All language subtitles for El.otro.lado.S01E04

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Illuminati, Bilderberg, Ma�onaria...

Nomes diferentes para, talvez, a mesma realidade.

A ideia de um governo oculto, uma elite internacional,

a conhecida Nova Ordem Mundial.

Essas ideias n�o s�o novas, s�o t�o antigas quanto a humanidade.

Est�o perdidas nas brumas do tempo.

Quem det�m o poder econ�mico?

Tem algu�m por tr�s das guerras e das crises financeiras?

Podemos nos referir a quest�es muito mais concretas,

como qual pa�s recebe as Olimp�adas a cada quatro anos,

ou a realoca��o dos meios de produ��o. Quem decide isso?

Preste aten��o no nome que eu vou dizer agora.

"Skull and Bones", Caveiras e Ossos.

� o nome de um clube exclusivo...

Espero que isso n�o esteja por tr�s das demiss�es da f�brica, m�e.

- Sim, filho. Sim. - Quem acaba pagando o pato?

Soube da indeniza��o de merda que o Javier recebeu?

Bem, ele vai gastar tudo no bar da chinesa a� embaixo.

E a coitada da Eva, desempregada, ter� que pagar os impostos dele.

E outra, pra onde vai tanto imposto? Aqui para o bairro n�o �.

� pra bancar aqueles moleques que vivem no luxo �s nossas custas,

-e que n�o trabalham -Claro.

Porque s�o menores!

Trabalhar, eles trabalham. Porque rouba d� trabalho.

Eles estupram mulheres espanholas por prazer.

E as feministas n�o d�o um pio sobre esses estupradores.

N�o pode falar sobre isso, porque � politicamente incorreto.

E vai te causar problemas.

O OUTRO LADO

Esteban, querido, siga o cord�o de prata, n�o o perca.

- Podemos encerrar? - J� terminamos.

N�o se preocupe, Aurora. O Esteban vai ficar bem.

� por causa do morto ou porque voc� n�o transou?

Faz quanto tempo que voc� n�o...

Um ano? Dois? Mais?

Cinco? Mais de cinco?

Nossa! Estou surpreso que n�o tenha se matado ainda.

Falta saber da aut�psia,

mas parece parada card�aca por causas naturais.

- Boa noite. - Boa noite.

- N�o foram causas naturais. - Como � que �?

N�o foi uma morte natural!

Antes de encerrar a investiga��o, consideraremos todos os fatos.

Sim, de fato, levaremos em conta todos os fatos.

Tr�s mortes no mesmo apartamento, em menos de um ano. E a�?

- E teve o menino atacado por ratos. - Que ratos?

Era um cano entupido. O encanador j� foi l�, senhora!

N�o nos diga como fazer nosso trabalho. Vamos, andem.

� assim que eles resolvem.

Sobre a morte da senhora que morava aqui, derrame.

O marido morreu de acidente...

Voc�s n�o investigam o que n�o interessa, � isso.

Pare de falar bobagens! S�o eles que devem investigar.

S�rio, quero dizer, eu preciso ficar sozinha.

Ela ainda est� nervosa. Vai l�, macho.

A ci�ncia n�o explica tudo.

Havia uma presen�a aqui que matou Esteban.

- Todos n�s vimos e sentimos. - N�s vimos e testemunhamos.

- Voc�s viram um esp�rito? - Amigos, por favor.

Voc�s j� ouviram a dona do apartamento e a pol�cia.

- Por favor, saiam. - Todos para fora, exceto a dona.

N�o me incomodem mais!

Quem chamou esse homem para brincar de fantasma aqui?

Espera, quem faz isso � crian�a!

- Vamos... - N�o toque em mim!

- N�o toque em mim. - Vamos embora.

N�s somos profissionais de parapsicologia.

- Que �timo. - N�s n�o a desrespeitamos, senhorita.

Tudo bem, v� em frente. Continuem andando, por favor.

E disponibilizem-se nos pr�ximos dias, caso precisemos falar com voc�s.

- Sra. Mart�, a senhora tamb�m. - Est� tudo bem, Eva.

Me solta! O que est� fazendo?

Encostou e n�o quer soltar!

� pra voc� ir tamb�m, cara!

Vamos. Andem, por favor.

E n�o volte mais!

O que foi? N�o dormiu?

N�o lembrou que hoje era o funeral da nossa tia?

Estava contatando �vnis, marcianos e essas coisas...

- Por favor, Luis, n�o estou bem. - � normal que n�o esteja.

- Voc� ouviu? - O qu�?

- Batidas. - O qu�?

- Ouviu? - O qu�?

Pai, voc� ouviu?

- N�o ouviu? - O que, Nacho?

- Nacho, calma... - Estou calmo, me solte!

N�o est� ouvindo?

- Diga alguma coisa. - � o caix�o! � a tia!

- Como assim? - � a tia!

- Nacho, por favor. - Me solta! Ouviu?

- O que... - O que, Nacho? O qu�?

- N�o est� ouvindo? - O qu�?

Ele pirou.

Ouviu? � a tia!

- � a tia! - O qu�?

Est� a� dentro!

Ningu�m consegue ouvir? D� pra abrir? Abra, abra!

- Filho, por favor. - Por favor, papai? Voc� n�o ouve?

- S� eu estou ouvindo? - Isso � estranho at� para voc�!

Abra, abra! D� pra abrir?

Abra! Por favor, abra!

- Nacho! - Abra.

- Viu? Viu? - O que deu em voc�?

- Est�o vendo ou n�o? - Sim. Sim, estamos vendo.

Calma, m�e, calma.

Por favor, pode fechar de novo.

JANTAR: FRANGO EMPANADO ALMO�O: MASSA � BOLONHESA

Voc� nem precisa escolher.

� o que a mam�e mandar. "Almo�o" � almo�o. "Jantar" � jantar.

E, olha, "frango e macarr�o". Muito bem. Voc� tem 10 anos?

Nunca vai me deixar em paz?

Precisamos rever a grava��o da sess�o. Eu acho que vai pegar fogo.

N�o tem respeito por nada? N�o viu que morreu uma pessoa?

Quem, o velho? Foi, praticamente, eutan�sia.

E ele foi morto por um fantasma. Quer uma morte melhor do que essa?

N�o importa, n�o posso voltar. A Eva n�o vai me deixar entrar.

Ontem � noite, ela te deixou entrar. Onde h� fuma�a...

N�o importa mais.

Vai desistir? Cagou pra mim?

O que houve com voc�? Voc� era mais corajoso.

O que houve comigo?

Que, at� hoje, a minha m�e manda dinheiro escondido pra mim,

para o meu pai n�o ver. � isso!

Vejamos.

Voc� deve ter sentido de novo um tes�o enquanto investigava.

Porque esse caso foi �timo pra voc�.

Voc� at� conseguiu transar. Ou algo parecido com isso.

Voc� � um pesquisador puro-sangue.

Voc� � o jornalista que descobriu o caso Es Fenollar.

Olha, vamos rever a sua primeira entrada ao vivo.

- Talvez ajude. - N�o, � melhor n�o.

Vejamos... Deve estar por aqui.

N�o sei onde est�. Eu n�o gravei.

Voc� n�o gravou sua primeira entrada ao vivo? N�o minta!

Cuidado com o cigarro, essas fitas queimam como p�lvora!

N�o vai queimar!

� um cigarro espectral, est� em outro plano.

Parece novato.

Olha, est� aqui. Estava escondida. Por qu�?

- N�o, eu n�o quero ver. - Calma.

- Eu n�o quero ver. - Calma, caralho!

Vamos ver.

Nosso colega, Nacho Nieto, est� no local, em Menorca.

Sem mais delongas, parceiro, voc� conseguiu ver?

Voc� j� viu o milagre da cura com seus pr�prios olhos?

Nacho, que ind�cios n�s temos de que este caso � verdadeiro?

- Nieto... - Eu n�o quero ver! Chega.

- Me d� aqui. - Eu n�o quero ver!

- Merda! - Eu n�o vou assistir!

Me d� a fita, caramba!

Eu n�o quero assistir isso!

- O que est� acontecendo? - Essa fita estava escondida!

Eu n�o queria mais ver aquela garota!

Juana, onde voc� estava?

Sim. S� hoje? Onde?

Certo.

Estou indo. Obrigado.

Ela encontrou o sobrinho da velha morta.

Ent�o, pronto! A velha comida. Quando a sua intui��o j� falhou?

A SOMBRA DO MIST�RIO O CASO DE ES FENOLLAR

N�o, n�o...

- Me deixa. - N�o, por favor.

- Me ajuda, por favor. - N�o pode. N�o.

Por qu�? Vai te catar!

Com licen�a! Desculpe. Senhor!

Com licen�a, posso perguntar o que aconteceu agora?

Ele n�o quer deixar a garota me curar.

E por qu�?

Sei l�! N�o fa�o ideia. Pergunta pra ele.

E a garota n�o fica s� trabalhando.

Eu a vi na pra�a, pulando corda.

Ela n�o fica oito horas trabalhando!

E o meu caso nem � t�o dif�cil. N�o � de nascen�a, igual os outros!

S�o s� ligamentos, traumatologia! � um milagre pequeno.

Por que o pai n�o deixa a garota te curar?

Vai saber.

Quando �ramos pequenos, eu roubei a namorada dele.

- E o filho da m�e n�o me perdoou. - Deve ser isso.

- Algo mais? - N�o, muito obrigado. Mesmo.

Certo. Gorka, tem muito show e pouca subst�ncia aqui.

N�o temos nenhuma prova das curas.

Temos uma grava��o de um cego voltando a ver.

Precisa de mais provas?

Esse � o �nico caso real de cura que n�s mesmos testemunhamos.

Sim, e da�?

Ricard, poder�amos imprimir a imagem do rosto do cego?

- Claro, sem problemas. - Sim?

Nacho, do que mais precisa? N�s j� temos tudo.

- D� pra fazer isso? - Sim, d�.

Vamos l�. Certo, � aqui. � melhor eu falar com ele primeiro.

Vou ganhar a confian�a dele e quando ele relaxar, a gente ataca.

Vamos ver. Mas comece a gravar assim que ele abrir a porta.

Bom dia.

- Posso ajudar? - Manel!

Voc� recuperou a vis�o e perdeu o cabelo? Como assim?

- Eu n�o sei. - Espera, olha...

Olha, voc�s est�o na minha casa! N�o me filmem!

Eu soube que dirige um �nibus escolar

e eu queria saber... Deve ser dif�cil, sendo cego.

Mas n�o, claro! Voc� recebeu um milagre. Foi isso.

Eu n�o fiz nada de errado. V�o embora, por favor.

Temos tudo gravado, n�o �, Nacho?

Conte a ele tudo que preparamos para transmitir.

Temos uma grava��o de voc� cometendo fraude.

N�s podemos ir � pol�cia e ver o que eles dizem.

N�o cometi nenhum crime. N�o fiz nada de errado, nada.

Cuidado, Manel.

N�o sei se notou que somos da Televisi�n Espa�ola.

Nosso programa � visto por milh�es de pessoas, todas as semanas.

Podemos arruinar sua vida.

E o que voc�s querem tanto saber?

Ent�o... Quem te pagou pra fingir de cego?

O Antoni.

O pai da menina.

Minha tia era uma senhora normal, da vizinhan�a, como tantas outras.

Seu caf� pela manh�, seu jogo de cartas � tarde...

Normal.

Sim. O problema � que encontramos na casa...

Encontramos uma pista que pode nos levar a...

Preciso muito ir ao banheiro. Posso?

Claro, n�o segura. � horr�vel.

� ali, no final e � esquerda.

Eu vou falar uma coisa. Na semana passada, a gente...

O que foi? N�o consigo pensar com voc� rindo sem parar.

- O que foi? - Perd�o, perd�o.

Mas um cara disfar�ado de mulher... Isso me faz rir.

N�o � hora de achar gra�a de uma piada t�o velha, por favor!

O qu�? Velha? Eu sempre achei gra�a disso!

- Voc� n�o viu? - Doutor, por que est� aqui?

Agora mesmo, s� por divers�o.

N�o, para te ajudar. Para te ajudar.

Ficar rindo n�o me ajuda. Cale-se!

Olha, isso � uma pista de algo.

- Perd�o, Federico. - N�o, eu n�o sou Federico Segovia.

- Eu sou Sego, "A Alem�". - Beleza, Sego.

Sego estava me dizendo que a tia fazia leituras de tar�.

Sim, mas era s� para as amigas.

Minha tia era t�o legal

que separava as cartas ruins para n�o fazer m�s previs�es.

Mas havia um interesse no esot�rico.

O �nico interesse da minha tia era fazer companhia.

E beber anis com as amigas. S� isso.

Olha, alguns fen�menos que acontecem naquela casa...

Fen�menos? De que tipo?

Do tipo paranormal.

N�o me assuste. Eu fico toda arrepiada.

Estamos investigando. Vamos ver.

Ap�s a morte de sua tia,

ocorreram mais duas mortes em circunst�ncias indeterminadas:

do pai da fam�lia e de um investigador.

O pai da fam�lia morreu de qu�?

- De cirrose? - Como?

Ele bebia tanto que ainda bem que n�o cremaram,

sen�o n�o ia apagar mais.

O que...

Mas espera, voc�s acham...

que o esp�rito da minha tia matou essas duas pessoas?

Bem, � uma das hip�teses.

Minha tia era uma santa.

Como o esp�rito de um santo pode virar um fantasma assassino?

- Em casos de mortes t�o traum�ticas... - Traum�tica? Mas como?

Minha tia teve um derrame. Ela nem sentiu. Que trauma?

- Bem, a coisa da cachorrinha... - Sim, sim.

- Sim, sim, o qu�? - Sissi! Era o nome dela.

Com trocadilhos tamb�m? Esse cara � demais.

Quando algu�m morre com tanto sofrimento...

Ela comeu o rosto dela, e da�?

Tudo bem, minha tia ia amar.

Ela adorava a cachorra, e ia querer que ela comesse.

Ent�o, n�o teve nenhum trauma.

E agora, por favor. Com licen�a, eu preciso trabalhar.

- Podem ficar, se quiserem. - Obrigado pelo seu tempo.

Sego, "A Alem�"!

Boa noite, meus lindos.

Sabe por que sou Sego, "A Alem�"?

Porque entre as pernas tenho banana e rom�!

O que foi? N�o teve gra�a?

A teoria da senhora est� ruindo.

Precisamos voltar � casa da Eva.

- N�o, eu n�o volto l�. - Por qu�?

Nacho, sinto muito, mas...

Eu te ajudo no que for, mas n�o volto l�.

O que foi? Voc� est� bem?

Bem... Na verdade, n�o.

O que... O que aconteceu?

Nacho, acontecem coisas naquela casa.

Sim?

Eu vi coisas.

O que voc� viu? Me fala.

Movimenta��es, vis�es...

No come�o, pensei que estivesse louca,

mas quando falei com Lorena, a m�dium...

Ela perguntou se algo assim j� tinha acontecido comigo antes

e me lembrei de algo que j� havia esquecido.

Quando eu era pequena, tinha uma bab� chamada Lu�sa.

Juana, Juana!

- Juana! - Lu�sa, por que est� aqui?

- Te vejo em casa mais tarde. - Vem, vem! Por aqui!

- Lu�sa, por qu�? Eu n�o entendo. - Me ou�a.

E fala para as meninas n�o irem para aquele lado!

Vamos, depressa! Fala!

Maria, Lourdes, Ana! Esperem!

- O que voc� quer? - O que foi?

N�o temos o dia todo.

Chama! Fala pra elas virem por aqui.

Meninas, vamos por ali!

- Vamos por aqui. Vem! - Por a� � mais longe!

- Sai pra l�! - Sua chata!

Meninas, me escutem. Vamos por ali, por favor!

- N�o! - Voltem!

Bom dia, senhor...

Juana, eu n�o sabia disso.

Eu tamb�m n�o me lembrava.

Era uma mem�ria reprimida.

Como sua bab� sabia que haveria um atentado?

Esse � o problema.

A Lu�sa estava morta h� tr�s dias.

O qu�?

Ela teve um ataque card�aco.

Meus pais queriam esperar at� o fim de semana para me contar,

- porque eu a amava muito. - Isso significa que voc�...

Quero dizer, voc� tem... Voc� �?

A Lorena diz que sou uma esp�cie de r�dio fantasma.

A senhora serviu de exemplo.

E a casa me fez abrir.

Esta garota � um walkie-talkie. Leve-a para casa.

A casa a fez se abrir por um motivo.

Sempre tem um motivo. Voc� tem que ir. Voc�...

N�o, eu n�o me importo, Nacho. Isso me assusta.

- Juana... - Isso. Solene.

Pra mim, se uma sensibilidade foi despertada em voc�,

se n�o aprender a control�-la, voc� ter� medo para o resto da vida.

Muito bem. Bem Estudio 1.

E da�?

Eu n�o ligo. N�o, Nacho! E a Eva n�o nos quer l�.

Deixa comigo. Ela confia em mim.

Confia, �?

� o Gorka? � o carro do Gorka?

� o Gorka.

- Gorka! - Gorka.

Bem...

Gorka, perd�o. Posso tirar uma selfie?

Sim, sim, claro.

- Voc� � o melhor. - Obrigado.

Voc� n�o mede palavras.

Voc� diz o que os outros n�o ousam dizer, Gorka.

Muito obrigado.

Eu s� quero trabalhar com base na honestidade

e espero o mesmo de todo mundo.

- Gorka para presidente. - Sim.

Olha, esperem a�. Porque eu n�o sou pol�tico.

- Sou um investigador paranormal e... - Nossa, Gorka Romero?

Voc� se deu bem com o �vni de Han�ver.

- Cale a boca! - Cai fora, babaca.

N�o. Assim, n�o.

- Cuz�o. - Babaca.

Somos justamente as pessoas que sabem ouvir todas as vozes.

Incluindo a do advers�rio. Certo?

E ele tem raz�o. Eu estava errado.

E por qu�?

Bem, porque eu sou humano, eu n�o sou infal�vel.

Sabem em quem t�m que ficar de olho?

Naqueles que n�o admitem que est�o errados, �s vezes.

Como o presidente.

Bem... Foi ela quem disse.

Eu, n�o disse nada. N�o me ponham em apuros.

Olha, eu adoraria passar a noite toda com voc�s aqui, mas...

- O paranormal me chama! - Isso!

Voc� � o maior, Gorka! O maior!

Eu s� sou o maior por causa de voc�s.

- Nueva Era. Nueva Era! - Nueva Era!

Existem casos especiais,

fen�menos que te colocam frente a frente com o paranormal,

que chamamos de plano espiritual.

Eles n�o precisam estar em mans�es escuras e solit�rias.

Podem afetar habita��es humildes

como as de qualquer um de voc�s, ou esta.

Viemos a Barcelona para investigar, no lugar,

o caso de "poltergeist" mais importante da Espanha, em d�cadas.

O popular caso da Rua Cardenal Cardona.

Se n�o for o caso mais importante de toda a minha carreira,

deve ser o segundo.

Se eu fosse voc�, n�o perderia o programa desta semana.

Estamos esperando por voc� na Nueva Era.

- O que � isso? - N�o sei.

N�o sei, mas olha.

- Que cretino. - Merda.

� ele. Voc� tamb�m � m�dium. Eu te vi l�!

- M�dium? - Sim, eu tamb�m tenho um fantasma.

- � no apartamento 502. - O Mauricio?

Sim, o Mauricio. Ele enfiou os dedos na tomada e morreu.

Por que ele aparece na casa de Eva?

- Porque as paredes s�o finas. - Certo, vamos investigar.

Este bairro foi erguido por n�s, com nossas pr�prias m�os.

O que eles n�o nos disseram, ou n�o querem nos dizer,

� que foi erguido sem permiss�o em um assentamento cigano.

- O que isso significa? - Havia um cemit�rio cigano.

- At� quando a van vai ficar l�? - N�o � nossa.

- Tenho que descarregar o caminh�o. - Mas eu n�o fa�o ideia!

- Voc� anotou o que eu disse? - Sim.

Anote o que eu disse! Anota!

Sim, o que foi?

Eva, � o Nacho. Precisamos conversar. Abra!

O que aconteceu?

A luz! A luz!

- De novo? - Caiu.

Caiu a luz!

- � o fen�meno. - Foi na casa dela de novo?

Entre, a porta est� aberta. Vai.

Juana, Juana... Anda, vamos!

Vamos, Juana. Vamos. Entre. Entre e abra.

N�o sei se funciona assim.

Eu falei! Muitos plugues na mesma tomada.

Sem no��o! P�e a luz aqui. Cuidado com a cabe�a.

Vamos l�.

- Sente alguma coisa? - N�o me sobrecarregue.

- N�o? Vamos tentar na sala. - Nacho, por favor.

- Concentre-se. - Certo.

- Respira, respira. - Tudo bem.

Gorka.

Nacho Nieto? Quanto tempo!

Juana, o que est� acontecendo?

O que voc� fez comigo, vadia?

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.