All language subtitles for Specters - A Reencarna+º+úo do Mal (Spettri 1987)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

"Espectros"

Tradu��o e Edi��o ======= Fernando Thomazi =======

E a dist�ncia entre eles?

O mesmo que usamos deste lado. As mesmas especifica��es.

Basta seguir os planos e n�o haver� problema.

E certifique-se de que o cimento tenha a mesma mistura que estamos usando.

N�o quero economizar nisso.

Senhor, o est�o chamando no t�nel de servi�o. Depressa.

Ok, j� vou.

- E estes? - Estes s�o para hoje.

Moe, aqui � o Rossi, voc� est� me ouvindo?

Moe, aqui � o Rossi. Eu disse para voc� desligar.

Voc� deve interromper a perfura��o, h� risco de desabamento.

O que h� de errado, Rossi?

Se eles n�o pararem de perfurar,

tudo isso pode desabar.

- N�o, v� com calma. - Precisa par�-los.

Ah, n�o � nada.

Se voc� n�o parar de perfurar, tudo pode acabar.

Voc� sabe quanto custa fechar esse buraco, n�o sabe?

Mal temos recursos para isso. Deixa eu te dizer uma coisa.

A altura total, incluindo o topo,

tem 15 p�s e seis polegadas e meia.

Isso � quase o dobro da largura da entrada principal.

- Huh? - Sim, professor.

Agora...

Fa�a uma medi��o em toda a largura do arco.

- Onde est� o professor Lasky? - Bem ali.

� melhor voc� dar uma olhada, professor.

Acabou de abrir um buraco na parede.

Um cofre est� logo atr�s dele.

- Quando isto aconteceu? - Agora mesmo.

Marcus estava l� dentro.

Essas vibra��es foram ficando mais fortes e eu n�o sei,

a parede desabou.

Eles devem estar trabalhando no subterr�neo logo abaixo de n�s.

Eles encontraram algum deslocamento nos �ltimos dias,

mas nada digno de nota.

E de repente isso.

N�o, por aqui, professor.

Estou atr�s de voc�.

N�o tocamos em nada.

Talvez, dev�ssemos refor��-lo imediatamente,

porque as vibra��es podem causar um desmoronamento

e bloquear a passagem novamente.

Poderia ser perigoso.

Aqui estamos, senhor. Tenha cuidado.

A� est�, professor.

Isto � o que estamos procurando.

Sim. Gra�as a Deus achamos o subterr�neo, n�o?

Voc� falou cedo demais.

Esses bastardos v�o derrubar tudo.

Ningu�m ultrapassou esse limite em 2.000 anos.

(falando latim)

Quer seja invocado

ou n�o invocado,

o mal...

vir�.

Bem, querida.

Oh, as estrelas apareceram.

- Que ador�vel. - Chegamos.

Chegamos.

Champanhe.

Ei, n�o beba tudo. Deixe um pouco para mim.

Agora feche os olhos.

- Por qu�? - Tenho uma surpresa para voc�.

O que �?

Surpresa � surpresa, sabe?

Oh, sim.

Tudo bem.

Posso olhar?

Ei, Ei.

Vamos, n�o gosto dessa espera.

Deixa eu ver, hein?

Ei. Ei, onde voc� est�?

Ei, vamos l�, onde voc� est�? O que est� acontecendo?

Vamos, responda, Joe, onde voc� est�?

J� chega, agora, onde voc� est�? O que voc� est� fazendo?

Joe, estou com medo.

Ok, j� chega. Eu n�o estou gostando disso.

Onde voc� est�?

Joe?

Joe?

- Corte. Conseguimos a cena. - Ok.

Obrigado, Alice, voc� estava bem.

�timo. Voc� foi simplesmente perfeito.

Ol�, querido.

Ol�, Kat.

Aqui, coloque isso. Est� frio aqui.

Oh, Alice, quero que voc� conhe�a um amigo meu.

Ferdinando Koska, cr�tico musical do El Pais.

- Voc� fez um bom voo? - Sim.

Ele acabou de voar para a cidade. Ele quer uma entrevista.

Oh, tudo bem. Volto em um minuto, Ok?

- Ok. - At� mais.

N�o trabalho amanh�, ent�o podemos ficar juntos.

Qual � o problema?

Desculpe, querida, n�o posso. Tenho de ver o Lasky amanh� de manh�.

Oh, Alice,

terminaremos ao meio-dia.

N�o � uma trag�dia.

Nada � uma trag�dia,

exceto pelo fato de que passo mais tempo

com o cara de roupa de peixe do que com voc�.

Agora, saia daqui, sim?

- Saia! - Ok.

Senhorita, ficarei muito feliz em saber...

O que diabos voc� quer?

Marcus!

Ah.

Os antigos romanos atribu�am grande import�ncia

� limpeza e � cultura f�sica.

Estas s�o as ru�nas de um dos seus muitos banhos,

que eram frequentados n�o s� pelos ricos,

mas tamb�m pelas classes mais baixas.

� isso que procuramos h� mais de um ano.

Certamente � a entrada do t�mulo de Damitiano,

mas isso n�o � uma extens�o

para as catacumbas nas quais estamos trabalhando.

� algo diferente.

Mas, professor, de acordo com a impress�o,

parece ser...

O computador n�o sabe tudo.

O qu�?

E voc� tamb�m n�o.

Duzentos anos antes dos crist�os

constru�rem o t�mulo de Damitiano,

havia outra pessoa morando embaixo deste mausol�u.

A lenda fala de divindades monstruosas

a quem foram feitos sacrif�cios humanos.

Bem, agora, est� faltando algu�m?

N�o, acho que estamos todos aqui.

Tudo bem, vamos. Siga-me, pessoal.

Aqui.

- Vamos. - Merda.

Tentem ficar juntos, por favor.

Voc� deixou cair isso.

Obrigada.

Este � o mist�rio.

O t�mulo de Damitiano nunca foi descoberto.

Talvez, algu�m tenha escondido a passagem de prop�sito.

Sim, � o que penso.

Damitiano foi sacrificado a um deus pag�o sanguin�rio.

Um deus do mal.

Esse sacrif�cio provocou alguma coisa.

Ainda n�o sabemos o que foi.

Sabemos que tudo foi selado para sempre.

At� a mem�ria do sacrif�cio foi apagada durante 2.000 anos.

Mas, � o que diz a lenda. � apenas uma suposi��o.

N�o sabemos o que vamos encontrar

quando descermos l�,

mas de uma coisa podemos ter certeza:

essa � a escrita na l�pide.

Essas palavras servem como uma mensagem,

para transmitir um aviso.

"Invocado

ou n�o invocado,

o mal...

vir�."

Boa tarde.

Serei seu guia em um passeio muito especial.

Uma viagem no tempo atrav�s dos s�culos

e atrav�s dos caminhos misteriosos dos esp�ritos.

Esta � apenas uma pequena parte das catacumbas romanas.

Um imenso mundo subterr�neo.

Alcan�ando abaixo da cidade,

sob edif�cios, ruas, pra�as...

Um labirinto inexplorado.

- Ele � cego. - Cego?

N�o h� necessidade de olhos para ver o seu caminho

neste lugar onde s� reina a escurid�o, minha querida menina.

Voc� deve entender que moro aqui desde que era menino.

Agora, vamos embora.

Tudo bem, vamos. Tentem ficar juntos, todos.

Sei por experi�ncia pr�pria que em cada grupo,

h� algu�m que quer ficar sozinho.

Mas, n�o fa�am isso.

Especialmente nestas catacumbas, eu n�o aconselharia.

N�o se esque�am, estamos agora em um lugar de sofrimento,

de persegui��es e um cemit�rio.

E se... se voc�s ficarwm quietos por um tempo,

voc�s podem at� ouvir as vozes distantes daqueles

que est�o enterrados aqui.

As escava��es das catacumbas pelos primeiros crist�os

data do s�culo I D.C.

Mas, existem muitas catacumbas,

as mais antigas que eram cavernas naturais,

ou que foram utilizadas por outros cultos.

Por exemplo, o do mito...

Ei, espere. Que cara chato.

- Vamos sair, hein? - E ir para onde?

N�o sei. Fora.

N�o aguento esse cara nem mais um minuto.

Vamos.

A catacumba pela qual estamos passando agora

ainda � em grande parte inexplorada.

Vejam...

Existem centenas de quil�metros de catacumbas em Roma

ainda a serem exploradas.

- Ei, � assustador aqui. - N�o.

Que tal voltar agora? Este lugar me d� arrepios.

O que h� de errado? Voc� est� assustada?

Sim, estou com medo.

Voc� est� brincando. Eu disse para voc� n�o se preocupar.

- Mike, pare. - Oh, qual �?

Vamos, vamos sair daqui. Vamos sair daqui.

Depressa! Vamos!

Temos de ir! Vamos!

Me ajude!

Sil�ncio. Sil�ncio.

Fiquem quietos. Sil�ncio.

Me ajude!

Me ajude!

Sil�ncio. N�o se mexam.

Me ajude! Socorro!

Pegue minha m�o.

Voc� est� bem agora.

Voc� esta bem.

Mike. Mike.

Tudo bem.

Aqui, cubra ele.

Calma, agora.

Eu n�o acho que ele tenha fraturas,

mas quero uma radiografia.

Est� tudo bem, garoto. Voc� vai ficar bem.

Ok, levantem ele.

Tudo bem, levantem.

Calma.

N�o chore, Maria. Ele ficar� bem.

Calma, est� tudo acabado. Entre.

Ele vai ficar bem.

Espero que sim.

Voc� n�o deve se sentir respons�vel.

Voc� fez o que podia.

Eles s�o crian�as.

As crian�as est�o sempre fazendo essas coisas.

- Desculpe. - � terr�vel.

Sim, � terr�vel.

Eu simplesmente n�o consigo entender o que eles viram.

N�o � f�cil.

Voc� acredita que foi uma alucina��o?

Uma alucina��o?

Esse lugar �...

para quem n�o tem olhos,

para aqueles que n�o conseguem encarar o olhar de um dem�nio

que tem o poder de nos confundir.

O mal n�o � apenas um s�mbolo.

O mal tem rosto e...

e...

e sono leve.

Agora, veja, depois de 1.800 anos,

as estrelas trar�o uma conjun��o adversa para n�s

sob o signo de escorpi�o.

E esse � o seu signo, Alice.

- Oh, � mesmo? Ah, sim. - Voc� n�o acredita em mim?

Haver� um alinhamento dos planetas.

Voc� ver� Merc�rio e V�nus em Touro, oposto a Plut�o.

Diga a ela, B�rbara, diga a ela.

Isto n�o � motivo de risada.

Sim, ele est� certo.

As estrelas dizem que uma cat�strofe est� a caminho.

Ok, ser� uma cat�strofe, tudo bem,

mas s� se voc� n�o me fizer um prato de espaguete.

Espaguete. Seu mundo inteiro � apenas espaguete.

Estou dando seu hor�scopo para B�rbara.

Obrigada.

- Seu amigo est� atrasado, hein? - Sim.

Ele chegar� aqui quando eu estiver pronta para dormir.

At� Marcus s� quer que eu aque�a sua cama. � verdade.

Mas, n�o � suficiente.

Oh, eu quero sair desta cidade.

- Ah, vamos. Estou faminta. - Pelo qu�?

Dois pratos de espaguete, por favor.

B�rbara, n�o belisque meus funcion�rios.

Eles ficam envergonhados quando as mulheres fazem isso.

Ok, mas qual � a gra�a para n�s aqui?

Bem, meninas, sempre sou eu.

Ah, eu teria cuidado se fosse voc�.

H� um felino deitado e esperando atr�s do seu planeta.

Um felino? Provavelmente meu gato.

Ol� pessoal. Desculpe, estou atrasado.

Estou tra�ando os planetas para Alice.

� um momento de decis�o para ela.

- � perigoso. - Para casamento ou separa��o?

Ol�, Marcus. Como vai voc�?

Ah, vejo que voc� consegue encontrar tempo para se divertir.

Bom. Existem outras coisas na vida al�m do trabalho.

O trabalho � divertido para alguns de n�s.

Hum, isso � bom para voc�. At� breve, ent�o.

Quem era aquele?

O nome dele � Gaspare.

Ele � arque�logo e antiqu�rio.

Um revendedor de rodas.

E ele ensinava arqueologia na universidade.

Ent�o, ele encontrou seu verdadeiro caminho. Meninos com menos de 20 anos.

Me desculpe, eu disse que n�o posso.

Por que n�o?

Pelo menos por um fim de semana.

Dois dias inteiros. N�o apenas uma noite.

- O mesmo velho problema. - Ent�o, por que n�o resolvemos isso?

N�s? � um problema seu.

Oh? Quer dizer que voc� me v� � noite s� para fazer amor?

Ei, isso � t�o ruim assim?

Voc� n�o entende que eu quero ficar com voc�?

Falar com voc�, rir com voc�.

Eu quero viver com voc�.

O momento est� errado.

Errado para tudo, exceto meu trabalho com o Professor Lasky.

E dois dias � muito tempo.

O que h� nesta cidade que te mant�m aqui?

N�o sei.

Estou estudando isso.

Nunca deixa de me surpreender.

E desta vez, estamos em algo realmente grande.

Talvez, seja melhor se eu voltar para Nova York.

Ela est� certa. � hora de partir.

E fugir deste lugar podre.

Os s�culos e a maldade das pessoas que aqui vivem

corroeram-no at� o �mago.

Do seu ventre surgiram monstros cegos.

Vai. Vai agora.

Fuja da cidade, antes do mal

que est� cansado de se esconder nos arcos da terra

decida acordar.

Saia antes dos uivos sinistros dos fantasmas

engolirem a todos n�s.

Teria uma moeda para um pobre aleijado?

Teste 1, 2, 3, 4. Teste.

Est� me ouvindo, Andrea?

Sim, eu ou�o voc�. Ok.

Lembre-se de me informar sua posi��o a cada 45 metros.

- Aqui est� a c�mera. - Bem, estou pronto. Obrigado.

Testando a c�mera.

- Voc� est� sexy. - Pare com isso.

Ser o primeiro � um privil�gio raro.

- Marcus, como voc� est�? - Ok.

Est� muito quente aqui.

- Qu�o longe estou agora? - Vou verificar.

De acordo com meus c�lculos,

voc� percorreu 36 metros

e cerca de 12 em profundidade.

Voc� provavelmente est� na metade do caminho.

H� alguns vapores aqui. Vou usar oxig�nio.

- Marcus, voc� est� bem? - Est� tudo bem, querida.

Sem problemas.

Voc� sabe o que est� causando esses vapores?

N�o sei.

Eles se foram agora.

E a temperatura mudou. Est� mais frio agora.

De acordo com a computa��o gr�fica,

Voc� deveria estar l�.

Ok, certo.

Marcus?

Voc� me ouve?

Marcus?

Perdi o contato.

Ele est� respirando.

Ele vai ficar bem.

Meu Deus.

Agora ele est� andando.

Marcus, responda. Est� ouvindo?

A� est� a c�mera.

Ainda est� funcionando.

E o fone de ouvido.

Voc� est� bem? O que voc� est� fazendo? Responda.

Espere um minuto.

Este lugar � incr�vel.

Parece um t�mulo. Templo pag�o.

Esqueletos e afrescos.

Passos que levam a outra sala.

Estou dentro de outra cripta agora.

Algo aqui que parece um altar ou sarc�fago.

H� uma figura nisso.

Ah, e h� uma inscri��o na base.

(falando latim)

Ei, tem mais uma coisa.

- Jesus Cristo, o que � isso? - N�o sei.

Parece uma adaga. Algum tipo de arma.

Oi, cara.

At� que enfim.

Sente-se melhor?

At� aqui...

estou bem.

Voc� provavelmente desmaiou

por falta de oxig�nio l� embaixo.

Quando eu te tirei, voc� estava bem longe.

Eu te devo uma.

Sim, vou te mandar a conta da lavanderia, Ok?

Tenho certeza que voc� vai.

Voc� fez um bom trabalho, Marcus.

O que voc� encontrou pode resolver o mist�rio.

E ao vencedor vai o pr�mio.

Este n�o � um s�mbolo crist�o,

mas algo bem diferente.

� como a marca deixada pela adaga na v�tima

ap�s o golpe sacrificial.

Portanto, esta descoberta prova que a lenda

� um fato.

Francamente, nunca vi nada assim.

O que poderia ser?

Um felino?

N�o posso te dizer por ora.

Isso vai levar tempo.

E preciso de mais informa��es,

que n�o tenho no momento.

Voc� est� brincando comigo?

Com apenas uma lasca de osso,

voc� pode reconstruir todo o esqueleto. Vamos.

Olha, tenho muito trabalho a fazer.

Estarei de volta depois de amanh�. Ok?

O que te faz pensar que vou fazer isso?

Porque voc� est� morrendo de curiosidade

s� para saber que tipo de animal � tamb�m, certo?

Agora, v� trabalhar.

Eu vou te ver.

Devo admitir que, como arque�logo,

voc� � um bom investimento.

Voc� chegou ao lugar muito r�pido, n�o foi?

Bem, n�o foi muito dif�cil.

Voc� sabe, os rumores se espalham rapidamente.

E mesmo que voc� tenha tido muita sorte,

voc� ainda � o mais capaz e o melhor de n�s.

Tenho de admitir, tenho inveja de voc�. Realmente.

A arqueologia ainda � sua �nica amante.

� uma amante pesada.

E cara tamb�m.

Estava esperando voc� mostrar o que encontrou.

Devemos ir?

Curioso.

Uma arma sacrificial.

N�o muito sofisticada.

Eles eram muito sanguin�rios.

Algo...

algo peculiar sobre eles.

Voc� sempre foi aben�oado com duas coisas,

moral e sorte,

mas absolutamente nenhuma imagina��o, meu caro professor.

� uma pena que sua imagina��o

sirva apenas para alimentar seu v�cio.

E suas escava��es.

Se n�s dois tiv�ssemos ficado na universidade,

voc� n�o teria um centavo para financiar suas escava��es

e possuir coisas

como essa que voc� est� segurando agora.

O que encontramos pertence ao museu.

N�o tudo.

N�o tudo.

Somente o que combinamos.

Voc� precisa de mim?

Eu corri at� aqui.

Tenho um trabalho para voc�.

Urgente.

Qual � a pressa?

Quero que voc� entre na catacumba onde Lasky est� trabalhando.

Ele encontrou objetos muito interessantes

e eu quero saber o que s�o.

Isso vai custar um pouco mais.

Isso n�o importa.

Eu sempre pago para ser o primeiro

e para tudo.

Eu quero isso para mim.

Alice.

Ei, sou eu. Sou eu, querida.

Ok. Est� tudo bem, sou s� eu, estou aqui.

O sarc�fago

� esculpido em um �nico bloco de m�rmore.

A frente � dividida em tr�s se��es.

O painel central cont�m o relevo

mostrando uma figura masculina,

provavelmente uma divindade pag�, no ato de agredir uma mulher.

O mesmo tema aparece num afresco,

que est� na parede esquerda da cripta.

� esquerda, o painel cont�m s�mbolos astrol�gicos

que parecem ser tra�ados com precis�o.

Tem algu�m a�?

Tem algu�m a�?

Responda.

Vamos, responda.

Est� muito tarde.

Estou exausta.

Eu vou voltar agora.

N�o, estou tirando f�rias curtas com meu novo amigo, Richard.

E n�o tente me procurar, por favor. Hum.

Se isso � uma piada, � est�pido.

Andrea?

� voc�?

Est� me ouvindo?

Andrea?

Oh, meu Deus, o que est� acontecendo?

� esquerda,

o painel cont�m s�mbolos astrol�gicos

que parecem ser tra�ados com precis�o.

Tem algu�m a�?

Est� muito tarde.

Eu vou voltar agora.

N�o, estou tirando f�rias curtas com meu novo amigo, Richard.

Quem � Richard?

- Voc� conhece ele? - N�o.

Voc� acha que ela realmente desistiu?

N�o sei.

De qualquer forma, n�o seria a coisa mais surpreendente

que B�rbara j� fez.

Ei...

reproduza a fita novamente.

- Tem algu�m a�? - A�.

Pare. Reproduza isso.

Tem algu�m a�?

Por que ela perguntaria algo assim?

Provavelmente ela ouviu um barulho.

Este n�o � o lugar mais agrad�vel para se estar � noite.

Mesmo assim, ela estava sozinha.

Certo, mas e essa bagun�a?

Ela nunca foi muito organizada.

Mesmo assim, parece que houve um furac�o.

E as malas que ela deixou para tr�s, hein?

Eh, n�o h� nada demais nisso.

N�o sei o que te dizer. N�o vejo nada de estranho.

Sim, talvez voc� esteja certo. Ela poderia ser esquisita �s vezes.

E esta n�o � a primeira vez que

ela tirou alguns dias de folga sem aviso pr�vio.

� voc�?

Gino?

Segure! Segure!

Nada.

N�o. Espere um minuto.

- H� algo a�. - Voc� tem raz�o.

Parecem cinzas.

Vou mandar analis�-las.

Nunca mude

Seu amor ser� meu objetivo

Nunca mude

E querido, n�o voe para longe

De mim

Vou me apaixonar do mesmo jeito

E ainda permanecer

Sem dor

Nunca mude

Espere. Espere, Alice,

voc� n�o est� no ritmo.

Sim, eu sei, estava na nuvem. Desculpe.

Tudo bem. Vamos come�ar do in�cio.

- Rolando. - Ok.

Alice, o que aconteceu?

- Qual � o problema? - Eu preciso de um tempo.

Estamos muito atrasados em nosso cronograma.

S� uma hora, por favor.

N�o mais que 10 minutos.

Sabe o que voc� faz com a merda dos seus 10 minutos?

Alice, aonde voc� vai?

Oi.

Hum?

O que aconteceu?

V� em frente, mexa-se. Tire-me daqui.

Ok.

Voc� quer ir a algum lugar especial para comer?

N�o, obrigada.

- Marcus? - Hum?

Eu estou assustada.

Assustada?

Com o qu�?

N�o sei exatamente. Eu tenho esses... sonhos estranhos.

Pesadelos.

� como se algo fosse acontecer comigo.

Talvez, eu devesse cuidar melhor de voc�.

Ent�o, me leve para casa e pise neles.

Sim, senhora.

Carl?

Carl, voc� est� aqui?

Carl?

Dada a configura��o das v�rtebras,

pode-se deduzir que o sujeito tinha uma postura ereta.

Sssh. Cale-se.

Jesus Cristo.

Uh-huuu!

Al�, aqui � 375-3145...

Estou fora no momento.

Por favor, deixe sua mensagem e entrarei em contato com voc�.

Alice, aqui � Andrea.

Preciso falar com Marcus imediatamente. � urgente.

Diga a ele para me ligar no laborat�rio de Carl na universidade.

- Al�? Sim. - Ah, voc� est� a�?

Carl fez uma reconstru��o do cr�nio

dos fragmentos de ossos que voc� encontrou.

Ei, venha aqui e veja r�pido. � incr�vel.

Al�? Al�?

Ele desligou. Eu n�o posso acreditar.

Ele desligou. Ele sempre se despede antes.

Isso n�o � poss�vel.

Lamento, amor, mas preciso ir. Isto � muito importante.

Se voc� decidir que n�o quer me ver novamente, eu entendo.

�... �... �... � assim que as coisas s�o.

Sim, est� certo. N�o se preocupe em ligar.

Oi. Aqui.

Andrea?

Andrea?

Tem algu�m aqui?

Onde est� todo mundo, hein?

Professor.

Marcus.

O que aconteceu?

Eu vi o mal, Marcus.

Eu olhei... em seus olhos.

N�o se mova.

Voc� ficar� bem.

Vou chamar um m�dico.

� in�til.

Oh, n�o.

Devolva-o, Marcus.

Voc� deve, voc� deve fech�-lo.

O t�nel, antes que seja...

tarde demais.

Professor.

As catacumbas.

S�o elas.

Socorro! Me ajude, Marcus!

Socorro!

Socorro, Marcus!

Alice!

Alice, onde voc� est�?

Me ajude.

Alice!

Alice!

Marcus!

Alice!

Alice!

Sou eu, Alice.

Est� tudo bem, estou aqui. Tudo bem.

N�o!

N�o!

Vamos. Vamos, r�pido.

N�o olhe.

Assim � mais r�pido.

Continuem seguindo esta parede e n�o parem.

N�o se virem. Voc�s devem continuar se movendo.

- Voc� n�o vem conosco? - N�o se preocupe.

Aqui, estou melhor do que voc�s.

V�o!

V�o!

Vamos. Vamos, corra. N�o podemos parar, Alice.

N�o olhe para tr�s.

Por aqui.

Aqui, segure minha m�o. Vamos.

Segure firme ou voc� vai cair.

Aguente.

- N�o posso! - Vamos!

- N�o posso! - Precisa tentar. Vamos!

Vamos. Depressa.

Vamos, Alice. Aguente.

Aguente, aguente.

N�o desista!

Agarre em mim!

Mexa-se!

Vamos!

Depressa.

Vamos.

Tudo bem. Estamos na entrada.

Quer saber?

Talvez, eu consiga alguns dias para nossa lua de mel.

Eu te amo, Alice.

Tradu��o e Edi��o ======= Fernando Thomazi =======

Nunca mude

Meu mundo est� perdido sem voc�

Depende de voc�

Por favor, me diga o que fazer

O que posso dizer?

Estou sentada aqui, apenas rezando

Ontem � noite foi solit�rio

Eu nunca mudo

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.