All language subtitles for The Mighty Boosh - 03x02 - Journey to the center of the punk.DVDRip.Portuguese (Brazilian).updated.Addic7ed.com

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Original subtitles

Venha conosco em uma jornada pelo tempo e espa�o

At� o mundo de The Mighty Boosh The Mighty Boosh

Venha conosco at� The Mighty Boosh

Tradu��o: yribeiro

S03E02

Ol�, Nelly.

Senhorita Vinil.

- Est� bem, o que �? - O que � isso?

S� o disco de jazz mais valioso que j� existiu.

Voodoo Scat, de Howling Jimmy Jeferson.

- Por que est� nessa casinha? - Est� hermeticamente selado

em ar dos anos 50.

Economizei por 20 anos para compr�-lo, e agora ele chegou.

- Ande, coloque para tocar. - N�o se toca discos como este.

Acaba arranhando e diminuindo seu valor. N�o mesmo.

Este disco � �nico, feito pelo pr�prio Howling Jimmy.

- Quem? - Howling Jimmy Jeferson.

O inventor da t�cnica de scat.

Scat! De todos os aspectos do jazz, scat � o pior deles.

- Sabe o que � scat? - N�o muito,

mas quando come�a, fico nervoso.

Deixe-me demonstrar o poder do scat.

Vou me afastar, voc� � esquisito. J� sinto a raiva.

- Pegue aquilo, sim? - Pegar o qu�?

- O clipe de papel. - � s� um clipe.

Clipes n�o ficam no ch�o, ficam na bandeja dos clipes.

A massa adesiva fica no jardim, e fita na �rvore de fitas.

- �rvore de fitas? - Quanto mais grudenta,

mais alta fica. � um sistema simples.

Tudo tem seu lugar na Vila da Papelaria.

Esta��o de transfer�ncia, Castelo dos Clipes.

- Voc� nunca relaxa, Howard. - Pare de falar, pegue o clipe.

Eu n�o pego coisas, eu derrubo.

- De onde est� vindo isso? - L� do fundo. Sou punk agora.

- Virou punk? � isso? - �. Veja minha roupa.

Na verdade, veja isso aqui. � maravilhoso.

� um dos meus alfinetes? Se for, ponha no Chal� dos Alfinetes.

N�o � seu ok? Comprei este em Camden.

� o alfinete que Sid Vicious usou no nariz.

- Deve ter coisas nele. - Est� cheio de doen�as punk.

Tem um monte de hepatite C aqui.

N�o fa�a isso. Ei, para tr�s!

Se isso entrasse nos seus ossos de jazz,

eles iriam se desintegrar.

N�o te entendo. Voc� � new-raver, depois vira moderno.

- Sempre mudando com a moda. - Bem, sou punk agora, ok?

- � mesmo? - �, e estou com raiva.

- Do qu�? - Das coisas.

- Que coisas? - Coisas acontecendo no mundo.

- Como quais? - O governo. Mudan�a clim�tica.

- Mudan�a clim�tica? - Est� esquentando, n�o notou?

E est� com raiva porque fica mais dif�cil de alisar o cabelo?

- �, e tamb�m est� �mido. - Estou mais nervoso que voc�.

Eu sei, mas voc� desconta sua raiva em voc� mesmo.

- N�o fa�o isso. - Faz sim.

Vi voc� no corredor se queimando

quando pensa que ningu�m est� vendo.

Eu projeto minha raiva em forma de poesia.

- Voc� � um poeta punk? - Sou vocalista do Terminal Margaret.

- Nunca ouvi falar. - Vai ouvir, eles est�o vindo.

Ent�o n�o mostre essa vila que voc� arrumou,

porque � bizarro.

Materiais organizados significam bons neg�cios.

Ali�s, onde est� a cola 3? Coloquei aqui hoje de manh�.

Calma, eu peguei emprestada. Vou te devolver.

Entendi, agora � punk e anda cheirando cola. Parab�ns.

N�o estou cheirando cola.

Estou fazendo um livro com meus punks favoritos.

- Veja s�. - Ficou legal.

Eu sei, voc� devia fazer um de jazz.

Talvez eu fa�a.

Enfim, eles j� devem estar chegando.

- � melhor sair pelos fundos. - N�o sairei pelos fundos!

Se te virem, ir�o pra cima de voc�.

Usarei minha cola neles. Sou o sherife da Vila da Papelaria.

- Oi, Vince. - Oi! Como est�o?

�tima piada.

- Est� pronto pra hoje? - Estou!

Podemos usar essas cal�as, s�o amarradas nos tornozelos.

- �timo. - S�o bem punk.

Com licen�a, pode parar? Esse piano � valioso.

Dane-se, cara.

Vince, quem � aquele professor?

Ah, sim. � meu amigo Howard.

- Howard, esse � Micky Jizz. - Oi, Micky.

Jackie Babaca, e Dick e Donnie Dano Cerebral.

- Isso fica ali. - Mas poderia ficar aqui.

- Poderia, mas n�o fica. - J� tentou assim?

J�, mas n�o gostei, ent�o deixei assim.

- Tente de novo. - � a Vila da Papelaria.

Voc� n�o tem passaporte, ent�o pode sair.

Eu n�o queria viver a� mesmo. E o Sr. Caneta tamb�m n�o.

- Ele n�o vive a� embaixo. - Esse disco tem uma casinha!

N�o, n�o lamba isso, por favor.

- Por que est� nessa casinha? - Ele � valioso. Coloque l�.

- E se eu quiser comprar? - Se tiver mil euros, ok.

Mas acho que voc� n�o tem.

- N�o est� mais � venda. - Tarde demais.

- Quem � esse? - Ele est� com a gente,

documentando os shows e brigas.

- Ignore minha presen�a. - Pare de fazer isso.

- N�o, n�o! - Ser� que voa?

Est� no ar moderno! Devia estar guardado!

Vince, quebre!

- Ele � bem caro. - Vince, Vince.

- Quebre! - Quebre, quebre!

N�o!

Excelente grava��o.

Vamos comer alguma coisa!

- Pode assinar isso? - O que �?

Formul�rio de autoriza��o para o document�rio.

Valeu, idiota.

Eu fui em um jantar para os planetas,

e Urano pegou um prato de espaguete.

Mas n�o tinha queijo parmes�o,

e eu disse "Sou a Lua. Sou feita de queijo."

"Por que n�o pega uma por��o da minha cabe�a?"

E todos pegaram, mas tinha gosto de v�mito.

- Qual � o diagn�stico, Lester? - � cr�tico, Howard.

Definitivamente falta um peda�o.

Fico surpreso que fa�a isso somente com o toque.

Sabe, quando um sentido diminui, outros aumentam.

Sabia que monges treinam com os olhos vendados?

Conseguem pegar uma mosca no ar com palitos,

se guiando pelas vibra��es.

Tudo � vibra��o, Howard. Como m�sica.

Deixe-me demonstrar. Jogue a chave inglesa, Howard.

N�o se acanhe. Jogue com vontade.

Jogue outra.

Mais uma vez.

Agora vamos procurar o peda�o do disco.

- Isso � o arm�rio, Lester. - Ah, �.

Somos o Terminal Margaret

e essa se chama "Eu Caguei na Sua M�e".

Eu caguei na sua m�e, eu caguei na sua m�e

Eu caguei na sua m�e, e ela gostou

Eu caguei no seu pai, eu caguei no seu pai

Eu caguei no seu pai, e ele gostou

Eu caguei na sua merda, eu caguei na sua merda

Eu caguei na sua merda

Ironia completa

Ignore minha presen�a!

N�o consigo achar.

Trouxe essa cadeira de balan�o?

� dobr�vel. Levo pra todo lugar.

- Eu n�o sei onde est�. - Howard, voc� olha mas n�o v�.

Descanse os olhos e use o Sr. Toque e o Sr. Olfato.

Feche os olhos, respire e escute.

Muito engra�ado, Lester, valeu.

Sou s� um velho tentando me divertir.

Mas n�o est� ajudando.

Vince o mordeu bem aqui, ent�o � onde deveria estar.

Talvez ele tenha engolido.

- N�o est� ajudando. - Desculpe, Howard.

Terminei agora.

O que � isso?

Vince?

Achei que ele seria o futuro do punk.

Devia t�-lo visto antes de fazer isso.

- Vou matar o Vince. - Cai fora!

Vince! Isso foi uma piada?

O que est� fazendo?

- Nos fez parecer idiotas. - Vou mat�-lo!

Calma, n�o precisa de viol�ncia.

- O que vai fazer, Aladdin? - Nada, mas conhece o Bollo?

- Peguem ele! - Pega ele, Bollo!

Minha bateria acabou, podem fazer de novo?

R�pido!

Parem ele! Mais r�pido!

Como eles est�o fugindo?!

S�o essas cal�as! Est�o amarradas demais!

Voltem aqui! Voltem!

- H� algo de errado com Vince. - � mesmo? Que bom.

Tem algo errado mesmo. Est� falando coisas sem sentido.

Sem sentido n�o. Isso � scat.

- Eu falo scat. - O que ele est� falando?

Est� dizendo que comeu um peda�o daquele disco.

- E isso o envenenou. - Qual � o nome do disco?

Voodoo Scat, de Howling Jimmy Jeferson.

- Lester... - O qu�?

- Sua cadeira est� no meu p�. - Desculpe.

Acho que sei o que est� acontecendo.

Deixe-me contar. Venham aqui.

Voc� n�o, calend�rio esportivo.

H� muitos anos, antes de existirem joelheiras,

havia um m�sico que vivia nos p�ntanos do Mississippi.

Ele se chamava Howling Jimmy Jefferson.

Gostava de comer cascav�is e usar crocodilos como t�xi.

Est� indo pro lado errado!

Um dia, ele contraiu uma estranha febre do p�ntano

suas m�os ficaram transparentes

- e ele sabia que iria morrer. - Meus dedos se foram!

Ele queria que sua m�sica vivesse,

ent�o contatou um padre vudu chamado Tiny Robert.

Ele realizou um ritual estranho em seu leito de morte,

misturando uma gota do sangue do Jimmy

com seu �ltimo disco, Voodoo Scat.

Jimmy morreu e Tiny Robert teve c�ncer testicular,

mas descobriu cedo, removeu, e tudo ficou bem.

A moral da hist�ria �: verifique seus test�culos.

Duas vezes por semana.

Depois que Vince comeu o disco,

o sangue de Howling Jimmy deve ter entrado nele,

e est� transformando tudo do Vince em jazz.

Vince odeia jazz. Ele � al�rgico.

Uma vez ele ouviu Weather Report e teve rea��o.

Poder�amos ter neutralizado o v�rus do jazz antes.

Umas m�sicas do Stooges, o box dos Ramones...

- Mas j� chegou no sangue. - H� algo que possamos fazer?

Talvez. � um tiro no escuro, mas precisarei da sua ajuda.

A farm�cia est� aberta. Posso ir l�, se quiser.

� mais complicado que isso.

Precisamos encolher algu�m a n�vel molecular,

e injet�-lo no sangue do Vince,

- em um mini submarino. - L� vamos n�s.

Algu�m que conhe�a o Vince muito bem.

- E que saiba sobre jazz. - Que surpresa.

- Eu n�o posso. Tenho asma. - Voc� n�o, Bollo.

Olha, ele comeu o disco porque quis. Foi bem feito.

- Ele vai morrer, Howard. - N�o posso ir, estou ocupado.

A Vila da Papelaria precisa de reforma,

e o Lester � praticamente inv�lido.

Preciso lev�-lo em casa, n�o �?

N�s vamos, Howard!

Nem pensar. Isso � suic�dio.

Vamos, Howard. Somos dois velhos no fim da vida.

Ainda tenho 40 anos de dinamismo sexual pela frente.

� por isso que ando com voc�, me mata de rir!

Qual �, a n�o ser que queiram fazer Cocoon 5,

estamos acabados! Ande, vamos l�!

- Roupas de mergulho? - Confere.

- Cadeira de balan�o? - Confere.

- Arp�o? - Confere.

Cuidado, � um arp�o letal carregado com anti-jazz.

Enfie no n�cleo da c�lula de jazz. Mate direito.

Tudo checado, matar bem morto!

Por �ltimo, Bollo preparou um lanche para viagem.

- Obrigado, irm�o peludo. - Hora de encolher.

Howard, v� para o c�rebro.

- Mais baixo, Naboo. - Desculpe.

V� para o c�rebro, e chegue antes do v�rus de jazz.

Boa sorte.

- Dr. Bollo. - Dr. Naboo.

Ter� que ser meus olhos nesta miss�o, Howard.

V� o mostrador? Coloque no quatro, por favor.

- Confere. - Veja o perisc�pio.

- Qual � esse? - A tela do meio.

- Certo. - Quantas atmosferas?

- Sete. - Isso � bom.

Agora aperte o bot�o vermelho � esquerda.

Isso � o leite para a m�quina de caf�, bobo!

As risadas n�o param com voc�, n�o �, Lester?

- Tudo bem, Vince? - E a�, Vince?

- Tudo certo, Vince? - Oi, Vince, como vai?

Ei, celulazinha vermelha.

- Venha aqui um minuto. - Tudo bem?

Quer um cart�o-presente da Topshop?

Quero, seria �timo.

Venha aqui. Isso mesmo.

Tome isso, desgra�ada! Tome!

Por que diabos fez isso? Doeu de verdade.

- Voc�, venha aqui. - Oi, tudo bem?

Tenho spray de cabelo gr�tis, est� interessado?

Eu gosto de spray de cabelo, eu aceito.

Sabia que monges podem ler folhas de ch� com os ded�es?

- Lester, pode se calar? - Est� bem.

- Alto l�! - O que � isso, Lester?

O sistema imunol�gico do Vince. Est� vindo nos atacar!

N�o devem passar!

Viemos em uma miss�o do Naboo. Precisamos ir at� o c�rebro.

N�o devem passar!

Precisa se explicar para eles.

Embrulhei o arp�o, caso a c�lula de jazz apare�a.

N�o se preocupe, vou te ajudar.

- Se precisar de ajuda, acene. - Voc� n�o � cego?

- Quando um sentido diminui... - Vou usar o walkie-talkie.

Quem � voc�?

Howard Moon. Vim para ajudar.

Algo est� nos matando. S�o voc�s. Ir�o morrer!

N�o somos n�s. Viemos para ajudar.

H� uma c�lula de jazz atacando. Viemos mat�-la.

Jazz! Odiamos jazz! Curiosity Killed the Cat.

Isso n�o � jazz, � uma imita��o ruim do verdadeiro bebop.

- Precisam nos ajudar. - Nunca ajudaremos voc�s.

Iremos dissolv�-los como sais de banho

Preparem-se para dissolver! Preparem o banho da dor!

Lester, me tire daqui!

N�o se preocupe, Howard. Vou te ajudar.

O que est�o fazendo? Est�o indo para o ded�o.

Merda!

Morra! Morra! Te odiamos! Vamos te destruir!

Me deem uma chance, me levem at� o c�rebro.

- Nunca te ajudaremos. - E se eu der doces?

- Te ajudaremos. - N�o! N�o ajudaremos!

- Nem por cord�es de framboesa? - N�o! Protegeremos o Vince.

- N�s somos o Vince. - Todos somos o Vince.

Eu n�o.

- O qu�? Quem � voc�? - Roger Black.

- Ele � atleta, seu idiota. - Sou bem r�pido.

Voc� n�o � Roger Black, voc� � Vince. Todos somos.

- Todos somos Vince. - Vince, sou o Howard!

- Melhor amigo do Vince. - Quem?

Howard Moon, lembra dos nossos bons momentos?

- Quais momentos? - Como quando comemos panqueca.

Panquecas?

Ovos, leite e farinha, poder de panqueca

Olhe essa carinha amarela como o sol

Vire-a agora, vire-a, vire-a agora, vire-a

Tem as salgadas, doces, de fruta e de carne

Quando usamos cebolinha ela fica excelente!

Um frisbee comest�vel em uma ter�a ensolarada

Eu adoro dan�ar

Howard, lembramos de voc�. Devemos lev�-lo ao c�rebro?

Sim! � pra isso que estou aqui.

- Para o c�rebro! - Para o c�rebro!

Eu adoro dan�ar

Howard, n�o podemos ir al�m.

Este � o nervo �ptico. Ele o levar� direto ao c�rebro.

- Boa sorte na miss�o. - Muito obrigado. Idiotas.

- O qu�? - Nada.

Posso ajudar?

- Vim ver o c�rebro do Vince. - Tem hora marcada, querido?

N�o, mas preciso ver o c�rebro agora.

Ele s� estar� livre em julho do ano que vem.

Seguran�a? H� um intruso na sala do c�rebro.

Homem grande com olhos pequenos. Obrigada.

- Bandanas voltaram � moda. - �. Acho que comprarei uma.

- Oi. - Quem � voc�?

- Sou a c�lula cerebral. - C�lula cerebral?

- �. - S� tem voc�?

Eu e minha secret�ria. Voc� a viu? Ela � bonita.

Acho que vou pedi-la para fazer hora extra, me entende?

- N�o tenho tempo pra isso. - Essa roupa � incr�vel.

Sabia que ia voltar � moda. Visual de mergulhador. Genial!

Ou era o de j�quei ou o de mergulhador.

Olhe todos esses acess�rios!

Pode me soltar, por favor? Escute, voc� est� em perigo...

Espere, eu preciso ver isso.

Meu Deus! Mergulhadores est�o super em alta.

Mas coloque glitter nos p�s de pato

porque azul turquesa n�o est� na moda.

- Boa dica. - Eu sou o garoto eletr�nico

Adoro esse cara.

� isso a�, o super legal Vince Noir com Electro Boy.

Tchau. Fiquem com Vince Noir e o clima.

Obrigado, Vince.

- O Vince � louco. - Pode calar a boca?

Me escute. S� vou dizer isso uma vez.

Voc� foi infectado por um organismo de jazz maligno.

Est� destruindo suas c�lulas uma por uma.

Quando chegar aqui, te matar�,

e tudo o que � Vince morrer�.

Obrigado.

- Meu Deus, isso � terr�vel. - Agora voc� entendeu?

Tive uma ideia.

Vince, me traga uma roupa de mergulhador

com todos os acess�rios.

E pode fazer hora extra hoje? Se � que me entende.

Est� pensando, "Como pode fazer isso com seus Vincezinhos?"

O que posso dizer? Casei jovem demais.

Vince, o Sr. C�lula de Jazz est� aqui. Mando entrar?

- Mande. Ele parece ser legal. - N�o! Mande esperar!

Est� bem.

Ele vai te atender em alguns minutos.

Pode pegar �gua.

Entre aqui. Entre a�!

Eu jogo nos dois times, mas n�o estou interessado em voc�.

Entre logo.

Pode entrar agora, se quiser.

Te peguei, garoto!

Oi. Voc� demorou.

Vou pular em voc� e sugar sua cabe�a como um pirulito.

Que tal n�o? Veja o que eu trouxe.

Caramba, estou com fome!

Este p�o est� seco.

Ah, cara! Voc� derrubou maionese em mim!

Lester!

- Peguei voc�, franguinho! - Ou eu peguei voc�.

O que � isso? Filho da m�e!

Valeu, Lester.

Tive que lutar usando um sandu�che de atum.

- Como foi? - Nada bem, obrigado.

Espere! Eu o mato, Howard. Preciso agir tamb�m.

- Est� certo disso, Lester? - T�o certo como eu sou negro.

Mas voc�... Esque�a.

� perigoso, precisa ficar perto e enfiar direto no n�cleo.

Jogue logo o arp�o pra mim!

Ok, vamos l�.

Ent�o eu mato.

R�pido, Howard! N�o tem muito tempo!

Ent�o como vai ser, garoto?

Bem r�pido. � assim que Howard Moon faz as coisas.

E destruir� o que mais ama? O que � mais importante?

- Materiais de escrit�rio? - Jazz, idiota. Falo de jazz.

- Eu sou jazz. - Vou te matar.

- Acha que pode? - Prepare-se para morrer.

Pode parar de rir? N�o tem gra�a!

Tem gra�a, garoto. Tem sim, e direi o porqu�.

- N�o pode me matar, garoto. - Por qu�?

Porque eu sou seu pai!

N�o!

Isso, coloque pra fora!

Coloque pra fora, garoto! Deixe a dor sair!

O papai est� aqui! Venha!

Papai voltou por voc�, garoto!

Espere, meu pai � professor de geografia em Leeds.

Digo, sou seu tio.

Todas aquelas vezes chorando e implorando pelo seu tio!

N�o!

Quem, Tio Terry? Que trabalha em Stansted?

O que est�o fazendo? Faltam 10 segundos pra crescerem.

- Temos que tir�-los. - Onde est�o agora?

No canal lacrimal Bollo, fa�a o Vince chorar.

Mick Jagger est� ficando careca.

Ele engordou e agora usa agasalho esportivo.

Est� funcionando. Tente Iggy Pop.

Iggy est� trabalhando em um supermercado.

Funcionou. Use a seringa.

Quis dizer que sou seu primo em segundo grau

- do lado da sua m�e! - Ah, sim. N�o!

- Isso mesmo. Somos fam�lia. - Por qu�?!

Me sinto estranho.

Miss�o cumprida! Achou que n�o conseguir�amos,

mas eu e Lester formamos um belo time.

Boa noite, cavalheiros.

- Posso me juntar? - Howard, o que voc� fez?

Houve uma mudan�a de planos. N�s nos conhecemos l� dentro,

e acontece que somos parentes.

N�o sou seu parente, garoto. Voc� � feio.

Voc� � meu primo do lado da minha m�e.

- Inventei isso, garoto. - N�o!

Libere, garoto! Vamos l�!

Voc�s est�o mortos!

- L� est� ele. - Vamos te matar!

N�o se eu mat�-los primeiro, desgra�ados.

O balan�o de branco n�o funciona, pode repetir?

- O que vamos fazer? - Vou usar meus tent�culos!

Precisamos de algo para destruir o jazz!

O alfinete! Use o alfinete! Est� cheio de doen�as!

Howard, tenho uma ideia!

Use isto.

Alfinete-o, Lester!

Alfinetando!

Isso me machucou! Ah, cara!

Vou dar o fora daqui. � perigoso.

T�xi.

Lester, voc� pegou o alfinete, meu velho!

Toca aqui.

Vince vai ficar bem. Tudo voltou ao normal.

S� h� uma coisa de errado, Howard.

Voc� voltou ao normal, mas seus olhos continuam pequenos.

Boa piada, muito obrigado.

Muito engra�ado.

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