All language subtitles for Nar-o-nay (1989), Saeed Ebrahimifar-DVDRip.ptbr

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Agora a luz do palco, por favor.

Todos saem do palco, exceto o dr. Oppenheimer.

Dr. Oppenheimer, foi o diretor do Centro Los Alamos de 1943 a 1945, certo?

Sim, isso mesmo.

A bomba at�mica foi fabricada no referido laborat�rio, no per�odo.

Talvez, voc�s, cientistas, descobriram variantes para a prepara��o de

outras bombas talvez mais importantes do que

a estat�stica vital das pessoas amea�adas de morte por aquelas bombas.

Voc�s, artistas, sofrem, algumas vezes de um sentimentalismo...

Sobe.

Voc�. Chegue mais perto.

Mais para cima.

Sobe.

� isso.

Sobe mais.

Ele n�o se mexe, de maneira alguma.

H� algu�m em sua cabeceira agora.

Senhor? Desculpe-me incomod�-lo.

Algu�m sofreu um colapso aqui. Pode nos levar at� o hospital?

Senhor? Senhor?

-Como est� se aguentando? Ainda vivo? -Sim, ainda vivo.

Mas sua pulsa��o est� muito fraca.

FIROUZGAR - CENTRO DE TRATAMENTO E PESQUISA

Ol�! Ol�? Algu�m por aqui?

H� um paciente em estado cr�tico aqui.

Traga aqui.

-Ol�, senhora. -Ol�.

� seu pai? Ol�?

Ol�, voc�. Obrigado.

Est� bem, doutor.

Vamos. V� em frente.

-Espere um momento, por favor. -Ela � paciente do dr. Mohamed.

4� andar, ala da maternidade.

Voc� dizia?

Sim, dar� certo, senhor. Adeus.

-Preencha este formul�rio, por favor. -Pois n�o.

Perguntei se ele � seu pai.

Senhor, estou falando com voc�. Ele � seu pai?

N�o, senhora. Encontrei-o na cal�ada.

Bipe dr. Aslani e v� para emerg�ncia, por favor. Est� com o paciente.

N�o, senhora. Como disse antes, encontrei-o na cal�ada.

Quase n�o h� batimentos. Veja a press�o arterial.

Quase n�o h� batimentos. Veja a press�o arterial.

-Encontraram-no na rua. -Verifique a roupa.

-Todas as informa��es est�o aqui? -Sim, sim.

Meu endere�o. Meu telefone. E tamb�m o nome de meu pai.

Dr. Aslani, para a sala de emerg�ncia.

V� buscar mam�e. Chamarei Parvaneh para ajud�-la a se aprontar mais r�pido.

V�. V� de uma vez.

-Tudo que tinha com ele. -Ele carregava este livro.

H�, tamb�m, uma foto entre as p�ginas.

-Deve ser sua filha. -Tamb�m h� um n�mero de telefone.

Talvez de seu neto.

Al�? Ol�.

Como vai?

Nada ainda.

Sra. Houshide para a ala da maternidade.

Traga-me dopamina.

Sim, doutor.

N�o est� pronto ainda?

Num instante.

Kamali...

Kamali...

Ningu�m responde.

-Como ele est�, doutor? -Ainda n�o sabemos.

-Chamou por "Mina" algumas vezes. -Deve ser sua filha.

Creio que seu sobrenome seja Kamali. Estava escrito num de seus poemas.

A caligrafia dele � muito elegante.

Kamali...

Mina...

-O nome soa muito familiar para mim. -Dr. Kiapour para a ala n� 3.

Escola Prim�ria Ferdowsi. 1958.

Deve ter sido professor l�.

Talvez possamos encontrar o n�mero do telefone da escola.

Ser� que haveria algu�m l�, uma hora destas?

Al�? Ol�. Bem, obrigado.

Sim, sr. Kamali.

Deixe-me perguntar a Mash Qasem. Ele � um velho bedel aqui. Espere.

Sra. Mohammad, ao balc�o de informa��o.

Al�? Ol�? Como vai?

-Desculpe-me, mas � o sr. Mash Qasem? -Falando.

Desculpe-me?

Kamali??

Oh, sim. Sr. Kamali.

Mash Qasem!

Tantos anos se passaram. H� muito tempo n�o o vejo.

N�o, senhor.

Se vir o sr. Kalami, diga-lhe que Mash Qasem manda-lhe lembran�as.

Est� bem, Mash Qasem. Claro. At� logo.

-Est� tudo bem? -Sim, obrigada.

Al�? Oi!

Como vai? Eu? No hospital.

Irei lhe dizer tudo mais tarde.

Ainda n�o, mas vou encontr�-lo.

Pe�a a algu�m para buscar o dispositivo de eletrochoque da UTI.

Sr. Dehqanpour para o Raio -X.

Al�? Ei, posso ligar mais tarde? Est� bem. Cuide-se. At� logo.

Dr. Kiapour para a ala 3.

Agora, afaste-se da cama.

-Quanto a metragem? -400.

-Pegue alguma nitro cortisona. -Est� bem, doutor.

Doutor!

Adrenalina! R�pido!

A cidade de Kashan. Uma segunda-feira, h� anos.

Nasci numa segunda-feira.

O quarto tinha 3 janelas.

Minha m�e numa delas, eu, em outra e a rom�zeira na terceira.

Estava sentado perto das chamas do fogo.

�ramos envolvidos pelo aroma da �gua de rosa.

Assim, meu filho.

Tem que pression�-lo para baixo, desta maneira.

Do anoitecer at� o amanhecer, vagando livremente

sobre os telhados, entre as meadas.

Meadas azuis, verdes, amarelas, vermelhas

Eu tinha as meadas adormecidas.

Perplexos e cr�dulos, pr�prios da inf�ncia,

com o filho de meu amigo, perd�amos-nos nas meadas.

Papai! Papai!

A rom�, flutuando no arroio, nos deixou, assim como meu pai.

Na claridade da manh�, com facilidade e t�o simplesmente

a porta se abriu.

Mash Hasan?!

O aroma ficou mais fraco.

Ficar� mais forte.

Os moinhos de �gua n�o trituravam nada.

A seca estava na m�o. O p�o foi roubado de minhas m�os e desapareceu

nas bocas que o esperavam.

Abri uma porta, talhada na heran�a de meu pai.

Havia uma caneta caligr�fica e um tinteiro.

Uma caneta impregnada com do�ura e gentileza.

A sombra da m�o de meu pai estava no arm�rio.

Sou seu servo.

Deixe-me ser seu servo e honre-me.

Os p�rticos de meus olhos s�o, de fato, seu ninho.

Seja gentil e caia em seu ninho, que � sua casa.

Mina...

Mina!

Com um amigo de muitos anos, costumava correr nos telhados

no alvorecer de nossa inf�ncia...

e vestir o luar � noite.

Voc� tamb�m fique pronta.

N�o se mexa.

N�o se mexa.

O clima de Kashan n�o foi a cura para minha amada.

Deixamos nossa terra m�e.

Mina! Mina!!

Mina! Mina!

O BRILHO DO SOL � A PROVA DO BRILHO DO SOL

A carruagem, no cemit�rio de Kashan, esperava por mim, no horizonte.

O condutor sabia que eu era o �nico passageiro,

desta vez. Que minha m�e n�o viria.

A casa de minha inf�ncia, meu pai j� se foram, mas as escadas

ainda est�o l�.

Minha m�e j� se foi, mas a rom�zeira ainda est� l�.

-Ol�, Sr. Kamali. -Ol�, Mash Qasem.

Est� tudo bem?

H� muito tempo

um p�ssaro enigm�tico fez seu ninho no nessa salgueiro.

Nada � mais enigm�tico que sua can��o.

O p�ssaro enigm�tico est� sozinho neste clima,

Agora que as flores se foram, que o jardim est� arruinado

s� se pode sentir seu aroma da �gua de rosas.

-Trouxeram isto esta manh�. -T�o bonito.

Voc� est� desamparado.

Pode pegar um resfriado.

Se voc� � o sol de minha casa, como o desamparo

teria alguma coisa comigo?

-Ol�. -Ol�.

Nesta segunda-feira outonal, a cadeira estava vazia.

Meu amor foi embora com a noite.

Pode pegar um resfriado, papai.

Mina??

V�. V�, minha garota.

N�o se preocupe comigo. V�!

De onde veio isso?

De algum lugar a� fora.

A pobrezinha ficou molhada com a chuva. Agora ela est� bem.

-Ol�. -Ol�, garota.

Meu filho lhe causou problema?

N�o, ele ficou quieto, quieto.

As segundas-feiras se foram. As semanas passaram.

eu tinha suprimentos apenas para 4 segundas-feiras.

N�o mais a porta se abrir�.

N�o mais o aroma da �gua de rosa � a mem�ria.

A carruagem ficou perdida na neve.

N�o vejo mais rom�s nos ramos.

O dente-de-le�o ficou perdido no vento.

Mais devagar, por favor.

Um pouco mais. Obrigado.

-Por favor, espere embaixo, senhor. -Est� bem.

Dr. Safa � UTI. Dr. Safa � UTI.

N�o, n�o h� esperan�a.

Al�?

-� da casa do sr. Kamali? -Sim, pode falar.

Hospital? Qual hospital?

-Srta. Kamali? Venha comigo. -Sim.

-Como est� meu pai? -N�o precisa se preocupar.

Voc� me conhece, Mina? Escola Bakhtar.

Escola Bakhtar?

Oh, sim!

Ol�.

Voc� � o neto do sr. Kamali, n�o �?

Conhe�o seu av�.

-Sabe como vim a conhec�-lo? -Como?

Voc� n�o pode dizer como.

Legenda em portugu�s do Brasil: Lu Stoker

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.