All language subtitles for The Saint S05E03 The Russian Prisonerqq

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Original subtitles

Para mim, as montanhas da Su��a est�o no auge, no ver�o.

Verdes, estonteantes, imponentes e lindas.

Mas a Su��a � mais do que um cen�rio...

famoso por queijo, chocolate e rel�gios cuco.

Genebra, a cidade mais elegante do pa�s,

� anfitri� para milhares de membros de comit�s,

delega��es e assembleias de todas as capitais do mundo.

Isso d� ao aeroporto de Genebra uma atmosfera de...

intriga internacional amea�adora. � poss�vel sentir isso na chegada.

Pol�cia secreta, talvez?

Quem sabe.

Pol�cia su��a? Com certeza.

E... outras coisas que realmente chamo de muito interessantes.

Hoje come�a a Confer�ncia Internacional de Desarmamento.

O lugar certo com muitas Delega��es?

Os impec�veis brit�nicos. Que Deus os aben�oe.

Os eficientes americanos. O que far�amos sem eles?

E os inescrut�veis russos. O que podemos fazer com eles?

- Professor Jorovitch? - Sim.

Sou Jolanka Milanova,

nossa pol�cia de seguran�a aqui em Genebra.

Como vai, camarada?

Camarada, aquele homem l�, n�o para de nos olhar.

Para sua informa��o, Pyotr, aquele homem l� � o not�rio Simon Templar.

O SANTO

S05E03 - O Prisioneiro Russo

Legenda por Susanawho

Sim, querida.

N�o, querida, n�o direi a ela.

Diga voc�. Ela � sua m�e, n�o a minha.

Minha chave, por favor.

Ah, Sr. Templar, est� se divertindo em Genebra?

Eu me divirto em qualquer lugar.

Gostaria de dizer o mesmo.

Talvez precise de vitaminas.

Preciso de algu�m para matar minha esposa.

Recep��o.

Senhora, se os pombos n�o a deixam dormir,

mudar para um andar mais alto n�o ajudar�.

Os pombos voam, entende?

Inspetor Kleinhaus. Sinta-se em casa.

Obrigado. J� me sinto.

� �timo v�-lo.

O sentimento est� longe de ser m�tuo.

Oskar, voc� me magoa.

Chegou ontem?

Isso � uma pergunta ou uma afirma��o?

E o motivo para a sua visita?

Gosto de Genebra.

Ah, voc� est� tramando algo.

Palavra de escoteiro.

N�o se d� conta de que a Comiss�o Internacional de Desarmamento retoma amanh�?

Todos n�o sabem?

E o Fundo Monet�rio Internacional.

E da�?

Olhe, Genebra abriga mais organiza��es internacionais que qualquer outra cidade.

N�o queremos que nossos visitantes estrangeiros

sejam irritados, incomodados e perturbados.

E se qualquer de seus pertences se perderem...

Ir� me prender, culpado ou n�o.

Instantaneamente.

Entre.

Ah, Camarada Jorovitch.

Venha aqui.

Estes n�o s�o todos os n�meros da Defesa. S� v�o at� o final do ano!

Desculpe. Eu me confundi.

Levarei para modific�-los logo que poss�vel.

Preciso deles para a confer�ncia amanh�.

Come�arei imediatamente.

- Karel. - Sim?

O senhor n�o est� bem?

N�o. N�o, um pouco cansado, Mikhail Alexandrovitch, � tudo.

Entregarei os n�meros para voc� esta noite.

Obrigado, camarada.

Jorovitch, estou preocupada com voc�.

Est� t�o amarelo e p�lido.

Parece estar cansado. Quase doente.

Estou bastante bem, obrigado.

Sua filha?

Sim.

Ela � linda.

Muito.

E n�o a v� h�...

- 20 anos. - 21.

A m�e dela se divorciou de voc� em 1944.

Karel...

n�o fa�a isso. Eu lhe imploro.

Se tentar desertar, ser� extraditado e punido.

E me magoaria muito ter de ordenar o seu exterm�nio.

H� algo mais, Jolanka?

- Jorovitch. - O que tem ele?

Acho que ele est� tendo um ataque de revisionismo.

Bobagem. Jorovitch � um cidad�o leal.

Ent�o tamb�m sabe que sua filha chegou a Genebra ontem.

Voc� n�o sabia.

Ele pretende desertar para o ocidente.

Como todo homem, ele s� � leal a seus reflexos condicionados.

Se tiv�ssemos a filha,

facilitaria as coisas.

A filha dele?

Vou coloc�-lo sob vigil�ncia at� que deixe Genebra.

Como queira.

N�o pedi sua permiss�o, camarada.

Jorovitch � um grande cientista.

Um c�rebro muito valioso.

Se estiver perturbado, o c�rebro pode parar de pensar.

E se isso acontecer, e voc� for a respons�vel,

eu a advirto, voc� se arrepender�.

Est� me amea�ando?

Estou lhe dizendo, camarada, o que parece ter esquecido.

Agora, estamos falando o idioma da coexist�ncia.

Caviar � mais saboroso do que a p�lvora.

� um diplomata. Sou um soldado!

�. Mas n�o tenho medo de voc� e de sua pol�cia secreta.

Talvez devesse ter.

Acho voc� uma chata!

Um grande cientista.

Segui-lo � brincadeira de crian�a.

Segui-lo � um assunto s�rio.

E n�o se esque�a disso.

- Sr. Templar. Vieram procur�-lo esta manh�. - Quem?

Por favor, correspond�ncia para Jorovitch? Karel Jorovitch.

Verei, senhor.

A prop�sito, devo sair do Hotel Richmond amanh�.

Darei meu pr�ximo endere�o. Posso?

Obrigado, Sr. Templar.

Querido papai, no instante que receber isto, por favor me telefone neste n�mero.

Com todo meu amor, Irma.

Posso usar seu telefone, por favor?

Certamente, senhor. Est� ali.

Obrigado. Com licen�a, senhor.

Aqui est�.

O qu�?

Voc�s n�o t�m o direito. D�-me isso.

� como suspeit�vamos.

Venha em sil�ncio, camarada.

N�o! N�o irei. Deixem-me ir.

N�o, n�o. Deixem-me ir.

N�o, n�o irei.

N�o, soltem-me!

N�o fique parado. Corra!

Sinto muit�ssimo.

Disse que sentia muito.

Estamos esbarrando um no outro, n�o?

Ligue-me com a pol�cia. R�pido!

Sim. Sim.

Sim, estou numa cabine telef�nica, na esquina da...Rue De Cordais.

Sim, eu espero. Mas, por favor, depressa.

Como se diz "errou" em russo?

Tirem suas m�os de mim!

Meu camarada e eu temos imunidade diplom�tica.

Somos representantes do governo russo.

Minhas desculpas, senhor. Lamento pelo incidente.

- Dostoyevsky. - Voc�!

- Sim? - Voc� est� preso.

Este homem que voc� alega ter defendido...quem � ele?

N�o fa�o ideia.

Ent�o por que o fez?

Oskar, n�o espera que eu assistisse

enquanto dois refugiados de uma mina siberiana empurravam um homem.

Um homem n�o muito agradecido. Do contr�rio, estaria aqui, dando provas.

- Talvez ele estivesse com pressa. - Isso n�o � uma piada!

Estou com muita raiva.

N�o parece.

Eu lhe aviso, se algum dos nossos convidados com imunidade diplom�tica prestar queixas...

Voc� me p�e na cadeia.

Com o maior prazer.

Mas?

Tentarei consertar o seu mau comportamento.

Como?

A delega��o russa est� dando um coquetel esta tarde.

Levarei suas humildes desculpas.

� muito civilizado de sua parte, Oskar.

V�!

Fique longe de encrenca!

E livre-se de suas hostilidades em casa.

Falando em livrar-se das coisas, Oskar, voc� poderia se livrar disso.

- V�! - Faz muito mal para sua press�o sangu�nea.

Tire esse sorriso do rosto!

Espere!

- S� mais uma coisa. - Sim, Oskar?

A atriz francesa, Therese Doustar.

- O que tem ela? - Est� em seu hotel.

Quer que eu pegue o aut�grafo dela?

Ela tem um colar de diamantes que vale uma fortuna.

Se voc� falar com ela...

Eu sei. A... guilhotina.

Sim!

Ah, Sr. Templar. Sua chave.

Obrigado, Andr�. Como est� sua esposa?

Muito mal.

Por favor, Sr. Templar. Precisa me ajudar.

- Preciso? - Sou Irma Jorovitch.

Bem, pelo menos sei como cham�-la.

� muito urgente. Por favor, em particular. Irei ao seu quarto.

Ser� um prazer.

Como ele faz isso?

Ele tem muito talento.

As mulheres que me pedem ajuda s�o sempre gordas e velhas...

� sempre sobre pombos e aquecedores.

Poderia fechar a janela, por favor?

Bem, Srta. Jorovitch?

Acho que deveria dizer-lhe algo sobre mim.

Parece uma boa ideia.

Sou de origem russa.

Minha fam�lia vem da parte da Finl�ndia que faz fronteira com a R�ssia.

- Desde 1940, � da URSS, n�o? - Sim.

E seu pai?

Ele � um cientista. Professor na Universidade de Leningrado.

De F�sica, acho.

N�o me lembro de t�-lo visto, exceto em fotografias.

Durante a guerra, quando eu era beb�, minha m�e foi separada dele.

Ela fugiu comigo para a Su�cia.

Meu pai n�o teve permiss�o para sair da R�ssia ap�s a guerra.

Minha m�e...bem, acho que ela n�o estava apaixonada por ele.

De qualquer forma, houve um div�rcio.

E h� um ano, minha m�e morreu.

Pensei que meu pai deveria saber da morte dela.

Ent�o escrevi pra ele.

E de algum modo, ele recebeu a carta.

Ainda na Universidade de Leningrado?

Sim. Ele respondeu, querendo saber de mim.

Come�amos a nos corresponder.

Trocamos fotografias.

Eu n�o tinha ningu�m.

Ent�o foi bom achar um pai de verdade e aprender tudo sobre ele.

Ent�o, recebi uma carta diferente.

Ela foi... enviada �s escondidas.

� s� o gar�om.

Nesta carta do seu pai... ele disse que queria desertar?

Sim. Finalmente chegou a oportunidade.

Ele me disse que viria a Genebra para a Confer�ncia de Desarmamento.

N�o para participar, mas para aconselhar nas quest�es cient�ficas.

Ele queria tanto, mas estou t�o assustada.

Voc� est� segura aqui.

Eu sei.

Bem, continue.

Deixei uma carta para ele no International Travel.

Dei-lhe meu telefone em Genebra.

Esta tarde, meu pai me ligou da Rue De Cordais.

Mandei-lhe ficar l�, esperando. Eu o pegaria num t�xi.

O que aconteceu quando chegou l�?

- Ele sumiu. - E acha que o pegaram?

Sim.

O que fez ent�o?

Fiquei desesperada. Ent�o fui � pol�cia.

Que, certamente, n�o ajudou muito.

N�o. Disseram que se ele estiver na Embaixada, n�o adianta.

Os russos podem fazer o querem l�, como na R�ssia.

Mas n�o tem certeza se ele est� na Embaixada.

N�o sei de nada. Ele pode estar em qualquer lugar.

Mas eles o pegaram. E o levar�o para a Sib�ria!

Talvez at� o matem!

Como chegou at� mim?

Meu pai disse ao telefone

como foi corajoso ao ajud�-lo no International Travel.

Ent�o fui l�, e o recepcionista me indicou seu hotel.

- � como procurar agulha num palheiro. - Por favor?

Ele pode estar em qualquer lugar.

Mas o encontrar�? Por favor!

Tentarei ao m�ximo, mas n�o posso prometer nada.

Obrigada.

Voc� deve ficar aqui, entende?

Sim.

E n�o abra a porta para ningu�m, exceto eu.

Vai a algum lugar?

Sim.

A um coquetel.

Voc�, fora. Venha

A n�o ser que tire as m�os de mim em 3 segundos

vai acabar com a cabe�a no caviar.

O que quer?

Estou em miss�o de paz.

Oskar, que bom v�-lo!

O que est� fazendo aqui?

N�o poderia deix�-lo limpar minha barra,

ent�o vim para pedir desculpas pessoalmente.

Saia!

- Todos querem se livrar de mim. - Fora!

Inspetor Kleinhaus.

Tenente-Comandante Fritz von Tobler.

Marinha Su��a.

Que bondade sua vir.

Nem foi convidado.

Um pequeno deslize social. Oskar!

N�o caviar vermelho, n�o nesta �poca do ano.

O preto � infinitamente superior.

N�o fale de boca cheia.

Sr. Templar!

Ol�.

Voc� o conhece?

Claro. Quem n�o conhece? Como est� elegante!

Voc� tamb�m.

Venha. Conversaremos, voc� e eu.

Oh, n�o est� bebendo?

Como � observadora.

Voc� me acompanha?

E gentil.

Sa�de.

Zdorovye

Meu nome � Jolanka Milanova.

T�o mais simples que "Smith", e t�o russo.

Agora... a verdade.

Sobre o qu�?

Por que est� aqui?

Bem, o fato � que vim perguntar sobre um amigo.

- Quem? - Adivinhe.

Karel Jorovitch?

Brilhante dedu��o. O fato � que estou preocupado com ele.

Todos estamos.

Ele est� muito, muito cansado.

Quando o vi no International Travel ontem,

tive a impress�o de que estava...assustado.

Apenas exausto. Fizemos que partisse.

Posso perguntar para onde?

Oh, um lugar silencioso onde possa descansar.

Sabe, � claro, que ele tem uma filha?

N�o, n�o sabia.

Sim. Ela vive em Estocolmo. Ela chegou a Genebra ontem.

Fascinante.

Ela entrou em contato com voc�?

Entrou?

Comete um grande erro, Sr. Templar, ao me tratar como uma tola.

- Cometo? - Claro que ela falou com voc�.

� por isso que voc� est� aqui.

Gostar�amos muito que ela se encontrasse com o camarada Jorovitch.

Aposto.

Isso o confortaria.

Sem falar no que far� por ela.

D�-lhe meu recado, Sr. Templar.

Diga-lhe que podemos faz�-la encontrar-se com o pai.

Ele est� perto.

Com licen�a.

Oh, o homem por quem eu procurava.

Sinto tanto por t�-lo machucado esta manh�.

N�o!

O que est� fazendo neste quarto?

- Investigando. - Com que autoridade?

- Minha. - Voc� n�o tem nenhuma.

- Mas estou aqui. - Sim.

Em territ�rio russo.

Tecnicamente, voc� � culpado de invas�o de propriedade.

E tecnicamente, voc� � culpada de qu�? Sequestro? Assassinato?

Ou ambos?

Est� falando bobagem.

Ent�o me deixe falar um pouco com Karel Jorovitch.

Ele n�o est� interessado.

Vamos deix�-lo decidir.

A decis�o � minha.

Foi uma festa agrad�vel. Posso assegur�-lo da coopera��o de pol�cia su��a sempre.

Bem, Oskar. Saindo t�o cedo? A hospitalidade foi demais pra voc�?

Obrigado pelo passeio.

Voc� se importaria em me deixar no hotel?

Estou atrasado.

Obrigado. Foi uma festa fascinante.

Estou aqui em miss�o oficial. N�o posso fazer isso. N�o espera que...

- Quem �? - Templar.

E ent�o?

Receio que tenha raz�o. Est�o com ele.

Eu sabia.

Mandaram-no para algum lugar para descansar.

V�o mat�-lo!

N�o. Ele � valioso demais.

N�o. De acordo com os padr�es deles, isso n�o vale nada.

Ser um grande cientista n�o vai salv�-lo.

N�o se preocupe. Pensarei em algo.

Oh, desculpe chorar. N�o posso evitar.

Vim de Estocolmo e tudo para nada?

Quer alguma coisa? Um conhaque?

N�o, eu...

Talvez um caf�.

Antes de tudo precisamos descobrir onde o esconderam,

e depois descobrir como tir�-lo de l�.

Servi�o de quarto?

Aqui � do 703. Pode mandar caf� para dois?

Obrigado.

Sr. Templar, o senhor n�o conhece essas pessoas.

Tenho muito medo deles.

Nada os det�m!

Tenho certeza de que est�o vigiando meu hotel.

Ainda mais agora que interferiu e fez perguntas.

Agora estar�o lhe vigiando.

Boa noite, cavalheiros.

Por favor, pode entregar isso ao Sr.Templar?

Certamente, senhor.

Posso ajud�-lo em mais alguma coisa?

Em nada.

O quarto do Sr. Templar, por favor.

Depressa!

Visitas?

Como eles s�o?

Entendo.

Bem pensado, Andr�.

Temos visitas.

Precisa me tirar daqui.

N�o paramos de esbarrar um no outro, n�o �?

Estamos procurando uma mo�a.

Isso � perfeitamente normal, n�o �?

Sabemos que ela est� aqui.

O banheiro.

Homens maduros, garotas, s�o "bon vivants", n�o?

� claro que...esconder uma garota neste quarto n�o daria p�, n�o �?

Procure.

Suponho que estejam com o pai dela?

� claro. E quando tivermos a filha, o pai vai cooperar mais.

Onde ele est�?

Em algum lugar seguro e confort�vel.

Devemos relatar � camarada Milanova.

Senhora encantadora. Mande meus cumprimentos.

Entenda, Sr. Templar, isso n�o � pessoal. Temos um trabalho a fazer.

Fazem isso com tanta coragem, com sua imunidade diplom�tica.

Seu caf�, senhor.

Duas x�caras, Sr. Templar?

Sim. Voc� me acompanha?

Srta. Jorovitch?

Sabemos que est� aqui.

Contarei at� 3...

e depois atirarei no Sr. Templar.

Um.

Dois.

Obrigado.

Agora, venha conosco.

Onde?

Reunir-se com seu pai. � o que quer, n�o �?

- Onde ele est� - Villa Beauregard perto de Burgenstock.

Cale-se, seu tolo.

Infelizmente, Sr. Templar, agora sabe demais.

Ent�o � meu desagrad�vel dever...

N�o batemos em garotas.

Pelo menos, sabemos onde meu pai est�.

Sim, mas...eles sabem que sabemos.

Andr�, onde � Burgenstock?

Na margem sul de Vierwaldstattersee.

- Isso � perto de Lucerna? - Um pouco.

A prop�sito, meu quarto precisa de um pouco de aten��o.

- Deixe comigo. - Deixarei, inclusive dinheiro.

Tentaremos Lucerna esta noite

e de manh� procuramos a Villa Beauregard, certo?

Levantem-se.

Tolos!

Levantem-se!

O que aconteceu?

Por que foi preciso usar a for�a? S�o treinados para isso. Falharam.

Camarada, eu juro, seguimos suas instru��es.

Se foram negligentes, prometo que n�o haver� miseric�rdia. Nenhuma!

Entenderam?

Karel Jorovitch � valioso demais para n�s. Se essa coisa...

O que est�o fazendo aqui?

Est�o no quarto do Sr. Templar sem permiss�o, e eu chamarei a pol�cia.

R�pido. Fora!

Est� em Estocolmo h� muito tempo?

Desde pequena.

Voc� n�o tem sotaque sueco.

Aprendi ingl�s com minha m�e. Ela tinha sotaque finland�s.

Desde ent�o, todos os professores e escola.

O que houve entre seus pais?

Minha m�e preferiu o estilo capitalista. N�o queria voltar � URSS.

Quando encontrarmos a casa, o que faremos?

Olhamos e tentamos descobrir um modo de entrar.

Suponhamos que o levem para outro lugar, antes de o encontrarmos?

Ent�o, teremos falhado.

Consegui.

Posso olhar?

Veja. L� embaixo.

N�o ser� f�cil.

- N�o. - O meio mais f�cil � pela �gua.

Quer dizer de barco?

N�o, eu poderia ir nadando, chegar ao jardim pelo lago.

Isso seria muito perigoso.

Voc� � um homem muito corajoso e bondoso.

E voc� � sensacional, sen�o eu n�o entraria nessa encrenca.

Desculpe?

Eu n�o arriscaria uma senten�a de pris�o ou uma bala nas costas.

Eu sei. Prometo que nunca o esquecerei.

Vou dar uma olhada na casa de perto e fazer compras. Vejo voc� no hotel.

Est� quase na hora de agirmos.

- Usou algum destes? - Nunca!

Poderia?

Acho que sim, se precisar.

Esta � a trava de seguran�a.

Destravada para atirar.

Travada ao movimentar-se.

Entendo.

�timo. N�o use a n�o ser que precise.

N�o, n�o usarei.

Vamos repassar. Aqui est� o lago. Nadarei por aqui. Essa � a estrada.

Lembre-se do que planejamos.

Seu carro quebrou. Quer usar o telefone para chamar uma oficina.

N�o a deixar�o entrar e voc� ficar� hist�rica.

Deixe-os ocupados no port�o o m�ximo que puder.

Entendi.

Que horas s�o?

22:05hs.

A a��o come�a �s 23:00hs em ponto.

Certo.

Simon...h� s� uma coisa que pode ter deixado passar.

Uma d�zia, provavelmente.

Suponha que fa�am uma lavagem cerebral em meu pai,

para que n�o confie em n�s.

Suponha que ele n�o queira ser resgatado?

Isso � imposs�vel. N�o est�o com ele h� tanto tempo.

Mas... se for preciso...devemos for��-lo a vir conosco.

N�o se preocupe.

Boa sorte.

O que �? O que voc� quer?

Meu carro quebrou.

Esta � uma propriedade particular.

Preciso usar seu telefone.

Deve andar at� a cidade. � s� meio quil�metro.

Est� tarde. N�o posso andar at� a cidade.

Lamento.

Sou uma mulher sozinha, por que me deixa usar seu telefone?

N�o quero ver...

Papai!

Quem � voc�?

N�o me conhece?

- Por qu�? Eu nunca... - Papai, viemos resgat�-lo.

Resgatar-me? Mas eu...

Por favor, papai. Vamos lev�-lo para Estocolmo. Ser� livre.

N�o. N�o.

Depressa, papai. Vista-se. N�o temos muito tempo.

N�o.

Por que me chama de papai?

Qual � o problema, Professor?

N�o reconhece sua pr�pria filha?

Minha filha?

Viu, eles fizeram!

Voc� n�o � minha filha!

Ele n�o me reconhece. Foi drogado, precisamos for��-lo a vir conosco!

- Oh, acho que n�o. - Precisamos tir�-lo daqui!

- N�o. - Mas voc� prometeu!

Prometi?

N�o exatamente, apesar de ter feito o m�ximo

para colocar essa ideia na minha cabe�a..

Infelizmente, vi que havia algo errado na sua hist�ria.

Nem encontrar sua fotografia na Embaixada russa me convenceu.

Voltando do coquetel com o Inspetor Kleinhaus,

ele confirmou minhas suspeitas.

Simon, o que est� dizendo?

N�o � o que eu digo, � o que voc� disse.

Express�es como "o estilo capitalista" e "sovi�tico".

S� um russo diria coisas assim.

- Por favor, Sr. Templar. - N�o se preocupe, Professor.

N�o vai a lugar nenhum.

Voc� est� louco!

Sim, estou.

Especialmente se querem que eu fa�a o trabalho sujo por eles.

Sabia o tempo todo que estava seguro com a pol�cia su��a.

� exatamente o que venho dizendo.

� bastante esperta, camarada.

Mas n�o esperta o bastante.

N�o.

D�-me a arma.

- Eu lhe matarei. - N�o vai.

Eu o levarei comigo.

N�o.

Voc�...voc� o matou!

O que...o que quer de mim?

Queremos voc�, seu traidor!

O sinal.

R�pido.

- Uma opera��o brilhante. - Sim.

Especialmente ao achar a verdadeira filha de Jorovitch.

Ela ser� muito �til.

Vista seu casaco.

Eu...eu n�o entendo.

Pensou que o deixar�amos desertar, velho tolo? Apresse-se!

Pare!

- Boa noite. - Inspetor, sou protegida...

N�o me fale de privil�gio diplom�tico. Acho o assunto muito chato.

Leve-os e indicie-os.

N�o pode fazer isso!

Senhora, deixe-me garantir que � uma "persona non grata".

O mesmo vale para seus amigos.

Inspetor, eu...

Por favor, seja r�pido.

Disseram-me que estava seguro.

A pol�cia su��a garantiu que eu estaria seguro.

O senhor est�.

Subestimou-me, querida.

Um grande erro.

Festim.

Achei mais seguro lhe dar uma arma de festim

do que deixar que tenha uma com balas de verdade.

Est� tudo bem, Professor. Est� seguro.

O Inspetor Kleinhaus me disse que pediu asilo pol�tico.

Sim. Sim, pedi. Por telefone.

A pol�cia su��a me buscou na cabine telef�nica.

N�o compreendo.

Oskar me deixou entrar no jogo para pegarmos a gangue toda.

A Sra. Milanova est� ao telefone com a Embaixada agora.

Estamos negociando uma troca diplom�tica.

A resposta para a charada, Professor,

� que tiramos sua verdadeira filha das m�os dos russos.

Sim, ela deixar� a Embaixada a qualquer momento.

E ambos t�m reservas num voo para Estocolmo amanh�.

Mas os guardas... voc� bateu neles!

Bem, estavam no plano. Eles fingiram.

O que acontecer� comigo?

Bem, por causa de sua imunidade diplom�tica,

voc� e seus amigos poder�o deixar Genebra,

com a condi��o de que nunca voltem!

Isso se aplica a mim, Oskar?

Possivelmente. Venha.

Srta. Jorovitch, qualquer que seja seu verdadeiro nome,

n�o acreditar� nisso, mas � verdade.

Sinto muito por ter acabado assim. Gostei mais da sua hist�ria.

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