
Sinto, Senhor Zanck, ele disse que eu iria para a pris�o se...
- Quem diabos �? - Donald Strachey. Detetive particular.
Trabalhava com John Rutka. Como voc�.
- N�o tenho id�ia do que fala. - Eu te ajudarei.
John Rutka lhe pagou dinheiro todo m�s em troca de voc� lhe contar coisas como esta.
Sr. Zanck, � permitido fazer isso no hotel?
Saia daqui agora!
V�.
Eu ouvi falar de voc�.
Voc� � o mariquinha que est� criando problemas.
Voc� n�o tem nada contra mim, ent�o v� vender o seu traseiro em outra parte.
Talvez eu fa�a isto.
Depois de dar o relat�rio de finan�as de Rutka para a pol�cia.
E com seu nome por toda parte, com quantidades e datas.
Sim, se combinar isso ao testemunho do asno que trabalha l� fora...
provavelmente n�o trabalhe nunca mas em nenhum hotel.
- O que quer? - Saber que s�o as estrelas
dos filmes que voc� vendeu a Rutka.
Eu n�o me lembro disto.
Talvez possa refrescar-lhe a mem�ria.
Est� bem. Bem!
Era Slinger, Bruno Slinger. O congressista.
Vinha a cada dois meses com um passarinho da televis�o.
Ronnie Linkletter com Slinger? Juntos? Tem certeza?
Sim! Bruno o for�ou a masturb�-lo com uma marionete. Era repugnante.
- Nem tanto para n�o vend�-lo. - Uma menina tem que ganhar a vida.
- Quem mais? Vamos. - Eu n�o sei.
H� um terceiro! Um que Rutka chamava "O perfeito viado hip�crita".
- O que? - Algu�m que Rutka queria mais do que ningu�m!
Eu n�o sei! E se ele soubesse isto, ele n�o dizia nada a ningu�m.
Quem mais? Talvez outro viado que vendia estas merdas a Rutka.
Eu n�o sei! N�o, por favor! OK! Est� bem!
OK, maldi��o!
Howie Glates. Trabalha na fonte do �den. Na rua Toledo.
Muito bem, Nathan. Esse � H.G.! Diga-me quem � D.R.!
Eu n�o sei, caralho! Della Reese! Jesus cristo, tire ele daqui!
Ser� muito dif�cil explicar isto!
Obrigado, Nathan.
Mais uma coisa.
N�o, n�o!
S� te livro de toda a tenta��o.
N�o � o melhor dia de pedir um aumento a seu chefe.
Ol�, Howie!
- Eu n�o te conhe�o. - N�s temos um amigo em comum.
- John Rutka. - Eu temo que tamouco o conhe�a tamb�m.
Verdade? Por que ele te deu mais de 6 mil d�lares no �ltimo ano?
Por servi�os de limpeza?
H� bact�rias por todas as partes em um lugar como este.
Doen�as. Algu�m deve esterilizar as coisas.
H� 90 refer�ncias de voc� e seu motel nos arquivos financeiros de John Rutka.
N�o acredito que seus clientes gostem de saber que voc� vende nomes deles.
Bem. Voc� est� me chantageando.
- � o objetivo da visita? - N�o � isto.
Eu quero saber sobre Ronnie Linkletter.
Eu sinto muito. N�o vejo televis�o.
- Muito ruim, Howie! - Eu n�o sei nada...
Talvez seu c�rebro n�o receba bastante oxig�nio. Eu resolverei isso, Howie.
Tente isto.
O que acha?
Eu acho que se respirar oxig�nio puro mais alguns segundos...
o c�rebro come�a a inchar, at� que empurra o cr�nio por dentro.
E quando ele n�o tiver para onde ir, explode como uma laranja podre.
Deixe tentar novamente. OK, Howie?
Ronnie Linkletter.
Costumava vir todas as quartas-feira com o namorado.
- Bruno Slinger? - N�o. N�o era Slinger.
Ele eu conhe�o. Era outra pessoa.
Eu nunca pude v�-lo de perto. Eu tentei.
Sr. Rutka havia me pago muito por isso.
Mas dirigia um Buick azul, muito grande com vidros escuros.
- N�o podia ver dentro. - E a placa?
Claro.
O Sr. Rutka quis que eu anotasse coisas como essas.
Ele me pagava um extra. Principalmente por isto.
Ele disse que queria delatar o viado mais perfeito.
- Ele fez isto? - N�o.
N�o depois que entrou no quarto 3 no m�s passado.
O que aconteceu no quarto 3, Howie?
O espelho... no teto.
Eu suponho que com tantas horas de golpes na cama os parafusos se soltaram.
Ele caiu.
- E o namorado morreu? - Eu n�o sei.
- Howie... - N�o, n�o! Eu juro. Eu juro.
Ronnie deve ter chamado algu�m no seu celular.
Porque apareceu um carro branco. Dois homens desceram com casacos longos.
Como negociantes ou mafiosos.
Eu tive medo que o namorado de Ronnie fosse um chef�o ou algo assim.
Assim, eu n�o pus meu nariz nisso.
Um dos homens partiu no carro branco e o outro no azul do namorado.
- Voc� contou isso para algu�m? - N�o.
Ronnie me deu mil d�lares pelo sil�ncio.
Assim eu entrei, limpei o sangue e arrumei a cama.
- E a pol�cia? - N�o, nada de pol�cia.
Eu aluguei este quarto uma hora depois para um an�o e duas prostitutas.
Foi uma boa noite.
29 de novembro. O registro do carro azul.
- E o outro carro, o branco? - Eles cobriram a placa, eu n�o vi.
- Voc� vendeu tudo isso para Rutka? - Claro.
Tinhamos um acordo. � uma l�stima o Sr. Rutka.
- Voc� gostava dele? - Que nada.
Mas eu gostava do seu dinheiro.
Se me permite, senhor Strachey,
tenho coisas para limpar.
Watson? O que voc� faz a� fora?
- Departamento de ve�culos. - Oi, Helen, � Donald Strachey.
Oi, bonit�o. Voc� continua a ser gay?
- Voc� continua t�o bonita? - Me d� a placa e eu checarei para voc�.
Bem, bem, bem. N�s temos problemas.
- Por que? - O �ltimo cliente do dia
sempre traz problemas. Sempre perco dinheiro quando fa�o um trato.
- Eu sou Murphy. Seu nome? - Strachey. Donald Strachey.
- Que tipo de carro tem em mente? - Este mesmo.
Eu admiro seu gosto mas este est� vendido. � meu.
- Mas se quiser outro igual, eu tenho... - N�o, Senhor Murphy, me interesso por este carro.
E por que o estacionavam em frente ao Motel Fonte do �den todas as quarta-feira.
- Eu sinto, esqueci seu nome. - Strachey.
Eu sou detetive particular, investigo a morte de John Rutka.
O conhecia?
- O gay que apareceu queimado? - Esse, o gay. Conhece?
Eu n�o conhe�o gente assim, e nunca fui ao motel Jardim do �den.
Ele se chama Fonte do �den, senhor.
E talvez voc� nunca tenha ido, mas seu carro sim.
Por que n�o me diz quem dirigia e seu nome e a pol�cia n�o ficar� sabendo, h�?
Quem dirige meu carro n�o � problema seu.
E o mais importante � quem quer que seja n�o tem nada a ver com Rutka.
- Por que, porque est� morto? - Quem diabos voc� pensa que �?
Voc� vem a meu neg�cio maldito e me acusa de Deus sabe o que!
- Bem, fique calmo... - N�o me fale para eu me acalmar!
- Eu n�o vou te contar nada. Escutou? - Sr. Murphy!
- Nem uma maldita coisa! - Fique calmo!
- V� � merda! - Acalme-se!
N�o me diga para eu me acalmar! Saia daqui!
- Bem, fique com...! - Fora daqui! Saia!
V�, saia daqui, voc�...!
Maldito filho da puta.
Watson?
Timmy, Timmy!
Timothy!
Onde est�o os arquivos? Diga-me ou eu te arranco sua cabe�a!
Para quem voc� trabalha?
Timmy! Timmy!
Fale comigo!
Timmy...
- � voc�? - Eu estou aqui.
Quando eu for... n�o, deixe-me. Me escute.
N�o quero que voc� fique s�.
Eu quero que voc� encontre algu�m.
Algu�m... gordo e feio, com um pinto muito pequeno.
- Cachorra! - N�o me fa�a rir!
- Sinto muito. - Eu n�o sei onde d�i mais...
a cabe�a ou perna.
- Um para sua cabe�a. - Obrigado.
E outro para sua perna.
- Obrigado. - E at� tem um para voc�.
Eu sinto muito.
Perigos da profiss�o, ser casado com um detetive.
- Quem foi? - Eu n�o sei, n�o o vi bem.
Eu te prometo que estar� mancando em alguns dias.
- E os arquivos? - Seguros, por enquanto.
At� que chegue em casa hoje e os queime.
O que?
- Donald, n�s n�o achamos o cara certo. - N�o me importo.
- Terminou. - Voc� se rende?
Voc� se lembra do que me falou quando tudo isso come�ou?
Que esses arquivos e o conte�do deles arruinam a vida de pessoas.
- J� come�aram contra n�s. - Eu sei o que disse.
Mas isso foi antes de John Rutka morrer.
- Eu chamarei um m�dico, voc� tem dano cerebral. - N�o, escute.
Algu�m matou o namorado de Eddie e ningu�m se importa com isto.
Menos n�s.
Se importa com John Rutka? E o que acontece com o certo e o errado?
Bom... Eu ainda n�o acho que John estava completamente certo.
Mas eu sei que o assassino dele est� errado.
Voc� tem que terminar com isto, Donald.
Por ele.
E por n�s.
Voc� pode ser o que quiser...
Porque voc� � especial! Porque voc� � voc�!
- Merda! Voc� me pisou novamente. - Cortem!
Jesu Cristo, dois passos � direita e um � esquerda, idiota de merda.
Sabe o que mais? V� a merda voc�, Ronnie! N�o distingue ambos os p�s.
- Comecemos novamente! - V� ao caralho! Eu n�o posso mais!
Eu irei para meu camarim! Sai da minha frente viado!
Vai se foder, Ronnie.
- Ol�, Ronnie. - Merda.
Voc� se sente livre para se ser voc� mesmo hoje?
- Vou chamar a seguran�a. - V� em frente.
Provavelmente John Rutka tamb�m te pagava.
- O que voc� quer? - Como est� seu namorado?
- Voc� n�o sabe o que est� falando. - Claro que sim, Ronnie. Seu namorado.
Ele te tra�a todas as quartas-feira no motel Fonte do �den.
Voc� se lembra? A batida quando o espelho caiu.
- Ele morreu? - Deixe-me em paz.
Ele sobreviveu?
Decidiram terminar o problema com John Rutka eliminando-o?
Voc� estava l� na quarta-feira passada? Voc� e seu namorado fizeram
um churrasco com John Rutka como prato principal?
Eu n�o tive nada a ver com isso.
- Estava em uma reuni�o. - Com quem?
- N�o eu tenho que lhe dizer nada. - Adivinho. Bruno Slinger.
N�o se preocupe, querido.
Eu n�o vim acusar nenhum dos dois. OK?
S� preciso de respostas e voc� precisa de uma �libi.
Era Bruno?
- Sim. Se ele descobre que eu falei isto para voc�... - O mataria?
- N�o! Ele n�o � assim. - Mas seu namorado sim. N�o �?
O da fonte do �den...
N�o era meu namorado.
Nunca foi meu namorado.
Eu te farei um favor, Ronnie. Certo?
Voc� me contar� o nome deles.
E eu eliminarei os arquivos de Rutka sobre voc�s dois.
N�o est� em nenhum arquivo. � muito cuidadoso.
OK, continue vivo. Certo.
Diga-me o nome dele, Ronnie.
Me conte o nome maldito dele!
- Eu acho que vou vomitar. - Ronnie!
Por que voc� faz isto?
Por que voc� o protege, Ronnie? O que voc� sabe?
Feriu meu p�.
- Olhe, o homem de meus sonhos. - Cale-se, caralho!
Ora, o congressista Slinger.
Bruno, as fotos n�o te fazem justi�a, mas muito poucos homens
ficam t�o bem com couro apertado no �nus e no p�nis.
- Onde meu arquivo est�? - A pergunta de um milh�o de d�lares.
Uma l�stima que aqui Vin Diesel n�o pode contestar.
Chega!
Olhe Strachey, eu n�o tenho qualquer coisa contra voc�.
Eu s� quero o arquivo de Rutka sobre mim.
- Sem fazer perguntas. - Eu tenho um problema, porque eu tenho perguntas.
Sobretudo por que voc� matou John Rutka. Um homem poderoso
como um congressita, pode resolver uma situa��o de um modo melhor.
Boa tentativa. Mas n�o o fiz. Quem dera tivesse feito.
Mas n�o � meu estilo.
Voc� � bem mais o tipo de republicano que seq�estra e tortura.
Olhe.
Eu n�o tenho tempo para brincar de gato e rato, Strachey.
Voc� sabe onde estava quando queimarem Rutka.
E j� falou com Ronnie, assim fa�amos isto r�pido.
- Onde meu arquivo est�? - Voc� quer saber?
Venha aqui.
Eu te direi.
Em uma caixa forte em um banco do centro.
Com um aviso, que se algo acontecesse a mim ou a Timmy, ele ir� direto para a imprensa.
Me mate Bruno e voc� e seus amigos sair�o na primeira p�gina.
Obrigado, bonit�o.
Se voc� se cansar disto, me chame.
Quanto isto vai me custar?
- 10, 20? - Um.
Responda uma pergunta...
e eu lhe darei o arquivo.
- Me d� primeiro. - N�o!
Quem era o amante de Ronnie Linkletter antes de voc�?
- Isso � tudo, � sua pergunta? - Sim.
F�cil. Eu n�o sei.
Ronnie n�o fala sobre ele. Ele nunca menciona o nome dele.
O que eu gosto, significa que ele n�o falar� de mim.
Agora. Onde est� meu arquivo?
Eu te enviarei.
Se me foder, terminar� como Rutka!
- E eu acenderei o fogo! - Vamos, Slinger!
- Mentiria para um funcion�rio do governo? - H� algo mais.
Deixe Ronnie em paz. Ele j� est� bastante fodido
com toda esta merda . Algu�m em quem confiava o traiu.
- Algu�m em quem confiou? - Vamos, Strachey, voc� � o detetive!
Vamos, Strachey, voc� n�o fez os seus deveres?
Rutka era como um irm�o mais velho para Ronnie.
Eles tiveram uma briga h� algum tempo. E isso era tudo.
- Por que a briga? - Eu n�o sei.
Rutka quis acusar um padre, e Ronnie n�o quis ajud�-lo.
Ronnie era religioso?
Voc� realmente n�o sabe muito. N�o �?
Rutka ouviu Ronnie cantando no coro de Saint Michael.
E o convenceu a entrar no mundo do espet�culo.
Sim � que parece que o espet�culo s�o as marionetes.
Por que eu tenho que ir a diocese? O padre Morgan te conhece.
Sim, mas ele gosta de voc�. Somente descubra quem era o padre da
par�quia de Saint Michael quando John Rutka era menino. OK?
Voc� n�o me for�aria a isto se n�o estivesse nesta cadeira.
- Sentando em uma cadeira! - Sentando em uma cadeira!
Poder�amos ser mais gays?
O que est� fazendo?
� Arthur Murphy, o vendedor de carros. Que faz aqui?
Ol�! Murphy. Cat�lico irland�s visita o bispo doente.
Irland�s. Como voc�. Bom, fale com ele.
Descubra a quem ele empresta o seu carros. � um Buick grande azul.
- Fale com ele! - Fale voc�!
Da �ltima vez ele tentou me decapitar com um ferro e talvez queira terminar agora.
V�!
Oi. Desculpe.
- Eu interrompo? - N�o... entre por favor.
� uma pena.
- Como est�? - O doutor diz que progride.
Ele pode despertar a qualquer momento.
Nos conhecemos?
- N�o exatamente. Eu sou Timmy Callahan. - Eu sou Jill Murphy e ele meu marido Art.
Dois Murphy e um Callahan! Um dia bom para os irlandeses.
Art Murphy. O mesmo que tem o concession�ria de carros?
- Esse mesmo. Est� comprando? - Bom, sim, eu estou.
Eu estou cansado do meu Toyota Flakker.
Flakker?
- N�o conhe�o este. - Sim, � muito pequeno.
N�s n�o cabemos, a esposa, as crian�as.
Eu preciso algo maior, talvez um Buick.
- Agora sim. Esse eu tenho! - Verdade?
- Sim, � isso. - N�o � especial?
Talvez eu possa passar por l� e test�-lo.
Boa sorte. Arthur n�o deixa que ningu�m toque no carro.
Exclua meu irm�o quando ele est� de visita.
E apenas porque descontou os impostos como caridade.
Bom, eu pagaria tudo contanto que estivesse bem de novo.
Com ajuda de Deus, ele estar�.
O bispo MacPhee �... o irm�o dela?
E ele pegou o carro emprestado.
- Isso n�o � bonito?
Mentiram sobre o espelho que caiu no bispo e quase o matou para proteger a rela��o
com Ronnie Linkletter. Eu quero saber o que mais eles escondem.
- Don, n�o me sinto bem com isto. - Timothy, por favor.
- Voc� vir�? - Sim, sim.
- Eu me encarrego. - Eu o conhe�o desde o semin�rio.
- Isto n�o... - N�o lhe custa responder.
- Eu me encarrego... - Por que... por que...?
- N�o me parece boa id�ia temb�m. - Voc� faria isso?
Pode relaxar?
- Padre Morgan. - Donald! Tim! O que os traz ao bairro?
- Timothy t�m algumas perguntas. - N�s... n�s... n�s pass�vamos...
pelo bairro, � um belo dia e n�s pensamos que...
Padre Morgan, trabalho no caso de John Rutka. Lhe � familiar?
- O ativista homossexual. - Correto.
- Uma situa��o triste. - � sim.
Eu preciso saber quem era o padre da par�quia quando Rutka era menino.
- No come�o dos anos 60. - Isso foi antes de meu tempo.
- Eu posso procurar se voc� esperar. - OK.
- Me d� um momento. Espere aqui. - OK.
Isto � bom.
- Padre Morgan. - O que � tudo isso?
- De quem � este carro? - Da diocese.
- Quem normalmente o usa? - O bispo.
At� que teve o acidente.
- E depois? - Eu o uso.
Padre Morgan, eu me temo que deva lhe perguntar onde estava
na noite do assassinato de John Rutka. Quer seu advogado?
- Eu posso assegurar-lhe... - Padre, acho que n�o me entendeu.
Est� preso por assassinar John Rutka.
Saiu do coma e isto tem sido uma loucura.
Bispo MacPhee, recorda algo do acidente?
- O que? - Sabe que investigam a diocese?
- Como se sente por isso, Bispo? - Todos fora ou os prendo! Vamos!
Eu te conhe�o.
Bispo MacPhee. Detetive Bailey, pol�cia de Albany.
- Sim. - Sr., eu preciso lhe fazer algumas perguntas.
Adeus, John Rutka. Parece que algumas pessoas gostavam de voc�.
Detetive Bailey, ele � meu " marido", Timothy Callahan.
- Prazer. - Prazer.
Seu "marido" tem ajudado muito neste caso.
- Eu lhe ensinei tudo o que sabe. - N�o havia descoberto nada por anos.
Padre Morgan? Eu pensei que apenas protegia o bispo.
N�o, ele falava do bispo. Faz anos que eu escuto rumores que
era diferente dos outros padres. Ele escolhia um menino e o usava durante anos.
Os amea�ava e os aterrorizava para que n�o falassem.
Eu li o jormal hoje. Outros homens decidiram falar.
- Por que John n�o ajudou MacPhee? - O que n�o fez em vida, fez agora.
Eu quero que saiba que John estaria muito orgulhoso do que voc� fez.
Eddie, voc� sabe que eu queria fazer mais.
Eu quero te pagar por seu trabalho. Eu falei com o advogado dos Rutka
e se voc� lhe enviar um recibo ele lhe far� um cheque.
- N�o falemos disso agora. - Para onde envio a conta?
- Para David Risutto. Ele trabalha aqui em Albany. - Ah, sim, sim!
- Voc� vai viajar? - Nada me prende aqui, sem John.
Eu voltarei a Manhattan e ficarei um tempo. Veremos o que acontece.
Eu levarei um dia ap�s o outro.
- Nos vemos depois, Eddie. - Obrigado, Timmy.
Tome cuidado.
Voc� tamb�m... Donald Strachey.
Ent�o Eddie volta � grande cidade para come�ar de novo. Caso encerrado.
Se alguma vez eu quis encerrar um caso, foi este.
- Oh, n�o. - O que?
David Risutto, o advogado dos Rutka.
- E da�? - Os arquivos de John.
14 mil d�lares para um certo D.R. � David Risutto.
Donald!
Caso encerrado?
- Sinto muito. - Jesus.
Seu irm�o deu dinheiro para um tal um David Risutto. 14 mil d�lares.
Sabe, Sr. Strachey? N�o acho que isto seja apropriado.
Por favor. Sabe por que raz�o foi?
Sim, claro. Seguro de vida.
- E o benefici�rio? - Eddie, obviamente.
- Quanto ele recebeu? - Isso realmente � assunto seu?
Diga-me se � o bastante para que continue a viver feliz para sempre!
- O que voc� quer dizer? Deixe-o. - Eddie Sand acaba de se tornar muito rico.
Desculpe, desculpe! Perd�o!
Timmy! Eu te amo.
- OK. Eu te amo tamb�m. - Bem, tome um t�xi.
O que? Donald!
Onde voc� vai?
Est� bem, chamarei um t�xi.
Eu prepararei o jantar.
Gelarei uns martinis.
Pegarei um t�xi.
Detetives particulares.
�ltima chamada para o v�o 491 para Cidade do M�xico.
�ltima chamada para o v�o 491 para Cidade do M�xico.
Quando chegarmos ao M�xico me pague um almo�o. Voc� � rico.
Donald. Que bom te ver.
Me alegra poder te agradecer por voc� achar meu assassino.
Doces?
Dentes posti�os.
Congratula��es, John. Trabalho bom.
Levou um tempo para que meus amigos do hospital achassem um corpo.
Eu coloquei uma dentadura velha e lhe demos um tiro na perna.
E tudo funcionou perfeitamente.
N�o funcionou perfeitamente, John.
Padre Murphy foi acusado de assassinato hoje e � inocente.
Que nada.
Ele ajudou MacPhee a esconder seus crimes sexuais.
- N�o cometeu assassinato. - Olhe!
Delatar as pessoas n�o adianta, Donald. J� n�o impressiona ningu�m.
Sabia que tinha que fazer algo mais para derrubar MacPhee.
J� est� feito.
O despertar do Bispo MacPhee: Viola��o e assassinato.
Sabia de tudo isso?
- E at� chorou na minha casa. - N�o. Isto eu n�o sabia.
N�o tinha nem id�ia.
Eu odiei fazer isto.
Mas a tristeza de Eddie era importante para que isto fosse real.
No princ�pio eu me zanguei, mas John voltou. � a �nica coisa que me importa.
John, se voc� entrar no avi�o eles o extraditar�o, e voc� voltar� para c�...
e voc� ir� para a pris�o por fraude contra o seguro.
Isso depende do que conte ou n�o, Donald.
Depois que o que voc� me fez passar? Eu mesmo te prenderia.
- Voc� n�o far� isto. - Olhe.
N�o, olhe voc�.
N�s levaremos o dinheiro para o M�xico para um laborat�rio farmac�utico.
N�s faremos uma rede para dar rem�dios para os pacientes de HIV
que n�o podem pagar. Aqui e em outros pa�ses.
- John, cale-se, caralho. - Ele tem raz�o.
As companhias de seguros abandonam os pacientes de AIDS
depois que eles gastam uma certa quantia.
O que mais d� uns milh�es � companhia?
Eles gastam10 vezes mais com advogados e representantes que resolvem
como aborrecer as pessoas quando elas mais precisam do seguro.
- Absolutamente merda! - Eu pe�o para voc� entender...
Voc� � um mentiroso e tem sido desde que nasceu!
N�o! N�o desde que eu nasci!
Eu aprendi a mentir.
E voc� sabe quem me ensinou?
MacPhee era um dem�nio.
N�o conte para ningu�m, John.
Ou voc� ir� para o inferno.
E a condena��o eterna se voc� contar a algu�m.
S�o palavras muito fortes para um menino. E ent�o fazia
o que fazia uma semana depois da outra. Donald, eu tinha 9 anos!
Nove.
OK. Volte. E diga-lhes que n�o estou morto, se voc� quiser.
Salve o Morgan.
Diga que voc� nos viu no carro de Eddie e voc� nos perdeu no tr�nsito.
Ou deixe-nos fazer o que temos que fazer.
Donald...
Uma vez disse que sabia sobre mim.
- De que caralho voc� est� falando? - Tinha um arquivo sobre voc�.
Sei de sua carreira militar. Voc� chegou a sargento da intelig�ncia militar.
Ia muito bem, mas lhe pegaram na cama com um tenente.
E o acusou, e saiu do ex�rcito com uma baixa...
enquanto te chamaram de maricas.
Sem lutar. Sem protestar.
Esta � sua oportunidade, Strachey.
Voc� pode fazer algo decente... para variar.
Decente.
Voc� os perdeu no tr�nsito da rodovia?
� o que voc� dir� se algu�m perguntar.
Eu os perdi. Obrigado.
Bem, San Timothy.
Onde fica isto na escala de correto e incorreto absoluto?
Eu sou um criminoso?
Come�o a perguntar-me se talvez a vida n�o seja toda em branco e preto.
No Kansas, talvez. Mas n�o aqui na cidade Esmeralda.
Boa sorte para o Padre Morgan.
Sair� livre por falta de provas. E ter �libi.
E para a pol�cia, quem matou John Rutka?
Ningu�m.
Eles investigar�o alguns meses e o caso ir� parar
nos crimes n�o resolvidos.
Em dois anos ter�o esquecido que aconteceu.
O que voc� est� fazendo?
Vamos estrear nossa nova chamin� com uma tarefa
absolutamente correta.
- Essas coisas existem. Sabe? - Eu sei.
Tradu��o e legandas: THIGSAN
Revisada por: .:MGross:.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.