All language subtitles for Att doda ett barn (1953)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish Download
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Este filme foi restaurado digitalmente pelo Instituto Sueco do Cinema em 2015.

UM CONTO DE

Um dia solarengo. O Sol incide na plan�cie.

Os sinos tocar�o em breve, � domingo.

Entre os campos, dois rapazes descobrem um caminho novo.

Nas tr�s aldeias na plan�cie, o dia de descanso desperta.

Os homens barbeiam-se ao espelho na cozinha.

As mulheres fatiam o p�o.

As crian�as sentam-se, abotoando os corpetes.

� a manh� alegre de um dia triste.

Pois, neste dia, uma crian�a ser� morta na terceira aldeia, por um homem alegre.

A crian�a ainda est� � janela, abotoando o colar domingueiro.

O pai diz: "Hoje vamos remar ao rio."

A m�e sorri e coloca o p�o acabado de cortar num prato azul.

N�o h� sombra sobre a cozinha, no entanto, o homem que matar� a crian�a

est� a abastecer na primeira aldeia.

� um homem feliz, que espreita por uma c�mara

e v� um pequeno carro claro, e junto dele, uma jovem a rir-se.

Enquanto a jovem se ri e o homem tira a fotografia,

o assistente tapa a objectiva e diz: "O dia de hoje vai ser maravilhoso."

A jovem senta-se e o homem que matar� a crian�a tira a carteira

e diz: "Vamos at� ao mar e alugamos um barco,

e vamos para muito longe."

A jovem ouve o que ele diz, fecha os olhos

e v� o mar, e o homem atr�s de si no barco.

N�o � um homem mau, sente-se feliz e afortunado.

Antes de entrar, fica � frente do radiador, que brilha ao Sol

e desfruta da luz, do aroma do combust�vel e do mar.

N�o h� sombra sobre o carro e o p�ra-choques brilhante n�o tem fivelas,

nem tem sangue...

Mas enquanto o homem na primeira aldeia fecha a porta do carro � sua esquerda

e puxa a igni��o,

a mulher na terceira aldeia abre o arm�rio e descobre que n�o h� a��car.

A crian�a, que se vestiu e cal�ou, est� de joelhos no sof�

e observa o rio que corre por entre os amieiros

e o barco preto pousado na margem.

O homem que perder� a sua filha acabou de se barbear e fecha o espelho.

Na mesa est�o as ch�venas de caf�, o p�o fatiado, as natas

e as moscas... S� falta o a��car.

A m�e pede � sua filha para ir a casa dos Larsson pedi-lo.

O homem pede � crian�a que se despache,

porque "o barco est� � nossa espera e remaremos at� mais longe do que nunca."

Enquanto a crian�a corre pelo jardim, pensa no rio,

no barco, e nos peixes a saltar...

E ningu�m diria que s� tem mais oito minutos de vida.

O barco vai ficar onde est� o dia todo e muitos mais dias a seguir a este.

� perto da casa dos Larsson, mesmo em frente.

Enquanto a crian�a atravessa a estrada, o carro entra na segunda aldeia.

� uma pequena aldeia com casas brancas

e pessoas de banho tomado, na sua cozinha,

de ch�vena de caf� na m�o, a ver o carro passar.

O carro � r�pido e o homem v� os choupos e os novos postes telegr�ficos

a piscar como sombras.

A brisa de ver�o entra pela janela.

Correm para fora da aldeia, vigorosamente, no meio da estrada.

Est�o sozinhos na estrada, por agora...

� maravilhoso conduzir sozinho numa estrada larga e tranquila.

Na plan�cie, � ainda melhor.

O homem est� feliz, forte. Com o cotovelo direito, pode sentir o corpo da mulher.

N�o � um mau homem. S� tem pressa de chegar ao mar.

N�o faria mal a uma mosca, mas, mesmo assim, ir� matar uma crian�a.

Enquanto se aproximam da terceira aldeia, a menina fecha de novo os olhos,

e reza para n�o os abrir at� conseguir ver o mar.

Sonha ao ritmo do suave bala�o do carro sobre como ser� calmo.

Como a vida � t�o implac�vel,

um minuto antes de um homem feliz matar uma crian�a, ainda � feliz.

E um minuto antes de uma mulher gritar em terror,

fecha os seus olhos, sonhando com o mar.

Nos �ltimos minutos de vida da crian�a, os pais esperam na cozinha por a��car.

A crian�a fecha o port�o e come�a a atravessar a estrada,

com torr�es de a��car embrulhados em papel.

Durante todo o �ltimo minuto, ela n�o v� mais nada

a n�o ser um grande rio com grandes peixes,

e um barco rec�m-lan�ado com remos silenciosos.

Depois, � tudo tarde demais.

Depois, um carro guina e uma mulher aos gritos tira a m�o da boca.

E a m�o sangra.

Depois, um homem abre a porta do carro e tenta manter-se em p�,

com um vazio de terror dentro de si.

Mas uma crian�a deita-se im�vel com o rosto encostado � estrada.

Depois, duas pessoas p�lidas surgem na entrada sem terem tomado o caf�,

e v�em uma cena na estrada que nunca esquecer�o,

porque n�o � verdade que o tempo cura todas as feridas.

O tempo n�o cura a ferida da morte duma crian�a.

E certamente n�o cura a dor de uma m�e que se esqueceu de comprar a��car

e mandou a filha ao vizinho da frente.

� t�o mau quanto curar a ang�stia de um homem, outrora feliz, que a matou.

Porque algu�m que matou uma crian�a n�o vai at� ao mar.

Algu�m que matou uma crian�a conduz at� casa lentamente... em sil�ncio.

E, ao seu lado, tem uma mulher muda, com um penso r�pido na m�o.

E em todas as aldeias por onde passam, n�o v�em uma �nica pessoa feliz.

E, quando se separam, continuam em sil�ncio.

O homem que matou uma crian�a sabe que este sil�ncio � seu inimigo.

E precisar� de anos para o vencer, antes de gritar que n�o foi culpa dele.

Mas sabe que � uma mentira.

Nos seus sonhos solit�rios, desejar� recuperar um �nico minuto da sua vida...

para tornar aquele minuto diferente.

Mas a vida � t�o impiedosa para algu�m que matou uma crian�a,

que depois tudo � tarde demais.

Legendas: Maria Costa

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.