Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Tu consegues.
Isso mesmo!
Mantém o equilíbrio!
- Está bem. - Estás equilibrado?
Aqui vamos nós.
Pedala! Pedala!
Muito bem, Andy, conseguiste!
Ele, realmente, está a conseguir!
Ele é rápido.
Andy!
Andy?
- Andy! - Andy!
Ele deve ter dado a volta à casa.
Peço desculpa... ando à procura do meu filho.
Ele está numa bicicleta vermelha. Tem um capacete camuflado.
- Andy? - Viu-o?
- Não. - Você viu-o?
Senhor! Senhor! Senhor! Este é o meu filho.
Este rapazinho. Viu-o?
Sinto muito.
- Alguma coisa? - Não...
Peço desculpa, por favor.
O nosso filho, viu-o? O nome dele é Andy.
DESAPARECIDO
ALERT: MISSING PERSONS UNIT EPISÓDIO 4 - "ANDY"
Conseguiste? Por favor, diz-me que conseguiste.
Sabes que eu costumava tratar da segurança dos "Sixers".
- Não conseguiste. - Tinha acabado o "stock"...
mas, o filho do dono tem um.
Ele tem um teste amanhã...
mas, para dois bilhetes para a primeira fila...
Consegues arranjar bilhetes para a primeira fila?!
Não. Só se trabalhar à noite durante um mês...
mas, visto que as minhas noites têm sido bastante livres ultimamente...
Conseguiste!
Consegui! Não sei o que é que uma calculadora gráfica faz...
- mas, trouxe uma. - Eu sei que podia ter encomendado uma...
mas, eu queria mesmo que ele tivesse tudo aquilo que precisa...
para o seu primeiro dia de aulas.
A Sidney disse-me que vais analisar o ADN dele?
Isto é para cálculo diferencial.
O que significa que ele sabe fazer cálculo diferencial.
O nosso filho, que mal conseguia fazer divisões longas.
Enquanto ele esteve desaparecido, recebeu livros.
Ele disse que estudou.
Ele disse que estudar era a única coisa que podia fazer.
Eu sei. E é tudo aquilo que eu preciso.
Mas, a Sidney precisa de mais. Espero mesmo que ela consiga...
- quando chegarem os resultados. - Não precisas de "esperar".
É ele.
Ali está ele!
Pronto para o teu primeiro dia de aulas?
- Acho que sim. - Ouve, esta noite...
- comemoramos o teu primeiro dia. - Parece-me óptimo.
Tu não vais a lugar nenhum, meu amigo.
É uma noite escolar e eu vou fazer rolo de carne.
Rolo de carne. Especialidade da casa.
Qual é a ocasião?
Finalmente! Vamos! Vão chegar atrasados.
Têm de ir.
Não te estás a esquecer de nada?
Fotografias do primeiro dia de aulas. Vamos! Ao lado do frigorífico.
Diz "Estou de volta"!
Estou de volta!
Sidney, estás de muito bom humor.
Sim, estou. Sinto que vai ser um excelente dia.
D E S A P A R E C I D O
Vejam quem é famoso.
E valioso também.
A vizinhança está a ser investigada.
Até agora, não há testemunhas nem imagens de vídeo.
- E os pais? - No teu escritório.
Não há histórico de trabalho da mãe, mas, o pai é um médico...
que acabou de patentear um medicamento contra o cancro...
que entrou agora em produção. Estamos a analisar as finanças...
mas, parece que ele vai ganhar uma fortuna com isso.
O Andy tem seis anos. E ele é muito querido...
então, se pudesses colocar mais algum "mo"...
no teu "mojo", isso seria óptimo.
Preciso que pintes estas velas.
- Porquê? - Porque eu não faço magia negra.
E se o fizesse, utilizaria sangue animal.
Tenho a certeza de que há um porco a sorrir algures, mas, porquê eu?
Porque isto não é para o Andy. É para a Sidney.
Tive um pesadelo sobre ela.
Preciso de "limpá-la".
Água e sabão não servem?
Podes levar as velas? Basta que as pintes.
- Claro. - Obrigada.
- A resposta é não. - Eu sei que é difícil de imaginar...
Não é ninguém que conheçamos.
Alguém do trabalho, então?
Você está prestes a ganhar muito dinheiro.
Sim, por ajudar as pessoas.
Pat, querida.
Sabemos que o Steve adoptou o Andy.
Pode-nos falar sobre o pai biológico dele?
Contos de fadas.
Ele não consegue dormir até que eu tenha lhe leia um.
- Preciso que se concentre. - Ele vai dormir às 20:00.
- Ele precisa de regressar até lá. - O pai dele.
Fale-nos sobre o pai dele.
Não há nada a dizer. Ele está morto.
É O 718. LIGO DAQUI A 5 MINUTOS. ESTÁ SOZINHA.
Alguma coisa?
Pat, quem é?
Era a Lynn. A enviar-nos orações.
Tal como eu disse, não é ninguém que conheçamos.
Quem quer que seja, poderão entrar em contacto.
A pedir dinheiro, um resgate.
E se o fizerem, tem de nos contar.
É claro.
Faremos tudo aquilo que vocês nos disserem.
Sente-se bem?
Posso usar o quarto de banho?
Onde é que ele está? Ele está bem?
200 mil dólares.
Hoje. Vou-lhe enviar uma mensagem com o "onde" e o "quando".
Quem é você?
O Fantasma do Natal passado.
Faça aquilo que eu digo e o 718...
não voltará para o assombrar.
Pat?
Ouça, eu...
Não lhe posso prometer que o Andy esteja de volta às 20:00.
Mas, posso-lhe dizer que ele terá o final de conto de fadas dele.
Está bem?
Nós recuperamos os nossos bebés.
É aquilo que fazemos.
Temos uma pista. Clark e Webster.
Vamos.
Eu vi que tu e a Nicole vieram trabalhar juntos.
Sim. É o primeiro dia do Keith na escola.
Eu sei. É em momentos como este...
que um pai tem de lá estar. Tu tens de lá estar.
- Mesmo depois desta noite. - O que é que se passa esta noite?
A Nicole e eu vamos dizer aos miúdos que estamos noivos.
- Ela não te disse, pois não? - O rolo de carne.
Disseram-me que é uma especialidade da casa.
- Quantos anos você tem? - A sério. Tu és o pai deles...
- isto não muda isso. - Nasceste nos anos 90?
Sabes uma coisa, não respondas a isso...
Pode incriminar-te. Vamos.
Ali está ele.
- Vai. - O que é que vais fazer?
Vais dar a volta ou algo do género?
Não. Vou-te dar uma vantagem.
Pensei que na tua idade, poderias precisar dela.
- Ele está a fugir. - De ti, talvez.
Não exponhas os meus filhos às "Wilson Phillips".
Então!
Eu trato disto, velhote.
- Onde é que está o miúdo? - Não sei nada sobre nenhum miúdo!
O miúdo que você roubou.
- Eu não roubei nada, meu! - Então! Este miúdo.
Se você não roubou nada, onde é que arranjou isto?
Vou-lhe mostrar.
Vamos.
Foi aqui que a encontrei.
Não vi nenhum miúdo.
Está bem. Quem levou o Andy, definitivamente estava aqui.
Se obtivermos as imagens de videovigilância, conseguiremos uma identificação.
Preciso que verifiques uma matrícula.
"4-8-D-2-K-3-P".
Sim. Liga-me de volta. Obrigado.
Ouviste-me, certo? Eu falei numa câmara de videovigilância.
Sim, o carro é uma câmara de videovigilância.
Tem uma funcionalidade chamado "Modo Sentinela"...
que regista todas as actividades suspeitas.
Também alerta o dono quando o veículo está a ser vandalizado.
Então, vamos verificar as matrículas...
obter um nome e, depois, agiremos.
Bem, não temos tempo para isso.
O quê? Tens uma ideia melhor?
Estás a dizer que se este carro for vandalizado...
o condutor é notificado imediatamente?
Sim, é uma aplicação no telemóvel dele.
Então, sim, tenho uma ideia melhor.
Vejam quem apareceu.
Olá, Andy.
Eu sou a Vicky.
Eu sei que estás assustado agora.
Mas, eu vou cuidar muito bem de ti.
Eu quero ir para casa.
Eu sei, querido. Eu sei.
E sabes uma coisa? Tu estás em casa.
Então, saltaste um ano escolar e, agora, temos aulas juntos.
Nós não somos amigos. Eu não sou a tua salva-vidas.
Se quando passarmos por aquela porta, tu te afogares...
eu não te prestarei os primeiros-socorros. Entendeste?
Entendi. Nada de primeiros-socorros.
Óptimo. Bem-vindo ao ensino secundário.
Olá.
Detective Adebayo.
Sim, pedi os dados financeiros deles.
Fizeram o quê?
- Disparamos contra um carro. - Não, não, ele disparou contra um carro.
Um carro estacionado? Sem ninguém dentro dele?
- Só para esclarecer, ele... - Disparamos contra um carro...
para que o condutor ficasse a saber que tinha sido vandalizado.
Está bem, deixa-me ver se entendi bem. Tu vandalizaste o carro...
para que o condutor soubesse que o carro tinha sido vandalizado.
Vandalizamos o carro para que o condutor aparecesse...
acedesse ao sistema sentinela e nos entregasse isto.
O carro está registado em nome de um Brad Skinner...
numa morada no Bronx.
Adicionamo-lo ao alerta e, depois, contactamos a Polícia de Nova Iorque.
Eles apanharam-no em três outros delitos anteriores...
posse, agressão e assalto à mão armada.
- E, agora, num rapto. - E este é o Andy.
Alguma ligação aos pais do Andy?
- Nenhuma que conseguíssemos encontrar. - Eu encontrei uma.
Há uma hora, o Steve fez um levantamento de 200 000 dólares.
A menos que ele tenha tido um desejo súbito de ingressar num "country club"...
eu diria que é dinheiro para pagamento de um resgate.
Não lhes dissemos para entrarem em contacto se houvesse alguma exigência?
Claramente, ele não o fez. Temos de descobrir porquê.
E o Skinner, se ele deixou algum "rasto", temos de encontrá-lo.
Somos nós.
Sobre o Keith. O que é que...? E o ADN?
Ainda não soube de nada. Mas, avisar-te-ei quando souber algo.
Como me ias avisar sobre a festa de noivado, ou...
Não é uma festa. E eu, apenas, não quis dizer à frente dos miúdos.
O Keith voltou, Jay. Está-se a ambientar.
Está na altura de seguir em frente.
Tu e a June têm algo em comum agora.
Ela quer um filho. Tu criaste dois óptimos...
e, agora, estás pronto para ter um com ela.
Ela seria uma idiota se não voltasse.
Eu, apenas, não dispararia sobre mais nenhum carro até que ela o faça.
- Eu não vou devolvê-lo. - Relaxa.
Só vou levá-lo para que eles pensem que vamos.
- Pedir um resgate não era o plano. - Vamos.
Ter um filho é caro. Desta forma, eles cobrem o valor.
Então! Já disse que vamos.
Vou chamar a Polícia, juro por Deus que vou.
- A sério? E vais-lhes dizer o quê? - A verdade sobre o Andy.
Tenho isso para me proteger.
Qual é a tua desculpa?
Não vais ligar a ninguém.
Vamos!
É ele?
- Ele levou o Andy? - Esperávamos que nos dissesse.
- Já lhe disse, eu não sei quem o levou. - Você disse.
E, uma hora depois, você levantou 200 mil dólares.
Este homem levou o meu filho?
Sabe onde é que ele está?
Percebemos porque é que as pessoas mantêm os pedidos de resgate em segredo.
- Mas, você não devia. - Não estou a fazê-lo.
Não houve nenhuma exigência.
Não sei quem é este e não levantei dinheiro nenhum.
- Pat, onde é que ela está? - Ela está com uma amiga, Lynn.
Precisa de lhe ligar porque temos de lhe fazer algumas perguntas.
Como, por exemplo, porque é que ela levantou aquele dinheiro.
Porque ele foi levantado. E se não foi você, quem mais poderia ter sido?
Isto é ridículo.
Ela não fez nada. Ela está com uma amiga.
Lynn.
Estava a ligar para falar com a Pat...
Não, ainda não há actualizações.
Pedes-lhe para ela me ligar quando voltar?
Ela foi dar um passeio.
E deixou o telemóvel?
E arriscar perder uma chamada sobre o filho?
Que outra explicação existe?
Que o raptor lhe disse para não levar o telemóvel.
Para que não o conseguíssemos localizar até à entrega do resgate.
Encontrei-o. O "rasto" do Skinner.
Pagamento com cartão de crédito num hotel na 6ª Avenida.
- Está bem, vou avisar a S.W.A.T. - Já fiz isso, vamos.
Polícia!
O recepcionista disse que eles eram três.
O Andy, o Skinner e uma mulher.
Tenho uma descrição, mas, sem identificação.
Estamos a ver as câmaras de videovigilância e a procurar impressões digitais no quarto.
Descubram quem eles são para sabermos onde é que eles estão.
É aquilo que sempre dizemos. Mas, com uma criança...
Prometi um final de conto de fadas.
Porque é tudo o que sei sobre o Andy. Que ele é um miúdo...
que gosta de histórias infantis.
Os contos de fadas são um tipo particular de história infantil.
Aquilo que quero dizer é...
não sabemos nada, não temos nada.
Excepto que o Andy gosta de histórias aterrorizantes.
Os contos de fadas são assustadores por uma razão.
Eles ensinam os miúdos a serem fortes independentemente daquilo que aconteça.
Que o mundo é um lugar perigoso...
e ninguém nos irá salvar, então, temos de nos salvar.
- Havia gomas na sala, certo? - Sim, no chão, porquê?
Porque talvez saber quem é o Andy...
nos ajude a encontrá-lo, afinal.
Então, o médico-legista ainda está a determinar a causa da morte.
Mas, parece um tiro no peito, mas, há lacerações em redor do pescoço.
Isso está de acordo com o depoimento da nossa testemunha.
Ela observou o Brad no chão e Pat ajoelhada sobre ele.
E, depois, ela afirma que viu a Pat esfaqueá-lo no pescoço.
Se a Pat estava aqui, ela fugiu do local do crime.
A Polícia de Filadélfia terminou as buscas no parque...
e não há nenhum sinal dela ou do Andy.
E os 200 mil dólares em dinheiro?
- Está desaparecido. - E isso?
Estavam no casaco do Skinner.
Um é dele e o outro, não está claro.
Teremos de investigar o IMEI.
Está bem, iremos submeter isso no regresso.
Estás familiarizada com a "Egungun-Oya"?
- Definitivamente não. - Bom, ela é a mãe dos mortos.
Ela guia os destinos dos falecidos.
- E no caso de Sidney, dos vivos. - Sidney?
Há uma escuridão nos olhos dela.
Acredito que ela esteja assombrada.
Ela está a ter alguns problemas...
para processar o regresso do Keith.
Digamos, apenas, que ela está algo sobrecarregada.
Importas-te que eu reze com ela?
Bem... vou deixar que ela decida.
Se ela estiver aberta a isso.
- Se ela quiser, tens a minha bênção. - Obrigada.
Alvo encontrado. À tua esquerda.
Quase me sinto mal por ele.
Achas que devíamos deixá-lo sentar-se connosco?
- Eu disse quase. - Olá, Keith!
Meu Deus! Ele é amigo da Bianca?!
Não era.
O teu irmão está sentado no Monte Olimpo...
com a Bianca Delvain e os outros "deuses".
Ele não é o meu irmão.
- Como é que estás? - Olá... eu sou Keith.
- Sim, eu sei. - Perfeito.
Isto é perfeito.
Esquece.
Assim que o teste de ADN aparecer, tudo estará acabado.
A sério?
Depois daquilo que aconteceu...
não consegui dormi uma noite inteira durante quase três anos.
Sempre que fechava os olhos, conseguia vê-lo.
O rosto dele... a forma como ele olhava para mim.
A surpresa. O terror.
- Sid, tínhamos 12 anos. - Sim.
Mas, tu não tiveste de olhar nos olhos dos teus pais todas as manhãs e mentir-lhes.
Ver as esperanças deles desaparecerem dia após dia...
a pensarem que poderiam ver o Keith outra vez.
E, depois, ver o casamento deles ruir por causa da coisa horrível que tu fizeste.
E, depois, este tipo aparece, a parecer-se com o Keith...
A agir como Keith, por sabe Deus que razão.
E...
Demorou muito tempo a seguir em frente.
E, agora, parece que está a acontecer tudo outra vez.
Como eu não disse nada na altura, não posso dizer nada agora.
Então, sinto-me... encurralada.
O relatório do médico-legista está pronto.
O Brad Skinner morreu quase instantaneamente...
fruto de um tiro no peito.
Digo "quase instantaneamente" porque ele sobreviveu...
mais alguns minutos devido à intervenção médica.
Intervenção médica?
Parece que, afinal, a Pat não estava a esfaquear o Brad no pescoço.
Ela estava a fazer uma traqueotomia de campo.
O tiro deixou a língua dele edematosa.
Também tive de ir procurar. Significa que estava cheia de líquido ou inchada.
Então, parece que ela estava a tentar estabelecer uma via aérea para ele respirar.
Então, se a Pat tentou salvá-lo, quem é que tentou matá-lo?
Pois, sobre isso...
Verifiquei os dois telemóveis que encontraste no falecido.
Um efectivamente pertencia ao Brad Skinner. O outro...
A uma mulher chamada Vicky Parsons.
30 anos. Também do Bronx. Estou a verificar os antecedentes dela agora.
- Uma possível cúmplice? - Esse seria o meu palpite.
Ela corresponde à descrição da mulher...
que se hospedou no motel com o Brad.
Então, qual é a nossa teoria aqui?
O Brad e a Vicky Parsons levaram o Andy...
e pediram um resgate à mãe dele.
A Vicky trai Brad e foge com o dinheiro?
Possivelmente. Mas, porque é que a Pat...
tentaria salvar o raptor do filho dela?
E quem é que tem o Andy?
Então, andamos à procura de 2 mulheres. A Pat Wells e a Vicky Parsons.
Se as encontrarmos...
encontraremos a nossa criança desaparecida.
A TSA tem uma pista sobre a Pat Wells. Ela comprou um bilhete de comboio.
- Deixa-me adivinhar, para o Bronx? - Exactamente.
Esta coisa toda gira em torno do Bronx. Quantos bilhetes?
Um bilhete, a viajar sozinha.
É um miúdo muito bonito.
Seria uma pena se algo lhe acontecesse...
por você não quis colaborar com as autoridades.
Sabemos que eles entraram em contacto consigo, Pat.
Fizeram exigências.
Você tentou recuperar o Andy sozinha.
Algo correu mal.
Você assustou-se e, então, fugiu. Nós entendemos.
Mas, está na altura de nos deixar ajudá-la.
Deixe-nos ajudar o Andy.
Onde é que está o seu filho?
Quem é que o tem?
Bom, olhem só para isto.
Sou uma nova mulher.
O Andy não está a ser traficado, nem está a ser alvo de um pedido de resgate.
Não pela Vicky Parsons, vejam.
Está bem, mas, a Parsons raptou-o...
pediu um resgate por ele...
assassinou o Brad Skinner.
O quê? Achas ela anda por aí a tentar comprar-lhe um pónei?
Ouve, a Vicky Parsons...
há quatro anos, relatou o desaparecimento de uma pessoa.
Há quatro anos, o Andy tinha 2 anos.
O relatório que ela apresentou, era sobre o rapto...
do seu filho de dois anos.
Queres ouvir algo estranho?
Seja aquilo que for, acabamos de ouvir algo mais estranho.
A Pat Wells...
- tem quatro anos. - Sabes o que é que isso tem de estranho?
Quer dizer, além de tudo isto...
aquilo que é estranho nisto é que faz todo o sentido.
É a Sidney.
Sabes o que é realmente estranho?
É que os ovos da nossa filha estejam a ser "lidos".
Para mim, faz todo o sentido.
Encontraram o Andy?
Por favor, diga-me que o encontraram.
Querida, você levantou 200 mil dólares?
Estava a tentar recuperar Andy.
Do Brad Skinner, que está, agora, dentro de um saco para cadáveres.
Tudo aquilo que me importa é encontrar o Andy.
O que explica o saco para cadáveres.
Eu não o matei.
Ele já estava morto quando lá cheguei.
Porque é que não me fala sobre a Vicky Parsons?
- Eu não sei quem é essa. - Bem, há quatro anos...
a Vicky preencheu o relatório de desaparecimento de uma pessoa...
depois do filho dela ter sido raptado.
Coincidentemente, há quatro anos, você nasceu.
Sim...
Carta de condução...
cartão da segurança social, passaporte...
cada um deles emitido há quatro anos.
Ou você namorou com o terrorista "Unabomber" antes disso...
ou teletransportou-se desde Marte...
ou mudou a sua identidade...
depois de roubar o filho de outra pessoa.
Então, sim...
quando eu disse que era uma coincidência...
eu... estava a ser irónica.
Fale connosco, querida.
Isso tornará muito mais fácil encontrar o Andy.
Quero que feche os olhos e abra as mãos.
Quero que coloque toda a sua má energia nesses objectos.
Assim que o fizer, poderei lê-los e saber se funcionou.
Concentre-se.
Aí está.
Quero que preste muita atenção.
A Pat Wells tinha um bilhete de comboio para Nova Iorque.
Vicky Parsons. Número de telefone do Bronx.
Algo que deu à Polícia de Nova Iorque uma morada para vigiar.
Ela tem um cadastro bastante grande.
Posse de cocaína, PCP (pó d'anjo), heroína, metanfetaminas.
Ele é uma criminosa de oportunidades.
Agora, só estamos à espera dos registos financeiros.
E os registos médicos? Quais são os hábitos alimentares dela?
Uma vez, tive um cliente que tinha um perseguidor.
Encontrei o tipo com base na obsessão dele por salsichas polacas.
Aposto que o teu cliente ficou muito feliz.
Sim, com o resultado. Comigo, nem tanto.
Tivemos um mal-entendido sobre uma palavra.
Uma palavra? Como assim?
"Ex"... como em ex-mulher.
Eu pensei que ela era. Afinal, ela não era.
Pat, querida, quanto mais você esperar...
mais difícil será encontrarmos o Andy.
Eu era uma enfermeira neonatal.
Numa Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (NICU) no Bronx.
Recebíamos bebés prematuros.
Crianças que foram privadas de oxigénio durante o parto.
E algumas cujas mães eram viciadas em drogas.
- Como a Vicky Parsons. - Ela nunca o visitou.
O Andy estava a lutar pela vida...
por causa dela e ela nunca apareceu.
Nem uma única vez em dois meses.
E durante esses dois meses?
Eu cuidei dele.
Troquei-lhe as fraldas, alimentei-o.
Li-lhe contos de fadas.
Depois, ela ficou sóbria e levou-o embora.
Até começar a consumir outra vez.
Dez meses de idade e ele está de volta à UCI.
Desidratado.
Mal nutrido.
E, ainda assim, ele lembrou-se de mim.
Tínhamos uma ligação.
Ele era como...
um pequeno girassol...
e eu era o Sol a quem ele instintivamente sabia recorrer.
Aconteceu mais duas vezes.
Os Serviços de Protecção Social não fizeram nada para a impedir.
Ela melhorava. Eu perdia-o.
Ela piorava. Eu tinha-o de volta.
Da última vez, não consegui.
Eu não ia deixá-lo ir.
Vi os registos dela...
arranjei a morada e ficar a vigiar.
Eu não tinha um plano.
Está tudo bem.
Apenas sabia que, mais cedo ou mais tarde...
algo mau iria acontecer...
e eu precisava de estar lá quando acontecesse.
Era uma tarde de sábado.
Extraordinariamente quente.
Ela estava drogada ou bêbada ou ambos.
Ela estacionou.
E, apenas, deixou o Andy no carro.
Ele teria morrido se eu não tivesse feito algo.
Eu não podia devolvê-lo.
Não a ela.
Então, deixei o Bronx.
Mudei-me para Filadélfia.
Mudei o meu nome, conheci o Steven.
E disse-lhe que o pai do Andy tinha morrido.
Ele não sabe nada disto.
Não queria que o meu passado o assombrasse como me assombrou.
Alguém tentou ajudar o Brad Skinner.
Alguém com experiência médica.
Foi você, não foi?
Eu pensei que se conseguisse mantê-lo vivo...
ele me poderia dizer como encontrar o meu filho.
O meu filho.
Não dela.
Sim, está bem, obrigado.
As finanças não deram em nada.
Não há actividade na conta bancária ou crédito da Vicky.
Porque ela não tem uma conta bancária nem um cartão de crédito.
- Só em dinheiro, então, é claro. - Sim, mas, não por escolha.
Ela pediu falência médica. Então, está afogada em dívidas.
Ela também tem problemas de saúde crónicos por causa das drogas.
E foi-lhe implantado um marcapasso cardíaco no ano passado.
Então, resumindo, não conseguimos localizá-la pelos registos financeiros.
Não podes seguir o dinheiro, não podes seguir as salsichas polacas...
Segue o coração, certo?
Não, está bem.
Conheço esse olhar. É um mau sinal.
Não, é bom. Vamos dar uma volta. Vamos, vamos, vamos.
Óptimo.
Agora, parte os ovos num copo e eu irei lê-los.
Então, agora, vamos deixá-los de molho...
e, depois, irei lê-los.
E as velas, uma vez que se apaguem.
E as limas, leva-as para casa.
Espreme-as para dentro de 12 chávenas de água.
Despeja o conteúdo no corpo todo e não enxagues.
Está bem, o sumo de lima, não o laves.
Vai proteger-te.
De quê?
Ainda não disseste.
Se fizeres como eu te digo...
e se Deus quiser...
irás ficar bem.
Isto parece legítimo.
Este tipo faz milagres. Acredita em mim.
Reni!
O que diabo é que estás aqui a fazer?!
Bem, preciso que localizes um marcapasso cardíaco.
Mas, onde é que está a hospitalidade sulista?
Em primeiro lugar, eu sou de Cleveland.
Em segundo lugar, a June disse-me aquilo que fizeste.
Então, porque é que não vais para casa e mergulhas os teus "tintins"...
num recipiente com água a ferver, seu falso!
Tu não és bem-vindo aqui.
Devo ter piscado os olhos. Será que perdi o milagre?
Consegui um mandato! Queres que eu arrombe a porta? Abre.
Não há forma de teres um mandato. Ele tem mandato?
- Acho que ele não mentiria. - Deixa-me ver! Deixa-me ver!
- Isto é um recibo de uma lavandaria a seco. - Eu sei!
- O que é que tu queres? - Quero que tu...
Podes acalmar-te?
Eu sei que tu e a June partilham um fetiche por alpaca...
e que se unem por lãs hipoalergénicas...
como queiras, mas, temos uma criança que foi raptada.
O nome dele é Andy. E, neste momento, a pessoa que levou o Andy...
está a afastar-se cada vez mais...
enquanto tu me cospes por todos os lados.
O que é que isso tem a ver comigo?
Bem, o raptor tem um marcapasso cardíaco e ele está na "nuvem".
Tu consegues "piratear" qualquer coisa porque és brilhante.
Eu disse-lhe que adoras crianças.
Não há nada que não fizesses pelas crianças.
És extremamente compassivo.
E nobre. Ele utilizou a palavra "nobre".
Não... sou, apenas, um tipo normal.
Ele disse que tu fazes milagres.
Exactamente. Tu consegues fazer milagres.
Consegues fazer um milagre acontecer ao Andy?
- Consegues fazer isso? - É claro que consigo.
Óptimo.
- Vai sair-te caro. - Está bem. Quanto?
Pede desculpas à June.
Está bem. Isso não te diz respeito.
Só para que conste, eu pedi-lhe desculpas.
- Ela não quer falar comigo. - Porque tu inventaste desculpas.
Tentaste, sem ressalvas ou justificações...
como o "K-Stew" depois do "Rupertgate", apenas pedir desculpa?
Pois. Bem me parecia que não.
Certo. Está bem.
Vou implorar por perdão da próxima vez que a vir.
Não. Não será da próxima vez.
Agora é o momento, meu.
- Olá? - Olá! Daqui é o Renwick.
Está aqui alguém que quer falar contigo.
Um miúdo desapareceu. Não tenho tempo para isto.
Valha-me Deus...
Olá, June.
Eu sei que sou a última pessoa à face da Terra...
com quem deves querer falar agora.
Mas, preciso que saibas que lamento imenso.
Nunca te devia ter mentido, devia ter sido honesto...
sobre o facto de não estar pronto para ter um filho.
Lamento imenso, do fundo do meu coração.
Lamento imenso, a sério.
Eu também...
que só me estejas a ligar porque o Ren te mandou.
É justo. Mas, verdade seja dita...
tu não atendes as minhas chamadas. Eu quero falar contigo.
Estou pronto para falar contigo.
Bem, há algo que te quero dizer...
mas, não quero fazê-lo pelo telefone.
E que tal se nos encontrássemos esta noite?
Óptimo. Lá estarei.
Só para que conste...
estou torcer por vocês.
- A sério? - Sim.
Isso é mesmo muito bom. Marca-passo?
- Conheces o fabricante? - "Lugenix".
"Lugenix"? A segurança na "nuvem" deles é uma anedota!
Lançaram a sua própria encriptação...
e utilizaram um "cypher feedback" defeituoso.
Consegues encontrar o marca-passo na próxima hora?
Mano... cinco minutos. No máximo.
Está bem. Cinco minutos, isso é muito bom.
Eu disse-te, ele faz milagres.
Então? Tiveste alguma sorte?
Tenho uma pista sobre a Vicky Parsons.
Ela está a dirigir-se para Norte pela Route 611...
- direcção a Warrington. - Vou coordenar-me com a Polícia...
para estabelecer um bloqueio de estrada na Ponte Danboro.
Encontro-me contigo lá.
Tens sede?
Está bem, querido.
Avisa-me se mudares de ideias.
Não...
Saia do veículo com as mãos no ar!
Não! Não! Não! Não!
Andy, ouve-me.
Eu sei que estás assustado.
Desculpa por não ter estado presente.
A mamã estava doente.
E tentei melhorar por ti.
Para conseguir encontrar-te.
Procurei-te durante tanto tempo, querido.
Para que pudesse, finalmente, ser uma mãe para ti.
Compreendes?
Nada disto é por tua culpa.
Mas, vou precisar que agarres a minha mão.
Preciso que confies em mim.
Tudo irá ficar bem de agora em diante.
A mamã vai, finalmente, cuidar de ti.
Ninguém se aproxima do veículo.
Nós assumiremos a partir daqui, está bem?
Vem comigo. Bloqueia esta rua. Ninguém entra nem sai.
Sra. Parsons. Vicky.
Vicky, vou precisar que abaixe a arma...
e deixe o Andy ir, está bem?
Se eu largar esta arma, já sei aquilo que vai acontecer.
Eu vou para a cadeia e vocês devolvem o meu filho àquela mulher.
Nós sabemos a verdade, Vicky. Sabemos que o Andy é seu filho.
- E o Brad? - Porque é que não vamos até à esquadra?
Falaremos sobre o Brad, está bem?
Ele disse que me amava...
Ele disse que iríamos recuperar o Andy.
Que ficaríamos todos juntos.
Fui suficientemente estúpida para acreditar nele.
Ele, apenas, queria o Andy para obter um pagamento.
E foi quando o encontrou no parque...
e você o confrontou, certo?
Envolvemo-nos numa discussão.
Eu não iria permitir que ele entregasse o meu filho.
Ele apontou-me a arma.
Lutamos por ela...
E eu alvejei-o.
Para proteger o Andy.
Parece-me legítima defesa.
Talvez o juiz também veja as coisas dessa forma.
Eles vão-me acusar de raptar o meu próprio filho.
O meu próprio filho!
Não podia permitir que o Brad devolvesse o meu filho...
ao monstro que o tirou de mim.
E, com certeza, não irei deixar que você o faça.
Vicky, então, querida, por favor.
Não!
Não, Nick, então!
Andy?
Ele está óptimo. Está aqui.
O Sargento Schultz irá levá-la até ele.
Conseguiu!
Deu-nos um final de conto de fadas.
Obrigada.
É claro. Agora, vá.
Isto não é sobre a ponte, pois não?
Pedi desculpa à June.
Ela vai encontrar-se comigo depois.
Não me surpreende.
Quando queres, consegues não ser nada encantador.
Vais contar aos miúdos sobre o Mike.
Vou ter filhos com alguém que não é a mãe deles.
Isso é um final de conto de fadas?
Quero ver a minha família.
Pode ver o Andy.
Quero ver ambos.
Já lhe expliquei a situação.
A situação?!
Que está a tratar a minha mulher como uma criminosa.
- Não. - Steve?
Está tudo bem. Pode ver ambos.
Não a culpo por não me ter dito.
Depois daquilo que aconteceu, acho ninguém conseguiria.
Ela manteve aquilo que fez em segredo para proteger o Andy.
E ela própria.
Ela retirou-o à mãe dele.
E, por isso, o Andy tem um lar estável...
dois pais que o amam e um futuro incrivelmente brilhante.
Vamos escrever um relatório do caso.
E quando o fizermos, teremos de incluir todos os factos.
Aquilo que a Vicky Parsons fez. E o que a Pat fez também.
Levar o Andy.
Porque é que não vai ficar com a sua família?
Está bem? Prossiga.
Sabe, se ele nos for retirado...
ele não terá ninguém.
Nem sequer a mãe louca dele.
Sem nós, ele está sozinho.
Ele tem razão. Se dissermos a verdade...
e nada mais do que a verdade...
a Segurança Social irá tirar-lhe o Andy.
Ele irá acabar numa família adoptiva.
Ao contrário de acabar com uma mulher que mudou a identidade dela...
para esconder o facto de ter raptado um bebé?
Bem, ela salvou a vida daquele bebé!
Tudo aquilo que estou a dizer é que ela cometeu um crime...
e não podemos encobrir isso.
Sabes uma coisa? O relatório. Não sintas a obrigação de mo atribuir.
Eu faço-o.
Tens a certeza? Posso-te ajudar se...
Não há problema. Eu faço-o.
Preciso que leves isto.
As velas e as gemas.
Não vamos fazer o pequeno-almoço para o jantar?
Dá isso à Sidney.
Contém más energias.
Diz-lhe para os enterrar o mais longe possível.
Quão má é a energia?
É algo...
primitivo.
Mas, tu apanhaste-os. Ou isso.
Eu venci esta batalha, mas...
é, definitivamente, uma guerra.
Ouve, J...
isto acabou de chegar para a Capitã Batista.
Vou-lhe entregar. Obrigado.
CONFIDENCIAL
É isto? Um casal fora da lei tenta raptar...
o filho de uma família rica para pedir um resgate.
Um mata o outro e, depois, comete suicídio.
- Fim da história. - Eu sei como te sentes acerca disto.
Isto não é sobre como me sinto. Isto é sobre os factos.
Aqueles que todos os relatórios emitidos a partir deste escritório devem incluir.
Somos obrigados a destruir a vida do Andy?
Porque é isso que incluir todos os factos irá fazer.
- Tu não sabes isso. - A Kemi tem razão.
Se a Segurança Social descobrir todos os factos...
- eles levarão o Andy. - Isto não é sobre...
aquilo que a Segurança Social fará.
Isto é sobre tu fazeres o teu trabalho.
E, da última vez que verifiquei, isso não incluía fazeres-te passar por Deus.
- Não é isso que eu estou a fazer. - Tens razão.
Presumivelmente, Deus daria um óptimo assistente social...
tal como, não sei, o pessoal da Segurança Social que está mesmo preparado...
para decidir o destino de uma criança.
Eu sinto-me perfeitamente apta para decidir o destino desta criança.
Eu sei que sim.
É isso que me assusta.
Vais mesmo enviar isto?
Já o fiz.
Eu sei que era suposto dizermos aos miúdos ao jantar, mas...
acho que não consigo estar contigo esta noite.
Compreendo.
É ele. É o Keith.
O ADN confirma-o. Ele é o nosso menino.
Não entendo.
Retiramos ADN da escova de dentes dele...
e do cabelo de bebé dele, antes dele ser levado...
e também depois dele voltar.
- Elas correspondem. - Ele é o teu irmão, querida.
Isso é da Kemi? O que é que eu faço?
Aparentemente, tu és um caso em avaliação.
Mas, isto é um bom começo...
seria conseguires "enterrar" isto longe, muito longe.
Eu diria que o triturador do lixo é suficiente.
Deves à Kemi mais respeito do que isso.
Tens de respeitá-la, respeitar o processo dela.
Está bem. É justo.
Mas, este processo, este ADN...
está bem, isto é inegável, passível de verificação...
sem precisares de gemas de ovos.
Um super "mo" no teu "mojo".
Tens razão. Acerca da Kemi.
- Tenho de respeitá-la. - Isto são boas notícias.
Sim, o Keith... ele tem um bom "mojo".
Eu... tenho cera de velas e ovos mal passados.
E limas... para me proteger.
Tu não precisas de protecção.
É claro que preciso.
Todos precisamos.
Sid. Sidney. Sid.
Bem, presumo que a boa notícia seja...
ninguém terá de comer o teu rolo de carne, correcto?
Pensava que adoravas o meu rolo de carne.
E, ainda assim, a June pensou que estavas a tentar engravidá-la.
Sabes, estou a pressentir um padrão aqui.
O relatório...
Fizeste o correcto.
Obrigada. O que é que eu posso dizer...
Adoro finais felizes.
Também terás o teu final feliz com o Mike.
Tu também consegues ser nada encantadora quando queres.
Porque é que isto é tão difícil?
Bem, penso que será porque...
a dor é o preço que pagamos pelo amor.
Vai. Vai estar com a June.
- Tens a certeza? - Sim, claro, com certeza.
Este dia tem de terminar com um final feliz para alguém.
Não confiaste em mim?
Ouviste a nossa conversa.
Não acredito que pensaste que eu era um impostor.
Querido... Keith!
Obrigado por me receberes.
- Como é que está a Carol? - Lá em cima.
É por isso que nos estamos a encontrar aqui.
A tua irmã odeia-me assim tanto?
Tenho 42 anos, e por tua causa, estou a viver aqui, então...
Faz as contas.
Eu tenho feito as contas.
E quero que fiquemos grávidos.
Quanto mais cedo melhor.
Está bem? O que é? Não acreditas em mim?
Não, eu... meu Deus!
Acredito em ti. Apenas...
existe outra pessoa.
Existe... caramba!
Mudaste-te há uma semana.
Sim, ele é incrível.
É um neurocirurgião.
E..
Gosta de cozinhar.
- E faz trilhos com a mochila às costas. - Está bem.
Vocês namoram ou estão a construir um monumento?
Não, não. Não ando a namorá-lo.
Na verdade, nunca o vi. E nunca o irei conhecer.
Mas, vou ter um filho dele.
Concepção imaculada.
Jogada de mestre.
Ou, neste caso, o banco de esperma.
Não, June, não faças isso. Eu estou mesmo aqui.
Eu quero isto. Está bem?
Olha para mim, eu quero isto.
Quero-te agradecer por teres sido incrivelmente irresponsável...
porque me ensinaste a cuidar de mim mesma.
Então... foi isso que eu fiz.
- Ele alterou-o. - Um teste de ADN?
Isso é impossível.
Tal como o resultado.
E antes que digas que talvez estejamos erradas, por favor, não o faças.
Porque a alternativa é demasiado horrível para contemplar.
Então, o que é que vais fazer?
Bem, irei proteger-me.
E, depois, irei dizer a verdade.
112, qual é a natureza da sua emergência?
Houve um afogamento.
A pessoa está debaixo d'água? Não consegue vê-la?
Sim. Exactamente.
Há um corpo no fundo do Lago Union.
Legendas em PT-PT por mpenaf
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.