All language subtitles for Boom Boom Bruno 1x03 El amor esta en el aire

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified) Download
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Bourbon, para mim e para este patife.

O que � preciso para se ser um bom parceiro?

Coragem, lealdade e honestidade.

�s um parceiro a s�rio. Mostraste que tens tomates.

Ao melhor parceiro que algu�m poderia desejar.

� verdadeira amizade entre homens.

Vai atestando, Imke.

Ouve, mi�do, tu e eu

vamos apanhar a cabra da Lady Lovelyn.

Que palha�ada.

Estamos hoje aqui reunidos

para nos despedirmos da nossa querida Sugar Candy.

Como sabem, ela era como uma filha para mim.

Quando veio da R�ssia para c� h� alguns anos,

perseguida e humilhada,

encontrou uma fam�lia no Kitty.

E, em mim, uma m�e.

Era dotada.

Dei-lhe espa�o para brilhar, como ela merecia.

O auto-elogio � uma treta, n�o achas?

Agora o nosso anjinho partiu.

O assassino ainda anda � solta,

a rir-se por dentro.

E porqu�?

Porque a pol�cia n�o quer saber

que uma de n�s tenha sido assassinada a sangue frio.

Pelo contr�rio,

at� tentam culpar-nos a n�s, as v�timas.

Mas n�o vamos tolerar isso.

Somos barulhentas.

E somos muitas.

Cabra.

Chefe, o que fazemos agora?

Larga-me! Tira as m�os!

Vais examinar aquele pav�o preto.

Quero-a deitada � minha frente, depenada e s� de cuecas.

Tens de ser como um falc�o a ca�ar um rato.

- �s uma grande traidora! - N�o sou nada!

- Deixa-me em paz! - Onde vais?

Deixem passar a Roxana, magricelas.

Entretanto, vou ver o que a bola de espelhos dourada tem a dizer.

Encontramo-nos na esquadra.

Bourbon.

Calma a�, amigo.

Deixa ficar a garrafa.

Um copo n�o bastar� hoje.

Sven.

N�o d�s essa nojice adulterada ao homem.

- O verdadeiro bourbon � do... - Kentucky.

Sa�de.

N�o gosto de gajos com pornobigodes dos anos 80.

E eu n�o gosto de gordos velhos e carecas.

Bruno.

Roxana.

Ou Dieter.

S� tiro a cabra velha de casa em ocasi�es especiais.

� um bom vinho, n�o �?

Deixa-te de tristezas, ela n�o ia querer isso.

- Tens raz�o. - N�o foi um bom espet�culo?

Sa�de.

Ela hoje foi mesmo at� ao fim.

Ol�. Com licen�a.

J� o fez antes e quase deu merda.

Imagina se tivesse fechado isto.

Nem quero pensar! Deus nos livre.

Com licen�a.

Ol�! Quem temos n�s aqui?

Sou o Inspetor Solowski.

Tenho mais umas perguntas para si, se n�o interrompo.

� um detetive.

Quer tomar um pouco de espumante connosco?

N�o mordemos. N�o tenha medo.

Eu... N�o posso.

Estou de servi�o. Estou a trabalhar, menina, senhora.

Diga-me, tem namorado?

N�o... Quero dizer...

Na noite da morte da Sugar Candy,

lembra-se das horas exatas em que Lady Lovelyn deixou o clube?

Vou ter de pensar.

A s�rio que n�o quer tomar um copo connosco?

Ele fala muito a s�rio.

Saia. N�o � bem-vindo aqui.

- Mas eu... - Saia. Desapare�a.

Vamos. Saia.

S� como um falc�o, Mark.

Estive num funeral.

Ela era minha amiga. Gostava muito dela.

Sabe qual � a pior parte?

Enterrei na verdade dois amigos, hoje.

Julgamos que conhecemos algu�m, mas afinal era tudo uma fal�cia.

Tive um amigo, o Vincent. Um grande amigo.

Apoiou-me quando o meu pai morreu.

Eu apoiei-o quando o velho dele o deixou todo negro.

Mas depois...

Quando t�nhamos uns 20 anos, tive uma namorada.

Queria casar-me com ela.

Tinha at� comprado um anel

com muito sacrif�cio e poupan�a.

- E ela...? - Ela...

Era c� uma brasa.

Tinha l�bios � Brigitte Bardot e as mamas pareciam pequenas pir�mides.

Mas tamb�m tinha miolos.

Um dia, chego a casa...

Parecia uma telenovela pirosa.

Apanhei-a.

Com o meu melhor amigo.

Conhecemo-nos h� 30 anos.

H� 30 malditos anos.

Pass�mos por tudo juntos.

Pensei que a conhecia melhor do que qualquer outro no mundo.

- Tamb�m lhe roubou a sua mi�da? - N�o.

Simplesmente mudou.

Bat�amos a rua juntos.

As coisas que vimos. Nem imagina.

Naquela altura, andar vestido de mulher n�o era pera doce.

Arrisc�vamos o couro.

Mas isso j� foi h� muito tempo.

O que aconteceu?

A certa altura, passou a querer s� fama e reconhecimento.

Fingia ser m�e delas.

Mas acredite,

a Lovelyn adoraria ter-se livrado da Sugar muito antes.

Porque todos deixaram de vir ver a rainha.

S� queriam a boazona da camareira.

Fingiam ser como m�e e filha,

mas aquelas duas odiavam-se.

N�o me fiz entender?

N�o falamos com a pol�cia.

Nem com ele, nem com o cachorrinho dele.

Sabemos o que pensam de n�s.

Agora saia.

Devia p�r iodo nesses arranh�es, Lady Lovelyn.

Adeus.

Ent�o, conseguiu o que veio buscar, Sr. Inspetor?

Posso ser um bicha b�bado, mas n�o sou idiota.

Topei-o logo no funeral da Sugar.

Nada mau.

Velhos instintos.

� hora de um bom caf� forte.

A bola de espelhos dourada bebe bourbon como um bezerro bebe leite.

Ouve.

O bicha cantou.

Lady Lovelyn, aquela mulher encantadora,

n�o suportava a outra rainha dos bichas.

O qu�? Mas a Sugar e a...

Aquela hist�ria da m�e era treta.

Ela tinha medo que a pequena Sugar lhe usurpasse o trono.

Muito bem. Tamb�m tenho uma coisa.

Lady Lovelyn tinha arranh�es no bra�o. Pareciam feitos por unhas.

Percebi que n�o queria que eu os visse.

Parece que aquelas duas se atiraram uma � outra como duas gatas.

Certo...

Mas n�o precisamos de provas s�lidas, como ADN?

Ou a chefe d�-nos uma ordem de captura?

Vamos deixar a bruxa velha fora disto.

Precisamos de provas reais.

O Peter trata do ADN, ficar� tudo preto no branco.

O segredo � tost�-las primeiro.

Depois ketchup,

a alm�ndega,

e mostarda no outro lado.

- Pode-se usar mostarda doce? - Peter?

Que foi?

Arranjas-nos uma amostra de ADN de Lady Lovelyn?

Deves ter tirado uma amostra na cena do crime.

N�o, n�o tirei.

E n�o te arranjo nada sem autoriza��o da comandante.

- Est� bem. - Para de ser maricas, Peter.

- Ou ela tem-te preso pelos tomates? - Vai tu pedir-lhe.

Preciso que ela o autorize.

Bom apetite.

O Bruno est� chateado.

Preferia ir para o inferno do que suplicar � bruxa da comandante.

Bruno sabe que vai ter de conseguir ele mesmo o ADN.

� o couro dele que est� em jogo.

- Que sede! - Morro por um batido de morango!

Tamb�m quero um.

- Ol�. - Ol�. Dois batidos de morango.

Nada m�.

Bela saia.

Em breve ter�s de usar tamb�m saia.

- O qu�? - N�o me vou enfiar eu num vestidinho.

- Porque o faria? - A tua m�e...

Deve ter uns vestidos sexy.

Leggings de leopardo?

Um arraso, mi�do.

Mas para qu�?

Hoje est�s um pouco lento.

O que foi, espertinho?

Precisamos do ADN dela.

Se os vest�gios nas unhas da Sugar s�o da Lovelyn...

Bingo! Apanh�mo-la.

Saberemos que se atiraram uma � outra como dois bichanos peludos.

� por isso que tu, meu amiguinho,

te vais disfar�ar de drag queen e conseguir-nos o ADN.

Uma escova, coisas de maquilhagem...

O que houver numa bolsinha.

A� teremos algo de s�lido para o velho drag�o da comandante.

Mas, Chefe, n�o temos autoriza��o.

Ol�, campe�o.

- Mal posso esperar pelo pr�ximo jogo. - Pois. Ei! Espera.

Porque me evitas?

Eu? N�o te estou a evitar.

Mark, se n�o est�s interessado em mim, tudo bem,

mas n�o fujas de mim.

N�o, n�o � isso, eu...

� que... eu...

Eu...

Ol�, Rhubarbra Stagehand.

Caramba!

Mark!

Pareces uma fada de um livro ilustrado.

Ouve, mi�do.

Vais conseguir.

E se n�o consigo?

Se as drag queens me apanharem sem um mandado...

Estarei perdido.

Conhecem a minha cara.

A Bo despede-nos. E o que direi � minha m�e?

N�o posso entrar ali.

Lembra-te do que te disse.

Por vezes, fazer o que est� certo significa infringir a lei.

�s vezes, tens de te aguentar, para ser um homem a s�rio.

Acredito em ti.

Vais conseguir.

Liga-me quando acabares.

Se esperar aqui, algu�m pode ficar com ideias.

Est� bem.

- Ol�, Wendy! - Tudo bem?

Tudo!

- Aqui est�. Divirtam-se. - Obrigado.

Ol�! Como vai isso?

Isso, beijos no ar � dist�ncia, hoje.

Divirtam-se e boa sorte.

� para o concurso de talentos?

Tamb�m pode ficar s� a ver.

Eu fa�o o mesmo.

Quer um selo?

Sim? Ent�o, venha c�.

Pronto.

Divirta-se.

Um momento!

Tem a etiqueta � mostra.

N�s, mi�das, temos de ser unidas.

Pode ir.

Meu Deus! Queres um schnapps para aquecer?

- N�o, obrigada. - N�o sejas t�o...

�s mesmo t�mida.

Com licen�a.

O que est�s aqui a fazer?

Eu?

Eu...

Vim para o concurso de talentos.

Fant�stico.

Como te chamas, querida?

Rhubarbra Stagehand.

S� queria retocar-me um pouco.

J� � tarde para isso.

Vamos come�ar.

Agora?

Sim. Agora.

Alice, sinceramente, � imposs�vel olhar por este doido.

N�o me ouve e mordeu o carteiro.

Arranja outra babysitter.

N�o �s nenhum c�o.

Mas n�o pode ficar aqui no bar.

O problema n�o � meu.

� uma crian�a, n�o um c�o de luta!

Kasper, prometeste que n�o mordias mais ningu�m.

Foi esse o acordo.

- Imke, n�o posso trabalhar hoje. - Claro.

Vamos ver se apanhamos o autocarro.

E n�o quero queixas.

Que tal levar-vos a casa?

Podes ir � frente, mi�do.

Senta-se.

P�e o cinto.

Lindo menino.

- Minha senhora. - Obrigada.

Ouve, mi�do.

Quando o xerife chega � cena,

todos saltam para o lado. Ora v�.

Muito bem, meus amores.

Esta noite, temos uma atua��o exclusiva, s� para voc�s,

de Miss Rhubarbra Stagehand!

- Tu consegues! - Rhubarbra!

Uau! Entraste mesmo na onda.

Foi �timo. Desfruta dos aplausos!

Sim, meus amores,

foi a maravilhosa Rhubarbra Stagehand!

Champanhe, querida!

Obrigada, amor.

- Algu�m disse "amor"? - Meu Deus, a� est�s tu.

- Um brinde a ti e a um grande espet�culo. - Obrigada.

� melhor do que viver como um monge.

Isso � verdade.

Muito melhor do que o normal.

- N�o � por acaso. - � verdade.

Preciso de me retocar. At� j�.

- Claro. Ciao. - Ciao!

Bom...

�s mesmo muito talentosa,

Rhubarbra Stagehand.

Obrigada.

Boa noite, mi�do.

Obrigada, Bruno. Foi muito am�vel.

Disponha, senhora.

Sim?

Vou j� para a�.

Ent�o?

�s um malandro.

Sim?

O que fazem aqui?

Que chap�u � esse?

� para n�o achatar o cabelo.

Mark?

Que faz em drag?

Preciso da an�lise de ADN at� amanh� de manh�.

Mas � de noite.

Bom, tira esse barrete e toca a trabalhar.

- Mas... - Envio-lhe o teu hist�rico da Internet.

Ela ver� a porcaria que v�s durante o expediente. Ent�o?

�s um estupor.

Eu sei.

Boa noite.

Anda, mi�do!

Larga o drag e entra na �gua!

Merda.

Chefe?

Adoro este lugar!

Toma, devem ser grandes de mais, mas n�o tenho mais nada.

Obrigado.

Est�-se bem aqui.

Quando eu era mi�do, com 11 ou 12 anos,

pass�vamos todos os domingos aqui.

Eu e o meu pai.

Ensinou-me a ca�ar e a pescar.

Isso � fant�stico.

Isto �, ter podido fazer isso com o seu pai.

O meu pai estragou tudo.

Bebia e vadiava de mais.

Mas isto...

Fez isto bem.

Era o melhor momento da semana.

S� eu e o meu pai.

Sent�vamo-nos neste preciso lugar.

Como tu e eu agora.

Olh�vamos para o lago e...

... n�o diz�amos nada.

E a sua m�e?

Eu e o meu pai est�vamos sozinhos.

Ele tinha um bar.

Cresci entre prostitutas e cerveja.

Ensinou-me cedo a ser um homem.

Nisso, o velho fez um bom trabalho.

Eu...

... mal me lembro do meu pai.

Conheceu-o?

A s�rio?

N�o por muito tempo.

Mas, pelo pouco que vi, notei que era bom homem.

Era um superpol�cia.

N�o deixava que o pisassem.

As mulheres eram doidas por ele.

Faziam fila para serem presas.

Fazes-me lembrar muito ele.

Se quiseres, ensino-te a pescar.

A s�rio?

Sim.

Quero dizer, sim, seria �timo.

O feij�o est� pronto.

S� precisamos de algo com que o empurrar.

E se fosses l� acima buscar o nosso amigo ao carro?

Vou j�.

"Relat�rio cl�nico. Bruno Kl�pel.

Caro Sr. Kl�pel,

foi-lhe diagnosticado um carcinoma da pr�stata, est�dio 2.

O tumor est� limitado a um local.

Recomendamos a remo��o cir�rgica do tumor, seguida de quimioterapia."

Tome.

Tu primeiro.

� o Peter.

- Diz. - Ol�, Bruno.

J� tenho os resultados.

Posso dizer com 99 % de certeza

que o ADN encontrado nas unhas da Sugar Candy

corresponde ao de Lady Lovelyn.

Apanh�mo-la.

Podemos pedir � Henschemeier o mandado de captura?

Melhor ainda,

apanhamos a Lady Lovelyn e servimo-la numa bandeja de prata.

Decorada com salsa e ma��, se quiseres.

Se lhe apanharmos a rainha com as provas de ADN,

ela vir� comer-nos � m�o como um porquinho-da-�ndia guloso.

Parece que algu�m chegou primeiro.

Maldi��o!

Alto! Pol�cia!

Merda.

Chefe!

Chefe!

Tem de vir ver isto.

Raios partam.

Legendas: Celeste Ferraz plint.com

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.