All language subtitles for 1940 - Justiça Tripla

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Original subtitles

JUSTI�A TR�PLICE

Vamos em frente.

Ou�a, Fred, n�o devemos anunciar o que faremos, sabia?

- Tire essa camisa. - Qual � o problema?

- Essa � uma boa camisa. - N�o vou ser baleado s�

por que quer se vestir como um �ndio navajo.

Qual � o problema? Est� perdendo sua coragem?

- Tom est� certo, Fred. - Mas n�o tenho outra camisa.

Aqui, use essa.

Como v�o?

- Esta � a estrada para Star City? - Sim, siga em frente.

Se v�o para l�, gostaria de acompanh�-los, sou estranho por aqui.

Estamos com pressa. Vamos a um casamento.

A um casamento? O do Bill Gregory?

- Isso mesmo. - Bem, sou o padrinho.

Vim do Wyoming para isso.

Legendas DANILO CARVALHO

- Susan, voc� est� linda como noiva. - Obrigado.

Isso n�o � t�o romantico, a Susan casando com o xerife?

Ela me contou tudo, eles estavam passeando de carro�a e...

Poderia ter me casado tamb�m se minha fam�lia deixasse eu passear.

O que te d� tanta certeza de que seu amigo chegar�?

Ou�a, Al, Brad Henderson e eu somos amigos desde a inf�ncia.

Ele nunca me desapontou. Aqui est� sua carta.

"Pode confiar que estarei no casamento."

"Felicidades."

- Essa � sua marca? - Pode se dizer que sim.

Quando �ramos crian�as, encontramos alguns �ndios ca�ando.

Brad levou uma flechada na cal�a e correu at� a cidade com ela pendurada.

- Foi muito engra�ado. - Por que ele n�o tirou?

- Estava com medo dos �ndios? - N�o, estava com medo da sua m�e,

ela lhe prometeu uma surra se ele estragasse a cal�a nova.

- Ent�o, filha? - Estou pronta.

- O que estamos esperando? - Brad Henderson n�o chegou ainda.

Voc� sabe que o Bill insistiu que ele fosse seu padrinho.

� melhor eu falar com o Bill.

Bill, temos que come�ar o casamento, quero voltar para o trabalho.

E eu? Deixei o Tommy Dale

cuidando do banco. N�o pode escolher outro padrinho?

Prometi ao Brad, ele est� vindo do Wyoming.

Se ele � um bom amigo, como diz que �, ele entender�.

Por que n�o deixa seu sub-xerife assumir o lugar dele?

- Prepararei as coisas. - Eu n�o saberia o que fazer.

Nossa, qualquer um pode ser um padrinho.

Vamos, voc� n�o quer perder o casamento.

N�o, o que eu devia ter perdido aconteceu a 20 anos atr�s.

Venha, n�o estamos indo a um funeral.

Funeral ou casamento, qual � a diferen�a?

Para voc� nenhuma, j� que os usa como desculpa para se embebedar.

- Bem, Sally... - � verdade.

Voc� estava b�bado no dia que nos casamos.

Isso com certeza.

- Bem, at� mais. - N�o vai ao casamento?

- H� tempo de sobra. - Isso � bom.

Cuidarei de outra coisa. At� mais.

Pensei que nunca nos livrar�amos daquele cara intrometido.

N�o vamos perder tempo conversando, voc� sabe o que fazer.

Cuide da prefeitura. N�s iremos ao banco.

- Como vai? - E voc�?

Me chamo Brad Henderson, vim para o casamento.

Tenho um cheque que gostaria de trocar.

Aqui tem minha identifica��o e uma carta do meu banco.

H� algum lugar aqui para eu lavar a m�o?

Claro, h� uma bomba nos fundos, fique � vontade.

Obrigado.

Certo, d�-nos esse dinheiro.

Pegue o restante.

Traga-o aqui.

Cubra a porta dos fundos.

Certo, padrinho, fique parado.

- Ningu�m se mova. - N�o seja um tolo.

Eu falei para n�o se mover.

Eu te avisei.

Derrube-a.

L� vai um deles!

Clem, roubaram seu banco e mataram o Tommy Dale.

Vamos, homens, aos cavalos!

L� vem eles. Vamos.

L� est� um deles.

D�-me essa arma.

Esperem um pouco, voc�s est�o cometendo um erro.

- N�o sou um dos bandidos. - Eu sei, voc� estava perseguindo-os.

Essa � a arma que eu mantinha no banco.

Claro que �, eu peguei do atendente depois que ele foi morto.

N�o vamos perder tempo, eles j� est�o com uma boa vantagem.

Ainda bem que aparecemos ou voc� teria uma boa vantagem tamb�m.

Levarei ele de volta a cidade e voc�s v�o atr�s dos outros.

Voc� entendeu tudo errado, senhor. Sou Brad Henderson,

serei o padrinho no casamento do Bill Gregory.

- Voc� tem alguma identifica��o? - Bem... n�o.

A deixei no banco antes do assalto.

Mas pode me levar ao Bill Gregory, ele me identificar�.

N�o acho que isso seja novidade para voc�,

mas o Bill Gregory foi baleado. Ir� demorar at� que ele seja

capaz de identificar qualquer pessoa, talvez nunca.

V� na frente.

Est� tudo bem. � o Al.

- Pensei que chegaria ontem a noite. - N�o pude, estava ocupado.

Prendi um homem por roubar o banco e atirar no atendente.

- Ele se chama Henderson? - Sim, como sabe disso?

Encontramos ele a caminho da cidade, n�o pudemos despist�-lo,

- ent�o o deixamos no banco. - N�o se preocupe, ele n�o

- sabe de nada. - Como assim, nada?

Ele � o �nico homem vivo que pode identificar voc�s tr�s.

Como assim tr�s? Estamos em quatro aqui.

V� com calma, rapaz. Reeves cuidar� disso.

Ele sabe que sim. Ainda h� uma lei dizendo

que posso enforcar um homem por assalto e assassinato.

Vamos acabar com isso. Onde est� o dinheiro?

E n�o tente me enganar, sei quanto levaram do banco.

- $30.000. - Est� tudo a�.

- $5.000 para cada. - Voc� ficar� com a metade?

Por que n�o? Eu planejei tudo.

Voc� deveria considerar isso um presente.

- O que � isso? - Os documentos do Henderson.

Ent�o ele � amigo do Gregory.

Se vou enforc�-lo, preciso fazer isso antes que o Gregory acorde.

Saiam separadamente, quando estiver tudo acabado, os encontro na fronteira.

E n�o exibam esse dinheiro novo.

Voc� tem visita, Henderson.

Chame quando quiser sair.

- Como vai? - Como vai?

Me chamo Rufus Tatum, advogado.

N�o preciso de um advogado e sim de algu�m que possa me identificar.

Como est� o xerife Bill Gregory?

O xerife Gregory ainda n�o recuperou a consci�ncia.

E n�o termos certeza de que ele ir�.

� melhor me contar tudo. Voc� est� numa situa��o dif�cil.

N�o vejo a dificuldade. Sou inocente.

Sim, � claro.

Mas o pessoal da cidade perdeu $30.000 e um homem foi assassinado.

E do jeito que falavam esta manh�, a n�o ser que seja julgado depressa,

eles far�o justi�a com as pr�prias m�os.

- E se eu for julgado? - Bem, o pessoal da cidade

me conhece e sabe que eu n�o defenderia um homem sem estar

convencido de sua inoc�ncia.

Presumo que voc� e seus amigos planejaram a divis�o do dinheiro.

- Dinheiro? - � claro.

Como seu advogado, voc� pode confiar em mim.

Agora, se tiver escondido em algum lugar, haver�o despesas.

- Voc� tem um l�pis e papel? - Sim.

Ent�o, anote essas instru��es.

Pegue a estrada principal saindo da cidade.

Estrada principal saindo da cidade.

- Pegue o... leste. - Pegue o leste.

Voc� ver� uma bifurca��o na estrada, pegue a direita e pare quando

vir um mato.

Ol�, Joe.

- Como est� o Henderson? - Rufus Tatum est� com ele.

- O que aquele velho quer? - N�o sei.

- O caso, eu acho. - Ele o ter�.

Ent�o voc� pega a estrada em dire��o ao... oeste.

- Voltamos para o in�cio. - Isso mesmo.

- Quer dizer que est� aqui? - Voc� est� sentado nele.

Agora, tire esse casaco depressa.

Voc� n�o sair� impune disso, Henderson.

- Eles te prender�o por isso. - N�o conte a ningu�m.

J� estou preso.

Deite-se e vire o rosto para a parede.

Pe�a ao Luke Grant para reunir alguns rapazes para o juri.

- Quero julgar o Henderson imediatamente. - Pedi ao Tatum para chamar quando

- quisesse partir. - Tudo bem.

Agora chame o carcereiro.

Carcereiro! Carcereiro!

Carcereiro!

Tudo bem, j� vou.

Levante as m�os. Entre a�.

Te deixarei aqui com o advogado, ele te dir� como sair.

Se ele n�o tiver um bom conselho, atire nele.

Esta � minha melhor bengala.

- Ei, algu�m me tire daqui! - Ei, algu�m nos tire daqui!

- Abra aqui! - Vamos!

Joe, abra aqui!

Irm�, voc� n�o preparou minhas coisas ainda?

S� um minuto.

Te disse, Lorna, Wiley est� me esperando para ajud�-Io a reunir o gado.

Sabe, voc� poderia me levar com voc� algum dia.

Adoraria ver aquela fazenda. Aposto que o Don Solas

- n�o se importaria. - Uma outra hora.

- Vamos, estou com pressa. - Tom, cad� seu casaco novo?

- Eu perdi. - Onde o perdeu?

Se eu soubesse disso ele n�o estaria perdido.

Tom, voc� � t�o irrespons�vel, um dia desses voc� perder� sua cabe�a.

Aquele era o �nico casaco decente que tinha.

Esque�a isso. Tenho que ir mesmo a cidade,

se eu precisar de outro, o compro em Tule Mesa.

Como vai?

Ol�.

Pode me dar um peda�o de papel?

Claro.

Quero mandar isso para Bill Gregory em Star City.

- Dinheiro novo? - $5.000.

N�o se v� dinheiro novo por essas partes.

N�o gosto dele, ele n�o ir� durar.

- N�o consigo entender isso. - N�o � preciso.

Isso n�o � para voc�. Pode me dar um envelope, por favor?

Aqui est�, � grande o suficiente.

Espero que o Bill Gregory ainda seja o xerife.

Espera? N�o sabe ao certo?

Engra�ado, mandar dinheiro para pessoas que n�o conhece direito.

Para quem fa�o o recibo?

- Cleary. - Cleary?

N�o me diga que nunca ouviu falar dos Clearys de Tule Mesa?

Vivo aqui a 40 anos e nunca ouviu falar de nenhum Cleary.

- Como se soletra? - C-L-E-A-R-Y.

Tudo bem. Qual � o primeiro nome?

- A inicial � F. - F. De que?

Fique na sua.

Nome estranho.

- Aqui est� sua encomenda, senhora. - Obrigado.

Pague o homem, Elmer.

- Martha. - Sim?

Este tecido parece bom, talvez o queira para um novo vestido.

Elmer, o que deu em voc�?

Dinheiro novo, heim? N�o se v� mais dele na cidade.

- Pessoalmente, n�o gosto. - Por que est� reclamando?

- Ele n�o � seu. - Onde o conseguiu?

- N�o � da sua conta. - Elmer Hathaway,

onde conseguiu esse novo dinheiro? E n�o diga que n�o � da minha conta.

- Martha, n�o precisa ficar assim. - L� est� ele, policial.

Me desculpe, n�o quis criar confus�o.

Fique fora disso.

- Este homem est� te incomodando? - Ele est� me incomodando, policial.

Perguntando sobre dinheiro que n�o � da conta dele.

- Que dinheiro? - Vamos, Elmer,

talvez voc� diga ao policial onde conseguiu este dinheiro.

Bem, ganhei jogando poker no saloon ontem a noite.

Como eu pensava. Vamos para casa.

N�o sei por que isso.

- O que est� havendo? - Nada, s� estava curioso

- sobre o dinheiro novo. - N�o vejo o por que.

Voc� acabou de colocar $5.000 no meu balc�o.

- Como se chama, estranho? - Cleary.

- � claro que ouviu falar dos Clearys. - Acho que n�o e n�o tenho

certeza de que quero. Olhe aqui, meu jovem.

Esta � uma boa cidade e pretendo mant�-la desta forma.

- Agora, saia daqui. - Voc� voltar� a me ver.

Pode ter certeza, por que ficarei de olho em voc�.

Ningu�m na cidade conhece o Cleary, n�o h� dinheiro novo na cidade.

E mesmo assim, o dinheiro aparece em um jogo de poker no saloon.

O que disse?

- Onde fica o saloon? - Voc� est� na frente dele.

- Muito obrigado. - Mas eu n�o beberia mais

se fosse voc�, amigo.

Como vai?

- �gua. - �gua?

Sim, gosto de manter a mente s� quando jogo poker.

- H� um jogo l� dentro, n�o? - Talvez haja,

mas talvez n�o queiram mais um jogador.

Eles querem a mim, avise-os que o Cleary est� aqui.

- Vamos, apostem, rapazes. - Voc� ganhou tudo, n�o?

Estou dando uma chance de recuper�-lo, n�o?

H� um homem procurando por um jogo, disse que se chama Cleary.

Cleary? Mande-o entrar.

Este cara est� cheio de dinheiro. Agora terei um advers�rio,

por que tamb�m tenho aqui.

Interessante.

D� as cartas.

Vamos jogar no saque?

Vamos, d� as cartas.

E que o melhor homem ven�a. Se � que me entende.

O que eu te disse, Herb? A dilig�ncia acabou de

chegar de Star City. O banco de l� foi assaltado

a alguns dias atr�s e levaram dinheiro novo.

Voc� acha que o Cleary est� misturado nisso?

Com certeza, e ele n�o se chama Cleary.

Ele se chama Henderson.

- Bem, jogaremos pelo que? - N�o vou jogar.

- Estou quebrado. - N�o disse que tinha muito dinheiro?

Aqui.

Bem, tire-o da�.

Vamos, rapazes, aos cavalos.

Espere!

Voc�s dois, olhem no celeiro. Voc�s dois, v�o pelos fundos.

Voc� vem com comigo.

N�o h� ningu�m aqui.

Perdemos um homem chamado Henderson no canyon.

Quando recuperamos sua trilha, parecia que ele vinha nesta dire��o.

Sinto muito, policial. N�o vi ningu�m por aqui.

Bem, parece que ele escapou. Mas ficaria agradecido se

- ficasse atenta a ele. - Como esse bandido �?

Bem, ele � meio alto, moreno claro e bonit�o.

Neste caso, ficarei de olho nele.

- Obrigado, senhorita. - Boa noite.

Levante-se. N�o se mova.

Bem, decida-se, senhorita. Qual dos dois?

D�-me sua arma.

Use-a do outro lado.

Agora, levante-se.

Certo, Sr. Brad Henderson, vou entreg�-lo ao policial.

Depois que eu tomar caf�, n�s vamos a Tule Mesa.

O caf�!

Olhe o que voc� fez.

"Aqui tem $5.000 do dinheiro roubado do banco de Star City."

Ol�, Susan. Como o Bill est�?

Ele est� muito melhor, obrigado. Ele viria hoje, se o m�dico

tivesse permitido. Ent�o ele me pediu para

passar aqui e ver se h� algo para ele.

- N�o, nada. - Ele esperava que tivesse

not�cias do Brad Henderson. Bill est� preocupado com ele.

Diga ao Bill para se preocupar em melhorar, eu me preocupo

-com o Henderson. -Bill est� convencido

De que o Brad � inocente. Ele tem certeza de que

- voc� cometeu um erro. - Cometi mesmo.

Devia ter atirado nele quando o vi.

Mas n�o se preocupem com ele. E diga ao Bill para n�o ter pressa

em voltar a trabalhar. Estou cuidando bem das coisas.

- Adeus. - Adeus.

- Ol�, Luke. - Ol�, Al.

Sinto muito pelo juri do outro dia. Eu e os rapazes poder�amos

- usar o dinheiro extra. - Bem, voc� ainda pode us�-lo, n�o?

Claro, sempre fico feliz em ganhar dinheiro.

Re�na seus rapazes, vamos a Tule Mesa.

A� n�o. L� fora.

Quando terminar, tenho outra coisa para voc� fazer.

- Pensei que fosse me levar ao policial. - Levarei, assim que terminarmos

as tarefas. Trabalho honesto

- n�o machuca ningu�m. - Minha m�e costumava dizer isso.

- Pena que n�o a escutou. - Esqueceu sua arma.

Se n�o me levar para cadeia em breve, voc� ter� que voltar para casa s�,

- no escuro. - N�o tenho medo do escuro.

Al�m do mais, n�o te levarei a cadeia antes da janta.

- N�o sei como te alimentar�o. - N�o se preocupe com isso.

Eles sempre d�o uma boa refei��o, antes de enforc�-lo.

- Prepare a mesa. - Sim, senhora.

O Henderson trouxe o dinheiro aqui para ser enviado.

- Mas disse que se chamava Cleary. - Cleary?

- Sim, foi o que ele disse. - Onde est� a correspond�ncia

- para Star City? - Ol�, Joe.

- Ol�, Al. - Deixe-me dar uma olhada.

N�o h� por que, ele n�o voltou. O policial e a posse ca�aram ele

- a noite toda. - Onde o policial est� agora?

Ele est� no coveiro dando uma olhada no corpo do Tom Payson.

- Tom Payson? - N�o ficou sabendo?

- O rapaz que caiu no canyon ontem. - Henderson o matou?

N�o, parece que ningu�m o matou. Ele e seu cavalo ca�ram no penhasco.

O Tom Payson era bem conhecido por aqui?

N�o, vivia com sua irm� a seis milhas daqui.

Mas ela n�o sabe sobre seu irm�o ainda.

O policial parou na casa dela ontem a noite quando procurava

- pelo Henderson. - Obrigado.

Vamos, Luke.

- Vamos para onde? - Vamos ver a irm� do Payson.

- O que dir� a ela? - N�o sei.

Primeiro descobrirei o que ela pode nos contar.

A comida est� �tima. Voc� deveria prov�-la.

Ou�a, Sr. Brad Henderson, estive pensando.

Se eu deix�-lo ir, voc� seguir� uma vida honesta?

- Por que pergunta? - Por que meu irm�o Tom

est� trabalhando na fazenda Solas, logo depois da fronteira.

Seu melhor amigo � o Frank Wiley, o encarregado.

Se for at� l�, sei que o Tom lhe consegue um trabalho.

- Voc� tem papel e l�pis? - Sim.

Obrigado.

- O que faz com isso? - Mandarei de volta.

- Ent�o voc� vai? - Seguir seu conselho.

Deve ter sido todo o trabalho honesto que fiz.

- Para que o desenho? - Essa � minha marca.

- Bill Gregory a reconhecer�. - Como mandar� para ele?

- Voc� n�o pode ir a Tule Mesa. - Darei um jeito.

J� sei, levo amanh� de manh�, depois que partir para o M�xico.

Teremos que esperar at� amanh� de manh�.

- N�o vamos lavar a lou�a? - Elas podem esperar at� amanh�.

- Voc� canta bem. - Voc� toca?

Pensei que todos os vaqueiros tocassem viol�o.

N�o, nunca tive tempo para aprender.

Amanh� a noite voc� estar� ouvindo uma senhorita mexicana tocando viol�o.

Ela poder� estar tocando, mas n�o estarei ouvindo.

Talvez eu deva lev�-lo para a cadeia.

Tudo bem, depois do caf� da manh�.

- Bem, boa noite, Sr. Bandido. - Boa noite.

Podem me fazer um favor?

Entregue isso ao xerife de Star City.

Voc� parece com o Brad Henderson.

Engra�ado, sou ele. Agora, saia daqui.

� voc�, Brad?

- Esperando alguem? - Bem, eu...

Me chamo Al Reeves, sub-xerife de Star City.

- Procuro pelo Henderson. - N�o conhe�o nenhum Henderson.

Seu primeiro nome � Brad. Se importa se esperarmos?

- N�o, fiquem a vontade. - Obrigado.

Quem jantou com voc� esta noite?

- Meu irm�o. - N�o, Srta. Payson.

Seu irm�o est� morto desde ontem a noite.

Brad Henderson o matou e jogou seu corpo no canyon.

Voc� tem que nos contar o que sabe sobre o Henderson.

O encontrei escondido no celeiro esta manh�.

Ele disse que mandaria o dinheiro de volta.

- Levante as m�os, Henderson. - Mandei ele encontrar o Tom

na fazenda Solas. Frank Wiley lhe daria um trabalho.

Pelo que sei, ele foi para l�.

Era o Henderson. O vi espiando pela janela,

- o rendi, mas ele fugiu. - Esta � a segunda vez

- que voc� o deixa escapar. - Por que n�o faz algo?

- Por que n�o vai atr�s dele? - N�o h� motivo para pressa.

Acho que sei onde encontr�-lo. Mas precisarei da sua ajuda.

- Farei o poss�vel. - Quer que eu volte a cidade

- e reuna uma posse? - Tenho uma posse.

Voc� pode voltar a cidade e ficar l�.

Voc� devia ter atirado no Henderson quando o viu.

� melhor voc� dormir. Partiremos para a fazenda Solas

- cedo, n�s dormiremos no celeiro. - Tudo bem.

Ei, chefe, fico feliz em v�-lo. Como se sente?

Bem, obrigado. Onde est� o Al?

N�o sei, ele sumiu desde ontem de manh�.

- Ol�, Joe. - Como vai, Bill?

- Fico feliz em v�-lo de volta. - Obrigado.

- Onde pegou isso? - Com o Henderson.

Ele parou a dilig�ncia ontem a noite.

- A que eu entreguei ontem. - Eu n�o a vi.

Isso veio mesmo do Brad e ele mandou outra.

Diz aqui que est� � a segunda vez que ele manda $5.000.

- Para quem entregou a outra? - Ao Reeves.

N�o consigo entender por que o Al n�o mencionou o dinheiro,

nem ter contado a ningu�m onde foi.

O vi ontem a noite em Tule Mesa. Ele estava no escrit�rio do Expresso

fazendo perguntas sobre o Henderson.

Bem, vou a Tule Mesa, quero fazer algumas perguntas ao Reeves.

Obrigado, Joe. Aqui, cuide disso.

Bravo. Bravo.

- Bom dia, senhoritas. - Bom dia, senhor.

- Bela can��o. - Obrigado, senhor.

Ficamos felizes que tenha gostado.

Procuro um homem chamado Frank Wiley.

- Soube que ele � o encarregado. - Encarregado?

Ele n�o � o encarregado. Ele sequer trabalha para n�s.

N�o, ele s� vive na casa que alugou de nosso pai.

- Ent�o se chamam Solas? - Sim, senhor.

Sou a Lolita e essas s�o minhas irm�s, Chiquita e Pepita.

- Posso falar com seu pai, por favor? - Ele est� em casa.

Obrigado.

Falarei com seu pai agora. Ele est� l� dentro?

- N�o vou incomod�-lo? - N�o.

Est� ferido, senhor?

Sinto muito.

Por que tudo isso? Como posso descansar?

- N�o foi nossa culpa, papai. - Voc�s o empurraram, n�o?

N�o, procurava pelo meu amigo, Frank Wiley.

Voc� n�o o encontrar� na �gua, senhor.

Mas ele estar� no baile desta noite, todos estar�o aqui.

Talvez possa me dizer onde posso encontr�-lo agora.

Primeiro voc� precisa colocar roupas secas, senhor.

Voc� � meu convidado. E esta noite farei com que

encontre o seu amigo, o Sr. Wiley.

- Eu sei, mas eu... - Senhor, voc� � meu convidado, n�o?

- Sim. - Vamos a casa.

- Ele n�o � maravilhoso? - Acho que ele � muito bonito.

Ele parece ser um cavalheiro.

N�o.

E ele parecia convencido a pegar o Henderson morto ou vivo.

Na minha opini�o, ele estava mais interessado em mat�-lo do que peg�-lo.

A primeira coisa que me perguntou foi por que eu n�o havia atirado nele.

E por que n�o foi com o Reeves a fazenda Solas?

Ele n�o deixou. Disse que cuidaria de tudo,

como se eu n�o soubesse trabalhar.

- Reeves levou algu�m com ele? - Sim, alguns homens.

- Um se chamava Luke. - Luke?

O que ele estaria fazendo com um homem como o Luke Grimes?

Policial, reuna uma posse, n�s vamos a fazenda.

- Voc� n�o dan�a, senhor? - Sim, eu dan�o,

mas n�o sou muito bom na sua dan�a nativa.

Venha, eu te mostro.

- Venham, voc�s devem cantar. - Mas n�o queremos, papai.

Voc�s n�o querem cantar? N�o quero escut�-las.

Mas os convidados querem. Vamos.

Por favor, senhor. N�o fa�a isso, senhor.

Como se chama?

- Cleary. - Sim, Sr. Cleary.

- Quem procura? - Frank Wiley.

� claro. O Sr. Wiley.

- Ele n�o est� aqui? - N�o, ele n�o est�.

Don Solas, o qu�o bem conhece o Frank Wiley?

N�o muito bem. Ele veio aqui a um ano atr�s.

- Por causa de sua sa�de. - Um homem chamado Payson

- j� veio aqui por causa de sa�de? - Payson? N�o.

Mas o Wiley tem muitos amigos, eles vem e v�o o tempo todo.

- Esse � o Wiley, n�o? - Sim, senhor.

Com licen�a.

Ol�, Wiley. Lembra de mim?

N�o. Nunca o vi antes.

Acho que estava muito ocupado matando o atendende do banco para me notar.

- N�o sei do que est� falando. - Quando eu te levar de volta a

Star City sua mem�ria ser� refrescada.

- Senhor, dance comigo. - N�o, comigo.

Eu fico com esse dinheiro.

Levante-se.

Onde est� o restante?

Sabe, Wiley, te dei muito cr�dito.

Pensei que voc� tivesse planejado este assalto.

$30.000 foram roubados do banco e s� $15.000 apareceram.

- Quem ficou com os outros $15.000? - Se � t�o esperto, por que n�o

- descobre sozinho? - Por que tenho voc� para isso.

- Agora, fale r�pido. - AI Reeves planejou.

Ele sabia que todos estariam na prefeitura para o casamento.

- Reeves? - Sim.

Ele ficou com os outros $15.000.

N�o � � toa que ele queria me tirar do caminho.

Voc� repetir� esta confiss�o para o Don Solas.

Vamos. Andando.

Rapazes, esperem aqui.

Senhor. Senhora.

Voc�s est�o atrasados, a festa acabou.

Me chamo Al Reeves, sub-xerife de Star City.

Procuro um assassino chamado Bard Henderson.

N�o h� nenhum assassino aqui, senhor.

Se houvesse, ele seria preso. Sou o juiz desta prov�ncia.

- Como ele era? - Grande, moreno claro, forte.

- Ele se chama Sr. Cleary? - Cleary, sim.

Sim, ele veio aqui encontrar seu amigo, o Sr. Wiley.

- Ol�, Lorna. - Por que n�o me disse

- que era um assassino? - N�o queria mentir para voc�.

- Reeves, procurava por voc�. - Digo o mesmo.

Estava te procurando. Voc� est� preso.

Voc� est� atrasado, n�o?

Wiley me deu isso com uma confiss�o completa.

- N�o acredite nele. - Quem � voc�?

Esse � o dinheiro do banco, estava com ele ontem.

E voc� me disse que o mandaria de volta.

Fiz isso, mandei pela dilig�ncia para o Bill Gregory.

- Como fiz com os primeiros $5.000. - Bill Gregory n�o recebeu nenhum

- dinheiro de voce. - Bill est� bem ent�o, heim?

Vamos, Henderson, n�o vim at� o M�xico para falar sobre a sa�de do Gregory.

Isso mesmo. Estamos no M�xico.

Voc� tem os documentos da extradi��o?

N�o preciso deles, Don Solas tem a autoridade de entreg�-lo.

- Sim, sou o juiz. - Neste caso,

serei seu prisioneiro at� me entregar ao Bill Gregory.

Devo lembr�-lo da sua obriga��o de deter estes dois homens.

Sei das minhas obriga��es.

- Quantos homens tem aqui? - Muitos, senhor.

- Armas e muni��es? - Sim, senhor, l� dentro.

Certo, re�na os homens. Vamos.

Vamos, temos que entrar e matar o Henderson.

Como assim? Acabamos de escapar, n�o?

N�o escaparemos de nada enquanto o Henderson estiver vivo.

Reuna os homens. Cuidem dos cavalos.

- L� vem eles, senhor. - Fechem os port�es.

Lorna, tire seu cavalo da�. Manuel, tire meu cavalo.

Senhor.

Por favor, senhorita. Precisamos de muni��o tamb�m.

Voc�s com rifles mirem nas dobradi�as dos port�es.

Continuem atirando.

Poder�amos explodir os port�es com dinamite.

O que est� esperando? V� peg�-la.

Bem, aqui fica a fronteira. A fazenda do Solas fica

a poucas milhas adiante.

- Aqui est�. - Coloque-a no port�o.

Te daremos cobertura.

Eles trouxeram dinamite. Todos voc�s, entrem na casa.

Garotas, entrem na casa depressa. Cuidem dele.

N�s vamos ficar aqui.

- Chegamos na hora. - Bill, nunca fiquei t�o

feliz ao ver algu�m na minha vida.

E agora, vos declaro, marido e mulher.

Podem beijar as noivas.

Voc�.

Voc�.

Voc�.

Voc�.

E voc�.

Legendas - Danilo Carvalho

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