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AS MINAS DO REI SALOM�O
Advogados Austin Goldburn e filho
Veja isso pode ocorrer no tribunal abandonado seu filho.
Eu n�o abandonei o meu filho.
quando sua m�e morreu, ele enviou-lhe a Londres para ficar com os av�s...
Enviados porque era melhor para na ocasi�o
Voc� o enviou milhares de KM de dist�ncia de voc�.
- Para o seu bem
Austin, eu gosto de viver!
Que vida emocionante voc� tem Allen
Ca�a, safari, deserto visto antes.
Ningu�m realmente culpa voc� por n�o escolher sua fam�lia.
Eu n�o escolhi �frica em vez da minha fam�lia.
Olha � um c�o?
- Leit�o. - Este leit�o, hehe
Atendente, por favor um duplo
Problemas?
Se voc� v� isso como um problema de errado em ser um pai.
Sim
- Boa sorte. - Obrigado.
Cidade do Cabo
Bom Deus acordo vivendo sempre assim?
- Oque se passa na sua cabe�a chefe? - Depende.
- O Quer comer? - Iguaria Africana.
Algo como em caviar.
Caviar? Bem, vou experimentar.
n�o � ruim.
Como se chama?
Vermes Mobundha.
Vermes?
OK.
Nunca vi tantas estrelas
� realmente bonito.
� uma maneira de seduzi-la, cuidado
Khiva. Mantenha o fogo aceso a noite toda
Eu fico de olho no rel�gio
Boa noite meu amigo.
Como aguenda ficar com o fogo nesse calor?
Para manter os predadores longe de n�s.
Bem, vou me deitar. Boa noite
Eu estou come�ando a entender por que meu pai ama a �frica tanto.
� impressionante.
� sim
Quer dizer, pelo menos concorda em alguma coisa?
Eu acho.
Basta olhar para isso.
Obrigado por ter vindo comigo nesta jornada.
Est� ficando tarde, temos uma longa viagem amanh�
Sim.
- Boa noite, Sr. Quatermain. - Boa noite, senhorita Maitland ..
Chita, Chita!
Do que estavam falando
Nada.
Eu ainda estou tentando entender.
Voc� fez?
Na verdade n�o.
Eu acho que � triste.
Esp�cie de tristeza a partir da qual ele compartilha sua vida com os outros.
Em muitos aspectos � como voc�.
O que n�o se encaixam muito bem...
... Mas n�o sei o que fazer sobre mim.
� verdade?
Sim, � sim
MONTANHAS DE OUTINIQUA SUL DA �FRICA
Onde est�o os elefantes? Estamos procurando por horas...
e n�o vimos nenhum. N�o vou voltar de m�os vazias.
Ali est�o, senhor. A maioria � f�mea.
F�meas n�o t�m muito marfim.
Quem se importa?
� apenas pra atirar.
Certo, eu dou cobertura.
� s� esperar um pouco.
Sr. Bitter, nenhum animal deve ser abatido...
a menos que eu diga.
Este � o meu saf�ri, Sr. Quartermain.
Eu lhe prometi um macho, e � isso que ter�, senhor.
Allan...
- Sinto muito, senhor. - Viajei milhares de quil�metros...
- por um m�sero elefante? - Resolverei isso, senhor.
O que est� fazendo? Preciso deste emprego.
Ele est� acostumado a ter o que quer.
N�o � problema meu.
Se n�o o agradarmos, ele contratar� outro guia.
Ele n�o vai atirar em f�meas comigo aqui.
Com mais gente como ele aqui, ficaremos ricos...
- poder� cuidar de seu filho... - N�o ouse!
Temos um contrato, McNabb.
Matarei quantos animais quiser.
- Pode matar, senhor. - N�o comigo aqui.
V� em frente, atire.
N�o!
Aqui, Quartermain. Est� bem?
Sim, estou bem.
At� que n�o fui mal para o primeiro dia. O que acha?
- N�o, n�o foi. - Sr. Bitter.
Um elefante machucado � o animal mais perigoso da selva.
Esta m�e � grande...
poderosa e � muito esperta.
Ela sabe exatamente quem atirou nela.
- S�rio? - S�rio.
- E agora? - Ela deve estar sendo...
banquete de le�es ou hienas a essa altura.
�timo. �timo. Espl�ndido.
Que bobagem.
McNabb!
Quartermain!
N�o!
Socorro!
Socorro!
Abaixe!
Desamarre-me.
Isso.
Calma.
Certo.
Perd�o, garota.
PARA AS MINAS DO REI SALOM�O
Querida Elizabeth, finalmente...
minha busca, que parecia intermin�vel, pela descoberta...
do mist�rio das Minas de Salom�o, est� quase no fim.
Devo tamb�m dizer, com certa ironia...
que mesmo estando o mais perto que j� consegui da Mina...
for�as opostas tentam dificultar o alcance de meu objetivo...
momentaneamente, tenho certeza.
Soube que meus ricos benefici�rios...
e as tribos Kuakuani locais, est�o num tipo de competi��o...
pra adquirir as riquezas da �frica.
� triste dizer que voc� � a �nica...
em quem ainda posso confiar.
Envio-lhe este mapa por precau��o.
� de grande valor e deve ser guardado com muito cuidado.
Espero te proteger dos perigos que enfrentei.
Mas, se por acaso, precisar de prote��o...
quero que procure por Allan Quartermain.
Ele � um homem de grande dignidade.
Por favor, afaste este mapa do perigo, para que talvez...
salvemos a Mina de quem quer arruinar sua lenda pra sempre.
Seu amoroso pai.
Bintu...
corra o mais r�pido poss�vel e n�o pare por nada.
CIDADE DO CABO
Quartermain...
a �frica � o seu lugar.
N�o deve culp�-la por seu azar.
Khiva, n�o culpo a �frica de nada.
N�o tem nada a ver com azar.
Um parceiro me apunhalando pelas costas e minha esposa...
Tenho um filho na Inglaterra que deve precisar de um pai...
e est� na hora de me tornar um.
Seu lugar n�o � na Inglaterra.
- Seu lugar � aqui conosco. - E.
A �frica n�o ser� a mesma sem voc�.
A �frica ser� a mesma comigo aqui ou n�o.
TERRA DOS KUAKUANIS
Quem � voc�?
Sou Twala, o rei desta terra. E de tudo o que v�.
- Voc� fala ingl�s. - Sei a l�ngua dos brancos.
Por que me trouxe aqui?
Voc� tem um mapa que leva a uma chave.
Quero esta chave.
N�o tenho ideia do que est� falando.
Matem-no.
N�o, espere.
Sim, eu...
encontrei um mapa, que pode ter rela��o com uma chave...
mas est� longe, eu o mandei pro outro lado do oceano...
para minha filha, na Inglaterra.
Azar o seu, traga-o de volta.
� imposs�vel.
N�o, Maitland. Nada � imposs�vel.
Escrever� uma carta para sua filha...
e nela dir� que deve nos trazer aquele mapa.
N�o... o Czar da R�ssia...
contratou-me para conseguir aquele mapa...
e ele tinha um grande ex�rcito por tr�s dele.
N�o tive medo dele...
e n�o tenho medo de morrer.
Posso lhe causar dores piores que a morte.
Pai?
Ol�, Harry.
Pai!
- Deus, senti sua falta. - Eu tamb�m.
Deixe-me olhar pra voc�.
N�o � mais o pequeno Harry...
acho que devo cham�-lo de Grande Harry.
Ol�, Charles.
Quem est� aqui?
Ol�, Margaret.
Faz... Faz muito tempo, Allan.
� verdade.
N�o vai lev�-lo de volta para a �frica.
N�o. Eu voltei. Estou em Londres.
N�o, Allan. O Harry est� feliz aqui.
Estamos pedindo cust�dia.
Podem nos dar licen�a?
- Ei, eu te amo. - Tamb�m te amo.
V�.
Te vejo em breve.
Venha, querido.
Allan, eles s�o riqu�ssimos e querem ficar com ele.
Para ser sincero, Allan...
acho que Harry est� muito melhor com os av�s.
Ele ter� dinheiro, ir� a boas escolas...
N�o estou interessado em sua opini�o.
Sou o pai dele, ele tem meu sangue.
S� tem que me dizer se tenho chance ou n�o.
Bem, tenho que provar ao juiz...
que voc� � um bom pai e respons�vel.
Voc� precisa de dinheiro, muito dinheiro...
pois lutar�o contra voc� com dentes e unhas.
Mesmo assim, n�o acho que conseguir� seu filho de volta.
Sinto muito.
Com certeza, estamos no lugar errado. Vamos Elizabeth...
n�o quero que se misture com essa gente.
Capit�o, n�o seja tolo. Se estiver aqui, eu o acharei.
- Posso ajudar, senhora? - Sim.
Procuramos por um cavalheiro chamado Allan Quartermain.
Aqui, sou Allan Quartermain.
N�o, eu sou Allan Quartermain.
Tenham modos, est�o falando com uma dama.
Ah, o americano. Acho que est� ali, afogando suas m�goas.
Voc� � Allan Quartermain?
Meu cart�o.
Este � o Capit�o Good.
Estamos interessados em ir para a �frica.
Exato.
Agora, se puder deixar de beber por um minuto...
Sinto muito. N�o trabalho mais no saf�ri.
Ent�o, voc�...
e o Conde Dr�cula, podem dar o fora.
Olhe a boca, senhor, ou se ver� comigo.
Sim, Capit�o.
Pode ganhar muito dinheiro.
Pra fazer o qu�?
Ajudar a encontrar meu pai.
Ele foi sequestrado na �frica.
A �frica n�o � lugar para uma dama.
N�o tenho medo de nada, Sr. Quartermain.
Principalmente, quando a quest�o � salvar meu pai.
Que homem repugnante!
O que meu pai estava pensando ao confiar...
sua seguran�a a um b�bado, sem a m�nima educa��o?
- Pelo menos tem bom senso. - O qu�?
Ele tem raz�o quanto a voc� ir para a �frica.
Voc� tem mesmo que ir?
Por favor, n�o recomece. Sabe que j� decidi.
Se Quartermain n�o nos levar, acharemos outra pessoa.
N�o deve ser t�o dif�cil.
- Good? � voc�? - Praytor!
Bushell!
O que o traz de volta, Capit�o?
Bem...
esta � minha querida sobrinha.
Elizabeth Maitland. Praytor e Bushell.
- Senhorita. - Encantada.
Estiveram no Hidalgo HMS comigo, ou foi no Kincardine?
Parece que voc�s t�m muito o que conversar...
ent�o, vou para o hotel.
Bem, ent�o, siga pelas ruas principais.
Com certeza. Prazer em conhec�-los.
E ent�o, o que t�m feito?
Pare!
Pare! Devolva, seu ladr�ozinho.
D�-me o mapa, srta. Maitland.
N�o sei do que est� falando.
O mapa do seu pai. Ele nos pertence.
Vem.
- Voc� est� bem? - Estou.
- Obrigada. - De nada.
N�o sabia que seu pai era Samuel Maitland...
chefe da Arqueologia, em Oxford.
- Isso mesmo. - O que aconteceu com ele?
J� falei, ele foi sequestrado e me mandou uma carta.
Disse onde pode estar?
Em algum lugar no sul da �frica.
Estou disposta a lhe dar muito dinheiro...
para me levar l�.
A �frica � um lugar tremendamente perigoso.
Bem distante dos luxos que tem em casa.
Elizabeth...
Gra�as a Deus, voc� voltou.
Est� tudo bem?
Aconteceu uma coisa. Venha depressa.
- Olhe para este lugar. - E, eu vi.
N�o foi um assalto.
O homem do beco.
Ele n�o queria sua bolsa.
- Estava atr�s de outra coisa. - Foi agredida?
Estou bem, Capit�o.
Acho que a senhorita est� escondendo algo.
Pode contar.
Antes de ser sequestrado, meu pai me mandou uma coisa.
O qu�?
Acho que j� ouviu falar das Minas do Rei Salom�o.
As Minas n�o existem, isso � um mito.
Este mapa leva � grande riqueza dos israelitas antigos.
Meu pai passou 30 anos procurando por ele.
Pediu-me que cuidasse dele como minha pr�pria vida.
Posso v�-lo?
Se eu n�o o levar para a �frica...
o sequestrador o matar�.
Creio que n�o.
O qu�?
Vendem estes mapas por uma carro�a de comida...
para turistas, na Cidade do Cabo.
Voc� deve estar enganado, pois...
a vida de meu pai depende de eu levar este mapa...
a uma tribo, em um lugar chamado Sitandra's Kraal.
Sinto muito. As Minas s�o uma piada.
E este mapa...
O que foi, Quartermain?
Posso at� aceitar o fato do prof. Maitland ter feito...
uma grande descoberta, mas sei que as Minas n�o existem.
N�o me importo com as Minas, me importo com meu pai.
Vai me ajudar a salv�-lo?
EMBARQUE DE PASSAGEIROS
Quartermain!
Sabia que n�o aguentaria ficar longe da �frica.
� bom t�-lo de volta.
� bom estar de volta, mas por pouco tempo desta vez.
- S� acredito vendo. - Pode acreditar.
- N�o se meta em confus�o. - Vou tentar.
Devia se candidatar a governador.
� muito perigoso.
- Quartermain. - � o Quartermain!
Sambona!
Numza Quartermain!
Sambona, Numza.
Seu cachorr�o.
Sabia que encontraria outra mulher.
Est� enganado, Khiva. Ela n�o � minha esposa.
Mas, ela � t�o... linda.
�, eu sei. Mas acredite, ela � uma pessoa dif�cil.
Eu a domaria.
O que est�o dizendo?
Que o tempo anda terr�vel.
Esta � Elizabeth Maitland. Capit�o Good.
Khiva e Ventvogel, conhecido como "V".
Tenho uma tarefa pra voc�s...
- mas parecem estar ocupados. - N�o, n�o.
- Estamos dispostos a ajudar. - E bom v�-lo de novo.
Voc�s n�o v�o acreditar, mas est�o procurando...
pelas Minas do Rei Salom�o. Voc�s acreditam?
� ela.
Viu o mapa?
"Nyet". Mas est� viajando acompanhada.
Do velho e de Quartermain.
Voc� o reconhece?
Com certeza.
Fale-me desse tal Quartermain.
Chegou neste pa�s h� 12 anos.
Veio em um navio e n�o tinha nada al�m de um rifle.
Eu o abriguei e por um tempo, nos demos bem.
E depois?
Ele trouxe a esposa pra c�, tiveram um filho...
e ele se descuidou e levou sua esposa para um saf�ri.
Ela foi atacada por uma leoa que protegia os filhotes.
Ele ficou maluco. Come�ou a achar que estava...
sendo punido por todas as matan�as que fez.
E da�, eu o apoiei.
E se tivermos que mat�-lo?
Digamos que, n�o o apoiarei de novo.
Est� ciente de que o mapa que est� com eles...
� propriedade do Czar.
Estou ciente de que precisa de um guia...
que conhe�a a �frica melhor que seus amigos siberianos.
Ser� nosso guia por 10o/o do que encontrarmos.
25o/o e n�o 22,5.
Certo, fechado.
Senhoras e senhores, o Hotel Bloem.
Ent�o � esse. Parece agrad�vel.
Srta. Maitland.
Creio que tenha roupas adequadas para o saf�ri.
Creio que tenho roupas adequadas para um saf�ri.
Depois de voc�s.
Obrigado.
E o que � isso?
- Pesco�o de avestruz, senhor. - Pesco�o de avestruz?
- N�o gosta, chefe? - Bem...
"Bon appetit."
Que horas partimos amanh�?
Assim que amanhecer.
Quartermain...
seu ingrato...
falei que n�o queria ver sua cara feia novamente.
Sr. Quartermain, tem um senhor muito grande e cabeludo...
chamando sua aten��o.
Sim, Srta. Maitland. Sinto o cheiro dele.
Por que n�o levanta e luta como um homem?
Em seu caso, como uma mulher.
Voc�s me d�o licen�a?
Perdoem-me.
Como ousa? Voc� vai ver.
Muito bem.
Use uma �rvore africana, pra variar.
N�o, n�o.
N�o far�o nada para ajud�-lo?
Pode ficar onde quiser, mas n�o vai...
Seu escoc�s!
Capit�o, detenha-os.
J� acabamos, Henry?
N�o sei quanto a voc�, mas preciso de uma bebida.
Obrigado, Capit�o.
PARA AS MINAS DO REI SALOM�O
Ent�o, este professor Maitland foi pego por uma tribo nativa?
Sim...
ele os chamou de Kuakuani. J� ouviu falar?
N�o. Acho que n�o.
O que iriam querer com um professor?
� a� que a hist�ria fica interessante... ele...
N�o acho necess�rio entrarmos em detalhes, voc� acha?
Srta. Maitland...
embora o Sr. Henry n�o aparente grande coisa...
ele � honesto e eu ponho a m�o no fogo por ele.
Certo.
�timo.
- Ent�o, acha que � aut�ntico? - Henry...
Esta miss�o n�o � pra achar as Minas ou outras riquezas.
� pra salvar a vida de meu pai.
Mas acredito em dinheiro maci�o e gelado.
E creio estar pagando muito bem...
para me ajudarem a trocar este mapa por meu pai.
N�o me interessa o que far� depois disso.
Boa noite, cavalheiros.
Voc� n�o aprende, Quartermain.
O que quer dizer?
Levar uma mulher l�?
Escutei tudo.
Est� com o dinheiro?
Eles ir�o amanh�.
Pra onde?
Sitandra's Kraal.
V�o encontrar um nativo e lhe dar um mapa.
CIDADE DO CABO
O que est� lendo?
"O Mist�rio Dos Tesouros do Rei Salom�o."
As Minas do Rei Salom�o fazem parte da Hist�ria Antiga.
Como o tesouro do Capit�o Kidd ou a Atl�ntida.
- N�o �, Quartermain? - Algo parecido.
N�o deixem que ele os engane.
O Quartermain acredita nas Minas.
At� tentou encontr�-las uma vez.
- � mesmo? - Eu era uma crian�a.
- Tinha quase 30 anos. - Foi h� muitos anos...
e nunca encontrei nada que prove a exist�ncia das Minas.
Certo. Continua sendo uma boa hist�ria.
Por que n�o nos fala sobre ela, srta. Maitland?
- �. Vai passar o tempo. - Isso.
Bem...
de acordo com relatos b�blicos...
o Rei Salom�o governou a Jud�ia por 40 anos.
Diziam que era um rei muito s�bio.
Uniu as terras ao redor de Jerusal�m, criando um s� pa�s.
E construiu um templo. Para o �nico Deus dos hebreus.
Era pra concorrer com os grandes pal�cios...
da Mesopot�mia e do Egito.
Assim, ele mandou seus homens para os 4 cantos do mundo...
e eles encontraram um lugar, que diziam ser...
onde os ancestrais dos antigos enterraram...
um enorme tesouro de riquezas de todos os tipos.
Diamantes, ouro, esmeraldas, rubis.
Este lugar se chamava, Ophir.
E quando voltaram, estas riquezas foram usadas...
como adorno, no templo do Rei Salom�o.
E nada no mundo se comparava a elas.
Independente do que dizem, s� uma pequena quantidade...
do que encontraram em Ophir foi usada no templo.
O resto est� por ser descoberto.
Muito bonita.
A savana, srta. Maitland.
- Realmente linda, n�o �? - �.
Deixe-me dar uma olhada.
Francamente, sr. Quartermain!
Como sua esposa tolera seu comportamento selvagem?
Passe isso, vai ajudar.
A esposa dele est� morta.
Aconteceu h� muito tempo.
E se quer saber...
acho que ela gostava de seu comportamento selvagem.
O que est� fazendo?
Determinando se voc� deve viver ou morrer.
Est� lendo o pensamento de sua filha...
vendo sua jornada...
se Gagool vir que sua filha vir�, voc� viver�...
se n�o...
O que foi, Gagool?
A vis�o � obscura.
Parece que sua filha o desapontou.
Espere... vejo algo.
Ela viaja para Sitandra's Kraal...
com tr�s homens brancos.
Ela est� com o mapa.
Est� vindo para c�.
Boas not�cias.
Sua filha traz o mapa...
viver�, por enquanto.
Eu...
eu n�o o entendo, Twala.
O que quer nas Minas? Para qu� mais riqueza?
N�o almejo mais riqueza.
Almeja poder. A Pedra dos Ancestrais.
Mas por qu�?
Voc� � o rei dessa terra e desse povo.
N�o � o suficiente!
Meu pai foi expulso daqui e mandado pra terra dos brancos.
Fui criado entre voc�s.
Sei quem s�o.
E sei a melhor forma de derrot�-los.
Ei, olhe s�!
Venha aqui.
- Ei, chefe! - Chefe!
Khiva e V, n�o deixem!
Srta. Maitland, pare!
N�o toque nesses filhotes.
Est�o sozinhos. Se os deixarmos aqui, morrer�o.
- Que morram. - Solte-me.
Escute-me.
A m�e deles est� morta ou atr�s daquele arbusto...
pronta para atac�-la como se fosse um ant�lope.
Precisava fazer isso, Quartermain?
Capit�o, esta n�o � a alta sociedade de Londres...
onde s� t�m sua reputa��o em jogo.
Aqui, suas vidas est�o em jogo.
- Est� tudo em ordem. - Obrigado, Henry.
Est� tarde.
Precisamos arrumar um lugar seguro para acamparmos.
Certo.
Acredite, ela tem mais medo de voc�, do que voc� dela.
- Duvido muito. - Voc� est� bem?
Est� tudo bem.
Boa atitude, Henry.
Se acharem uma fera de verdade, avisem-me.
Bom dia!
Est� um dia lindo.
Dormiu bem, Elizabeth?
- Henry, o que tem para o caf�? - Guisado de galinha d'Angola.
- Como est� indo? - Muito bem, sr. Quartermain.
Quanto falta pra Sitandra's Kraal?
Umas tr�s horas, se dermos sorte.
Encontramos.
Sua seguran�a � minha responsabilidade.
Tem que haver outra solu��o.
A carta de meu pai foi bem direta.
Eu mesma tenho que fazer a troca.
Receio que esteja certa, Capit�o.
Mas ela n�o pode ir sozinha.
Estaremos atr�s dela o tempo todo.
Se vir algo suspeito, grite o mais alto poss�vel...
e corra pra se proteger. Entendeu?
Escute.
Tenha muito cuidado.
Agora, v�.
V, atr�s daquelas pedras.
Khiva, atr�s dos arbustos.
"D� mapa."
N�o.
N�o sem antes ver meu pai.
"D� mapa!"
N�o antes de me mostrar meu pai!
Coloque o mapa no ch�o, srta. Maitland.
Afaste-se.
Quartermain.
- O que houve? - Temos problemas.
Acho que � dos nossos. E est� morto.
Elizabeth, corra!
Me deem cobertura!
Suba aqui, srta. Maitland.
Vamos.
Suba.
Sergei! Fui atingido!
Sergei, recuar
Recuar!
Recuar!
Elizabeth! Voc� est� bem?
Parece que falavam russo. Eles sabiam do mapa.
Russos? Que diabos fazem aqui?
Estou bem.
Elizabeth... precisa contar a eles.
Contar o qu�?
Nesses �ltimos anos...
a busca de meu pai pelas Minas do Rei Salom�o...
foi financiada pelo Czar da R�ssia.
Devem achar que o mapa pertence a ele.
N�o pensei que seria um problema.
Meu Deus.
Petre foi ferido. Onde voc� estava?
Devia nos dar cobertura!
N�o fui contratado para matar pela R�ssia.
Quartermain estava na sua mira, eu sei disso!
Sou um perseguidor, eu persigo, isso que fa�o.
Quer matar Quartermain, v� em frente.
� sua fun��o, n�o minha.
Que covarde, McNabb.
Voc� estava conosco, escolheu isso.
Aceite isso.
Porque depois de hoje...
seu amigo, Quartermain, n�o hesitaria em mat�-lo.
Ele vai pro meio do pa�s.
As tribos, atr�s das montanhas, n�o s�o muito amig�veis.
Ficamos na cola dele e o deixamos fazer o trabalho.
Vai ficar tudo bem.
Como? O que faremos agora?
- Henry... - N�o, n�o.
Sei no que est� pensando. Pode esquecer.
� hora de visitar uma velha amiga.
- N�o! - Sim.
- Mooma Tuussee! - Ela � uma "sangoma".
Sir Henry. Quanto tempo!
N�o dev�amos falar com uma curandeira.
N�o temos escolha.
Seu pai � um professor...
de faculdade.
Sr. Henry...
acho que pode me dar algo que vai ajudar...
um colar.
Foi um Kuakuani.
Eles s�o fi�is a seu rei.
Um homem chamado Twala.
Twala est� com seu pai.
Voc� est� com o mapa.
Deixe-me ver.
Sigam o mapa.
- Peguem a chave. - Que chave?
A chave para as Minas do Rei Salom�o.
Encontrar�o a chave no t�mulo dos justos...
nas areias do grande deserto.
Sigam o caminho para o olho de Sab�...
seguindo por seus seios e entrando no vale dos Kuakuanis.
As Minas est�o l�...
e Twala estar� esperando.
- E meu pai? - Ele tamb�m.
Pela gra�a dos Ancestrais.
V�o, v�o depressa.
N�o h� muito tempo.
O que aconteceu l� dentro? E quem � esse Twala?
N�o sei.
Mas o que ela falou faz sentido.
Espere aqui um pouco.
Quem � voc� e o que quer?
Sou Umbopa.
Est� indo pro norte. Eu nasci no norte.
N�o vou pra casa h� muito tempo.
- Vou com voc�s. - Agrade�o.
Mas n�o precisamos de mais um criado.
N�o pe�o nada em troca. Serei seu assistente.
Repito, n�o preciso de mais homens.
Conhe�o essa terra muito bem...
e j� atravessei o grande deserto.
Khiva � o criado chefe. Ele dir� o que fazer.
Pessoal, prestem aten��o.
Estamos seguindo para terras desconhecidas...
aonde poucos chegaram e de onde poucos retornaram.
Ent�o, se algu�m n�o quiser continuar...
sugiro que desistam agora.
- N�o � motivo de vergonha. - Vamos todos.
Claro, n�o h� outra op��o.
Por que acha que tribos africanas estariam...
interessadas nas Minas do Rei Salom�o?
N�o precisam de ouro, joias, e coisas assim.
� uma boa pergunta.
Acho que querem a Pedra.
Do que est�o falando? Que pedra?
A lenda diz que nas Minas h� uma rel�quia antiga...
a Pedra dos Ancestrais.
Acha que � por isso que est�o com meu pai?
Dizem que quem possui a Pedra, manda na �frica inteira.
Vamos continuar.
Consegue v�-los?
Certo. � aqui que deixamos os cavalos.
Se os deixarmos agora, ter�o chance...
de chegar vivos em Sitandra's.
Como assim? Deixaremos os cavalos?
Estamos sendo seguidos, Capit�o.
Henry, Khiva e V, separem o que precisamos pra viagem...
e joguem o resto fora.
Pode ajudar, Capit�o, por favor?
Vamos at� l� a p�?
Srta. Maitland...
deveria voltar com os cavalos.
Mooma Tuussee pode lhe arranjar passagens...
pra Cidade do Cabo.
- E meu pai? - Encontrarei seu pai.
Olha...
devo-lhe desculpas...
devia ter contado sobre os russos.
A verdade � que...
n�o fez nada errado.
Tamb�m acho...
que seu pai ficar� muito orgulhoso.
Espero que sim.
Preciso ver com meus olhos. Vou junto.
Os cavalos est�o prontos, chefe.
E eu tamb�m.
Certo.
Khiva, fique comigo.
V, quero que fa�a tr�s coisas:
Vasculhe a �rea...
leve dois cavalos pro leste, e dois pro sul.
Assim os confundiremos.
Volte e nos encontraremos no rio Cascamba, � noite.
- Certo. - �timo.
- Esteja l�. - Pode deixar.
Espero que saiba no que est� se metendo.
Eu sei.
L� vai nosso transporte.
Todos tirem seus sapatos.
Precisam seguir os cavalos, n�o a gente.
Estavam aqui horas atr�s.
Olhem aqui, pegadas.
Foram para aquele lado.
N�o, esperem.
Mais pegadas aqui.
Pegadas para duas dire��es.
E agora?
Pra que lado, McNabb?
Pare de perder tempo, pra que lado?
Quartermain pensa que me engana.
Essas pegadas s�o pra confundir.
Foram pra esse lado, a p�.
Como sabe? N�o vejo marcas de botas.
Eles est�o descal�os.
Confie em mim. Sei como Quartermain pensa.
- Deixe-me ajud�-lo, chefe. - N�o precisa.
Posso carregar minha cruz sozinho, eu mere�o.
Ser� que mere�o tudo isso?
� incr�vel.
Podemos estar andando num lugar...
que n�o muda h� milhares de anos.
A maioria das pessoas v� depress�o no deserto.
N�o acredito que demorei tanto tempo pra vir aqui.
Por que nunca pediu pra se juntar a seu pai?
Eu pedi. V�rias vezes.
Como voc�, ele pensou que sua fr�gil filha...
ficaria melhor em casa.
Que aqui seria muito perigoso para mim.
Voc� n�o fala muito, fala?
Isso � rid�culo.
Quartermain, foi um longo dia.
Por que n�o acampamos?
Estamos tentando permanecer invis�veis, Capit�o.
Aqui � muito aberto, Capit�o.
Esperamos V chegar e partimos.
Tem algu�m vindo!
"Sambona", V.
- Sinto muito, chefe. - O que aconteceu?
Levei-os pra bem longe, mas n�o acho que os seguiram.
Parece que nossos amigos russos t�m um rastreador.
Talvez seja melhor continuarmos.
Qual a diferen�a se acamparmos?
Eles sabem chegar aqui.
Pelo menos estaremos descansados.
� uma ideia excelente, Capit�o.
Peguem os criados, armem as barracas...
juntem madeira e fa�am uma fogueira.
- Finalmente criou ju�zo. - Algo assim.
Ainda est�o dormindo.
- � a nossa chance. - N�o pense que ele � bobo.
Ele sabe que os estamos seguindo.
O mapa � propriedade da nossa R�ssia.
E sigo as ordens do meu Czar...
n�o as suas.
Pensei termos concordado em deixar Quartermain...
se arriscar nas m�os dos nativos.
- Apenas seguimos. - N�o.
Pegamos o mapa agora.
Quanto menos pessoas nas Minas, melhor.
Sua impaci�ncia fez com que ele levasse um tiro.
Sua hesita��o � sua fraqueza.
N�o ficaram aqui.
Vai fazer do meu jeito agora?
Rezo virado em dire��o � minha casa, todas as manh�s.
Isso me d� for�a.
H� quanto tempo n�o vai pra l�?
Fui obrigado a partir quando era pequeno.
E agora, decidiu voltar?
Estava escrito e os deuses o colocaram no meu caminho.
Eu?
N�o entendo.
Nos mostrar�o o caminho. Tem que ter f�.
N�o acho que os deuses se preocupam muito comigo.
Os deuses o conhecem muito bem.
Eles est�o felizes com voc�.
E sabem do seu destino, mesmo voc� n�o sabendo.
Queria falar comigo?
Entendo que viu o branco, Maitland, sem mim.
Por qu�?
Eu... preciso senti-lo de novo...
para que possa ver sua filha mais claramente.
E ent�o? Consegue ver sua filha mais claramente?
Sim. Sinto que est� vindo at� n�s.
O que foi, Gagool?
Tem um homem branco viajando com ela.
Precisa ter medo deste homem.
Por qu�?
N�o sei por qu�.
Mas ele o atrapalhar� a conseguir o que quer.
Ent�o, vou mat�-lo.
Claro. Conseguir� o que quer em breve, meu rei.
Melhor que seja assim, Gagool.
Sim!
- Rel�gio bonito, chefe. - Obrigado.
Seu colar tamb�m.
Quer trocar?
N�o posso. Minha Majestade me deu quando me aposentei.
- � muito especial. - O meu � especial tamb�m.
Muito bem. Neg�cio fechado.
� lindo.
- Qual o significado dele? - N�o sei.
Comprei numa loja de souvenirs, na Cidade do Cabo.
Quanto tempo falta pra chegarmos ao t�mulo?
N�o d� pra saber.
O que acha que a "Cobra" representa?
Um marco. Espero que a entrada das Minas.
- N�o entendo a "Cobra". - Pode ser...
um monumento, uma forma��o rochosa geol�gica...
ou pode ser um aviso.
- Um aviso de qu�? - N�o sei, mas descobriremos.
Essas pegadas s�o frescas.
N�o est�o muito longe de n�s.
Quanto tempo falta?
Olhe!
Macacos me mordam!
Esta � a cabe�a da Cobra.
Mas n�o tem mais nada.
Era isso que estavam procurando?
Dev�amos ter usado os cavalos at� que morressem.
Os cavalos nos entregariam.
Que idiota!
Acho que n�o quer que os alcancemos.
Acho que est� do lado de Quartermain.
V� em frente.
E quando o vento apagar essas pegadas...
voc�s 3 podem ficar vagando, perdidos nesse deserto...
at� os urubus chegarem e pegarem suas carca�as.
V� em frente, eles est�o com fome.
Nunca mais aponte uma arma pra mim.
Aos Ancestrais.
Para voc�, Henry...
que trouxe a maior necessidade de todas, o u�sque.
� voc� tamb�m, Almirante.
Capit�o.
Parab�ns, acaba de ser promovido.
Bebo pra comemorar.
N�o consigo ficar aqui parada, sem fazer nada...
olhando para pedras.
Temos que fazer alguma coisa.
Este livro explica por que o Rei Salom�o...
escondeu a chave das Minas no meio do deserto.
Mesmo? O que diz?
Acontece que...
o Rei Salom�o construiu um templo t�o adornado...
porque se apaixonou por uma certa rainha.
A Rainha de Sab�.
Da�, quando Sab� viajou pra Jerusal�m...
pra encontrar Salom�o...
eles se apaixonaram completamente.
Loucamente.
Mas o povo de Sab� n�o aprovou...
afinal, ela era uma rainha africana.
Eles eram t�o diferentes...
de lugares t�o diferentes.
Um envolvido com a cultura e tradi��o africana.
E o outro, n�o.
Ent�o, quando ela voltou para a �frica...
Salom�o n�o desistiu, estava muito apaixonado.
Ele fechou as Minas e ofereceu a chave para Sab�.
Em troca, ela se tornaria sua esposa.
Ele tentou suborn�-la.
O homem estava t�o desesperado...
que mandou seus entregadores esperarem pela resposta...
e eles esperaram por anos.
Ela n�o aceitava ter que deixar seu povo.
Ent�o, Salom�o trancou a chave no t�mulo, pra sempre.
O que aconteceu a Salom�o e Sab�?
Nunca mais se viram.
� triste.
� mesmo.
Como ser�...
estar t�o apaixonado por algu�m...
e estar disposto a sacrificar tudo?
Coloco a vida de meu pai em suas m�os.
Elizabeth! Voc� est� bem?
Acho que sim.
- Minha nossa! - Elizabeth, voc� est� bem?
Acho que encontrei.
Est�o aqui h� muito tempo.
- Tome um pouco. - S�o os Ancestrais?
Ajude-me.
Nenhuma chave.
Quartermain! Venha aqui!
Henry, n�o!
N�o toque nela.
N�o toque em nada.
- Elizabeth... - Me...
- Elizabeth... - N�o grite.
Ei, Capit�o, acorde. Acorde.
Quem foi? O que aconteceu?
Cad� a Elizabeth?
Foram os russos.
- Os russos? - �.
- E tinha um outro. - Quem?
Era grande como voc�s, um ca�ador.
McNabb.
As pegadas v�o pro oeste.
Se formos depressa, os alcan�aremos.
- Peguem as coisas. - Isso n�o � uma boa ideia.
Por que n�o?
Temos pouca �gua...
se formos atr�s deles agora...
n�o sei quanto tempo aguentaremos.
Umbopa disse que tem �gua pra l�.
Temos que encontr�-la.
Voc� tem o mapa e a chave das Minas.
N�o somos n�s que devemos ir atr�s deles...
- mas sim, eles atr�s de n�s. - N�o perguntei nada!
Vamos, Khiva, vamos logo.
- Nem pense nisso! - Viol�ncia n�o resolver� nada.
A garota tem que ser nossa maior prioridade.
Mas n�o a salvaremos, se morrermos de sede.
A �nica �gua nesta parte do deserto...
� o O�sis, no olho da Rainha Sab�.
Como todas as criaturas, precisamos beber...
bem como os homens que pegaram a srta. Maitland.
Vamos l�.
- Diga-me, srta. Maitland. - N�o sei de nada.
Est� perdendo seu tempo.
O mapa que seu pai lhe mandou pertence ao Czar.
N�s o queremos de volta.
Mas n�o est� comigo.
- Ent�o, parece que deu azar. - Voc� tamb�m.
Espere.
Espere.
Deu o mapa pro Quartermain, n�o foi?
E se dei?
J� fomos parceiros. Ele e eu.
N�o pode confiar nele.
Pode dizer o que quiser...
e pode me tratar como quiser.
Quartermain nunca lhe dar� a chave.
H� uma chave?
Encontramos Quartermain e lhe fazemos uma oferta.
O mapa e a chave, pela vida dela.
- E se ele n�o aceitar? - Ah, voc� n�o sabe?
Quartermain � um homem honor�vel.
Faz tudo por um rostinho bonito.
Vai trocar a riqueza das Minas por voc�, n�o vai?
Vamos dar meia volta.
Algu�m tem mais �gua?
Era a �ltima garrafa.
Eles nos encontrar�o...
e quando isso acontecer, recuperaremos a srta. Maitland.
Espero que esteja certo, Henry.
Quanto falta pra chegarmos ao olho de Sab�?
Eu n�o...
Eu...
Espero que saiba onde estamos indo, pois estou perdido.
N�o se localizar� com isso.
� um deserto grande.
Mas n�o se preocupe, encontraremos a srta. Maitland.
Precisa ter f� nos Ancestrais.
F�?
Para um homem s�bio, voc� tem f� demais nesses Ancestrais.
Para um homem s�bio, voc� n�o tem f� suficiente.
Vamos continuar.
Voc� reza, professor?
Rezo.
Voc� fala ingl�s?
Falo qualquer coisa que precisar ouvir.
Estou aqui para o alertar.
Deve rezar para o seu deus.
Reze por sua filha.
Do que est� falando?
Uns homens venceram o Twala, uma vez.
Dizem que o mapa pertence a eles.
- Eles pegaram sua filha. - O qu�?
Se n�o a trouxerem de volta, pegar�o as Minas...
- e se pegarem as Minas... - Por que diz isso pra mim...
e n�o pro Twala?
Porque sinto que haver� uma grande mudan�a aqui.
Mas s� se ela sobreviver.
O destino de sua filha n�o est� escrito.
H� muito mist�rio em sua alma.
Eu sei.
Reze pra ela sobreviver.
Ou nunca sair� daqui vivo.
Nunca.
Falta quanto tempo?
Uma hora, duas no m�ximo.
N�o acho que seu homem vai aguentar.
Temos que deix�-lo aqui.
D�-lhe um pouco de �gua.
Por qu�? Mortos n�o bebem.
For�a, Capit�o.
Capit�o, o senhor tem que continuar.
Tem que continuar andando.
- Levante, Capit�o. - N�o aguento mais.
- Fique aqui e morrer�. - Deixe-me morrer.
Capit�o, um homem do mar n�o deve morrer num deserto.
Nem por falta de �gua.
Voc�s s�o corajosos.
Vamos. Levante.
Temos que continuar.
�gua?
Sinto cheiro de �gua.
Sinto cheiro de �gua!
- Est� delirando. - Aonde vai?
Vamos busc�-lo.
- Capit�o! - Capit�o Good!
Seu ingl�s doido! Achou �gua pra n�s.
Estiveram aqui h� pouco.
A areia ainda est� �mida.
As pegadas desaparecem. N�s os perdemos.
- N�o estou gostando. - O que podem fazer?
Temos ela.
Sergei.
Larguem suas armas, senhores.
Est�o cercados.
Eu disse: Larguem as armas e libertem-na.
Esperem.
Escute bem, sr. Quartermain.
Enquanto conto at� 10, voc�s vir�o em nossa dire��o.
Devagar...
com as armas acima de suas cabe�as.
Ou, atiro na srta. Maitland.
Estamos entendidos?
A contagem come�a agora, 1...
- 2... - N�o brinque com ele...
- ele fala s�rio. - 3...
4...
5...
Nos d� o mapa, a chave e n�s a soltamos.
6, 7...
- 8... - Est� bem.
Vou descer.
- Vamos todos descer. - N�o fa�am isso.
Acredito que o oficial do czar seja um homem de palavra.
Somos soldados, sr. Quartermain. N�o assassinos.
Agora larguem suas armas.
Disse pra largarem as armas!
Vou lhe dar o que quiser, mas n�o largo minha arma.
Ent�o a matarei.
Parece que est� numa posi��o dif�cil, senhor.
Uma puxada de gatilho e nunca ver� a chave, nem as Minas...
pois estar� morto.
E voc� perde sua amiguinha.
Por que n�o atira em mim...
e deixa Ventvogel recolher os peda�os, enquanto recarrega?
Quero o mapa e a chave.
O que quiser, senhor.
Pegue.
�timo.
Agora entender� que precisamos de dist�ncia.
Vamos indo.
N�o fa�a nenhuma burrice, srta. Maitland.
Elizabeth!
Corra!
Vamos!
Vamos, fujam!
Vamos!
Boa menina.
Voc� est� bem?
Chefe!
Ventvogel est� ferido!
� s� minha perna, chefe. S� minha perna.
Sua filha est� viva...
e continua sua jornada para nossa terra.
Isso n�o o deixa feliz?
Sim, estou feliz por estar viva, mas...
n�o estou feliz por vir aqui me salvar...
n�o devia ter posto sua vida em risco.
Est� certo em se preocupar.
Twala � um homem imprevis�vel.
� muito perigoso que venha aqui.
Que tipo de pai eu sou, pra colocar minha...
pr�pria filha em perigo?
Tem uma pergunta melhor...
que tipo de pai � voc�...
pra sua filha arriscar a pr�pria vida pra salv�-lo?
Obrigado.
N�o devia ter trocado a chave por mim.
Se n�o o fizesse, estaria morta agora.
Ele tem raz�o, Elizabeth.
Eles s�o uns b�rbaros.
N�o adiantar� nada chegarem at� as Minas.
Eu queria pegar aquele McNabb. E recuperar o mapa.
N�s o perdemos.
O pr�ximo marco no mapa...
s�o os seios de Sab�.
O que devem ser?
� aqui.
Os seios da Rainha Sab�.
Pra quem nunca viu uma mulher, claro.
Agora, precisamos pegar esse McNabb.
Umbopa.
Disse que conhece essas montanhas?
Ent�o, nos guie.
Pra que se preocupar, McNabb?
Quartermain n�o tem ideia de onde estamos.
Aqui � o sorriso de Sab�.
Descemos por aqui at� os seios de Sab�.
O sorriso de Sab�.
N�o � com o sorriso que me preocupo.
� com os dentes.
Estamos na frente deles agora.
Venha pro papai.
N�o pisem nas pedras.
Olhem por onde andam.
Khiva...
esconda-se � esquerda.
Capit�o Good, aqui.
O V fica comigo.
Srta. Maitland.
Se der algo errado e eu tiver que sair...
permane�a aqui.
- Fique no lugar, entendeu? - Sim.
O que foi agora?
Protejam-se, agora.
Deixe a sacola e v� embora.
Tudo bem, calma.
Calma.
Solte a sacola, McNabb. E v� embora.
Protejam-se.
V�o, v�o!
Protejam-se!
Cuidado, Quartermain.
Chefe, vou pegar a sacola.
Khiva, n�o!
N�o!
Abaixe, Khiva!
N�o! Me deem cobertura.
Vamos.
Te peguei!
Elizabeth!
� sua chance, McNabb.
Agora, atire!
Deixe-me ver.
Deixe.
Vai ficar bem.
Vai ficar bem, Khiva.
Vai ficar bem.
N�o, n�o...
n�o morra.
Deus da terra...
sol e estrelas...
leve nosso irm�o...
e fa�a de seu corpo uma linda �rvore.
Que ela seja um reflexo da vida de Khiva.
O que foi, Quartermain?
Umbopa foi embora.
Nenhuma pista ou sinal, nada.
Apenas desapareceu.
O que acha?
N�o sei.
Talvez, apenas tenha ido para casa.
Vou acordar esses pregui�osos.
Vamos, acordem.
D�-me a faca.
N�s somos parceiros agora.
Deixe comigo.
N�o quero o dinheiro.
Nunca quis.
Quero a Pedra dos Ancestrais.
N�o acha que uma pedra lhe dar� poder.
Estou aqui pelo czar.
Assim como as tribos africanas, ele acredita nesse poder.
� o suficiente.
Morda aqui.
N�o se mexa.
O que foi?
N�o se mexam.
N�o s�o canibais, s�o?
- O que eles querem? - N�o sei.
Talvez seja a tribo que est� com meu pai.
Algu�m vir� nos resgatar, n�o �?
� voc� quem precisar� de resgate.
S� um soco e acabo com ele.
N�s mataremos aqui.
Eu ajudo.
Parem!
Meu povo... Kuakuanis, olhem bem para mim.
Sou o Ignosi...
seu rei leg�timo.
- O que est� dizendo? - Que ele � o rei.
Umbopa � um rei?
M'Lenge...
n�o se lembra de mim?
Quando eu era pequeno...
minha m�e e eu deixamos aqui a nossa casa.
Como vou acreditar em voc�?
Uma m�e e um garoto atravessaram o vasto deserto?
Sim.
E voltei para assumir o meu trono.
Twala matou meu pai...
e roubou meu direito inato.
S� h� um jeito de provar que � filho de seu pai.
Esta � a prova que procuram.
Ignosi...
por que protege esses brancos?
Eles s�o meus guarda-costas e criados.
E esses dois s�o meus escravos.
O que ele disse?
Que eles s�o os guarda-costas dele e n�s, seus escravos.
- N�o sou escravo de ningu�m. - Isso � uma brincadeira?
Ajoelhem...
os Kuakuanis matar�o qualquer intruso em sua terra.
Se querem viver...
devem fazer o que eu mando.
Ajoelhe.
Ignosi! Nosso rei voltou!
As Minas est�o perto, sinto o cheiro.
Isso � perfeito. Nos levar�o at� l�.
Onde acha que est�o nos levando?
Encontraremos o homem que matou o pai de Umbopa.
- Twala? - Parece que sim.
Desculpe-me por n�o ter contado tudo antes.
Por que n�o contou?
N�o sei se me acompanharia at� aqui...
sabendo a tarefa que exerceria.
Espere um pouco.
Ent�o, planejou tudo isso?
Os deuses me disseram que me ajudaria a ser rei.
Em troca, o ajudarei a sobreviver neste lugar.
Onde meu pai se encaixa nisso?
Me disseram que o Twala mant�m um prisioneiro branco.
Se ele ainda estiver vivo...
quando eu for rei, ele ser� libertado.
E se n�o virar rei?
Quartermain... Pode me dar a chave?
O que est� fazendo?
S� essa chave pode ajudar meu pai.
E s� com essa chave posso ter meu direito inato...
e derrotar o Twala.
O Twala � um rei cruel, srta. Maitland.
Mata pessoas e rouba suas terras.
Se lhe der a chave, ele achar� a Pedra dos Ancestrais...
a Pedra lhe dar� o poder de falar com os deuses.
E se isso acontecer, nada o deter�.
Acho que podemos confiar nele, Elizabeth.
Sob o poder do sol...
nos reunimos para celebrar o poder dos Kuakuanis!
Ali voc�s veem um homem branco.
Cheio de falsidade!
Este homem mentiu para o vosso rei!
Esta n�o � a hora de sacrific�-lo.
Ele n�o nos entregou o que prometeu.
Os Ancestrais me dizem...
que a chave das Minas logo ser� trazida pra n�s.
Tenha paci�ncia, meu rei.
Minha paci�ncia j� se esgotou.
Matem-no!
Eu lhe imploro!
Quem se atreve...
a interromper a festa?
Elizabeth!
Soltem-me!
Quem ousa interromper a festa?
Sou Ignosi, o rei leg�timo.
Voc� � um impostor.
Matem-nos!
N�o precisa usar a viol�ncia.
Meu pai era o Cohadi! Vosso rei!
O pai de Twala o matou.
Minha m�e e eu fugimos para o deserto.
Agora, voltei pra casa!
Voc� diz que � o rei.
Quem pode provar?
Lembro-me do pai dele, sei que Ignosi � rei.
Um homem velho.
Tenho milhares de guerreiros dizendo que sou o rei.
Gagool!
Voc� conhece a vontade dos Ancestrais.
Eles podem...
A chave, Umbopa. D� a chave ao Twala.
A filha do branco trouxe isso.
Darei esta chave pra Gagool guardar...
at� resolvermos quem ser� o rei.
E voc� libertar� o branco.
Eu o desafio pelo trono.
Clamo por Nomolos! Uma luta at� a morte.
Nomolos! Nomolos! Nomolos!
Sil�ncio!
Pode escolher um homem para lutar por voc�.
E escolherei um de meus escravos pra lutar por mim.
O mestre de quem sobreviver, ser� o rei.
A Nomolos ser� amanh�, ao amanhecer!
Quartermain, cad� a Elizabeth?
Preparando a comida com as outras criadas.
O que querem de n�s?
Sua cabe�a em seus pratos.
Sabe, a essa altura...
n�o me importo com isso.
Contanto que ela fique ao lado da sua.
D�-me suas armas.
Voc� tamb�m, soldado!
Todos de p�.
Ser� aquele branco, Quartermain?
- D�-me. - O qu�, meu rei?
D�-me a chave da Mina.
Se seu guerreiro ganhar a Nomolos...
Eu quero.
Meu rei ser� s�bio em n�o testar a minha m�gica.
Vamos dar uma olhada aqui.
Est� cometendo um grande erro.
Certo, eu concordo.
Pra mim, essas cordas deviam estar em seus pesco�os.
Umbopa � um homem piedoso.
Durmam bem.
Espero que voc�s se comportem.
Se tiverem fome, podem comer o nariz um do outro.
- D� o fora. - Certo.
Sinto tanta vergonha.
N�o h� porqu� ter vergonha.
N�o devia ter escrito aquela carta.
Estava com medo, com muito medo.
Eu sei e entendo.
Pensei que ganharia tempo e teria chance de escapar.
N�o devia t�-la mandado.
Se n�o tivesse mandado, eu n�o estaria aqui.
Coloquei voc� e os homens que a ajudaram...
em um grande perigo.
Ol�, senhor. � muito bom te ver.
N�o tenho como agradecer.
Est� tudo bem?
O Twala escolheu o guerreiro que vai lutar pra ele.
E o Umbopa? Quem lutar� pra ele?
Chegou a hora...
da Nomolos!
A luta at� a morte.
O guerreiro que sobreviver...
far� de seu mestre um rei!
Venha.
Esta luta n�o � sua.
Vou lhe dar mais uma chance pra ir embora.
Pegue todos os brancos, e v� embora.
N�o o impedirei.
E quanto a Umbopa?
Lidarei com Umbopa do meu jeito.
Ent�o, lutarei como combinado.
Ent�o, � um tolo.
Pegue sua arma e lute com meu guerreiro, como combinado.
Ou eu mesmo o matarei.
Nomolos!
Tire-me daqui.
Tire-me daqui.
Mate o diabo branco!
Mate-o!
Mate-o!
Isso, Quartermain. Mate-o.
Mate-o!
Deus!
Henry!
N�o! N�o, Deus.
Deixe!
� tarde demais.
- N�o morra. - Morrer n�o � nada.
Se for pra um defender o outro.
Conosco foi sempre assim.
N�o, Henry.
Diga pra Umbopa ser um rei honor�vel...
e voc�... cuide-se bastante.
N�o, por favor, n�o morra.
N�o, Henry.
Quartermain, n�o!
Pare!
N�o.
Confie em mim.
Consegui.
Desvie os olhos.
- O qu�? - N�o olhe pra ela.
N�o sou um selvagem.
N�o tenho medo de sua m�gica.
Sou um oficial do czar.
Posso olhar pra voc� quanto tempo quiser.
Voc� n�o me intimi...
Puxe o ar.
Novamente.
Agora pare de respirar.
Olhe para mim.
Olhe para mim.
Seu amigo buscava a Pedra dos Ancestrais.
Voc�, n�o. Por qu�?
N�o busco o poder sobre os africanos.
Mas busca riqueza, o que lhe d� poder.
N�o �?
- Voc� � s�bia. - Fico lisonjeada.
O branco que luta pro Ignosi...
n�o pode confiar nele.
Tem inveja dele.
J� que o inveja, deve segui-lo.
V�.
Sua jornada n�o acaba aqui.
- Encontrarei o que procuro? - Sim.
Mas nunca poder� tomar posse.
Um brinde...
ao senhor Henry.
Ao Henry...
o mais selvagem, valente, corajoso, louco...
dos tolos que j� existiram.
E meu amigo.
Estou aqui para servi-lo, meu rei.
Se me aceitar.
Devo lhe dizer, meu rei...
que quando era prisioneiro de Twala...
ela foi a �nica pessoa que me mostrou compaix�o.
Pode sentar-se conosco.
Quartermain...
sei que j� fez muito por mim, meu amigo.
Mas quero lhe pedir um �ltimo favor.
O que �?
Enquanto os homens estiverem interessados...
no poder da Pedra dos Ancestrais...
meu povo n�o estar� seguro.
Ela deve ser destru�da.
- Quer que eu destrua a Pedra? - Foi o que disseram.
Os Ancestrais.
Voc� tem uma voz forte dentro de si.
Escute, acredite...
e encontrar� o que procura.
L� vamos n�s.
N�o posso ir mais longe.
Entendo.
Cuidado onde pisa.
Minha nossa!
Aqui estamos, depois de tanto tempo.
O Rei Salom�o e a Rainha de Sab�.
Tome.
Fique atr�s de mim.
N�o se mexa.
Agora vamos dar um belo passeio.
Isso.
Um passo de cada vez.
Por aqui.
Pra frente.
Assim.
McNabb!
Ent�o, o que faremos? Atiramos um no outro?
Est� com a chave, as Minas s�o suas.
Mas n�o � isso o que quer, �?
Quer um peda�o de mim.
A quest�o � toda essa, n�o �?
Ent�o, aqui est� sua chance.
E agora, McNabb? O que vai fazer?
Atirar em mim com minha pr�pria arma?
Venha, venha.
Minha nossa!
Meu Deus!
Aqui fala da Pedra dos Ancestrais.
E do desejo do Rei Salom�o em unir as tribos do mundo...
em um s� reino.
Aqui fala de seu amor pela Rainha de Sab�.
Est� pronta?
Espere!
N�o vamos nos precipitar.
Certo, depois de voc�.
Deve ter algo.
Bem...
ali est�.
A Pedra dos Ancestrais.
N�o, n�o!
V� devagar.
Ent�o?
S� h� um jeito de descobrir.
Oh, n�o!
Devia ter pensado nisso!
Voc� n�o fala muito, n�o �?
Na verdade, gosto de falar.
Maria e eu convers�vamos sobre esperan�as, sonhos...
e uma fazenda...
convers�vamos a noite toda sobre nada.
� a primeira vez que ou�o tocar no nome dela.
- N�o percebi. - Me desculpe...
se n�o quiser conversar e preferir ficar aqui sentado...
tudo bem.
� bom ter algu�m com quem conversar.
Na verdade, eu...
estava pensando...
se sairmos daqui...
gostaria de perguntar se voc�...
se gostaria de ficar comigo.
Porque...
eu n�o quero perder tudo.
N�o sentirei de novo o que sinto, quando estou com voc�.
Ent�o, eu estava...
pensando que...
se eu a tivesse pedido em casamento...
o que voc� poderia ter dito.
Eu poderia dizer "sim".
Verdade?
Verdade.
Aceita se casar... comigo?
Sim.
Aceito.
Meu Deus, quero tanto te beijar.
Ent�o, beije.
Isso � muito melhor do que conversar.
Devia oficializar isso.
Devia ter um anel ou coisa assim
Sei que a Rainha de Sab� tem um anel.
- O anel! - Vale a pena tentar.
V�!
R�pido! Vamos, suba a�.
Vai, vai!
Depressa!
Livre-se da Pedra. Jogue-a.
V�!
Cuidado com a cabe�a.
Continue subindo.
Vai, vai, vai!
N�o precisa se preocupar...
o que eu disse l� embaixo est� valendo.
Venha aqui.
E se eu te quiser pelo resto de minha vida?
Seria bom.
O ch� ser� servido l� fora, senhor Q.
Obrigado, senhora B.
- Ei, papai! - Harry!
- Como est� a corrida com V? - Quer ver?
Certamente.
N�o acha que o V j� se divertiu bastante?
Tudo bem, Sra. Quartermain. Ele n�o me pega.
Vamos, quero ver o que pode fazer.
Venha, quero ver.
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