All language subtitles for El.otro.lado.S01E03

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Original subtitles

Est� acontecendo neste instante, aqui em Barcelona.

Hoje, apresento com exclusividade o caso de "poltergeist"

mais importante da hist�ria recente deste pa�s.

Claro que n�o daremos nomes, nem endere�os, a pedido da fam�lia.

Diga que a mulher seja vi�va. Um toque humano sempre ajuda.

- Por respeito a uma m�e vi�va... - M�e vi�va. �timo.

Vamos atender ao seu desejo.

Diga que o fantasma matou o marido.

N�o sabemos, mas quem sabe? "Possivelmente", pra n�o comprometer.

Os fen�menos acabaram com a vida do marido?

- N�o sabemos. - At� parece.

O que sabemos � que arriscamos nossas pr�prias vidas

para lhes trazer esta informa��o.

O t�cnico do programa, Daniel Carrasco, um grande profissional...

Sim, sim...

Encontra-se neste momento numa cama de hospital.

Mas fiquem tranquilos. Ele vai sobreviver.

Sou eu, sou eu!

Eles est�o falando de mim.

Veja.

Eles est�o falando de mim.

Vamos � cronologia dos acontecimentos.

Como sempre, uma morte traum�tica � o gatilho.

Uma idosa, a inquilina anterior,

acometida pela pior doen�a do nosso s�culo, a solid�o,

� encontrada morta no mesmo apartamento,

com toda a carne da cabe�a devorada pelo seu cachorrinho,

sem pele, ro�da.

A pol�cia fica chocada ao descobrir esse horror.

CR�NIO RO�DO

O apartamento � alugado pela fam�lia protagonista dos fen�menos atuais.

E aten��o: o pr�ximo fato n�o � trivial. Uma reforma � feita na cozinha.

A equipe de "O Outro Lado" gravou algo inexplic�vel h� dois dias.

Devo avisar que as imagens a seguir

n�o s�o recomendadas �s pessoas sens�veis.

� sua responsabilidade v�-las.

VISUALIZA��ES

CARAMBA!

O MENINO EST� BEM?

SUSTO!

REA��ES DO MENINO VOADOR

Isso � uma loucura!

Por favor... N�o percebe? Pegaram voc�. Usaram After Effects.

Olhe com os olhos, n�o com a bunda.

Est� em cima de alguma coisa, n�o est� flutuando.

Isso gerou uma pol�mica que precisamos resolver

e ouvir a opini�o das pessoas. Real ou fake? Vamos ver de novo.

MENINO VOADOR

O HOMEM QUE CAIU ERA DO MEU PR�DIO. CARDENAL CARDONA, 47. DE NADA.

Vamos, pessoal, vamos!

Gorka, temos o endere�o.

Tudo pronto para quando os convidados chegarem.

Nacho Nieto?

O OUTRO LADO

Aqui. Achei o que entupiu.

Como ele foi se enfiar aqui?

� a primeira vez que vejo isso.

Tire isso da� para o menino n�o ver. Vamos, saia.

- Mas... - Saia.

Voc� j� viu. Est� feliz?

Venha. O encanador resolveu o caso do fantasma.

Um cano entupido n�o explica o que houve com seu filho.

- Pegue suas coisas e v� pra casa. - Acho que posso te ajudar.

Voc� j� me ajudou bastante. J� vai!

O qu�?

O que est� dizendo? Quem � voc�?

Ele n�o d� sossego, mas vamos tentar mesmo assim.

- Quem merda � essa? - Ol�. Viemos por causa dos fen�menos.

Que fen�menos? Quem falou de fen�menos aqui?

Ele, no canal dele.

- Cuidado. Pode se ferrar. - Eu n�o falei nada.

- N�o dei nomes, endere�o, nada. - Nem precisou.

Esse vizinho postou uma foto num f�rum.

- Tamb�m quero investigar, se poss�vel. - Eu sabia.

Sabia que voc� ia me ferrar.

Olhem, voc�s foram enganados. N�o aconteceu nada aqui.

Algo aconteceu quando Nacho Nieto est� com voc�, certo?

- Tudo bem, Nacho? Ol�. - Gaspar.

- Voc� o conhece? - Sim, bem...

Vamos, man�acos. Saiam da minha porta.

- Man�acos? N�s? - Senhora, tenha respeito!

Sou Gaspar Barrachina, da revista Mundo Ignoto.

Muito bem.

Senhora, o seguro vai ligar pra avaliar meu atendimento.

- O que fa�o com o bicho? - Jogue no lixo.

- Bicho? - Espere. Posso ver rapidinho?

- O que � isso? N�o me grave! - E o bicho? Tem um bicho a�?

N�o me grave, estou trabalhando!

Nem pense mexer no meu lixo! Vamos, sai da�, cara!

- Acorde, ou eles roubam seu caso. - O caso vai ser resolvido.

- Eu e minha equipe estamos investigando. - Reconhece que h� fen�menos.

- Voc� � est�pido? - Eles j� sabem, n�o adianta esconder.

- Somos uns imbecis. - � para uso pr�prio...

Por favor, n�o gritem na minha porta. Fora daqui, afastem.

Um v�deo!

- Sou vizinho. - S� um v�deo.

Calma. N�o falem ao mesmo tempo, sen�o ningu�m se entende!

O grupo Lambda.

Juana? Voc� tem que vir.

Chegou quem faltava, os Mocedades.

N�o � justo, n�o � justo. N�s chegamos primeiro.

Sim, mas eles s�o do grupo Lambda, s�o mais velhos

e precisam ficar sozinhos para fazer seu trabalho.

E foi isso que o Sr. Nieto e a fam�lia decidiram.

Ent�o, chega. Podem vir hoje � tarde, das 17h �s 17h30.

N�o posso nesse hor�rio. � a hora que meu filho sai do jud�.

Isso n�o vai ser f�cil.

� o melhor que podemos fazer, acredite.

Eles d�o uma olhada e v�o embora.

� melhor do que ter todos plantados na porta de casa, n�o acha?

- Vou ficar vigiando o tempo todo. - �timo. Mostre que � indispens�vel.

Apare�a l� e marque territ�rio. Eles se acham muito espertos.

Bem, � o seguinte:

voc�s podem subir e dar uma olhada comigo por 40 minutos, certo?

N�o podemos dar nomes nem endere�os por respeito � fam�lia.

Se publicarem,

digam que foi o canal El Otro Lado que descobriu o caso, certo?

Posso gravar um v�deo para meu canal no YouTube.

- N�o falamos sobre gravar. - Como n�o?

- Nada de gravar v�deos. - Nem pra uso pessoal? Isso � rid�culo!

- Isso n�o faz sentido. - � proibido. J� avisaram.

Lorena, vamos indo.

Essa gritaria afeta muito voc�, e precisa estar receptiva. Vamos.

Nieto, n�s j� vamos. Esta senhora tem que descansar a ferramenta de trabalho.

Vamos sair do bar, por favor. Vamos esclarecer as d�vidas na casa.

Eva, n�o se preocupe. Est� tudo sob controle.

� aqui que marcam hora para o apartamento dos mist�rios?

E voc� ganha dinheiro com isso?

Ultimamente, n�o muito. Mas a verdade � que j� ganhei.

E voc� gosta mesmo dessas coisas?

Bem, elas me interessam.

Por qu�?

N�o sei.

Em casa, minha av� Carmen tinha certas qualidades.

- Qualidades? - De curandeira.

Ele conhecia plantas, colava ossos...

N�o cobrava, a casa sempre estava cheia de gente.

A filha dela, minha tia, me contou muitas hist�rias sobre ela.

Contou que ela tinha uma cruz branca no c�u da boca, uma marca de nascen�a.

E que uma vez, ela salvou um beb� que estava muito doente,

que n�o comia e mal conseguia respirar, porque tirou um mau-olhado dele.

Hist�rias.

Sim, hist�rias.

O fato � que uma vez eles sofreram um acidente de tr�nsito.

Minha tia devia ter uns 9 ou 10 anos.

Eles estavam numa estrada de montanha, o carro caiu num barranco

e ficou destru�do.

Dizem que minha av� morreu na hora.

Mas minha tia ficou presa no carro com ela.

Como ningu�m sabia para onde eles tinham ido, nem por qual estrada,

n�o foi o primeiro lugar onde procuraram.

E levaram tr�s dias para encontr�-la.

A partir daquele momento, minha tia come�ou a ver coisas.

Pessoas que tinham morrido, pessoas que iam morrer, coisas assim.

Eu era pequeno, ele me contava isso e me chamava a aten��o.

Aos poucos fui perdendo o medo e acabei me interessando por isso.

E voc�, como sua av� e sua tia... V� coisas?

N�o, eu n�o.

E o que voc� procura aqui?

Bem, � um caso muito importante.

E quero ajudar voc�.

Para n�o te decepcionar, j� que confiou em mim.

Desculpe.

Gaspar.

Voc� est� bem?

O banheiro, por favor? N�o me sinto muito bem.

- Caramba, Gaspar... - Que nojo!

Muito bem. Vou gravar em plano m�dio. Aqui est� bom?

Sim, claro.

Sebastian, isso � quartzo. Quartzo n�o, ele limpa.

Nossa, que erro! Pare�o novato.

- Desculpe, Aurora. - Esta sim.

Herderita verde, esta abre.

Vejam como preparam com carinho a chegada da m�mia.

Profissionais.

A verdade � que tamb�m n�o me sinto bem. Sinto enjoo, � estranho.

Estranho? Estranho � voc� limpando, e uma mulher olhando!

Prometa que vai ser o �ltimo show e que vai desmontar o circo.

Que tarde vergonhosa!

Eva, eles n�o s�o farsantes. Esse grupo � hist�rico.

S�o pr�-hist�ricos, lend�rios.

Ningu�m vem aqui amanh�, entendeu?

A situa��o � delicada. Ela est� brava.

Acalme-a.

Eva, a Lorena � uma m�dium muito boa.

Se houver uma presen�a aqui, ela far� contato com ela.

Com a velha. A da cabe�a sem pele.

Voc� acha que �...

O esp�rito da Sra. Dolores?

Pausa.

Finja que est� pensando.

E agora, concorde.

N�o tenho 100 por cento de certeza, mas as pistas apontam nessa dire��o.

Venha.

- Eu quero te mostrar uma coisa. - O truque da pausa n�o falha.

N�o falha. Agora ela d� uma pista, ou fode com voc�.

Bem, n�o achei que fosse importante,

mas quando mudamos, o apartamento estava vazio,

mas Javier encontrou esta caixa escondida atr�s do exaustor.

Sente-se.

E chamamos o sobrinho da falecida pra vir busc�-la,

mas n�o veio ningu�m.

- Eva! - Martina, que susto!

- O que foi? - Tem um homem querendo falar com voc�.

A esta hora?

Voc� n�o precisa de mim para isso que vai fazer?

N�o, pode at� ser chocante. Est� tudo bem, n�s cuidamos de tudo.

Fica tranquila.

O DIABO

- O que vai falar pra ele? - N�o vou fazer besteira. Observe.

- Bom dia, padre. - Bom dia.

- Pouca gente hoje, n�o? Que pena. - N�o, n�o...

S�o poucos, mas s�o muito fi�is.

� isso que importa. Nestes tempos a f� � escassa.

Queriam alguma coisa?

N�s somos rep�rteres da TV espanhola. N�o sei se o senhor est� ciente

do caso da menina que est� acontecendo do outro lado da pra�a.

- A menina... Sei, a menina. - Ela diz que a Virgem cura atrav�s dela.

- Bom, n�o sei... - A Virgem.

A Virgem. � que... A Virgem, bem...

Imagino que ela trabalhe mais aqui do que l�.

- Rapaz... - N�o seria bom avisar um superior?

Algu�m mais importante.

O superior direto aqui � o bispo.

O bispo? O senhor que disse, n�o eu. Acho isso meio invasivo.

Bom, n�o vou me meter onde n�o sou chamado. Ent�o...

Passe bem, padre. Muito obrigado por tudo.

De nada. V� com Deus. Mas...

Mas voc�s queriam alguma coisa ou n�o queriam nada?

Por que est� trazendo essas pessoas?

Viemos aqui pra documentar, n�o pra armar confus�o.

Nacho, sobre o que conversamos enquanto tom�vamos cerveja?

Que ela n�o estava gelada.

N�o! Que isto n�o era como F�tima. Que n�o d� pra comparar.

- E? - Vai ver se isso � como F�tima.

Acabei de contratar o melhor patrocinador.

- O Estrada n�o concordaria com isso. - Isso � o que vamos ver.

Vai atr�s.

Me ligaram de Madri.

Es Fenollar � �tima pra um programa tem�tico.

Eles me pediram mais cinco reportagens e duas conex�es via sat�lite.

Agora o pau do Dr. Estrada est� batendo na testa dele.

Olha, olha... N�o vai perder isso.

Ricardo?

Prepare-se. A coisa vai ficar feia.

Postais! Postais da menina curandeira.

- Por 100 pesetas ou 20 duros. Escolha. - Senhora, por favor, n�o...

N�o pode vender fotos da Virgem como se fossem figurinhas de futebol!

E voc�, n�o me grave!

Bendita seja sua m�o

O que essa menina tem?

Sobrasada! Sobrasada da Menina Santa!

Te cura e te alimenta!

S� de tocar em voc�, ela faz milagres

O pessoal da TV! Estes s�o os jornalistas da pen�nsula.

Falem dos milagres da santa. N�o se calem.

- Entre na fila! - N�o � pra ela curar, � um presente.

Elas s�o saud�veis, botam ovos. Ontem, houve um milagre: duas gemas!

Essa menina � uma santa. N�o percebe, padre?

N�o est� vendo a alegria do povo?

O que essa menina tem? Bendita seja sua m�o

O que essa menina tem? S� de tocar em voc�, ela faz milagres

Aloe vera, aloe vera E baba de caracol

� a menina m�dica Nossa menina curandeira

Ela tem rem�dio para tudo

Essa � para a menina curandeira!

Sou ateu, n�o acredito em milagre,

mas se a menina faz milagres aqui, em Es Fenollar, at� a morte,

- antes de ateu, sou de Es Fenollar! - Ela � uma santa!

- Viva a santa! - Linda!

- Viva Es Fenollar! - Viva!

Linda! Linda!

D� gosto ver profissionais cuidando disso.

Essas pessoas n�o sabem o que t�m nas m�os, senhora.

Elas n�o sabem o que fazem.

N�o t�m equipamento, nem conhecimento.

N�o s�o s�rias.

Voc� � muito gentil, mas n�o quero gente da TV.

Desculpe, Sra. Mart�n,

n�o sei o que lhe contaram sobre TV.

N�o estou falando de televis�o, n�o.

Estou falando da Nueva Era,

de Gorka Romero,

um profissional com 30 anos de experi�ncia nas costas.

O que � isso? Aqui n�o pode fumar.

Isto � um bar, n�o � uma boate!

Os velhos costumes...

Senhora, merece uma compensa��o.

E suponho que o Nieto deve ter dado uma recompensa pelo transtorno.

Como?

- Est� se referindo a qu�? - A casa � sua, senhora.

As pessoas n�o visitam os outros sem levar um presente.

Uma taxa.

Uma compensa��o financeira. Na Nueva Era essa � a nossa pol�tica.

Essa gente possui meios muito prec�rios.

Por outro lado, n�s somos apoiados por um grande grupo.

Tenho certeza de que podemos nos entender.

Olhe...

Desculpe, pode fazer a gentileza de me pedir outro caf� com licor?

E pode pedir o que quiser.

Voc� quer alguma coisa?

Eu n�o quero nada.

Estou precisando desse caf�.

Muito gentil, muito obrigado.

J� deveria estar aqui. Est� quase na hora.

Ela sempre chega na hora exata. Para n�o alterar as energias.

�.

Ela gosta um pouco disso tamb�m.

- Nacho! - Caramba, Martina! Que susto.

Que final de tarde! O que foi?

O homem que perguntou da Eva � o Carlos de Celis.

De Celis, aqui? O que est� dizendo?

A revista do Carlitos tem patroc�nio de um falangista.

- Agora n�o. - Agora n�o, o qu�?

Foi depois do Fantasma das Oliveiras, um caso parecido com este.

Agora n�o � um bom momento para De Celis vir aqui.

- O que ele quer? - Aqui, n�o sei.

Mas ele fodeu a vi�va. S� digo isso.

Eles est�o no bar, falando de dinheiro.

Com uma m�o ele gravava, e com a outra, mandava ver.

E eu n�o estava ouvindo, mas acho que ele queria

exclusividade do caso pra TV.

- Gorka Romero desgra�ado! - Liberaram o pagamento em dinheiro.

Mas a Eva disse n�o, certo?

- Tudo bem? - Temos que conversar.

Mas eles j� v�o come�ar, Eva.

Martina, muito obrigada pela ajuda. Qualquer novidade, eu te aviso.

Vem comigo.

Entra.

O que foi?

- Voc� acha que eu sou tonta? - Por qu�?

O que De Celis te disse?

Juana.

Pode vir aqui um momento, por favor?

Sim.

Esteban?

Venha, pode vir.

Olhe.

Olhe.

N�o!

Voc� est� bem, garota?

Voc� precisa entrar?

Talvez n�o seja um bom momento.

Oi, menina. O que houve? Calma.

Nada, nada. � que...

Eu quero tomar um pouco de ar, s� isso.

Voc� viu algo. O que voc� viu?

Como voc� sabe que eu vi algo?

Pelo seu olhar.

- Como assim? Que olhar? - Est� muito claro.

Voc� tem o dom.

Nunca tinha acontecido nada assim?

N�o, n�o...

Respire devagar.

Tem que se acostumar. No come�o � sempre assim.

� como ligar o r�dio.

� uma confus�o, tudo misturado.

Ent�o, voc� acha uma esta��o, se acalma e se concentra.

Basta se acalmar e se concentrar.

Eu s� quero sair daqui.

Olha, se a casa fez voc� se abrir, � por algum motivo.

Venha comigo, e se acalme.

Venha. Vamos.

- Boa noite. - Boa noite, Lorena.

Fica aqui tranquila. Isso n�o � nada, certo?

- Est�o preparados? - Estamos preparados.

Apaguem as luzes, que isso promete.

Voc� queria cobrar? Eu n�o sabia. Voc� podia ter me falado.

Tem dinheiro sobrando? Eu n�o tenho.

N�o � isso. Essas pessoas da TV n�o s�o como eu.

Quando pagam, eles ferram voc�. � assim que funciona.

Diga uma coisa. Quem � voc� para vir me dar conselhos?

N�o � isso. Calma. Vamos nos acalmar. Eu n�o falei isso.

Eu estou calma! N�o v� como estou calma?

Al�m disso, seu amigo me disse que resolveu um caso igual a este.

A casa pegou fogo. Isso matou o fantasma.

- Eva, estou aqui para te ajudar. - Est� aqui por voc�, como todos.

Para ver quanto vai ganhar. At� o seu amigo que acha que sou idiota!

Quando quiser.

Bem, vamos l�. O ambiente est� carregado.

�s almas que est�o nesta casa, se quiserem comunicar conosco,

eu vou ouvir voc�s.

Voc� est� aqui? Quer falar com a Lorena?

Espere, Sebasti�n.

Voc� est� aqui conosco?

Sim.

Voc� morreu nesta casa?

Sim.

Voc� quer nos contar algo?

O que voc� quer nos contar?

Est� doendo!

O que est� doendo?

Est� queimando...

N�s podemos ajudar voc�?

Puta! Puta m�!

N�o v� que se der a exclusividade, n�o vou poder investigar mais?

- E da�? - Esse caso � meu!

Viu? Essa � a verdade. Isso � a �nica coisa que te interessa.

Sim, sim!

Eu me sinto respons�vel e quero continuar ajudando voc�.

E se n�o investigar aqui, vou investigar l� fora.

O que vai investigar l� fora?

N�o sei. Vou at� a pol�cia. Vou atr�s do atestado de �bito da mulher.

- N�o! Nada de pol�cia agora! - Tenho contatos na pol�cia.

- Se soubermos quando a velha morreu... - Nacho! Nacho!

Nacho, n�o aguento mais. N�o aguento mais, Nacho!

S�rio!

Isso � uma tortura! � uma tortura! � uma dor de verdade, Nacho.

Realmente, n�o sobrou nenhum profissional nisso.

Podemos te ajudar?

Esta casa � minha!

Vou matar voc�!

Eu entendo a sua dor.

Diga o que podemos fazer por voc�.

Vou matar voc�!

Vou matar voc�!

N�o, por favor!

Vou matar voc�!

Esteban?

Voc� est� bem?

Esteban?

Est� morto.

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