All language subtitles for Secret Of The Blue Room Brasil

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O SEGREDO DA ALCOVA

Cinco,

Seis,

Sete,

oito,

nove,

10,

11,

12.

Irene, permita-me ser o primeiro

para emitir muitos retornos felizes do dia.

- Agora que voc� tem 21 anos, eu... - S� um momento.

Eu tenho um discurso de anivers�rio todo preparado.

Tudo bem, v� em frente.

- Ador�vel Irene... - S� um momento.

Prefiro n�o ter nenhuma briga entre voc�s dois.

- Eu vou fazer o discurso. - Sem chance.

Voc� � o mais novo. Voc� ter� que aguardar.

- N�o brigue por isso. - N�o, n�o, n�o, n�o, n�o.

Eu fa�o o discurso.

Quem tem um direito melhor do que eu?

Irene, querida, voc� sabe como eles,

seus tr�s bons amigos te amam.

Mas todos os tr�s n�o te amam tanto quanto eu.

Desejamos a voc� toda felicidade.

Ah, obrigado, padre.

� muito gentil da sua parte.

Ent�o.

Agora, d� a todos n�s um belo beijo de anivers�rio.

Vamos sentar perto do fogo e fumar um

cigarro antes de nos deitarmos, hm?

- Irene? - O que, Tommy?

Fique aqui um minuto.

Bem, o que �?

Conhe�o voc� h� anos, Irene.

Isso � muito tempo.

Muito tempo para te amar, e nem te dizer.

Ora, Tommy!

Bem, eu estava com medo de lhe dizer,

mas agora voc� tem 21 anos e eu posso te perguntar.

Irene, voc� quer se casar comigo?

Oh, ora, Tommy, voc� est� falando s�rio?

Mais do que voc� sabe.

Acho que n�o tenho muita chance.

Eu n�o tenho uma l�ngua loquaz como Frank,

Eu n�o sou um rep�rter de jornal inteligente,

Eu n�o uso um uniforme bonito como Walter.

- Agora, Tom... - Irene, Thomas,

por que todos os segredos?

Estamos indo.

Por apenas um amor

Meu cora��o est� doendo

Se estou dormindo

Se estou acordando

Eu n�o posso deixar de sonhar com voc�

Duas m�os t�o gentis

Meu destino est� segurando

At� o dia em que

O verdadeiro amor est� se desdobrando

Eu n�o posso deixar de sonhar com voc�

Meu cora��o est� com saudade

Por voc� eu anseio, amado

Quando voc� est� sorrindo

Um mundo de alegria eu vejo

Nenhuma palavra pode te dizer

O quanto eu realmente te amo

Voc� nunca saber�, querido

O quanto voc� significa para mim

Ao longo de cada dia, cada ano

Voc� vai me encontrar perto

Te espero

At� voc� me dizer com tanta ternura

Eu te amo

Ent�o toda a minha saudade

Por voc� eu anseio, amado

N�o ter� sido em v�o

Pois ent�o voc� ser� meu

- Encantador. - Obrigada.

Esse vento, me faz estremecer.

Linda noite para sair.

Oh.

Apenas o tipo de noite para contar boas hist�rias de carne de ganso.

- Oh! - Frank, Frank.

Voc� sabe, eu gostaria de conhecer um desses

velhos fantasmas de castelos de que se ouve falar,

- apenas para uma entrevista. - Mas...

Oh, que hist�ria isso daria!

Eu conseguiria uma promo��o em um furo como esse.

Voc� brinca com isso,

mas coisas estranhas acontecem, mesmo nestes dias.

Coisas misteriosas.

Voc� sabe no que estou pensando, n�o sabe, Sr. Von Helldorf?

Eu? Por qu�?

Voc� sabe, o Quarto Azul.

Por que falar sobre isso? � o anivers�rio de Irene.

E o Quarto Azul?

Oh nada.

Nada mesmo.

- Apenas... - Tommy diz o sal�o azul

no castelo aqui.

O quarto est� trancado h� 20 anos.

Voc� n�o sabia disso?

Trancado por 20 anos?

Temos um fantasma em nosso meio?

Voc� quer dizer que o Quarto Azul � assombrado?

Ah, bobagem. Fantasmas n�o existem.

- Mas... - Mas o qu�?

Lembre-se do que aconteceu com a esposa do Barba Azul

quando ela ficou muito curiosa.

Conte-me sobre isso.

Bem, tr�s pessoas encontraram a morte l�,

sob circunst�ncias estranhas e peculiares.

- Voc� n�o pode... - Sim, Paul.

Temos convidados, voc� n�o pode vir esta noite.

- Eu n�o vou ser nenhum problema? - N�o, n�o, n�o.

Espere pelo menos at� que todos estejam dormindo.

Prefiro n�o falar disso.

J� faz muito tempo, e � melhor deixar esquecido.

Voc� n�o pode parar agora, voc� tem que continuar.

Sim, Pai, diga-nos.

Eu nunca sei o que realmente aconteceu.

E voc� pode encontrar uma solu��o para todo o mist�rio.

Receio que esteja acima at� do nosso Frank aqui.

Oh, Sr. Von Helldorf,

Eu n�o acho que sou t�o brilhante.

S�o outras pessoas que o fazem.

Bem, se voc� deve ouvi-lo.

Irene ainda era um beb�.

Minha irm� estava hospedada conosco na �poca.

Ela estava dormindo no Quarto Azul, nosso quarto de h�spedes.

Uma noite, eu estava prestes a me retirar.

Era uma hora.

E de repente ouvi um grito do quarto da minha irm�.

Atravessei o corredor e tentei entrar.

N�o houve resposta para minhas batidas na porta,

ent�o arrombamos a porta.

O Quarto Azul estava vazio.

A janela estava aberta,

e embaixo deitado no fosso,

encontramos o corpo da minha irm�.

- Um acidente, claro. - Foi o que pensei.

E eu ainda acreditaria que hoje,

se quatro meses depois,

meu melhor amigo n�o fosse encontrado morto no mesmo quarto,

mesma hora, uma hora.

Isso n�o pode ter sido suic�dio?

O suic�dio era muito improv�vel.

Meu amigo estava vivendo na melhor das circunst�ncias,

feliz com a vida.

T�nhamos acabado de nos separar, o melhor dos esp�ritos.

E, no entanto, � uma hora, um grito ecoou naquela sala fatal.

Nenhum rev�lver foi encontrado.

E ambos aconteceram � uma hora.

Mas voc� disse que houve tr�s trag�dias.

Sim.

Um detetive decidiu

passar uma noite no Quarto Azul.

De manh�, n�s o encontramos no ch�o, morto.

Em seu rosto ainda estava congelado

o olhar de horror agonizante.

O m�dico alegou a morte

foi por insufici�ncia card�aca, causada por um grande susto.

Isso � melhor do que qualquer hist�ria que eu poderia escrever.

At� voc� admite.

Agora voc� entende porque eu nunca quis entrar naquele quarto novamente.

Paul, nosso mordomo � o �nico que tem a chave.

Ah, vamos agora.

Saia dessa.

N�o estamos em um funeral.

- Ainda n�o. - Ah, ele v� o lado bom.

Caf�, senhor,

Meu Deus, eu estava morrendo de medo.

Isso � quando voc� come�a por trazer o assunto.

Desculpe, foi tudo minha culpa.

Ele deve obter cr�dito, mesmo quando ele � culpado.

Vamos falar de outra coisa.

O que deveria ser?

Polo, ponte, amor?

Vamos falar sobre o homem com quem Irene vai se casar.

Como ele deve se parecer?

Bem, d�-me tempo para pensar nele.

Por favor, Irene, vamos t�-lo.

Bem, se voc� insiste.

Em primeiro lugar, ele deve ser muito bonito.

Muito bonito?

Isso deixa voc� sair, Tommy. Voc� pode ir para fora.

Ele deve ser jovem, mas n�o muito jovem.

Tudo bem, Tommy, voc� pode voltar novamente.

E acima de tudo, ele deve ter coragem.

- Eu tenho coragem. - Olhe para o jovem corajoso.

Tudo bem, ria se quiser.

Vou provar que tenho coragem.

Vou provar isso para Irene.

Isso vai ser bom.

Como voc� est� indo sobre isso?

Vou dormir no Quarto Azul esta noite.

Nada de bobagens assim, Thomas.

Falo s�rio. Vou provar que n�o sou covarde.

Ah!

Voc� faria tanto?

Ningu�m est� questionando sua bravura jovem.

Por que ser absurdo em provar isso?

Voc� est� com medo?

N�o preciso provar minha coragem.

Deixe-o em paz.

Eu acho que � uma �tima ideia, e o que � mais uma �tima hist�ria.

Uma noite com um fantasma.

Certamente aceitarei o desafio.

E voc�?

Bem, tudo bem, eu estou com voc�.

Voc�s est�o exagerando com tudo isso.

De jeito nenhum.

Proponho que cada um de n�s durma

uma noite no Quarto Azul.

A ideia � minha, ent�o eu deveria ser o primeiro,

mas h� um ponto com o qual temos que concordar.

Se algo acontecer com um de n�s,

n�o deve impedir que o pr�ximo passe

a noite seguinte No Quarto Azul

apesar do que possa ter ocorrido.

Est� acordado?

Tudo bem, acordado.

�timo.

Paul?

Traga-nos as chaves do Quarto Azul.

Devo, devo dar-lhes a chave, senhor?

Mas � claro.

Eu realmente gostaria que voc� n�o fizesse isso.

A Irene est� certa.

� absurdo correr riscos desnecess�rios,

mas pode resultar em uma solu��o para todo o mist�rio.

N�o se preocupe, a cabra n�o vai nos morder.

Aqui estamos.

Vamos, Paul, abra a porta.

Eu quero avis�-lo Sr. Thomas

N�s sabemos, n�s sabemos, h� uma maldi��o horr�vel no Quarto Azul.

Vamos, abra.

Ent�o?

Onde est� a luz?

Aqui, aqui est�.

Oh. Ent�o, este � o Quarto Azul?

Parece-me bastante confort�vel.

Como � o cheiro de mofo.

Os quartos antigos sempre cheiram assim.

- Oh, � aquela janela onde... - Sim.

S�o cerca de 20 p�s at� a �gua.

Foi aqui que encontramos meu amigo.

E ali, o detetive estava ca�do dois dias depois.

Oh!

- Como soa estranho. - Melhor deixar isso fechado.

E cada vez que a porta era trancada por dentro?

Sim, isso era parte do problema.

Hum.

Nunca houve indica��es de

uma segunda pessoa poderia estar nesse quarto,

- e ainda... - Que curioso.

Talvez tenha sido voc�, velho Iron Sides.

Oh.

Como est�o seus nervos, meu velho?

Ainda d� tempo de desistir, sabe?

Eu n�o estou recuando.

Voc� est�?

Bem, pelo menos voc� vai deixar a porta aberta, Tommy.

Voc� n�o precisa ficar preocupada comigo, Irene.

Eu posso cuidar de mim mesmo.

Bem, rapaz corajoso, � hora de ir para a cama.

Durma bem e n�o se atrase para o caf� da manh�.

- Boa noite. - Boa noite.

- Boa noite. - Boa noite, Tommy.

Boa noite, Irene.

Bem, boa noite, Tommy.

Todos n�s estaremos ansiosos para ouvir como voc� se d� bem com o fantasma.

Ah, a prop�sito, espero que seja uma senhora fantasma.

� imposs�vel esta noite.

Algu�m est� dormindo no Quarto Azul.

- Mas quando... - Volte amanh�.

Eu estou cansado de voc�.

Walter?

- Walter? - Hum?

Ou�a.

Walter, me diga...

Oh, largue seu livro.

O que voc� quer?

Diga, agora, voc� n�o acredita em tudo isso, n�o �?

Ah, amanh� de manh� estaremos todos rindo disso.

- Sim. - Oh vamos l�.

Vamos dormir um pouco.

Boa noite.

- Ah, Irene. - Ah, Tommy,

Eu estava t�o nervosa.

- Mas querida, eu... - Eu sei que uma coisa

vai acontecer com voc�.

Por favor, Tommy, n�o fique neste quarto esta noite.

Voc� n�o gostaria que eu fosse um desistente?

Por que n�o?

Ah, eu n�o aguentaria ver os outros rindo de mim.

Ah, deve ser terr�vel ser homem e ter que ser corajoso.

Gra�as a Deus posso ser uma covarde com a consci�ncia limpa.

Tommy, por favor, n�o fique aqui esta noite.

Irene, se eu soubesse que voc� estava preocupada

porque eu significo mais para voc� do que qualquer outra pessoa...

Oh, Irene, eu faria qualquer coisa que voc� pedisse.

Ah, por favor, Tommy.

Eu vou ficar.

Boa noite, Tommy.

Boa noite, Irene.

Walter? Walter?

Ah, qual � o problema agora?

� uma hora.

Geralmente � a esta hora da noite.

E se algo acontecesse com Tommy?

Ah, nada vai acontecer com ele.

Por favor, vamos dormir um pouco.

Agora ou�a, � claro que essa hist�ria � um absurdo, n�o �?

Bem, eu lhe digo,

Eu n�o sei sobre isso.

Voc� v�, uma hora era a hora.

- Sim? - E afinal...

"Afinal", o qu�?

E afinal, v� dormir!

Ou�a.

Diga, qual � o problema agora?

Voc� n�o ouve nada?

N�o.

- Isso � muito estranho. - O que?

O carro de Helldorf acabou de sair.

Agora, a esta hora?

Eu me pergunto o que isso significa.

Oh, bem, vamos descobrir amanh� de manh�.

- Pode ser. - Boa noite.

Tamb�m n�o h� som de Tommy.

Claro que n�o porque ele est� dormindo.

Boa noite mais uma vez.

Boa noite.

Sr. Thomas?

Oito e meia, senhor.

Ent�o se preocupar com Tommy impediu voc� de dormir?

Sim, eu estava com medo por ele.

Garoto de sorte. Mas esta noite, terei a honra.

E amanh� � noite mocinha,

Aguardo com expectativa uma noite muito explorat�ria.

- Bom dia querida. - Bom dia pai.

- Bom dia. - Bom dia.

Onde est� Tommy?

Oh, eu acho que ele est� atrasado como de costume.

Sr. Von Helldorf!

Sr. Von Helldorf, Sr. Thomas n�o responde.

Eu bati e bati, senhor,

e eu n�o consigo excit�-lo.

Tommy? Tommy, abra a porta.

Tommy? Agora nada de brincadeiras.

Oh, Tommy, por favor, responda-nos.

- D�-me a chave, Paul. - N�o tenho a chave, senhor.

O Sr. Thomas trancou a porta por dentro.

E s� h� uma chave?

Sim senhor.

Ah, espero que nada tenha acontecido com ele.

Oh, por favor, sil�ncio!

Vamos derrubar a porta.

Sr. Von Helldorf, esta janela foi fechada ontem � noite.

Sim, exatamente como aconteceu antes.

Ah, n�o diga isso.

Ah, tudo pode ser explicado.

Bem, v� em frente, explique.

Ele possivelmente abriu a janela e se inclinou demais.

- Voc� quer dizer suic�dio? - Oh!

Rid�culo.

Que motivo ele poderia ter?

Bem, talvez tenha sido um acidente.

Bem, vou come�ar uma busca por ele imediatamente.

Eu irei com voc�.

Ah, isso � assustador.

Oh, Irene, n�o se empolgue.

Vou lev�-la ao seu quarto.

� melhor consertar essa fechadura imediatamente.

Imediatamente senhor.

Mary, Mary, voc� ouviu o que aconteceu ontem � noite?

N�o me diga que a velha gata teve gatinhos de novo.

N�o, n�o.

� o Sr. Thomas.

O que?

Ele desapareceu.

Para onde?

Se soub�ssemos onde ele estava

ele n�o desapareceria, est�pida.

Ele dormiu no Quarto Azul.

O quarto fantasma?

E ele se foi.

Oh.

Paul, � verdade sobre o Sr. Thomas?

- Sim. - Oh!

Eu os avisei, mas eles riram de mim.

Mas eu te digo que qualquer um

quem dorme no Quarto Azul nunca mais se ouve falar.

Oh!

Bom dia, Max.

Bom dia senhor.

Problema?

Sim, a igni��o est� ruim de novo.

Oh.

Deve ter acontecido esta manh�, hein?

Esta manh�?

Sr. Faber disse que viu

o carro sai daqui por volta de uma hora.

O Sr. Faber deve ter se enganado.

Oh.

O carro n�o saiu desde ontem de manh�.

Oh.

Bem, � f�cil confundir um carro � noite.

Sim.

Espere aqui.

Muito estranho.

Muito estranho.

Alguma coisa nova?

N�o muito.

Encontramos isso.

De Tommy.

Sim.

N�s o encontramos a 20 metros al�m do castelo.

Do outro lado do fosso?

Sim.

Essa coisa fica mais envolvida a cada momento.

Acho que voc� deveria chamar a pol�cia.

- Eu acho que voc� est� certo. - N�o, n�o, n�o, n�o.

Vamos procurar na �gua primeiro.

N�o traga a pol�cia aqui, n�o agora.

Isso significa apenas os jornais.

Se encontrarmos o corpo l� sem a pol�cia...

Bem, voc� j� pensou sobre isso?

Sim, e eu n�o quero ter mais nada a ver com voc�.

Tudo bem, ent�o vou contar a eles o que aconteceu ontem � noite.

Voc� n�o ousaria.

Voc� apenas me observe.

Ora seu...

N�o, n�o posso acreditar que foi um acidente.

A coincid�ncia � t�o...

Paul, o que aconteceu?

Eu ouvi a Sra. Irene gritar, Senhor,

e eu a encontrei no ch�o.

Irene, Irene, voc� est� me ouvindo?

Diga-nos, querida, o que aconteceu?

Walter, ele se foi?

- Quem? Quem estava aqui? - Um homem estranho.

Ele veio at� mim e me agarrou.

Um homem estranho?

Voc� viu algu�m, Paul?

Eu n�o, senhor.

Um estranho dificilmente poderia ter entrado na sala.

Todas as portas que d�o para o lado de fora est�o trancadas.

Ah, mas ele estava aqui, eu o vi com meus pr�prios olhos.

Ele veio at� mim e...

Bem, � claro que algu�m estava aqui.

Irene n�o poderia ter imaginado isso,

- e o que � mais ele vai voltar. - Voc� acha?

Talvez mais cedo do que pensamos.

Desde que n�o chamemos a pol�cia.

Por qu�?

Porque se voc� chamar a pol�cia, ele ser� avisado.

Mas se ele voltar, ele vai me encontrar.

Vou dormir aqui esta noite.

Boa noite, Paul.

O que voc� est� fazendo aqui?

- Oh, eu... - V�. Para a cama.

Eu te imploro, Frank, por favor, n�o fique nesse quarto esta noite.

Agora, Irene, s� porque algo aconteceu com Tommy,

n�o � motivo para eu mostrar a pena branca.

- Sim, eu sei, mas apenas... - N�o adianta.

Desde que descobrimos que esse fantasma parece ter fei��es humanas,

Estou muito ansioso para ver isso.

Tudo bem, Frank, mas fica entendido se voc� ouvir

- o menor ru�do... - Eu sei. eu atiro.

E seis c�maras devem ser suficientes para qualquer fantasma.

Bem, hora de ir para a cama.

Agora, eu n�o quero que voc� se preocupe.

Vou levar minha coragem comigo.

At� logo.

Boa noite, Irene.

Boa noite.

Voc� soa como se estivesse dizendo adeus.

Boa noite, Walter.

Boa noite, velho.

Ah, acho que Frank estava certo.

� hora de dormir para as meninas.

Oh, deixe-me ficar acordada com voc�.

Estou com muito medo de ir para a cama.

Tudo bem, querida.

Onde est� seu pai?

Ele foi para a cama uma hora atr�s.

- Ele n�o estava se sentindo muito bem. - Hum.

Ainda n�o encontramos Tommy, sabe?

Ah, eu sei, � terr�vel.

E agora, se algo acontecer com Frank...

Oh, n�o se preocupe, nada vai acontecer com ele.

Ele estar� um salto � frente do que quer que seja,

- um fantasma ou... - Ou o qu�?

Qualquer coisa.

Walter, voc� tem que me prometer

voc� n�o vai dormir naquele quarto azul.

Tudo bem, Irene.

Acredito que posso te prometer isso.

Obrigada.

Tem certeza que quer ficar acordado a noite toda?

Sim, acho melhor ficar acordado.

Ent�o eu tamb�m vou.

Oh n�o, Irene, voc� n�o deveria.

Voc� v�?

N�o est� preocupando muito Frank.

� quase uma hora.

Ah, n�o se assuste.

E ainda assim, voc� pode continuar ficando um pouco assustada.

Voc� v�?

Est� tudo acabado e est� tudo bem.

Walter, n�o suba l�.

Walter?

Veio de l�, senhor.

Frank?

Ah, Walter!

Irene, por favor.

- O que aconteceu? - Sim, Frank.

- Frank? - Ele foi baleado.

Bom Deus.

Temos que avisar a pol�cia agora.

Chame o Comiss�rio Forster do Esquadr�o de Homic�dios.

- Sim senhor. - Vou trancar a porta eu mesmo.

Quero falar com ele pessoalmente.

Sim senhor.

Hum.

Nem um tiro disparado.

Ol�, Esquadr�o de Homic�dios.

Capit�o Brink.

Obrigado.

Capit�o Brink falando.

Quero falar com o Comiss�rio Forster.

N�o, o Comiss�rio est� fora at� de manh�.

Qual � o problema?

Assassinato?

Onde?

Castelo Helldorf?

Certo, entrarei em contato com ele imediatamente.

Ele pode estar l� fora �s nove horas.

Tudo bem.

- Forster est� vindo. - Voc� o conhece?

Ah sim, ele � um detetive muito bom.

Vamos torcer para que ele acabe com tudo isso.

Algu�m est� chamando do Quarto Azul.

- O que? - Isso � imposs�vel.

Tranquei a porta com esta chave.

Voc� n�o ouve?

- Vamos, Paul. - � melhor voc� ficar aqui.

Como um gato entrou aqui?

Tem certeza de que n�o h� outra chave para este quarto?

N�o h� outra chave, senhor.

A arma!

Oh, Mary, o Comiss�rio quer falar com voc� l� em cima.

O que eu tenho a ver com seus assassinatos?

Eles n�o s�o meus assassinatos.

N�o acredite em me misturar com os assassinatos de outras pessoas.

Vamos, v� junto.

Onde est� Betty?

Na garagem com Max.

V� e pegue os dois.

Oh, eles fizeram isso?

Esque�a suas perguntas.

Talvez voc� mesmo tenha feito isso.

A coisa toda parece n�o ter solu��o, Senhor Comiss�rio.

Veremos, Sr. Brink.

Tudo pode ser resolvido.

Ah, entre, entre.

N�o hesite.

Voc� n�o vai se sentar?

Agora todo mundo est� aqui, eu acredito.

Vamos come�ar.

Quem foi o primeiro a descobrir o morto?

O mordomo e eu.

E um pouco mais tarde, Sra. Irene.

Onde voc� estava quando ouviu o tiro?

Aqui, nesta sala.

Algu�m com voc�?

Eu estava sentado l� com a Sra. Irene.

Voc� saiu no instante em que ouviu o tiro?

Imediatamente.

Voc� anotou a hora exata?

Cerca de meio minuto depois de uma.

Obrigado.

O mordomo, por favor.

Voc� tamb�m ouviu o tiro, n�o ouviu?

Sim.

Onde voc� estava no momento?

Eu estava no meu quarto.

Eu estava me preparando para dormir.

Onde fica o seu quarto?

Na ala direita do castelo

no fim do corredor.

Isso � o suficiente agora.

Sente-se.

Kruger?

E agora, Sr. Von Helldorf, por favor.

Voc� tamb�m ouviu o tiro?

N�o.

Eu estava dormindo.

Eu tinha ido para a cama �s 11 porque n�o estava me sentindo bem.

Eu n�o acordei at� ouvir a como��o.

Obrigado, Sr. Von Helldorf.

Obrigado.

Oh.

Isso � muito interessante.

O mordomo de novo, por favor.

H� outra coisa que eu quero lhe perguntar.

Venha aqui.

Voc� disse h� pouco que ouviu o tiro no seu quarto.

- Isso � correto? - Sim.

Exatamente quanto tempo depois o

mordomo chega depois de voc�, Sr. Brink?

N�s dois chegamos no mesmo momento.

Bem, bem, isso n�o � not�vel?

Eu aprendi com meu assistente que leva exatamente meio minuto

para correr do seu quarto para o Quarto Azul.

Agora, como voc� explica que voc� chegou l�

ao mesmo tempo que o Sr. Brink?

Bem, o que voc� tem a dizer?

Ent�o posso responder por voc�?

No momento do assassinato voc� n�o estava em seu quarto.

Isso � correto?

Sim.

Ent�o, voc� v�?

Onde voc� estava ontem � uma hora?

Vamos, onde voc� estava?

Eu estava no corredor.

Eu queria ter certeza de que todas as janelas estavam trancadas.

Ah, e voc� n�o teve chance

fazer isso mais cedo eu suponho?

De repente fiquei nervoso.

Voc� v�, o desaparecimento do Sr. Thomas

ainda estava orando em minha mente.

Eu, eu estava nervoso e n�o conseguia dormir.

Ah, voc� n�o conseguiu dormir?

Bem, isso n�o � muito ruim?

� o bastante.

Sente-se.

Maria, a cozinheira.

Sr. Comiss�rio, eu n�o fiz isso.

Eu n�o fiz isso.

Eu n�o ouvi nada.

E eu sou idiota de qualquer maneira, ent�o como eu poderia cometer um assassinato?

E de qualquer forma, eu estava dormindo o tempo todo.

Voc� acredita em mim, n�o �, Sr. Comiss�rio?

Tudo bem, tudo bem.

Pare de chorar.

E, por favor, lembre-se que n�o � meu assassinato.

N�o tenho tanta certeza disso.

O motorista, por favor.

Voc� ouviu o tiro?

N�o, senhor, eu estava dormindo na hora.

Al�m do mais, eu n�o poderia ter ouvido

o tiro porque meus aposentos

est�o muito longe de casa.

Onde voc� estava na noite em que o Sr. Thomas Brandt dormiu

no Quarto Azul?

No meu quarto, Comiss�rio.

E, no entanto, o carro saiu da garagem � uma hora.

Qual � a sua resposta para isso?

N�o sei nada sobre isso, senhor.

N�o acredite nele, Sr. Detetive.

Ele � um mentiroso pelo rel�gio.

Oh, voc� parece estar bem informada, mocinha.

Venha aqui.

Ent�o?

Eu mesmo o vi dirigir o carro naquela noite

com estes dois olhos.

- Isso n�o � verdade. - Certamente �.

Eu estava na parte de tr�s da garagem

e eu vi tudo.

N�o acredite aqui, ela est� mentindo.

- Voc� est� mentindo. - Voc� est� mentindo!

S� um momento, um de voc�s deve estar mentindo.

Provavelmente ambos.

A quest�o �, qual � o melhor nisso?

� ele, Sr. Comiss�rio.

Ele pode lhe dar cartas em espadas sobre a mentira.

Afinal, eu tenho dois olhos na minha cabe�a

e eu vejo o que vejo.

E quando eu disse a ele que ia contar

bem ali no corredor,

ele me agarrou e me sufocou.

Ele disse que me mataria se eu contasse a uma alma viva.

Quando tudo isso aconteceu?

Agora mesmo, cerca de cinco minutos atr�s

pouco antes de entrarmos nesta sala.

Cada osso do meu corpo ainda d�i

o jeito que ele me sacudiu.

Oh, Sr. Comiss�rio, voc� n�o...

Apenas um momento, apenas um momento.

Ainda est� aceso.

Hum, bom charuto.

� seu n�o �?

Mocinha, voc� percebe o qu�o realizado este homem �?

Ele conseguiu sacudir e estrangular voc� sem deixar cair as cinzas?

Que raz�es voc� tem para incrimin�-lo?

- Sr. Comiss�rio... - Voc� n�o percebe

que ao fazer declara��es falsas

voc� se incrimina?

Vou prend�-la.

- � uma ideia muito boa, senhor. - Saia e sente-se.

Sr. Comiss�rio, por favor, vou contar tudo.

Est� na hora. Prossiga.

Ontem � noite vi um homem estranho sair do Quarto Azul.

- Que horas foi isso? - Era cerca de meia-noite e quinze,

pouco antes do Sr. Faber entrar no Quarto Azul.

Voc� n�o est� cometendo outro erro, est�?

Essa hist�ria de homem estranho n�o parece muito convincente.

Mas senhor, eu o reconheci.

- Quem era? - Oh!

Vamos, vamos t�-lo.

Bem, o homem estranho que partiu

do Quarto Azul n�o estava sozinho.

Voc� reconheceu a pessoa com ele?

- Quem era? - Ah, eu...

Responda a minha pergunta.

Essa pessoa est� nesta sala agora?

Onde?

Sr. Von Helldorf.

A afirma��o dessa garota est� correta?

N�o, a garota est� mentindo.

Oh, eu vejo.

Voc� pode sentar.

Voc� me disse que foi para a cama por volta das 11 horas.

- Isso � correto? - Eu fui.

E voc� foi acordado pelo barulho?

Sim.

A que horas voc� chegou no quarto do assassinato?

Bem, eu n�o posso dizer exatamente, mas

Oh, desculpe-me, Sr. Von Helldorf,

mas voc� chegou logo depois que chegamos l�, n�o �?

Oh, eu vejo.

O que o Sr. Von Helldorf vestia quando chegou?

Eu...

Oh, o mesmo terno que ele est� usando agora.

Hum.

Isso � interessante mesmo.

Achei que voc� disse que estava dormindo na hora.

Como voc� poderia se vestir e chegar � cena

do assassinato t�o rapidamente?

Sr. Von Helldorf,

perdoe-me se sou obrigado a duvidar de suas declara��es.

Desculpe, mas n�o pode ser evitado.

Nada em meu poder para impedir isso.

De qualquer forma, devo insistir que ningu�m saia desta casa at� novas ordens.

Telefone para a sede e pe�a para eles enviarem mais alguns homens aqui.

Muito obrigado. Isso ser� tudo por enquanto.

Ah, e empregada, voc� fica aqui.

Vamos! Vamos.

Agora vamos ter um boa, pequena conversa amig�vel n�s mesmos.

Voc� parece estar muito bem informada.

Diga-me, voc� notou mais alguma coisa fora do comum?

- Sim. - O que?

- Bem, ontem � noite... - Que horas eram?

Eram 10 minutos depois das 12.

Eu ia pelo corredor e vi Paul, o mordomo,

parado na frente da janela fazendo sinais engra�ados

com uma lanterna.

O que mais? Prossiga. O que mais?

Nada mais, isso � tudo.

Agora h� uma outra coisa que eu gostaria de saber.

Claro.

O que voc� estava fazendo t�o tarde no corredor?

O que voc� estava fazendo na garagem naquela noite?

E por que voc� vaga por toda a casa

em vez de ir dormir como as boas meninas fazem?

E como voc� pode dizer o tempo t�o exatamente?

Aquela gata.

Ela tentou colocar minha cabe�a em um la�o.

Max, diga-me honestamente, voc� n�o fez isso?

O que, o assassinato?

Algu�m fez.

N�o seja tola.

Admito que tirei o carro naquela noite.

Isso � verdade mas...

A� est� voc�.

Voc� sabe onde eu estava?

Cometendo o assassinato.

Eu estava na aldeia vendo uma nova namorada minha.

Eu a levo para passear de vez em quando.

� por isso que Betty est� com ci�mes.

Ah, � isso.

Sim, e estou feliz por me livrar dela.

- Max? - Hum?

Diga-me s� mais uma coisa,

voc� honestamente n�o cometeu o assassinato?

Qual das janelas era?

Ah, esta.

N�o, um pouco mais � sua direita.

Eu n�o posso acreditar que Helldorf

tem alguma coisa a ver com o caso.

A ideia parece estar fora de linha.

Meu querido, Sr. Brink, voc� seria um detetive muito ruim

se deixar que os sentimentos pessoais o influenciem.

Mas quando liguei para a pol�cia,

ele estava bem ao meu lado.

Isso prova que ele n�o poderia ter retirado a arma.

Ningu�m disse que ele fez.

Ainda assim, existe a possibilidade de ele

ter alguma liga��o com a pessoa que fez.

Imposs�vel.

N�o consigo entender por que voc� defende Helldorf.

Como voc� explica a conex�o dele

com o homem estranho com quem foi visto pela empregada?

Tudo bem, prepare-se.

Solte. Solte.

- Solte-me. - Me siga.

Sim, mas como diabos o gato chegou aqui?

� bastante simples.

Algu�m tem uma segunda chave.

E quem voc� acha que tem?

Se eu soubesse disso voc� sup�e

Eu estaria ajoelhado aqui no ch�o?

Espere aqui.

- N�s o pegamos, senhor. - Traga-o.

Entre.

Boa noite.

Chame Helldorf, Sra. Irene e a empregada.

Sim senhor.

Voc� vai se sentar?

Bem, espero que n�o se canse.

Por que voc� veio a esta casa?

Voc� entendeu minha pergunta?

Sim. Eu n�o vou responder.

Ah, entrem. N�o hesitem, senhoras e senhores.

� este o homem que voc� viu sair o quarto com o Sr. Von Helldorf?

- Sim. - Esse � o homem que me atacou.

Sr. Von Helldorf, devo insistir que voc� diga

tudo o que voc� sabe deste homem.

E se eu recusar?

Devo prend�-lo como c�mplice dele.

Pai!

Qual � a sua resposta?

Ah, n�o adianta mais.

- Eu vou te contar tudo. - N�o, por favor, n�o.

Eu devo.

Posso falar com voc� a s�s por alguns minutos?

Certamente.

Todos saiam, por favor?

E cuide bem dele.

E agora, o que voc� quer me dizer?

O que vou lhe dizer, Sr. Comiss�rio,

n�o tem nada a ver com qualquer um dos crimes cometidos aqui.

O homem que voc� prendeu,

- Meu irm�o. - O que?

Sim, e mais, ele � o pai de Irene.

Voc� espera que eu acredite nisso?

Sim.

H� 20 anos ele deixou sua esposa e a pequena Irene.

Uh...

V� em frente.

Bem, eu cuidei das duas.

A m�e morreu pouco depois,

e Irene cresceu acreditando que eu era seu pai.

A �nica outra pessoa al�m de mim

que sabe a verdade � o nosso mordomo, Paul.

E em todo esse tempo voc� n�o ouviu nada de seu irm�o?

N�o.

N�o at� anteontem quando ele veio aqui,

quebrado no corpo, bem como no seu esp�rito,

e queria algum dinheiro para deixar o pa�s.

Eu estava prestes a dar a ele esta noite,

mas os detetives prenderam

ele antes que eu tivesse a oportunidade.

Como voc� explica o ataque � sua filha?

Oh, isso n�o foi um ataque.

Ele n�o via a filha h� 20 anos.

Ele se esqueceu,

correu em sua dire��o e...

Posso dizer-te agora onde estive ontem � noite.

Eu tinha ido com meu irm�o para conversar sobre as coisas.

Quando voltei, o assassinato havia sido cometido.

Por que voc� n�o me contou tudo isso antes?

Bem, eu...

N�o importa.

� apenas um pensamento que tive.

Claro que terei que verificar sua hist�ria com os fatos.

Certamente. Eu devo ir agora?

Certamente.

Obrigado.

Pe�o-lhe que n�o mencione isso a ningu�m,

especialmente Irene.

- Eu entendo. - Obrigado.

Walter, eu ainda n�o consigo acreditar que

o pai tinha alguma coisa a ver com isso.

- Ah, parece imposs�vel. - Irene?

Pai, o que significa tudo isso?

N�o se anime, crian�a.

Eu n�o tive nada a ver com nada disso.

Mas quem era o homem estranho?

Ele, uh...

Estou me sentindo muito cansado agora.

Devo dormir um pouco.

Tudo bem.

Alguma novidade?

Von Helldorf me deu uma explica��o.

- O que? - Tal como era.

Sua hist�ria soa um pouco melodram�tica.

Voc� acha que Helldorf � culpado?

De qualquer forma, ele sabe mais do que est� nos dizendo.

Senhor Comiss�rio, vou dormir naquele quarto esta noite.

- Voc� acredita neles? - N�o acredito em nada at� agora,

mas eu quero descobrir.

Se Helldorf � culpado,

nada vai acontecer esta noite porque ele vai ser cauteloso.

Mas se for algu�m desconhecido, ele pode retornar.

Voc� tem raz�o.

Claro, voc� percebe que pode estar arriscando sua vida.

Eu n�o estou com medo.

Eu tive uma ideia.

Venha comigo.

E voc� vai me encontrar l� embaixo no meu quarto?

Sim.

E a casa est� cercada.

Ah, mas os outros detetives foram oficialmente dispensados?

Uma hora atr�s.

Vamos torcer para que nossos preparativos tragam resultados.

Vamos peg�-lo, quem quer que seja, mais cedo ou mais tarde.

- Boa noite. - Boa noite. Tenha cuidado.

Dois minutos para uma.

Nem uma alma aqui.

Livre-se desse manequim.

Helldorf saiu de seu quarto.

Voc�s tr�s revistam a casa.

Veio diretamente atr�s desta parede.

Pegue um machado r�pido, vamos ter que derrub�-lo.

Voc� fica aqui. Voc�s tr�s me seguem.

Ah, Walter!

Walter, tudo bem?

Sim querida.

Venha, isso � assustador.

N�o.

Vamos.

Tommy!

Thomas!

Voc� provavelmente n�o vai acreditar em mim

se eu lhe disser por que fiz isso.

Ah, Tommy!

Voc� confessa o assassinato de Frank Faber?

- Sim. - Por que voc� fez isso?

Eu sabia que Walter e Frank estavam

entre mim e Irene.

Voc� v�, eu realmente a amava.

Voc� pensou depois de cometer este crime, a Sra. Irene

- ainda se casaria com voc�? - Ah, eu devia estar louco.

Eu vejo agora.

Mas como voc� escolheu uma maneira

t�o fant�stica de se livrar de seus rivais?

Algumas semanas atr�s, encontrei a entrada secreta para esta sala.

A partir daquele momento, minha mente estava decidida.

Prossiga.

Aproveitei a hist�ria da sala,

as velhas trag�dias.

Ent�o, no anivers�rio de Irene eu propus

que cada um de n�s passe uma noite neste quarto.

Afinal, voc� teria que aparecer novamente,

Que tal?

Bem, ent�o planejei contar sobre a passagem secreta.

Que fui sequestrado, mantido prisioneiro.

Vamos, Irene.

Oh, Sr. Von Helldorf,

Eu te devo desculpas. Eu suspeitava de voc�.

Eu sei, Comiss�rio.

Foi por isso que sa� de casa esta noite.

Eu mesmo queria encontrar o culpado.

Espero que voc� n�o use isso contra mim.

Por que, claro que n�o.

Vamos.

Walter, ainda n�o consigo acreditar.

Ah, o pobre rapaz.

Ele n�o poderia saber o que estava fazendo.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.