All language subtitles for House.Of.The.Dragon.S02E07.1080p.MAX.WEB-DL.DD+5.1.Atmos.H.264-playWEB

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Original subtitles

A CASA DO DRAG�O

Voc� est� diante da Rainha dos Sete Reinos.

Com um drag�o da Casa Targaryen.

N�o foi minha inten��o.

O que voc� quer?

Aprender a ser montador de drag�es

e servir � minha rainha.

Vossa gra�a.

Voc� se ajoelhou r�pido demais,

para um homem rec�m-elevado.

Este drag�o veio at� a mim.

N�o fui atr�s dele.

Eu tenho dado meu sangue servindo � Casa Velaryon.

Posso ter nascido em ber�o humilde, mas sei bem o que � servir.

E se os deuses convocaram-me para algo maior,

quem sou eu para recusar?

Levante-se.

Qual � a sua linhagem?

Minha m�e era carpinteira naval.

E meu pai...

n�o � ningu�m importante.

E seus ancestrais?

Algu�m da Casa Targaryen?

N�o somos o tipo de fam�lia que mant�m registros, majestade.

Qual � o seu nome?

Addam de Casco.

Voc� fez algo...

que achei ser imposs�vel,

Addam de Casco.

Estou feliz por isso.

Acha que consegue lev�-lo � Dragonstone?

Posso tentar.

Por toda a minha vida,

tenho me esfor�ado para servir tanto � minha casa quanto ao reino.

No entanto, nada disso importa.

Somos descartadas

ou odiadas.

Voc� ter� uma cicatriz,

mas ser� facilmente escondida.

N�o h� nada limpo aqui.

Desejo sair, Sir Rickard.

Sair?

Para a Mata do Rei, acredito.

Pedirei que preparem o s�quito.

Sem s�quito.

- Mas as suas criadas... - Sem criadas.

S� voc�.

Para onde eles v�o? Forca ou gaiola de corvos?

Para o muro.

O pr�ncipe regente � misericordioso.

Bom, eles come�aram uma rebeli�o.

A justi�a foi feita, suponho.

Recebi informa��es de um assunto de grande import�ncia.

H� rumores do avistamento do drag�o Fumaresia...

com um montador.

Uma excelente informa��o.

E voc� busca favorecimentos entregando-a ao Pr�ncipe Aemond.

Na verdade, vim em busca de seus conselhos, Lorde Larys.

Rumores sempre foram sua �rea.

Ajoelhem-se diante do Pr�ncipe Regente, Aemond Targaryen.

- Mas este � seu rumor, n�o meu. - Retirem seus mantos.

Se consider�-lo valioso, -N�o h� perd�o para o que fizeram.

- Talvez possa inform�-lo. - Sua pena � a morte.

- E conseguir favorecimentos para si mesmo. - Por�m, serei magn�nimo.

Em vez da morte, pagar�o suas d�vidas nos muros.

Quem era o montador?

N�o h� certezas quanto a isso.

S� pode ser a Lady Rhaena.

Ela quis um drag�o a vida toda.

De fato. Mas ela j� tentou, aos 14 anos.

- A besta Fumaresia quase a devorou. - Quem mais?

Bem, � uma lista curta.

Onde voc� ouviu isso?

Meu escudeiro.

Ele ouviu de um ajudante de est�bulo. Que ouviu de seu pai, um pescador,

cujo companheiro de bordo viu tal fato.

Certamente pode levar tal not�cia ao pr�ncipe regente, mas...

talvez seja um tipo de rumor que deva ser deixado ao vento.

A rainha est� inc�lume.

E o montador? Sabem quem �?

Parece ser um de seus carpinteiros navais, Lorde M�o.

Um plebeu?

Com todo o respeito aos seus empregados, Lorde Corlys,

mas um plebeu n�o pode andar por a� tomando drag�es.

O ladr�o foi apreendido?

Sua gra�a ordenou que ele permanecesse aqui como convidado.

Ela deseja que ele seja instru�do na arte de montar drag�es

e que devo ensin�-lo o Alto Valiriano.

N�o sabemos nada sobre esse homem.

Apenas que � um plebeu. O que diz, Lorde M�o?

Esperaremos os relatos da rainha,

antes de fazer qualquer julgamento.

Onde est� a rainha?

Sua gra�a informou que n�o vir�.

Ent�o, ele a servir� e n�o a si mesmo.

- Mas que sorte. - Sorte?

Ou ter� sido ordenado?

Fumaresia o escolheu.

Ele certamente tem sangue Targaryen em algum lugar.

O drag�o deve ter sentido.

Haver� outros.

Acharemos montadores para Vermithor e Asaprata.

Confia neste homem?

Que escolha eu tenho? Ele tem um drag�o.

Sem ele, s� tenho a Syrax, que talvez fa�a Aemond hesitar.

A quest�o � onde procurar.

O sangue Targaryen talvez fosse fraco em Sir Steffon Darklyn.

Se eu encontrar outros com uma linhagem mais direta...

Perd�o, vossa gra�a.

Melhor procurar debaixo dos len��is e nas pilhas de lenha.

Eu trabalhei em uma casa dos prazeres,

onde gera��es de pr�ncipes Targaryen se deleitaram.

Conhe�o dezenas de sua prole bastarda.

Com certeza, h� outros.

Talvez alguns aqui, em Dragonstone, a prole infame de sua casa.

Voc� fala dos plebeus?

Eles s�o t�o propensos a servi-la quanto lordes ou damas da nobreza.

Talvez at� mais.

Mas nas casas nobres...

h� uma lealdade antiga.

H� honra.

Seus meios-irm�os da realeza, Aegon e Aemond, cujo sangue � puro,

est�o fomentando uma guerra contra voc� pelo seu trono.

Eles est�o comprometidos com a honra?

Um carpinteiro naval promete servi-la,

enquanto seus irm�os buscam sua destrui��o.

A ordem das coisas j� foi alterada, vossa gra�a.

Por que n�o aproveitar?

H� 20 anos, os lordes deste reino desferem insultos contra meus filhos

pelas minhas costas.

Pois bem.

Vamos formar um ex�rcito de bastardos.

Meu lorde.

"Meu lorde?"

Como voc� avan�ou no mundo.

Desejo pedir licen�a

para renunciar ao meu cargo como seu carpinteiro naval.

H� bons e fortes homens que podem tomar meu lugar...

Sua licen�a foi concedida.

Bom trabalho.

Lorde Tully atendeu sua convoca��o e trouxe os lordes de Riverlands, meu rei.

Minhas condol�ncias pelo falecimento de seu av�.

Mas a Coroa o parabeniza pela ascens�o como chefe de sua casa

e Lorde Soberano de Riverlands. Realmente glorioso. Bom trabalho.

- N�o fiz nada. - Por�m, est� aqui, o que � importante.

Foi r�pido ao me dispensar antes.

Voc� n�o era importante para mim antes.

Agora...

eu terei o meu ex�rcito.

Voc� tem que tomar uma decis�o.

Presumo que saiba qual � a correta.

Pe�o-lhe perd�o, vossa gra�a.

Eu sou novato nesses assuntos, como o senhor gentilmente salientou,

mas parece que o senhor criou uma confus�o por aqui,

consentindo barbaridades em nome da rainha.

De que lado voc� est�?

Riverlands � unida por um juramento.

A Casa Tully fez o juramento ao Rei Viserys.

Reconhecemos a autoridade de sua herdeira leg�tima, Rainha Rhaenyra.

E a sua, como seu rei consorte.

�timo.

Encararemos seus vassalos e voc� os convocar� para a guerra.

Talvez seja dif�cil, meu rei.

Bom...

Disseram-me que se renderiam quando a Casa Tully declarasse lealdade.

Talvez seja o caso.

Precisamos saber se eles se render�o � minha jovem autoridade.

E h� outro problema.

Todos odeiam voc�.

N�o preciso de amor.

Preciso de espadas.

Vossa gra�a, meu lorde.

Os lordes de Riverlands aguardam.

Temo que n�o possamos mais esperar.

Venha conosco, Lorde Oscar.

Da mais profunda escurid�o vem o amanhecer.

Um novo lorde,

um novo come�o.

Deixemos para tr�s as antigas desaven�as.

Sejam bem-vindos, meus lordes.

E vos agrade�o por atenderem minha convoca��o.

Sei que n�o sou o homem que meu av� era.

Mas espero come�ar bem e continuar assim.

Belas palavras. Uma coisa est� clara.

Os homens de Riverlands honram os velhos costumes e tradi��es.

Temos aqui uma tradi��o.

Grover Tully est� morto.

Lorde Oscar Tully ascendeu ao seu lugar.

Voc�s foram convocados aqui para jurar, mais uma vez, sua lealdade a ele.

E, como seus vassalos, devem atender aos seus chamados.

E qual seria esse chamado?

Em sua sabedoria, ele jurou a casa dele e as suas para mim.

Lorde Oscar,

h� gera��es somos guiados pelo julgamento de seus antepassados.

Por que dever�amos agora seguir um garoto, mais novo que meus filhos,

quando voc� se alinha com aquele que profana inocentes

para alcan�ar seus objetivos?

Fiz o que era necess�rio, meu lorde.

Agora, entrego-lhe o traidor Amos Bracken e seus filhos.

Ele n�o � mais traidor do que voc�, Willem Blackwood.

Levo suas palavras a s�rio, Lorde Piper.

E concordo. Eu sou jovem.

E n�o tenho amor por Daemon Targaryen.

Ele desonrou a si mesmo e � Coroa com...

seu comportamento aqui.

Todavia, com t�o pouca experi�ncia para me guiar.

O melhor caminho � seguir o juramento que meu av� fez ao Rei Viserys

quando ele nomeou Rhaenyra sua herdeira.

N�o vejo motivos para abandonar a lealdade,

n�o importa o quanto eu considere repugnante

seu representante, o pr�ncipe.

Rei.

Cuidado com as palavras, rapaz.

Vai querer nosso ex�rcito ou n�o?

No fim das contas, sou um homem de Riverlands.

E a palavra da minha casa prevalece.

Mesmo que certas pessoas n�o sejam dignas dela.

Vosso Lorde Oscar � atrevido.

Mas talvez n�o esteja errado.

Talvez eu tenha sido um tanto entusiasmado ao perseguir meus objetivos.

Mas n�o permitam que minhas falhas...

os impe�am de apoiar um homem �ntegro.

Lorde Oscar, honraremos os velhos costumes,

como o Pr�ncipe Daemon disse.

E os velhos costumes pedem justi�a.

- Sim. - A justi�a foi feita.

Aqueles que se ajoelharam diante do usurpador

foram obrigados a se render.

E agora nos unimos

perante nossos Lorde Soberano

e nosso rei consorte.

Eu o aceito como meu vassalo, Willem Blackwood.

Mas...

Sou o Lorde Soberano de todas as casas de Riverlands.

E h� apenas uma resposta para os crimes que cometeu contra seus vizinhos.

Eu fiz apenas o que sua gra�a, o rei, me solicitou.

� verdade que ele deixou claro seus desejos.

Mas voc� n�o tinha que cometer tal selvageria.

Voc� fez porque voc� quis.

Nosso jovem lorde fala a verdade.

Prendam-no.

N�o pode fazer isso!

Vossa gra�a, ordene-os. Eu estava apenas lhe servindo.

Ordene-os.

Se sua gra�a deseja mostrar contri��o por seus atos

e provar-se merecedor de nossos estandartes.

Deve corrigir agora seu grave erro,

denunciar seus crimes

e prover a justi�a.

Pelos deuses.

N�o, n�o!

Eu fiz o que o senhor pediu, majestade. Eu fui leal.

O que � isso?

Eu nunca a quis.

Eu tinha raz�o de n�o querer.

Toda a dor que ela causou.

Ela esmaga quem quer que a use.

Voc� sempre a quis, Daemon.

Voc� ainda quer?

Devagar.

N�o posso.

Pode sim. E tem que tentar, vossa gra�a.

N�o consigo. N�o consigo.

Perd�o. Perd�o, vossa gra�a.

Pelos deuses...

Pelos deuses.

Um momento.

Um momento, por favor!

Voc� n�o deveria fazer isto sozinho, grande meistre.

Permita-me.

N�o, n�o, n�o.

Venha, vossa gra�a.

N�o, n�o, n�o!

Seu progresso � impressionante.

Mas temo que deva se esfor�ar mais.

Sua for�a voltar�.

Haver� ajustes em sua maneira de andar, entre outros que voc� aprender�,

agora que voc� �...

como �.

Voc� deve ser mais cauteloso.

Eu deveria, Lorde Larys.

Ele precisa descansar.

Ele deveria estar na cama. Eu o pressionei, sob sua instru��o.

Pedirei ao sentinela para avis�-lo novamente.

- Deixe que tente de novo em algumas horas. - Ele est� exausto.

Demorar� para que ele possa descansar novamente.

Alyn!

Meu lorde.

Tenho tarefas que precisam da sua aten��o.

A rainha solicitou barcos a seu servi�o em King's Landing.

Frete barcos de pesca.

Pague o que pedirem,

mas garanta que seus capit�es sejam confi�veis.

Embarque espadas de confian�a.

- Sim, meu lorde. - Fa�a com que aguardem fora do porto.

E haver� uma mensagem para levar a algu�m que ela nomear�.

A rainha encontrou um novo montador para um de seus drag�es.

Eu ouvi dizer.

O montador � seu irm�o.

Ela agora convocar� outros.

Nosso povo � da Antiga Val�ria, mas...

n�o �ramos lordes de drag�es.

Confesso que sabia pouco a respeito do legado de sua m�e.

Caso...

haja algo em seu sangue...

Meu irm�o sempre foi inquieto, ansiando por algum sinal de seu valor.

Mas eu sou feito de sal e mar.

N�o anseio nada al�m disso.

Descansarei agora, Sir Rickard.

Quando vossa gra�a pretende voltar � cidade?

Ainda n�o estou certa se voltarei.

Boa noite.

Plebeu reivindicando drag�es?

Foi ideia dela?

Lady Mysaria?

Voc� se entusiasmou quando Sir Steffon fez sua reivindica��o.

Ele era comandante de sua Guarda Real

e herdeiro de Forte Pardo. Essas pessoas s�o...

Corajosas.

Mesti�os!

Jace.

Pense no que est� em jogo.

Eu sei bem o que est� em jogo.

A Casa Targaryen � o sangue do drag�o.

Se qualquer um pode reivindic�-los, o que somos, ent�o?

Os governantes leg�timos dos Sete Reinos.

E se um dos seus montadores bastardos de cabelos prateados

decidir que ir� governar os Sete Reinos?

O sonho do Conquistador profetizou isto?

O que mais voc� quer que eu fa�a?

Prossiga com uma guerra que perderemos, onde milhares morrer�o?

Voe sozinha contra Vhagar?

Ou voc� a enfrentar� com Vermax?

Jace, com esses montadores,

podemos acabar com uma guerra desnecess�ria.

Posso tomar meu lugar leg�timo no trono do meu pai.

E quando morrer?

Voc� � meu herdeiro.

Voc� achou que eu teria o cabelo escuro?

Quando levou Harwin Strong para sua cama,

n�o passou pela sua cabe�a que eu poderia me parecer com ele?

- Jacaerys... - Eu n�o sou tolo, m�e.

A prova est� aqui, para todos verem.

Talvez eu argumente minha legitimidade para suced�-la por ter um drag�o.

E agora, voc� me diz que arrancar� isso de mim tamb�m.

Isso tamb�m n�o me agrada.

Ent�o, n�o prossiga.

Mas n�o posso contradizer o que os deuses puseram em meu caminho.

Fa�a o que for preciso

para garantir que chegue at� ela.

Da rainha.

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com

Voc�s n�o v�o acreditar.

A informa��o � que...

Rhaenyra est� convocando plebeus para irem � Dragonstone.

- Pelos deuses. - Eles n�o te aceitariam mesmo.

Est�o procurando bastardos Targaryen.

Os barcos partem esta noite. Na hora do morcego.

Pelos Sete Infernos, Ulf. � isso!

Hist�ria bem prov�vel.

- Voc�s foram enganados, rapazes. - N�o, n�o, n�o.

A pr�pria criada da rainha espalhou a not�cia.

Bom, � uma pena,

porque eu seria o primeiro da fila se n�o fosse pelo meu ferimento.

- Minha perna n�o � mais a mesma... - Est� surdo?

Voc� pode reivindicar um drag�o.

O criado do Bar Sete Meistres vai. E duas meninas do M�e tamb�m.

- Um acerto de contas com Aemond. - E a reivindica��o de um drag�o.

- Um drag�o. - Sim. N�o, eu sei.

- O qu�? - Eu sei. N�o posso.

N�o tenho certeza se isso � verdade.

Est� me dizendo

que bebe �s custas dessas pessoas...

- por uma mentira? - N�o.

- Era s� conversa fiada? - N�o.

S� palavras ao vento?

N�o ficar�o felizes.

- Jamais esquecer�o. - Jamais esquecer�o.

- Vamos, Ulf. Sua hora chegou! - Vamos!

Deixe-me ver seu entusiasmo.

- Isso a�. - Este � o Ulf que eu conhe�o.

- Isso. - A� est�!

- Olha s�. - Vinho!

- Vinho para Ulf, o Senhor de Drag�es. - Ulf, o Senhor de Drag�es.

- Ulf, o Senhor de Drag�es. - Ulf, o Senhor de Drag�es.

- Ulf, Ulf, Ulf, Ulf! - Ulf, Ulf, Ulf, Ulf!

Eu n�o quero que voc� v�!

Tenho que ir, Kat.

Vamos para o meu irm�o em Tumbleton.

Eles ter�o comida. Voc� encontrar� um trabalho.

N�o posso ignorar isso.

Nunca conheci meu pai.

Isso � verdade.

Mas conheci minha m�e.

Escondi de voc�

e sinto muito por isso.

Ela trabalhava...

...em uma casa dos prazeres.

Tinha mais liberdade que todas por ser quem era.

E porque homens ricos pagavam mais por mulheres com cabelos prateados.

Ela costumava me dizer...

que eu n�o era diferente dos filhos do irm�o dela...

Viserys e Daemon.

Mas eu sentia vergonha dela.

Tentei fazer meu destino com minhas pr�prias m�os.

Eu n�o pude te proteger.

N�o consegui manter nossa filha viva.

E agora,

n�o passaremos mais necessidades,

se eu reivindicar um drag�o.

Eles far�o de voc� uma lady.

N�o me importa ser uma lady, Hugh.

E tamb�m n�o quero ser uma vi�va.

Eu tenho que fazer alguma coisa.

Isso � uma abomina��o.

Do que voc� est� falando?

Voc� p�s um �ndalo diante de um drag�o.

O julgamento foi feito.

E agora voc� envia mais deles?

Sir Steffon Darklyn tinha o sangue do drag�o.

Foi uma blasf�mia.

Ele n�o era senhor de drag�es.

Nem estes aqui.

Ainda assim, os deuses os puseram diante de n�s.

Voc� os colocou diante de si mesma.

Os drag�es s�o sagrados.

S�o o que resta da m�gica da Antiga Val�ria neste mundo triste.

Eles n�o s�o brinquedos para os jogos dos homens.

Nossa ordem n�o participar� disto.

Achei que soubesse o que significava reivindicar um drag�o.

Mas...

agora vejo que o que eu acreditava saber, se desfez como cinzas levadas pelo vento.

Talvez seja o sangue

ou valor.

Talvez seja outra coisa.

Cada um deixou uma vida para tr�s, para atender a este chamado.

Uma vida para a qual talvez nunca retornem.

Se sobreviverem, ser�o transformados.

Nenhum homem ou mulher encara um drag�o e permanece o mesmo.

Alguns de voc�s talvez agrade�am a perspectiva de mudan�a.

At� a morte, dadas as alternativas:

Priva��es, fome, guerra.

Esse � o nosso prop�sito.

Acabar com essa adversidade.

Para voc�s,

para seus parentes, para todo o reino.

Com esses dois drag�es em nosso contingente,

o inimigo n�o ter� escolha, a n�o ser se render.

E a paz ser� restaurada.

O sofrimento acabar�

e sem uma carnificina,

se os deuses quiserem.

O drag�o de nome Vermithor

� o maior drag�o do mundo, depois de Vhagar.

E talvez o mais feroz.

Ele � chamado de A F�ria de Bronze.

Iremos at� ele agora.

E...

Que os deuses os aben�oem.

Aproxime-se,

Vermithor.

Fique calmo, Vermithor.

Fique calmo.

Sirva!

Quem, entre voc�s, ser� o primeiro?

N�o tenho nada mais a dizer. � o drag�o que deve se pronunciar.

Vossa gra�a, temos que ir.

N�o.

N�o, por favor! N�o!

N�o, por favor, n�o!

N�o!

Aqui!

Estou aqui!

Estou pronto.

Venha!

Lorde Ormund Hightower progride lentamente.

H� grande preocupa��o de que seu ex�rcito esteja amea�ado em duas frentes

pelos ex�rcitos aliados � Casa Beesbury.

Contudo, h� boas novas.

O drag�o do Pr�ncipe Daeron, Tessarion,

- finalmente levantou voo. - Afastem-se.

Seu irm�o espera que ele se junte � luta em breve.

Drag�o!

Quando ele o fizer,

- o ex�rcito Hightower ser� imbat�vel. - Drag�o!

A vista! Agora!

Armem o Escorpi�o!

Armem o Escorpi�o!

Posicionem-se!

Abram os port�es!

N�o, Vhagar.

Fuja, Vhagar.

D� a volta.

LEGENDAS: SILVANA FEITOSA

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