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- Isso foi t�o ardente. Eu quase acreditei.
- Algo para se lembrar de mim.
- � Du Plessis liquidou sua d�vida? - Voc� � meu �ltimo cliente.
Ele me ama.
- Eu tamb�m - Ele me ama mais.
- O sal�rio de um general...
dificilmente pode competir com a fortuna da fam�lia Montmorency.
Uma mulher como voc� n�o pode depender de apenas um homem.
- Ele vai ser o �nico dependendo de mim.
- Como eu disse, voc� vai precisar de sua liberdade...
e um pouco de dinheiro para escapar de sua observa��o.
- Voc� quer saber? Eu vou sentir sua falta.
- Agora que voc� est� livre, voc� n�o tem que mentir.
- Voc� acredita em mim agora?
- De modo algum.
- Eu n�o aguento mais. Ele levou tr�s horas para gozar!
- Apresse-se, querida.
- Meu caro amigo. - Boa noite, V�ra.
- Voc� est� bem? - Muito bem, obrigado.
- Ele � bonito. T�o fresco.
- Na sua idade, seus irm�os nunca deixaram de me implorar
para lev�-los ao Paradis. Mas, quanto a ele ...
Veja como � p�lido e fr�gil.
Ele passa seus dias lendo e escrevendo.
- Um poeta, as meninas amam um poeta.
- Venha para a sala para fazer a sua escolha.
- Eu tenho medo que comecem a falar. - Por favor, pai ...
- Prove sua masculinidade e eu vou deix�-lo em paz.
Ang�le!
- Pegue o quarto rosa.
E v� com calma. Ele � virgem.
N�o tire proveito para faz�-lo gozar
assim que abaixar as cal�as.
Tente mostrar-lhe um pouco da paisagem.
Fa�a o seu melhor.
- Voc� aproveitou, General? - Eu fiz, como sempre.
- Fico feliz em ouvir isso. Eu lhe acompanho. - Obrigado, Marguerite.
Sua V�ra espera por voc�, Bar�o. Parab�ns.
- Quem dera. - O qu�?
- Mas V�ra assegurou-me que ... - Tudo parecia resolvido ontem.
� mais f�cil negociar com os prussianos do que com Madame Gaillac!
- At� logo, General.
- Sim?
- Eu vi voc� sair... - Do bordel?
O que tem isso?
- Estou � procura de algu�m que trabalha l�.
Eu quero falar com ela.
- Ela quem?
- O nome dela � Marie-Jeanne.
- De onde voc� �, madame?
- Ambri�res-les-Vall�es em Mayenne. - Isso explica.
Duvido que haja cortes�s nessas regi�es remotas.
Certamente n�o vai encontrar nenhuma em Paris, que atenda pelo nome de Marie-Jeanne.
Ou at� mesmo Marie.
Se voc� fosse um homem,
voc� pagaria para transar com uma mulher com o nome da Virgem Maria?
Boa noite, madame.
Culturalmente Pop (@CultPop_) apresenta
- Minha querida, voc� vai ter que ser boa e paciente.
- Do que voc� esta falando?
- Hortense n�o vai aceitar.
- Mas ela lhe deu sua palavra. - A carta afirma o contr�rio.
- Aquela cadela!
- O que a fez mudar de id�ia?
- Voc� n�o v�? Ela n�o tinha inten��o de me deixar ir embora.
- Ou�a, eu sei que voc� est� com raiva, mas veja dessa maneira,
voc� tem seu pr�prio quarto aqui e uma empregada.
Voc� � respeitada. Eu a visito quase todos os dias.
Achei que voc� podia precisar de algo para consol�-la.
- Estou destinada a morrer uma puta. - Chega!
Eu n�o vim aqui para ouvir esse tipo de linguagem.
Ent�o?
- Perd�o.
Voce tentou.
Sou t�o ingrata.
- Assim � melhor.
- E o colar?
- Esque�a. Est� contaminado de m�s recorda��es.
Eu vou te encontrar outra coisa. Voc� n�o vai se decepcionar.
- Voc� poderia ao menos vir aqui.
- E se n�s apenas conversarmos? Voc� seria paga do mesmo jeito.
- Eu n�o fa�o isso apenas pelo dinheiro.
Eu realmente gosto.
- Pare com isso!
Vou me casar em duas semanas.
- Decepcionaria sua noiva v�-lo aqui?
- Partiria seu cora��o.
- Bem, sua amada estaria errada.
Por que voc� acha que h� prostitutas?
Homens e mulheres n�o s�o iguais.
A esposa, com seu marido,
n�o pode dar-lhe tudo o que ele precisa.
� a mesma coisa com comida e bebida.
Os homens t�m grandes apetites.
Diga-me honestamente.
Sua noiva.
Voc� �s vezes tem pensamentos impr�prios com ela? Certo?
Voc� deve ter pensamentos sobre ela, que parecem bastante desrespeitoso.
Uma vez que os pensamentos entram na sua cabe�a, voc� n�o pode tir�-los.
N�o h� nada que voc� possa fazer sobre isso. � por isso que putas existem.
Assim, voc� pode amar sua esposa corretamente.
Voc� sabe o que dizem. Ou melhor, o que os homens dizem.
Se um homem se recusa a ir ao bordel,
o bordel vir� para o homem.
Voc�, pelo menos, acha-me bonita?
- Por qu�?
Eu dei tudo a este lugar.
- Posso assegurar-lhe, Lupin, Madame n�o est� aqui esta noite.
Vou arranjar algu�m para cham�-lo assim que ela chegar aqui.
- Paris ainda est� quebrada. O neg�cio est� indo de mal a pior.
- Voc� pode, pelo menos, ter a coragem de me dizer a verdade.
- Pense o que quiser. N�o tem import�ncia.
- Eu vou ajud�-la a encontrar outra estrela.
Mas cuidado.
Voc� ter� que manter suas m�os longe dela.
- Se eu deixasse voc� ir agora, seria desastroso para o neg�cio.
- N�o me diga que voc� est� com ci�mes do Bar�o.
Aquela velha cabra!
Voce me conhece.
Voc� sabe do que eu gosto. Voc� e eu somos do mesmo tipo.
E o tempo passa.
Voc� sabe o que vamos fazer quando estivermos velhos?
N�s vamos nos encontrar em um lugarzinho no Marne.
O dinheiro que eu consiguir tirar do Bar�o vai cuidar de nossa velhice.
- N�o se preocupe.
N�s teremos tudo o que precisamos, quando chegar a hora.
- Hortense ... - Voc� me disse que gozou nos seus bra�os.
- Eu s� disse isso para irrit�-la.
- Posso entrar?
- Deixe-nos a s�s.
- Voc� est� linda esta noite.
- Voc� sempre teve bom gosto, Hortense.
Eu n�o me importaria de gozar aqui.
Pagaria por uma semana.
Quanto as meninas desembolsam para isso?
- Tr�s francos para uma caixa de 12.
- E ainda assim voc� n�o pode me pagar? - Eu dou-lhes cr�dito, como voc� bem sabe.
- Voc� � muito boa. - � por isso que elas ficam.
- E os meus meninos?
Aparentemente, eles n�o s�o mais bem-vindos em sua casa.
Voc� n�o gosta mais deles.
No entanto, durante o cerco,
voc� estava feliz com um pouco de carne.
- Voc� acha que eu gosto de ver todos esses idiotas aqui?
- Se n�o fosse por mim, seu galinheiro seria um monte de cinzas.
- Eu sei.
Pelo menos com as prostitutas em Montrouge
n�o h� necessidade de tirar uma flanela para limpar as suas conas.
Eu n�o sei o que dizer a estes b�rbaros.
Eu sei.
E se voc� fosse me pagar o que deve?
- Tchau. - Tchau.
- Procurando trabalho?
Eu sei quem � o chefe. Eu posso te ajudar se voc� quiser.
- Voc� pode me colocar para dentro? - Isso � o que eu estou dizendo.
- N�o para trabalhar.
- O que, como um cliente? - Eu n�o tenho dinheiro.
Estou � procura de algu�m, isso � tudo. Eu n�o sei o nome dela.
- Bem, o meu � Edgar. Eu sou um pintor naturalista.
- Eu conhe�o todo mundo l� dentro.
Boa sorte se voc� est� esperando as meninas mostrarem seus rostos aqui.
Eles saem um vez por semana e basta.
- Ent�o, devo lhe colocar para dentro?
- Eu mesma vou conseguir, obrigada.
- Seis frangos, tr�s cap�es e todos esses pombos?
Voc� est� louco? Eu lhe disse para cortar pela metade.
E eu n�o quero tudo isso de aspargos. Enrole-o novamente.
Pronto. Vejo voc� na segunda-feira. V� em frente.
Voc� � sempre o �ltimo.
- N�s sabemos que voc� deu duro nisso.
- Hortense tem sorte de ter voc�.
- Voc� limpa depois dela. - Do que voc� est� falando?
- O Lupin vive em Montrouge?
Quanto mais o patr�o lhe deve?
Imagine se ele souber que Hortense est� fazendo dele um tolo,
recusando-se a aceitar o pagamento do Bar�o?
- Eu n�o estou tendo essa discuss�o, V�ra.
- Se eu pudesse sair, s� por uma hora.
- Eu n�o quero discutir isso com voc�.
Voc� tem um encontro de duas horas na Rue du Faubourg Saint-Honor�.
- Com quem?
- Um holand�s que est� de passagem. Vogel.
- Vogel?
- Voc� n�o quer ir?
- Sim, Vogel vai ser �timo.
- Quem � ele?
- Voc� n�o o conhece.
Nem Hortense.
- Ent�o, sua m�e est� na Rue du Bac? - Sim, no n�mero 39.
Ela � empregada da Madame Ragon.
Ela retoma suas fun��es, esta noite, de acordo com o mordomo.
- Se sua m�e est� trabalhando l�, ela deve estar em boas condi��es de sa�de.
- Agora que eu sei o endere�o, tenho a boriga�� de encontr�-la esta noite.
- Voc� sabe que depois de todo esse tempo, ela pode n�o querer vir.
- Para o nosso casamento? Eu sei que posso convenc�-la.
- Posso ir? - Claro.
Voc� s� tem uma m�e.
- Obrigado, meu amor.
- Eu vou com voc�.
- Voc� n�o quer ver seu primo? - Ele n�o tem respeito por ningu�m, um imbecil.
E eu n�o quero minha garota sozinha na noite de Paris.
Eu n�o quero que voc� fique no caminho.
Se voc� estiver l� ou esperando por mim, eu n�o vou saber como me comportar com ela.
Este momento � meu. Voc� entende?
- Tem certeza que isso � o que voc� quer?
- Ent�o voc� tamb�m me quer, n�o �?
Ou ser� que sua chefe acha que sua bunda vai ser o suficiente para me acalmar?
- Hortense n�o sabe que estou aqui. - N�o � legal mentir para o seu amado.
- Se ela me amasse,
ela teria aceita os 6.000 francos do Bar�o du Plessis oferecidos
para liquidar a minha d�vida.
- Quanto foi que voc� disse?
- Me beije.
Me beije.
Me beije.
Me beije.
- Gaston ... - Beije-me.
Me beije.
Me beije.
E se eu n�o receber o meu dinheiro at� amanh�,
s�o outros l�bios que eu vou arrancar.
- Voc� n�o vai se arrepender!
Ela � uma mulher imposs�vel, como voc� bem sabe.
- Que tal champanhe? Voc� ainda tem alguma Roederer?
- Voc� s� tem uma chance de comemorar sua liberta��o da pris�o.
- Sim, se voc� tiver muita sorte.
- Sorte n�o tem nada a ver com isso, como voc� bem sabe.
Quero que toda a Paris lembre de minha festa.
N�o me venha com esse olhar.
Eu deixei voc� carreguar o dobro para cada garrafa.
- Obrigado, Baronesa!
Se eu tivesse uma bunda como a sua,
Eu teria prazer de ter amarrado um Rothschild ou um rei.
- Por que n�o um Papa?
- Muito pervertido.
- E esse len�o de seda pura?
Quem quer isso?
- Eu! - Eu!
- Eu quero o azul.
- � lindo. - Sim, o Bar�o adora.
Mas vou deixar isso para voc�. Eu n�o vou mais me vestir para ele.
- Se ele vai me ajudar a agarrar um velho e me tirar daqui...
- Quanto a isso ... - Ang�le.
A matrona quer v�-la imediatamente.
- George!
- Ol�, minha querida..
Isso n�o � bom?
- N�o s�o as poltronas da comiss�o do chefe?
- Dei-lhe um pre�o t�o bom que ela n�o vai pestaneja.
- Ainda assim, tome cuidado.
- O que voc�s est�o fazendo aqui?
- Sinto muito, madame. - E componha-se!
Os clientes v�o pensar que est�o em Saint-Lazare.
- Apenas cinco minutos, por favor. - Como � o som de tr�s francos?
- Volto mais tarde.
- Ang�le!
- De volta t�o cedo?
- Eu posso ver voc�?
- Preciso me preparar primeiro. - Voc� est� linda assim.
Ang�le, eu n�o entendo.
A pior coisa aconteceu.
Eu n�o tenho sido capaz de apagar ontem da minha cabe�a.
Se ela soubesse, ela me odiaria. E ela estaria certa, coitada.
- Quanto voc� tem?
- Vamos.
- Edgar?
- Boa noite, madame.
Ser� que voc� finalmente consegue entrar?
Em Paris, voc� sabe, todo mundo est� sempre � procura de algu�m.
- Quem voc� est� procurando?
- Voc�, talvez.
- Como � essa mulher, ent�o? - Ela tem idade para ser minha m�e.
- Bem, ela n�o pode ser Hortense.
H� sempre Marguerite. Mas se � uma das meninas, deve ser V�ra.
- Voc� a conhece bem?
- Muito bem.
Ela est� deixando o bordel esta noite.
Entende? Voc� est� com sorte.
Vou apresent�-la a voc� esta noite.
- Por que voc� faria isso?
- Voc� parece ser uma garota legal.
- Voc� tem um noivo? - Eu n�o estou procurando por um.
- Com quem voc� veio ent�o? Algu�m deve estar aqui para ajud�-la.
- Eu sou bem capaz de vir a Paris por conta pr�pria.
- Eu sei.
� por isso que eu gosto de voc�.
- Vamos?
- Boa noite, Marguerite.
- Desde quando voc� usa a porta da frente?
- Estou aqui como um cliente. - Voc� j� se olhou?
- V� em frente, abra a porta.
Espere por mim aqui.
- Ela � uma pequena do�ura. - Ela est� procurando um emprego?
Ela est� sozinha em Paris � tudo o que precisamos para o trabalho.
- Mas n�o fa�a gracinhas e mantenha suas m�os longe das garotas!
- Vamos
- Por aqui, madame.
- Meu caro bar�o, estou t�o feliz por voc�.
Nos bra�os de V�ra,
cada um de n�s pensava que era o escolhido.
- Para V�ra. - V�ra!
Para V�ra, a deusa do amor inesquec�vel.
- Bravo! - Obrigado, obrigado.
Venha!
� ela!
Eu j� volto, ok?
V�ra, V�ra, V�ra!
Quem quer um peda�o?
- Diga-me, a filha de V�ra vive em Mayenne?
- N�o, com sua irm� em Paris.
- Assim, a pequena virgem pode continuar � procura de sua m�e.
- N�o � isso que me preocupa. Algu�m poderia vir procur�-la.
- A garota n�o tem ningu�m aqui.
Ela est� por conta pr�pria. Al�m do mais, ela � uma garota de sangue quente.
Voc� quer que ela ou n�o?
- Se ela � virgem, como voc� diz, voc� vai ter os seus 200 francos.
- Espere um minuto. Eu quero 250 por isto.
- 200.
Ela j� bebeu o suficiente?
- N�o, a maior parte caiu no tapete.
- Qual o nome dela? - Rosalie. Eu finalmente consegui tirar dela.
- Eu n�o gosto disso.
Mas ela � espl�ndida.
- Sim.
- Vamos resolver para Rose.
- Que tal um adiantamento? - Ei!
At� eu acariciar um h�men, voc� n�o vai conseguir nada.
- Marie-Jeanne?
Marie-Jeanne!
- Partindo t�o cedo, minha querida?
- Estou com pressa. Por favor, abra a porta.
- Voc� n�o pagou sua conta. - Que conta?
- Dois champanhes, s�o 128 francos.
- Edgar vai pagar.
- N�o, Edgar � um artista.
- Ele vai pagar quando ele voltar.
- Eu vou pagar amanh�. - Como?
- Aqui.
- Uh, agora s� faltam 124 francos.
Aqui est� o que eu vou fazer.
Vou mandar algu�m para o est�dio de Edgar para explicar a situa��o.
Edgar � um homem bom. Ele vai voltar e pagar.
Enquanto isso, voc� pode ficar aqui.
Se voc� estiver cansada, eu tenho uma pequena sala para voc�.
Voc� n�o ser� perturbada.
Volto logo.
- Todo mundo estava se perguntando por que voc� n�o estava l�.
- Incluindo voc�?
- Eu n�o tinha tempo para pensar.
- Claro que n�o.
Era sua �ltima noite. Voc� devia isso a si mesmo para se divertir.
- O Bar�o est� me esperando l� embaixo.
Ele vai me mostrar a mans�o em Plaine-de-Monceaux.
E como voc� pode ver, eu estou longe de estar pronta.
- Eu quero fazer desta uma noite que voc� n�o vai esquecer.
Eu quero fazer voc� ter orgasmos at� estourar.
- Pare com isso, Hortense.
Pare com isso.
Pare com isso, Hortense.
Deixe-me sozinha, sua idiota imunda!
Voc� realmente acredita em n�s?
Voc� realmente muito idiota!
Eu prefiro o pau sujo do Blondin a sua buceta velha e cansada.
Pelo menos ele n�o tem a pretens�o de me amar.
- Boa noite, Madame Gaillac.
Acontece que eu poderia ter uma outra adega em breve.
Um advogado perto Montlouis.
Posso oferecer-lhe as mesmas condi��es.
Posso fazer alguma coisa por voc�?
- Voc� realmente quer me ajudar?
- Ser� que Mar�chal Mass�na realmente viveu aqui?
Sim, antes de sua filha mais velha se mudar.
- E fez... - Sim, V�ra.
- Bonaparte e Josephine teriam jantado aqui pelo menos uma vez.
- � mesmo?
- O que eu preciso fazer para ser digna de tanta felicidade?
- Basta ser feliz.
- Eu vou ser feliz para sempre.
- N�o.
- Por que essa cara?
- Sinto muito, queria. Era meu irm�o. Ele precisava de mim.
- Durante toda a noite?
- Voc� tem cinco minutos.
- Voc� n�o vai me beijar?
- N�o sei.
- O que quer dizer com voc� n�o sabe?
- E eu suponho que isto � para sua irm�!
- N�o, n�o � para voc�.
- N�o brinque comigo. - Bem, se voc� n�o quer que ele ...
- N�o, eu gosto. - Oh, voc� gosta?
Voce quer isso?
Aqui.
- Obrigado. - � tudo?
- J� chega!
- Eu quero ver a pol�cia.
- Bem.
Voc� tem sorte.
Madame Fourchon concordou em retirar as acusa��es.
Claro, voc� permanece em d�vida.
A cobran�a ser� descartada se voc� pagar o que deve.
Voc� entende? - Mas eu n�o tenho dinheiro.
Voc� conhece algu�m em Paris, que pode ser capaz de ajud�-la?
Voc� n�o tem ningu�m em Paris para ajud�-la?
Escute, eu tenho certeza que voc� � uma garota honesta.
Voc� simplesmente se confundiu com um bad boy, isso � tudo.
Madame Fourchon percebe isso.
Ela me disse que tem uma solu��o que poderia servi para ambas.
Madame Fourchon sabe que voc� est� passando por uma fase dif�cil.
Ela ofereceu,
que � generoso da parte dela, lev�-lo para o Paradis.
Se trabalhar l� at� que tenha pago a sua d�vida, a quest�o ser� resolvida.
Isso � justo, n�o �?
- � uma boa casa. Uma das mais luxuosos de Paris.
Voc� vai ser bem tratada, bem alimentada.
Acredite em mim, � melhor do que o trabalho na f�brica.
E, dado o qu�o bonita voc� �,
voc� vai pagar a sua d�vida rapidamente.
- N�o, � Edgar, que lhe deve dinheiro,
N�o eu. - N�o aos olhos da lei, madame.
Eu n�o vou mentir para voc�.
As pris�es s�o lugares desagrad�veis nos dias de hoje.
Algumas das mulheres nelas s�o piores do que animais.
S�o como parafusos, n�o h� como par�-los.
Dificilmente podemos empregar guardas para manter vigil�ncia.
Eu n�o preciso explicitar o que aconteceria com uma garota bonita como voc�.
J� que voc� tem que deitar-se e ser possu�da,
voc� n�o gostaria de faz�-lo em uma bela casa quente
e ganhar um pouco de dinheiro por isso?
- Voce acha, honestamente,
que escolas conventuais n�o te ensinam nada sobre a vida?
Eu sou perfeitamente capaz de reconhecer um canalha quando vejo um.
Voc� vai ter uma experi�ncia desagr�davel, querida.
Nem mesmo eu suportaria isso.
Mas, ent�o, voc� sabe sobre a vida.
- Vou me casar em uma semana.
O nome do meu noivo � Auguste Darboy.
Ele � um agricultor de Mayenne e ele est� esperando no Hotel des Italiens.
Ele n�o tem muito dinheiro.
Mas ele vai saber como pagar a minha suposta d�vida.
- Eu realmente sinto muito.
- Deixe-nos a s�s.
Deixem-nos.
Voc� j� ouviu falar dos "moinhos de caf�"?
� o que os habitantes desta cidade chamam os matadouros Communard
onde vermes foram mortos a tiros.
H� ainda alguns moinhos de caf� em Paris para terminar o trabalho.
Eu gerenciei um no quartel Lobau.
Isto a choca?
Voc� n�o pode ter sempre a certeza de que quem est� acusando � culpado.
Mas culpado ou inocente,
quando confrontado com os moinhos de caf�,
s� h� beb�s chor�es.
Sargento.
V� direto para o Hotel des Italiens na Rue Rochereau.
Um rebelde da turma de Crozier est� l�, disfar�ado de fazendeiro.
Auguste Darboy.
Leve-o direto para Lobau, est� claro?
- Espere.
"... sair sem chap�u. Para atrair a aten��o para si.
"Por causa do tecido rico e cores vivas de suas roupas
"Ou sua forma excessiva,
"Mulheres p�blicas est�o proibidas de falar
"Aos homens acompanhados por mulheres ou crian�as,
"De vadiagem nas vias p�blicas ou usar ruelas estreitas,
"De estar nas ruas antes de 19:00 ou ap�s 11:00,
"De ficar em p� junto � janela,
"De frequentar bairros fora o que vivem,
"De ir para as institui��es p�blicas,
"De ficar a 20 metros de igrejas, escolas prim�rias
"Ou escolas de ensino m�dio. Quando elas saem, elas devem evitar comportamentos
"Que sejam ofensivos � dec�ncia comum ..."
- O que voc� est� fazendo aqui?
- Perdoe-me, mas ...
Eu vim pelo meu dinheiro.
Devo aparecer sem tato, dada a sua situa��o.
Mas voc� est� ciente da minha.
- A minha situa��o? Do que voc� est� falando?
- Mas...
Voc� n�o saiu o dia todo?
- Eu tenho muito a fazer aqui.
- O Bar�o foi morto ontem � noite.
V�ra ...
Ele foi atacado em sua carruagem e foi esfaqueado.
Ele era um homem corajoso. Ele ...
V�ra!
V�ra?
Lupin est� amea�ando tirar das meninas, voc� sabe.
A primeira mensalidade mal cobria o custo da festa da noite anterior.
Eu ficaria muito grata se voc� regularizasse a situa��o o mais r�pido poss�vel.
Legendas: @CultPop_
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