All language subtitles for Love Is Blind Brazil Season - 4 e111

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Original subtitles

[música animada]

Olá!

Começa agora o momento mais aguardado

da quarta temporada de Casamento às Cegas: Brasil.

Sejam muito bem-vindos!

E hoje, receberemos todos os participantes.

E, acho que posso afirmar com toda certeza,

que é a temporada mais quente da história de Casamento às Cegas.

Valeu muito a pena ter dado mais uma chance pro amor.

Quem será que segue juntos, firmes e fortes? Já vamos descobrir.

Porque o Casamento às Cegas funciona, sim!

E nós temos casais

icônicos de outras temporadas que seguem juntinhos até hoje.

Olha só que lindos!

[Camila] Nanda e Mack, esse casal que eu amo.

E esse casamento, por exemplo, rendeu até um filho.

O "Ben" sempre vence no final.

[Klebber] E como não lembrar da Maria e do Menandro?

O nosso casal palmeirense.

Eles estão juntos. Firmes, fortes, apaixonados

e sempre torcendo pelo verdão.

E é chuva de beleza que vocês querem?

Então toma! Ágata e Renan,

que já até fizeram um outro casamento pra comemorar essa união lindíssima.

Uns dos casais mais lindos que eu já vi em toda a minha vida.

Estão preparados?

Então vamos descobrir tudo com os casais de Casamentos às Cegas: Brasil 4.

Que bom ter vocês aqui.

Estava ansioso pra encontrá-los

e pra saber quem ainda segue juntos.

Tivemos quatro cerimônias de casamento

e um término ainda na fase da convivência, nesta temporada.

Mas será que a gente vai ter alguma surpresa, amor?

Olha, isso é o que todo mundo quer saber.

Então, eu quero começar com vocês,

Marília e Patrick!

Vamos relembrar um pouquinho da trajetória desse casal que deu o que falar.

Será que foi um sonho, Marília e Patrick?

[risada]

Ou um pesadelo?

[risada alta]

[efeito sonoro]

[Patrick] Cara, tem cinco meses que eu fui abandonado.

Mas nunca vou desistir de encontrar um novo amor.

Hello, hello.

- Oiê! Pois é! - [Patrick] Que ânimo, hein?

- O seu também! - Assim que eu gosto.

[Patrick] Você é daqui de São Paulo?

Meu Deus! Onde você mora?

[Patrick] Eu moro no Campo Belo!

Não. O quê?

- E você? Ah, vai! - Eu também!

Eu sou sua vizinha. Mas eu moro no Itaim, você no Campo Belo.

[Patrick] Eu já escolhi você.

[Renata] Eu sou a escolhida, tá, meus amores?

[festejam]

Vai dar confusão.

Eu confundi você com uma outra pessoa.

[risada]

Você fez uma escolha.

E não se arrependa.

[risadas]

[gritando] Meu amor, que saudade!

Eu nunca imaginei,

Marília romântica aqui, de falar com vozinha assim…

- …de apaixonada. - [Marília] Que ódio.

- Quero me matar. - Sim, milhões por cento…

- …convicto de que é ela. - [Patrick] Você existe, mano.

[Patrick] Cara, na lua de mel aquele quarto vai ficar pequeno.

- Vou dar problema. - Você é uma delícia, uma gata.

[Marília] Nossa, que habilidade, hein?

[Patrick] É bom que a gente vai treinando. Porque se a gente morar juntos…

Como assim "se" a gente morar juntos? Tá louco? [Patrick ri]

Um dia tá tudo de ruim, no outro dia já mudou tudo.

[Marília] Patrick tem uma vida muito diferente da minha.

Ele passa a maior parte do tempo no telefone ou dormindo.

[Patrick] Vou melhorar nas coisas que eu me propus, que a incomodavam.

No final, dará tudo certo. A gente se gosta muito.

Marília, você aceita se casar com Patrick?

[ambos] Ainda não!

[risadas]

[aplausos envergonhados]

Todo mundo sabe que vocês resolveram, no dia do casamento,

dizer que ainda não era a hora de dizer "sim".

Mas e agora?

Finalmente o momento chegou?

Só que a gente vai fazer essa revelação de uma maneira meio "maluquete", sabe?

Meio parecida com vocês, assim.

- [Klebber] Super legal. - Pra Marília do futuro.

[Homem] Manter um mistério, né?

Mano, é o seguinte.

- [risada] - Eu quero

que você dê um beijinho na foto ou faça um gesto de carinho

caso vocês tenham seguido com os planos

depois do nosso experimento.

É, vocês decidiram não formalizar a união,

mas continuar juntos mesmo sem dizer o "sim".

Mas, se esse "sim" não rolou e nem vai rolar,

o martelo tá aqui na sua mão e é com você… Cuidado!

Vai com amor, vai com amor. Você já sabe o que fazer.

- [Patrick] Bate com carinho. - [Klebber] Vamos.

- Três, dois, um… - [Klebber] Três, dois, um…

- [Camila] Ah! - [risadas]

[Klebber] Ela nem pensou, gente.

Vamos sentar que a gente tem muita coisa pra conversar.

[Klebber] Foi rápido e veloz.

- [Mulher] De uma vez só. - [Marília] Ah, sou prática.

Eu quero saber

o que aconteceu, porque no dia desse casamento

vocês tomaram a decisão de que ainda não era o momento de seguir

o casamento.

E como foi essa conversa? Como foi? Depois do casamento vocês conversaram?

Na verdade, não tenho muito o que explicar o que aconteceu,

no mesmo dia já ficou muito claro.

- [Camila] No mesmo dia? - É. Ficou muito claro pra mim.

Objetivos, propósitos de vida diferentes

e tudo mais. Então, pra mim,

pra gente, não faria sentido.

Não aconteceu nada. Tá tudo bem. Não teve nenhuma treta.

Caso estejam esperando por um barraco, não foi dessa vez [risadas]

que eu vou entregar entretenimento.

Achamos que vocês tinham saído namorando.

Sim.

Uma pergunta, todo mundo na Internet ficou curioso:

Quem decidiu esse momento

do "ainda não"? Quem falou assim: "Vamos falar que ainda não é a hora."

Rolou essa conversa?

Mais ou menos. Na verdade, a gente já tinha decidido que não ia ter casamento

e aí no dia o Patrick achou melhor falarmos "ainda não".

Até porque, é a tal da questão, é um problema pra gente do futuro.

- O futuro chegou. - [risadas]

- Estamos aqui. Prazer, futuro. - [Marília] É.

E é isso.

E… Mas, assim, não tenho o que falar, de nenhuma maneira, nada pra ele,

nada pessoal. De jeito nenhum.

Ele sabe disso muito bem.

[Klebber] Ô, Patrick,

você concorda com isso?

Você acha que essa relação não vingou

por conta dessa diferença de objetivos?

Uma questão mesmo de a gente ser muito mais parceiro…

do que ter uma relação homem e mulher. A gente era amigo,

a gente conversava muito, se dava bem.

Vocês são amigos? Se seguem nas redes sociais?

A gente não sai…

Não somos amigos. [risada]

Mas a gente tem uma relação. Se eu falar com ela,

ela vai falar comigo, me responder, trocar uma ideia.

Não tem nada solto.

[Marília] Pelo amor de Deus.

O que eu falei, não tenho problema com ele.

Se precisar falar comigo, tô à disposição. A gente conversa.

- Mas amigo não é. - [Patrick] É.

Mas olha só, não foi por falta de sotaque paulista…

- Não foi, meu. - …que essa relação não vingou, meu.

[Camila] Eu queria saber

como vocês receberam

o público falando tanto sobre o sotaque de vocês.

Isso virou uma grande pauta, né?

- Vocês riram com isso? - [Marília] Na verdade,

nem eu sabia que a minha voz era irritante.

- Desculpa. - [Klebber] Não é irritante.

[Camila] Não é irritante.

Não, eu me assisto, eu quero morrer.

A vergonha alheia começa de mim, não tenha dúvidas.

A gente que trabalha com isso pensa a mesma coisa.

- Sempre se critica. - [Marília] Que loucura.

Eu sabia que tinha uma coisinha ali, mas não tanto, né, meu?

[risada]

Você também levou na esportiva?

Bah, meu, eu não falo que nem paulista assim.

[risadas]

Mas aí você tá falando igual ao pessoal do sul.

Mas então, também me peguei ali falando: "Ah, meu.

Paulista, vamo tomar um drinquezinho."

Também me assisti,

falei: "Caramba, como posso falar tão paulistano? 'E aí, meu?'"

E falando nisso, em coisas que repercutiram bastante nas redes sociais,

- falaram muito sobre a sua calvície. - Pois é.

- Como você recebeu isso? - [risada]

Te incomodou? Você se divertiu? Como foi?

[Patrick] Acho que foi muito bom pra eu lidar com um problema

de frente, que era uma coisa que eu escondi muito durante o programa.

Eu sempre gravei de boné, justamente pela insegurança com o cabelo.

Era uma coisa que me incomodava bastante. Por isso, resolvi

gravar tudo de boné, que era o jeito que eu me sentia mais confiante.

[Patrick] Se eu não pudesse usar um acessório

pra me sentir melhor, eu não conseguiria entregar

meu carisma, meu entretenimento,

quem sou eu de verdade.

"Entregar meu carisma, meu entretenimento."

Isso é pauta pra daqui a pouco.

E agora?

- Eu vi que você tá diferente… - Tá diferente.

Tô diferente agora. Fiz uma operação.

Uma operação, não. Fiz um transplante capilar.

Acho que, no final do programa, eu mostro pra todo mundo.

[Camila] Vamos fazer a revelação no final.

- Chá revelação… - Então…

Chá revelação da calvície. [risada]

Fiquem até o final que teremos

chá revelação do transplante de Patrick.

[risadas]

Mas eu quero saber: tá solteira?

- Tô solteira. - [Camila] Tá solteira.

Tá solteiro? Quero melhorar minha pergunta pra você. [Patrick ri]

Amor verdadeiro só da Nala, sua cachorra?

[risada]

Ou teve alguém que roubou esse coração, tá apaixonado?

Nala é um anjo que salvou minha vida. Já falei isso várias vezes.

É um amor eterno. Acho que não tem limite.

Mas hoje eu tô namorando. Sigo namorando.

Voltei com a pessoa que me largou pra ir pra Europa,

que eu citei no começo do programa.

E a repercussão da temporada não abalou em nada a relação?

Não, a gente seguiu firme, maduros.

Já sabia que ia acontecer, que estava por vir.

Eu e a Marília temos uma situação bem definida, de parceiro, de amigo,

então não tem por que ter nenhum tipo de atrito.

Marília, e quando você recebeu essa informação do namoro?

Alguma coisa te afetou?

Cara, pra mim, eu sou super a favor do amor.

Eu sempre falei isso e sigo batendo nessa tecla.

E eu desejo super bem pra ele.

[Marília] Pra sempre, real. Quero que ele seja muito feliz,

que ela tenha a melhor versão dele, que seja um relacionamento saudável.

Você tá demais.

Eu sou demais!

[Klebber] Que maturidade! Que loucura!

Eu amo um elenco, gente.

Olha, a gente deseja que vocês sejam muito felizes,

que você, Marília, não desista de encontrar um grande amor,

que seja na 3ª, 4ª chance, quantas forem precisas. Que ele chegue na sua vida

porque, eu não me canso de repetir,

que amor às cegas dá casamento, sim.

Tem mais um casal que se formou após as cabines.

Cadê vocês? Kaled e Muriel,

- vem pra cá. - Vem pra cá!

- Sentem-se aqui com a gente! - [aplausos]

Nosso casal…

Lindos!

Sentem-se aí.

E, agora,

a gente vai curtir um pouquinho de como começou

esse casal MuriLed.

[risadas]

- [Kaled] Quem fala? - A Muriel. Tudo bom?

- Kaled. - Já gostei desses nomes diferentes.

[Muriel] Eu prezo pelo companheiro que me trate como uma rainha.

- Sabe que eu acordei pensando em você? - Putz grila, eu também!

[Kaled] A pessoa que estiver comigo terá sorte, como terei sorte de estar com ela.

Você tem uma coisa como eu. Sabe exatamente aonde quer chegar na sua vida.

Já tô sofrendo pela Muriel. Ela entrou na minha cabeça.

Tenho certeza do que eu quero: namorar você.

[grito animado]

[Muriel] A gente é muito intenso.

- [Kaled] Muriel de Aquino Silva. - [risada]

Você quer se casar comigo?

Quero muito casar com você.

[gritos animados]

Eu sou um homem gordo. E na pré-adolescência eu sofri com isso.

[Muriel] Me deu um choque, porque ele lembra muito um ex-namorado meu.

Muito. Processando tudo isso.

No dia que a gente saiu,

ele me procurou nas redes sociais e a gente se encontrou.

Na primeira noite juntos, a gente conversou 12 horas.

O Kaled é um cara seguro de si e do que quer viver comigo.

A gente vai casar já!

A gente foi morar junto na primeira semana.

É seguir o que a gente combinou nas cabines.

- Um brinde. - Vai dar tudo certo na nova fase.

[Kaled] A gente organizou o open house,

chamou pessoas queridas.

É um momento muito especial na minha vida.

[festejam] [tilintar de taças]

Por mais incrível que pareça, existe amor às cegas.

[aplausos]

- [Camila] Lindos. - [Klebber] Lindos. Muriel.

Os fãs de Casamento às Cegas sabem que outros casais se formam nas cabines.

No entanto, apenas cinco são escolhidos pra seguir o experimento.

No face to face, Muriel,

você deu uma titubeada, como você mesma disse.

Você se assustou com a semelhança do Kaled com seu ex. O que passou na sua cabeça?

Camila, foi uma coisa muito forte.

Uma noite antes de eu participar do face to face,

eu não dormi. Acho que ninguém conseguiu. Muita adrenalina, muita emoção.

E como contei pro Kaled, eu me questionei. Em que momento da minha vida

eu me senti tão amada, tão desejada, tão esperada

por um homem como eu estava sendo esperada pelo Kaled?

E me veio à mente esse ex-namorado. Fui muito respeitada. Foi a última vez.

E quando eu bati o olho, era muito parecido.

A altura, o jeito, o carisma.

Tudo parecido. O corpo. Que loucura. Mexeu muito comigo.

Mas eu fui muito clara. Assim que a gente se encontrou,

o pessoal perguntou: "O MuriLed vive?" Sim. Estou muito apaixonada.

Como não se apaixona por uma carinha dessa? Pelo amor de Deus.

[risada]

E foi exatamente como você falou no VT? Vocês se encontraram rápido assim?

[Kaled] Foi sim, no mesmo dia. Eu já saí procurando ela nas redes sociais.

- Ela demorou umas horas, deu um trato. - Eu estava horrorosa. Unhas feias.

Esse homem precisa ter o meu melhor, como foi nas cabines.

Ele precisa ter o meu melhor aqui fora. Arrumei o cílio, o cabelo.

Eu sou muito vaidosa. Uma baiana muito vaidosa.

A gente se encontrou e conversou horas e horas.

A gente já não tinha dúvida de que se amava muito, de verdade.

Vocês estão morando juntos? Onde?

Estamos morando juntos aqui em São Paulo. Meus sogros são um baiano e uma carioca.

- A gente inverteu. - [Klebber] Legal!

Já é algo familiar pra gente.

- [Klebber] É energia solar. - Essa energia solar.

Essa energia praieira, né? [risada]

Kaled, eu vi que você postou nas suas redes

falando sobre a bariátrica, seu momento.

- Você quer compartilhar com a gente? - [Kaled] Claro.

A bariátrica passa na minha mente há uns quatro anos.

Eu comecei algumas vezes, mas sozinho, sem ter alguém

pra não me deixar desistir. Eu priorizava o trabalho, não a saúde.

Quando a gente saiu, ela falou, se você quiser mesmo,

eu te apoio. Ela passou a tarde marcando consulta pra mim.

Porque eu não podia.

Esse apoio dela foi o que eu precisava pra esse passo que eu já queria.

Meu corpo já dava sinais.

E a Muriel deixou tudo mais leve, mais fácil de ser feito.

Olha, já que a gente está falando sobre esse assunto,

eu não posso deixar de te perguntar. No nosso primeiro episódio,

uma frase do Alexandre reverberou muito no lounge das meninas.

Como o que o Alexandre disse chegou em você? Como você sentiu isso?

Naquele momento eu estava bem próximo, depois a gente sentou pra conversar.

Eu falei, o que você disse é pejorativo por causa disso e disso.

Você não pode falar isso porque ofende as pessoas.

Ele entendeu meu ponto de vista, a gente apertou a mão.

Foi isso. Acho que ele teve uma boa escuta naquele momento.

Quando a gente soube que vocês ainda estavam juntos,

a gente ficou muito, mas muito feliz.

É claro que a gente quis contar mais sobre vocês aqui no programa.

Só que agora a gente quer saber. Vai ter casamento?

[risadas] Vem filhos? Como estão os planos? Daí pra frente.

A gente ainda não casou, mas é o plano. Casar e logo ter filho.

[Camila] Chama a gente pra padrinho?

Somos padrinhos dos casamentos. Queremos ser de vocês também.

Estão mais que convidados.

Nosso casal que conquistou o coração de todo mundo em casa,

deixou todo mundo com vontade de acompanhar mais a história de vocês.

Muito obrigada por estarem aqui, pela participação.

É isso. Agora a gente se despede de vocês, infelizmente.

Mas obrigada por abrilhantarem o nosso sofá.

[conversa indistinta] [aplausos]

- Obrigada. - Felicidades, casal.

Bom, o nosso próximo casal, mesmo com algumas questões na relação,

eles seguiram até o altar numa cerimônia linda.

Mas será que foi um sonho, Ingrid e Leandro?

Meus últimos relacionamentos, o último em especial

me ensinou o que eu não quero para o meu futuro.

[Leandro] Tô há quatro meses divorciado, mas falo que é algo totalmente superado.

O que te faz vir, com quatro meses de término de relacionamento…

A vida a dois é boa.

Mas eu sou muito só também.

Ontem você era meu top um,

e hoje eu não sei.

A minha busca é um cara que não tem medo de demonstrar afeto.

O que vai determinar se o amor vai florescer ou não

são as escolhas que você faz enquanto vive esse amor.

Ingrid, quer casar comigo, quer ser minha digníssima pro resto da vida?

Eu quero! [chora]

[música de pagode]

[Ingrid] Oi!

[Ingrid] Eu não sabia se tava acordada ou tava dormindo.

[Leandro] O beijo encaixou, hoje vai ser foda.

[Ingrid] Eu vejo o desejo dele por mim, e eu por ele, é recíproco,

mas a gente não tá conseguindo fluir.

Que loucura é essa? O Leandro, do nada, apareceu noivo.

- Você é emocionada. - "Emocionada", não.

Se fosse na minha casa, eu daria um corte na hora.

A gente, daqui a pouco, vai casar, a casa não tá pronta.

E Leandro muito fala, pouco faz, e eu tô aqui, ó…

Essa ausência de conversa, de diálogo me assustou, me deu medo.

Leandro, você aceita Ingrid como sua esposa?

- Sim. - Ingrid?

Escolhi baixar as minhas armas e dizer que aceito

você pra minha vida. Te amo.

[aplausos] [música de pagode]

Eu já tô aqui com a Ingrid,

e, olha, vocês tiveram uma cerimônia muito emocionante.

Eu posso falar porque eu me emocionei, a Camila sabe.

E eu também sei que vocês passaram por muita coisa.

Aqui tá a foto de vocês,

e agora chegou a hora de você falar pra gente, Ingrid,

se você e o Leandro ainda continuam juntos.

- Calma, que eu tô tenso também. - [Camila] Não, olha só.

[Klebber suspira]

Se vocês estiverem juntos, tem essa foto belíssima de vocês, da cerimônia,

você pode dar um beijinho, fazer um gesto de carinho,

se não, martelo na mão, é por sua conta e risco.

- Tá preparada? - Preparadíssima.

- Então vamos lá. - Três, dois, um.

[Mulher] Nossa!

[Ingrid] Preparadíssima.

[Camila] Senta aí que a gente vai conversar.

Eu vou começar com você.

Ingrid, quando vocês se casaram, durante o experimento,

vocês combinaram que, depois do casamento,

vocês morariam na sua casa, que tava em reforma, né?

Foi o que vocês fizeram logo depois do programa?

Nós saímos do programa, no mesmo dia, fomos pra casa, mas pra casa da minha mãe.

Ficamos por 20 dias na casa da minha mãe, fomos muito acolhidos pela minha família,

como sempre, como toda a trajetória do programa,

e, arrumando a casa com a ajuda da minha família,

deixando tudo pronto pra que a gente pudesse, de fato,

ir pra casa, minha casa,

mas de forma segura e confortável, e aí mudamos.

E você, Leandro? A mesma coisa?

Quando a gente pensou em morar juntos, foi pra Osasco,

Ela falou: "A casa não tá pronta. Vamos pra onde?

Pra casa da minha mãe.

Ela vai acolher a gente, a gente fica um tempo."

Enquanto a gente estava na casa da mãe dela,

foi organizando a outra casa.

O dinheiro que eu tinha do intercâmbio,

que foi entrando, o dinheiro de trabalho que veio

foi todo investido da minha parte na casa.

A partir do momento que eu entrei, eu ajudei o tempo todo com a casa.

Você não pagou os eletrodomésticos, os móveis…

- Quando cheguei, você já tinha comprado. - Obviamente, eu já tinha tudo.

Os eletrodomésticos, os móveis, a toalha. Nem a toalha você tinha.

Mas vocês chegaram a morar juntos no seu apartamento

- depois que ficou pronto? - Se mudaram pra casa nova?

Lembrando que eu imaginei que o Leandro tinha um casamento anterior ao meu,

certo? E que ele tinha alguma coisa.

Não tô falando de bens financeiros,

uma toalha, um lençol, uma fronha, um travesseiro.

Ele foi pra minha casa com absolutamente nada.

[Ingrid] Nada.

Mas esse foi o maior motivo para vocês terem esse conflito?

Isso que fez que vocês, como casal,

brigassem, se separassem?

Qual foi o ponto, então?

O que me fez terminar com o Leandro foi a falta de respeito,

que você não teve.

[Ingrid] Quando eu escolhi você como marido,

eu imaginei que, por você ter três irmãs,

você saberia o que não fazer.

Você não soube.

Você me desrespeitou por diversas vezes.

Eu te protegi todos os dias dentro do reality,

desde o primeiro dia,

desde a lua de mel.

Pra quem tem dúvida, o problema sexual era do Leandro.

O Leandro era brocha. Deve ser ainda.

[Ingrid] Você era o brocha, não eu.

Eu te protegi todos os dias.

Eu te entendi, eu te acolhi, como homem, como homem preto,

tirando todo o estereótipo de que um homem preto precisa ser

sempre, estar sempre pronto pra um sexo bom com uma mulher preta.

Então eu falei: "Eu vou acolher esse homem."

Só que, quando a gente foi pra minha casa,

você quis se resolver sozinho, Leandro.

Eu falei pra você: "Vai fazer terapia.

Eu vou esperar, vou ter paciência com você.

Assim como eu tive no programa.

E, quando tudo isso acabar e diluir,

eu vou estar aqui ainda,

te esperando, a gente vai se reconectar,

a gente faz uma terapia em casal e a gente se reconecta."

O que você fazia, Leandro?

Você lembra o que você fazia?

Você esperava eu dormir.

- Você esperava eu dormir. - [Leandro] Não.

Você esperava eu dormir.

Você, em momento nenhum, comigo acordada, você dizia: "Ingrid, ô, amor,

vamos tentar ficar aqui juntinhos."

Eu nunca falei isso pra você?

[Ingrid] Falei que nunca?

- Diversas vezes falei… - Naquela semana…

Naquela semana… Deixa eu terminar de falar.

- Deixa eu terminar de falar. - Falei isso pra você diversas vezes.

Naquela semana, naquela última semana…

Todos os dias, Leandro, até seis, sete horas da manhã.

Primeiro, eu dormia pelada. Depois, eu dormia de calcinha.

Depois, passei a dormir de pijama. Depois, fui pra baixo da cama.

Depois, peguei o travesseiro e fui dormir no meu sofá. Fugindo de você.

Na minha cama. No meu quarto. Na minha casa. No travesseiro que comprei.

- Porque agora eu jogo na sua cara. - [Leandro] Pode jogar.

- Eu jogo tudo na sua cara. - Sim.

Você não me respeitou dia nenhum, e por isso terminei com você.

Porque no dia que minhas filhas me encontraram no chão…

tendo crise de pânico e pedindo pelo amor de Deus para você

não tocar no meu corpo,

eu pedi pra você não me tocar.

Eu pedi pra você não me tocar.

Eu pedi mais de uma vez, Leandro,

pra você não me tocar,

e você não me respeitava.

Você não me ouvia, você queria resolver seu problema erétil com você.

Teu ego, suas mentiras, era tua proteção porque queria manter o casamento.

Da sua forma suja, imunda. Tenho nojo de você. Quero deixar muito claro.

Eu tenho nojo da sua voz. Tenho nojo da sua boca.

Tenho nojo do jeito que você me olha.

Eu tenho nojo de você. Não quero você perto de mim.

Eu não quero aproximação nenhuma. Estou deixando claro para que todos ouçam.

Eu não quero esse homem perto de mim. Você não tem o direito.

Você não tem o direito de estar perto de mim porque eu não quero.

[Ingrid] Você não me respeitou em momento nenhum.

Me dá o nome, Leandro, do que fez comigo.

- Posso falar? - [Klebber] Leandro.

Você tem a sua fala, pode dizer pra gente diante do que ouvimos.

Tá, quando…

Participando do programa, começamos a ter uma relação, a relação nunca foi amistosa.

- Nunca foi saudável, não nos conectamos. - [Ingrid chora]

Mentiroso!

Nossa parte sexual

foi algo que pegou muito. Em determinado momento, fiz exame,

fui procurar ajuda, fui entender o que estava acontecendo.

Vimos que não era um problema físico.

- Era um problema psicológico. - [Klebber] Você sentiu isso

a todo momento dentro do programa e mesmo assim foi até o fim e casou?

Eu senti que a gente não estava 100%, mas eu estava apaixonado por ela.

Totalmente envolvido. Ela é uma pessoa que me ajuda, que amo.

É uma pessoa que tem um futuro. Então senti muito que sim.

O meu "sim" sempre foi sério. Sempre foi sincero.

E eu nunca titubeei no meu "sim". Em determinados momentos,

eu identifiquei que a Ingrid ficava entre sim e não, será que tinha aquele…

"Amo o Leandro a ponto de querer ficar com ele pelo resto da vida?

Será que entenderemos os problemas que cada um traz?"

Eu com traumas de infância, de adulto.

Ela com traumas de vários relacionamentos com rapazes pretos que não deram certo.

Na parte sexual, já conversamos, nunca falei que fui certo. Fui errado

em tentar resolver um problema dentro do relacionamento

que era o principal, falar: "Leandro, 50% do relacionamento é sexo, tem de ajustar.

Precisa acertar isso."

Fui buscar ajuda, mas as coisas não são rápidas quando se faz sessões

de terapia, não é da noite para o dia.

Só quando estava fazendo as sessões, a gente estava do meio para o final.

Nosso relacionamento já estava realmente horrível.

E a parte sexual foi um problema nosso. De eu entender, de achar que…

cara, isso daqui vai resolver o problema do relacionamento.

E aí, o ego… de eu achar que, resolvendo isso,

o relacionamento vai andar. Porque todas as outras…

Então você assume o que fez comigo?

O que estou dizendo é que era nosso problema principal.

Disse que eu não sabia se eu te queria. Você foi acolhido na minha religião,

- na minha família, na minha casa. - Não tenho…

Coisa que eu nunca fui pela sua família!

- A sua família nunca me acolheu. - [Leandro] Não, não.

- Leandro! - Quantas vezes fomos à minha família?

E quantas vezes a sua família foi à minha casa?

Eu morava no seu bairro. Sua família morava duas ruas para baixo.

- Era mais fácil. - Quantas vezes nos visitaram?

- [Ingrid] Quantos copos? - Não…

O que sua família deu pra construir a nossa casa?

Pra construir nossa família? O que nos ofereceram de amor, carinho, afeto?

Só um segundo. Tem algo a dizer pra a Ingrid? Acho que é o momento

diante do que ouvimos. Caso não queira, é por sua conta.

Nosso relacionamento realmente não deu certo.

Eu peço desculpas, como já pedi diversas vezes.

Já tentei falar com você pra realmente pedir desculpas

- e entendo… - Você só tentou falar pra se proteger.

Eu entendo o que foi meu erro,

mas entendo também que o relacionamento é feito a dois.

Nosso relacionamento não terminou naquela semana. Já tinha terminado.

Não teve coragem de falar que não queria mais.

[música tensa]

[suspirando]

É, nada novo.

Eu posso tomar uma água?

Por favor. [chorando]

[Klebber] Podem trazer uma água, por favor?

- Está aqui. - [Ingrid chora]

[Ingrid] Você é um lixo, cara. Você é um lixo.

Bom, a Ingrid não está se sentindo bem,

pediu para deixar nosso programa e respeitaremos a vontade dela.

Aqui vocês todos podem falar sobre tudo.

A gente agradece a confiança de vocês

por se sentirem à vontade para dividir isso no programa.

Ainda que algo tenha acontecido durante o relacionamento

da Ingrid e do Leandro após o fim do programa,

assuntos delicados, como o abordado agora,

precisam ser tratados com muita seriedade e cuidado.

E nós esperamos que essa história encontre um desfecho oportuno para todos.

E, portanto, Leandro, a gente vai pedir que você

se despeça e deixe o programa também.

Obrigado, Leandro.

Por favor.

Temos que retomar, ainda temos histórias de outros casais para contar,

e agora vamos falar sobre um casal que tem autoestima lá em cima.

Será que foi tudo um sonho, Renata e Alexandre?

[risada]

[música animada]

[Alexandre] Eu fui casado por três anos e estou aqui pronto para casar novamente.

Me acho legal, divertida, só não caso comigo porque não dá.

Eu sou vaidosa, sou arrumada, bem cuidada.

[Alexandre] Rolou uma conexão acho que

pelo estilo de vida, lifestyle, do que gosta,

de curtir ou não.

[Renata] Sabia que a gente estava se conectando,

mas não sabia que você se tornou tão importante para mim.

Foi tudo mágico, minha expectativa e minha realidade deu super certo.

[Alexandre] Estou 110% convicto que a Renata é a mulher da minha vida.

- Você olha e acha que gosto de você? - Óbvio.

Eu olho para você e não sei.

Você entrou em um bar que não tem nada a ver, quis me colocar na situação.

- Nem tudo são flores, a gente mora junto. - A partir de hoje não vai ser flores.

[Renata] Ele é difícil com todo mundo, não é só comigo.

Grita com todo mundo.

[mulher] Que parte você conseguiu ser a Renata de verdade,

quando estava na cabine?

- Sim. - [mulher] Ponto.

- E depois? - [Renata] Depois fiquei frágil.

Vai casar com a Re ou não?

Ele precisa ajudar, né?

[Alexandre] Cafezinho para você.

[Renata] Óbvio que temos nossas diferenças,

mas você só consegue amar o outro

quando aceita os defeitos do outro também.

Renata, você aceita se casar com o Alexandre?

Para você digo sim.

[música romântica]

[aplausos]

[cerimonialista] Alexandre, você aceita se casar com a Renata?

Óbvio que sim.

Enfim, casados!

Ela que se interessou, primeiro, pelo Patrick, nas cabines,

depois teve seu coração fisgado pelo Alexandre.

[Klebber] Muitos assuntos, coisas em comum, mas a gente quer saber:

como está a relação entre você e o Alexandre?

Olha, temos essa bela foto do casamento de vocês, aqui.

E você já sabe,

um beijo na foto, um gesto de carinho, se vocês estiverem juntos.

Ou então, Renata, com carinho,

esse martelo é todo seu. Cuidado!

Está preparada?

Nasci preparada, né, gente?

Era isso que queria ouvir, eu não esperava outra resposta.

Não esperava outra resposta de Renata. Então, é com você.

- [Klebber] Em três, dois, um! - Três, dois, um!

[Renata] Vou mostrar para vocês.

[Klebber] Achei que ela fosse dar uma martelada nele.

[Camila] Gente!

[respiração]

Gente, uma língua passando no microfone ali.

- Pode guardar. - O que aconteceu?

Pode colocar aí, por favor.

[Renata] Eu deixo pra Ariela.

[risadas]

[Ariela] Talvez.

[Camila] Renata, não estava esperando esse beijo.

Acho que nem eu.

Acho que ninguém.

- Nem o Brasil, nem ninguém. - Ninguém tava esperando.

Sabe por que dei o beijo? Porque o beijo foi muito comentado.

As pessoas comentaram sobre o beijo.

"Olha que beijo bonito."

Não posso deixar de, no reencontro…

[Camila] Então vocês continuam casados?

Continuamos casados.

Mas juntos ou casados? Porque têm várias situações.

Vocês assinaram o papel, então, estão casados no papel.

Mas vocês seguem juntos? Estão morando juntos?

[Renata] Então,

nosso relacionamento sempre foi muito diferente do tradicional.

Não é mesmo?

[Renata] Então,

construímos uma história linda, inclusive gostaria de te agradecer

porque nós contamos uma história linda,

construímos uma história linda dentro do reality, do experimento.

Vivemos intensamente, nos apaixonamos,

saímos e continuamos construindo nossa história,

temos uma linda amizade.

Então decidimos não rotular essa relação.

Nós temos uma relação não-monogâmica, eu diria.

Continuamos morando em casas separadas,

porque ele tem a vida dele, o filho dele, as coisas dele,

eu tenho minha vida, minhas coisas.

E a gente

criou uma amizade tão grande, que eu nem consigo dizer para vocês,

estamos juntos ou não.

- Não é namoro, não é casamento… - A gente continua se conhecendo.

Um relacionamento moderno.

Achei engraçado porque ela falou que é uma relação não-monogâmica

Então ele estava prevendo o futuro.

Quando ele olhou para cama, ele disse que cabia mais de dois.

Embora, peraí…

[Renata] Calma, calma, não é tão bagunçado assim.

Ah, bom. Ah, bom.

- Explica. - Nem tão não-monogâmica, assim.

- É um gerenciamento. - Tem gerenciamento?

Tem gerenciamento, não é tão bagunçado.

Mas acho que a gente se dá tão bem,

que a nossa relação foi construída de uma forma tão sólida,

que eu não conseguiria responder, hoje, o que a gente tem.

Acho que a gente se gosta, temos respeito um pelo outro,

a gente se fala todos os dias, a gente se vê,

passou o Dia dos Namorados juntos,

então a gente tá junto assim…

- E aí, Alexandre? - E amigos.

- Consegue responder isso? - Aquela hora fiquei um pouco tenso.

Na verdade, desde as cabines, a gente já vinha com uma conversa diferente do que…

o experimento passa, no total, e, morando junto,

a gente conversava muito isso off câmera,

como íamos fazer, como que a vida dela e a minha…

Quando saímos casados, cada um na sua casa,

a nossa amizade cresceu muito, muito,

e nós saímos, nos vemos, só que cada um com sua vida, mas juntos.

Então, eu falo com a Renata tudo da minha vida, todos os dias.

Acredito que mais do que muitas pessoas, casadas ou não.

Então a gente criou esse laço e a gente resolveu tomar essa decisão.

[Renata] Seguimos como amigos,

e aí cada um entende como quiser, meu amor.

[Klebber] E existiu uma conversa pra isso?

Existiu uma conversa? Tipo assim, "Olha, vamos fazer assim" ou foi natural?

Na verdade, é o seguinte: nós nos parecemos muito.

- Construímos essa história juntos… - Inclusive a beleza.

Inclusive a beleza, a autoestima e a maneira de nos enxergarmos.

E nos demos muito bem na convivência antes do casamento.

Então, quando eu disse meu "sim" e ele se emocionou…

foi muito sincero, embora as pessoas achem que não.

[Alexandre] É, verdade.

- [Renata] Mas… - Inclusive, vimos…

na Internet, esses dias, uma pessoa dizendo que você tinha se inspirado…

Inspirações vêm de todos os lugares, né?

Eu acredito que nada se inventa, tudo se copia.

Eu copiei, sim,

- usei a influenciadora como inspiração. - E eu não sabia. Ela não me contou.

Ele foi enganado, mas consegui tirar umas lágrimas.

- [Klebber] Se colou, colou. - Mas saiu do seu coração.

Saiu da minha boca,

independente se saiu do meu coração ou não, saiu da minha boca.

Falei sinceramente, consegui tirar lágrimas dele,

todos ficaram chocados na Internet. "Conseguiu fazer o Alexandre chorar?" Sim.

[Renata] Foi, assim, copiado? Foi.

- Mas eu falei, de coração. - [Camila] Mas você quis dizer aquilo…

- Eu acredito. Ela passou sinceridade. - [Renata] Eu podia não ter falado nada!

Não foi algo de um script, assim… Você copiou e foi sincera.

E eu acredito até agora, mesmo você não me contando

até a madrugada do dia que saiu a notícia.

Votos de casamento você só sabe na hora.

Você jamais saberia se copiei de algum lugar.

- [Alexandre] Verdade. - E, assim… todos copiaram de todos,

o importante é que você chorou e deu certo, meu "sim" veio.

Entendeu? E que agora a gente tá numa relação diferente das tradicionais,

porque, normalmente, num casamento, ou você…

tá junto, felizes para sempre, ou você separa e acabou.

E as pessoas não se falam mais.

A gente construiu uma história legal, gosto muito de você, você sabe disso,

e te agradeço, porque, sem você, não construiria essa história tão linda.

[Alexandre] Nós dois, né, no caso?

E a Renata, hoje em dia, é igual eu com a família dela e ela com a minha.

A gente convive entre famílias. Então, é algo diferente…

Acredito que muitas pessoas possam não entender,

os haters podem querer questionar algo, mas é uma coisa sincera entre nós.

[Renata] E nós somos um casal muito querido! Gente, eu vi, assim…

As pessoas esperam tanto e desejam tanto, que eu falei

que é o casal mais inesperado, caótico e mais doido,

e que não podia ter um final diferente desse,

de sermos amigos e cada um…

Eu queria saber isso de vocês, como foi lidar com os haters?

Foi muito complicado?

No começo foi difícil e agora estão brincando com a situação?

O Alexandre, no começo, por incrível que pareça,

as pessoas ficaram com pena dele e me jogaram muito hate.

Porque, o que acontece, o fato de eu ter me colocado

como uma pessoa com uma autoestima elevadíssima…

me chamaram de "reparação histórica".

"Deviam encapsular a autoestima da Renata."

Inclusive ficamos sabendo que você encontrou uma pessoa incrível,

acho que o Brasil inteiro ama, e ela veio falar com você, não foi?

Estava eu, belíssima esperando meu carro,

saindo do salão,

e aí, de repente, nada mais, nada menos que Fátima Bernardes chega e fala…

e, assim, eu tava lá distraída, né?

"Você é a Renata, do Casamento às Cegas?" Eu: "Oi?"

Eu não tinha reconhecido na hora, tava desligada.

[Klebber] Oi? Ela não reconheceu a Fátima, mas a Fátima…

- A Fátima Bernardes! - Isso é autoestima de milhões, Brasil!

Juro por Deus! Mas, olha, me perdoem…

Mas eu não tinha reconhecido. Aí, falei: "Oi, sou eu mesma".

Aí caiu a minha ficha, eu falei: "Nossa! Que bom te ver!"

Eu nunca tinha visto ela pessoalmente. Falei: "Que bom te ver!"

Conversando, ela falou: "Sua participação foi ótima, Casamento às Cegas foi ótimo".

Depois fiz um vídeo, falei: "Fátima…", super íntima,

"Fátima, quando te encontrar de novo, quero uma foto, porque esqueci disso".

E aí, as pessoas…

É muito interessante esse ponto que você colocou, porque, na verdade,

nos primeiros episódios, eu me coloquei como…

uma versão… "hétero top" versão feminina.

E muitas mulheres, no começo, não se identificaram.

[Renata] Então, assim, é uma hipocrisia…

Porque o que falei é o que pensam no off, mas não têm coragem de falar

e todas as mulheres deveriam ser um pouco Renata.

Deveria existir um pouco de Renata em cada mulher.

[Renata] Porque não é egocentrismo,

é você se valorizar e se colocar no lugar que acha que merece.

[Klebber] Essa frase merecia ir pra câmera.

[aplausos e risadas]

E, assim…

eu desejo a maior felicidade pra esse casal, que…

juntos, casados, namorando, monogâmicos, não monogâmicos,

o mais importante é celebrar o encontro de vocês aqui no nosso experimento,

a união de vocês, e que vocês estão felizes,

da forma de vocês, a gente fica muito feliz de estar celebrando isto aqui.

Feliz. É.

[Alexandre] Quem diria que eu e a Renata teríamos este final.

[Renata] Quem diria.

Parabéns a nós, meu amor.

Ela mesma bate palmas. Magnífico.

Bom, durante esses dias, vocês votaram nos momentos mais tensos

da temporada, os famosos "climões".

Agora é hora de saber e assistir ao maior climão escolhido por vocês,

fãs da Netflix, a famosa tropa dos calanguinhos.

- [música de suspense] - Eu imaginei uma camada, bem decotado.

Tinha alguma referência, mas sem criar muita expectativa, pois não lido bem

com frustração.

- Não gostou? - Me sinto um bolo.

Odeio esse volume. Odeio isso. Odeio tudo.

Se alguém acha isso divertido,

a gente precisa internar essa pessoa urgentemente.

Ela não gostou.

Não consigo respirar.

E esse negocinho é muito empinado, não é?

Gente, esse vestido não dá!

Não estava nervosa, agora estou.

Fui sem expectativa para não me decepcionar

e me decepcionei muito.

- Esse vai ter o mesmo problema da camada. - É.

- O volume. - [Marília] Eu detesto. Gente…

É uma catástrofe.

[música de suspense]

É com você, Marília.

Olha, se o terceiro vestido não desse certo, eu não ia casar.

Definitivamente. Nossa, gente, foi muito tenso para mim.

Muita gente me questionou: "Nossa, você teve tanta paciência com tanta coisa

e deu um show na hora de escolher o vestido."

Em primeiro lugar, teoricamente é o dia do seu casamento ou não casamento.

Whatever…

- I'm sorry. - I'm sorry.

Vamos pegar esse gancho, então, "I'm sorry", Ariela…

- Ah! - Você e o Evandro

protagonizaram uma verdadeira

história de novela

dentro do nosso Casamento às Cegas.

Mas será que tudo isso foi um sonho?

Eu tenho certeza que ainda existe um amor pra mim.

Eu descobri a forma do amor nas minhas filhas.

As quatro maiores referências que tenho na vida são mulheres.

O Evandro é uma pessoa muito incrível.

Me deixa um pouco emotiva.

Você quer casar comigo?

Sim, eu quero. [ri]

[música romântica]

Dá para saber que ela é o amor da minha vida. Eu tenho certeza

que algo de muito bom vem pela frente.

- Você não é tão pesada assim. - [Ariela rindo]

Preciso comentar?

Não sou uma pessoa de olhar celular…

Mas ele tinha uma ficante

que ele falou que não tinha conexão alguma.

Você a chamou de amor no dia que estava vindo

pro Casamento às Cegas. Não me faça de idiota.

Eram palavras vazias, porque não havia sentimento.

A gente vem para o Casamento às Cegas para se conectar,

- noivar, eu estou parecendo uma louca. - [música intrigante]

Fuck me…

Você está sendo um falso.

Estou pegando minhas coisas e indo embora.

[campainha toca]

Pensei bastante no dia seguinte.

Acho que a gente pode dar uma segunda chance.

Tenho a sensação de que se eu for sincero, você não entenderá.

Eu tive um relacionamento, ela engravidou, eu recebi conselhos errados,

não fui atrás…

Muita coisa!

Muito burro.

Você acha que eu me importo se ele tem três, quatro,

- cinco ou seis filhos? - Quantos?

I don't care.

Vai falar ou não vai falar?

Amiga, não vale a pena.

Fuck you!

Amiga…

- Juro por Deus… - Ariela!

Para mim, não dá. Eu mereço respeito, estou indo embora, ultrapassou meu limite.

Graças a Deus, me livrei

e whatever, tá tudo certo. [exclama]

É plot twist em cima de plot twist quando o assunto é Ariela e Evandro,

eu não duvido de absolutamente nada!

Agora está todo mundo doido para saber se vocês se reencontraram, conversaram

ou tiveram um revival,

porque no Casamento às Cegas tudo pode acontecer.

Amor, eu já estou aqui segurando este martelinho

que vou passar a você, Ariela.

E é claro que a gente quer saber. Muita coisa aconteceu entre vocês,

mas será que houve um revival?

Vamos contar? Só que vai ser diferente.

In three, two, one… Go!

I'm sorry, Ariela.

Ela quebrou na sua cara.

- Não foi na dela, não. - Ficou bonita na foto.

Obrigada, Re, pela autoestima de sempre.

Me conta, Ariela, você acha que vocês tomaram a decisão certa

de dizer "não" sem nem chegar no altar e abandonar o experimento antes da hora?

Eu acho que para chegar nesse "não",

aconteceram várias coisas,

algumas mentiras,

ele omitiu muita coisa,

e acho que Casamento às Cegas

é pra gente se conhecer nas cabines, se apaixonar nas cabines

e acho que não tinha porque não ser

100% verdadeiro com todos os pontos dentro da cabine.

Eu falei de todas as minhas inseguranças, tenho várias inseguranças, sim,

todos os meus gatilhos também, de últimos relacionamentos,

tanto do pai da minha filha

como do meu último relacionamento com meu ex-marido.

Então acho que as cabines eram o momento

de a gente se abrir independente do que fosse e…

Eu não tenho ódio e eu sinto pena, porque realmente

me apaixonei por você nas cabines,

tive muitos sentimentos,

foi muito difícil.

Eu acho que você poderia ter sido transparente comigo. Isso fez com que…

vários gatilhos, vários momentos…

coisas que foram faladas, off camera também.

De outros participantes que não era

nem problema seu e nem meu, mas, sim, aconteceu.

E… e vários momentos fui taxada como a mentirosa, que não fala a verdade.

E tudo isso foi mexendo muito comigo. Então, assim…

Eu acho que não ia ter o "sim" pra gente por todos esses motivos.

E… e é isso.

- Evandro… - Evandro,

você por acaso tentou conversar com ela depois do experimento?

Você tentou uma aproximação ou desde aquela carta…

foi o ponto final?

Assim que eu saí,

levei mais ou menos uns dois dias bem chateado com tudo, né?

Afinal a gente se envolve. Emocionalmente, sim, né?

A gente se entrega.

Eu por não ser telespectador do programa, vivi a experiência do zero, né?

E eu decidi me entregar em determinado momento.

E aconteceu, de fato, pra mim, foi muito bom.

Aconteceu, tipo… de se apaixonar, de gostar.

Então achei respeitosamente mandar uma mensagem, né, de tudo,

independente de qualquer coisa. Então, eu tentei o contato, sim,

mas a gente não se falou mais depois de tudo isso.

Eu não respondi àquela mensagem porque…

Enfim… Não vi muita verdade em você. E…

Mas eu não tenho nada contra você, mas é isso.

Evandro,

por que que você levou tanto tempo pra contar

toda a sua história pra Ariela no experimento?

Nós, homens, a gente é formado por camadas, né?

Dificilmente a gente se abre. [pigarreia]

E…

eu mesmo, pra se abrir e falar certas coisas, a gente demora.

Ainda mais quando a gente se acostuma a tomar decisões sozinho.

Então,

a gente vai por camadas, camadas. Eu entreguei toda a minha sinceridade.

De tudo que eu podia ter falado, de tudo que eu podia ter dito.

Não deixei nada.

E até depois que eu saí, tive a sensação de ter exposto demais a minha vida, né?

Dentro de todo o contexto do programa,

mas eu falei tudo que eu tinha que falar, fui totalmente sincero.

É, é isso…

Independente do ponto de vista de cada um, desculpa já te cortar, Evandro.

A gente tá vendo que cês tão repercutindo

a mesma discussão que tiveram dentro do experimento.

- Sim. - Então se vocês quiserem trazer

algum ponto diferente disso, a gente quer ouvir, sim,

mas se não, eu gostaria de saber: vocês estão se relacionando

com outras pessoas? Já tá namorando? Já tem alguém?

Você ou Ariela?

Eu tirei um tempo pra mim, né? Colocar a vida no lugar.

E fiquei muito mais na minha, durante um bom tempo.

Então, no momento, eu não tô me relacionando com ninguém, né?

- E você? - Eu tô me divertindo.

[participantes gargalham]

A internet tá sabendo.

Oh, fuck.

A gente tá brincando,

mas eu tenho que trazer um ponto muito sério aqui.

Muitos de vocês, participantes,

às vezes falavam que a Ariela é exagerada.

Mas será que ela não tinha razão?

[música misteriosa]

- Oi! - Ai, é o Alexandre, não é?

- Isso. - Eu quero saber

se houve algum comentário

- Aham. - de você falar que gostou de alguém,

mas tem voz de quem é gorda.

Não, isso não existiu.

- Tem certeza? - Absoluta.

Eu tô fudido. Eu só gostei de uma que tem voz de gorda.

Ele tem um tipo de mulher específica que ele gosta.

Então eu e ele, a gente não ia dar certo nesse requisito aí.

[ri] Tchau.

Como você acha que vai ser a vida real? Você tá preocupado?

Não, eu não sou o tipo de pessoa que se preocupa…

- Ai, eu tô superpreocupada. - antecipadamente.

E não tá sendo tudo tão lindo, maravilhoso

e bacana como eu esperava.

"Já tô saindo, cheguei agora. Bom dia, baby. Bom dia, amor."

Você vai me desculpar, você chama ela de "amor".

Sorry. [chora]

Você falou que não tinha conexão nenhuma.

- Como cê chama de "amor" sem conexão? - Sim.

Eu sabia.

Eu tava sentindo que tinha muito mais, mas muito mais.

- Mas cê tem alguém lá fora? - Não.

Não me faça de idiota.

Eu tinha falado pra vocês, né, que teve comentários

- sobre, né, os meninos. - [música misteriosa]

Das namoradas.

É. Ai, deixou alguém lá fora. E, sim, tipo, tem peguete, tem namorada.

E aí eu: "Quem falou isso?" E aí ele falou o nome dos dois.

Antes de entrar no experimento, tava lá beijando na boca de todo mundo.

Agora, ter um relacionamento sério com alguém, né.

Que tá te esperando sair daqui,

- sabendo que cê tá aqui… - Então, mas no caso do Evandro é isso.

Eu gostaria que ele fosse sincero. Eu gostaria que ele fosse transparente.

Gostaria que ele fosse a pessoa que eu conheci na cabine.

Eu tive um relacionamento,

- ela engravidou. - [música de suspense]

A gente sente quando a pessoa não se abre 100%.

- Eu tava sentindo. - Agora você tem 100%

da minha sinceridade. Não tema, você sabe de tudo.

Too much, é too much pra um coraçãozinho.

[música de suspense]

E aí, Marília? Cê acha que a Ariela tinha razão?

Sobre?

[participantes riem]

- Tudo que a gente acabou de ver. - Premonições.

Eu acho a Ariela, no fim das contas, a fada sensata da edição, sem dúvida.

Ela tinha razão em muita coisa,

ela… É… Ok.

- … Sim. - Num momento se exaltou.

Em alguns momentos, deu opiniões que ninguém pediu

e que talvez a gente nem quisesse saber,

mas não deixou de…

falar com a verdade dela, falar com o coração dela. É…

- Toda ho… - Todas as vezes que ela se exaltou

ou que ela foi grosseira, ou qualquer coisa do gênero,

ela se reparou imediatamente e 357 vezes.

Eu vi, claro.

E toda hora eu era taxada como a mentirosa, né?

Por alguns dos meninos aqui.

- Não você. É. - É.

[Ariela] Algum menino aqui. [ri]

E isso tava me deixando extremamente chateada, emotiva

e realmente cheguei no meu limite.

Eu acho que todo mundo, em algum momento da vida, chega no limite.

E, sim, xingo em inglês, sinto muito, porque meu pai é britânico.

Minha vida inteira tive meu pai falando inglês comigo o dia inteiro.

E essa sou eu.

Eu acho muito fácil julgar uma mulher de maluca sempre, sabe?

É muito fácil colocar uma mulher nessa posição.

É um "cala a boca" que tão acostumados a usar, enfiar o dedo na cara e falar:

"É doida. Terminei com minha ex porque é doida. Essa aqui é doida."

Aí, pronto, cala a voz dela e ela não tem o direito de falar e nem de se posicionar.

Não é assim que a banda toca. Nem sempre temos de engolir tanto sapo.

Tem uma hora que chega, porque às vezes a gente tem maturidade, paciência, saco,

mas tem uma hora que, porra, chega!

- É demais. - Bom, pessoal.

Vamos seguir, porque, além de escolherem o maior climão da temporada,

os fãs da Netflix, a nossa querida "Tropa dos Calanguinhos",

eles também votaram nas melhores participações especiais.

Aqueles parentes que brilharam, se destacaram, como nosso eterno Wandeco.

Então, vamos ver qual foi a participação especial mais votada.

- Oi! Olha, o pai que recebeu. - Olá!

Sogrão abriu a porta, aquele sorrisão no rosto dele, assim, ó…

Tão com a aliança de noivado já…

Juro que até senti o tempo passando em slow motion nessa hora.

Porque não tinha entrado nesse detalhe com meu pai.

Achei que, primeiro, eles iam se conhecer e depois que…

ia vir todo o processo de noivado…

Uai, ainda sou bem à moda antiga,

as pessoas têm que levar um tempo pra se conhecer.

Tô achando, assim, estranho, né?

[Camila] Olha… E aí, Van?

E esse encontro?

Nossa, até de assistir parece que eu fico tensa de novo.

Porque, enfim, né?

Eu venho de uma origem oriental, meu pai é filho de japoneses.

Meu pai tem toda uma questão de tradição. Então…

Assim, né?

Já chegar com um namoro rápido e já noiva, e já com data marcada de casamento,

foi um tanto tenso pra poder contar pra ele,

tanto que, na noite anterior, até liguei

e falei: "Pai, tá tudo bem. O senhor não precisa se preocupar."

Mas na hora que ele se virou e falou: "O que é isso? É uma aliança?"

Ali falei: "Meu Deus." Falei: "Não, vamos sentar pra conversar, comer."

Mas, assim, no decorrer do processo, ele realmente me surpreendeu.

Porque ele realmente acolheu a minha decisão, ali, frente…

frente à decisão de seguir num casamento.

E eu sei que, independente de qualquer decisão que eu tome,

meu pai tá sempre ali pra me apoiar.

E ele se emocionou, né?

Teve um momento de muita emoção que emocionou todo mundo.

Mas agora eu quero saber.

Será que o Sr. Monichi abriu algum sorrisão pro genro Leonardo?

Será que foi um sonho, Vanessa?

Tudo bem? Com quem eu tô falando?

Rodrigo. E eu? Com quem falo?

- Com a Vanessa. - Prazer, Leo.

O amor da sua vida, anota aí. Sou de Santos, litoral de São Paulo.

- Eu também sou de Santos! - Aí, olha só!

Sou do Guarujá.

Os meninos do litoral são os que mais me chamam atenção.

Sigo bem dividida.

Cada conversa fica mais difícil, porque somos muito parecidos.

Eu já tenho a minha decisão. Hoje vou seguir com outra escolha.

[expira]

[Vanessa] Leo, é você.

Vamos embora comigo, viver uma vida extraordinária ao meu lado?

Obrigada, senhor, que homem lindo! E largo.

De braços abertos pra receber a vida, sem medo de ser feliz.

- Você dormiu bem mesmo? - Quarto bem quente…

- Aí não, né? - Que homem bonito. Misericórdia!

Tu gosta?

Adoro.

- Olha o dado que achei nesta casa! - Menino!

- Nunca usei. - Na mão o dado, na outra, o terço.

O senhor me concede a mão da sua filha?

Com certeza! Se você fizer ela feliz…

- Muito obrigado. - É isso que espero, né?

Ai, eu tô vivendo um conto de fadas.

[Leo] Viemos fazer um ensaio fotográfico,

bem casalzinho romântico.

[mulher] Vanessa, você está disposta

a continuar essa história pelo resto da vida?

- Sim. - Leo, e você?

Sim.

O casal mais "safofo" da história do Casamento às Cegas!

E a gente quer saber, né, Vanessa, vocês ainda leem o Devocional juntos?

E também quero saber, o Brasil quer saber,

se já usaram o dado do Kama Sutra que o Leo achou na sua gaveta.

Mas, espera aí, antes de responder isso, acho que a gente tem que saber…

O que tá acontecendo? Foi tudo tão perfeito que a gente…

Eu não queria dar isso na mão dela. Não quero saber! Não quero saber!

[Klebber] Sem surpresas, hein?

- Tá. - Ai, meu Deus.

- É desse lado, né? - É.

A decisão é tua agora.

- Nosso casal "safofo". Preparada? - Com certeza.

Três, dois, um…

Segura aqui que esse quadro eu vou levar pra casa.

[Klebber] "Safofinhos"! "Safofinhos"!

- [Camila] Ai, gente, eu tinha certeza! - [Vanessa] Ficou lindo!

[Camila] Pode sentar com o seu quadro.

- [Camila] Leo, senta do lado da esposa. - [Klebber] Senta do lado dela.

[Leo] Vou falar o que eu trouxe pra ela.

[Klebber] Eu já sei o que é.

- [Vanessa] Gente! - [Klebber] Quer ver o que eu trouxe?

[Klebber] Eles vieram pra cá mais safados do que fofos, quer ver?

- [Leo] Calma. Não, é só jogar o dado. - [Klebber] Olha lá.

- [Camila] Vamos ver onde parou. - [Klebber] Mostra pra gente. O que deu?

[Leo] Achou que eu ia puxar uma aliança e pedir de novo? Calma! Já casei!

[Camila] Gente! Esse aqui é ousado, amor.

Olha! Dá um close aqui.

- [Klebber] Mais que ousado… - O que vão fazer após o programa.

- [Klebber] Mais que ousado, gostoso. - Sr. Monichi…

- [Leo] Não vê. - [Vanessa] Não vê essa parte.

Agora não é bom pra ti.

- [Vanessa] Mas o terço tá na mão. - [Leo] E o dado tá na outra.

- É o equilíbrio do casal, gente. - Esse dado não fica mais em casa.

E aí, como tá essa vida de casados? Onde estão morando, na casa de quem?

- Estamos morando na nossa casa, né? - Sim.

Ele…

Logo após o casamento, fomos até comemorar numa hamburgueria,

comemoramos com nossos amigos, depois fomos direto pra casa, realmente,

e dali seguimos, dia após dia,

porque o casamento é isso,

é um dia após o outro, não é só o "sim" ali no altar, né?

E no face to face, você disse que no reencontro ela estaria grávida.

- Eu tenho alguma notícia aqui, gente? - Parabéns!

- Não, agora, não. Ainda não! - Ainda… Ainda não!

- Deixa eu fazer uma fofoca aqui. - Essa quero saber.

Você ficou sabendo que eles receberam DM…

Ah, de uma amiga nossa!

…de ninguém mais, ninguém menos que Anitta?

- Meu Deus, Anitta! - Gente!

Aliás, a Anitta disse que queria um Casamento às Cegas só com vocês dois.

- A gente topa, hein? - Gente, olha a moral!

Como é que foi isso, essas DMs todas?

É…

"É", o quê?

- Achamos o primeiro atrito! - Será que não foi tão legal assim?

- Será que não foi tão legal assim? - [Leo] Não, eu postei…

o que ela postou no X, e aí ela falou

que voltou a acreditar um pouco no amor vendo a nossa história.

Tenho isso lá,

não vou tirar print pra mostrar porque não tem necessidade, mas é isso.

- Que sejam muito felizes! - Somos romantiquinhos.

- [Klebber] Mais um beijinho, vai! - [Camila] Mais um beijo! Isso!

[Camila] Agora a gente precisa voltar

pra aquela promessa do início do programa, que é o chá revelação…

- Não acredito que isso vai acontecer. - …de Patrick!

É agora que a internet quebra!

- Finalmente, então! - Chegou seu momento. Como você quiser.

- Levanta, domina. Faz o que você quiser. - A hora é sua.

Eu acho que agora, finalmente, eu posso tirar o chapéu,

porque, realmente, minhas inseguranças acabaram.

- Que bom! - Tô muito feliz.

Olha, vou dar uma voltinha aqui.

[participantes rindo]

E "vapo"!

[participantes rindo]

Finalmente agora posso ficar sem chapéu que eu já tava morrendo de calor.

Bom, muito obrigada a todos os casais e aqueles, agora, ex-casais,

que vieram aqui no nosso reencontro, que foi incrível,

nós esperamos que todos vocês sigam bem,

sigam felizes, sozinhos ou acompanhados,

quem sabe dando uma nova chance para o amor.

E obrigado a você aí de casa que participou votando,

que fez cada momento icônico ser ainda mais icônico,

comentando, postando nas redes sociais. Ah, e lembrando…

Pedaço de Mim, a nova série da "Netinha" já está disponível. Bora maratonar!

Beijo, muito obrigada!

- Beijos! Brigado, Brasil! Brigado! - [Camila] Brigada, gente.

[Klebber] Brigado, gente!

[Camila] Pode levantar, todo mundo.

[música-tema tocando]

[música-tema continua]

[música-tema continua]

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