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Sempre amamos o terror.
É apenas aquele horror, infelizmente,
nem sempre nos amamos.
- Zombie!!
- O que temos aqui?
Terror e vodu e toda a estranha magia negra
que o homem branco raramente vê.
- Estou saindo daqui agora!
Você pode ser o chefe lá.
Eu sou o chefe aqui.
- Sim! Isso é história.
- "O nome é Blacula!"
- Existe alguma imagem mais assustadora do que esta?
- Eu quero ouvir você gritar.
- É legal se ver na tela.
- Há algo tão poderoso em assustar alguém.
- Ó meu Deus.
Permita-me pelo menos um beijo.
- Eu estive esperando por você, garoto.
- Uh!
- Meu Deus.
- Sim, livre-se disso, filho.
- Não é lindo?
HORROR NOIRE A HISTÓRIA DO HORROR NEGRO
É louco.
Você me pegou neste subarba assustadora e confusa.
Vocês estão todos tão sérios?
Eu me sinto um polegar ferido aqui.
Lakeith. Oh sim.
Caminhando pela ...
Andando pela calçada à noite.
- Em um bairro suburbano. - Em um bairro suburbano.
- No celular sozinho.
- Sim Sim Sim.
- Merda! - Tudo isso.
- Eu estive lá. - Yeah, yeah.
- Foi a perfeita história de terror negro.
- Sim, sério.
- Nunca me senti tão mal
porque, para mim, havia muito em jogo neste filme
nisso ele vai entender direito,
não apenas na qualidade,
mas pela forma como entendemos os negros.
- Se houver muitos brancos,
Eu fico nervoso, sabe?
Quando eu descobri que eles iam me deixar
na verdade, diriji "Corra",
Eu sabia que algo grande estava para acontecer.
Eu pensei que havia uma chance de algo muito ruim acontecer,
que eu seria expulso da cidade, que, voce sabe,
Eu pensei que havia uma possibilidade de que as pessoas, você sabe,
não quero ver entretenimento sobre algo que ...
você sabe, tem sido tradicionalmente tratado
com uma certa reverência.
Mas eu também pensei, você sabe,
este é o filme que eu queria ver.
- Para ter um protagonista negro,
em primeiro lugar, apenas em um trailer de terror,
teve minha atenção.
"Huh? Espere, ele pode sobreviver a isso."
Ele pode não ser o negro mágico
ou o negro sacrificial ou o primeiro a morrer
e todos aqueles tropos, então é como,
“Esta é uma história através de uma lente preta de um artista negro
e é terror. "
Eu pensei que estava no céu.
Jordan Peele, "Corra".
Isso nunca tinha acontecido antes
ter um filme de terror negro indicado ao Oscar.
- E eu acho que realmente mostra
como filmes de terror podem realmente falar sobre as coisas
que estão nos afetando.
- História negra é terror negro.
- Antes de pensarmos em terror
como a conhecemos hoje, podemos voltar aos filmes
que talvez não estivesse em nosso radar como terror.
- Há um personagem, Gus.
Gus é um ator branco com cara de preto
que foi retratado como perseguindo
uma jovem branca.
Gus é essencialmente linchado pela Klan.
"O Nascimento de uma Nação" foi um filme de terror,
especialmente se você fosse uma pessoa negra.
A maioria das pessoas, nesse ponto,
estavam conhecendo como eram os afro-americanos
através daquele filme porque eles viviam em comunidades
onde eles não tinham afro-americanos.
Esta foi a única fonte de informação
e muitas pessoas ficaram com a impressão errada
de quem somos, certamente.
- É um dos primeiros filmes
para ser exibido na Casa Branca,
na Casa Branca de Woodrow Wilson.
Não ajudou que Woodrow Wilson disse,
"É exatamente assim que as coisas são."
- Oh, você sabe, quero dizer ...
Você sabe, ele contribuiu para o problema.
- Com o endosso do presidente,
parecia uma política.
Houve até anúncios e promoções
que disse que isso foi essencialmente baseado em uma história verdadeira
e era o mais próximo do fato que se poderia chegar.
- Ku Klux Klan
está sendo anunciado como a solução para a ameaça negra.
- Este é um filme que realmente se solidifica
que existe esse tipo de
luxúria negra estranha por parte dos homens negros
para as mulheres brancas.
Você vê isso uma e outra vez
em todo o gênero de terror,
de "King Kong" ...
... para "Candyman".
- Reinou como a imagem da vida negra
por tantos anos.
Hollywood poderia usar sua mensagem
para criar medo em torno dos negros,
especialmente o medo perto de homens negros.
- Estabelece a vida e a cultura negra
tão deficiente e tão desviante
e acho que vemos esse tipo de história
na formação de relações raciais até hoje.
- Dr. Clinton?
Cineastas neste período
realmente querem que os atores negros sejam
o que eles pensam quem é a negritude.
- Não morda dessa vez, Sra. Ioga.
Esses são os tipos de filmes
que serão lançados nos anos 20 e 30,
levando a Oscar Micheaux e Spencer Williams
meio que dizendo: "Basta".
Oscar Michaeux,
que foi um dos primeiros diretores afro-americanos,
quem gostaria, como muitas pessoas
fazendo hoje no mundo independente,
ele teria sua própria equipe de filmagem, ele reuniria seus atores,
ele escreveria um roteiro em torno dos atores.
- O que os filmes de Oscar Michaeux fazem
é dizer: "Não se envolva nesses comportamentos,
não se envolva nesses atos, "
que no final das contas poderia derrubar a corrida
ou manchar a reputação da raça.
Oscar Michauex está apresentando argumentos
que somos iguais e respeitados
e ser valorizados como seres humanos.
Filme de Spencer Williams
de 1940, "O Filho de Ingagi", é um caso interessante.
Sua gênese foi um pouco estranha
porque havia um filme chamado "Ingagi".
"Ingagi" foi um anterior
esforço de baixo orçamento por um diretor branco.
- Que basicamente pretendia
que os negros africanos estavam acasalando
com criaturas semelhantes a gorilas.
- Dizia "Ingagi"
que é uma história verdadeira e que este acasalamento
produziu bebês metade macacos, metade humanos.
A coisa toda é uma farsa.
- Até os brancos falavam: "Mas isso não é verdade, sabe."
O "Filho de Ingagi" é basicamente considerado
o primeiro filme de terror feito com negros.
A maquiagem não é boa,
e eles não tinham muito orçamento.
- Mas Spencer fez isso. - Fez, exatamente.
- E eu vejo isso até hoje como um testamento.
- É estrelado por uma mulher negra como cientista.
Ela tem um laboratório científico em seu porão
e há este homem-macaco que reside lá
que ela tem domesticado
e meio que ajudando este homem-macaco a prosperar.
- Se fizer o que penso que fará,
Eu fiz mais pela humanidade do que qualquer outra pessoa na Terra.
- Então, Spencer Williams na verdade
meio que colocou as primeiras mulheres
negras em um tipo de filme radical.
Você realmente consegue ver a classe média negra
em exibição completa.
Você está vendo um monte de negros
voltando de um casamento.
Não parece revolucionário, mas naquela época, em 1940,
quando você já viu negros apenas sendo eles mesmos?
Foi uma forma de mostrar que nem todos os negros
eram a maneira como eram retratados nos filmes
até aquele momento.
Portanto, temos um médico e um advogado,
todo mundo fala bem e, dessa forma,
foi uma fatia da vida negra que, para mim,
é um dos aspectos mais importantes desse filme.
- E se você sabe alguma coisa sobre televisão,
Spencer Williams parece familiar, certo?
Ele estrelou a comédia de situação para a televisão "Amos 'N Andy".
- Oh, Andy, eu adoro piadas!
- Então você vai gostar desta
porque comprei esta arma em uma loja de piadas.
- Então, o que é triste nisso
é que as pessoas sempre conhecerão Williams
a partir de "Amos 'N Andy",
mas o que Spencer Williams contribui
para a história do cinema é absolutamente incomparável.
Ele criou o que provavelmente pensamos é
o cinema negro moderno hoje.
Nessa época, Hollywood percebeu
aquele horror era um grande negócio,
especialmente durante a Grande Depressão.
Acho que as pessoas procuravam esse tipo de escapismo nos filmes
e ir ao cinema era enorme.
É aí que você obtém aqueles clássicos do Universal Studio como
"Os Assassinatos na Rua Morgue", "A Múmia", "Drácula",
"Frankenstein", "A Noiva de Frankenstein".
Eu amo todos esses filmes, mas claramente na década de 1930,
eles não eram realmente grandes em representação racial.
Nos anos 30 e 40
naqueles dias, voce sabe,
havia apenas alguns papéis para negros.
- Sim. - Era como um servo quieto
que é basicamente móveis, tribos como na África
ou sacerdotisas vodu, esse tipo de coisa.
- Hmm ... No teatro. - Foi como...
- Era como o bufão cômico
que estava com medo de sua própria sombra.
- Ex-Mulan. - Sim.
- Foi o último ator a interpretar esse tipo de personagem
e isso apesar do bebê,
e depois disso, eu apenas diria que eles
estavam prontos para seguir em frente.
Estamos entrando neste período
do tipo da era científica ou atômica.
Não há muito espaço para servos,
então em laboratórios,
não há realmente lugar para negros nesse espaço.
Nos anos 50 e 60,
nenhum estúdio queria colocar um cientista negro ali.
Aquele era um lugar onde eles sentiam que negros não eram permitidos,
tão parecido com as figuras escondidas
como era difícil para os negros
para entrar na corrida espacial e esse tipo de coisas,
então tem outro motivo, eu acho que os negros
praticamente desapareceriaM durante o todo, você sabe,
uma ou duas décadas.
- Em todos aqueles filmes clássicos de alienígenas ...
como "O Dia em que a Terra Parou"
e todas essas outros, não há negros
mas o "outro" é essa coisa de monstro
que eu acho que deveria representar todas as pessoas
que não são brancos.
"Monstro da Lagoa Negra"
se parece muito com aqueles anúncios
dos anos 20 e 30 e 40.
Os lábios protuberantes se parecem com aqueles anúncios horríveis
para Nigger Head Shrimp.
- É como se primeiro não estivéssemos nele,
nós éramos interpretados por brancos ...
- Sim. - Então estávamos nele
mas parecíamos alienígenas.
Então aqui estou, esta menina de 10 anos,
em um cinema drive-in com minha mãe,
mas mesmo assim, eu sabia que havia algo
aquele horror estava me falando sobre negritude, sobre raça.
Eu sabia que King Kong era uma metáfora para a escuridão.
- Mesmo quando criança, havia algo
desconfortável com isso.
- Monstros e alienígenas
são substitutos para os negros
mas não estamos realmente presentes na história.
- Mas então há este momento ...
"A Noite dos Mortos-Vivos".
- É 1968 e isso é importante.
Eu não me assusto facilmente.
Acho que a "Noite dos Mortos-Vivos" me deu pesadelos.
- Foi um filme assustador, assustador,
e o preto e branco disso ...
... desempenham um papel tão importante no que o torna assustador.
Todas as agências de aplicação da lei e militares
foram organizados para pesquisar e destruir
os mortos vivos saqueadores.
Há um apocalipse zumbi
e nós temos um pequeno grupo de pessoas
que convergem para uma cabana para sobreviver.
- Tem um protagonista negro que e Duane Jones.
- Você pode ser o chefe lá.
Eu sou o chefe aqui.
- Ele está no comando.
- Se ficar aqui, receba ordens minhas!
- Você nunca pode dizer se a mulher branca
quem Duane Jones está essencialmente salvando
fica mais assustada com o fato de haver zumbis do lado de fora
ou o fato de haver um homem negro na casa.
- Eu provavelmente era muito jovem para ver isso
mas fiquei absolutamente fascinada com o fato
que este é um belo e bonito homem negro.
Essa foi a primeira vez que provavelmente vi alguém negro
em um filme, e eles não eram criminosos,
e eles não eram gângsteres e eram os heróis.
- Naquela época, não havia um personagem negro
que era realmente um homem,
quem foi, novamente, quem assumiu o controle de seu destino.
Que não estava esperando que o homem branco o salvasse.
O desempenho de Duane Jones se destacou para mim.
Nesse ponto, eu sabia que queria ser ator
e eu disse: "Tudo bem, eu não vou ter medo".
- Ele está batendo na cabeça dos brancos.
Ele está matando zumbi branco atrás de zumbi branco
atrás de zumbi branco.
Isso devia ser horrível para os racistas.
- Os anos 60 foram uma época turbulenta, sabe.
Tivemos assassinatos após assassinatos.
Tivemos tumulto após tumulto.
- Movimento dos direitos civis e todos esses movimentos
estávamos combinando e estávamos produzindo esses homens
que estavam se levantando e dizendo: "Não aqui.
De novo não. Eu não."
Ao mesmo tempo, ele vem e faz esse filme
e esse é o personagem, esse é o homem,
esse é o homem que vi.
"A Noite dos Mortos Vivos" foi tão importante
porque, pela primeira vez, não somos apenas as vítimas.
Nós éramos os destruidores e os protetores
para outras pessoas contra monstros,
Este é um bom ponto.
Anos depois, conheci George Romero.
Eu perguntei a ele, eu disse, "Por que Duane?"
e ele disse: "O papel nem foi escrito,
não estava escrito em preto.
Duane acabou de ser o melhor ator
para aparecer naquele dia. "
É como nos anos 60
quando as pessoas estão sendo lavadas, as pessoas em ocupações
e coisas assim. - Era Jim Crow.
- Exatamente. - Sim.
- Isso me surpreendeu
este era um cara negro que estava fazendo tudo isso,
assumindo o comando, ele era o herói,
mesmo que não tenha resultado para ele no final.
- Tudo bem então, acerte-o na cabeça,
bem entre os olhos.
Eu posso me lembrar de ter visto isso
e não ser capaz de me mover.
- Ok, ele está morto. Vamos buscá-lo.
Esse é outro para o fogo.
Ele é morto pela multidão branca
que deve se parecer muito com mobs brancos
que estavam vagando por todo o Sul,
ameaçando negros e aterrorizando negros.
Você vê linchamentos.
Você pensa em Emmett Till e isso é demais.
E então você fica sentado lá,
"Meu Deus. Isso simplesmente aconteceu?"
George Romero conta a história de colocar as latas de filme
no porta-malas de seu carro, dirigindo para Nova York,
e eles ouvem.
Eles ouvem no rádio.
O reverendo Dr. Martin King, Jr.
foi morto pela bala de um assassino
hoje à noite em Memphis, Tennessee.
- E eu não posso imaginar
o que acontece naquele carro, como é essa sensação,
o esmagamento, o golpe, o naufrágio,
e eu quero acreditar que eles sabem o que têm.
"A Noite dos Mortos Vivos" torna-se o que é
exatamente por causa do que está acontecendo neste país
enquanto ele está filmando.
- Acho que a tensão da época
e a turbulência que estava acontecendo na sociedade
e o drama político alimentado nas pessoas
de repente tendo uma necessidade de se ver na tela
e isso deu origem ao período de Blaxploitation.
- Chamamos filme dos anos 1970
"Blacksploitation" e é realmente uma mala de viagem
para "preto" e "exploração".
Os negros estão na tela grande.
O público negro está realmente feliz com a inclusão
mas as representações às vezes simplesmente não estão certas.
Passamos de empregadas a cafetões e cafetões.
Naquela época, não usávamos essa palavra
perfil... - Não, não.
- Mas nosso perfil foi horrivelmente definido.
Eu gosto de usar chapéus e comprei um novo para mim
e um garoto branco grita comigo: "Ei, cafetão!" você sabe,
e eu acho que ele está pensando
que ele pensa que me elogiou.
Os chapéus grandes e golas
e eram imagens perpetradas por brancos
que exploraram essas imagens para seu próprio benefício.
Sam Arkoff era proprietário da American International Pictures, AIP,
eles foram os grandes produtores de filmes
que caiu no período de Blacksploitation.
Existem estúdios que entram
sobre a mania de Blacksploitation.
E o modelo de negócios da AIP era: "Não vamos liderar.
Vamos olhar, ver o que está acontecendo lá,
o que pode ser popular,
e então vamos voltar para o lado posterior deste
e produzir mais. "
O modelo de orçamento deles era estritamente com fins lucrativos,
investindo o mínimo que podiam
e esperando que algo travasse.
Em alguns casos, seus filmes passariam apenas em algumas telas,
frequentemente em bairros negros, investimento muito baixo,
qualidade muito baixa.
- Na época, eu era astuto o suficiente
para consultar o orçamento do AIP,
mas eles não estavam ganhando nenhum dinheiro.
Quero dizer, o boato era que eles estavam em águas profundas,
e então "Blacula" rendeu muito dinheiro para eles.
- O nome é Blacula!
Estrelado por William Marshall,
um ator negro,
dirigido por William Crain, um diretor negro.
E então é aqui que você vê
quão experientes diretores e atores negros
pode ter um impacto extraordinário em um filme.
- Eles queriam fazer "Conde Brown está na cidade".
"Conde Brown está na cidade"? Mesmo?
Sim.
Foi realmente ... Sim. - "Conde Brown está na cidade"?
- Então, decidimos que íamos fazer outra coisa.
Eu não era a pessoa favorita lá para eles ...
- Não, claro que não. - ... porque tínham
outra coisa em mente.
- O filme abre com ele com sua rainha
tentando discutir com o Conde Drácula
para como acabar com o comércio transatlântico de escravos.
- Cessar totalmente o tráfico de escravos?
Quando é a última vez
o público negro tinha se visto
expresso visualmente em 1700 como erudito e inteligente
e segurando a corte e tentando discutir assuntos mundiais?
- A escravidão tem mérito, eu acredito.
- Mérito? Você encontra "mérito" na barbárie?
- Mas foi uma grande coisa! - Foi um grande negócio.
Eu só me lembro quando saí da escola
todos dizem Drácula Negro.
- Vampiros, eu acho que eles são possivelmente
o mais fascinante de todos.
- É tudo que me lembro.
"O quê? Um Drácula preto?"
E deu a sensação de algo que nem consigo explicar.
Eu queria ser ator. Algo se abriu
porque eu acho que isso me afetou de certa forma
que provavelmente eu nem entendo.
- Eu ainda estava no ensino médio
e eu sonhava em ser o primeiro Drácula negro.
- Mas quando William Marshall, que o lançou,
Eu fiquei tipo, "Quem poderia ficar bravo com isso?"
Quero dizer, era - porque ele era ...
Eu amei William Marshall.
- Quando eu era criança,
os vampiros e os Drácula que estavam acontecendo
eram esses caras brancos metrossexuais realmente macios
que realmente não tinha energia para eles para mim,
e então, Blacula.
Ok, então ele é esse homem gostoso, gostoso de chocolate, escuro e sexy
e assim foi mais ou menos,
era uma coisa realmente confusa quando criança
porque eu fico tipo, "Meu Deus, estou com medo!
Mas estou animada. Mas estou com medo.
Mas estou interessada. Acho que queria beijá-lo. "
E eu não tinha realmente experimentado
isso com um "vilão" antes,
então eu diria que Blacula me assustou pra caralho.
- Eu estava orgulhoso que um homem negro
estava chutando algumas bundas. - Estava comendo gente.
- Chutando bunda, sim. - Oi, o que você quer?
- Make é um Bloody Mary.
- Ele estava tomando um Bloody Mary!
Eu encontrei muita resistência tangível
e talvez até ressentimento tangível ...
- Racismo? - Sim. Bem, para o racismo,
Quero dizer, ninguém ... - Porque tenho certeza que sua tripulação
era predominantemente branca.
- Todo mundo era branco. - Certo.
- No momento, não me lembro
qualquer outra pessoa negra que estava naquele set.
Havia uma espécie de ressentimento
por parte de muitos produtores
que não queria que nossas vozes soassem ressonantemente sobre
criar um novo tipo de gênero.
Lembre-se da cena do clube noturno?
E os 150 atores daquela cena de clube, certo?
- Certo, certo, certo.
- E então, havia uma mistura de branco e preto.
Certo. Bonito.
Realmente funcionou.
E assim que a música deveria começar,
crianças deveriam estar dançando e eu assisti ao AD,
o diretor assistente, ele tinha os casais negros
e ele tinha casais brancos, então eu tinha esse ...
- Ele não misturou tudo? - Não, ele não fez. Ele não fez isso.
Eles não tinham luvas para jogar, mas eu disse:
"Espere, não vamos fazer isso.
Isso é o que você vai fazer.
Você vai misturar essas pessoas. "
E isso foi até Sam Arkoff.
- Ele tem alguma resistência
mas sua resistência ajudou até mesmo os superiores
fazendo este filme entender que ele estava fazendo
algo realmente substancial e significativo.
Isso torna o filme tão memorável e impactante até hoje.
Estamos sentados nesta maravilhosa
velha delegacia de polícia, e eu vi essa longa distância
de cerca de pelo menos 20 jardas,
e então eu perguntei a eles
para uma câmera de alta velocidade. - OK.
- O que seria uma câmera lenta.
- Certo. OK.
- Eles não queriam fazer isso. Eles não iam entender.
Isso durou pelo menos uma semana.
- Certo. - E então, eu estava esperando
para esta câmera aparecer.
Nunca apareceu.
Na manhã em que nos preparamos para isso,
esta van extra chega ...
- E eles deram para você? - E esses caras saem
com esta câmera de alta velocidade e câmera lenta.
- OK.
- Eles decidiram dar para mim.
- Aposto que sim depois de começarem a ver
aqueles diários, certo?
- As pessoas ainda estão falando sobre aquele cena.
E isso criou uma espécie de mudança cultural
e ter essa consciência de dizer: "Eu também"
e depois voltar com "Grite, Blácula, Grite ",
O primeiro papel de Pam Grier e Richard Lawson.
"Grite, Blácula, Grite "
Fiz com William Marshall, Pam Grier, Don Mitchell,
e uma série de outros maravilhosos atores negros.
Sou fã de Pam Grier.
Ela acaba se tornando a protagonista do filme
o que para mim é divertido porque, na minha opinião,
é uma das únicas vezes que a deixam agir,
como se ela realmente tivesse que ser uma pessoa real
e não um símbolo sexual.
- Fique longe de mim! Quem é Você?
- É aí que você começa a ver as mulheres realmente surgirem.
As mulheres agora estão começando a ocupar o centro do palco.
- Que tal isso?
- Ela tem que usar sua mente. - Mudou seu guarda-roupa,
ela usou sua mente,
claro que ela salva os dois caras
no fim. - Sim.
E ela é como uma historiadora da antiguidade negra,
você sabe ... - Exatamente.
Toda essa diáspora.
- Nos filmes de terror branco,
o vodu é sempre como a força do mal.
- Sim. - E o vilão.
Mas em "Grite, Blácula, Grite"
era como a força do bem, era meio que ...
- Exatamente. - Eles confiaram nisso
para conquistar sua maldição basicamente.
Eles o estavam usando para remover sua maldição.
A cruz dos horrores da história vodu
é explicitamente um sinal para os negros.
Todos os negros conhecem o vodu!
E é muito útil se eles estão na Louisiana.
- Como você mata alguém com vodu?
- Você costuma ver mulheres negras
associado ao vodu na tela.
Normalmente, vimos mulheres negras serem sacerdotisas vodu
e coisas dessa natureza, e sempre as use para má vontade.
- A vai rosnar e vai chover chuva.
- As mulheres negras eram muito centradas
tão assustadoras porque eles exerciam o poder.
"Abby", o filme da era blacksploitation, é um ótimo exemplo
de ambos medo das mulheres negras em geral
mas o medo da sexualidade das mulheres negras em particular.
Você é meu agora! Meu!
- Abby. - Essa é a Abby.
Isso me assustou muito quando eu era criança
porque ela era bonita, mas depois ela enlouqueceu.
- Sim.
- O que você acha dos meus poderes agora?
- Mulheres negras, é claro, sempre foram retratadas
como altamente sexualizadas.
Isso é definitivamente algo que veio à tona com Abby.
Por um lado, você poderia dizer que ela meio estava
resistindo ao seu papel definido como uma espécie de esposa da igreja,
sendo possuído por um demônio sexual
que basicamente ataca os homens através do sexo.
É um filme bobo,
mas o que não é bobo nisso é que aponta para esse medo
de mulheres negras e feminilidade negra.
- Existe este, eu acho,
tipo de filme legal. É chamado de "Os Zumbis de Sugar Hill ".
- A comunidade de Sugar está sob cerco
por alguns gangsters brancos corruptos.
Ela conjurou este deus vodu
para se vingar desses gangsters
quem matou o namorado dela.
- Eu quero o poder de destruir meus inimigos.
Foi um dos primeiros filmes
onde uma mulher negra era a liderança.
- Lembre de mim?
- Ela tinha feito suas próprias determinações,
não foi suprimida pelos homens e pelo sistema.
Ela era inteligente, poderosa, ela era sexy,
ela era inteligente e obstinada.
- Mostra-nos o grande homem que és.
Esta é uma narrativa
isso não é totalmente isento de problemas.
Isso ressuscita essas primeiras noções de homens negros
Desejando mulheres brancas.
- E assim, para o público feminino assistir
esses filmes na tela grande,
certamente veio com um pouco de conflito.
- Então, a era da Blaxploitation
provavelmente recebe marcas confusas em termos de, você sabe,
no geral, como a vida negra estava sendo retratada,
mas você pode ver até mesmo nesses filmes de terror
que há um esforço para fazer mais.
- Um filme dos anos 70
que é misturado com blacksploitation
é "Ganja & Hess".
É muito legal e é de um diretor negro.
Bill Gunn é seu nome.
- Bill Gunn é um cara
sobre quem muitas pessoas não sabem
porque ele era um dramaturgo, um roteirista.
Ele escreveu o roteiro de um filme chamado "Amor sem Barreiras"
que Hal Ashby fez.
Bill Gunn participou de episódios de "A Quinta Dimensão",
"O Agente da U.N.C.L.E.", você sabe,
eles só queriam que ele fizesse
um filme de terror. - Certo.
- Você sabe, com negros nele.
E a história é que ele apenas,
Acho que os produtores estavam fora da cidade ou algo assim,
e ele levou todo o elenco e equipe
até algum lugar em Nova York e reescreveu e filmou.
- Uau. - Você sabe, para falar sobre
a história do sangue, a história do sangue africano,
e como é transmitido aos ancestrais.
- Este é um filme sobre um estudioso muito erudito
que luta contra o vício,
então ele está usando sangue como uma metáfora do vício
que é algo que falou com este diretor
e em sua mente, tenho certeza que falou com sua comunidade.
- Ele foi recentemente transformado em um vampiro
e ele se apaixona por essa mulher
e ele meio que tem que decidir se a transforma
e esse tipo de coisa.
E é muito lento e meditativo.
Ao longo do filme, Hess,
não importa o quão rico ele seja, não importa o quão educado ele seja,
ainda tem muito medo da polícia.
- Não há como você saber disso
mas eu sou o único de cor no bloco, você vê,
e se outro homem negro chegar à praia por aqui,
você pode acreditar
as autoridades vão me arrastar para interrogatório.
- A polícia ainda é uma ameaça
até mesmo para este homem negro muito rico e bem-educado.
- Foi como uma ovação de pé
no Festival de Cinema de Cannes. - Sim.
- Passou em Cannes e ganhou muitos prêmios lá.
Quando chegou à América, nem tanto.
- Hollywood odeia este filme
porque não se parece com nada
com os filmes de Blaxploitation desse período.
Francamente, é um pouco inteligente.
É um pouco estilístico demais.
Os personagens são realmente desenvolvidos e realizados demais.
Eles queriam algo mais bruto.
- Eles recortaram. antes dos anos, voce sabe,
Eu costumava ir a algumas locadoras de vídeo e foi refeito como um filme
chamado "Casal de Sangue".
Por muito tempo,
era uma espécie de submundo
onde a verdadeira versão do filme
estava no Museu de Arte Moderna de Nova York.
- Foi um filme do qual ouvi falar durante anos
antes de finalmente ver.
- Hmm-mm.
- Na verdade, Bill Gunn, quando eu estava no Howard, veio.
Ele não veio com uma cópia do filme.
- Você só veio saber sobre isso?
- Sim, porque a única impressão estava disponível,
a única impressão existente estava no Museu de Arte Moderna.
Ele era um filme interessante,
e "Ganja & Hess" foi sua chance
para elevar uma história de vampiro a algo mais significativo.
"Ganja e Hess"
como este lindo filme artístico
mas não foi o único filme naquela época
que estava fazendo essas declarações gerais
sobre o que estava acontecendo na sociedade.
Há muitos filmes de terror blacksploitation
do tipo de lidar com o tipo de experiencia involuntária
e não parece uma coincidência.
O Experimento Tuskeegee foi este experiencia médico
que durou 40 anos.
Esses testes foram feitos em homens do Sul no Sul,
alguns tinham sífilis, outros não,
mas todos pensaram que estavam sendo tratados
pelo que foi chamado de "sangue ruim".
Eles receberam a promessa de saúde gratuita, refeições gratuitas,
sepultamento gratuito, mas nem foram tratados.
Eles estavam praticamente sendo testados
para ver os efeitos da sífilis ao longo da vida.
Alguns desses homens perderam suas vidas
sem saber o que eles estavam consentindo totalmente,
e houve uma grande investigação
e ela foi interrompida no início da década de 1970.
- Você quer me usar para algum tipo de cobaia humana, é isso?
"O Monstro sem Alma",
"Blackenstein",
aqueles são filmes sem brilho em qualidade
e talvez até uma história, mas eles estão centrados em torno
experiencia médica em homens negros.
E então, você não pode deixar de notar
essas duas coisas se juntando e meio que convergindo.
- Esta pode ser uma boa chance de experimentar aquele soro.
- Não, você não pode testar esse soro em um humano.
Isso não está certo.
Desde que os negros foram trazidos aqui
durante a escravidão, éramos tratados como ratos de laboratório
e para vários e diferentes fins médicos,
eles nos trataram como desumanos, como éramos vistos,
e então, você vê muito disso até hoje
com filmes como "Corra".
- Por que nós, hein?
Por que negros?
Também "Melanie: A Última Esperança"
e até mesmo "A Primeira Noite de Crime".
- Se você decidir participar ativamente,
vamos implantar um dispositivo de rastreamento.
Depois disso, você estará pronto, como dizem, para expurgar.
- Tão ruim quanto
alguns desses filmes de Blaxploitation foram,
eles simplesmente pioraram.
- "Blackenstein" é tão ruim,
literalmente, você não pode ver o filme.
Quero dizer, você é como,
eles colocaram propositalmente nas sombras
ou apenas completamente no escuro?
Além disso,
grupos de direitos civis estavam protestando contra esses filmes
e dizendo que eles não são bons para a cultura negra,
eles não são bons para representações dos negros.
- Podemos não ter gostado necessariamente do que vimos.
- Foi estereotipado,
mas essas portas começaram a se abrir lentamente.
Portanto, como todas as coisas na vida,
existe uma espada de dois gumes.
- Estamos finalmente vendo vários filmes
onde os negros estão na tela grande.
E então, você pensa: "Ok,
o impulso vai continuar
e talvez nos anos 80,
vamos obter essas representações certas. "
Acontece exatamente o contrário.
- Eu sempre soube que se houvesse algum negro
no filme de terror, eles serão os primeiros a morrer.
Lembro-me de uma das primeiras coisas que fiz
foi quando eu peguei o roteiro
foi contar o número de páginas antes de morrer.
- Se não morrermos nos primeiros 15 minutos,
certamente estamos mortos nos últimos 30 minutos.
- É como o fenômeno da camisa vermelha
em "Star Trek".
Você sabe que não pode matar Spock, você não pode matar McCoy,
você não pode matar o capitão Kirk ou Uhura,
então este pobre membro da tripulação com a camisa vermelha
é aquele que vai morrer.
E eu acho que é muito
onde os negros ficaram parados no horror por um tempo.
Tornou-se uma piada sobre primeiro morrer
que havia esse tipo de ironia
referências a ele.
Pegue um.
- Pegou um? - Sim, pegue um
e coloque no balde.
- Eu vi esse filme. O cara negro morre primeiro.
Você o pega.
- Então vamos falar de negros
sempre morre primeiro em filmes de terror.
Não é totalmente verdade.
- Bem, em "Alien", Yaphet é na verdade
o último homem a morrer, sabe? - Isso é verdade. Ele é.
Sim, ele consegue escapar.
- Sai da sala!
- Às vezes eles morrem primeiro.
- Mas eu quero dissipar um pouco esse mito.
Muitas vezes acontece.
- Mas então, ao mesmo tempo,
nem sempre pode acontecer porque os negros
desempenham um papel particular em filmes de terror.
Por exemplo, se você tem um horrível, grande,
tipo de monstro fodão, como você evidencia
que aquela criatura é tão má quanto pode ser?
Você precisa de um negro.
- Sou o sargento Buford Brown, mas meus companheiros me chamam de Buba.
- Se o monstro vencer aquele cara,
então aquele monstro deve ser um verdadeiro fodão.
- Você acredita em alguma dessas besteiras de vodu, Blair?
- Bem, voce sabe, meu primeiro,
meu primeiro filme foi "O Enigma do Outro Mundo".
- Sim! Sim Sim. - Eu vivi até o fim.
Eu sobrevivi. - Sim.
No meu próximo filme, eu morri, mas não até o fim.
- Suas funções são tokens,
e assim, eles aparecem como ajudantes,
personagens incidentais.
- O que seria ótimo
exceto que muitas vezes, eles não existem
por qualquer outro motivo no filme.
Eles não têm desejos, necessidades próprias,
a única preocupação deles
é o bem-estar dos protagonistas brancos,
e é aí que se torna problemático.
- Eu olhei para ele como se eu fosse o negro escolhido
para o filme. - Eu sei, isso mesmo.
- Eu não olhei para ele de forma negativa.
Eu olhei para ele como se tivesse sido escolhido.
- Eu também não olhei para ele de forma negativa,
porque eu estava recebendo um cheque. - Absolutamente.
Todos que disseram alguma coisa sobre isso,
Estou em "Sexta-Feira 13", você não,
então eu não olhei assim.
Mas foi realmente bom ser negro
e, em qualquer filme, nos anos 80,
não muito menos um filme de terror, mas qualquer filme.
- Eu estava tipo, "Ei, estamos neste filme!"
Estamos morrendo primeiro.
- Ou estamos nos sacrificando.
Ou somos apenas um ajudante ou apenas atrevidos.
- Dan está mantendo você acordada de novo?
Garota, você tem que colocar uma fechadura na janela.
- Ou não vamos aparecer depois do primeiro ato ou algo assim.
Mas nós estamos nisso. Nós estamos nisso!
É uma validação poderosa da sua existência
e eu acho que é realmente difícil para muitos brancos
até imaginar como seria
se você estivesse cercado de entretenimento
não era nada além de negros, certo?
- Entrei no set e li o roteiro,
e havia várias coisinhas raciais ali.
- Eu te vejo!
Homem chocolate.
- E então, eu, você sabe, eu disse,
"Ok, você sabe, eu vou ficar sozinho nisso."
- Assustador, não é?
- Quando eu estava fazendo "Jovens Bruxas",
Eu definitivamente estava muito nervosa
sobre como retratar esse personagem.
Como se Bonnie tivesse queimaduras, ou qual é o nome dela?
Sarah! cicatrizes.
E a outra é pobre e muito zangado
e provavelmente bipolar, certo?
Então, quando fiz o primeiro teste,
Eu tive um grande monólogo sobre ser anoréxica
e então eu acho que quando eles decidiram me escalar,
isso é quando eles fizeram a corrida o problema dela,
mas para mim, eu estava tipo, "Eu não tenho nenhum problema."
Eu não achei que fosse um problema grande o suficiente
para ela ter.
Embora, em retrospecto, eu realmente achei fantástico
que eles tinham porque esse é o tipo de racismo,
se foi sutil ou grande, que eu passei,
Tenho certeza que você passou, e todos passaram,
mas não é interessante que eu fui capaz de
compartimentá-lo e ser como, "O quê?
Ela não tem um problema ", porque está tão enraizado em mim
que é uma parte de mim que vou entrar em uma loja
e alguem vai ser horrivel comigo
ou alguém branco vai dizer algo terrível.
- Por que está fazendo isso comigo, Laura?
- Porque eu não gosto de negróides.
- Até hoje, as pessoas vêm até mim
e me diga o quanto isso significava.
Eu estava saindo de um trem, esta menina estava entrando
e ela iria,
"Vo ... vo .. você estava no filme Jovens Bruxas!"
E eu percebi: "Oh! Oh, oh!"
Eu nem estava pensando que agora estou em um filme,
para que essas meninas não tenham que passar pelo que eu passei
que foi, você sabe, assistir "A Garota de Rosa Shocking"
e dizendo: "Não há ninguém que se pareça comigo,
ou age como eu, ou soa como eu. "
Eu vou ser isso para essas meninas.
- Eu bebo com minhas irmãs
e peço a habilidade de não odiar aqueles que me odeiam,
especialmente idiotas racistas de merda loira descolorida
como Laura Lizzie.
- Eu acho que o que Rochelle fez foi nos dar ...
ela nos deu uma maneira de falar sobre nossas próprias experiências
e ficar confortável com elas
porque muitos de nós estávamos em espaços de brancos.
- Eu vivo em um mundo branco.
Quero dizer, na maioria das vezes,
todos que estão por perto são brancos.
Muitas vezes, quando você está vivendo no mundo,
então você não pensa nisso como "Oh, sou um símbolo",
ou algo parecido.
Você está apenas pensando: "Oh, finalmente consegui uma posição neste
e vai me trazer outras posições, "
então acho que você pensa positivamente
sobre o que está fazendo.
Realmente não importava para mim
porque estávamos trabalhando.
Fiquei tão feliz por ter recebido um cheque, mas, no set,
era absoluto ... Eu era o único negro ali.
E eu acho que as minorias em todo o mundo
sentiu que Kincaid era seu herói.
Vamos chutar o traseiro do filho da puta
em toda a terra dos sonhos.
Cada script que eu li
e o protagonista,
essa foi a minha parte!
Essa é a parte que eu deveria ter desempenhado!
Mas eu entendi onde estava.
Não houve ressentimento.
Foi como, "No devido tempo."
- Talvez a quinta-essência,
embora me dói dizer, personagem simbólico,
é Scatman Crothers em "O Iluminado".
- Não tem problema, Sr. Urban,
Eu estava chegando ao sorvete.
- Dói-me dizer isso porque ele é um artista fantástico.
O personagem interpretado por Scatman Crothers
quem é vidente no livro sobrevive, mas no filme,
para criar um perigo para os personagens importantes,
significando a criança e a esposa,
Scatman Crothers levou um machado no peito
no minuto em que o irmão entrou pela porta.
- Sempre me incomodou porque eu estava sempre pensando,
"Oh, se ele está brilhando, como é que
ele não viu isso chegando? " - Ele deveria ter visto.
- Ele deveria ter se esquivado daquele machado.
- Na época, quero dizer,
Eu pensei que era uma escolha incomum
porque eu sabia que não tinha acontecido dessa forma no romance.
Eu não entendi que estava vendo um metáfora chamada
o negro sacrificial.
- O negro sacrificial
é apenas o personagem que literalmente gosta
de se colocar diante do perigo
e morre para que o personagem branco sobreviva.
- No primeiro "Annabelle",
pobre Alfre Woodard não tem investimento no filme
além de ajudar os personagens brancos ...
- Não! -
E eu disse, "Isso é um pouco retrô",
porque você não vê mais isso.
- Era literalmente Alfre Woodard dizendo,
"Oh, eu vivi minha vida inteira só para te salvar."
E é como,
"Oh, meu Deus, isso me deixou louca!"
- Eu superei isso.
Eu vi isso em quase todos os filmes
Eu cresci como uma criança onde, você sabe,
a figura da mãe negra dessexualizada
dá a vida para que a garotinha branca viva.
Isso é nobre, eu acho, mas eu sinto que,
Por que nem todo mundo pode viver? Ou todo mundo morre?
- Eu acho que realmente remonta
para aquela era do "Nascimento de uma Nação"
onde você tem a metáfora do servo fiel.
Essa metáfora do servo fiel é uma imagem realmente importante
para muitas corridas, porque os mostra
que a escravidão e Jim Crow não eram tão ruins!
Às vezes, esses personagens secundários
vão ter que morrer porque se não o fizerem,
o público não vai acreditar que
algo assustador está para acontecer aos personagens reais
que não são os personagens negros,
que é o que eu acho que dá origem a esta outra
metáfora horrível que é o negro mágico.
- Molly, você está em perigo, garota.
- Eles têm super sabedoria
isso ajuda a que esses personagens brancos prosperem.
- É uma daquelas caixas que os negros colocam,
o tipo de coisa do tio Remus,
onde de alguma forma recebemos alguma sabedoria mística.
- Alex, mostra a partida do seu amigo
que a morte tem um novo design para todos vocês.
- Então você tem o outro lado de uma moeda terrível
que é invisibilidade.
- Eu me lembro de quando era mais jovem ...
- Sim. - Por volta dessa idade,
como da 7ª à 8ª série e gostava de descobrir filmes de terror
tipo, "Quer saber, eu não vou morrer
porque eu nem estou nisso. "-
É como todos os meus amigos na festa do pijama
deveria estar com medo porque eles são todos brancos
e ninguém vem atrás do homem que se parece comigo!
- Ninguém vem atrás de nós. Exatamente.
- Porque eu nem estou nisso!
É a era reagan
e os negros se tornam o rosto
do que está derrubando este país.
A nação é levada a acreditar
que seus bons e difíceis dólares de impostos
estão sendo colocados nessas jovens
que estão tendo bebês e recebendo cheques da previdência
e é uma mensagem de propaganda
isso realmente encoraja a nação
dar as costas aos programas sociais.
Os negros se tornam monstruosos de uma forma real na política.
Horton fugiu, sequestrou um jovem casal,
esfaquou o homem e estuprou repetidamente sua namorada.
- Na tela grande então,
o que é encorajado é aquele urbano branco e fugaz.
"A Hora do Pesadelo", "Horror em Amityville",
"Halloween", todos nos empurraram para fora
para o subúrbio, longe do urbano,
e então temos que imaginar novos monstros.
- Faça um filme como "Poltergeist",
"Nossas casas são construídas em cemitérios indígenas
e de alguma forma está se irradiando e nos afetando de maneiras terríveis
não porque somos inerentemente maus
mas porque negros e pardos
ainda eram a fonte do mal. "
- Um filme de terror com muitos rostos negros
que se destaca na década de 1980 é
"A Maldição dos Mortos Vivos", dirigido por Wes Craven,
e Wes Craven, eu diria, foi um desses cineastas
que realmente tentou ser inclusivo em seus filmes.
Ele também fez "Um Vampiro no Brooklyn"
e ele fez "As Criaturas atrás das Paredes".
"As Criaturas atrás das Paredes"
você tem um jovem garoto negro
liderando um filme importante para a Universal.
Estava à frente de seu tempo.
- Eu me lembro de ter visto no VHS e fiquei tipo,
“Este filme tem um ator infantil negro como protagonista?
O que está acontecendo aqui?"
- Eu não quero te matar
mas eu vou porque eu não gosto muito de você, de qualquer maneira.
- Uma das coisas que o filme realmente captura é,
você sabe, o medo dos negros de espaços em branco, você sabe,
essa coisa que estamos falando.
E este espaço em branco específico, você sabe, isso é estereotipado
mas como, você sabe, essa ideia de sadomasoquismo
e couro como merda psicossexual,
como essa coisa de tortura.
Parecia tudo muito branco, sabe?
- Não há comunidade aqui.
Tudo o que vejo são dois n ...
Então sua vadia. O que vai ser.
- O que você vai fazer?
Atirar em todos nós?
- Eles tinham Roach lá,
nas paredes, como uma vítima, e que, eu acho,
foi o mais poderoso
e a parte aterrorizante desse filme.
Você olha para "Corra",
é claro que meus medos mais profundos, mais profundos
venha a essa ideia de confinamento.
- E então temos esse belo renascimento
chamado de anos 90.
- Na verdade, não tenho medo de dizer Candyman.
- Candyman.
- Candyman!
- Não.
- Eu sou uma pessoa muito difícil de assustar
e "Candyman" era como
uma das primeiras coisas em muito tempo que me pegou.
- Isso realmente te afetou?
- Sim, quero dizer, aquele cena com a boca aberta
dentro do apartamento desocupado.
- Acho que meio que sabíamos que tínhamos algo
mas não sabíamos o quê.
Tínhamos Tony Richmond, nosso DP,
que fez "O Homem que Caiu na Terra",
tínhamos Philip Glass
cuja incrível pontuação deu início ao filme,
tivemos a bela cidade de Chicago como pano de fundo,
e tivemos um conflito inter-racial.
Tony Todd é um ator tão poderoso
e traz tanta seriedade para esse papel.
- Seja minha vítima.
- Candyman é Tony Todd,
e Tony Todd é Candyman, para muitos de nós.
- Do nada, recebo uma ligação do meu gerente
no momento, dizendo que há um script em sua mesa,
é chamado de "Candyman" e eu meio ...
na minha arrogância, desliguei o telefone porque disse:
"Sobre o que estamos conversando?
É esta a história de Sami Davis Jr. que estamos fazendo?
Eu sou muito alto. "
- Eu te conheço?
- Não, mas você duvidou de mim.
- Tony tem uma ótima presença na tela.
- Ele tem. - Candyman "era, ele sabe,
era obviamente único
porque esse foi o primeiro assassino sobrenatural negro.
Adorei Clive Barker e Candyman ser
meio que como o santo padroeiro das lendas urbanas.
Você sabe, eu pensei que era uma invenção tão bonita,
um monstro tão lindo.
- Candyman não é um bicho-papão.
Ele era um artista que fazia seu trabalho com alegria.
Ele acabou se apaixonando por uma mulher que não era de sua raça
e ele foi linchado por causa disso,
e não só isso, eles cortaram sua mão artística.
Bernard Rose dirigiu "Candyman"
baseado em um conto ambientado no Reino Unido por Clive Barker.
Eles mudaram a história original
de uma espécie de conversa de classe
para um que está enraizado na história racial americana.
- Tratava das coisas sociais.
Você tem essa mulher branca, você tem esse cara negro,
você tem essa história de fundo sobre esse cara negro
e esta mulher branca e tipo de, voce sabe,
como ele é atacado por causa desse relacionamento.
- Foi um filme muito assustador,
um filme que adorei, mas um filme que, sabe,
é meio problemático.
Vamos morrer juntos diante de seus próprios olhos.
Aqui, novamente, temos um filme
isso ecoa o que aconteceu em "King Kong" nos anos 30.
Existe esse bicho-papão negro
e ele está atrás de uma mulher loira branca.
- Ele fica obcecado,
recirculando as mesmas metáforas.
- Eu não acho que o personagem
iria atrás de negros pobres.
- Certo. - Aqui é onde você pode se dizer
que "Candyman" veio da mente de uma pessoa branca.
Ele escolhe assombrar,
para perturbar a vida dos negros em Chicago
nos Projetos Cabrini-Green.
Quando, na verdade, do outro lado das trilhas,
são essencialmente os representantes,
o tipo de, as pessoas que seriam responsáveis,
seus ancestrais, por seu linchamento.
- Ele é a personificação do racismo nos Estados Unidos,
como o que parece e o que pode conjurar,
como toda aquela energia negativa,
como o que parece, e o que faz?
- Fique longe de mim!
Para mim, é um personagem.
Eu não vivo, respiro e morro por causa disso.
Estou feliz por ter conseguido fazer ele
e espero que o tenha feito bem.
- Foi muito fortalecedor para mim
sentir que poderíamos ... como os negros podemos fazer qualquer coisa.
Não estamos nesta caixa.
Podemos ser o Freddie em um filme.
- Não!
- Lembro-me de Vondie Curtis-Hall
que era casado com Kasi Lemmons que estava no filme.
Na exibição original, ele balançou a cabeça, ele disse,
"Cara, você percebe", e eu disse, "O quê?"
"Você vai ser Candyman para sempre."
Candyman, Dia dos Mortos.
- Infelizmente, acho que as sequências
são meio que esquecidas.
Isso dá a Candyman uma história de fundo simpática.
Ele é o espírito que surgiu da história do racismo
e a supremacia branca nos Estados Unidos.
- Eu me sinto como a sequela
ajuda você a entender o original
um pouco melhor talvez.
Os anos 90 foram um renascimento
não apenas nos filmes, quero salientar,
mas também na literatura.
Esta é a era que Spike Lee ajudou a dar à luz.
Spike Lee era como o Terry McMillan do filme
como o que Terry McMillan estava fazendo na publicação.
Você sabe, os negros vão ver filmes.
Houve um impulso para a produção de filmes negros
começou como Spike Like e John Singleton
e pessoas assim,
e acho que foi uma espécie de resposta aos anos 80
onde os negros eram meio marginalizados.
- No início dos anos 90,
você meio que viu muitos cineastas negros
meio que entra no redil e não apenas faz comédias
e filmes dramáticos, mas também filmes de terror,
e eu acho que o que eles estavam fazendo
com os filmes de terror da época,
eles estavam fazendo filmes que eram meio
socialmente consciente e mais diretamente sintonizado
com o que estava acontecendo no mundo exterior.
- O que você viu hoje, jovem irmão,
foram vítimas da economia,
ambiente Reganomics.
Joel como personagem principal,
este promissor e em breve será ministro.
Ele vai visitar seu primo que mora em Nova York.
Realmente gira em torno de Joel e sua crise de fé.
"Eu fico com algo parecido com a minha Bíblia
e fundamentalismo cristão,
ou eu meio que me afasto um pouco e me divirto um pouco? "
- Não, eu não faria. A fornicação é um pecado.
- Fica ainda mais extremo do que isso
porque o dele, literalmente,
sua alma está em jogo com um demônio que é como
procurando erradicá-lo imediatamente.
- É superbíblico, agora que penso nisso,
porque ele é basicamente o paralelo do diabo.
- Não!
- "Def By Temptation"
tem tudo a ver com a batalha entre o bem e o mal.
Portanto, este também é um conto de moralidade.
Estas são as lições que refletem tão de perto
ao que Michaeux e Spencer Williams
estavam oferecendo nas décadas anteriores.
Eu amo essa conexão
que "Def by Temptation"
tem com aqueles filmes mais antigos da década de 1940.
Era único para a época porque você não estava vendo
muitos filmes de terror negro feitos em 1990, se houver.
Isso é o que o torna um verdadeiro marco.
Eu me sinto como "Contos Macabros"
fez mais para cimentar o terror negro dos anos 90.
- Bem-vindo ao inferno!
- "Contos Macabros" foi inovador.
- Oh, que merda!
"Contos Macabros"
foi um filme de antologias de terror.
Existem quatro contos com uma história envolvente.
- Meu pai costumava me arrastar para marchar após março
se tivesse preto, colorido ou negro no título,
ele era um membro.
Então, quando eu, você sabe, comecei a olhar para o horror
como algo para fazer sozinho,
Bem, eu tenho que ter algo lá para ...
temos que fazer, temos que misturar.
Não basta ter terror pelo terror.
Trata de abuso conjugal
e depois o abuso infantil em casa.
Trata da violência de gangues.
Trata-se de políticos racistas.
- Não podemos apenas nos dar bem?
Trata da brutalidade policial.
Então, todas essas coisas meio que se entrelaçam
e criar este tipo de conto sobrenatural
sobre vingança e retribuição.
Lida com muitas coisas diferentes.
O formato da antologia é realmente muito bom em termos de
você pode resolver muitos problemas diferentes
com contos.
- Você tem um político racista.
Um americano original.
Não é bom?
- Isso é ótimo. Eu até votaria em mim!
- É realmente tão rebuscado
que alguém teria isso como slogan da campanha hoje?
- Eu sempre digo aos meus filhos,
Eu sou tipo, você sabe, pessoas no túmulo ...
os mortos e os espíritos não vão mexer com você.
Estar vivendo ...
- É com pessoas vivas que você precisa se preocupar, sim.
- Sim, é com isso que devemos nos preocupar.
É assim que nós meio que torcemos quando
começamos a fazer "Contos Macabros",
temos que virar o jogo e tornar o horror redentor.
- Não!
- Este filme é tipo
que nos ajudou a ver a justiça acontecendo
quando não estamos vendo isso acontecer
fora de uma tela de cinema ou cinema.
Há policiais sendo absolvidos e há distúrbios em LA
e parece que as coisas estão tão desesperadas
mas então você meio que gosta de retribuição de exercício
em um filme de terror por, você sabe, por justiça,
pela justiça racial, e eu acho isso muito legal.
- Você abordou, sabe, assuntos que são horríveis.
- Certo. Certo.
- Estamos correndo por aí
procurando por fantasmas e vampiros
quando o vampiro é, você é casada com ele.
- Você é casada com ele. Exatamente.
- Você sabe, ele está sugando você,
você sabe, e batendo em você,
e também machucando e destruindo seu filho.
Isso, e eu era tão jovem, aprendi muito naquele set.
- Sempre gostei de David Alan Grier como comediante -
- Sim.
- mas percebendo o que ele poderia fazer como ator.
Isso realmente, isso realmente ...
e então descobri que ele era shakespeariano ...
- Shakespeariano treinado. - Shakespeariano treinado.
- Sim, eu, voce sabe, eu costumava fazer standup,
então eu meio que conheci David da coisa cômica
mas eu também sabia que ele tinha essa formação shakespeariana,
e quando eu estava pensando em quem interpretaria esse papel,
Eu queria alguém de propósito
que todos olhavam como um cara legal.
Aconteceu uma coisa interessante
quando exibimos esse episódio.
- Vou ensinar a você e a esse menino um pouco de respeito.
Quando David Allen Grier
estava batendo na Paula pela primeira vez, essas crianças estavam rindo.
- Uau. - E você sabe o que acontece,
particularmente eu acho que como um adolescente negro,
como alguém que atravessa o mundo,
você está sempre à procura
para saber como algo vai bagunçar com você.
Você não está tentando mostrar sua vulnerabilidade.
- Certo.
- E a maneira mais fácil de fazer isso é
- Ria disso. Sim. - Rir de alguma coisa.
E ria de alguma coisa.
- Conforme a surra continuava,
ficou cada vez mais silencioso e silencioso
até que parecia que eles estavam prestes a chorar.
- Quando eu assisti novamente este filme,
realmente fica cabeça e ombros acima
muito terror negro até aquele ponto
porque nesses quatro segmentos, o que Rusty Cundieff está fazendo
está usando essa metáfora para contar histórias
que eram sobre problemas da vida real
enfrentando as comunidades negras.
- Tornou-se mais tipo
um clássico de gênero ou algo que, você sabe,
a comunidade negra meio que falou sobre
e era meio que uma coisa de boca a boca
mas talvez seja por causa de "Corra" que
esse tipo de ressurgimento e depois teve uma sequência.
- Essa merda ainda não acabou, vadia!
- "Contos Macabros 2",
você sabe, Darren e eu temos tentado
para fazer esta coisa para sempre.
- Acho que vai ser incrível!
Estamos de volta a contar
... de volta a contar histórias
que esperamos lidar com alguns problemas que as pessoas têm.
Este eu acho que é,
há algumas coisas um pouco mais inebriantes.
É um tipo diferente de história de "Contos Macabros",
toca as pessoas de uma maneira diferente,
embora seja assustador.
- Você começa a ver mais mulheres na tela na década de 1990.
"Amores Divididos", Kasi Lemmons,
que é um dos meus favoritos.
Algumas pessoas não consideram isso terror
mas eu sim porque é só,
realmente, é uma daquelas grandes trocas de horror humano
e dicas do sobrenatural.
Durante o tempo,
ainda era muito raro ver mulheres negras serem diretoras,
então Kasi Lemmons realmente se esforça para dirigir
foi realmente inovador e muito importante.
Tem aquela bela cinematografia.
A coisa toda é como um poema, realmente,
é tão lindo.
O roteiro de Kasi Lemmons é simplesmente fantástico.
Eu ensinei na minha aula de terror negro na UCLA
e quando eu ensino isso,
eu gosto de tweetar as linhas do script.
É tão bem escrito.
- Essa cena de abertura e a primeira coisa que você ouve ...
O verão em que matei meu pai,
Eu tinha dez anos de idade.
... é simplesmente brilhante,
e era um tipo diferente de filme de terror.
- Garota mau.
É um filme sobre o que significa memória
nos olhos de uma jovem negra
e como ela tenta ajudar a manter sua família unida
e também curar quaisquer feridas que sejam persistentes
por dentro, de seu pai, você sabe, infidelidade,
e também talvez esse tipo de assunto delicado de,
"Ele está sendo inapropriado com uma de suas filhas?"
- Aquela personagem Debbi Morgan,
você se sente tão ... tanta força dela.
Mas você sente muita dor por causa do que ela perdeu.
- Às vezes sinto que perdi muito,
tenho que encontrar coisas novas para perder.
A magia entra em ação para ocupar o lugar
daquelas perguntas mais difíceis
sobre o que realmente está acontecendo naquela casa.
Acho que o que Kasi Lemmons faz
e o que ela meio que inspirou
para muitas mulheres negras cineastas de terror com quem converso
é que temos uma história para contar e não tenha medo
tipo tipo, você sabe, "Oh, porque um executivo de estúdio
ou superiores podem não gostar de ver um elenco totalmente negro
ou um filme centrado em mulheres negras,
então eu não posso fazer isso. "
E acho que o que o filme de Kasi Lemmons fez,
ela diz: "Não, nós podemos fazer isso",
e não ter medo de qualquer resistência,
para continuar pressionando por sua história, sua voz,
o que ela fez por uma geração foi dizer a eles
que sua voz realmente importa.
- Horrível, não é?
- Lá está o Billy e lá está a Jada.
- Billy e Jada.
- Nós temos um acordo?
Ela me surpreendeu, no entanto.
Ela me ligou, "Ernest, eu pintei meu cabelo."
"O que?"
"Espero que não te bagunce muito.
Eu fiz uma espécie de platina. "
Eu disse: "Oh, Jada, Jada."
Em 1995,
algo realmente inovador acontece
porque vemos isso primeiro como contemporâneo
uma final girl e negra, e é Jada Pinkette.
Uma Final Girl é esse termo cunhado por Carol Clover.
Ela escreveu este livro chamado "Homens, Mulheres e Motosserras,
Gênero no filme de terror moderno "
e a final girl é basicamente a última garota de pé
e o tema comum era que eram todas brancas.
- Eu sei que os produtores queriam
outra atriz, uma atriz branca, para esse papel
mas eu tinha acabado de ver Jada em "Perigo Para a Sociedade" ...
E eu apenas disse: "Oh, ela é minha Jeryline,"
então eu tive que fazer uma campanha dura para colocá-la lá.
Eu disse, você sabe, é a coisa perfeita
porque todo mundo vai pensar: "Oh, ela vai morrer."
- Certo.
- Ela já está morta, sabe? Nós sabemos isso.
E ela acaba sendo a irmã
isso acaba salvando o mundo.
- Isso foi tipo, "Oh, merda."
Você não teria visto isso nos anos 80.
Mulheres destemidas na tela têm aumentado
desde Kira em "O convite",
Aaliyah em "A Rainha dos Condenados",
Sennia Nanua em "Melanie: A Última Esperança".
São mulheres negras e sobreviventes.
Vendo Saana Lathan lado a lado com o Predador
e matar alienígenas era como,
"Espere um minuto, então ela e este Predador
vão começar como ... "
Isso foi tão legal
porque eu acho que ela era como a última pessoa viva
e como se ele a fizesse uma espécie de mulher da tribo,
como se ela fosse parte de sua equipe agora.
Por volta da virada do século 21,
filmes de terror inspirados no hip hop começaram a sair.
- Então é só adicionar Z.
Então, "Wolvez" com um Z,
"Vampz" com um Z, "Bloodz VS Wolvez",
então há apenas Zs explodindo em todo o lugar
mas os Zs estão aí para indicar
que é meio hip-hop.
Você tem rappers aparecendo em filmes de terror.
LL Cool J está em "Halloween H20".
- Sim?
O que está acontecendo, baby?
- Eu não sei.
- Você teve "Anaconda", com Ice Cube.
- Will Smith e Jazzy Jeff
e é um envio ao filme "A Hora do Pesadelo"
e os "Geto Boys" que são de Houston
que têm temas de terror realmente significativos.
É uma espécie de emparelhamento natural.
Eles são fãs, eles estão cantando sobre isso,
e, eventualmente, eles acabam no set.
Um destaque do início dos anos 2000 foi "Bones"
que foi esse tipo de retrocesso do blacksploitation.
Comenta o que as drogas fazem
para a comunidade negra especificamente.
Tínhamos Snoop Dogg como personagem principal.
Ele está envolvido em jogos de azar
e coisas assim, mas ele não é alguém
que sempre tentou retribuir à sua comunidade.
Mas para mim, uma das coisas mais interessantes
sobre fazer "Bones" era a história de amor.
- Mas só a ideia, sabe, de reviver um amor
que se perdeu e é uma das coisas
que o estúdio realmente minimizou.
- Mesmo? - Sim, quando eles ... sim.
Sim, acho que eles queriam um filme de terror barato,
você sabe, e acho que demos mais do que eles esperavam.
Mas eu tenho que te dizer isso,
você não viveu até ver Snoop corar.
Porque Snoop, Snoop,
primeiro dia, Snoop teve que beijar Pam Grier.
- Sério?
E ele a beijou e eles gostaram,
eles estavam nisso, eles estavam nisso,
Eu disse: "Corta" e Snoop apenas ...
Eu disse: "Você está corando, cara?"
Ele disse: "Ei, cara, eu cresci sonhando com essa mulher.
Agora eu posso beijá-la? "
- Sim, é um bom dia.
Mas então, as coisas começaram a mudar
e mais personagens negros estão começando a ser centralizados
ou mesmo se fossem personagens secundários,
eles eram muito mais proeminentes,
mais visto, não apenas como fachada,
mas muito integrados à história.
"Ataque ao Prédio",
Adorei esse filme, cara. Este era o tipo de filme
Eu adoraria ter visto quando era criança.
- Agora que você mencionou,
Quero ter certeza de mostrá-lo aos meus filhos.
- Mas também crescendo em um projeto habitacional
e vendo um filme que diz: "Sim, também podemos ser heróis".
É uma história sobre uma
juventude da classe trabalhadora em Londres
e literalmente, há uma invasão alienígena
que desaba na sua vizinhança.
Moses, interpretado por John Boyega,
basicamente salva seu bairro.
Cada vez que vejo esse filme no final, fico arrepiada.
Moses está em um carro da polícia com seu amigo Pest
e tudo o que ele ouve lá fora é seu nome sendo entoado
mais uma vez. "Moisés, Moisés!"
Moisés! Moisés!
- Seu amigo olha para ele,
ele fica tipo, "Ei, isso é para você."
Isso é para você, cara.
É por isso que John Boyega
está em "Star Wars", certo?
É por isso que ele é uma grande estrela, porque ele olha para cima
e ele tem esse sorriso no rosto,
esse sorriso inocente, puro e infantil.
Ele sente que é importante na sua vizinhança.
Muitos jovens negros não sentem que são importantes.
Eu acho que essa é a alam do filme.
Ele consegue ser o herói.
- Eu acho algo muito importante
aconteceu na década de 2000.
Quando você tem esses filmes de terror mais auto-reflexivos
que estão olhando para trás e dizendo,
"Esse era o estereótipo" ou "Esse era o clichê",
ou, "Esse é o tropo em que sempre contamos".
Então, ao expor esses tipos de roupas bem usadas,
meio conhecido de terror,
o terror também precisava alcançar e amadurecer
se fosse continuar a prosperar.
Está tudo acabado.
Não acabou. Simplesmente não é mais seu.
Agora você tem que ver este filme,
"Melanie: A Última Esperança".
- Quer dizer, eu assisti porque você me recomendou.
- Filme britânico de terror muito bem feito
com essa jovem negra como personagem principal.
É depois de uma doença que atingiu a humanidade
onde se transformou em todos como esses animais selvagens.
- É um filme de zumbi.
Tipo é assustador.
É um futuro apocalíptico onde não somos mais nós
mas provavelmente é o medo dos brancos, certo?
Que eles estão perdendo o domínio, você sabe,
que a coisa do destino manifesto não está funcionando bem
como costumava ser.
Essa personagem não foi escrito como negra.
Isso aconteceu durante o processo de casting.
É um processo muito semelhante ao que aconteceu
em "Noite dos Mortos-Vivos".
Ela acabou de matar a audição, então ela conseguiu o papel,
e isso cria uma grande diferença no filme
ter essa criança negra.
- Eu li o livro antes de ver o filme,
então quando eu vi o filme
e eles tinham lançado uma garotinha negra,
Eu estava tipo, "Oh, meu Deus, isso é incrível!"
- Estamos vivos?
- Sim.
- Então por que deveríamos ser nós que morreríamos por você?
Falei com Mike Carey,
o escritor / roteirista.
Este é um comentário social mais nítido
mesmo talvez do que ele pretendia.
Você vê uma história sobre um personagem, uma garota negra
que enfrenta algumas probabilidades intransponíveis
onde parece impossível, mas você faz planos
e você executa seus planos.
Isso é o que nos ajuda a passar pela vida.
Esse é o tipo de oportunidade
que eu teria matado nos anos 90,
lendo script após script após script
e querendo ler para a protagonista
mas dizendo, "Oh, não, ok, eu sua amiga,
então eu vou dizer, 'Você está bem?
Oh, você está bem?
Você está bem?'"
- Você está bem?
- Sim.
- Quero dizer, seis milhões de maneiras diferentes de domingo,
eu tenho que descobrir um milhão de leituras de linha diferentes
para a mesma linha, porque tudo o que está acontecendo,
não é sobre os negros que estamos passando,
é, "Você, pessoa branca em perigo, ok?"
Então, quando eu vi esse filme,
Eu estava tipo, "Ok, as coisas estão mudando."
Deixamos de ser o ponto focal
do medo, outro, de ser os heróis, certo?
Para serem os ícones.
Para ser aquele que você na audiência
estão olhando para cima.
Foi muito emocionante assistir o desenrolar.
- Se você tiver que andar na parte de trás do ônibus
por 90% da história, demora um pouco para chegar à frente.
- O preto está na moda.
"Corra", eu acho,
é como um filme perfeito de sua época.
Saiu como a transição entre o governo Obama
e a administração Trump.
- Sim.
- Então, quero dizer,
Lembro-me de quando Obama foi eleito.
As pessoas estavam realmente debatendo se
o racismo está morto agora e esse tipo de coisa.
Este é um mundo pós-racial e tudo mais?
Conforme a campanha de Trump surgiu,
Acho que o público ficou sabendo como,
"Uh-oh, você sabe, o racismo ainda existe."
- Uma cena horrível em Charlottesville, Virginia.
O ódio fervendo sobre os supremacistas brancos
e contra-manifestantes lutando com punhos e clavas,
bandeiras confederadas em exibição total.
Eu acho que há culpa de ambos os lados
e não tenho dúvidas sobre isso.
- Você não vai nos substituir.
Vidas brancas importam!
É meio que mostra a você
onde a cultura está agora
no que diz respeito aos homens negros.
- Sim.
- E muitos dos medos que passamos
fazer parte da raça negra.
Quando penso sobre os medos com os quais lidamos,
Eu acho que qualquer coisa que suprimimos como pessoas,
qualquer coisa que empurrarmos e seguramos fundo vai explodir.
Vai sair de uma maneira desagradável
se durar o suficiente.
Então, acho que precisamos dessas válvulas para nossos medos.
- Afunde no chão.
- Espere, espere, espere, espere, espere.
- Afunde.
- Me levou direto para o ...
Eu não tinha ideia do que esperar.
Isso é algo que nós, como povo,
sempre falamos. - Exatamente.
- Tipo, sabe, é como se você contasse o nosso segredo.
- Que temos medo
que essas pessoas estão tentando roubar nossas almas.
É um leilão, você sabe.
É um bloco de leilão
e ela está disfarçada de uma maneira diferente.
- O que a empregada para mim representou em "Corra"
é exatamente o que as empregadas
domésticas têm feito ao longo da história.
Eles estão tentando dizer a você.
- Ah não. Não não.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não.
- Eles estiveram sentados à mesa
com os brancos e dizendo olha,
"Não vamos fazer isso. Dê o fora daqui."
Acho que uma das minhas partes favoritas
é quando a menina está sorrindo e chorando ao mesmo tempo.
- Minha parte favorita é quando ele estava batendo na bunda deles!
Eu estava tipo, "Oh, você não entendeu
que ele gostava de tirar algodão da cadeira? "
Ou "Você não entendeu, como se ele o matasse como um fanfarrão.
Você não sabia que os negros eram chamados de fanfarrões
durante a escravidão? "
- Eu senti que queria fazer o filme
respondendo a cada negro desapontado
que vai a um cinema e assiste, sabe,
os protagonistas brancos tomam decisões idiotas.
- Não não não não não.
Não, não, não, não faça isso!
- E aquela sensação de marginalização
aquela sensação de: "Podemos apenas ...?
Se houvesse um irmão aqui, isso nunca aconteceria.
Isso nunca aconteceria.
Se houvesse uma irmã, nunca deixaria isso ...
ela estaria fora de casa. "
Alerta de spoiler,
mas não há brancos bons neste filme.
Aquele tropo salvador branco sempre aparece.
Sempre há um bom branco.
Eu vi isso como obviamente esta oportunidade
para usar isso a meu favor.
O público está esperando, no entanto, você deve ter
uma boa pessoa branca no filme, certo?
- Você sabe que eu não posso te dar as chaves, certo, baby?
- Eu não conseguia acreditar no que estava assistindo.
- Eu fiz "Corra" para todos na platéia,
você sabe, eu não queria que ninguém visse o filme e não entendesse,
mas eu realmente fiz isso para o público negro,
esse significado, se o público negro não entendeu,
e não gostei, isso é uma falha, sabe.
- Não é surpreendente, mas de certa forma surpreendente,
o cara branco ao meu lado e todos os membros da audiência
que eram brancos estavam torcendo por Chris.
Essa empatia que temos tantas vezes
teve que se estender para personagens que não se pareciam conosco,
membros brancos da audiência estavam estendendo sua empatia a ele.
O final de "Corra"
foi muito inspirado em "A Noite dos Mortos Vivos",
embora eu não soubesse necessariamente quando aconteceu.
Você sabe, era de conhecimento comum
que minha intenção era que Chris fosse para a cadeia
e que os policiais sairiam e o levariam embora.
- Venham aqui!
- Agora, o final mais realista é que ele foi baleado na estrada.
- Ninguém quer assistir isso.
Isso são manchetes, isso são hashtags.
A prisão teria sido um pouco mais misericordiosa
mas mesmo assim, tenho visto homens negros suficientes
na prisão laranja.
Eu poderia passar minha vida inteira sem ver outro filme
ou programa de televisão sobre homens negros na prisão.
No momento em que mostrei o filme para o público,
a cultura estava mudando, ok,
então Black Lives Matter se tornou uma presença
e agora havia atenção à violência racial
de uma forma que não havia quando eu o escrevi.
- As luzes do carro diziam que eram os policiais vindo
e foi toda uma outra onda de medo.
Era quase como se o Klan estivesse chegando.
Porque era tipo,
"Oh, meu Deus, se for a polícia, ele não tem chance."
- Os negros também expressavam isso como,
"Ei, precisamos de um herói. Precisamos de um lançamento.
Precisamos de um aplauso ", então ouvi isso.
Para que Rod apareça e o salva,
que permite que você saiba que não haverá nenhum Chris
sendo espetado por ganchos de carne, sendo queimado em uma pira.
Não haverá linchamento hoje.
Esse é o poder de "Corra".
- O fato de este filme nunca ter sido feito,
não apenas "Corra" em si, o fato de que há, você sabe,
um pequeno punhado de filmes liderados por negros,
para mim, era o próprio horror.
Não é por acaso que o lugar submerso
parece e parece um teatro escuro, certo?
Podemos comprar um ingresso e gritar para a tela
mas nunca obteremos essa representação.
- O que está acontecendo cara?
Eu não consigo me ver.
- Receio que seja uma das desgraças dos malditos.
- Isso realmente não é moderno!
Quer dizer, um homem tem que ver seu rosto!
Provavelmente de qualquer linha desse filme,
essa linha reverbera.
"Um homem tem que ser capaz de ver a si mesmo",
é realmente uma linha profética
porque representa os negros
e a história, legado e jornada dos negros
e a capacidade de se ver hoje.
- Está finalmente amanhecendo nos poderes constituídos
esse terror é um gênero válido, certo?
Não é apenas uma coisinha estranha ali
que as pessoas de baixo orçamento ganham
e ganham um pouco de dinheiro com,
e nós tiramos sarro disso.
Por causa de "Corra"
Acho que o preto é o novo verde.
Acho que quaisquer pequenos tons restantes de,
"Uh, se ele for negro, você acha que vai funcionar?
Sabe, se for um molde preto, você acha que vai funcionar?
Se for um diretor negro, você acha que vai funcionar? "
Todas aquelas pequenas barreiras restantes
foram completamente removidAs.
Há algumas pessoas agora, e eu sei que isso é um fato,
que estão mudando alguns de seus scripts brancos
para torná-los pretos agora.
- Há cada vez menos disso,
"Oh, bem, os negros não gostam,
assistir ou fazer filmes de terror. "
Acho que é uma conversa que está se tornando obsoleta.
Uma parte do trabalho que faço e adoro fazer é
Posso falar com esses cineastas novos e promissores
que estão fazendo isso realmente divertido e engraçado
mas também filmes assustadores e introspectivos.
- Há tantos talentos emergentes por aí
isso é, você sabe, é muito emocionante
e me dá esperança para o futuro que estamos ...
- Vamos ajudar um ao outro e ...
- Sim! - ... e mudar o jogo.
- Só precisamos passar pela porta, sabe.
Existem tantas histórias e tantos gêneros
a que pertencemos.
- Eu só tenho tantas pessoas que dizem,
“Eu tenho um filme de terror. Eu tenho um filme de terror.
Eu tenho um filme de terror, "
e isso é muito antes de "Corra".
E agora, talvez eles tenham uma chance
para realmente divulgar isso ao público.
- São histórias
por criadores negros para espectadores negros.
Se os brancos querem se divertir, tudo bem,
mas não é sobre eles, certo? É sobre nós.
Acho que toda a indústria cinematográfica
estão prontos para nós abrirmos as portas.
Só de ver heróis negros e protagonistas na tela
como a próxima geração não vai pensar,
"Oh, isso é estranho."
Eles vão pensar,
"É perfeitamente normal ter a liderança negra,
o negro salva o dia. "
- Se pudermos usar o que experimentamos,
podemos contar histórias que as pessoas nunca viram antes,
então é isso que estou ansiosa para ver chegando.
- Há um empate e uma conexão lá
na experiência da minoria para esses filmes de terror.
A indústria percebeu: "Ah, sim,
pessoas brancas verão filmes sobre pessoas não brancas. "
Elas vão. Eles verão. Você apenas tem que fazê-los.
Tradução: Fabiano M. Machado (AFT Ash J. Williams)
- Microfone. - Obrigado.
- Estamos gravando?
Por que ninguém nos disse que estávamos gravando?
Ninguém disse nada!
Nós apenas sentados aqui conversando ...
Eu não sabia que estávamos gravando.
Ninguém disse ação.
- Isso sempre me levantou como
Eu não sei sobre a moda da época,
mas eu sou tipo, voce sabe,
esses assassinatos circulando, pessoas com mordidas no pescoço,
e ninguém suspeita do cara com a capa.
- Ninguém! - Eles fizeram o purê ...
Eles fizeram o monstro mash!
- Horra? Horror?
É como rimas com torá, certo?
Horra? Torá?
Eu não posso ter terror. Adoro falar horra.
Ah Merda. Adoro falar de terror.
Eles jogam o monstro mash!
- Brown está na cidade!
- "A Volta dos Mortos Vivos" foi um dos meus filmes favoritos.
Eu não sabia de nada e todo o filme,
Eu deveria estar andando por aí com uma garota nua.
- Certo. - Então, se você assistir,
volte para o filme, porque quando as cenas eram dela,
a maioria das pessoas olhando para ela,
mas da próxima vez, quando você assistir,
olhe para mim e eu vou ficar assim.
- Cada cena eu estava assim!
- Então, qualquer um de vocês cineastas,
se você quiser incluir alguns veteranos,
ei, você sabe, meu número ainda funciona. OK?
Nossos números ainda funcionam.
Você sabe o que eu quero dizer?
- Terminamos? Porque eu quero assistir esse filme inteiro.
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