Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Persian
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tatar
Telugu
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A CASA DO DRAG�O
Dever � sacrif�cio.
Ele ofusca todas as coisas, at� o sangue.
Todos os homens de honra devem pagar o seu pre�o.
O Norte tem um grande dever com os Sete Reinos.
Mais antigo que qualquer juramento.
Desde os dias dos Primeiros Homens, nos mantivemos como guardi�es
contra o frio e a escurid�o.
Em sua longa tradi��o,
a Patrulha da Noite cultivou sua for�a atrav�s de homens condenados,
cujas �nicas posses eram suas pr�prias vidas.
Mas meu ancestral, Torrhen Stark,
iniciou esta tradi��o fazendo uma oferenda no in�cio do inverno:
um entre dez homens de nossa fam�lia seria escolhido
para fortalecer a Patrulha.
Isto n�o � uma senten�a.
� uma honra.
Um dever aceito por todos que servem ao Norte.
At� pelos meus pr�prios parentes.
O Norte deve estar preparado.
O inverno est� chegando.
Chegando?
Ent�o, o que � isto que cai do c�u e me faz tremer?
Apenas a neve do fim do ver�o, meu pr�ncipe.
No inverno, ela cobrir� tudo o que voc� v�,
todas as lembran�as do calor s�o esquecidas.
Me agrada pensar que, h� mais de um s�culo,
nossos ancestrais fizeram um acordo neste mesmo lugar.
O Conquistador e o Rei do Norte.
Voc�, pelo menos, teve a miseric�rdia de n�o me amea�ar com o seu drag�o.
Meu pr�ncipe.
- Meu lorde. - Meu lorde.
Meu lorde.
Obviamente o grande Torrhen Stark preferiria morrer a se ajoelhar.
A menos que acreditasse que o Conquistador traria a uni�o dos Sete Reinos.
Voc� tem raz�o nisto.
A uni�o agora est� amea�ada.
O reino logo se despeda�ar�,
se os homens n�o lembrarem do juramento feito ao Rei Viserys
e � sua leg�tima herdeira.
Os Stark n�o esquecem seus juramentos, meu pr�ncipe.
Mas deve saber que meu olhar se divide entre o Norte e o Sul.
No inverno, meu dever para com a Muralha � ainda mais urgente
do que meu dever com King's Landing.
Preciso dos meus homens aqui.
Enquanto seus homens os protegem dos selvagens e do clima,
os Hightower planejam usurpar o trono.
Se minha m�e for defender sua reivindica��o
para manter o reino unido, precisar� de um ex�rcito.
A guerra est� chegando. Pela totalidade do reino, meu lorde.
E n�o podemos travar esta guerra sem o apoio do Norte.
Meu pai trouxe o Rei Jaehaerys
e a Rainha Alysanne para verem a Muralha.
Sua majestade parou neste mesmo mirante
e viu quando seus drag�es, o maior poder do mundo,
se recusaram a transpass�-la.
Acha mesmo que meus ancestrais
constru�ram uma muralha de 213 metros de altura
para nos proteger da neve e dos selvagens?
Ela os protege do qu�?
Da morte.
Tenho milhares de barbas brancas que j� viram muitos invernos.
Eles est�o bem afiados.
Ent�o, s�o idosos?
Posso prepar�-los para partirem imediatamente.
Se seus barbas brancas podem lutar, a rainha os aceitar�.
Eles lutar�o bravamente,
como nortenhos.
Meu lorde?
Um corvo acabou de chegar. Not�cias urgentes de Dragonstone.
Monte novamente.
Vamos voar.
Patrulhei sozinha centenas de quil�metros de mar aberto, sem parar,
para proteger o bloqueio.
Meleys precisa comer e descansar.
E eu tamb�m.
Vamos para King's Landing.
- Para qu�? - Matar Vhagar.
N�o posso encarar aquela fera hostil sozinho.
Com os nossos drag�es juntos, podemos matar Vhagar e seu montador.
Que seja um filho por um filho.
- Isso foi ordem da rainha? - A rainha segue ausente.
Eu deveria estar em Harrenhall, forjando alian�as,
mas estou aqui, para travar a guerra dela.
Ou simplesmente para aguardar seu retorno.
Ela se foi h� dias.
- Tempo demais. Ela est� exposta. - Ela est� de luto.
A m�e fica de luto,
enquanto a rainha se esquiva de seus deveres.
Foi um corvo que me trouxe a not�cia da morte de Laena.
Eu vivi um tormento por semanas,
me recusando a acreditar no que haviam me contado.
S� quando vi os restos mortais da minha filha,
pude come�ar a viver meu luto por ela.
Um corvo contou para Rhaenyra que o filho dela est� morto.
- Ela precisa ter certeza. - Ela foi uma tola de ir sozinha.
- E se Aemond surpreend�-la? - Ent�o, eu sentiria pena de Aemond.
A rainha foi s�bia ao se abster.
Ela n�o agiu com o impulso da vingan�a, como outros teriam feito.
Se voc� tivesse agido quando teve chance,
a linhagem de Aegon estaria extinta
e Luke estaria vivo.
Voe comigo.
� uma ordem.
Eu o faria, se voc� fosse o rei.
- Meu lorde. - Meu lorde.
Meu lorde.
Meu lorde.
Meu lorde.
Foi um milagre ele ter conseguido voltar de Stepstones.
Foi por pouco, mas conseguiu.
Mais sete navios zarparam esta manh� para fortificar o bloqueio.
A Goela � vasta,
n�o temos embarca��es suficientes para cobrir todo o mar aberto.
Tenho que colocar meu navio no mar para liderar o trabalho.
Ainda ser�o muitas semanas, calculo.
Mas falarei com o meu irm�o
para verificar quais refor�os os carpinteiros navais poder�o fazer.
O ferreiro entregou isto mais cedo.
Meu lorde?
Eu havia encomendado para o Pr�ncipe Lucerys.
Senti muito com a not�cia da morte de seu herdeiro.
Foi a maior das trai��es.
Perd�o, meu lorde,
se me permite, tenho muito o que fazer.
Disseram que foi voc� quem arrastou meu corpo para fora do mar.
Foi apenas meu dever.
Estou em d�vida com voc�, Alyn.
- Aten��o. - Apresse-se.
- Aos seus postos. - Sim, senhor.
Aos seus postos. Volte aqui.
- Mantenham o foco! - Sim, senhor!
Drag�o!
Drag�o! Equipem o Escorpi�o!
Equipem o Escorpi�o!
Se aproximando pelo sudeste.
Preparados?
Preparem a mira.
Escorpi�o pronto.
Alto!
Alto!
Descansar. � a Vhagar!
- Descansar. - Descansar!
Sou a �nica olhando para o menino agora.
Onde est� Jaehaerys?
Assistindo as aulas.
E onde s�o as aulas?
Para que voc� precisa dele?
Vou lev�-lo ao Pequeno Conselho.
Ele ser� rei um dia. Deve come�ar a se instruir.
E se ele n�o quiser ser rei?
Onde ele est�?
Na biblioteca.
Voc� n�o deve interromper a pr�tica dele.
Estou com medo.
N�o fique.
Seriam tolos se viessem. Vhagar est� protegendo a cidade.
N�o dos drag�es.
Dos ratos.
A rainha � um mist�rio duradouro.
N�o � mesmo?
Sinto uma brisa fria pairando.
O ver�o chegou ao fim.
Est�o nos aguardando no Pequeno Conselho, majestade.
N�o podemos.
Novamente.
Sim, majestade.
Se n�o se importa...
- Majestade. - Bom dia.
Jaehaerys deve aprender a se comportar na Corte,
j� que vai governar um dia.
Bom dia, meus lordes.
Mam�e.
E as not�cias?
Nossas cartas para o Vale e para o Norte seguem sem uma resposta.
Tolos.
Stormlands ser� nossa depois do pacto de casamento
do Pr�ncipe Aemond com Lady Floris Baratheon.
Aguardo a declara��o do juramento.
Meu irm�o est� levantando for�as do Oeste para reunirem-se em Dente Dourado, mas...
Sim. Obrigado, meu pr�ncipe.
Foi muito �til.
Meu sobrinho, Lorde Ormund, re�ne suas for�as para avan�ar de Oldtown.
Eles esperam marchar depressa, encontrando pouca resist�ncia,
at� que cheguem a Riverlands.
Minhas cartas � Rhaenyra. Alguma resposta?
Um pedido de desculpas pelo filho morto?
Nada, majestade.
Entre a falta de resposta e o bloqueio na Goela,
devemos entender que a princesa recusou os termos oferecidos.
E a guerra, agora, � inevit�vel.
Talvez vossa majestade
- possa emprestar sua voz � nossa oferta... - Solte. Pare!
Na esperan�a de negociar novos termos.
Solte de uma vez. Algu�m poderia ajudar?
O herdeiro do trono est� incomodando voc�, Tyland?
N�o.
N�o, n�o. N�o mesmo, majestade.
Acho que ele quer montar.
- Majestade. - Montar?
Montar um p�nei.
N�o seria divertido, Jaehaerys?
Se o Mestre da Moeda fosse seu corcel real?
Majestade.
H� assuntos importantes a serem discutidos,
apesar das interrup��es do Sir Tyland.
Muito bem.
Sem tempo para divers�o, Tyland.
Majestade.
Pode ir, Jaehaerys.
Bom menino.
Onde est�vamos?
O bloqueio de Rhaenyra deixou King's Landing sob press�o.
E esta press�o se multiplicar� rapidamente.
Dever�amos t�-la matado quando tivemos chance.
Lamentavelmente perdemos a oportunidade do fator surpresa.
E, com isso, a chance de acabar com este conflito rapidamente.
Devemos agir com as pe�as que temos.
Se formos furar o bloqueio do Serpente Marinha,
devemos refor�ar os navios dos Lannister e dos Hightower.
Precisamos de um novo Mestre dos Navios.
Podemos oferecer o t�tulo para o jovem Lorde Dalton Greyjoy.
- Aemond. O que voc� quer aqui? - O rei me convocou.
Voc� n�o tem uma cadeira no Conselho.
Aemond � meu parente mais pr�ximo e a nossa melhor espada.
Dou-lhe boas-vindas.
O caminho para King's Landing passa por Riverlands.
Devemos estabelecer um ponto de apoio aqui, em Harrenhal.
Os lordes de Riverlands declarar�o apoio a mim
ou conhecer�o Vhagar e Sunfyre juntos.
E podemos incendiar o bloqueio quando chegarmos l�.
- Rhaenyra tamb�m tem drag�es. - Tenho maiores.
Se os drag�es batalharem, n�o retornar�o.
- Sejamos cautelosos. - N�o. O gordo do Lorde Tully
erguer� meu estandarte ou assistir� o inc�ndio.
Devemos voar para Riverrun.
O senhor � o rei, majestade. N�o deve se colocar em risco.
E Vhagar � mais necess�ria aqui,
para deter um ataque de Rhaenyra em retalia��o � morte de seu filho.
Erros foram cometidos nas horas seguintes � morte do rei Viserys.
N�o podemos agrav�-los.
J� demonstrou vosso poder, majestade.
Agora, devemos escolher a paci�ncia e a modera��o.
Enviei os corvos, por hora.
Muitas casas declarar�o apoio ao senhor em breve.
A hist�ria e os precedentes est�o ao vosso lado.
- Bom dia, majestade. - Bom dia, Lorde Larys.
Cheguei antes que o Pequeno Conselho a convocasse para falar com a senhora,
mas sua criada me informou que estava indisposta.
O que voc� deseja me falar?
Finalizei o interrogat�rio de toda a criadagem do castelo.
Eles expuseram detalhes bem interessantes.
Mas eu estou satisfeito por ter descoberto todos que tra�ram nossa confian�a.
O que houve com eles?
N�o respiram mais o nosso ar.
Escolhi pessoalmente sua nova criadagem.
Me d� isto aqui.
Majestade?
Podem sair.
Por favor, podem... podem sair.
- Olhem isso. - � uma asa.
� uma asa de drag�o. Est� enrolada na minha rede.
- � uma asa! - Quem se importa com isto?
- Drag�o! - Vamos sair daqui!
Que todos sa�dem o Rei Aegon!
Aegon, o Magn�nimo.
Segundo de Seu Nome.
Rei dos �ndalos, e dos Roinares e dos Primeiros Homens,
Lorde dos Sete Reinos e Protetor do Reino.
Sa�dem o Rei Aegon.
"O Magn�nimo?"
Majestade.
Vamos � primeira peti��o, meu bom Lorde M�o.
Bom dia, majestade.
Est� tudo bem. N�o h� motivos para nervosismo.
Como se chama?
Jerard, majestade.
Bom dia, Jerard.
De que maneira seu rei pode servi-lo?
� o meu rebanho.
Um d�cimo dele foi levado pela...
pela Coroa...
no in�cio do inverno.
- Se houvesse tempo para planejar... - Devolveremos a voc�.
Majestade?
Precisa das cabras, n�o precisa?
- Ovelhas, majestade. - Ovelhas, melhor ainda.
Devolverei seu rebanho de ovelhas, por inteiro.
J� nos comprometemos com todas as Terras da Coroa,
que um d�cimo do gado ser� necess�rio para sustentar os drag�es,
devido ao aumento de suas atividades e, talvez, para uma poss�vel batalha.
Certo.
Talvez possamos devolver apenas as dele. Ele veio at� aqui.
Se devolver as ovelhas de um pastor, majestade,
em breve todos estar�o aos p�s do trono, esperando o mesmo.
Eles n�o saber�o.
Quando um rei fala, majestade,
todos escutam.
Depois de pensar melhor.
Eu decidi que n�o posso devolver suas ovelhas.
Se uma guerra acontecer, meus drag�es precisar�o de alimento.
Traga o pr�ximo.
O sal sempre se torna um produto escasso no percurso para o inverno, majestade.
Dependemos dos navios de Essos para o fornecimento.
Mas, agora, com o bloqueio instaurado
- e a amea�a de guerra... - Este bloqueio traidor n�o durar� muito.
Planejo mandar Vhagar para transform�-los em cinzas.
Traga o pr�ximo.
Hugh, majestade.
Os ferreiros est�o honrados em apoiar vossa majestade contra Rhaenyra.
Contudo?
Contudo...
Os custos do ferro subiram.
Apenas um Escorpi�o leva semanas para ser constru�do.
Em resumo: Enfrentamos dificuldades.
Se pud�ssemos receber o pagamento da Coroa antes de come�armos a trabalhar,
seria um grande al�vio.
N�o s� para mim,
mas para os ferreiros que apoiam vossa causa.
Voc� dever� ser pago e muito bem pago.
Meu ex�rcito n�o pode vencer uma guerra sem suas armas.
Continue com a produ��o.
Nossa vit�ria depende dos esfor�os dos plebeus.
O senhor tem minha sincera gratid�o, majestade.
Que venha a pr�xima peti��o.
Majestade, fiquei emocionado ao v�-lo no Trono de Ferro.
Eu era um menino quando Jaehaerys ocupou o trono pela �ltima vez,
mas o senhor me trouxe a lembran�a dele.
E o senhor � habilidoso com os plebeus, assim como seu pai.
Obrigado, meu lorde.
O senhor teria um momento para falarmos a s�s?
� costume da M�o manter um controle firme sobre tudo.
Ele controlava seu pai da mesma forma.
Viserys tinha a reputa��o de ser influenci�vel.
Estou ciente.
Eu imaginei que, j� que estamos na imin�ncia de uma guerra,
que o senhor gostaria de ser visto de outra forma.
Como?
Otto Hightower
era a M�o de seu pai, majestade.
Filha.
Solicitei uma audi�ncia h� horas.
Havia muitas peti��es.
Eu estou me questionando:
ser� que temos o mesmo prop�sito?
Devo admitir que h� dias em que eu mesmo n�o tenho certeza.
Vou dizer-lhe o meu.
� a vit�ria.
E como voc� definiria vit�ria?
Rhaenyra ajoelhada e Aegon sentado no Trono de Ferro, em paz.
Como Viserys desejou.
Se esta � sua descri��o, estamos em concord�ncia.
- Ent�o, seja meu aliado. - Eu sou.
Um aliado n�o me sabotaria continuamente naquela mesa de homens.
- Eu me sento l� e sinto sua raiva. - Frustra��o.
Esses dias decisivos, ap�s a morte de Viserys,
- n�o sa�ram conforme o planejado. - A culpa n�o � minha.
Meus dois filhos o enxergam como um grande exemplo...
A M�o de tr�s reis.
Aegon tenta de todas as formas provar seu valor. E Aemond...
Aemond est� com raiva.
O filho da Rhaenyra arrancou o olho dele e nunca teve uma puni��o por isso.
- O que ele fez, embora cruel... - Um capricho da juventude.
Eu espero que sim.
Aemond errou.
Mas ele � impetuosamente leal. Ele s� quer agradar.
E Aegon ainda me escuta. Em particular, pelo menos.
Mas se voc� enfraquecer minha voz, esses meninos v�o deixar de ouvi-la.
Eu n�o enxerguei desta maneira.
S� precisamos ficar atentos ao Aegon, at� a novidade de governar perder a gra�a.
Assim que ele se cansar,
voc� e eu conduziremos nossa causa at� a vit�ria.
Excelente estrat�gia, filha.
Mas voc� deve aceitar
que o caminho para a vit�ria, agora, � o da viol�ncia.
Eu sei disso.
Mas n�o significa que tenha que ser injustificada.
N�o.
Vassalos,
preparem-se para serem abordados.
Rendam-se!
Por ordem do Lorde Corlys Velaryon.
Procurem por clandestinos no por�o!
Voc�.
Da �ltima vez que nos vimos, havia dois de voc�.
O Verme Branco.
Achou que eu enfraqueceria na sua aus�ncia?
N�o imaginei que se tornaria uma traidora.
Voc� fala da alta nobreza.
Eu sou uma plebeia.
H� quanto tempo vende segredos para Otto Hightower?
Desde que ele teve ouro para pagar por eles.
Quem mandou voc� fugir de King's Landing em tamanho desespero?
- Voc� colocou Aegon no trono. - Foi a conspira��o dos Hightower.
Mal lucrei por saber dos movimentos de Aegon.
Mas voc� o entregou.
Ele iria para casa, para pegar mais ouro ou para descansar, como sempre faz.
Eu simplesmente...
acelerei os neg�cios.
O que resultou no roubo do trono da rainha e na morte de seu filho.
Me culpa porque seus inimigos est�o fora do seu alcance.
Meu acordo com a M�o era uma transa��o comercial.
N�o sou leal a ele.
Agora mesmo � que n�o sou.
Otto Hightower � para mim o que eu sou para a sua laia nobre:
um lixo a ser descartado.
- O que mais voc� sabe dele? Os planos? - N�o sei mais nada.
N�o tenho nada de valor para voc�, Daemon.
Levem-na para as celas.
Ela dever� ser tratada como uma traidora da Coroa.
Me perdoe, meu pr�ncipe, mas a senhora fala a verdade.
- Ela n�o era uma agente dos Hightower. - E o que isso lhe importa?
� uma quest�o de honra.
Foi a honra que lhe fez ficar parado, assistindo os Hightower usurparem o trono?
Voc� e o seu g�meo traidor?
N�o, meu pr�ncipe.
Isso me envergonha.
Por isso abandonei a Guarda Real e meu irm�o para vir para c�.
N�o me importa.
Aegon estava em seu dom�nio. Deveria t�-lo matado.
Arryk e eu fomos nomeados para a Guarda, quando t�nhamos oito e dez anos.
Fizemos o mesmo juramento.
Defender toda a fam�lia real.
O que devemos fazer quando se viram uns contra os outros?
Rainha Rhaenyra Targaryen, Primeira de Seu Nome,
Rainha dos �ndalos, e dos Roinares e dos Primeiros Homens.
Senhora dos Sete Reinos e Protetora do Reino.
Encontrou o que precisava?
Seu Conselho est� preparado, majestade.
Voarei para Harrenhall ao seu comando e montarei o ponto de apoio em Riverlands.
Majestade, o bloqueio do lorde, meu marido, na goela est� a postos.
Todas as viagens e com�rcio mar�timo para King's Landing ser�o cortados.
Eu quero Aemond Targaryen.
Em seus anos de mercadora de fofocas,
voc� certamente acumulou espi�es dentro da Fortaleza Vermelha.
- Servos, que conheciam a rotina do lugar. - Conspire com outro, Daemon.
J� fui sua escrava. N�o sou mais.
Uma transa��o, ent�o.
Seu conhecimento em troca da sua liberdade.
Majestade.
Lady Jeyne Arryn ofereceu seu apoio em troca de um drag�o,
para proteger o Vale.
E o Lorde Cregan Stark
prometeu dois mil homens...
Alyrie Florent.
Viserys Targaryen.
Lucerys Velaryon.
Um tributo.
Comandante?
Nunca me afasto demais.
Soube que voc� carrega uma antipatia pelos Hightower.
Danem-se os Hightower.
Continue andando.
E n�o cause problemas.
O Verme Branco me disse que � um dos ca�adores de ratos do Aegon.
Voc� deve estar ocupado. Aquele castelo est� repleto deles agora.
Soube que o Verme Branco havia morrido.
O fantasma dela me disse que voc� � um homem de apostas. Arenas?
C�es.
E ossos.
Em quanto est�o suas d�vidas?
Tamb�m soube do conhecimento excepcional que voc� tem da Fortaleza Vermelha.
T�neis de Maegor.
Um grande ninho de ratos, isso sim.
Conhe�o melhor do que o formato do meu p�nis.
Este � meu amigo.
Esta noite, ele ser� seu amigo.
Voc� deve encontrar e matar o Pr�ncipe Aemond Targaryen.
Tem cabelo prateado, um olho.
Deve ser f�cil de encontrar.
Mas sei que ele � bom de briga. Melhor se precaver.
A metade.
A outra, quando tiver feito.
Maravilha.
E se eu n�o o encontrar?
Perdemos dias preciosos nesta guerra de penas e corvos.
Palavras, o vento leva.
Voc� devia liderar o avan�o.
E eu devia voar com a Vhagar para proteger.
Nenhum castelo ousaria erguer o estandarte da Rhaenyra contra n�s.
Colocar�amos ordem em todas as Terras da Coroa em semanas.
Talvez possamos fazer uma peti��o ao rei, em particular, para nos enviar.
Rosby e Strokeworth, castelos pequenos, bem nas sombras de King's Landing.
N�o v�o nos querer como inimigos.
Poder�amos incorporar seus soldados,
nosso ex�rcito cresceria � medida que avan�amos...
Uma estrat�gia sagaz.
Mas contest�vel.
Meu irm�o � ref�m do meu av� e da minha m�e.
E eles dir�o que uma guerra de drag�es ainda pode ser evitada.
� inevit�vel.
Eles t�m que enxergar isso.
Otto teme frustrar a ordem das coisas.
E Alicent est� apenas...
com raiva.
- Com raiva? - Ela me culpa por come�ar esta guerra.
Depois de conspirar com o Conselho do meu pai
para usurpar o trono.
Sua majestade fala com duas l�nguas.
Ela tem um cora��o gentil.
Rhaenyra � uma aranha astuta.
H� muito tempo, ela levou Alicent at� sua teia,
a envenenou.
N�o � culpa da sua m�e.
Ela sente amor pela nossa inimiga.
Isso a torna uma tola.
Lorde M�o.
Retorne ao seu posto, Lorde Comandante.
Eu preciso falar com o pr�ncipe.
Eu me preocuparia, meu neto,
caso planos fossem considerados distante dos ouvidos do rei e de sua M�o.
Voc� est� ansioso para agir. Eu compreendo.
- Eu tamb�m j� fui jovem. - S� almejo servir ao meu rei
e � minha casa.
Voc� e Vhagar
s�o os maiores poderes individuais do reino.
Se n�o era �bvio antes, certamente agora �.
Mas h� muitas pe�as em jogo aqui,
algumas delas voc� ainda n�o consegue ver.
Prometo a voc�, Aemond, que voc� ter� toda a vingan�a que procura,
mas voc� deve conter seus impulsos.
N�s dois sabemos que seu irm�o n�o consegue.
Certo.
Segure.
Traga o cachorro.
Esta � a quest�o.
Eu preciso ser um s�mbolo para os plebeus, assim como para os nobres.
- Espere. - O senhor pode ser "Aegon, o Forte".
Este j� � do meu sobrinho.
- E o que vossa majestade prefere? - Este � o rei.
- Ser amado ou ser temido? - Preciso ser os dois.
Minha m�e e meu av� cuidam de mim como se eu fosse um patinho indefeso.
Mas o senhor � o rei.
- Quem se importa com o que eles dizem? - Meu irm�o pelo menos sabe seu lugar.
Ele � leal como um c�o de ca�a.
Posso mand�-lo, com seu drag�o, ca�ar meus inimigos quando eu quiser.
- Olhe para baixo. - Preciso de um estilo
que demonstre poder e ordene o respeito.
Ningu�m sabe o que significa "Magn�nimo".
O senhor poderia ser "Aegon, o Generoso".
Isso encantaria os plebeus.
- Eu gosto deste. - Tem mais desse vinho forte?
- Aegon, o Cora��o de Drag�o. - Melhor.
Aegon, o P�nis de Drag�o.
Isso. Isso mesmo. A Besta Indom�vel.
Como chegamos l� em cima?
A realeza mora l�.
Certo.
Bom, n�o � permitido.
Outro grupo de ca�adores de ratos trabalha l� em cima.
Se vamos matar o pr�ncipe real, onde acha que vamos encontr�-lo?
Eu trouxe voc� ao castelo.
Achei que o resto era com voc�.
Poderia acabar com voc� aqui mesmo e ficar com o resto do ouro para mim.
Eu conhe�o um jeito de subir.
S� n�o conhe�o muito bem o lugar.
Mostre-me.
Saia daqui!
Por aqui.
A realeza mora neste andar.
N�o tem ningu�m aqui.
Temos que continuar procurando.
Eu te disse. N�o deveria estar aqui em cima.
N�o ouviu o pr�ncipe?
Sem cabe�a, sem ouro.
Prepare a armadilha.
Para disfar�ar.
Vou procurar no outro quarto.
Para os ratos.
Quieta.
Quieta!
Fique parada!
Quem � esta mulher?
� a rainha. � ela.
Um filho por um filho, ele disse.
Voc� acha que ela tem cara de filho?
Olhe ali.
Temos que pegar a cabe�a e sair daqui.
Os dois s�o iguais.
Qual � o menino?
- Acho que � aquele. - N�o.
Veja se tem p�nis.
A m�e sabe.
Fa�a somente o que eu mandar, ou farei toda a fam�lia sangrar.
Qual?
Eu tenho um cord�o.
� de grande valor.
Isto n�o � um filho.
Espera.
� o outro.
Ela n�o vai entregar o herdeiro do rei t�o facilmente.
N�o.
Ela est� falando a verdade.
Segure o garoto.
N�o.
Helaena!
O que aconteceu?
Eles mataram o menino.
LEGENDAS: SILVANA FEITOSA
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.