All language subtitles for dallas 14

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish Download
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

-Gary Ewing, como vai? -Bem.

Gary?

Ah, Gary.

Estou em Dallas. Quero v�-la.

Meu Deus, como � bom ouvir sua voz.

Valene Ewing, quer casar comigo?

-Casar? -Espero n�o ter estragado...

seu fim de semana, querido.

Mil perd�es, mas preciso voltar para Dallas.

Por qu�? Estava come�ando a gostar de ter voc� aqui.

Porque um irm�o casado na fam�lia j� basta.

S03E14 - Compromissos Renovados

Legenda por Susanawho

Feliz Dia das M�es, Mam�e Do seu filho, Gary Ewing

-Lucy, quando sai seu �nibus? -Depois da aula.

Deixe o telefone de onde vai ficar, ouviu bem?

Todas as l�deres de torcida v�o ficar no mesmo lugar, o Hotel MacArthur.

Gostaria de ver esse jogo.

Do jeito que os dois times est�o jogando, vai ser uma briga e tanto.

Por que a mam�e precisa tocar este disco tantas vezes?

Est� me irritando. Nunca gostei dele.

Por qu�? Porque era um dos favoritos do meu pai?

Mas por que ficar tocando tantas e tantas vezes?

Porque hoje � o anivers�rio de Gary, J.R.

Queria que ela parasse.

Ela est� num humor p�ssimo ultimamente.

N�o adianta se preocupar com um desgra�ado como Gary.

N�o fale assim do meu pai, J.R.

N�o � preciso ser Presidente de empresa para se construir alguma coisa.

Ei, esperem a�. Nosso irm�o � um alco�latra e jogador.

-lsso n�o � nada lisonjeiro. -Tenha modos!

Espere a�. N�o venha me ensinar bons modos.

J� chega.

Vamos parar com isso. Parem, ouviram?

N�o quero que Dona Ellie ou�a.

Hoje � um dia dif�cil para ela...

e n�o quero que nenhum de n�s piore as coisas, ouviram?

Desculpe, vov�.

Vou � aula.

� melhor eu ir tamb�m. Tenho andado ocupada na loja.

Vou com voc� at� o carro.

� melhor eu ir ver como est� Dona Ellie.

Por que foi t�o duro com Lucy, J.R.? Precisava falar aquilo?

Este seu psiquiatra est� fazendo maravilhas por voc�.

De repente, tem compaix�o pelos outros.

� tocante.

lsso n�o � bom, querida.

Por que n�o desce um pouco?

Lucy est� indo para Houston.

Quero meu filho, Jock.

Eu sei.

Mas mesmo se consegu�ssemos ach�-lo...

ele n�o voltaria. Sabe disso.

E, Dona Ellie, se ele voltasse...

seria a mesma coisa de sempre.

Acabaria fugindo, como sempre.

Droga!

Sue Ellen, pegue aquela gravata cor de ferrugem para mim, sim?

lsso aqui vai ficar muito quieto, com voc� e Lucy viajando ao mesmo tempo.

Bem, este neg�cio n�o poderia ser adiado, sabe?

Sei. N�o estou reclamando.

Espero que voc� e Kristin...

consigam se divertir neste fim de semana.

Um feriad�o pode ser muito longo se passarmos s� trabalhando.

Vamos conseguir achar algo para nos divertir.

-Voc� n�o se preocupa, J.R.? -Com o qu�?

Com a opini�o p�blica.

Voc� demonstra ser claramente um pervertido.

Ela � minha irm�, sabia?

Eu acredito muito no nepotismo.

Quem seria uma secret�ria melhor para mim do que a irm� de minha mulher?

Eu a levo a todos os lugares.

N�o...

s� mentes sujas pensariam numa coisa dessas.

Mentes sujas n�o faltam aqui em Dallas.

Ei! Dallas � a minha cidade.

Tem sido boa para mim. E para voc� tamb�m.

Vou estar no Connelly, se precisar de mim.

Duvido que precise, J.R.

Sue Ellen, espero que n�o queira tirar proveito da minha aus�ncia.

� claro que n�o, J.R. N�o se preocupe.

Vou ser t�o discreta quanto voc�.

N�o d� para evitar. Vou encontrar minha m�e.

N�o se preocupe. N�o vou perder o �nibus.

Preciso ir. Vejo voc� depois.

Tchau.

Voc� n�o parece muito feliz...

para quem esperou meses por este fim de semana.

Estou bem.

Acho que fiquei assim por ouvir o disco.

Ah, Lucy, desculpe.

-N�o quis chate�-la. -N�o chateou.

� bom saber que mais algu�m nesta casa se importa com meu pai.

-Lucy, sabe onde ele est�? -Queria saber.

Mas voc� v� sua m�e, n�o?

Tudo bem, Lucy. Eu sei que sim, e fico feliz.

Mas quando a vir de novo, diga que preciso falar com ela.

-Vov�... -Por favor, Lucy.

Preciso falar com ela, onde ela quiser.

-Vou encontr�-la agora. -Vou com voc�.

-Vov�, n�o pode. -Est� tudo bem. Vou pegar a bolsa.

-Preciso ir para a escola depois. -Tudo bem. Eu volto de t�xi.

L� est� ela. Mam�e!

Oi, m�e. Desculpe pela vov�, mas ela quis vir.

Eu insisti muito, Valene. N�o foi culpa de Lucy.

Como pode ser culpa de algu�m, Dona Ellie? Estou feliz em v�-la.

Eu tamb�m.

Valene...

preciso falar com voc�.

Algum problema?

N�o, mas � que...

Valene, preciso ver Gary.

Ele � meu filho...

de uma forma diferente de Bobby e J.R.

Eles se parecem mais com Jock.

Mas preciso ter Gary de volta na minha vida.

Voc�s se falam?

-�s vezes ele liga. -De onde?

-Onde ele est�, m�e? -N�o sei. Nunca sei.

-Liga de lugares diferentes. -Quando vai ligar de novo?

N�o sei. N�o liga com regularidade.

Valene, diga a ele que preciso v�-lo. Por favor.

Sim, senhora. Eu digo, sim.

Diga que n�o espero que ele volte a Southfork...

n�o depois do modo como foi tratado l�.

Diga que quero v�-lo em qualquer lugar.

Assim que ele ligar, Dona Ellie, eu vou dizer.

Eu juro.

-Al�? -Sue Ellen.

-Sim. -Como vai?

Aqui � Rudy Millington.

Rudy Millington?

Ah, sim. O namorado de Kristin.

N�o fixo, mas sim. Quero mudar isso.

Por isso estou ligando.

Acabo de me mudar para Dallas...

e tentei ligar para Kristin, mas o telefone que ela me deu foi desligado.

-Voc� sabe onde posso encontr�-la? -Ela est� trabalhando com meu marido.

Ent�o deve estar no escrit�rio.

Hoje, n�o. Ela foi numa viagem de neg�cios com J.R.

Sa�ram daqui de manh� cedo...

e est�o no Hotel Connelly, em Austin.

Vou ligar para l�.

Talvez possa convenc�-la a passar o fim de semana comigo.

Duvido. Voc� sabe como Kristin � respons�vel no trabalho.

Mas acho que seria �timo se voc� aparecesse...

e a livrasse da chatice de um fim de semana de trabalho.

Obrigado, Sue Ellen. Acho que vou seguir seu conselho.

-Divirta-se, est� bem? -Vou, sim.

-E obrigado, mais uma vez. -Obrigada a voc�.

Querido?

Gary?

Oi.

Gary...

temos que conversar.

Est� bem.

At� agora, isso n�o parece uma conversa.

Eu sei.

Podemos sentar?

Claro.

Gary, o que...

Por que, Gary?

Bem, meu �ltimo chefe entrou em contato. Daquele sal�o de p�quer em Gardena.

-Calif�rnia? -�. Tem um emprego para mim.

Como assim, ele ''entrou em contato''? Tinha meu n�mero?

-N�o. -Ent�o voc� ligou para ele, n�o foi?

Sim, sabe, s�...

Puxa vida, Valene.

Mas por que, Gary?

-Quero dizer, est� tudo bem. -N�o, n�o est�.

Eu n�o estou bem. N�o posso ficar por aqui assim.

-Ent�o arrume um emprego. -Aqui, n�o.

N�o em Dallas, nem em Fort Worth nem no Texas inteiro.

Mas e n�s, voc� e eu?

Val, vamos com calma.

Sim, voc� disse isso h� meses...

e estamos indo com bastante calma.

Calma demais. Quero dizer, nem viu Lucy ainda.

-N�s decidimos... -Eu sei.

N�o dar esperan�as demais a ela, at� nos darmos bem mesmo.

-Quanto tempo isso vai levar? -N�o sei.

Ou�a, esta visita foi �tima, mais demorada do que a �ltima.

-Na pr�xima vez... -Vai ficar mais tempo?

-E eu n�o tenho voz nisso tudo? -Sinto muito.

Sua m�e veio me ver hoje.

Ela quer ver voc�.

O que disse a ela?

Nada. Disse que tinha not�cias suas, �s vezes.

-�timo. -Ela quer muito ver voc�, Gary.

Sinto muito, Valene.

Ela me arrastaria de volta � fam�lia.

-N�o, n�o. Ela disse que n�o. -Arrastaria, sim.

Ela s� pensa na fam�lia. N�o tem jeito.

Gary, n�o pode continuar com medo dela, com medo de n�s.

Ou�a, querida, tudo vai se encaixar com o tempo.

Por favor, n�o force.

N�o, n�o, Gary, n�o � assim.

Nada vai se encaixar.

N�s temos que fazer tudo encaixar.

Eu ligo.

Feliz anivers�rio.

Bem...

-O que voc� acha? -Muito bonito.

Bonito?

Voc� merece o melhor, Kristin.

Gostaria de ter chegado aqui mais cedo, como planejamos.

Tive de visitar o velho Bennington.

Ele n�o me perdoaria, se viesse aqui e n�o fosse v�-lo.

N�o posso ofender um homem t�o rico como ele.

J.R., voc� prometeu que n�o falaria de neg�cios.

Agora que estamos aqui, vou cumprir a promessa.

Voc� queria aten��o?

Pois vai ter, at� enjoar.

Era isso que eu queria ouvir.

-Sr. Ewing. -Como vai?

-Bem. -N�o preciso assinar isto, preciso?

-Prontinho. -Obrigado.

Venha, querida. Vamos nos divertir.

Um homem est� aqui, com caf� e rosquinhas.

-N�o pedi caf�, nem rosquinhas. -Eu j� disse isso a ele.

Connie, estou muito ocupada, pode cuidar disso por mim?

-Desculpe, n�o pode entrar. -Est� tudo bem.

-Por favor! -Confie em mim.

-Por favor! -N�o, confie em mim.

Ou�a, eu...

-Eu trouxe suas rosquinhas favoritas. -Gary!

-Gary Ewing, como vai? -Bem.

-E voc�? -Bem, bem.

-Puxa, que saudade! -Eu tamb�m senti saudade.

Voc� est� �timo.

Espere um instante.

-Connie, ligue para casa. -Bobby, n�o.

S� queria ver voc�, antes de ir embora.

N�o pode ir sem falar com a mam�e, e seria melhor ainda se a visse.

-Boa tarde, Dona Ellie . -Ol�, Sue Ellen.

-Estava atr�s de voc�. -Fui �s compras.

Por que n�o me falou? N�o teria procurado tanto.

Desculpe, Jock. Raoul, leve isso l� para cima, sim?

Quero falar com Teresa.

Quero ter algo especial...

-Al�? -M�e, voc� est� sozinha?

Bobby? Sim, por qu�?

Tenho uma pessoa aqui comigo que quer falar com a senhora.

-Oi, m�e. -Gary?

Ah, Gary.

Estou em Dallas. Quero v�-la.

Voc� est� aqui?

Sim. Quando?

Bobby vai lev�-la at� mim amanh�. E, por favor, n�o diga nada a Lucy.

Est� bem. Como quiser.

Meu Deus, como � bom ouvir sua voz!

� bom ouvir a senhora, m�e. Tchau.

Tchau. At� amanh�.

Espere a�. N�o acredito na minha sorte!

-O que foi, J.R.? -� Eugene Bullock.

Ele � riqu�ssimo. Tem uma frota pr�pria de petroleiros.

-J.R., prometeu n�o falar em neg�cios. -Vou s� cumpriment�-lo.

Ora, Sr. Eugene, o que o traz aqui?

� um col�rio para meus olhos.

Ol�, Ewing.

Quero apresent�-los minha secret�ria, meu bra�o direito.

Esta � Kristin Shepard. Eugene Bullock e sua secret�ria, certo?

-N�o me diga. N�o me diga. Sally, n�o? -N�o � mais minha secret�ria.

Sally agora � minha mulher.

-Verdade? Que maravilha! -O que tem de t�o maravilhoso?

Era inevit�vel, n�o era, Sally?

N�o � f�cil negar algo que Sally quer.

Ela tem personalidade forte.

Ora, Sr. Eugene.

-Sente-se, Ewing. Sente-se. -Obrigado.

Jovem, fique conosco tamb�m.

Traga nossas bebidas aqui, sim?

� mesmo uma coincid�ncia.

-Tentei falar com voc� outro dia. -Eu sei, mas tem que falar com Sally.

Ela toma conta de tudo, dos meus neg�cios...

E todas as suas necessidades?

As outras necessidades s�o poucas...

e muito ocasionais.

Sally...

diga a Ewing por que voc� casou comigo.

Por dinheiro.

N�o � maravilhosa? Perfeita.

Prefiro deixar tudo para ela do que para minha fam�lia.

Aprenda com Sally, querida.

Diga a verdade.

N�o abuse da credibilidade de Ewing, fazendo-o crer...

que gosta mesmo dele.

Sr. Bullock, acho que n�o entendeu bem.

J.R. � meu cunhado. Sue Ellen, minha irm�, � casada com ele.

Estou aqui como secret�ria.

Quando eu dou conselhos...

quem for inteligente, aceita.

Vamos brindar a isso.

-Quem �? -Jack, o Estripador.

�...

meu anivers�rio.

Achei que dev�amos comemorar.

Quando tivermos o petr�leo, terei que mov�-lo r�pido.

R�pido mesmo.

Acredito que ser�o 3000 barris por po�o, por dia. � muito petr�leo.

-O que acha, Sally? -Parece bom, na teoria.

Sr. Eugene, eu lhe fiz a proposta primeiro...

porque gosto de negociar com o senhor. Sabe disso.

Sempre cumpro minha palavra...

diferente da maioria dos empres�rios hoje em dia.

O que acha, Sal? Vamos negociar com ele?

Talvez.

Preciso saber mais a respeito.

Tenho as estat�sticas que quiser. Tenho os fatos e n�meros.

-Aqui. -Para mim, j� chega.

Negociem voc�s dois. Vou dormir.

Eu disse para negociarem.

Sim, senhor. Boa noite, senhor.

Vamos analisar isso bebendo mais um pouco?

-Que tal? -J.R.

Querida, por que n�o sobe?

Vai se chatear muito com esta conversa de neg�cios.

-Mas, J.R... -Precisa dormir.

Vamos ter um dia cheio amanh�.

Vamos aos neg�cios?

Gar�om, mais duas doses.

Um caf� irland�s, por favor.

-Rudy. O que faz aqui? -N�o fa�a perguntas idiotas.

-Como me encontrou? -F�cil. Perguntei a sua irm�.

E ela lhe disse?

Ela estava s� ajudando o amor verdadeiro.

J.R. Ewing.

Esque�a o porco que ele �. � o marido de sua irm�.

Ela n�o o quer.

-E voc� o quer? -Pode apostar.

N�o.

-E n�s? -N�s somos passado.

O que �? O dinheiro dele?

Eu n�o sou pobre, sabe?

O s�cio mais jovem de um dos melhores e mais antigos bancos do Texas.

E estou subindo, bem r�pido.

Meu nome vai estar no nome da firma em dez anos.

Quanto vai ganhar?

US$ 200 mil por ano. Talvez mais.

Viver�amos bem com isso.

Querido...

J.R. d� US$ 200 mil de gorjeta por ano.

Seu sal�rio sai disso?

-lmaginei. Voc� se importa, n�o? -N�o.

E sente saudade de mim, de n�s.

-Lembra? -N�o lembro de nada.

V� embora. N�o quero ver voc�.

-Vai lembrar. Hoje, vai lembrar. -Cale a boca.

Quando ele dormir.

Estou no Hotel St. Francis.

O que houve, Rudy? N�o o deixaram ficar aqui?

Parece que � preciso reservar com anteced�ncia.

N�o se voc� for importante, Rudy. N�o precisa.

Bem, Sr. J.R. Ewing...

coisas muito interessantes acontecem quando est� fora.

Espere s� at� saber que seu irm�o Gary voltou � cidade.

N�o se preocupe. Vai dar tudo certo.

M�e.

Gary.

Deixe-me olhar para voc�.

-Voc� est� lindo. -Voc� tamb�m est� linda.

Obrigada, Valene.

Gary...

n�o sei bem o que houve na fazenda no ano passado...

nem porque saiu de l� daquela forma.

Mas sei que, em parte, foi porque eu quis que voltasse a morar conosco.

N�o foi s� isso, m�e.

Talvez. Mas agora eu sei que isso n�o vai dar certo.

N�o podemos morar sob o mesmo teto.

Mas preciso de voc�, Gary. Preciso ver voc�.

Por isso estou aqui, m�e.

H� quanto tempo voc�s dois est�o se vendo?

H� mais de um ano, desde aquela vez na fazenda.

-E quais s�o seus planos? -Que planos?

Se est�o juntos h� mais de um ano, devem ter algo em mente.

N�o, senhora.

Val e eu falamos de talvez casarmos de novo...

-e recome�armos a vida na Calif�rnia. -Calif�rnia?

M�e, voc� sabe que aconte�a o que acontecer, n�o posso ficar aqui.

Mas n�o temos nada resolvido. N�o tenho certeza de nada.

Eu nunca consegui assumir responsabilidades. Voc� sabe disso.

E sempre se subestimou muito. Sei disso tamb�m.

Temos que pensar em Lucy.

�, se Val e eu ficarmos juntos de novo, levarmos Lucy...

e n�o conseguirmos ficar bem...

vai ser horr�vel para ela.

Estou cansado de magoar minha filha, Val e voc�, m�e.

N�o quero prometer nada que n�o possa cumprir.

Ningu�m quer que seja perfeito, Gary, que � o que sempre teve que ser.

S� queremos que fa�a parte de nossas vidas.

Nunca vai saber o que � capaz de fazer, sem tentar.

Voc� nunca tentou.

N�o de verdade.

Valene Ewing...

quer casar comigo?

Bobby?

Pode entrar aqui, por favor?

Eles v�o casar de novo.

Parab�ns para os dois.

-O Sr. J.R. Ewing deixou algum recado? -Sr. Ewing?

N�o, senhora. Mas eu acho que ele est� no sagu�o agora.

No sagu�o. Obrigada.

Posso ajud�-la?

Bem, � disso mesmo que eu estou falando. Aqui.

-Bom dia, J.R., Sra. Bullock. -Bom dia, Kristin.

Achei que f�ssemos jogar t�nis.

Vamos, sim. Assim que eu acertar umas coisas aqui com a Sally.

Enquanto isso, encontre algo para se divertir.

Pensando bem, vou encontrar mesmo.

Que secret�ria exigente, J.R.

Mas ela � �til. Muito �til.

-Pode pegar meu carro, por favor? -Claro.

Como chego ao Hotel St. Francis?

Fica ali para baixo, senhora.

Vire � esquerda no primeiro sinal, siga por quatro quarteir�es.

Obrigada.

Est� bem, Harold, eu lhe devo essa. Muito obrigado, vejo voc� l�.

Muito bem. O juiz Henson disse para fazerem o exame de sangue...

que ele cuida da certid�o. Voc�s podem casar hoje � tarde.

Se eu ficasse separada do meu marido por 17 anos, quereria uma cerim�nia.

Por mim, tudo bem.

Queria poder dar um bom casamento a voc�s.

Talvez possa fazer isso quando todos j� souberem.

Por mim, podemos nos casar todos os anos, v�rias vezes.

N�o v�o casar hoje, se n�o fizerem o exame.

-At� mais tarde, ent�o, certo? -At� logo.

Tchau, m�e.

M�e, vou chamar um t�xi para levar a senhora.

N�o, Bobby, preciso comprar uns presentes.

Est� bem, vamos fazer uma coisa.

Almo�amos juntos e depois eu a levo �s compras.

-S� tenho uns pap�is para assinar. -Que pap�is?

De casas que Steve Wiley e eu compramos na Calif�rnia.

-Por qu�? -Para revend�-las, levantar capital.

A explos�o de vendas de propriedades na Calif�rnia financia nossas constru��es aqui.

S�o casas boas?

Claro que sim.

-Eu ajudo a senhora, m�e. -Dona Ellie , por onde andou?

Desculpe, Jock. Estou com pressa.

Estas idas e vindas t�m me deixado maluco.

-Tenho o direito de saber... -N�o quero saber disso agora.

O que est� havendo? Quando ela vai parar com isso?

Pai, vamos tomar alguma coisa, tenho algo para lhe contar.

Sim?

Mam�e e eu vamos voltar � cidade para encontrar Gary e Valene.

Eles v�o casar de novo hoje, pai.

Casar?

N�o a culpo por n�o ter me dito nada.

Ela acha que fui eu quem afugentou Gary daqui...

mas eu amava seu irm�o. Voc� sabe.

Fiquei decepcionado quando vi que ele n�o tinha coragem.

-Tentei ensin�-lo a lutar... -Ele est� tentando lutar agora.

E tem uma meta em mente.

Acho que deveria ir l�.

N�o, Bobby. Ele j� teve chances demais.

Seria a mesma hist�ria. Ele fugiria.

Se mudar de ideia...

n�s estaremos neste endere�o.

Gostaria de v�-lo l�.

-Mam�e. -Pronto?

Contei ao papai.

Ah, Bobby, n�o deveria ter feito isso. Eu prometi.

Gary � filho dele tamb�m. Ele tem direito de saber que vai casar.

-O que ele disse? -Que n�o iria.

Mas deixei o endere�o de Valene, se ele mudasse de ideia.

Ele sempre foi duro com Gary.

Duro demais.

Voc� me convenceu. Agora, eu s� preciso convencer o Sr. Eugene.

O que ser� preciso, Sally?

Sabe, ele nunca o perdoou por cobrir o lance dele na Remington.

Ele queria muito aquela est�tua.

Voc� � muito esperta, sabia?

Vou ligar para a fazenda, pedir que algu�m venha aqui...

e o Sr. Eugene vai ter sua est�tua hoje � noite.

-Resid�ncia dos Ewing. -Sue Ellen?

J.R. Quanta gentileza sua em ligar.

Andou bebendo? Parece estranha.

N�o, estou muito bem.

Estive me divertindo muito...

imaginando a sua felicidade ao saber da novidade.

Querida, diga logo o que quer me dizer. O que foi?

Parece que seu irm�o Gary voltou para Dallas.

Ele e Valene v�o casar de novo hoje.

H� meses que n�o via sua m�e t�o feliz.

Casar?

Onde � o casamento? Quando?

Ah, vai ser algo bem �ntimo, acho que no apartamento de Valene.

Que pena que esteja t�o longe e n�o possa ir.

Espero n�o ter estragado seu fim de semana, querido.

Droga.

Sally, mil perd�es, mas preciso voltar para Dallas.

Por qu�? Estava come�ando a gostar de ter voc� aqui.

Porque um irm�o casado na fam�lia j� basta.

-Tem a minha conta? -Sim, senhor.

Muito bem. Agora, quero que diga a Srta. Shepard, quando voltar...

que eu quero o meu carro e ela em Dallas hoje � noite.

-Sim, senhor. -Muito bem.

-Senhor? -Sim?

Ligaram da empresa de limusines. O carro que esperavam n�o voltou.

Ligue para eles, diga que eu preciso de um carro j�.

Eles compreendem, senhor, e mandar�o um assim que for poss�vel.

Tentamos todas as empresas. Nenhuma tem carros dispon�veis.

Nossa, que maravilha. Maravilha. Onde aquela garota foi?

-Quando eu a encontrar... -A Srta. Shepard pediu informa��es.

-�? Para onde ela foi? -Para o Hotel St. Francis.

Hotel St. Francis? Por que n�o disse isso antes?

-Voc� veio de carro hoje? -Sim, senhor.

Conseguiu outro emprego. Preciso dele emprestado.

Mando-o de volta quando acabar.

Sei que � bobagem, mas guardei esse tempo todo.

N�o � o vestido que voc� usou quando casou com Gary pela primeira vez, �?

Eu tinha s� 15 anos.

-Est� meio fora de moda. -Eu acho perfeito.

Venha aqui. Quero dar seu presente.

-Tem as passagens? -Pamela vai traz�-las, com o juiz.

Que passagens?

Voc�s queriam morar na Calif�rnia, n�o?

Sim, mas n�o precisa pagar pelas passagens.

N�o me diga o que fazer.

As passagens n�o s�o o presente.

Bobby vai para a Calif�rnia, mostrar as casas para voc�s.

-N�o estou entendendo. -A casa que gostarem, vai ser sua.

N�o, m�e.

Se n�o gostarem de nenhuma, encontrem outra.

Dona Ellie, n�o poder�amos.

M�e, queremos ficar sozinhos.

Voc�s queriam ficar sozinhos quando sa�ram de Southfork?

Ou seu pai e J.R. afastaram voc�s?

Tentaram viver sozinhos quando tiveram Lucy...

e a fam�lia acabou com suas esperan�as.

Mas, Dona Ellie, devemos tanto � senhora.

-Criou Lucy. -Sim, eu a criei.

S� porque os Ewing tornaram imposs�vel que voc�s o fizessem...

mas n�o deveria ter feito isso. Deveria ter brigado com eles.

N�o o fiz. N�o fiz nada.

Acha que uma casa � uma compensa��o justa?

Eu n�o.

Se quiserem recusar...

recusem porque � um presente pequeno.

Sen�o, aceitem.

Por favor, aceitem.

Eu...

acho que um filho meu vai se casar aqui hoje.

Gostaria de presenciar a cerim�nia...

se for bem-vindo.

Que bom que o senhor veio, pai.

Boa sorte, filho.

Sabe que eu ainda a amo, n�o?

Queria que n�o me amasse.

Por qu�?

Mas se divertiu hoje, n�o?

lsso n�o importa.

Voc� sabe que n�o pensa assim.

Aqui est�, George.

Oi.

Demorei para encontr�-la...

mas se fizer as perguntas certas, ter� as respostas certas.

Rudy, n�o.

-D� o fora daqui. -Kristin, vista-se, por favor.

Querida...

n�o fa�a isso.

-N�o tenho muito tempo, querida. -Rudy, vou com ele.

Por favor, n�o dificulte as coisas.

� uma cena vergonhosa, n�o �?

Para ser sincero, eu at� que me diverti.

N�o diga.

Ah, n�o se fa�a de santo...

Rudolph Millington.

N�s dois estamos juntos.

N�s dois estamos apaixonados.

Bem, n�o me surpreende...

mas ela est� se vestindo para ir embora comigo.

J.R., por que veio?

O que o afastou dos neg�cios?

Descobri que meu irm�o Gary est� casando de novo com a ex-mulher...

e quero estar presente a este casamento.

Ol�. Barton Lewis, por favor. Aqui � J.R. Ewing.

Ele vai casar hoje, querida, e voc� est� com meu carro.

Al�, Barton?

Como vai?

Bem, bem. Escute, um jovem chamado Rudolph Millington trabalha para voc�?

� t�o esperto assim?

Bem, detesto ter de lhe dizer isso, mas ele n�o tem car�ter.

N�o, sem moral.

Sabe, seus clientes v�o sumir como por encanto.

�, n�o posso falar sobre isso pelo telefone...

mas a Petr�leo Ewing tamb�m pode sumir, de repente.

Boa ideia.

�timo. Est� bem, Bart. At� logo.

A� est� voc�, querida.

-Est� sem emprego, Sr. Millington. -J.R., foi culpa minha e dele.

Ah, n�o, querida, voc� n�o. Voc� � inocente.

Este homem tirou vantagem de voc� e a corrompeu.

D�-me as chaves.

Ah, Rudy...

imagino que a maioria dos bancos bons no Texas n�o v�o aceit�-lo...

mas sua profiss�o est� em evid�ncia l� em Atlanta agora.

-Boa sorte. -Kristin.

� isso que voc� quer?

�.

Ora, J.R.! Pessoal, vejam quem voltou...

de Austin para estar conosco.

-Posso entrar? -Claro.

Pena que n�o telefonou. Ter�amos esperado por voc� para a cerim�nia.

-Ent�o j� est�o casados? -Sim, J.R.

Est�o juntos legalmente.

J.R., por que n�o parabeniza seu irm�o?

Acho que deveria beijar a noiva primeiro.

Valene.

Parab�ns.

Obrigada, J.R.

Gary...

parab�ns.

Queria ter chegado a tempo.

Obrigado, J.R.

-� muito linda. Nem acredito! -Quando disse que pod�amos mudar?

Encontrei algu�m para fazer os reparos de que falamos.

Eu diria em uma semana ou duas.

Vai demorar isso para nos ajeitarmos aqui, mesmo.

-N�o � como Southfork. -Eu sei, mas � a nossa casa.

-Qual � o nome dela, mesmo? -Knots Landing.

� um nome bonito.

Todos estavam muito felizes hoje. Foi um prazer.

Sue Ellen...

por que n�o me ligou para dizer o que estava acontecendo?

Talvez porque n�o me preocupe mais com quem manda aqui em Southfork.

Ou talvez porque eu goste de ver voc� n�o conseguir o que quer.

Se eu perco, voc� tamb�m perde, querida.

Lembre-se disso.

Talvez n�o me importe mais com isso.

Jock foi ao casamento. Fiquei surpresa.

Dona Ellie deu a Gary e Valene uma casa linda, na Calif�rnia.

Vi umas fotos hoje de manh�. � linda mesmo.

Eles s� falam nisso.

Calif�rnia? Eles n�o v�o morar em Southfork?

Se eles querem viver na Calif�rnia, que fiquem sozinhos por l�.

Esta � a melhor not�cia que tive hoje.

Quer saber? Compre um bom jogo de pratos, copos e talheres para eles.

Compre quatro. Ou compre logo oito!

Calif�rnia!

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.