All language subtitles for Boom Boom Bruno 1x02 Pechos trofeos y una troupe de reinas

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Original subtitles

Lambe-me os tomates!

Maldita, nojenta, filha sapuda de uma fessureira velha!

Ela vai ver quem usa as cal�as aqui.

Vou espetar a minha m�quina de leite naqueles �beres

e vai ter de dar leite at� eu me fartar!

Percebeste?

Isso �...

... para fazer agora?

Vamos dar-lhe um osso bem suculento.

Vamos resolver o caso.

Vamos resolv�-lo t�o depressa...

Mais depressa do que dizes "Porsche patareca".

E, ent�o, poderemos gozar a nossa merecida paz e sossego.

Meu parceirito.

Queres que te pegue ao colo, princesa?

D�-lhe a volta ao est�mago, mas n�o h� como o evitar.

Bruno desce ao covil das pavoas.

J� o cora��o de Mark bate no peito como um flamingo no cio.

Este � o seu para�so.

Foram milhentas as vezes que sonhou entrar num clube como este.

Seis, sete, passo para a frente...

Cabe�a para cima e...

N�o, n�o, n�o!

O que se passa convosco?

Vejam o que est�o a fazer!

Queremos brilhar na cerim�nia f�nebre.

Estamos a fazer isto pela Sugar Candy.

V�, v�! Saiam da frente.

Observem.

Quero ver atitude.

Presen�a. Glamour.

Shady, tens menos dez anos do que eu.

Aprende os passos em vez de enfardar batatas fritas.

Este corpinho n�o foi obra da minha m�e ou do Senhor.

Foi do cirurgi�o pl�stico.

Desculpa.

Grande espet�culo.

Parecem mesmo tristes por uma de voc�s ter sido assassinada.

Estamos a ensaiar para o funeral da Sugar Candy.

Ela iria gostar.

Mas � uma surpresa v�-lo por aqui.

Somos pol�cias.

Amigos e ajudantes.

Essa � boa.

O que � que quer?

Queria um bom bourbon e um rabo quente,

mas, por agora, tenho perguntas sobre a v�tima.

Fazem ideia de quem possa estar por tr�s?

Inimigos, d�vidas, drogas?

Discutiam muito entre voc�s?

Somos como uma grande fam�lia.

As meninas adoravam a Sugar

e ela era como uma filha para mim.

Como uma filha.

Tamb�m n�o a deixava comer batatas fritas?

Ora bem, ontem � noite, onde � que as meninas estavam?

Est�vamos todas no Kitty. Onde mais?

Claro que est�vamos aqui.

- N�o temos nada a ver com isso. - Calminha.

Fizemos o nosso espet�culo e depois fic�mos todas aqui.

Menos a Sugar. Ela saiu mais cedo.

- Para onde foi? - Para casa, acho eu.

Ou para a casa do namorado novo.

Nunca nos disse quem era. Era muito reservada em rela��o a ele.

Estou a ver, um namorado sinistro.

Se algu�m se lembrar de alguma coisa,

sabem onde me encontrar.

O sistema de alta press�o Sabrina abateu-se sobre n�s com 38 �C.

Amanh�, espera-se mais ar quente vindo do sudoeste.

As noites s�o tropicais, de 24 �C.

Cambada de maricas.

Uma coisa te digo, mi�do.

Amanh� estaremos sentados ao sol,

a grelhar um belo bife

e a brindar com cerveja a mais um caso resolvido.

Ainda nem temos uma pista.

Isso � o que tu pensas.

H� algo de suspeito naqueles maricas.

- Acha que foi um dos travestis? - Sim.

Ali h� gato. Sinto no meu mijo.

Mais caf�, cavalheiros?

N�o dever�amos investigar mais possibilidades?

Ela mencionou o namorado. Talvez...

Ouve bem, mi�do.

Elas n�o s�o de fiar. Muito menos a Rainha Pichota.

Topo vigaristas � l�gua.

Est� na hora de ir mijar.

Mais alguma bebida?

Queres uma bebida?

N�o.

Quer dizer, sim, eu...

Quero uma Cola Light.

Sou pol�cia.

Nota-se.

- Uma Cola Light para o senhor pol�cia? - Sim.

Est� bem.

Raios partam.

Obrigado.

Queres provar?

Ent�o?

� bom.

N�o, o teu nome.

Diz-me.

Certo...

Mark. Chamo-me Mark Solowski.

Mark Solowski.

Eu sou o Mikky. Mikky Flinn.

C'um cara�as!

Mikky!

Mikky Flinn!

Meu, o �ltimo jogo foi de loucos.

Futebol americano.

- Vieste ajudar a Conny? - Claro. Eu gosto.

O tio Rudi est� outra vez mal da anca.

Mikky, �s um mi�do bestial.

Nunca esquecerei a �poca passada. No �ltimo jogo, tu na defesa, a direito.

Meu Deus! Deste um bailinho �queles gajos.

- Toma. - O qu�?

- N�o. - � um prazer.

Cara�as. Mark?

Bilhetes para o jogo do campeonato.

Tu, eu e este jovem diabo.

- O qu�? - Vamos divertir-nos � grande.

- Vens, Mikky? Mesa tr�s. - Vou j�.

Vemo-nos logo.

At� logo, mi�do.

E agora temos um encontro.

Fyodor Petrov. Fugiu para c� de Novosibirsk h� tr�s anos.

Foi-lhe concedido asilo. Homossexual, era perseguido na R�ssia.

N�o tem parentes c�.

Fez 22 anos h� dois dias.

Ainda era uma crian�a.

Como suspeitei, morreu logo, quando o pesco�o se fraturou.

� uma fratura limpa.

Deve ter ca�do de cabe�a numa aresta dura.

Uma aresta? Que tipo de aresta?

� dif�cil de dizer. Uma pedra do passeio? Uma cadeira?

Talvez o degrau de uma escada.

Tamb�m encontrei outra coisa.

Fragmentos de pele.

Por baixo das unhas.

- De uma luta? - Presumivelmente.

N�o quer dizer que podemos ter o ADN do assassino?

Talvez algu�m da base de dados?

Temos castor �vido!

� um bom disc�pulo.

Mas olha para estas escoria��es.

Parece que algu�m lhe tirou algo do pesco�o.

POL�CIA

Isso faz de ti a nova respons�vel pela igualdade de oportunidades.

Parab�ns, Nancy.

Obrigada, chefe.

Camarada Kl�pel. Solowski.

Que novidades trazem?

Tudo sob controlo, minha senhora. Estamos em cima do acontecimento.

Tenho uma coisa chamada instinto, se � que me entende.

- Ol�, Dan. - Queres um bocado?

- � da minha mulher. - Alguma celebra��o?

Sim, j� sabemos o que vai ser.

Sendo uma crian�a tua, ser� uma princesinha de conto de fadas.

- � menino. - Parab�ns.

Bom trabalho a acertar no buraco.

- Que est�s a fazer? - A chefe n�o quer os p�steres.

A mamalhuda n�o sai da�.

V� l�, Bruno. N�o vamos arranjar problemas.

A mamalhuda n�o sai da�.

Encontraste o telem�vel do morto?

N�o o tinha e n�o revist�mos o apartamento.

Sa�ste-me um pregui�oso!

Porque � que ningu�m verificou as cuecas?

Precisamos do telem�vel.

Quem sabe que segredos sujos esconde?

Tenho l� tempo para isso. Estou atolado.

Obrigado.

Anda l�, Mark. Fazemos n�s.

Sim, Chefe.

- Obrigado pelo bolo. - De nada.

A Sugar Candy vivia aqui?

Parece um bairro acolhedor.

2-4.

2-6.

Parece que algu�m se antecipou a n�s.

Que caos!

Algu�m estava � procura de alguma coisa.

Quem veio primeiro foi muito meticuloso.

Merda.

Chefe, se o assassino esteve aqui, � um local de crime.

O Peter devia vir recolher provas. Chamo-o?

Faz o que tens a fazer.

Encontramo-nos no carro.

Lamento imenso.

Daremos o nosso melhor para encontrar o assassino.

Nada mal.

Ensinam isso na academia, hoje em dia?

N�o encontrei nada na base de dados.

- O qu�? - Com o ADN do cad�ver.

Portanto, o assassino � desconhecido.

- E o telem�vel? - Ilocaliz�vel.

Ou est� desligado, ou algu�m o destruiu.

Aquele colar...

Sim, ela est� a us�-lo em todas as fotografias.

As escoria��es no pesco�o...

Devem ser do colar.

Se encontrarmos o colar, poderemos encontrar...

O assassino.

Quem gosta de roubar brilhantes?

P�ssaros?

Larilas.

Ontem fui � tal festa privada do anivers�rio do Maurice...

Foi horr�vel. A s�rio.

Fizeram bem em n�o ir.

Nem havia espumante.

Meu Deus!

Acabou-se a festa das pilas!

A qu�?

- Quem tem a merda do colar? - Saia daqui!

O que vem a ser isto?

Parem de agir como pirralhas obcecadas por p�neis.

Quem reconhece a merda deste colar?

- Esse � o colar da Sugar. - Correto.

Quero saber quem o esconde, seja na bolsa ou nas cuecas.

Mark.

Revista as gavetas.

Levantem-se e fa�am fila.

Eu juro

que vos mando prender!

Vai tudo a eito!

Tamb�m sei ser bruto!

O que se passa aqui?

Deixe as raparigas em paz, imediatamente.

Meninas, l� para fora.

Saiam.

Ora bem.

E, agora, vai explicar-se.

Tem um mandado de busca, sequer?

Deixemo-nos de hipocrisias.

Quero saber onde est� a porra do colar.

Est� bem, querido. Tem raz�o.

Deixemo-nos de tretas.

Eu sei que quer acabar connosco,

claro que seria conveniente se um de n�s tivesse matado a Sugar,

mas vou dizer isto pela �ltima vez.

N�o foi nenhuma de n�s.

Ent�o, porque n�o me falas de ti?

O que quer saber?

Onde estiveste depois do espet�culo?

N�o seja rid�culo.

Estive em casa.

A s�s.

Ora bolas.

N�o tens �libi.

Sabes o que acho?

Acho que me escondes alguma coisa.

Para pessoas como tu,

a pris�o pode ser extremamente desagrad�vel.

Para pessoas como eu?

A n�o ser, claro, que te agrade ser lavrado por uns camp�nios.

E aqui as tuas criadinhas

n�o estar�o l� para te chupar a pila.

Chefe?

O colar n�o est� c�.

At� breve...

... Lady Lovelyn.

� uma escada �ngreme, n�o achas?

Algu�m pode dar uma queda feia aqui.

Sim, � poss�vel.

Acho que encontr�mos o nosso suspeito. O que achas?

� o que parece.

Que � que foi?

N�o te preocupes.

Amanh� mostramos �quele boiola quem usa as cal�as por aqui. Tu e eu.

Esta terra � nossa e ser� sempre.

Mas est� na altura de parar.

N�o sei os teus planos,

mas ganhei um encontro com 11 homens musculados de forma justa.

Mijaram na tua cerveja?

� falta, caralho!

�rbitro!

Idiota!

Feios que nem c�es! � o que s�o!

N�o posso acreditar!

� falta!

Cara de cu!

�rbitro, tens as cuecas muito apertadas?

Olha, � o Mikky! Vai entrar!

Mikky!

Mikky Flinn!

A �guia voadora!

Mikky!

Mikky Flinn!

Agora sim!

Mikky!

Seu malandro!

V�, v�, v�!

Parvalh�o!

Boa, boa, boa! Bora!

Vai, vai, vai!

Ponto!

- Ponto! - Ponto!

Idiotas!

Viram todos? Aquele mi�do � meu amigo.

Rapazes, onde est� o Mikky Flinn, aquela velha �guia?

- Acho que n�o podemos entrar. - Anda l�.

Mikky!

Mikky Flinn, o homem dos p�s ardentes.

- Meu sacana. Grande jogo. - Obrigado.

O nosso amigo apanhou a bola. Podes...

Claro que sim. Tudo por voc�s.

- Est�s a ver? - Obrigado.

- Toma. - Obrigado.

V�. Continuem assim!

Dois cachorros, por favor.

Vai para o carro. N�o demoro.

Alice!

- Bom apetite. - Fique com o troco.

Alice?

Sim?

Eu... queria lembrar-te do nosso encontro.

Como compensa��o pela mordidela.

Pois �. Esqueci-me. Lamento.

Lamento mesmo.

Eu... Depois digo qualquer coisa.

Que tal amanh� � noite?

Estou mesmo muito ocupada.

Estava a pensar no Ch�teau Rouge.

Para um vinho.

Kasper, outra vez, n�o.

Kasper, para com isso.

Est� bem. �s oito horas.

Posso ir buscar-te.

N�o � preciso. Encontramo-nos l�.

N�o perdi o jeito.

Ent�o e tu, como vais?

De senhoras.

Bem.

Foi o que eu pensei.

J� patinaram?

O qu�?

J� dan�aram o mambo?

N�o, acab�mos de nos conhecer.

Ouve com aten��o.

No primeiro encontro, tens de te mostrar muito confiante.

Veste a tua melhor camisa. Ou at� um fato. As raparigas gostam.

Depois, escolhe um bar fino.

Onde as pessoas bebam coisas chiques, como o Moscow Mule ou o Aperol Spritz.

Caga nessas.

Pede um Abre-latas.

- Um qu�? - Um Abre-latas.

Ou um Inspetor de Cuecas.

� um cocktail doce e a�ucarado.

A tua mi�da n�o vai notar o �lcool. Vai ficar excitada como um babu�no no cio.

Depois, vais olh�-la nos olhos.

Nunca desvies o olhar.

Se o fizeres,

ela ir� ganhar e far� de ti gato-sapato.

Mostra-lhe sempre que �s tu o homem.

- Entendido? - Est� bem.

Ent�o?

Bar fino.

Abre-latas.

E ser o homem.

E olh�-la nos olhos.

Como � que ela se chama?

Michaela.

Michaela.

Tem nome de safada.

Gostas mesmo dela, n�o �?

Sim, muito.

Vai correr tudo bem.

Acha que sim, Chefe?

N�o sei, de alguma forma...

Acho que � areia a mais para mim, senhor.

N�o, para com isso! Ningu�m diz isso sobre o meu Mark.

�s um bom rapaz.

Sabes, o que est� aqui dentro...

... � a �nica coisa que importa.

E n�o me chames "senhor". N�o sou teu av�.

Somos parceiros.

Est� bem, Chefe.

N�o te esque�as de p�r um preservativo no badalo.

A gonorreia � tramada.

Parece que mergulhas o salame em picante.

Estou? Ol�.

Mikky?

Sim... � o Mark.

O Mark Solowski. Eu...

Bem, eu queria perguntar-te se...

Ama...

Sim, amanh� est� �timo.

Sim, tamb�m estou ansioso.

At�... Sim. At� amanh�.

Sim. Adeus.

Tenho um encontro.

�s um cowboy. �s um homem.

Vais p�r aquela passarinha a cantar.

Vais roer aquele osso pelo teu c�ozinho.

�s um homem.

Beb�?

Beb�?

Por favor.

Isso sabe t�o bem.

"Quanto tempo esperara ela por isto?

Ela contara as horas no seu quarto.

Agora estava deitada, por fim,

pronta para o receber.

Lorde Ramie McGlensmith

pressionou o seu membro pujante contra o de Lady McDougal.

A sua magn�fica espada embateu na caverna do prazer dela ao luar.

Quando atingiram o cl�max juntos,

gritaram na escurid�o imensa da Esc�cia

e amaram-se mais uma vez.

Kathleen montou o seu cavalo branco, Cinder,

pela frescura e a escurid�o das Terras Altas.

Desde a noite com Lorde McGlensmith que pensava nele ami�de.

No seu longo cabelo louro e encaracolado,

nos seus l�bios cheios e h�midos, no seu peito,

no seu cheiro animalesco...

Por fim, chegou � sua beira.

Estava com medo.

E se tivesse sido uma farsa?

E se ele tro�asse dela e a mandasse embora?

Ela estava prestes a dar a volta a Cinder

Teria ela sido ing�nua?

De repente, ela ouviu a sua voz suave.

Um bar�tono suave e vibrante que fazia o seu corpo tremer."

Eu vi-te.

Com o meu cora��o.

O qu�?

Que n�mero cal�as?

Sete. E meio.

Desculpa, pensei que...

Posso ir trocar de roupa.

Que disparate! Est�s bonito.

Isso � para mim?

Vamos?

- Aqui t�m. Desfrutem. - Obrigada.

Boa noite, menina.

Um u�sque duplo e um Abre-latas, quando a minha senhora chegar.

Percebe o que quero dizer?

N�o temos Abre-latas.

Que tal um Inspetor de Cuecas?

Uma bebida doce, um cocktail doce e a�ucarado,

que fa�a as suas cuecas ir parar a Xangai.

Com certeza.

Alice...

Permites-me?

Obrigada.

Olha, eu posso agarrar-te.

Desculpa.

Obrigado.

Preparado?

Vamos l�, ent�o.

� divertido, n�o �?

Sim, � divertido.

Mas n�o me largues.

N�o te preocupes. N�o te vou largar.

Espera a�.

Belo chap�u de cowboy.

� um chap�u texano a s�rio.

Custou-me os olhos da cara.

Ora bem.

Aqui est� o bourbon, para o cavalheiro.

E o Inspetor de Cuecas, para a senhora.

N�o bebo coisas doces.

Quero o bourbon.

Ent�o, �s pol�cia?

Sim, h� mais de 30 anos.

E porque te tornaste pol�cia?

Todas as noites, um pol�cia ia ao bar do meu pai.

Era um homem a s�rio. Um verdadeiro Hulk. Todos o respeitavam.

Ele vigiava o nosso bairro.

Em mi�do, impressionou-me muito,

ent�o quis crescer e ser como ele.

O Kasper, o meu filho...

- O pequeno mordedor? - Sim.

Tamb�m quer ser pol�cia quando crescer.

Posso lev�-lo numa ronda.

Farias isso?

Ele iria adorar.

Claro que sim.

Poder� aprender a ser um homem a s�rio.

A impressionar mulheres e a deixar os punhos falar.

Ele tem oito anos.

O meu pai ensinou-me a ser um homem muito cedo.

Ou seja, a n�o chorar,

que os rapazes lutam

e a estar sempre de olho nas mi�das.

Sabes o que me chamam na rua?

Boom Boom Bruno.

Que tal, depois de terminarmos as nossas bebidas,

irmos dar uma volta no meu carro?

Ouvir um pouco de jazz.

S� n�s os dois,

eu e a minha senhora.

Deixa-me dizer-te uma coisa, Boom Boom Bruno,

s� para que fique bem claro.

Tu e eu nunca vamos ter nada.

N�o tenho pachorra para as tuas conversas idiotas.

S� estou aqui pelo Kasper, que est� � minha espera em casa.

Que fique bem assente.

Obrigada pela bebida.

Boa noite.

Mas...

Mais alguma coisa?

Bourbon. Uma garrafa inteira.

Bem, tens mesmo jeito.

Obrigado.

Como � patrulhar o dia todo?

De arma e farda, quero eu dizer.

Fixe?

�s t�o querido!

Devias ter orgulho.

� muito sexy.

Achas mesmo?

� uma loucura, mal te conhe�o, mas gosto muito de ti.

Sim, eu...

Eu tamb�m gosto de ti.

Disse que n�o te deixaria cair.

Sim.

Olhem aqueles larilas!

N�o arranjam um quarto?

N�o consigo.

S�o idiotas. Ignora-os.

N�o. Lamento, n�o consigo.

Sou um cobarde de merda.

Ol�, borracho.

O meu belo ursinho Bruno.

Ei-lo de novo.

E acordou.

N�o, o pequeno Alfredo n�o teve vontade de se levantar hoje.

Ele trabalha lindamente.

Se calhar, estavas com as m�os frias.

Tretas.

Eu digo-te porque � que ele n�o quis dizer ol�.

Porque est�s apaixonado, est�pido!

O amor � para idiotas.

Pare�o-te uma menina que rabisca cora��es no di�rio?

N�o quero ouvir.

Mexe-te. Vem a� o pr�ximo cliente.

Adeus, borracho.

E Bruno...

- Devias deixar de ignorar. - O qu�?

Vai a um m�dico e trata o Alfredo.

Minha senhora.

Que sabe uma pega italiana gorda sobre n�s?

- Bom dia. - Bom dia, Chefe.

Ent�o?

- Voc�s foram... - ... patinar?

Sim, fomos.

Pequeno garanh�o. Estou orgulhoso de ti.

Aprendeste com o melhor. O Encantador de Mulheres.

Deves-me uma, mi�do.

E o chefe?

Sabes como sou.

Dei uma boa esfregadela ao bicho

e acionei o canh�o de confetis.

Fa�o anos hoje.

Parab�ns.

Chamou-nos aqui para lhe fazermos uma serenata?

N�o vai ser preciso. Acabei de receber a minha prenda.

Nancy?

Este � o Sr. David Williams.

Prefiro...

Lady Lovelyn.

O Sr. Williams apresentou uma queixa contra si, Kl�pel.

Por coer��o, racismo, sexismo e entrada de forma ilegal no Kitty.

Foi mais r�pido do que esperava.

- O maricas � esperto. - Desculpe?

Minha senhora, eu acredito que h� algo de estranho naquele pardieiro.

O assassino � do clube.

Desconfio que aquele ali tem esqueletos no arm�rio.

- Tem provas substanciais? - Ainda n�o.

Estou a ver.

Sabe o que isso significa?

Eu avisei-o.

Um pequeno passo em falso e est� fora, Kl�pel.

Desculpe intrometer-me,

mas n�o � verdade.

O meu colega Kl�pel fez tudo conforme as regras.

Interrogou uma testemunha e n�o foi sexista nem racista.

Isso � mentira!

Depois, o Sr. David Williams

come�ou a insult�-lo e...

Cuspiu-lhe para cima.

Cuspiu para cima do agente?

Sim.

Cuspi.

Mas s� depois de me ter insultado.

Kl�pel, deseja apresentar queixa contra o Sr. Williams?

N�o � necess�rio.

�s um verdadeiro parceiro.

Foi aquele pav�o preto. Aposto os meus tomates.

Legendas: Ana Filipa Vieira plint.com

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