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1 Me dá um pouco disso e me lembra por que isso não podia esperar.
Alguém precisava do que está aí atrás com pressa.
Um brinde à hora extra.
Que diabos?
Ligue para a central. Chame uma ambulância.
Central, aqui é o carro-forte 35682.
Batemos em um carro, enquanto íamos no sentido sul...
Precisamos de ajuda e uma ambulância, o mais rápido possível.
Favor informar.
Sem batimento.
O corpo está frio.
Achei.
Onde está o amuleto?
Não está aqui.
Mas isso vai nos ajudar a achar.
The Winchesters - Episódio 9 Cast Your Fate To The Wind (Jogue Seu Destino Ao Vento)
Legenda: HBO Max Sincronia: JoseAJnr
Só estou dizendo que é um belo carro.
É.
- Ele tem que ser Homem de Letras. - Não se veste como um.
Parece mais um caçador. E não é um feio.
Deveria ter seguido ele.
Disse meu nome e me entregou uma carta do meu pai, congelei.
Quem quer que seja, vamos descobrir agora.
Esse momento era para ser nosso.
Mary?
Kyle, oi.
Bom dia.
John, esse é Kyle.
Meu amigo repórter.
- Escreveu a história do hospital de veteranos? - Eu mesmo.
John Winchester.
Obrigado pela história.
Significa muito.
É o mínimo.
Parece que tenho outra quentinha.
Explica por que não tem me ligado de volta.
- Sinto muito. - Que nada.
Tudo é justo no amor e na guerra.
Vou deixar continuarem. Prazer em conhecer.
Omega Man?
Lata me contou.
Aquela ali não guarda segredo.
Foi só um encontro.
Nesse caso, ele levou na boa.
Talvez Carlos e Lata também levariam.
Não me entenda mal. Adoro nossos encontros matinais.
Mas parece que estamos nos escondendo.
Se não se importa com o fato de que Omega Man sabe sobre nós...
por que não nossos amigos?
Não são só nossos amigos.
Romance de escritório pode estragar a dinâmica de trabalho.
Vendermos carros é uma coisa, mas quando é vida ou morte, é outra.
Só quero manter as coisas simples, sabe?
No momento.
Mary, está aí? Achei uma coisa que podemos morder em Midland.
Na escuta?
Carlos achou um caso. Vampiro.
Vou voltar para o Clube e pegar todo folclore de vampiros.
- Sim. - Não saberão que estamos juntos.
Fica entre nós, certo?
Certo.
- Entendido. Qual é sua localização? - Rodovia 59...
Não foi assim que vi as coisas quando empurrei o primeiro dominó.
A questão é, tive mais de algumas interações com livre arbítrio.
E destino.
Mas como meu pai costumava dizer: "Destino é você quem faz."
Contei tudo que sei à polícia.
O banco só tinha mais algumas perguntas.
Sei que deveria ter ficado com o carro.
Mas depois do que vi...
{an8}Está tudo bem.
{an8}Queremos ajudar.
{an8}- Não quero perder o emprego. - Fala comigo.
{an8}Eles disseram algo?
{an8}Um deles disse algo sobre um amuleto.
{an8}Sei que vai parecer loucura, mas...
{an8}Loucura é meu sobrenome.
{an8}Eu disse à polícia que esse pessoal estava doidão de drogas.
{an8}Mas as pessoas naquele carro, elas estavam...
{an8}mortas.
{an8}E depois não estavam.
{an8}Um deles mordeu Pete.
{an8}E o outro arrancou a porta do carro como se não fosse nada.
{an8}Loucura, não é?
{an8}Eu acredito.
{an8}Mas...
{an8}Seu instinto estava certo.
{an8}Guarde segredo.
{an8}Mantenha a história das drogas.
{an8}Está bem?
Onde está John?
{an8}Eu... não consegui falar com ele.
{an8}Qual é a história?
{an8}Um carro-forte estava transferindo itens de uma agência que fechou
e foi atacado por vampiros.
{an8}Marcas de mordida diferentes. Não as que Maggie tinha.
Alguma ideia do que queriam?
{an8}De acordo com meu novo amigo, Diego, estavam procurando um amuleto.
{an8}Parece que não encontraram.
{an8}O que quer que estejam procurando está ligado aos Homens de Letras.
{an8}Vi uma caixa no carro-forte
{an8}com o símbolo dos Homens de Letras e as iniciais RJM nela.
{an8}A caixa parecia vazia, então podem ter pegado algo dela.
{an8}Por que os Homens de Letras estão guardando coisas em um banco?
{an8}Se tivesse que adivinhar, espalhar os itens de valor para mantê-los seguros.
{an8}RJM soa familiar?
Não, mas talvez eu saiba onde procurar.
{an8}Com o conhecimento da Ada sobre o Clube, tenho mapeado toda a estrutura.
- Aquele lugar é infinito. - Da melhor forma.
{an8}Tem um vestiário. Os armários têm iniciais.
{an8}Talvez RJM seja uma delas.
Corrida até o Clube.
{an8}Com licença, senhor.
{an8}As pessoas com quem falava,
{an8}pode me dizer quem eram?
{an8}Assaltantes de banco vampiros. Deve ser novidade.
{an8}Onde estamos?
{an8}Embaixo do necrotério.
{an8}Quanto tempo passou sozinha aqui embaixo?
{an8}Semanas, na verdade.
{an8}Tenho tentado fazer um inventário completo do que temos. Tem sido um desafio.
{an8}Essa fiação de outra era é inadequada,
{an8}e acho que meus inimigos mortais andaram roendo ela.
{an8}Ratos?
{an8}Não vi nenhum, mas talvez seja hora de pegar um gato para o Clube.
{an8}Venham.
{an8}Os armários eram usados para guardar artefatos importantes em caixas.
{an8}RJM.
{an8}Aqui está.
"Rafael Jude Markham."
O que foi?
Um amuleto como o que os vampiros estavam procurando.
Não toquem!
John, o que houve?
O amuleto me mostrou algo.
O que viu?
Um vampiro.
Me matando.
Não acredito. Os Homens de Letras acharam a Pedra de Ursitoare.
A pedra de quem?
Ursitoare são deuses romenos do destino.
Reza a lenda sobre uma pedra abençoada pelos Ursitoare.
Tem a capacidade de prever o futuro.
E foi colocada em um amuleto, mas está desaparecido há séculos.
Os Homens de Letras devem tê-lo recuperado em algum ponto.
Então essa coisa tem a capacidade
de prever o futuro, ou um futuro?
Pergunto por alguém que pode ou não estar marcado para morrer.
Não sei, mas não vamos achar respostas nesses livros.
Precisamos de um especialista.
Podem procurar nos seus contatos?
Diga de novo o que viu. Cada detalhe. Nada é pequeno demais.
Já disse tudo. Está bem? Até o carpete vermelho.
Vai ficar tudo bem.
Vamos resolver isso.
E se o que viu foi real?
O vampiro na sua visão
foi o mesmo que o guarda do carro-forte descreveu.
Temos que ficar no presente. Certo? Como você queria.
Além disso, não vai se livrar de mim tão fácil, Campbell.
Oi.
Oi.
Oi, Sra. Winchester.
Millie, perdão. Vou me acostumar, prometo, em uns dez anos.
John me devolveu o anel da minha avó.
Acho que vocês finalmente conversaram.
Assim como disse.
E foi bom.
Amigos?
Para sempre.
Na verdade, é por isso que vim.
Estou preocupada com Johnny.
Como assim?
Conheceu os novos amigos dele?
O pessoal da escola técnica?
Fico feliz que estejam ajudando-o a estudar. John nunca foi um grande aluno.
Eu me lembro.
É essa amiga dele Mary.
Mary Campbell?
Eu a vi em uma cena de crime essa manhã.
E um tempo atrás, eu vi John e ela em uma cena de crime diferente.
Cidades pequenas.
Talvez.
Mas dei uma olhada na Mary e ela tem passagem pela polícia.
Alguma coisa que preciso me preocupar?
É o que estou tentando descobrir.
Pelo pouco que falei com ela, Mary parece ser boa moça.
- Ela tem cuidado do John. - Que ótimo.
É que...
torcia para que ir à guerra tirasse do sistema do John o que quer que tivesse ali.
Sabe?
Sim.
Mas não acho que é tão fácil assim.
Com certeza, tem razão.
Pode dizer ao John que vim?
Claro. Foi bom ver você, Betty.
Você também...
Millie.
Como Anton conhece essa Diana?
Disse que não conhece.
Uns amigos recomendaram ela, disseram que é a melhor especialista em folclore.
Não acredito que não tem estado em contato com Anton. Achei...
Nós fomos a um encontro, e foi isso.
Eu perdi eles?
Não, ainda estão seguindo.
- Mary ainda parece preocupada? - Parece.
Eu não a culpo.
E se a loja da Diana é o lugar que John viu na visão?
Se alguém vir um carpete vermelho, John está fora.
Incrível.
Totalmente incrível.
Não achei que um dia veria a Pedra de Ursitoare.
As visões que mostra, são reais?
Os Ursitoare nunca erram. O que o amuleto mostra deve acontecer.
Por que os vampiros estariam atrás disso?
Devem ser Il Soarta.
Um clã de vampiros que venera os Ursitoare.
Os Ursitoare disseram ao Il Soarta que, se sacrificassem sangue o bastante...
seriam recompensados com uma pedra esculpida das costelas deles.
O que os vampiros querem fazer com a pedra?
O destino tem significado diferente para mortos-vivos.
Longevidade promissora para o clã, dizia quais humanos transformar...
quem deveria morrer a seguir e quem deveria substituir para garantir sucesso.
Então nem sempre mostra como você morre.
Não, mostra o próximo momento a que está destinado.
Algo que deve acontecer.
Às vezes, bom.
A maioria das vezes, não.
E para Il Soarta, se tornou prática sagrada.
O que houve com eles?
De acordo com a lenda, o líder viu que estava destinado a morrer
e escolheu se salvar em detrimento do clã.
Ele conseguiu mudar o destino?
Morreu como a pedra previu...
e o Il Soarta perdeu o amuleto.
Uma vez que o objeto revela seu destino, está selado.
Sempre tem outro jeito.
Vamos voltar e olhar o folclore.
Não, fiquem.
É que...
precisam saber como guardar esse amuleto adequadamente...
para mantê-lo seguro.
Precisa de armazenamento de nível de museu.
Alguma coisa não está certa. John?
Não vou deixar você.
Você nos entregou.
Não tive escolha.
Eles têm ameaçado especialistas há anos.
Se ouvisse que o amuleto apareceu e não contasse...
me matariam.
Deve estar se perguntando se sou um homem de palavra.
Vamos descobrir.
Não, por favor, não quero morrer.
Não é sua hora ainda.
Mas em breve será, John Winchester.
Deixa com a gente.
Anda.
Perdemos eles nos túneis. Podem estar em qualquer lugar.
Estou preocupada com John.
O vampiro na visão dele tocou no amuleto também.
- Se ele viu o que John viu... - Vai querer tornar a visão realidade?
É praticamente uma fé religiosa para Il Soarta.
Perdão, John. A gente não devia ter confiado...
Não é culpa de ninguém.
Era para ser.
Venha para cá assim que puder.
Quem era?
Sua mãe.
- Não pode ligar... - Eu sei.
Mas alguém precisa fazer companhia, enquanto buscamos respostas.
Não vou ficar aqui enquanto...
Está seguro aqui.
- Lá fora... - Mary tem razão.
O prédio é altamente protegido contra entrada de vampiros.
Podemos rastrear esses vampiros.
- Está me deixando de fora. - Estamos mantendo você a salvo.
Chega de arriscar achar você em uma sala com carpete vermelho.
Certo, onde procuramos a seguir?
Comecemos na casa da Diana, vamos vasculhar direito.
Estava em contato com Il Soarta, então deve ter como falar com eles.
E a polícia já deve ter acabado.
Certo, vale a pena tentar.
Encontro vocês lá em cima. Só um segundo.
Sim.
Entendo que quer me contestar.
Mas também sei por quê.
Está assustado.
E se Diana estava certa?
E se eu não puder mudar meu destino?
Ei.
Você mesmo disse.
Vamos resolver isso.
Mesmo se eu tiver que matar cada vampiro na área.
Nunca enfrentei um vampiro antes.
Talvez possa guardar um para mim.
Desde que não seja o que viu na sua visão, combinado.
Tudo bem, vou ficar aqui e ler cada livro sobre folclore de vampiros,
para eu saber como matar o último vampiro na área.
- Obrigada. - É.
A gente consegue.
CENA DE CRIME NÃO ATRAVESSAR
Mary Campbell?
O que está fazendo aqui?
Eu ia pegar umas coisas para o meu pai,
porque é do tipo não tradicional com remédios.
Credo.
O que aconteceu?
A dona foi assassinada.
Isso é terrível. Sabe quem foi?
Ainda estamos investigando.
Lamento em ouvir. Vou deixá-la trabalhar.
Engraçado.
Ver você duas vezes no mesmo dia, as duas vezes em cenas de crime.
Cidades pequenas.
Pequenas demais.
- Algum problema? - É o que estou tentando descobrir.
A delegacia tem ficha sua e de toda a sua família.
O que posso dizer? A família Campbell sabe se divertir.
Não sei no que está metida.
Mas se chegar perto de prejudicar John...
Eu nunca colocaria John em perigo.
Espero que esteja certa sobre isso, porque estou de olho em você.
E não só como amiga do John.
Agradeço pelo aviso, policial.
Até breve, Srta. Campbell.
Funcionou?
Sim e não.
Chamei a atenção da polícia, mas quem me notou foi a Betty.
Betty?
- Betty, a ex do John? - Sim, essa Betty.
Ela também me viu no carro-forte.
Isso não pode ser bom.
Mas temos coisas mais importantes. O que acharam?
O livro-razão da Diana.
Talvez saibamos onde os vampiros estão entocados.
Não esperava que algo chamado "caçar" envolvesse tanta leitura.
Prefiro a parte dos socos.
Sempre preferiu.
Betty visitou hoje.
Pelo seu tom, não foi amigável.
Ela viu Mary com Latika e Carlos na cena do crime.
E em outra antes, com você.
Betts sempre teve um bom faro para mentira.
Ela está culpando Mary. Sua namorada...
Não é minha namorada.
Guarde para os garotos, garoto.
Seja lá como quer chamá-la, Mary tem passagem pela polícia.
Bem, eu também.
Isso é o que preocupa a Betty.
Ela acha que está voltando ao seu antigo comportamento.
"Ela acha."
Concorda?
Só porque está batendo em monstros agora, não quer dizer que parou de bater.
Você passou por coisas que deixariam qualquer um doido.
Você está bem?
Apesar de descobrir que vou morrer pelas mãos de um vampiro...
estou.
As coisas com Mary estão...
Sim, eu sei.
Dá para ver na sua cara.
Não deixe essa coisa de destino afetar você.
Todos me disseram que eu não poderia ser mecânica, e olha só para mim.
Destino é você quem faz.
Diga como matar um Bela Lugosi, para pararmos de falar de sentimentos.
Primeiro, vampiros não são nada como nos filmes.
Luz do sol e sangue de morto pode atordoá-los, mas estaca no coração não mata.
O único jeito é com uma...
boa e velha decapitação.
Naturalmente.
Que decepcionante.
Como assim?
Estamos caçando um culto de vampiros.
Esperava achar um castelo.
Pelo menos, um fosso.
Vamos ao trabalho.
Ainda quente.
Documentos. Alguém do banco deve ter informado a eles.
Diana disse que tinha gente em toda parte.
Parece que descobriram que Markham tinha uma caixa de depósito.
Organizaram para a agência ser fechada para as caixas serem transferidas.
O que é isso?
Parece um tipo de abre-tranca mágico.
- Os símbolos na lateral... - Abre qualquer coisa?
Assaltantes de banco vampiros dariam um filme fantástico.
Espera aí.
É impressão minha, ou isso parece muito familiar?
As plantas do Clube dos Homens de Letras.
Isso tem salas que não vi antes.
Mantinham uma cópia fora do local por segurança.
Deve ser o que os vampiros pegaram do carro-forte.
- Não. - O que foi?
O Clube tem um ponto de entrada do sistema de esgoto de Lawrence.
Se o esgoto não estiver protegido...
John está em apuros.
John, é Mary.
Na escuta?
Aqui é Millie. Na escuta.
O que foi?
Il Soarta achou plantas do Clube.
Eles têm como passar das proteções e símbolos.
Como?
- Como? - Tem um ponto fraco no esgoto.
Pode não ter muito tempo. Sai daí. Agora.
O que foi isso?
Esse é nosso tempo acabando. Parece que temos companhia.
- Corre. - Fique aqui.
A saída está bloqueada.
Não dá. Precisamos de um lugar seguro dentro.
- Onde estão agora? - No vestiário.
- Lata? - Estou procurando.
Tem um cofre, abaixo de vocês. Um nível abaixo.
Vão para lá. Tranquem-se dentro.
Até breve.
Mãe, vai. Eu vou ganhar tempo.
E vai acabar morrendo no processo. Não faça o que sempre faz. Hoje não.
O cofre. Vamos.
Fecha!
Certo.
Lata disse que a fiação precisa de melhoria.
- Ela tinha razão. - Certo, vamos.
Vou ver se ilumino essa porcaria.
Lata.
Pronto.
Entra, Mare.
Eu cuido dos penetras.
Comercial de cabelo com água-benta?
Funcionou em Barstow.
Última chance de irem embora.
Mare, vai.
Agora sim.
John, o que foi?
É isso.
A sala onde eu morro.
Não pode fugir do destino, John!
Nada pode salvar você!
John Winchester!
Tem que haver algo aqui.
Uma arma.
Uma saída.
Não tem mais nada aqui.
Exceto aquilo.
O que está pensando?
Disse que o destino, quem faz somos nós.
Tenho uma ideia, mas você vai odiar com força.
Aí está você.
John!
Não.
Falei ao seu amiguinho.
Nada pode impedir o destino.
Você é a próxima.
- O quê? - Sangue de morto.
Sabia que era o único jeito de enfraquecê-lo.
- O que ele fez? - O que sempre faz.
Algo idiota.
- Matar você? - Eu disse que não ia gostar.
- Eu me recuso. - Escuta, mãe.
Na minha visão, eu vi o vampiro me morder no pescoço. Ele viu o mesmo.
- Nenhum de nós viu todo o contexto. - Como assim?
Lembra do que lemos? Sangue de morto deixa vampiro atordoado.
Se já estiver morto quando me morder, vai enfraquecê-lo o suficiente para fugir.
Se Mary chegar com o pessoal, podem reanimar meu coração.
E se não chegarem?
Não é ideal, mas não temos escolha.
Estamos sem tempo, está bem? Não temos escolha.
...dois, três, quatro, cinco.
Um, dois, três, quatro, cinco.
- Não vou matar você. - Escuta.
Um vampiro vai vir até mim antes. Vai dar tempo de você sair viva.
- Sou eu ou você? - Meu destino já está selado, o seu não.
Pode sobreviver.
Preciso que confie em mim.
Certo, vamos.
- Se não der certo, mato você duas vezes. - Chega de sentimentos.
- Pronto? - Não, vamos nessa.
Um, dois, três. Anda.
Por favor.
Um, dois, três, quatro, cinco.
Um, dois, três, quatro, cinco.
Um, dois, três, quatro, cinco.
Não.
Não.
John, por favor, não me deixa.
Por favor.
Não vai se livrar de mim tão fácil, Campbell.
Então...
- Eu sabia. Disse a ela, esse tempo todo. - Eu falei para você.
- Eu falei para você. - Eu falei.
- Eu falei para você. - Eu falei.
- Eu falei para você. - Tira essa faca.
Eu falei para você.
Nunca mais faça isso comigo.
Isso, eu posso prometer.
Obrigado, Anton.
Isso é tudo culpa minha. Não deveria ter contado sobre Diana.
Não, não, não.
Não é culpa de ninguém.
Isso foi só, você sabe...
Foi...
Foi como tinha que ser.
Escuta.
Desculpa não ter ligado depois do nosso encontro.
Não me diga que o caçador mau ficou assustado.
Talvez.
É.
Mas...
Não estou com medo de chamar você para um segundo encontro.
Tenho que olhar minha agenda, mas aviso se estiver livre.
Tudo bem, mereço isso.
Como está a mão?
Acho que quando cumpri meu destino, a marca desapareceu.
Não ficou nem tentada?
- Apenas feliz de ficar no momento? - Estou.
Com você.
Você está bem?
Sim, é que...
não pensei que meu dia seria assim.
Nem eu.
Mas acabou ótimo, então aceito.
Agora que todos sabem...
chega de se esconder?
É, o segredo definitivamente foi descoberto.
Acha que a dinâmica do grupo vai mudar?
Não sei, mas somos mais fortes juntos, sem segredos.
E não me importo de sair do momento, pensar no futuro.
Desde que eu saiba que você faz parte dele.
Você fica bem esperançosa.
Que tal um jantar e um filme?
Você paga, já que me matou de susto.
Depende. Pode me emprestar dez centavos?
Meu Deus.
Devo desculpas a você.
Eu só... precisava ver com meus próprios olhos se o que dizia era verdade.
O que descobriu?
Tinha razão. Tem algo estranho em Mary Campbell.
Invasão. Roubo.
Um caso de lesão corporal grave, suspeitosamente encerrado.
Muitas vezes foi por pouco.
Ela e os amigos estão aprontando.
O que foi?
A forma como está falando...
como se Mary tivesse toda a culpa, e John, nada a ver com isso. Por quê?
Ainda gosta dele?
Se John fez algo errado...
vou garantir que seja responsabilizado, como qualquer um.
E você?
Ainda não explicou o que tem a ganhar.
É puro jornalismo...
ou algo pessoal?
Só quero descobrir o que está acontecendo em Lawrence, Kansas, policial Donelan.
Me chame de Betty.
Vamos chegar ao fundo disso.
Me sigam nas redes e entrem no meu canal do Telegram: @JoseAJnr
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