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V�o embora! � muito cedo!
Hora de acordar, Wick!
Est� atrasado para o banho.
Cathy, j� chega! Deixem-me em paz.
- � voc�, Plissken? - Ele lembra-se de mim.
J� faz muito tempo, Wick.
� uma visita de cortesia, Jake?
Houve um acidente com o seu submarino.
Um avi�o o espera para Washington.
Os chef�es querem v�-lo, Wick.
Que surpresa agrad�vel, Wick. N�o nos vemos h� muito tempo.
� mesmo?
Estou vendo que n�o perdeu o senso de humor.
Claro, Steensland. O mundo � uma grande f�brica de risos.
Sentimos a sua falta, Wick.
Devia ter pensado nisso antes de dar meus desenhos aos militares.
Como vai a sua bela esposa? Ainda est� na Marinha?
Pergunte ao advogado dela.
Por que n�o vamos direto ao assunto e me diz o que houve com o Siren-1?
Temos indica��es de que o sistema nuclear do Siren-1 pode ter falhado completamente.
Mas como perdemos contato de r�dio, n�o podemos confirmar.
Provavelmente est�o esperando um resgate.
� desnecess�rio dizer que o Pent�gono est� muito preocupado com o Siren...
Esperem a�... O que est�o dizendo?
Os meus desenhos n�o tinham motores nucleares.
Tenho not�cias para voc�.
O nosso relat�rio indica que foi o seu desenho estrutural...
e n�o as nossas modifica��es que falharam. Pense nisso, Hayes.
H� oito pessoas indefesas no fundo do oceano,
por que abandonou o projeto, quando outros mexeram no seu brinquedo.
Isso � mentira.
Tal como voc�, eu n�o quero acreditar nisto.
N�o podemos deixar de dividir a culpa com o inventor, Hayes.
Obrigado pela bebida, Steensland. At� mais.
Mark Macy estava a bordo quando aconteceu.
Wick, quando afastou-se,
foi Mark que terminou o Siren-1 do modo mais fiel ao seu desenho.
N�o vai abandon�-lo como fez com o projeto Siren.
Sei como � amigo de Mark.
Vai se juntar a uma equipe da OTAN para encontrarem o Siren-1.
Ningu�m conhece o Siren como voc�.
Vai partir para a Noruega �s 8h.
Ele acreditou.
TRONDHEIM NORUEGA
Quem � aquele?
A menos que esteja enganado, aquele � Wick Hayes...
o g�nio que inventou esta maravilha subaqu�tica.
Nada feio, considerando...
O Roger deve-me 20 d�lares.
Apostei com ele que havia horm�nios nesse seu corpo luxuriante.
Skids, se alguma vez crescer, avise-me.
Ol�, Wick Hayes.
Ana Rivera, navegadora.
Prazer em conhec�-la tamb�m.
Ou�am todos, este � o Wick Hayes.
Estou feliz por estar a bordo.
Aposto que isto tem a ver com o Siren-1.
Ent�o j� sabem?
J� sabemos. Deram-nos as instru��es de costume.
Dizem que a culpa foi sua. Que o Siren-1 afundou.
Sou o Carlo, m�dico de bordo. Venha.
� s� nervosismo. O secredo � tanto que nem sabemos quando regressamos.
Sem problemas, doutor.
Ganhar concursos de popularidade n�o � a minha especialidade ultimamente.
N�o temos espa�o para cabines privadas.
Espero que n�o se importe de dividir com Robbins, tamb�m � novato.
Vamos nos dar bem, desde que ele n�o tenha falado com o resto da tripula��o.
Est� um pouco enjoado.
Vou deix�-los a s�s para que se conhe�am.
Obrigado, doutor.
Como vai?
Isto j� passa.
Sou Robbins, especialista em inform�tica.
Meu nome �...
Rick Hayes, j� sei.
Reconheci pela sua entrevista nas revistas.
Fico com o beliche de baixo, est� bem?
Aten��o a todos, reuni�o de emerg�ncia no refeit�rio.
R�pido, Skids, no refeit�rio.
Aten��o, o Capit�o.
Ia dizer para ficarem � vontade,
mas parece que j� se adiantaram.
Sou o Capit�o Randolph Phillips.
Esta � a tenente Nina Crowley, especialista em biogen�tica.
Em servi�o, v�o dirigir-se a n�s com a cortesia militar apropriada.
Entenderam?
Um simples, "sim, senhor", � suficiente.
- Sim, senhor. - Sim, senhor.
Ouvi dizer que a OTAN nunca foi organizada.
H� alguma verdade nisso, meu jovem?
Provavelmente n�o, Senhor.
Como se chama?
Joe Kane, mas todos me chamam Skids.
� preciso colh�es para dar uma resposta dessas. Gostei disso.
Mas no futuro, vista-os com cal�as militares regulamentares.
Estou ciente que muitos de voc�s n�o conhecem os costumes da Marinha.
Uns mais que outros.
Mas desde que saibam que esta miss�o � da jurisdi��o militar...
tenho certeza que os nossos problemas ser�o m�nimos.
- Vamos partir imediatamente. - Sim, Senhor.
Espero que estejam todos em seus postos dentro de cinco minutos.
� tudo.
Tenente Crowley.
Os meus nervos n�o aguentam isto.
Por que n�o acabamos com os nossos problemas e matamos aquele filho da m�e?
Pedido de altera��o negado.
Pedido de altera��o requer senha de classe um.
Pronto para introdu��o.
Altera��o de c�digo implantada.
Podemos conversar?
Eu disse que nunca mais queria te ver.
Para sua informa��o, nunca significa nunca.
Nina, n�o estou aqui por escolha minha, acredite.
Tudo o que faz � por escolha sua.
Por que n�o sai daqui e fica longe de mim enquanto estivermos nesta miss�o?
Pare de agir como uma estudante mimada.
H� coisas aqui mais importantes do que os seus sentimentos.
Hayes, j� passamos por isto.
Vamos apenas cumprir os nossos deveres.
Podemos arquivar todo o resto na letra M, de mem�ria.
Quer checar os turbos?
Sim, � uma boa ideia.
Foi agrad�vel falar com voc�, Tenente Crowley.
Vamos fazer um diagn�stico total nos turbos, quero ver como modificaram o meu projeto.
Vamos fazer um mergulho de teste, Sr. Flemming.
N�o tive oportunidade de fazer um diagn�stico adequado ao Siren.
Estamos navegando em �guas perigosas.
Estamos a lidando com correntes trai�oeiras, montanhas mar�timas, forma��es glaciares...
Pensamos que este navio era tecnologia de ponta.
Quanto mais complicado for o projeto, mais problemas podem surgir.
Detectou alguma avaria at� agora, Sr. Hayes?
N�o.
Muito bem, execute a ordem, Sr. Flemming.
Sra. Rivera, Sr. Robbins, mantenham-se atentos ao sonar.
O alcance visual ser� limitado a estas profundidades.
22100.
22200.
Icebergs se aproximando.
O sonar mostra obst�culos a estibordo, a 002 graus.
S�o forma��es de gelo, Senhor.
Negativo, Robbins, a tela principal mostra 004 graus.
Deve ser um problema de alinhamento, porque ainda tenho 002 graus.
Vamos compensar os valores do Sr. Robbins, por via das d�vidas.
Marquem rota atrav�s deles, com uma margem de 15 graus.
Sim, Senhor.
�rea de alcance difere em mais de 3 graus.
O mesmo aqui, estamos em rota de colis�o a estibordo.
Colis�o iminente. Colis�o iminente.
Retrair. Soe o alarme.
Estamos quase... Quase...
O que acabou de acontecer?
As altera��es no desenho.
Alteraram o sistema de sonar para colocarem um sistema de detec��o de m�sseis.
Foi bom n�o termos encontrado nenhum m�ssil.
Nunca tivemos destes problemas com os submarinos antigos.
Foi porque nunca existiram navios com esta capacidade.
Tem raz�o, Hayes, mas pelo menos funcionavam.
Eu disse que n�o tinha efetuado um diagn�stico adequado...
Sr. Hayes, discutir com o Sr. Flemming n�o altera o fato de que ele est� correto.
Quero mostrar-lhe algo, porque foram estas as altera��es efetuadas ao Siren-2.
As altera��es est�o em vermelho.
Esta � a altera��o n� 2.
Esta � a altera��o n� 3, Capit�o.
Compreende isto, Capit�o? Estes s�o os fatos.
Por que n�o abre os olhos e v�?
Sr. Hayes, quero v�-lo na minha cabine imediatamente.
Sr. Robbins, recalibre o sonar manualmente.
Sim, Senhor.
Aguardo uma relat�rio de danos nos meus aposentos.
Isto vai ser divertido.
Qual � o seu problema, Hayes?
N�o consegue encarar os fatos, ou a culpa � muita para voc�?
Os fatos falam por si, Capit�o.
N�o vou arcar com as culpas,
porque os militares mexeram no meu projeto.
Eu conhe�o o seu tipo, Hayes.
Sempre aponta o dedo a outra pessoa. Por que � mais f�cil assim, n�o �?
Sejamos francos, Senhor. Quase morremos, Capit�o.
Por causa das altera��es da Marinha, n�o por minha causa.
- Se n�o consegue... - J� chega. Tomei a minha decis�o.
Para o bem da tripula��o, est� proibido de entrar na sala de controle at� segunda ordem.
E quanto � minha an�lise do Siren?
Robbins far� isso, pode ajud�-lo pelo interfone se for necess�rio.
Por que n�o me manda bater em c�digo Morse numa parede?
Fa�a o que quiser.
Desde que n�o o fa�a na minha sala de controle.
Dispensado.
Qual � o problema, Sr. Robbins?
N�o faz sentido, Capit�o.
Dev�amos ler mais radia��o.
Ser� uma avaria do equipamento?
N�o, os valores s�o sempre baixos.
- Ouviu tudo isso, Tenente? - Sim, Sr.
Qual � a sua opini�o?
A contamina��o est� sendo causada por uma fonte diferente.
Talvez n�o nuclear.
� melhor ver isto, Senhor.
- Consegue identificar isso? - � o sinal de uma caixa-preta.
� um sinal codificado dos novos.
Nome do c�digo, "David".
Decodificado, Siren-1.
Ao menos descobrimos o que aconteceu com o Siren-1.
Aquela caixa-preta � a nossa �nica esperan�a de saber o que houve.
Consegue localiz�-la?
Est� 27000 p�s por baixo de n�s.
Sr. Kane, informe ao QG de que achamos a caixa-preta do Siren-1
e de que estamos prontos para mergulhar.
Sim, Senhor.
A postos para mergulhar.
22200.
23400 e descendo.
25800.
27500.
Sr. Robbins, ative as luzes de rastreamento.
Ativadas, capit�o.
Olhem s� para aquilo. O que est� fazendo aqui em baixo?
A rea��o fotossint�tica n�o pode ocorrer a esta profundidade.
Sem luz do sol, sem comida.
Do ponto de vista biol�gico, o crescimento de plantas aqui � imposs�vel.
- Gostaria de amostras. - Trataremos disso, Tenente.
Capit�o, o sonar indica destro�os met�licos na borda da fenda.
Devem ser partes da estrutura principal do Siren-1.
- Capit�o. - Aqui � o capit�o, Sr. Hayes.
Posso sugerir uma an�lise mais aprofundada dos danos?
Pode ajudar-nos a determinar a causa do afundamento do Siren-1.
Entendido, Sr. Hayes.
- Sven. - Prepare-se para mergulhar.
Sim, senhor.
- Desligar os motores. - Motores desligados, Sr.
O mergulho mais profundo e o capit�o escolhe voc�.
O homem sabe o que faz, cara de lula.
- Est�o preparados? - Sim, senhor.
Precisamos de duas coisas.
Primeiro, uma amostra das algas marinhas para a tenente.
Segundo, fotografias dos destro�os do Siren-1.
Quero-o equipado para o caso dele precisar de ajuda.
Boa sorte, continuem.
Testando o r�dio. Repito. Mergulhador 1, testando o r�dio.
Estamos ouvindo alto e claro, Sven. C�mbio.
Entendido. Estou entrando nas algas. C�mbio.
Que estranho, est�o todas numa �rea e s�o bem grossas. C�mbio.
N�o. Quer deste?
Tamb�m n�o.
Olha para aquilo. Podia abrir um sushi bar e ficar milion�rio.
Preciso de mais luz. Mal consigo ver 3 metros � minha frente.
Que estranho, h� uma corrente de �gua quente vindo de baixo.
As algas parecem estar crescendo nela.
Recolha uma amostra quando parar de brincar.
Entendido, Sr. Desculpe. C�mbio.
N�o vai ser f�cil cortar amostras das algas. S�o muito grossas.
Amostra de alga recolhida, Sr.
Podem puxar. C�mbio.
Est� tudo bem. Vou descer agora.
Entendido. V� se retorna, est� ouvindo?
Nada � normal a esta profundidade. Vai ser interessante estudar essa amostra.
Muito obrigada, Philippe.
O prazer foi meu, Tenente.
Sven!
Raios, Sven, qual o problema?
Sven, o que se est� acontecendo?
Eu estou bem. Depois explico.
Sven, conseguiu fazer muitos brancos ficarem azuis.
Estou bem agora, juro.
Podemos enviar o mergulhador 2 para substitu�-lo.
Negativo, perderia a minha aposta com o Philippe se o fizesse.
Localizei um peda�o do casco do Siren-1.
Vou tirar umas fotos. C�mbio.
Diz "queijo", querida.
Algo est� errado!
- O que est� acontecendo, Sr.? - N�o sei.
Mergulhador 1, responda.
Aviso, fun��es vitais falhando.
Capit�o, algo est� errado.
Pe�o permiss�o para ajudar Sven, Sr.
N�o enquanto n�o soubermos mais.
- Mas senhor... - � tudo.
Mergulhador 1, responda!
Capit�o, o que est� acontecendo?
Capit�o...
Filho da puta!
- Podia ter feito algo... - N�o podia fazer nada.
Sim, eu podia ter feito algo. Ele era o meu melhor amigo.
Filho da puta...
Ele sabia o que estava fazeendo. Correu um risco, como todos n�s.
- Aquele filho da puta... - N�o havia nada que pudesse...
O que acha, Sr. Robbins?
Talvez tenha sido um rasgo na roupa de mergulho.
A esta profundidade...
Sr. Kane, informe a central.
- Isso � tudo, Sr.? - O que sugere, Sr. Kane?
Vamos prosseguir como planejado para recuperar a caixa-preta do Siren-1.
Estarei na minha cabine se precisarem de mim.
Sven...
Ele era meu amigo.
O sinal da caixa-preta ainda est� forte.
Muito bem.
Relat�rio dos motores, Sr. Muller.
Fizemos uma revis�o completa, como ordenou, Sr.
Entendido, fa�a outra verifica��o desde o in�cio.
Ouviu ele, mais uma vez.
Senhor, o que acha disto?
- N�o pode ser... - Coloque em infravermelhos.
Sim, Sr.
- O que quer que seja, � enorme. - Minha nossa Senhora...
- Capit�o, est� se aproximando. - Vem direto para n�s, Sr.
A��es evasivas. Leve-nos para 3000 p�s, Sr. Flemming.
- Subindo, Sr. - Ative as c�meras exteriores.
Est� tentando nos eletrecutar!
Doutor, temos um homem ferido na sala de controle.
- Estou a caminho. - A press�o exterior quase duplicou.
Veja se consegue despist�-lo.
Negativo, os motores n�o respondem.
O diagn�stico detecta danos nos motores.
Sr. Muller, d�-me uma avalia��o da sala dos motores.
Vamos, Muller.
Sala dos motores, respondam.
N�o consigo avaliar nada enquanto n�o apagar este inc�ndio.
O limite de resist�ncia do submarino � de 35.000 p�s.
Se esta coisa continuar a descer...
Pessoal, vejam as imagens do monitor 2.
Filho da puta...
Capit�o, pe�a ao Robbins para inverter a polaridade do sistema de camuflagem.
Isso permitir� ao campo el�trico exterior dar-lhe um choque.
- � poss�vel. - Teoricamente.
Quais s�o os perigos?
Uma sobrecarga el�trica. O sistema de arrefecimento sobrecarrega e depois...
Vamos! Vai funcionar!
Fa�a-o! Raios, fa�a-o!
Ligue o interruptor, Robbins!
Outra vez!
Agora funcionou.
O piloto autom�tico n�o responde.
Passe para o manual.
Aqui tamb�m nada funciona, Capit�o.
Vou mudar para outra sintonia.
Farei uma revis�o.
Tenham calma, fiquem alertas.
Venha para a mam�e, querido.
Os controles n�o respondem.
N�o � de admirar, aquela coisa obstruiu a entrada dos turbos.
A energia foi reduzida drasticamente.
Estamos caindo para uma abertura na base da fenda.
- Qual � a profundidade? - Mais de 45.000 p�s, Sr.
� melhor algu�m fazer alguma coisa.
Aumente a for�a da h�lice.
Tente descer em uma borda.
� capaz de funcionar.
H� uma sali�ncia 300 p�s abaixo de n�s.
Rivera, saia.
Passe toda a energia desnecess�ria para os motores, Sr. Hayes.
Vamos coloc�-lo naquela sali�ncia.
Com calma, Wick. Mantenha o equil�brio.
Robbins, acione as estruturas de pouso.
Engenhoso, Wick.
Excelente.
Acabou de nos salvar.
Isto sempre foi o meu amuleto, irm�o. At� agora.
Gosto do seu estilo, Wick.
Obrigado, Skids.
Sr. Kane, Sr. Robbins. Colaborem com a Srta. Rivera na avalia��o dos danos.
- Sim, senhor. - Sim, senhor.
Sr. Hayes, quero v�-lo na minha cabine.
Ainda se deve lembrar de onde fica.
Aqui vamos, segundo round.
Hayes, nunca contradiga uma ordem direta do oficial no comando.
Especialmente � frente da sua tripula��o.
Com o devido respeito, Capit�o...
N�o estar�amos tendo esta conversa se eu n�o tivesse feito isso.
A disciplina une o grupo e o faz funcionar.
Pior do que perder um homem � ver um indiv�duo destruir isso.
Com boas inten��es ou n�o...
No futuro, ir� me avisar antes de agir.
Entendeu?
Sim.
Dispensado.
- Hayes... - Sim?
Se servir de consolo, acho que fez um trabalho impec�vel.
Pode voltar para a sala de controle.
Obrigado, Capit�o.
Basicamente, a alga absorve oxig�nio e libera venenos altamente t�xicos.
Os peixes aproximam-se e morrem.
Desastre ecol�gico instant�neo.
Parece-me uma causa muito pequena para um problema t�o grande.
A concentra��o de toxinas para o seu tamanho � muito grande.
Se esta coisa se desenvolvesse na superf�cie...
Diria que � o resultado de um grupo complexo de muta��es.
Da pr�xima vez que falarmos com a central, Skids,
vamos ser parabenizados.
N�o entendo o que se passa com estes circuitos ATQ.
Por que n�o d� uma checada?
Pode deixar. Basta ficar nessa posi��o.
Ent�o vamos come�ar.
Pe�o permiss�o para retornar.
Tem certeza que est� em condi��es de retornar ao seu posto?
- Sim, senhor. - Muito bem.
Localiza��o da caixa-preta efetuada e preparada para o resgate.
- Sr. Hayes. - Senhor?
Como est�o os motores?
Digamos que n�o est�o aptos para fazer corridas mas v�o funcionar.
Muito bem, vamos prosseguir para a caixa-preta, Sr. Robbins.
Espero que ningu�m seja claustrof�bico, porque isto vai ficar bastante apertado.
N�o � muito inteligente fazermos isto �s cegas.
Dev�amos voltar e deixar que outros lidem com este pesadelo.
Nem pensar. Resgatamos a caixa-preta e depois voltamos.
N�o me lembro de pedir a opini�o a ningu�m.
Prossiga, Srta. Rivera.
Sim, Sr.
Aproximando-se da caverna.
150 p�s.
130 p�s.
Sr. Hayes, quero os motores a 3 quartos quando entrarmos na caverna.
Aguentem, pessoal.
- 60 p�s. - Espero que gostem de montanhas-russas.
- 30 p�s. - 3.
- 10 p�s. - 2.
- For�a total. - 1.
Agora!
Turbul�ncia.
Aproximando-se em ondas, aumentando.
Parecemos uma bola de golfe entrando no buraco.
Ainda estamos recebendo o sinal da caixa-preta, Sr. Robbins?
Estamos. De acordo com isto, � depois desta curva...
e atrav�s daquela passagem estreita.
Mandamos o rob� de explora��o?
Nem pensar.
Nunca resistiria � turbul�ncia ou � temperatura.
Estas �guas est�o a 263� C.
Eu posso calcular o intervalo das erup��es
e temporizar a nossa passagem atrav�s dos computadores de bordo.
Boa ideia. Prossiga, Sr. Robbins.
Robbins, e quanto �s explos�es duplas?
Existe sempre um elemento de risco em cada op��es que tomamos.
Este � um risco calculado.
� como dan�ar num campo minado.
Prossiga, Sr. Robbins.
Srta. Rivera, ative a c�mara de estibordo.
N�o se preocupe, mantenha esses olhos castanhos fixados na tela.
Faz-me lembrar os filmes da Segunda Guerra Mundial.
Eu e o John Wayne.
Uma caverna subterr�nea naturalmente pressurizada.
Incr�vel.
Incrivelmente assustador.
Como a caixa-preta chegou at� aqui?
Correntes subaqu�ticas possivelmente.
Quem sabe?
Esperem, h� algo de errado com o sinal.
� um SOS.
Agora consigo distingui-lo do sinal da caixa-preta, com o qual...
confundi.
Se h� um SOS, significa
que existe uma fonte de informa��o melhor do que a caixa-preta.
Pode localizar a origem?
� isso que � estranho, Sr. � a mesma que a da caixa-preta.
Vem de algum lugar de dentro daquela caverna.
Eles estiveram aqui, Capit�o.
Repare na tela.
A quest�o �, o que estiveram fazendo aqui?
O que aconteceu com eles?
Reuni�o no refeit�rio, imediatamente.
N�o faz sentido.
Parece que a tripula��o do Siren-1 enfrentaram perigos.
Isto n�o faz sentido. Eles n�o tinham raz�es para vir para aqui.
N�o devem remover as m�scaras de oxig�nio em nenhuma circunst�ncia.
V�o reparar que n�o s�o armas comuns.
Foram criadas para serem usadas debaixo de �gua.
Cuidado, o interior da caverna � altamente pressurizado.
Aumenta o potencial de fogo, por isso n�o atirem � revelia.
Entendido?
- Sim, senhor. - Afirmativo.
A visibilidade � extremamente limitada.
Prestem aten��o.
De acordo com os nossos testes, esta �rea � muito t�xica.
Mantenham as m�scaras colocadas.
Capit�o, n�o h� sinais de vida, apenas destro�os espalhados.
- Skids, jogue o bote na �gua. - Ponha ali.
Esperem, deixem-me adivinhar... Eu vou primeiro, certo?
D�-me um relat�rio do progresso, Sr. Hayes.
O nevoeiro � espesso como sopa de ervilhas, Capit�o.
Muito bem. Continuem, Sr. Hayes.
Wick, tenho um mau pressentimento.
Tenha calma, Skids.
Nada at� agora, Sr.
Mantenha as luzes neles, mostre-me para onde v�o.
Fiquem atentos.
J� mencionei que n�o sei nadar?
Segure firme, Skids.
- Capit�o, chegamos. - Entendido, Wick.
Muito bem, vamos. Vejam onde pisam.
Vou precisar de uma leitura do radar daquele t�nel.
Siren-2, aqui � o Wick. Est�o recebendo?
A qualidade de imagem � boa,
mas o meu monitor s� exibe 30 metros de cada vez.
30 metros? Por que n�o nos d�o uma bengala de cego?
Mais depressa, Sr. Hayes. N�o temos tempo para passear.
Wick, repara nisto.
Qual o problema, Hayes?
Nada, capit�o. � apenas um caminho sem sa�da.
Robbins, fale comigo. Para onde?
Sempre em frente e � esquerda da divis�o.
Vamos.
H� uma separa��o no t�nel mais � frente.
Ser� mais r�pido se dividirem em dois grupos.
Entendido, Capit�o.
Flemming, Philippe e Ana, v�o pela direita.
Ana, vai ser a l�der.
Skids e Carlo, vamos pela esquerda.
Ana, este � o seu contato com o radar, n�o o perca.
- Entendido? - Entendido, Wick.
Muito bem, vamos.
Parece que perdemos a festa.
Ainda bem que n�o me convidaram.
Capit�o, temos aqui tanques bioqu�micos t�xicos.
E aqui s� temos escurid�o e medo.
Esperem a�...
Que som foi este?
- Roger, o que foi? - Nada.
S� os meus nervos. Pensei ter ouvido...
Vamos nos manter juntos, n�o fique para tr�s.
Como est� o sinal SOS, Robbins? Continua a receb�-lo?
H� muito eco, Ana. Mas parecem estarem indo na dire��o certa.
Parece?
Ei. Aquele som outra vez.
Acho que vem de dentro...
Roger!
Esperem. Qual o problema?
Grupo 1, informem.
Algo atacou o Flemming. Ele est� paralisado.
Tragam-no de volta para o submarino.
Estamos a caminho. Wick, est� me ouvindo?
Ana, o que est� acontecendo?
Cuidado com o teto.
Acho que � de onde eles saem.
Filhos da...
Robbins, d�-nos as coordenadas, r�pido.
Entendido, Skids.
Voltem por onde vieram, depois � esquerda na divis�o.
Vamos voltar para tr�s agora.
Mostre-nos o caminho para casa, Robbins.
V�o pelo t�nel do meio na primeira interse��o.
Robbins, est� a recebendo?
Sempre em frente, depois virem � direita.
Ana, estamos a caminho.
Vai, Wick! Depressa!
Merda, deixei cair a unidade do radar.
- N�o o alcan�o. - Atr�s de voc�, cuidado!
Perdemos o radar do grupo 1.
O que lhe ter� feito isto?
N�o sei, mas infectou-o completamente.
Matem-me...
Matem-me!
Vamos lev�-lo ao submarino.
N�o podemos fazer nada por ele.
- Erro das fun��es vitais. - Capit�o, o Flemming morreu.
Explico mais tarde.
Por aqui, de olhos bem abertos.
Vamos sair daqui, Philippe.
Ajude-me, Philippe!
Ajude-me, Philippe! A minha perna...
Cuidado, cuidado, Philippe!
Maldito!
A minha perna!
Capit�o, arrancou a perna dele!
Philippe, por favor, n�o!
Ana, aguenta. Estamos chegando.
Meu Deus.
O que foi aquilo? Ouvi qualquer coisa.
Cuidado!
Vamos sair daqui!
Capit�o, encontramos o segundo homem.
N�o...
Pegaram Philippe tamb�m?
Carlo, cubra a retaguarda.
N�o vejo nada, Wick.
Que se lixe esta porcaria.
Ana...
- Ana... - Coloque a m�scara, Skids!
Coloque-a!
O que � aquilo?
O sinal SOS est� vindo da sua frente.
Entendido, Capit�o.
Capit�o, o regenerador de oxig�nio perdeu energia.
Ser� que nada funciona neste submarino?
Sr. Muller, confira o regenerador de oxig�nio, perdemos energia.
Estou a caminho, senhor.
Fiquem atentos.
Com calma.
Capit�o, encontrei a origem da luz.
H� um laborat�rio aqui dentro.
Sr. Hayes, tenha extrema cautela.
Vamos entrar.
Capit�o, t�m suprimentos para durar muito tempo aqui.
Muitos computadores.
N�o faz sentido. Skids, pegue a lanterna.
Localizei a fonte do sinal.
Meu Deus.
Localizaram os sobreviventes?
N�o h� sobreviventes.
E a Ana?
N�o h� sinal dela.
Belo SOS.
Capit�o, encontrei discos de dados.
Talvez consigamos descobrir o que estavam fazendo aqui.
Sr. Hayes, regresse ao submarino imediatamente.
Sim, Sr. Estamos a caminho.
Carlo, Skids...
Teremos que abrir caminho a tiros. Tenham cuidado.
Ajudem-me, ajudem-me...
Mais 20 metros e estar�o em casa.
Capit�o, capit�o!
- Est� cheio de... - Traga-os de volta.
Aconteceu algo! Na sala das m�quinas...
R�pido!
Pelo amor de Deus, � terr�vel! Muller, ele...
Ele est� cheio de... ali! Tenha cuidado, Sr.
Capit�o, � da amostra da alga.
Como aconteceu isto?
Robbin, analise o sistema de �gua.
Quantas reservas de �gua expostas no submarino?
Tr�s, no laborat�rio, no banheiro e na cozinha.
- Mas por que quer... - Isole as �reas, r�pido.
- Est� bem. - Entrou no sistema de �gua.
Por isso � que isolei todas as entradas.
Skids, solte a corda.
Entrem todos.
Francisco, o que voc� tem?
O que aconteceu, Francisco?
Nada, eu estava bebendo um copo de �gua...
�gua do submarino, n�o era engarrafada?
Que mal tem?
Por favor, por favor...
Lamento, Francisco.
Capit�o...
Skids, d�-me a sua arma. Est�o tentando subir.
Cuidado!
Skids, pegue-o!
Skids, venha!
D�-me a sua m�o!
- N�s o perdemos! - N�o...
N�o podemos deix�-lo!
Entre no submarino.
Meu Deus...
- Cuido do Skids. - Wick, estou aqui.
Calma.
Levem-no para a sala de mergulho.
Com calma, calma. N�o muito.
Respire devagar e profundamente.
Trouxe o disco, Sr. Hayes?
- � uma fita. - Muito bem.
Robbins e eu vamos analis�-la na sala de controle.
N�o � necess�rio, posso fazer mais r�pido sozinho.
Talvez, mas quero estar presente.
Claro, Sr.
A tenente Crowley vai inform�-los sobre as �reas em quarentena.
Vamos, Sr. Robbins.
Informe a central como est� a situa��o...
�reas em quarentena?
Do que ele est� falando?
O laborat�rio, a enfermaria e a sala das m�quinas est�o interditas.
As algas infectaram-nas.
Muller est� morto.
E o Francisco...
Francisco est� morrendo.
E Ana?
Estragamos tudo.
N�o partiremos enquanto n�o recuperarmos Ana.
Quanto tempo at� os tanques de reserva de oxig�nio acabarem?
Se partirmos nas pr�ximas duas horas, estaremos bem.
Os genes humanos s�o... sint�ticos...
Novas formas de vida est�o evoluindo...
N�o conseguimos encontrar uma bact�ria para carregar o acelerador de DNA...
S� podemos esperar encontrar uma solu��o para isto...
O resto da grava��o est� danificada.�
O que � um acelerador de DNA?
Teoricamente � criado para reduzir o tempo necess�rio para a evolu��o.
S�o os transgen�ticos, a uni�o de genes de esp�cies diferentes,
e depois sujeit�-los ao acelerador de DNA.
Quem sabe o que pode acontecer?
N�o � apenas teoria.
Mark Macy, um especialista em biogen�tica estava trabalhando num prot�tipo.
Aquele na grava��o era o assistente do Mark, Tony Garber.
Foi isto que estavam fazendo.
Mentiram para n�s desde o come�o.
Sabiam que isto aconteceria.
Com a abund�ncia de mutantes, � �bvio que a m�quina ainda est� produzindo.
Deus impe�a que cheguem � superf�cie.
A �nica maneira de ter certeza � n�s mesmo destruirmos o acelearador.
Merda...
Eu acho que dev�amos retornar,
exibir estas grava��es nos notici�rios,
e deixar que outros lidem com esta merda.
J� chega, Sr. Kane.
Sr. Robbins, fique no submarino.
Vamos cumprir a tarefa. Hayes, Kane, Crowley, vistam-se.
Ainda acho que isto � uma merda.
Isto � como ter o mesmo pesadelo duas vezes numa noite.
Robbins, leve-nos aonde o t�nel se divide.
Entendido. Wick.
A primeira curva � � esquerda.
Entendido. Vejam onde pisam.
Fiquem alertas.
Cuidado com os buracos.
N�o consigo ouv�-los.
Robbins, � voc�?
Negativo, Wick. Negativo.
Algu�m est� me ouvindo...
Ana, � voc�?
Nunca pensei ficar feliz em ouvir a sua voz, Skids.
Onde est�?
Em algum tipo de dep�sito
N�o tem sa�da.
Robbins, ouviu isto?
Sim, Wick. Logo consigo as coordenadas.
Ana, consegue ganhar tempo?
Acho que sim. N�o espere at� ao Natal.
Muito bem.
- Sempre em frente. - Vamos.
Depois � esquerda na divis�o.
Depressa Wick, acho que estou ouvindo eles!
Seu nojento! Wick!
Encontrei um t�nel aqui na sala.
Vou entrar.
Sigam a explos�o!
Vamos, r�pido!
Wick! Filho da...
Esperem. Robbins, leve-nos at� ela. R�pido!
Entendido, Wick.
Est�o a menos de 45 metros da sala.
O que � isto?
� uma caverna enorme. E tem gaiolas para animais.
O que � isto?
Por aqui, capit�o.
O Pent�gono ter� que nos ressarcir por isso.
O que estavam fazendo aqui?
Vou checar esta m�quina.
� enorme!
- Capit�o! - Vamos.
N�o consigo me libertar!
Est� me puxando! Wick!
Raios!
Olhem para isto! Capit�o!
Acho que encontramos a fonte.
Este lugar � maior que o Astrodome!
Olhem para isto.
Sacos amni�ticos, com algum tipo de feto.
Espere, n�o atire.
O que � aquilo?
� uma esp�cie de mutante.
Este est� evolu�do para a superf�cie.
Essa coisa parece quase humana.
Eu chamo de um beb� muito feio.
Que som foi este?
Acabem com ela.
Apenas acabem com ela.
- O que aconteceu? - � o acelerador.
E a sua fonte de protoplasma.
Cuidado, acabamos de encontrar a mam�e destes beb�s todos.
Nina, aguente!
Cuidado, afastem-se dela!
N�o vou ficar a olhar para ela.
Tome isto, nojento!
Wick, atire!
Afastem-se!
- Levante-se, vamos embora! - V�o indo, eu j� vou.
Os tanques! Atinja os tanques!
Estou vendo, Wick!
Fim do sinal do acelerador.
Miss�o cumprida.
Sequ�ncia da c�psula de fuga preparada.
R�pido, Nina. Estou atr�s de voc�s.
Vamos, este lugar est� desmoronando.
Nina...
Est� bem?
Capit�o, ajude-me a lev�-la.
Vamos sair daqui antes que caia tudo em cima de n�s.
Vamos, continuem.
Por favor, confira a trava de sa�da.
Mal desenhado, Wick. Muito mal desenhado.
Vamos.
Capit�o, em frente.
Vamos.
Robbins! Aqui!
Robbins!
Robbins!
Ele me ouviu!
E pensar que confiei naquele filho da puta.
Espero que tenha bom f�lego, Wick.
Temos que quebrar trava para deter o submarino.
Certo. Vamos l�.
Virem para a esquerda.
Virem com for�a. Vamos.
Est� a come�ando a submergir, vamos!
Vire-o!
Vira, filho da m�e!
Piloto autom�tico ativado.
Vamos, Nina, entre.
Capit�o...
Tem que ficar bem fechado.
Agora vamos encontrar Robbins.
Ele n�o est� aqui.
Vou procur�-lo pelo monitor.
Vou ver quanto oxig�nio nos resta.
N�o o encontro em lugar nenhum.
Ele abriu todas as portas da quarentena,
agora todo o submarino est� exposto.
Nem todo o submarino, Nina. Devagar, Wick!
Mato ela aqui mesmo.
Por exemplo, a c�psula de fuga � bastante segura.
Abasteci com �gua e comida para uma semana.
Um tiro � queima-roupa n�o � dif�cil, Capit�o.
A menos que queira descobrir em primeira m�o.
Agora mexam-se.
Calma, calma.
M�os levantadas.
Vamos, Wick. Levante-as.
Agora ande. Devagar.
Mexa-se.
� uma pena que a Contek tenha sabotado o seu desenho de prop�sito.
� verdade, Wick. N�o podiam permitir que voc� vivesse...
ap�s um segundo acidente com o Siren.
Eles sabem que os culparia.
Ent�o vai selar a fenda explodindo o Siren-2.
A Contek vai me culpar.
E nunca ningu�m saber� o que aconteceu aqui.
� melhor do que ser culpado pelo desastre do acelerador.
� um neg�cio nojento essas experi�ncias com armas biol�gicas.
Daria m�s not�cias. Abra a porta, Capit�o.
Voc�s n�o t�m escolha. Entrem.
Algu�m encontrar� a caixa-preta do Siren-1, Robbins.
E todos saber�o a verdade.
Nunca houve uma caixa-preta.
Foi apenas um sinal que criei e usei como isca.
Entrem, mexam-se.
Jesus Cristo.
Intervalo das erup��es est� est�vel.
Navega��o autom�tica ativada.
Muito bem, s� mais um pouco.
Enganou-nos bem.
Estamos mal, Capit�o, mas ainda n�o acabou.
Tenho uma ideia.
� uma hip�tese m�nima, mas acho que vai funcionar.
Estou disposto a tentar.
�timo.
Vamos ao tabalho.
Nina, preciso entra ali.
Capit�o, d�-me uma ajuda.
Estou � procura do terminal central.
O c�rebro.
� isto aqui.
Capit�o, n�o podemos criar um curto-circuito e abrir a porta?
Neste submarino n�o. Os detalhes do desenho n�o permitem.
Por favor, que seja este.
Aviso, queda de energia.
Campo principal energ�tico esvaziado.
Robbins.
Wick.
V� isto? � um microchip de circuitos
e n�o existe outro igual neste submarino.
Deve ter custado � Contek uns 39 centavos.
Engra�ado, n�o? Um submarino de milh�es de d�lares, indefeso sem este microchip.
Agora...
Est� bem, espera.
Abra o laborat�rio.
Tenha calma, Wick.
Vamos fazer um acordo.
Vamos conversar... mas quando sairmos daqui.
Espera...
Bastardo.
Muito bem, Wick, d�-me o...
Capit�o, a porta! Abra a porta!
Nina!
A culpa n�o foi minha!
Capit�o, vamos sair daqui!
- Est� bem? - Eu vou sobreviver.
Meu Deus, o chip.
- Leve-nos para casa, Capit�o. - N�o podemos.
� s� um peda�o de lixo.
Nada mal.
Quando eu ligar o circuito el�trico, partiremos.
Encontre-nos na sala de controle.
Venha Nina, preciso da sua ajuda. Temos de enganar o computador...
Iremos na c�psula.
Primeiro, temos que isolar a fenda com o submarino.
Vamos querido, n�o me falhe agora.
649R.
�timo.
Ao meu comando, quero que empurre a cassete.
3, 2, 1, agora.
Sequ�ncia de destrui��o ativada.
Sequ�ncia de detona��o ativada.
120 segundos para a detona��o.
Vamos.
- Hayes! - Sim?
Vamos para a c�psula.
Temos cerca de 90 segundos antes que exploda.
Capit�o, o que est� fazendo?
Abra.
N�o posso.
Aperte o bot�o verde quando eu disser.
N�o havia nada que pud�ssemos fazer.
Aperte agora.
50 segundos para a detona��o.
40 segundos para a detona��o.
30 segundos.
10 segundos para a detona��o.
Nina...
Desta vez, eles v�o pagar.
4...
3...
2...
1...
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