All language subtitles for Liseys.Story.S01E06.Now.You.Must.Be.Still.720p.ATVP.WEB-DL.DDP5.1.H.264-NTb

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Original subtitles

LOVE - A Hist�ria de Lisey

BASEADO NO ROMANCE DE STEPHEN KING

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POL�CIA

POL�CIAL MUNICIPAL DE MAINE

Aqui � a cinco.

Aqui � a base. O que foi, Danny?

Est� tudo quieto nos Landons. Vou para casa dormir um pouco.

Beckman, saindo do posto �s 1h25. Entendido.

Vou passar pela casa da irm� dela no caminho. Ela est�

Ela est� fora.

DESCANSE EM PAZ

Se ele se aproximar demais, quero que enfie isso nele.

Bem no pesco�o. Est� bem?

Eu te amo, papai.

Tamb�m te amo, garoto.

Amanda�

Est� quente, mas vou segurar, t�?

Scott me deu uma bebida, mas n�o foi chocolate.

Foi �gua fresca.

�gua linda.

� o Hollyhocks! V� mais r�pido!

� o Hollyhocks.

� o Hollyhocks.

Lisey.

Lisey.

Lisey.

Voc� ainda quer ir pra CASA?

Sim.

CONCENTRE-SE NO ESCRIT�RIO DO SCOTT

Fotos. Farol.

Amanda.

Preciso que voc� ME AJUDE

Eu vou te ajudar, Lisey.

S� me leve pra casa.

Me leve pra casa, Lisey.

Sim. Eu vou te levar.

�timo.

AJUDE-ME, LISEY

Me ajude.

Oi.

Voc� est� bem?

Ele veio aqui?

Bom, se ele voltar, estamos bem abastecidas.

Encontrei essas coisas.

Eu acho que isto � spray de pimenta.

E�

Isso tamb�m � um tipo de spray, eu acho.

Nossa irm� era f� de spray de pimenta. Isto tamb�m � uma arma de pimenta.

Vamos mat�-lo com pimenta.

Este aqui � interessante. Chama-se "grito",

e acho que faz um barulho alto.

Talvez d� pra assust�-lo ou ensurdec�-lo, algo assim.

E este � o taser que eu te falei.

"Obrigada, Darla." Por nada.

Como voc� est�?

Deve ter mais coisas,

mas a casa � ainda mais assustadora sem ela�

Nossa. Voc� empacotou muita coisa. Est� progredindo. Isso � bom.

Voc� tamb�m poderia ser �ncora.

N�o posso arriscar ter minhas duas irm�s presas l�.

Certo.

Ainda n�o tomei meu caf�.

Lisey?

Lisey?

Para onde voc� foi?

Merda.

Lisey.

Olha as flores. Posso toc�-las? � seguro?

Eu levei uma, uma vez, mas morreu na hora.

Lisey!

Darla.

Lisey, o que aconteceu? Para onde voc� foi?

N�o acreditaria em mim sem uma demonstra��o.

Scott estava certo. �gua � o melhor.

- Como? - Eu estava em Booya Moon.

- N�o. - Sim.

Amanda est� l� tamb�m. Pelo menos parte dela.

T�. Voc� est� come�ando a me assustar.

Olhe, trouxe isto para voc�.

- � um truque, n�? - N�o.

- Eu odeio isso, Lisey. - Eu sei que odeia. Sinto muito.

Quero ir pra casa.

- N�o. - Quero ir pra casa.

- Pra minha cama. - Preciso de voc� e da Amanda.

Preciso das minhas irm�s.

Ele vai nos matar.

- Dooley? - Dooley.

Isto � real.

- Al�? - Professor Dashmiel, � Lisa Landon.

N�o quero conversar com voc�. J� expliquei isso.

Eu s�

Eu s� queria dizer que eu�

Estou considerando process�-lo em meio milh�o de d�lares por ass�dio.

Senhora Landon, eu�

Os advogados querem tr�s milh�es.

mas a� pensei: "Ele n�o tem tudo isso.

Mas meio milh�o, ele pode vender algumas a��es,

esvaziar o fundo de aposentadoria, vender a casa. Ele consegue, n�?"

- Sra. Landon, me perdoe. Me desculpe. - Nossa.

Sabe o que Scott diria?

"Se desculpa fosse chuva, o Saara viraria mar."

Mas se fizer algo por mim, posso mudar de ideia.

Claro. Qualquer coisa.

Certo. Se o Dooley te ligar�

Sra. Landon, eu j� disse�

Me escute!

Me escute.

Se o Dooley ligar,

diga pra ele que eu mudei de ideia, que recuperei o bom senso,

e ele pode encontrar comigo hoje � noite no escrit�rio do meu marido, �s 22h.

Voc� fala como algu�m

que est� prestes a se meter numa grande encrenca, Sra. Landon.

Voc� saberia disso, n�o?

E tem mais uma coisa. � uma mentira,

mas como voc� mentiu pra todos

dizendo que salvou meu marido,

voc� d� um jeito.

Quero que voc� fale com o comandante Richards

e diga pra ele que seu man�aco de estima��o ligou

dizendo que est� com medo da pol�cia.

Voc� entendeu o que estou pedindo?

- Sim, mas� - Voc� entendeu.

Voc� me entendeu?

Suas amea�as s�o vazias. Eu contratei um advogado, e ele disse�

Voc� tem um advogado? Eu tenho v�rios.

Tamb�m tenho 60 milh�es de d�lares,

ent�o, se decidirmos bater de frente, voc� vai se dar muito mal.

Sr. Dooley, � Lisa Landon.

Vou ver minha irm� em Auburn,

- mas me encontre �s 22h� - Pare.

Rebobine. Ficou p�ssimo.

Sr. Dooley, aqui � Lisa Landon. Por favor, n�o me machuque. Pode levar tudo.

Me encontre �s 22h, e prometo que n�o vou�

- Eu n�o consigo. - N�o est� bom.

Sr. Dooley, aqui � Lisey Landon.

Voc� venceu. Vou dar o que voc� quer.

Venha �s 22h. N�o vou chamar a pol�cia, mas n�o me machuque, por favor.

N�o me machuque mais.

Essa ficou boa.

N�o. Nada disso � bom.

Sabe o que est� fazendo, n�?

Quando Scott come�ava uma turn� para promover um livro,

ele sempre come�ava as palestras com a mesma ideia.

Falava sobre o esfor�o.

Dizia que todo romance � uma luta entre o escritor e a hist�ria,

e que o escritor tenta segurar,

at� que ele tem que deixar a hist�ria se contar sozinha.

E � isso que estou tentando fazer agora.

Essa hist�ria tem final feliz, n�?

Eu n�o sei.

Oi. Viemos ver nossa irm�.

Claro. Talvez queiram saber.

Amanda, a Srta. Debusher, conversou um pouco, mas agora parou.

E talvez seja preciso cateteriz�-la porque ela n�o se mexe.

Est� bem. Obrigada.

� claro que ela n�o se mexe. Ela est� em outro lugar. Boolie Moon, n�?

Sim. H� v�rios como ela, milhares.

Mas ela est� aqui tamb�m.

Sim, porque � uma c�pia.

- E tamb�m � uma �ncora. - Sim.

N�o entendo nada disso.

N�o precisa entender.

- N�o preciso, mas gostaria. - D� pra parar?

Ei.

Oi, Amanda. Sou eu, Darla.

N�o vai olhar pra mim?

Navios piratas s�o pra garotinhas.

Isso foi h� muito tempo.

Precisamos que volte.

Sua hist�ria acaba assim?

Com ela aqui pelos pr�ximos 20 anos, urinando num saco?

Scott te conhecia de verdade, n�o �?

Ele sabia que voc� se cortava.

Como ele.

Ele sabia que voc� era do vazio.

Ele foi busc�-la na �ltima vez que voc� se afastou.

Ele deu um jeito, mas sabia que aconteceria de novo,

ent�o ele reservou um lugar pra voc� aqui.

Acho que ele previu tudo.

Inclusive Jim Dooley.

Pode mostrar se est� me ouvindo?

O que ele fez, Amanda?

Como ele a trouxe de volta?

No mal.

� quando voc� se corta.

Pra liber�-lo.

Eu sei tudo sobre isso.

Aprendi h� muito tempo. Quando era crian�a.

Isto � s� entre n�s.

Ele me beijou.

O qu�?

Foi �gua fresca. �gua linda.

Ele disse que era da piscina.

Aquela de Booya Moon.

Como? Eu consigo ver voc�s.

N�o conseguia me levantar. Foi horr�vel.

Foi horr�vel.

Mas ele disse que voc� iria me buscar,

porque voc� foi busc�-lo, e voc� foi me buscar.

- Voc� foi. - Scott?

Scott disse isso?

Quando ele te disse isso?

Foi quando�

Foi depois da minha �ltima crise, um pouco antes de ele morrer.

Mas ele disse que eu tinha que voltar,

que eu tinha que voltar pra casa, porque voc� precisava de mim.

- Preciso. - Voc� precisa de mim.

Preciso muito de voc�.

Eu preciso de voc�s.

Porque algu�m est� tentando me machucar.

- Algu�m quer me matar. - O qu�?

- O que vamos dizer ao m�dico? - O qu�?

O que Scott teria dito a ele?

Scott�

Scott?

Oi.

Oi.

Est� fazendo o qu�?

� o Pessoas da Noite?

Sim, meu estimado editor Carson acabou de me devolver.

Olhe s� isso.

"Um pouco for�ado, amig�o?"

N�o acredito que ele disse isso. Voc� vai mudar ou vai brigar com ele?

Mudar, provavelmente. Ele tem raz�o.

A cena da reuni�o � um pouco ins�lita.

Por outro lado, veja isso.

Que fofo.

RALPH VOLTA PRA CASA AP�S TR�S ANOS

Mas n�o sei o que tem a ver com seu editor.

O que ele diria se Ralph aparecesse em um livro meu?

Ele diria que � um pouco for�ado.

N�s, romancistas, nos preocupamos com motiva��o,

estamos atentos a coincid�ncias,

e descrevemos as situa��es, uma completa baboseira.

A vida n�o � assim. Nunca foi.

A realidade � um cachorro que, de alguma forma, viaja mil quil�metros

e volta pra casa ap�s tr�s anos.

Ralph � a realidade.

Isso daria um bom adesivo de carro.

Dance comigo, babyluv.

Preciso ir resolver umas coisas.

- Eu volto depois� - Dane-se as coisas.

A vida � curta. Dance comigo, querida.

Ralph.

Certo.

Cuidado. Vamos descer agora.

Est� tudo bem.

Muito bom.

Srta. Debusher.

Queremos ver o Dr. Alberness, por favor. Eu vou embora.

Est�vamos fazendo uma visita. E s�

S� est�vamos conversando com ela, como voc� sugeriu, e ela voltou.

Foi isso mesmo?

Sim, e preciso ir para casa.

N�o acho que seja uma boa ideia�

Esse � voc�?

Sim.

Est� em boa forma.

Obrigado.

Qual � a �ltima coisa que voc� lembra, Amanda?

Eu me cortei.

Eu estava em minha casa.

Eu me cortei, Lisey veio, depois a Darla, talvez as duas,

e ent�o eu acordei� aqui.

Foi como acordar.

E eu acho que foi porque elas me chamaram de volta.

Eu�

J� ouvi sobre casos assim.

Digo, Carl Jung cita casos em seu livro Tipos Psicol�gicos.

Mas eu nunca tinha visto.

Francamente, estou surpreso.

Nossa! Bruce Springsteen?

Ele � o cara. Digo�

Voc� o conheceu?

Sim. Nos bastidores. Amanda�

Ele foi legal ou � esnobe?

Muito gentil.

Amanda, eu acho que voc� deveria ficar alguns dias,

s� pra garantir que tudo est� bem.

Eu agrade�o o seu cuidado comigo, Dr. Alberness,

mas eu preciso ir agora.

N�s ficaremos com ela dia e noite, doutor.

- Hugh. - Hugh.

E vou cuidar da continuidade do tratamento dela.

N�o acho que eu preciso continuar nenhum tratamento.

Voc� vai precisar de acompanhamento,

e eu vou falar com Hugh sobre isso.

- N�o, Lisey� - Voc� vai precisar.

Est� bem.

Certo. Isso � muito irregular. Eu deveria ao menos fazer uns exames.

N�o!

Hugh, sabe o que Scott teria dito sobre isso?

"N�o analize, utilize."

Aceite o presente.

Aceite o presente.

Al Gore. Adoro esse cara.

Votei nele.

Fez coisas �timas. Sabia que ele ganhou um Oscar�?

Foi seu paciente? Sei que n�o pode dizer, mas eu adoraria saber.

Scott gostava dele.

Voc� est� bem na foto.

Bonit�o.

Ele � um babaca ou o problema sou eu?

Ele � um babaca.

Al Gore.

Minha calcinha ficou molhada.

T�, esqueci como era tranquilo quando voc� estava catat�nica.

Ela saiu. Isso � o que importa. Conseguimos tir�-la.

N�o tem nada a ver. Eles n�o podem me prender.

Agora vem a gratid�o.

Eu estou grata.

Voc�s nem imaginam. Agrade�o �s duas. Obrigada.

Tudo bem.

�.

- N�o. Por aqui. - N�o, querida.

O carro est� pra l�.

Eu sabia que estava indo,

mas n�o conseguia parar, e ent�o�

Eu pensei que ficaria l� para sempre e�

Ai, Deus.

Voc� me resgatou, Lisey.

Ela precisa de voc�. N�s duas precisamos.

N�s te amamos, sua encrenqueira.

Encoste aqui, Lisey. Por favor.

- Encoste aqui, Lisey. - O qu�? N�o, vai cair um temporal.

Eu quero ver a tempestade.

- Encoste, Lisey. Por favor. - Est� bem.

E quero que voc� me conte tudo.

Antes da chuva come�ar.

Entendeu tudo o que eu disse?

Ele � maluco.

Ele sente inveja e desejo por voc�. O que tem mais pra entender?

Sabe por que ela n�o pode ir � pol�cia?

Sim, sei. Eu tenho uma arma.

N�o tem, n�o. Darla a jogou no rio.

- Nada de arma. - Voc�s est�o loucas.

Pode chamar de Banella, Bollie Moon. Isso n�o existe.

- Darla, voc� me viu ir l�. - Eu te vi regurgitar �gua na boca dela.

� isso? Foi isso o que voc� viu?

- Para, est� bem? - N�o.

N�o! Ele me machucou! Ele me confrontou!

E a pr�xima vez que ele me confrontar ser� a �ltima dele.

Voc� era a for�a dele. Sempre, desde o in�cio.

Scott precisava de muita for�a.

Sim, na inf�ncia dele, ele a usou para sobreviver.

O que ele te contou? O que ele disse?

- Ele poderia ter me matado. - Vai chover.

- Qu�? - Ele poderia ter me matado.

N�o foi s�

a luz acesa, os pratos na pia ou a cama desarrumada,

havia migalhas por todo�

Ele comeu sua comida no balc�o, Manda.

Como a Cachinhos Dourados.

Ele esteve na minha casa? Ele�

- Vamos mat�-lo. - E o cheiro.

N�o sei se era o suor dele ou p�s. Havia um cheiro e�

Dooley estava l� quando peguei a arma.

� prov�vel. Ele estava l� porque ele � uma porra de um cretino.

Ele ficou me observando.

Embaixo da cama ou no closet.

Temos que mat�-lo.

Amanda, que saco!

Mas que droga!

Lisey.

Acha que consegue mat�-lo?

Sim.

E se livrar do corpo naquele lugar?

Sim!

- Posso ajudar? - Sim!

Sim!

- Amanda! - Sim!

- Amanda! - Amanda.

Nos ajuda a mat�-lo?

Eu n�o vejo problema em mat�-lo.

Vamos mat�-lo, cacete.

- Vamos mat�-lo, cacete! - Vamos mat�-lo!

- Vamos mat�-lo! - Vamos mat�-lo!

Vamos mat�-lo, cacete!

- � isso a�! - Vamos mat�-lo, cacete!

Isso a�! Vamos mat�-lo, cacete!

Sr. Dooley, aqui � Lisey Landon. Voc� venceu.

Pode levar o que quiser.

Venha aqui �s 22h. N�o vou chamar a pol�cia.

S� n�o me machuque mais, por favor.

A chuva te pegou.

�, e eu gostei. Como vai?

- Bem. - �?

O comandante Richards disse que essa loucura vai acabar.

Ele falou com o professor

e ele disse que o seu stalker foi embora.

�tima not�cia.

�.

Mas acredita nisso?

Voc� sempre diz que esses caras v�m e v�o.

Mas ele pode estar mentindo.

A delegacia est� calma hoje.

Eu n�o me importo em ficar.

V� descansar um pouco.

Est� bem. Voc� tem o meu n�mero e o da delegacia, n�?

Sim. Eu te ligo primeiro se acontecer algo.

- Combinado. - Obrigada.

V� se secar. Fique bem.

Eu disse que ligo se precisar.

Odeio coloc�-las em perigo.

Seria menos perigoso se n�o tivessem jogado minha arma no rio.

Esquece a arma, t�? Todo mundo entendeu o plano?

Sim. Ele n�o espera tr�s contra um.

- N�o. - Muito bem.

O �nico problema, Lisey,

o caminho de volta tem hera venenosa dos dois lados.

Meu Deus, n�o toque nelas.

E leve-a para sua casa. N�o v�o para a casa da Amanda.

Certo. N�o sou burra.

E a lanchonete antes.

Quero um cheeseburguer bem-passado com fritas.

T�. Eu sei como voc� gosta.

E sei como voc� gosta.

De que est� falando?

- Policial de uniforme. - Meu Deus.

- Flertou com o policial. - Eu n�o flertei!

N�o riam de mim.

Ele vir�.

Legendas: Daniela Hadzhinachev

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