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Zulu
Lambe-me os tomates!
Maldita, nojenta, filha sapuda de uma fessureira velha!
Ela vai ver quem usa as cal�as aqui.
Vou espetar a minha m�quina de leite naqueles �beres
e vai ter de dar leite at� eu me fartar!
Percebeste?
Isso �...
... para fazer agora?
Vamos dar-lhe um osso bem suculento.
Vamos resolver o caso.
Vamos resolv�-lo t�o depressa...
Mais depressa do que dizes "Porsche patareca".
E, ent�o, poderemos gozar a nossa merecida paz e sossego.
Meu parceirito.
Queres que te pegue ao colo, princesa?
D�-lhe a volta ao est�mago, mas n�o h� como o evitar.
Bruno desce ao covil das pavoas.
J� o cora��o de Mark bate no peito como um flamingo no cio.
Este � o seu para�so.
Foram milhentas as vezes que sonhou entrar num clube como este.
Seis, sete, passo para a frente...
Cabe�a para cima e...
N�o, n�o, n�o!
O que se passa convosco?
Vejam o que est�o a fazer!
Queremos brilhar na cerim�nia f�nebre.
Estamos a fazer isto pela Sugar Candy.
V�, v�! Saiam da frente.
Observem.
Quero ver atitude.
Presen�a. Glamour.
Shady, tens menos dez anos do que eu.
Aprende os passos em vez de enfardar batatas fritas.
Este corpinho n�o foi obra da minha m�e ou do Senhor.
Foi do cirurgi�o pl�stico.
Desculpa.
Grande espet�culo.
Parecem mesmo tristes por uma de voc�s ter sido assassinada.
Estamos a ensaiar para o funeral da Sugar Candy.
Ela iria gostar.
Mas � uma surpresa v�-lo por aqui.
Somos pol�cias.
Amigos e ajudantes.
Essa � boa.
O que � que quer?
Queria um bom bourbon e um rabo quente,
mas, por agora, tenho perguntas sobre a v�tima.
Fazem ideia de quem possa estar por tr�s?
Inimigos, d�vidas, drogas?
Discutiam muito entre voc�s?
Somos como uma grande fam�lia.
As meninas adoravam a Sugar
e ela era como uma filha para mim.
Como uma filha.
Tamb�m n�o a deixava comer batatas fritas?
Ora bem, ontem � noite, onde � que as meninas estavam?
Est�vamos todas no Kitty. Onde mais?
Claro que est�vamos aqui.
- N�o temos nada a ver com isso. - Calminha.
Fizemos o nosso espet�culo e depois fic�mos todas aqui.
Menos a Sugar. Ela saiu mais cedo.
- Para onde foi? - Para casa, acho eu.
Ou para a casa do namorado novo.
Nunca nos disse quem era. Era muito reservada em rela��o a ele.
Estou a ver, um namorado sinistro.
Se algu�m se lembrar de alguma coisa,
sabem onde me encontrar.
O sistema de alta press�o Sabrina abateu-se sobre n�s com 38 �C.
Amanh�, espera-se mais ar quente vindo do sudoeste.
As noites s�o tropicais, de 24 �C.
Cambada de maricas.
Uma coisa te digo, mi�do.
Amanh� estaremos sentados ao sol,
a grelhar um belo bife
e a brindar com cerveja a mais um caso resolvido.
Ainda nem temos uma pista.
Isso � o que tu pensas.
H� algo de suspeito naqueles maricas.
- Acha que foi um dos travestis? - Sim.
Ali h� gato. Sinto no meu mijo.
Mais caf�, cavalheiros?
N�o dever�amos investigar mais possibilidades?
Ela mencionou o namorado. Talvez...
Ouve bem, mi�do.
Elas n�o s�o de fiar. Muito menos a Rainha Pichota.
Topo vigaristas � l�gua.
Est� na hora de ir mijar.
Mais alguma bebida?
Queres uma bebida?
N�o.
Quer dizer, sim, eu...
Quero uma Cola Light.
Sou pol�cia.
Nota-se.
- Uma Cola Light para o senhor pol�cia? - Sim.
Est� bem.
Raios partam.
Obrigado.
Queres provar?
Ent�o?
� bom.
N�o, o teu nome.
Diz-me.
Certo...
Mark. Chamo-me Mark Solowski.
Mark Solowski.
Eu sou o Mikky. Mikky Flinn.
C'um cara�as!
Mikky!
Mikky Flinn!
Meu, o �ltimo jogo foi de loucos.
Futebol americano.
- Vieste ajudar a Conny? - Claro. Eu gosto.
O tio Rudi est� outra vez mal da anca.
Mikky, �s um mi�do bestial.
Nunca esquecerei a �poca passada. No �ltimo jogo, tu na defesa, a direito.
Meu Deus! Deste um bailinho �queles gajos.
- Toma. - O qu�?
- N�o. - � um prazer.
Cara�as. Mark?
Bilhetes para o jogo do campeonato.
Tu, eu e este jovem diabo.
- O qu�? - Vamos divertir-nos � grande.
- Vens, Mikky? Mesa tr�s. - Vou j�.
Vemo-nos logo.
At� logo, mi�do.
E agora temos um encontro.
Fyodor Petrov. Fugiu para c� de Novosibirsk h� tr�s anos.
Foi-lhe concedido asilo. Homossexual, era perseguido na R�ssia.
N�o tem parentes c�.
Fez 22 anos h� dois dias.
Ainda era uma crian�a.
Como suspeitei, morreu logo, quando o pesco�o se fraturou.
� uma fratura limpa.
Deve ter ca�do de cabe�a numa aresta dura.
Uma aresta? Que tipo de aresta?
� dif�cil de dizer. Uma pedra do passeio? Uma cadeira?
Talvez o degrau de uma escada.
Tamb�m encontrei outra coisa.
Fragmentos de pele.
Por baixo das unhas.
- De uma luta? - Presumivelmente.
N�o quer dizer que podemos ter o ADN do assassino?
Talvez algu�m da base de dados?
Temos castor �vido!
� um bom disc�pulo.
Mas olha para estas escoria��es.
Parece que algu�m lhe tirou algo do pesco�o.
POL�CIA
Isso faz de ti a nova respons�vel pela igualdade de oportunidades.
Parab�ns, Nancy.
Obrigada, chefe.
Camarada Kl�pel. Solowski.
Que novidades trazem?
Tudo sob controlo, minha senhora. Estamos em cima do acontecimento.
Tenho uma coisa chamada instinto, se � que me entende.
- Ol�, Dan. - Queres um bocado?
- � da minha mulher. - Alguma celebra��o?
Sim, j� sabemos o que vai ser.
Sendo uma crian�a tua, ser� uma princesinha de conto de fadas.
- � menino. - Parab�ns.
Bom trabalho a acertar no buraco.
- Que est�s a fazer? - A chefe n�o quer os p�steres.
A mamalhuda n�o sai da�.
V� l�, Bruno. N�o vamos arranjar problemas.
A mamalhuda n�o sai da�.
Encontraste o telem�vel do morto?
N�o o tinha e n�o revist�mos o apartamento.
Sa�ste-me um pregui�oso!
Porque � que ningu�m verificou as cuecas?
Precisamos do telem�vel.
Quem sabe que segredos sujos esconde?
Tenho l� tempo para isso. Estou atolado.
Obrigado.
Anda l�, Mark. Fazemos n�s.
Sim, Chefe.
- Obrigado pelo bolo. - De nada.
A Sugar Candy vivia aqui?
Parece um bairro acolhedor.
2-4.
2-6.
Parece que algu�m se antecipou a n�s.
Que caos!
Algu�m estava � procura de alguma coisa.
Quem veio primeiro foi muito meticuloso.
Merda.
Chefe, se o assassino esteve aqui, � um local de crime.
O Peter devia vir recolher provas. Chamo-o?
Faz o que tens a fazer.
Encontramo-nos no carro.
Lamento imenso.
Daremos o nosso melhor para encontrar o assassino.
Nada mal.
Ensinam isso na academia, hoje em dia?
N�o encontrei nada na base de dados.
- O qu�? - Com o ADN do cad�ver.
Portanto, o assassino � desconhecido.
- E o telem�vel? - Ilocaliz�vel.
Ou est� desligado, ou algu�m o destruiu.
Aquele colar...
Sim, ela est� a us�-lo em todas as fotografias.
As escoria��es no pesco�o...
Devem ser do colar.
Se encontrarmos o colar, poderemos encontrar...
O assassino.
Quem gosta de roubar brilhantes?
P�ssaros?
Larilas.
Ontem fui � tal festa privada do anivers�rio do Maurice...
Foi horr�vel. A s�rio.
Fizeram bem em n�o ir.
Nem havia espumante.
Meu Deus!
Acabou-se a festa das pilas!
A qu�?
- Quem tem a merda do colar? - Saia daqui!
O que vem a ser isto?
Parem de agir como pirralhas obcecadas por p�neis.
Quem reconhece a merda deste colar?
- Esse � o colar da Sugar. - Correto.
Quero saber quem o esconde, seja na bolsa ou nas cuecas.
Mark.
Revista as gavetas.
Levantem-se e fa�am fila.
Eu juro
que vos mando prender!
Vai tudo a eito!
Tamb�m sei ser bruto!
O que se passa aqui?
Deixe as raparigas em paz, imediatamente.
Meninas, l� para fora.
Saiam.
Ora bem.
E, agora, vai explicar-se.
Tem um mandado de busca, sequer?
Deixemo-nos de hipocrisias.
Quero saber onde est� a porra do colar.
Est� bem, querido. Tem raz�o.
Deixemo-nos de tretas.
Eu sei que quer acabar connosco,
claro que seria conveniente se um de n�s tivesse matado a Sugar,
mas vou dizer isto pela �ltima vez.
N�o foi nenhuma de n�s.
Ent�o, porque n�o me falas de ti?
O que quer saber?
Onde estiveste depois do espet�culo?
N�o seja rid�culo.
Estive em casa.
A s�s.
Ora bolas.
N�o tens �libi.
Sabes o que acho?
Acho que me escondes alguma coisa.
Para pessoas como tu,
a pris�o pode ser extremamente desagrad�vel.
Para pessoas como eu?
A n�o ser, claro, que te agrade ser lavrado por uns camp�nios.
E aqui as tuas criadinhas
n�o estar�o l� para te chupar a pila.
Chefe?
O colar n�o est� c�.
At� breve...
... Lady Lovelyn.
� uma escada �ngreme, n�o achas?
Algu�m pode dar uma queda feia aqui.
Sim, � poss�vel.
Acho que encontr�mos o nosso suspeito. O que achas?
� o que parece.
Que � que foi?
N�o te preocupes.
Amanh� mostramos �quele boiola quem usa as cal�as por aqui. Tu e eu.
Esta terra � nossa e ser� sempre.
Mas est� na altura de parar.
N�o sei os teus planos,
mas ganhei um encontro com 11 homens musculados de forma justa.
Mijaram na tua cerveja?
� falta, caralho!
�rbitro!
Idiota!
Feios que nem c�es! � o que s�o!
N�o posso acreditar!
� falta!
Cara de cu!
�rbitro, tens as cuecas muito apertadas?
Olha, � o Mikky! Vai entrar!
Mikky!
Mikky Flinn!
A �guia voadora!
Mikky!
Mikky Flinn!
Agora sim!
Mikky!
Seu malandro!
V�, v�, v�!
Parvalh�o!
Boa, boa, boa! Bora!
Vai, vai, vai!
Ponto!
- Ponto! - Ponto!
Idiotas!
Viram todos? Aquele mi�do � meu amigo.
Rapazes, onde est� o Mikky Flinn, aquela velha �guia?
- Acho que n�o podemos entrar. - Anda l�.
Mikky!
Mikky Flinn, o homem dos p�s ardentes.
- Meu sacana. Grande jogo. - Obrigado.
O nosso amigo apanhou a bola. Podes...
Claro que sim. Tudo por voc�s.
- Est�s a ver? - Obrigado.
- Toma. - Obrigado.
V�. Continuem assim!
Dois cachorros, por favor.
Vai para o carro. N�o demoro.
Alice!
- Bom apetite. - Fique com o troco.
Alice?
Sim?
Eu... queria lembrar-te do nosso encontro.
Como compensa��o pela mordidela.
Pois �. Esqueci-me. Lamento.
Lamento mesmo.
Eu... Depois digo qualquer coisa.
Que tal amanh� � noite?
Estou mesmo muito ocupada.
Estava a pensar no Ch�teau Rouge.
Para um vinho.
Kasper, outra vez, n�o.
Kasper, para com isso.
Est� bem. �s oito horas.
Posso ir buscar-te.
N�o � preciso. Encontramo-nos l�.
N�o perdi o jeito.
Ent�o e tu, como vais?
De senhoras.
Bem.
Foi o que eu pensei.
J� patinaram?
O qu�?
J� dan�aram o mambo?
N�o, acab�mos de nos conhecer.
Ouve com aten��o.
No primeiro encontro, tens de te mostrar muito confiante.
Veste a tua melhor camisa. Ou at� um fato. As raparigas gostam.
Depois, escolhe um bar fino.
Onde as pessoas bebam coisas chiques, como o Moscow Mule ou o Aperol Spritz.
Caga nessas.
Pede um Abre-latas.
- Um qu�? - Um Abre-latas.
Ou um Inspetor de Cuecas.
� um cocktail doce e a�ucarado.
A tua mi�da n�o vai notar o �lcool. Vai ficar excitada como um babu�no no cio.
Depois, vais olh�-la nos olhos.
Nunca desvies o olhar.
Se o fizeres,
ela ir� ganhar e far� de ti gato-sapato.
Mostra-lhe sempre que �s tu o homem.
- Entendido? - Est� bem.
Ent�o?
Bar fino.
Abre-latas.
E ser o homem.
E olh�-la nos olhos.
Como � que ela se chama?
Michaela.
Michaela.
Tem nome de safada.
Gostas mesmo dela, n�o �?
Sim, muito.
Vai correr tudo bem.
Acha que sim, Chefe?
N�o sei, de alguma forma...
Acho que � areia a mais para mim, senhor.
N�o, para com isso! Ningu�m diz isso sobre o meu Mark.
�s um bom rapaz.
Sabes, o que est� aqui dentro...
... � a �nica coisa que importa.
E n�o me chames "senhor". N�o sou teu av�.
Somos parceiros.
Est� bem, Chefe.
N�o te esque�as de p�r um preservativo no badalo.
A gonorreia � tramada.
Parece que mergulhas o salame em picante.
Estou? Ol�.
Mikky?
Sim... � o Mark.
O Mark Solowski. Eu...
Bem, eu queria perguntar-te se...
Ama...
Sim, amanh� est� �timo.
Sim, tamb�m estou ansioso.
At�... Sim. At� amanh�.
Sim. Adeus.
Tenho um encontro.
�s um cowboy. �s um homem.
Vais p�r aquela passarinha a cantar.
Vais roer aquele osso pelo teu c�ozinho.
�s um homem.
Beb�?
Beb�?
Por favor.
Isso sabe t�o bem.
"Quanto tempo esperara ela por isto?
Ela contara as horas no seu quarto.
Agora estava deitada, por fim,
pronta para o receber.
Lorde Ramie McGlensmith
pressionou o seu membro pujante contra o de Lady McDougal.
A sua magn�fica espada embateu na caverna do prazer dela ao luar.
Quando atingiram o cl�max juntos,
gritaram na escurid�o imensa da Esc�cia
e amaram-se mais uma vez.
Kathleen montou o seu cavalo branco, Cinder,
pela frescura e a escurid�o das Terras Altas.
Desde a noite com Lorde McGlensmith que pensava nele ami�de.
No seu longo cabelo louro e encaracolado,
nos seus l�bios cheios e h�midos, no seu peito,
no seu cheiro animalesco...
Por fim, chegou � sua beira.
Estava com medo.
E se tivesse sido uma farsa?
E se ele tro�asse dela e a mandasse embora?
Ela estava prestes a dar a volta a Cinder
Teria ela sido ing�nua?
De repente, ela ouviu a sua voz suave.
Um bar�tono suave e vibrante que fazia o seu corpo tremer."
Eu vi-te.
Com o meu cora��o.
O qu�?
Que n�mero cal�as?
Sete. E meio.
Desculpa, pensei que...
Posso ir trocar de roupa.
Que disparate! Est�s bonito.
Isso � para mim?
Vamos?
- Aqui t�m. Desfrutem. - Obrigada.
Boa noite, menina.
Um u�sque duplo e um Abre-latas, quando a minha senhora chegar.
Percebe o que quero dizer?
N�o temos Abre-latas.
Que tal um Inspetor de Cuecas?
Uma bebida doce, um cocktail doce e a�ucarado,
que fa�a as suas cuecas ir parar a Xangai.
Com certeza.
Alice...
Permites-me?
Obrigada.
Olha, eu posso agarrar-te.
Desculpa.
Obrigado.
Preparado?
Vamos l�, ent�o.
� divertido, n�o �?
Sim, � divertido.
Mas n�o me largues.
N�o te preocupes. N�o te vou largar.
Espera a�.
Belo chap�u de cowboy.
� um chap�u texano a s�rio.
Custou-me os olhos da cara.
Ora bem.
Aqui est� o bourbon, para o cavalheiro.
E o Inspetor de Cuecas, para a senhora.
N�o bebo coisas doces.
Quero o bourbon.
Ent�o, �s pol�cia?
Sim, h� mais de 30 anos.
E porque te tornaste pol�cia?
Todas as noites, um pol�cia ia ao bar do meu pai.
Era um homem a s�rio. Um verdadeiro Hulk. Todos o respeitavam.
Ele vigiava o nosso bairro.
Em mi�do, impressionou-me muito,
ent�o quis crescer e ser como ele.
O Kasper, o meu filho...
- O pequeno mordedor? - Sim.
Tamb�m quer ser pol�cia quando crescer.
Posso lev�-lo numa ronda.
Farias isso?
Ele iria adorar.
Claro que sim.
Poder� aprender a ser um homem a s�rio.
A impressionar mulheres e a deixar os punhos falar.
Ele tem oito anos.
O meu pai ensinou-me a ser um homem muito cedo.
Ou seja, a n�o chorar,
que os rapazes lutam
e a estar sempre de olho nas mi�das.
Sabes o que me chamam na rua?
Boom Boom Bruno.
Que tal, depois de terminarmos as nossas bebidas,
irmos dar uma volta no meu carro?
Ouvir um pouco de jazz.
S� n�s os dois,
eu e a minha senhora.
Deixa-me dizer-te uma coisa, Boom Boom Bruno,
s� para que fique bem claro.
Tu e eu nunca vamos ter nada.
N�o tenho pachorra para as tuas conversas idiotas.
S� estou aqui pelo Kasper, que est� � minha espera em casa.
Que fique bem assente.
Obrigada pela bebida.
Boa noite.
Mas...
Mais alguma coisa?
Bourbon. Uma garrafa inteira.
Bem, tens mesmo jeito.
Obrigado.
Como � patrulhar o dia todo?
De arma e farda, quero eu dizer.
Fixe?
�s t�o querido!
Devias ter orgulho.
� muito sexy.
Achas mesmo?
� uma loucura, mal te conhe�o, mas gosto muito de ti.
Sim, eu...
Eu tamb�m gosto de ti.
Disse que n�o te deixaria cair.
Sim.
Olhem aqueles larilas!
N�o arranjam um quarto?
N�o consigo.
S�o idiotas. Ignora-os.
N�o. Lamento, n�o consigo.
Sou um cobarde de merda.
Ol�, borracho.
O meu belo ursinho Bruno.
Ei-lo de novo.
E acordou.
N�o, o pequeno Alfredo n�o teve vontade de se levantar hoje.
Ele trabalha lindamente.
Se calhar, estavas com as m�os frias.
Tretas.
Eu digo-te porque � que ele n�o quis dizer ol�.
Porque est�s apaixonado, est�pido!
O amor � para idiotas.
Pare�o-te uma menina que rabisca cora��es no di�rio?
N�o quero ouvir.
Mexe-te. Vem a� o pr�ximo cliente.
Adeus, borracho.
E Bruno...
- Devias deixar de ignorar. - O qu�?
Vai a um m�dico e trata o Alfredo.
Minha senhora.
Que sabe uma pega italiana gorda sobre n�s?
- Bom dia. - Bom dia, Chefe.
Ent�o?
- Voc�s foram... - ... patinar?
Sim, fomos.
Pequeno garanh�o. Estou orgulhoso de ti.
Aprendeste com o melhor. O Encantador de Mulheres.
Deves-me uma, mi�do.
E o chefe?
Sabes como sou.
Dei uma boa esfregadela ao bicho
e acionei o canh�o de confetis.
Fa�o anos hoje.
Parab�ns.
Chamou-nos aqui para lhe fazermos uma serenata?
N�o vai ser preciso. Acabei de receber a minha prenda.
Nancy?
Este � o Sr. David Williams.
Prefiro...
Lady Lovelyn.
O Sr. Williams apresentou uma queixa contra si, Kl�pel.
Por coer��o, racismo, sexismo e entrada de forma ilegal no Kitty.
Foi mais r�pido do que esperava.
- O maricas � esperto. - Desculpe?
Minha senhora, eu acredito que h� algo de estranho naquele pardieiro.
O assassino � do clube.
Desconfio que aquele ali tem esqueletos no arm�rio.
- Tem provas substanciais? - Ainda n�o.
Estou a ver.
Sabe o que isso significa?
Eu avisei-o.
Um pequeno passo em falso e est� fora, Kl�pel.
Desculpe intrometer-me,
mas n�o � verdade.
O meu colega Kl�pel fez tudo conforme as regras.
Interrogou uma testemunha e n�o foi sexista nem racista.
Isso � mentira!
Depois, o Sr. David Williams
come�ou a insult�-lo e...
Cuspiu-lhe para cima.
Cuspiu para cima do agente?
Sim.
Cuspi.
Mas s� depois de me ter insultado.
Kl�pel, deseja apresentar queixa contra o Sr. Williams?
N�o � necess�rio.
�s um verdadeiro parceiro.
Foi aquele pav�o preto. Aposto os meus tomates.
Legendas: Ana Filipa Vieira plint.com
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