All language subtitles for Kleo.S02E04.1080p.WEB.h264-EDITH

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Original subtitles

ST�BCHEN RESTAURANTE

Caros camaradas, estou feliz por finalmente nos termos reunido

para organizar o nosso contra-ataque anti-imperialista em termos concretos.

O objetivo do nosso coletivo tem de ser

ativar as estruturas organizativas da Opera��o Ludsch,

implement�-las em conformidade na Alemanha Federal

e, assim, ligar a Rep�blica Federal � RDA.

J� come��mos a estabelecer contacto com os nossos camaradas na Rep�blica Federal.

Muito bem.

Camarada Rossbach,

com todo o respeito,

as negocia��es entre os americanos e Gorbachev parecem caminhar

para um acordo.

Daqui a uns dias, a Rep�blica Federal avan�ar� com a uni�o monet�ria,

que o nosso povo apoia.

Acha mesmo que os nossos planos s�o realistas?

N�o haver� uni�o monet�ria.

A camarada ministra est� em contacto direto com a nova lideran�a do KGB.

Temos algo que nos permitir� obter tudo o que queremos dos americanos.

Fixe. Isso � porreiro.

Camaradas,

infelizmente, acho que temos...

... um problema grave.

N�o temos nada para usar contra os americanos.

N�o recebemos o pacto.

FRENTE VERMELHA ERNST TH�LMANN

Ouve isto. "Com efeito imediato, os alem�es de Leste e os ocidentais

poder�o atravessar a fronteira sem obst�culos quando e onde quiserem."

� o jornal de hoje?

- Sim. - Isso � bom.

- O que � bom? - O pacto n�o chegou ao destino.

Ainda temos boas hip�teses de o intercetar. Segura.

N�o h� aqui nada. N�o h� nenhum ponto de entrega.

Nada de Ludsch, nada de pacto, nada.

- A Kimberly mentiu-nos? - N�o h� aqui nada?

- Nada! - Ouve, camarada.

E a mulher com a bicicleta?

Ou aqueles dois cantoneiros?

E o homem com os bin�culos?

Est�s a v�-lo? Quarta varanda a contar de cima. Lado esquerdo.

Foda-se!

S�o todos da Stasi?

For�as operacionais a proteger a entrega.

Mas como � que tu...

�s mesmo boa nisto.

Ali, olha. � isto. O caixote do lixo � o ponto de entrega.

Merda, ele p�s l� qualquer coisa. � a entrega!

Ele marcou-o.

� hora de irmos?

Espera.

N�o acredito.

Jutta?

Jutta, a tua antiga colega? Essa Jutta?

Essa Jutta.

- Ela faz parte da Ludsch? - Baixa-te.

Faz parte da Ludsch.

Ela sabe onde est� o Pacto Reagan-Honecker.

Muito bem, ent�o, segue-a!

Como pedido!

Est�o satisfeitos?

� um belo ve�culo.

Estiveste bem, tovarich.

O que fazemos com isto?

Ontem, Mike, atropelei um gato. E sabes o que aquela coisa est�pida faz?

Levanta-se e age como se nada tivesse acontecido.

- E sabes quem � igualmente est�pido? - Ent�o?

A Kleo. Ela tem sete vidas como um gato velho.

Preciso de algo assim para acabar com ela.

Estou s� � espera da ordem.

Vinda do topo.

- O St�bchen? - Conheces?

Sim. Eu e a Jutta v�nhamos c� muito depois do trabalho.

Muito bem, qual � o plano?

- Vou entrar. - O qu�? N�o. Outra vez?

N�o podes entrar � bruta numa situa��o potencialmente perigosa,

sozinha, sempre sem um plano, e esperar que tudo corra bem.

De que outra forma conseguiremos os documentos?

N�o fa�o ideia. Bom... eu vou contigo.

Nem pensar. Se l� estiveres, a Jutta n�o me dir� nada.

Est� bem. Mas nada de tiros.

Nada de tiros!

Tudo bem.

Satisfeito?

Muito bem.

Vou levar isto comigo

e tu ficas a ouvir.

E s� entras se eu disser "licor de ovo", entendido?

- Sim. Licor de ovo. - Muito bem.

Ol�, Jutta.

Kleo.

Que bom ver-te aqui.

Sim. Uma cerveja e uma schnapps.

Nada mudou aqui.

Sim, agora h� duas cervejas � press�o, n�o apenas uma.

- Mas j� n�o h� sandes de banha, certo? - N�o.

- N�o h� sandes de banha. - Desfrutem.

Sa�de, Jutti.

Sa�de, Kleo.

Foram tempos fant�sticos na Sternradio.

- Certo? - Sim, foram.

Mas, se soubesse que tamb�m eras informadora a tempo inteiro,

pod�amos ter tido conversas muito diferentes.

- Kleo... - Muito bem.

Mas n�o estou aqui para falar do passado. Estou interessado noutra coisa.

Em qu�?

- Estou interessada no envelope. - Que envelope?

Sei que fazes parte da Ludsch e que a vossa sede � aqui.

O que � isto?

O teu pagamento pela entrega no monumento.

Tamb�m sei que sabes onde est� o pacto Reagan-Honecker.

Kleo, acho que agora � melhor ires.

Vai-te embora.

Kleo, n�o sejas est�pida!

Basta de conversa fiada.

Camarada Straub.

Antigamente tamb�m nunca sabias quando parar.

Sempre a sair da linha.

Ora, ora. Estamos todos juntos outra vez.

E se eu pagar uma rodada de licor de ovo?

- Vai acalmar-nos, conversamos... - Licor de ovo.

Conversar para qu�?

- Desculpe! - Est� louco?

Ol�!

Muito boa tarde.

- Podemos resolver isto pacificamente. - Como?

Dizendo-nos onde est� o pacto.

Viva o socialismo.

Oh, n�o!

As coisas escalaram outra vez.

Conhecia-lo?

Sim. Rossbach, o meu instrutor.

Sempre foi um idiota. Mas n�o tinha de morrer.

Sim, esquece. Ele n�o conta.

Tentaste faz�-lo pacificamente e...

Estou orgulhoso de ti.

Jutta, acorda!

Onde est� o pacto? Quem o tem?

Jutta, esta est� carregada. � melhor falares.

- N�o temos o pacto. - Como assim?

Estava tudo a correr como planeado.

A camarada da embaixada americana

deixou o pacto no ponto de entrega, como planeado.

Mas j� desaparecera quando l� cheguei. O saco foi-se, o pacto foi-se. Nada.

Desapareceu. Algu�m nos enganou.

Quem vos enganou?

Se eu soubesse... A opera��o � altamente secreta.

S� sabemos o que precisamos de saber. Ningu�m sabe o plano todo.

Quem planeou a opera��o? Quem est� por detr�s da Ludsch?

O camarada coronel-general.

O teu av�.

Pois. A Ludsch era um plano do Otto.

A ideia dele para a eternidade.

O av� est� morto.

Ei, douradinho.

O que tens hoje?

� a Ciana.

Afinal, pode n�o ser a minha princesa.

� uma agente secreta. Mas do Ocidente.

Da CIA.

- O que te leva a pensar isso? - Bom, "Ciana". C-I-A.

Tr�s, nove, um. Treze. Soma dos d�gitos, quatro.

E aquele jogo de computador Quattuor Saxa.

- Quatro blocos. Quatro. Percebes? - Sim, eu percebo, mas...

... CIA?

N�o achas que � um pouco rebuscado?

Talvez o nome dela seja uma homenagem � Leonarda Cianciulli.

- A Fabricante de Sab�o de Correggio. - O qu�?

A assassina em s�rie italiana.

Cortava as v�timas com um machado e fazia sab�o com elas.

E biscoitos.

- Biscoitos? - Biscoitos.

Uma assassina?

Sim, ou, ent�o, em S�rio B, escrevem "Ciana" com C, n�o com K,

e esse grande disparate da CIA � tudo imagina��o tua.

- Achas? - Sim, acho.

V� l�, Thilo, j� vos vi.

� amor verdadeiro.

Pelo menos, � assim que o imagino.

Sim, Dopi. Tens raz�o.

� amor verdadeiro. Sinto-o.

A� tens.

Olha, eu mostro-te como enrolar um charro em t�lipa.

Sim?

- Em t�lipa? - Sim.

Admite-o.

Bem vistas as coisas,

n�o � fant�stico voltarmos a trabalhar em equipa?

Est� bem, fizeste a maior parte do trabalho, mas acho �timo.

Ainda n�o sabemos onde est� o maldito pacto nem quem o tem.

Est� bem. O teu copo est� sempre meio vazio, n�o �?

Primeiro preciso de comer, tomar um duche e dormir umas horas.

Eu cozinho para ti. Fa�o uma sandes � bolonhesa ou uma Strammer Max.

Mas deves chamar-lhe Strammer Marx!

Holger.

Estava � tua espera.

Ele estava � tua espera.

Ol�. Sou o Holger.

Est� bem, e onde est�o elas?

Quem?

As pessoas que se ralam, Holger.

- Sven! - O que foi?

� melhor ires.

Espera, Kleo.

- Ouve. - Entra.

Espera. Isso n�o est� certo. Kleo, isso n�o � fixe. Se tu...

Somos uma equipa e n�o podes... E ele vem...

Holger...

O que se passa contigo?

Ligas-me de Belgrado, perguntas se eu trabalho com a CIA...

Ou o tipo que foi ao meu apartamento

e me amea�ou com uma arma a perguntou onde estavas.

Kleo?

N�o te reconhe�o.

Sim, queres saber porqu�?

Porque n�o sou a Kleo que era naquele tempo, Holger.

Est� bem, ent�o...

... podemos voltar a conhecer-nos.

Ol�, sou o Holger.

E eu sou a Kleo.

Antiga informadora a tempo inteiro da Divis�o 18 de Reconhecimento da Stasi,

da For�a Operacional da Ministra para Assuntos Especiais.

Matei pessoas para a Firma, muitas pessoas.

Alvejei-as, envenenei-as, mandei-as pelos ares... � s� escolheres.

Fui presa

e tra�da por todas as pessoas em quem pensava que podia confiar, sem exce��o.

E a �ltima coisa de que preciso � de algu�m como tu,

que me torne vulner�vel.

Est� bem.

E se recome�armos de onde fic�mos?

E se formos na minha mota e recuperarmos o nosso fim de semana junto ao Oder?

Simplesmente partir.

E deixar tudo para tr�s.

� uma boa ideia.

Mas n�o vai resultar.

Aconteceu muita coisa e h� demasiado em jogo.

Lamento, Holger.

Mas � assim.

BLAGOYE PERTO DE MOSCOVO URSS

Nikolai!

Mam�.

Como est�s?

N�o podia estar melhor. Senta-te!

- Um ch�? - Obrigado.

Finalmente conseguiste o que sempre quiseste?

Estou muito orgulhosa de ti.

O que te preocupa?

Ela continua a dar-nos problemas.

Temos camaradas mortos em Berlim.

A menina?

D� c� isso.

Ela aparecer� em breve.

Tens de fazer tudo o que puderes para a impedir de vir aqui.

Ela n�o pode deitar a m�o ao pacto. Percebes?

Sim...

... mam�.

Quando acabas? Tenho de mijar em breve.

Cala-te, Mike.

Ol�, Uwe.

Cabra de merda! O que fazes aqui, Jutta?

- Acho que n�o combin�mos encontrar-nos. - A Kleo n�o desiste.

Dois camaradas mortos no St�bchen. Por isso, a camarada Honecker...

- A camarada ministra. - Sim.

Ela disse que h� novas ordens do camarada Zhukov em Moscovo.

Uma ligeira mudan�a de planos.

- Uwe? - O qu�? Outra mudan�a de planos?

- Uwe? - O que foi?

Tens algo que eu possa vestir?

Estamos com rodeios.

- O qu�? - Toma. Novo alvo.

N�o pode ser.

Freddy, queres ir ao cinema?

Est� em cartaz o Dan�as com Lobos.

Ol�.

Temos de falar, Sven.

Est� bem.

Ouve, Sven, estive a pensar.

As coisas n�o est�o a resultar para n�s como casal h� muito tempo.

Como pais, no entanto,

somos �timos.

Temos um filho fant�stico. Fazemos um bom trabalho.

N�o.

Tu...

Tu � que fazes um bom trabalho. Eu...

... n�o sou um bom pai, agora.

- E desculpa. �... - Sven.

Sabes, algo...

... explodiu na minha vida e estou t�o obcecado.

A Kleo e...

Diz-lhe.

O qu�? A quem?

� Kleo.

Que est�s apaixonado por ela.

Est� bem...

Jenny, lamento a forma como tudo aconteceu. Eu...

Lamento.

Fica bem.

Posso ficar com isso?

Claro.

Ol�.

O Holger ainda est� c�?

N�o.

Fixe.

Posso entrar?

- Sim. - Obrigado.

Voltaram a expulsar-te?

Sim, mas trouxe cerveja.

Pois.

Espera um segundo.

Quero dizer-te uma coisa, est� bem?

E n�o fa�o ideia se... Ou n�o, porque posso...

Sabes, s� de pensar nisso, se espero que...

- E, no entanto, s� porque... - O que queres?

Quero dizer-te que estou...

Posso...

... dormir no sof�, talvez?

Claro.

Sim, isso...

Porqu�?

Olha, uma t�lipa.

Para ti.

Fixe!

Sabes o que pensei por um breve momento?

- N�o. O qu�? - Que eras da CIA. Engra�ado, n�o �?

Bom dia.

Ol�, Kleo. Est�s bem? Trouxeste-me alguma coisa da Jugosl�via?

N�o. Esqueci-me.

O que � isso?

Nada.

"O teu beijo. O teu beijo � como uma bala."

- O que � isto? - � s� um poema.

Que tipo de poema?

Para a camarada Jutta.

Come�as a enervar-me com os teus...

... sentimentos.

Muito bem.

Mike!

- Que � isso? - Estava � porta de um supermercado.

Trouxemo-lo.

Fixe, n�o �?

Merda.

- Levanta-te. - Tenho a perna dormente.

- V� l�. - Est� bem.

Queres pequeno-almo�o? Ovos bem ou mal cozidos?

- Mal. - Mal.

Ambos dissemos "mal". Estamos em harmonia c�smica.

Fixe, n�o �?

Merda!

Raios! Bolas!

Bom dia, Kleo.

Piotr.

� bom ver-te. Sabes alguma coisa?

Tinhas raz�o.

Eu sei.

O Uwe tem o Sven.

O porco.

Est� na central el�trica. Mas � uma armadilha. Para ti.

Obrigada, camarada.

A tia Margot tamb�m faz parte da Opera��o Ludsch.

Kleo!

E o dinheiro?

Pago-te na pr�xima vez.

O Sven foi raptado. Onde est� a Rose Carmichael?

- Quem? - A tua colega ou superior, ou o que for.

- �s da CIA. - N�o, Kleo.

No in�cio, tamb�m pensei isso, mas n�o �.

Exatamente. N�o sou.

Pronto.

Cuidado. Ela � uma assassina.

Ent�o?

Est� bem. Devia vigiar-te.

�s da CIA?

- Thilo, foi s� uma miss�o, mas eu... - Sabias disso?

Eu avisei-te.

- Verdade. - Ent�o?

Onde est� a Rose Carmichael?

Hotel Tegel.

Vou vestir-me. Vais comigo.

Thilo, desculpa.

- N�o � o que eu queria. Obrigaram-me. - Sim.

O que fazemos agora?

N�o fazemos nada.

O que devemos fazer com algo que n�o � real?

Se tu n�o �s tu, tamb�m n�o h� "n�s",

apenas tu e eu.

Mas foi uma miss�o. Nunca quis...

N�o, agora devias ir-te embora.

Mas estavas prestes a ir.

Se eu tamb�m for agora, voltaremos a ir juntos.

� verdade. O erro foi meu.

Ent�o, vou-me embora.

D�-me as tuas m�os!

Porqu� tantos rel�gios?

Fusos hor�rios diferentes.

- Compreendo. - Despacha-te.

- Fazes alguma coisa bem feita? - Tamb�m tenho sentimentos.

E agora?!

Agora, nada. Esperamos pela rapariga e logo se v�.

Cabr�o burgu�s.

Kleo Straub.

- Que grande surpresa. - Preciso da vossa ajuda.

Claro!

- A Ludsch raptou o Sven. - Diz-me algo que eu ainda n�o saiba.

Quer dizer que t�m um agente duplo na Ludsch?

Sabes que isto � uma armadilha para ti?

Sim. � por isso que preciso da vossa ajuda. N�o posso ir l� sozinha.

Tem-lo a ele.

N�o sei se ser� suficiente.

Suponhamos que te ajudo.

O que ganho com isso?

Ficaria a dever-te um favor?

Que sorte a minha!

Mas n�o.

- Muito bem, ent�o. - Boa sorte.

Thilo? Preciso de ti. Mas pode tornar-se perigoso.

A minha vida perdeu o sentido. N�o faz diferen�a, se morrer agora.

Est� bem. Conduzes tu.

A� vem ela.

Tu operas o guindaste. Eu acabo com ela.

Merda, n�o � ela.

� outra vez o idiota que vive com ela. Est� a tramar algo.

A s�rio? L� est� ela! A puta acha que nos pode enganar.

E agora?

Sai da�.

Vem mais c� para fora! Baixa-te.

Para o ch�o!

Deita-te.

Com a cabe�a virada para mim!

- Assim? - Sim, cabe�a para baixo. At� ao ch�o!

V� l�, Uwe.

Cais mesmo sempre nesse truque. Larga a arma.

Muito bem.

Vamos.

- Depressa! - Est� bem.

Vamos a galope!

- Vai. - Kleo, est� tudo bem?

- Uwe. - Pousa a arma!

N�o fa�as isso, Mike!

- Mas... - Nada de mas. Dispara agora. � uma ordem.

- Continua. - Est� bem.

- Espera. - Aponta a arma outra vez!

Estou farto de ti!

N�o consigo, Uwe. Somos amigos.

S�o amigos.

Para ali!

Onde est� o Sven?

Ali dentro.

Thilo? Vem c�.

Pega na arma e vigia estes dois.

V� l�.

E, se fizerem alguma estupidez, prime o gatilho aqui.

- Entendido? - Claro.

Thilo?

Percebeste mesmo?

Puta!

Fica quieto e n�o te mexas.

Ou premirei o gatilho. Como a Kleo disse.

Quando te tentei cortar a garganta na minha garagem, h� uns dias,

n�o era nada pessoal.

J� esqueci isso.

Foste militar?

- N�o. Fiz servi�o comunit�rio. - Nota-se. Est�s a segurar mal a arma.

Porque n�o fizeste servi�o militar? Motivos religiosos?

N�o.

Existencialismo.

- O qu�? - Sartre.

- Nunca ouvi falar dele. - Sartre.

"O homem � atirado para o mundo." Fazer escolhas, responsabilidade...

- N�o fa�o ideia. - Tens de o ler.

Sartre.

Sartre.

O teu Sartre sabe o que acontece se premires o gatilho?

Porreiro!

- Thilo? Onde est�o eles? - Deixei-os ir.

- Porqu�? - Sei que � uma merda para a tua miss�o,

mas lembrei-me de Sartre.

Sabes o que teria acontecido se disparasse?

Ter-lhes-ia despeda�ado a barriga.

Bolas! E a arma?

N�o! V� l�, Thilo! Temos de ir. D�-me a chave.

- E o Sven? - Desapareceu.

Isto n�o pode estar a acontecer!

Merda! Raios!

Sempre a postos, camarada.

- Merda! - Kleo, estamos a voar!

Raios!

N�o te preocupes, quem se desintegra torna-se parte do todo.

N�o nos vamos desintegrar.

Merda!

Legendas: Florinda Lopes

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