All language subtitles for Back to Bataan[1945] 87mns.pt

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A PATRULhA Do CORONEL JACKSON

Esta historia n�o foi inventada,

Os sucessos est�o baseados em fatos reais,

os personagens, em pessoas reais,

30 de janeiro de 1945,

Campo de prisioneros japon�s em Cabanatuan,

Pessoal, os yanques chegaram.

-N�o saiam. � uma arma��o. -Venha. J� est�s h� 3 anos aqui.

Corre at� o port�o principal.

-Lhe mandaremos algu�m. -Nos ocuparemos deles.

Foi a primeira ronda.

Voltar�o.

Capit�o. Est� limpo. Pode sair agora.

Jack, nos largamos.

''California, aqu� estou.

De volta ao lugar de onde parti.

Com comedores de casulos que florescem ao sol.''

Estes homens s�o os sobreviventes

de 3 terr�veis anos em um campo japon�s em Cabanatuan,

Emmet Manson, tenente da Marinha, Minnesota,

Earl aumgardner, tenente da Marinna, Nova York,

Dennis Rainwater, lnfantaria da Marinha, cabo, Arkansas,

Sargento Eugene C, Commandante,

lnfantaria da Marinha, Calif�rnia,

Centenas de americanos haviam sido liberados,

Uma promessa do que estava por vir,

Pronto, todo mundo seria livre,

Por�m, por tr�s do resgate e dos triunfos que haver�am de chegar,

h� outra historia,

a da resist�ncia dos filipinos,

Esta � a hist�ria desta resist�ncia,

Come�a no pior momento da nossa historia,

na ilha de Corregidor,

Os filipinos defenderam 15 d�as na frente de ataan,

e durante dez dias e dez noites

resistiram ao ataque dos 200,000 homens

-do General Homma, -e sab�amos.

Por que lutais, filipinos? N�o � uma guerra sua,

A Am�rica os meteu nela,

Por cada americano que morre em ataan,

perdem a vida sete filipinos,

A Am�rica os abandonou,

General, que oportunidades temos?

A ajuda est� a caminho.

-N�o se pode assegurar nada. -Deves morrer para ser livre?

Filipinos, Por qu� lutam?

Olhem para o mar.

Os libertadores n�o os devolver�o suas casas.

Filipinos,

olhem para o mar,

-Alguma concentra��o? -N�o, senhor.

Por�m podemos fazer um reconhecimento a�reo.

Temos tempo, por�m n�o temos patrulhas a�reas.

-Chama o Coronel Madden. -Sim.

Filipinos,

por qu� lutam nas trincheiras?

N�o t�m armas,

Est�o morrendo de malaria, suas casas...

Coronel Madden. O quartel General.

Fala o coronel Madden.

Est�o atacando a cada hora, como de costume.

pode que ser estejam tirando algo contra sua linha.

Avise aos exploradores filipinos,

por�m que n�o fa�am nada se a situa��o n�o for desesperadora.

-Que houve, senhor, -Gostaria de saber.

-e o capit�o Bonifacio? -Nos arrecifes.

Coronel.

Sim.

A mulher da r�dio era sua prometida.

Eu sei.

-Roberts. -Sim, senhor.

Vou dez minutos no arrecife. Ocupe-se disto.

Ol�, Andr�s.

Ol�.

-Passavas por aqui, n�o? -N�o. Quero falar contigo.

Relaxa.

Um cigarro?

Obrigado.

Eu sinto muito. S� posso oferecer-te estes do pa�s.

Est� bem.

H� anos que os fumo.

Eu gosto.

Bem. Perdoa se n�o te sirvo um Martini.

-Deixa de ser crian�a. -N�o sou crian�a.

Expondo-se a ti e a teus homens como esta manh�.

Sei que � duro que a mulher que ames se passe para o inimigo...

-Isso n�o � da sua conta. -De acordo.

Por�m a vida de meus homens, sim. Continua assim e acabar�s

com eles. Esta � uma guerra suja.

-Tem que lutar bem. -e o que devo fazer?

Comportar-se como um soldado.

Est�s no comando de uma companhia.

e �s respons�vel por suas vidas.

Que houve, Biernesa?

Um informe. Os japoneses atacam em massa.

Volte para a sua companhia e avise seus homens.

-N�o fa�as nada sem uma ordem. -Sim, senhor.

Por certo, por hoje de manh�,

te recomendei para o D.S.C.

-Coronel. -Sim?

O capit�o Bonifacio est� bem?

-Sim, Por�m fica de olho nele. -Sim, senhor.

Chama o McKinley.

Quanta muni��o cr�m que temos?

McKinley fala,

Fala Madden.

Est� celebrando o fim do ano?

-Essas balas s�o de verdade. -e os japoneses tamb�m,

Por�m vais usar a muni��o de nove dias em duas horas.

Os japoneses est�o chegando em ondas,

N�o pode haver tantos.

Venha e comprove voc� mesmo, senhor,

-Toma o comando, Roberts. -Sim, senhor.

Vou ver com meus pr�prios olhos.

Est� vendo o que eu dizia?

T�m uma ponte sobre o arame com o corpo.

A ponte da morte.

Est� bem?

Sim.

Havia muitos japoneses, isto � certo.

-e Mckinley? -A 2� o alcan�ou.

Vamos sair daqu�.

-Como v�o as coisas? -Bem.

Filipinos, vos fala

vossa camponesa, Dalisay Delgado,

Os falo com o cora��o,

Vais derramar sangue pela Am�rica? Larguem as armas,

O imp�rio japon�s os d� as boas-vindas,

Tranquilo!

N�o podemos desperdi�ar as balas com os alto-falantes.

A paz, a prosperidade e a liberdade os esperam

quando acabar esta guerra,

-Ol�. -Ol�, coronel.

-Que tal a arma, ldelfonso? -Boa, senhor.

-Cuide dela. cuidarei da tua guitarra. -Obrigado, senhor.

Filipinos, Esta guerra n�o os honra,

Que pensas do D.S.C. que te v�o dar?

Trocarei a medalha por um tiro no alto-falante.

Sem trato. Temos ordens de informar a Corregidor.

-Para que? -N�o sei. O Roberts � que se encarrega.

-Posso ir contigo? -Perdemos o McKinley.

Tu levar�s o batalh�o dele.

-chegou a comida? -Sim, senhor.

Bem.

Andr�s.

Conhe�o

a cada um destes homens pelo nome.

-Desde que eram pequenos. -N�o se preocupe com eles.

Filipinos, larguem as armas,

Coronel Madden, �s ordens.

Madden.

-Ol�, Joe. -Me alegro de te ver.

Sente-se.

-Falaremos um pouco. -Onde est�

o general McArtur?

Como v�o as coisas na sua linha?

Sem comida. Acabamos com os cavalos e as mulas.

-Por�m as arranjaremos. -Com certeza.

�s o �ltimo.

Est� me sacaneando por algo.

-Solte-o. -V�, Joe.

Organizar a resist�ncia da guerrilha.

e deixar meus rapazes?

N�o podes me fazer isso. Sempre estive com eles.

O Presidente mandou o McArthur � Australia.

Bem, ter�s que deixar os rapazes.

Sabes pelo que passaram os rapazes de Bataan.

Sobretudo, nos preocupam os avi�es.

Est�o nos deixando indefensos.

Temos que limp�-los por cima.

Tu podes aliviar essa press�o.

-Faremos o que for poss�vel. -N�o temos muito tempo.

e os homens?

Ter�s que reunir o que houver.

H� uns poucos na colina.

Exploradores, soldados filipinos que foram aislados,

uns quantos oficiais da reserva, e alguns civis.

Com este mapa encontrar�s um grupo

Perto da cidade de Balintawak.

Ir�s de barco a meia-noite.

-N�o posso ver meus homens? -N�o h� tempo.

-Levarei o meu sargento. -Sim, leve-o.

e uma coisa mais.

Dever�s proteger uma fonte de informa��o.

Chega via Radio Manila.

-Radio Manila? -Uma garota. Dalisay Delgado.

J� sei que as emiss�es dela s�o venenosas,

-Por�m se emitiriam de qualquer forma. -Est� fazendo um estrago danado.

Foi um truque dela para manter os teus exploradores

fora de combate e salvar a frente.

Nos avisou, � noite, sobre a chegada de Yamashita.

s�o boas noticias para

-um amigo meu. -Joe.

S� t� e eu sabemos disto, agora que McArthur se foi.

-Ter� que ficar aqui. -Sim.

Entre em contato com ela,

e faz os acertos.

� vital que organizes o movimento da guerrilha.

N�o ter�s problemas. s�o boa gente.

S�o.

-At� a vista. -Adeus, Skinny.

Foi um prazer.

Pelo general Homma, para que conquiste logo Bataan.

Obrigado.

O chefe da lntelig�ncia pode prescindir

de sua bela acompanhante? Gostaria de falar com ela.

A escutei na radio, Srta. Delgado.

Estou impressionado pelo seu bom ju�zo.

Obrigado.

pode ser o instrumento para evitar a sua gente

muito sofrimento.

-Tenho trabalhado duro para isto -Deve continuar.

A libera��o das Filipinas � agora

-Quest�o de dias. -Esperamos.

Com toda a confian�a,

N�s japoneses consideramos os filipinos

como sobrinhos e sobrinhas.

Est�o fora da nossa Asia h� muito tempo.

Estamos desejando abra�ar-lhes

voltar a dar-lhes boas-vindas.

Sempre que se portem bem.

Seremos muito bons, Excel�ncia.

Estou certo de que ser� assim.

Por�m lembre-se que n�s somos am�veis,

Por�m n�o indulgentes.

N�o exitaremos em punir

aqueles que saiam das normas.

Obrigado, Srta. Delgado.

BOLETIM OFICIAL

HOJE, OS JAPONESES CHEGARAM A,

BALiNTAWAK, E OCUPARAM ESTE EDIF�CIO.

DEPOIS DA ASSEMBL�IA MATINAL

AS AULAS FORAM SUSPENSAS AT� NOVA ORDEM.

Diga-me as �ltimas palavras do general Del Pilar.

Eu...

Estou...

Estou rodeado de

terr�veis estranhos

que nos venceram a mim e aos meus valentes homens.

Por�m me faz sentir bem a id�ia

de que morrerei lutando por meu amado pa�s.

ide �s colinas,

e defend�-las at� a morte.''

est�o

-todos aqu�? -Sim, senhor.

Esperava algum explorador filipino.

Cabo Cruz, 26� de Cavalaria. Exploradores filipinos.

Bem, cabo. Algu�m mais?

-De onde s�o Voc�s.? -A maioria de Balintawak.

J� manejaram armas?

-S� estacas, n�o? -Nossos pais as usavam.

E muito bem. Eu sei.

Vamos realizar uma miss�o planejada para homens treinados.

Vamos explodir um dep�sito de gasolina japon�s,

a 80 Kms. de Balintawak.

Haver� uns 400

-ou 500 japoneses na base. -Quantos?

-400 ou 500. -400 ou 500!

Uma barbada, digamos.

Sairemos ao amanhecer e estaremos na base amanh� � noite.

O sargento Biernesa lhes dar� instru��es at� l�.

Escutem-lhe com aten��o, e fa�am o que ele disser.

Com o senhor, sargento.

Sim, senhor.

Est� dif�cil, eh?

Muito.

Nesse caso, huela este guiso.

Hu�lalo.

-�Hab�a olido algo mejor? -Nunca.

Ent�o, prove-o.

� uma obra prima, Bindle.

� o fruto de dois dias mendigando.

O que prova que n�o se desperdi�a nada.

Me olho e me digo, Bindle Jackson, vagabundo,

sem 20 anos de experiencia de vagabundo como irias guisar isto?

Nunca.

Poderia disparar.

Coronel,

Pergunto por curiosidade cient�fica.

Quanta chance temos?

De explodir o dep�sito, ou de voltar?

De ambas, especialmente a �ltima.

-Muitas. -N�o diria muitas?

Se quer que seja sincero, n�o.

Muito interessante.

N�o que tenha s�rios compromisos me esperando.

Como tem passado, Coronel?

Muito bem, Bindle.

Sobretudo aqu�, nas ilhas, e voce?

N�o posso me queixar.

Sabe, isto � o pior da guerra.

Encontras algu�m, chegas a conhecer-lhe

e logo, n�o o tornas a ver.

e nunca sabes como se acabou.

Seria bonito saber como vai acabar isto?

Claro que seria.

Ajoelhe-os ante o oficial japon�s,

representante de Sua Majestade lmperial.

Amigos orientais.

A m�o de Sua Majestade lmperial, ol Imperador,

terminou com a domina��o

da arrogante ra�a americana.

Agora acabar� com um sistema de educa��o

desenhado para dar-lhes um complexo de inferioridade.

senhor Bello.

Venha aqui, por favor.

Como diretor da escola, des�a a bandeira.

senhor Bello.

Se n�o baix�-la, ser� enforcado neste lugar.

N�o pode

mate-o...

-Bem. Biernesa. -Sim, senhor.

-Vamos. -Sim, senhor.

Esconda-os.

Lembro o dia em que come�ou a escola.

Era t�o pequeno.

N�o era uma crian�a saud�vel.

Odiava os americanos porque seu pai lutou com Aguinaldo.

Sentia saudades de sua m�e.

Dei uma ma�� a ele.

Era a primeira que v�a.

e ent�o, ficamos amigos.

-Senhora, � melhor sentar. -N�o.

-O que aconteceu? -Japoneses em Balintawak!

N�o era um homem valente.

Estava muito apavorado para falar

quando lhe disseram que baixasse a nossa bandeira.

S� sacudiu a cabe�a.

E ent�o o enforcaram.

No p�tio da escola,

na presen�a de seus alunos.

Foi terr�vel presenciar isto

Sou a Srta. Barnes, a professora.

Quem � o senhor, e qual seu cargo?

-Coronel Madden, senhora. -Coronel?

Ent�o, saber� o que fazer.

Quando atacarem o povoado, cuide do capit�o japon�s.

Foi ele quem deu a ordem... -N�o vamos atacar.

Foi a bandeira de Voc�s que ele se negou a baixar.

O povoado n�o fica longe..

-Devemos explodir o dep�sito. -Sim, Por�m...

Se atacamos o povoado, dar�o o alerta.

Penso nos 70.000 homens de Bataan.

Que acham disto?

Tem raz�o.

V�o deixar este crime sem vingan�a?

Lutamos pelas Filipinas, n�o por vingan�a.

-Sim, senhor. -Vamos imediatamente.

Fiquem com a Srta. Barnes. H� comida e cobertas.

Cuidem dela.

Cuidar dela! Acha que vou ficar aqui?

N�o pode voltar.

E al�m disso, jovem, n�o estou acostumada

a receber �rdens de ningu�m de uniforme.

-Os homens est�o prontos. -Adeus.

Coronel.

� s�rio que n�o vai ao povoado?

S�rio.

Vou lhe dizer o epit�fio de Buenaventura Bello.

Talvez algum dia v� a Balintawak,

e ponha sobre o t�mulo dele.

''N�o importa o lugar.

Ciprestes ou l�urea, ou lirios brancos.

Calabou�o ou ao ar livre.

Combate-o condi��o de martirio.''

Isto foi escrito por Jos� Rizal,

o maior h�roi filipino, antes de ser executado.

Recorde estas palavras,

Leve-as no cora��o.

E onde haja homens lutando pela liberdade, dir�o:

''aqui jaz Buenaventura Bello,

Professor da escola de Balintawak.''

-Coronel. -Sim.

-Temos possibilidades? -Muitas.

As coisas s�o estranhas.

Esperem.

Ai est� Mount Mariveles.

Estamos a duas horas da base. Vamos nos separar.

Cheque o seu rel�gio.

Biernesa.

Este � o Monte Mariveles, n�o?

Sim, senhor.

dever�amos ouvir os tiros de Bataan.

-Cruz. -Sim, senhor.

Encubra o grupo..

Traga quatro homens. Vamos ver.

Exploradores!

Me d� uma m�o.

-Biernesa. Coloque guardas. -Sim, senhor.

-Que aconteceu? -Bataan caiu.

70.000 homens.

-Como foi? -Os japoneses nos venceram.

N�o. A fome e a doen�a.

A Am�rica n�o manda comida?

Por qu� n�o nos ajuda?

Qui�a possa ir, senhor. Aqui j� n�o h� ex�rcito.

Lutaremos pela Australia.

Talvez lutemos aqui tamb�m.

-Talvez o povo lute. -Certo que lutar�.

Contra milhares de japoneses, e sem ex�rcito?

J� lutamos assim e n�o nos venceram.

Com lan�as contra metralhadoras?

-Isto � as Filipinas. -Necessitamos

alguma esperan�a para lutar.

Lembram de Andr�s Bonifacio?

Todos lembramos dele.

Se vivesse e os chamasse, acudiriam?

Bonifacio est� morto.

Por�m o neto dele est� vivo.

Prisioneiro.

Talvez possamos encontr�-lo

O enforcaram.

-Ponh�-lo no ch�o. -N�o.

Levem-no para a coberta, com cuidado.

-Est� muito doente. -Leve-o para dentro.

-Quem cozinha aqui? -Eu.

Quero �gua quente e um pouco de caldo.

Sabe como fazer caldo?

Se n�o sabe, me diga. Pressa com isto.

D� �gua a estes homens, est�o com sede.

Cozinheiro! O que est� olhando � uma anagua. Nunca viu uma?

-Sim, Por�m n�o ultimamente. -Pressa com este caldo.

Quem �?

O neto de Andr�s Bonifacio.

N�o me estranha que o cuide tanto.

Estes homens o esperam.

-De onde � voc�? -Do norte, venho para lutar.

De Batangas. tamb�m queremos lutar.

Bem. H� muito que lutar. Trazem alguma noticia?

-Os japoneses tomaram Bataan. -Eu sei.

-E Corregidor? -N�o sabemos nada.

O que podem fazer � voltar com os seus

e dizer-lhes que a guerra ainda n�o terminou.

-Necessitamos de homens. -N�o temos armas.

-De onde tirou esta? -Matei um japon�s.

Pois mate mais, e ter� mais armas.

Voltem quando tiverem homens e armas.

j� sabem onde estamos.

Boa sorte.

Tenham cuidado.

Expulsaremos

-os japoneses de Balintawak. -Claro que expulsar�o, M�ximo.

V� ao povoado e traga alguns ovos.

e n�o esque�a estes pap�is.

Isto significar� repress�o e terror para o povo.

Sempre houve guerras.

N�o h� nenhuma desculpa para isto.

N�o os imponha isto. J� sofreram demais.

Estou tentando que saia da ilha.

Que eu saia?

N�o vou deixar meus filhos sozinhos.

Sabe o que fariam?

Se as Filipinas resistem, eu tamb�m resisto.

Al�m do mais,

tenho que cuidar dele.

At� que melhore, pelo menos.

J� veremos.

Srta. Barnes,

Falou de um epit�fio para o Sr. Bello, n�o?

Prepare-o. lremos a Balintawak esta noite.

BUENAVENTURA BELLO.

N�O lMPORTA OL LUGAR, ClPRESTES OU LlRlOS BRANCOS.

CALABOU�O OU AO AR LlVRE

CONDl��O DE MARTlRlO.

E o coronel Roberts?

Da �ltima vez que o vi, continuava vivo.

O que houve com ldelfonso?

Estava bastante mal.

E continua assim.

Iam levar toda a tropa para o campo de prisioneiros.

N�o comeu nada!

Sinto muito, n�o tenho fome.

Se n�o comer n�o vai ficar forte.

Aqui tem um caldo de frango. Se soubesse o que me custou...

N�o sei o que se passa contigo.

Viu o M�ximo? Ainda n�o voltou?

N�o sei o que aconteceu com ele.

Foi ontem a Balintawak com Jos� L�pez e Ornaldo,

e ainda n�o voltou.

N�o quer comer. N�o o entendo.

Est� passando por um mal momento.

Sim, Por�m tem o pulso normal,

-e os olhos. O que h�? -Uma mulher.

Uma mulher?

N�o � momento para estas coisas. Tire da cabe�a.

As vezes n�o � t�o f�cil.

Onde estava? Est�vamos te procurando.

Est� bem.

Em N. York fazem cachorros-quentes de 30 cms.

-30 cms.? Com molho e mostarda?

Cheios!

Vai perguntar como consigo dinheiro para compr�-los.

Bom, h� modos de conseguir dinheiro sem trabalhar.

-E totalmente legais. Onde esteve?

homens grandes falando assim na frente das crian�as!

Que � isso? -Um r�dio.

Um r�dio?

Olha Coronel! Um r�dio!

Conseguiu em Balintawak? -Roubei dos japoneses.

Ent�o todos do distrito ser�o aniquilados,

Filipinos! N�o resistam,

Por cada japon�s, perdem a vida 10 filipinos,

Hoje executaram 60 filipinos,

Vou ler os nomes dos que

morreram pelos �ltimos tumultos,

Pela morte de 4 oficiais japoneses em Alintawak,

-executaram 40 filipinos, -40 homens!

Tom�s Arnaldo, 28 anos,

Felipe Ru�s, 16 anos,

Juan Vios, 30 anos,

Pablo Quintero, 19 anos,

Ram�n Cuenca, 30 anos,

Este � o meu pai! Mataram o meu pai!

Esta guerra machuca a todos.

Descanse um pouco, e volte a Balintawak.

Sua m�e vai precisar voc�.

Mas eu voltarei. Me disse que pod�a.

Claro, M�ximo.

-As noticias s�o duras. -Duras?

Estamos vencidos, Joe.

Quando uma na��o est� vencida?

Segundo os livros, a guerra acaba ao se tomar os objetivos.

Teu av� combateu os EUA.

-Os livros se equivocam. -Ah, sim?

-Voc� combateu os espanh�is. -E vieram os americanos.

E uns revolucionarios que se chamavan Katipunanes.

Pegavam tudo o que os jog�vamos, lutavam

-com lan�as e paus. -E agora, os japoneses.

E se eu n�o tivesse combatido os espanh�is,

ou meu av� aos Katipunanes?

-Seriam escravos. -O que somos agora?

Tenho pensado muito nestes dias.

Por que me salvou entre estes prisioneros?

N�o escolheu bem.

Escolhi Andr�s Bonifacio.

J� sei.

Quer divulgar que Bonifacio voltou.

Lembrar dos Katipunanes! Matar os japoneses!

Ainda que matem 10 por um dos seus,

-e as mulheres, in�tilmente. -ln�tilmente?

S� estamos indefensos.

E os barcos que nos prometeram?

As armas, os avi�es americanos?

-N�o sei. Porque n�o v�m a Bataan?

-podes prometer que venham? -N�o.

E leva-los a morte? Para voc� � f�cil. N�o � seu povo.

N�o quis dizer isto.

Voc� � melhor filipino do que eu.

Deveria ter me deixado prisionero.

Temos passado muitas coisas �ltimamente.

S� se aguenta at� certo ponto.

-E se perde algo. -Eu sei.

Temos visto muitas coisas.

N�o sabemos se os americanos v�o voltar ou n�o.

H� que se ter algo para levar os outros � morte.

Por suposto.

Com o tempo,

se perde algo.

-Voc� pode viajar a Manila? -Quer se livrar de mim?

-Sim, este n�o � o seu lugar. -Quero lutar.

Na guerra, deve se crer pelo que se luta.

Se vai a Manila,

Quem sabe averigues algo que te fa�a mudar.

-Voc� vai? -Claro.

Quero que fale com nosso contato l�.

Voc� se vestir� de monje, e ir� a igreja dos Dominicanos.

Pergunta pelo Bispo.

Diga que quer se confessar.

lntercede pela alma de Andr�s Bonifacio,

que se foi deste mundo,

e se encontra em um lugar de paz e luz,

com nosso senhor Jesus Cristo. Am�m.

Vens pelo Bispo?

-Voc� Veio pelo Bispo? -Andr�s!

Dalisay!

� a Dalisay?

Andr�s. Achava que estava morto.

Cuidado! Est�o nos observando.

Tenho que v�-la.

H� um lugar onde possamos falar?

-Dalisay. Foi embora. -N�o. Estou pensando.

H� um parque atr�s da igreja.

Espera um pouco ao sair. Te encontrarei l�.

Querido!

S� temos um momento, e me ponho a chorar.

Voc� n�o mudou nada.

Voc� est� igual como te recordei mil vezes.

N�o posso expressar o quanto esperei este momento.

N�o podemos ficar a s�s?

Onde?

Nos vigiam de perto.

Da no mesmo. N�o te deixarei agora que te encontrei.

Que se pode fazer j�?

Se os americanos vierem, ent�o voltarei com eles.

N�o. N�o vamos esperar que venha algu�m.

A liberdade n�o � um presente.

Lutaremos e morreremos para consegu�-la.

-Se voltar, te mato. -Agora devo ir.

Est� jogando fora a nossa felicidade. Vamos.

-Est� com Madden? -Sim, perto de Balintawak.

Quando te verei? Quando posso voltar?

N�o voltes. Quem sabe posso ir v�-lo.

Temos que lutar.

-Voltou. -Sim.

-Encontrei Dalisay. -Bem.

J� sabia h� tempo.

E n�o me disse?

Me deixou crer que era uma traidora?

-Eram �rdens. -�rdens?

Trata-se da seguran�a dos filipinos.

N�o me fale de filipinos.

Mencionam a palavra liberdade, e correm

At� a metralhadora com as m�os vazias. Por�m n�s

dever�amos saber que temos uma chance em 1 milh�o.

Por�m voc� e Dalisay enlouqueceram.

Vale, estamos loucos,

Tamb�m est�o 17 milh�es de filipinos.

Por que voltou?

Porque tamb�m estou louco. Quero continuar lutando,

Ainda que saiba que � uma loucura. Por�m me escute bem,

N�o usarei meu nome Para que morram

Mais r�pido. Lutarei s�zinho.

At� que Dalisay junte-se a mim.

E ent�o, n�s iremos rapidamente.

Bem. Se esta � a forma que voc� v�,

Faremos o poss�vel sem voc�.

Por�m entre n�s os loucos,

creio que ganharemos.

CORONEL MADDEN. U.S.A. PERTO DE BALINTAWAK

COM ORGANIZA��O DE GUERRILHA DE DIVIS�O.

ESPERANDO INSTRU��ES.

O que est� fazendo?

Sua Excel�ncia,

mandamos 100 homens buscar o inimigo,

E ningu�m voltou, logo 10 mais,

e n�o voltaram.

Estamos sofrendo repres�lias.

-Repres�lias! -Excel�ncia.

Tem que aceitar a demiss�o.

Um morto n�o pode servir aos japoneses

Ainda que tente.

Entraram no meu quarto quando eu dormia,

e pintaram isto no travesseiro ao lado da minha...

Minha garganta.

� um sinal de guerra.

Significa minha morte.

N�o corre perigo. Colocarei sentinelas.

Sou o chefe de pol�cia. J� tenho quatro.

Est� sob minha prote��o.

Prote��o?

Protegeu o major Legaspi?

Ou o comiss�rio de Malolos, ou o...?

Seis divis�es completas a sua disposi��o,

e n�o pode nem proteger os nossos amigos.

S� pensa em represalias.

Que entre a Srta. Delgado.

Tem minha garant�a de que estar� a salvo.

-pode ir. -Sim, obrigado.

Poder�am ter me cortado a garganta f�cilmente.

Srta. Delgado,

diga ao coronel Kurok,

Porque os filipinos n�o nos apoiam.

-N�o sab�a que... -A guerrilhas tem

toda a ajuda e a simpatia do povo.

S� queremos uma resposta franca.

N�o h� vantagens em ajudar aos japoneses.

Se algu�m obedece aos japoneses,

logo pegam e matam,

o vizinho ao lado pensar� que n�o � bom obedecer,

e morrer� lutando.

O que querem, ent�o? A independ�ncia?

N�o � m� id�ia, Kuroti.

Srta. Delgado.

Tokio consiente graciosamente em garantir

a independ�ncia a seus sobrinhos.

Assim ver�o a vantagem de cooperar conosco.

Poder�o manter as ilhas com apenas duas divis�es.

a garant�a de independ�ncia

deve ser uma ocasi�o solene.

Nos ajudar�, senhorita?

Ser� uma grande honra, Excel�ncia.

Ser�a uma boa id�ia fazer a cerim�nia em Balintawak.

L� nasceu a independ�ncia filipina.

Uma sugest�o inteligente.

O coronel Nuriki tomar� as medidas necess�rias.

Para evitar interfer�ncias na cerim�nia,

mantenha em segredo o lugar.

Desejamos que esta seja uma ocasi�o memor�vel, coronel.

Ser� a ocasi�o mais memor�vel.

Sim.

Fa�a com que seja memor�vel, coronel. A mais memor�vel.

Buscava isto, n�o?

Tudo em ordem em Balintawak.

Que disse a eles?

-O que voc� me disse. -O que exatamente?

Que ningu�m fa�a nada que alerte os japoneses.

Que sigam sua vida normal e obede�am aos japoneses.

E que sumam quando come�ar o tiroteio.

Que disseram quando voc� falou da independ�ncia?

-Nada. -Chama todos com o tambor.

-Soldado Cuenca. -Sim, senhor.

Cumpriu sua miss�o. Creio que merece uma medalha.

Uma medalha! Em sua �ltima reda��o,

escreveu liberdade com "u" em vez de "i".

S� se precisa de um informante para avisar aos japoneses.

Est� bem.

-E isso? -Est� pensando em voz alta.

Que fa�o aqui parada com o que tenho para fazer?

M�ximo, preparei um curso para as crian�as.

Diga-lhes que devem seguir estudando,

Escovar os dentes todos os dias,

e comer muitas verduras. Eu vou com o coronel.

-Mas eu tamb�m vou. -Isto est� fora de quest�o.

Al�m do mais voc� tem que cuidar das crian�as.

Ele me prometeu

-que ia ser explorador. -Sim, queria falar contigo.

Para sua idade j� lutou bastante a guerra.

-Creio que... -Serei explorador.

-M�ximo, n�o deves... -Perd�o, M�ximo � meu aluno.

Esque�a isto.

-Trarei o programa. -Eu n�o vou ficar.

M�ximo, se insistir nesta teimosia,

Terei que ir sem te dizer adeus.

Irei com voc�s!

Venha aqu�.

Sente-se.

-A Srta. Barnes gosta muito de voc�. -Eu sei.

-Sinto muito, mas quero ir. -N�o pode.

Os japoneses nos perseguir�o, teremos que nos mover r�pido,

dormir em p�ntanos, e n�o haver� comida.

Bem.

Voc� � muito importante para se arriscar.

Estamos lutando por voc�.

Prefiro ser explorador.

Isto n�o durar� para sempre, e quando acabar,

ser� voc� quem vai construir e planejar.

Far� das Filipinas um grande pa�s.

Mas voc� havia me prometido.

At� me chamou soldado Cuenca.

Est� bem.

Te direi o que faremos.

Vou te nomear coronel.

V�!

E um oficial deve aprender a obedecer �rdens.

Faz o que a Sra. Barnes disse.

Cuide destas crian�as e assegure-se de que estudem.

E n�o se meta em confus�es. De acordo?

Sim, senhor.

Bem, coronel.

-At� logo. -Sim, senhor.

Em um instante estaremos no ar.

Enquanto isto, estas s�o as instru��es para todos.

Devem obedecer estritamente as seguintes regras:

Primeiro,

n�o i�ar outra bandeira que n�o seja a japonesa.

Segundo,

Nos momentos adequados gritem ''banzai''

tr�s vezes, em voz alta e com entusiasmo.

Terceiro,

N�o fa�am movimentos suspeitos.

Estamos a ponto de transmitir.

Guardem silencio at� que os digam.

Filipinos! Estamos transmitindo de Balintawak,

Onde nasceu a liberdade filipina.

17 milh�es de filipinos escutam a r�dio

em todas as ilhas, para ouvir os japoneses.

Hoje, a amizade entre japoneses e filipinos

come�a a florescer.

Este d�a permanecer� na memoria de todo bom filipino.

Povo filipino!

Com voc�s, sua Alteza lmperial, o Pr�ncipe Hito.

Banzai!

Banzai!

A na��o filipina

entrar� em um ambiente de prosperidade

mais elevado da Asia Oriental.

Para isso, em virtude da autoridade

de Sua Majestade lmperial, O Imperador do Jap�o,

proclamo ao mundo pela presente,

a independ�ncia da Rep�blica das Filipinas.

Banzai!

Uma jubilosa aclama��o de Balintawak,

de todo o povo.

Agora, a Srta. Delgado i�ar� a bandeira

da Rep�blica das Filipinas.

A guarda disparar� uma salva para comemorar o sucesso.

Vos fala Dalisay Delgado.

Pela primeira vez, direi a verdade.

O Jap�o nos oferece o que chama independ�ncia. Respondamos a eles.

Resisti aos japoneses invasores!

Vamos sair daqui.

Cessar fogo!

Cessar fogo!

Reunam e cerquem os civis.

Onde estamos com a cabe�a para dar-lhes independ�ncia.

J� disse que era uma loucura.

Trat�-los assim. Sabia que n�o se podia confiar nela.

A partir de agora, os sufocaremos.

Persigam-nos. -E onde os buscamos?

Em qualquer lugar, Por�m me tragam ela.

Busquem at� que me tragam todos.

Excel�ncia.

Este rapaz conduzia o povo para o campo. O prendi quando fugia.

Como voc� tem isto?

Como conseguiu?

Onde fica a sede?

fala!

Para onde foram?

N�o!

Te ensinarei.

-Direi para onde foram. -Muito bem.

Sabe? Estava pensando.

N�o gostaria de estar ai em cima?

E mijar aqui embaixo?

Claro que sim!

Seria como uma ca�ada de patos.

Os matar�amos.

Poderiamos ca��-los como ratos em uma armadilha.

N�o teriam chance.

Estou bem.

L� est�o eles. Pare no topo do c�nion.

-Sei o que voc� pensava. -Sim.

-Como sabe? -Sou m�dium.

O que � isso?

Escondam-se!

Poder�amos t�-los matado.

N�o vou dizer.

N�o vou dizer.

-N�o os prenderam, verdade? -N�o, querido.

Eles pegaram a minha �guia.

-Srta. Barnes. -Sim, querido.

Desculpe n�o ter me despedido.

Lamento n�o ter aprendido a escrever Liberdade.

Meu Deus!

Quem nunca aprendeu t�o bem?

-Coronel Madden? -Sim.

A Australia est� tentando localiz�-lo

-Onde fica o r�dio? -Por aqui.

Umas duas semanas, senhor.

Uma l�mina de barbear, creio.

Obrigado.

Biernesa, iremos adiante. Temos que deix�-los.

Recebi uma mensagem.

-N�o vamos contigo? -N�o.

Temos que nos mover r�pido. Divide-os

em grupos e dirija-os ao norte de Leyte.

-H� submarinos americanos. -O que houve?

N�o sei. Talvez algo grande.

Boa sorte.

Joe!

Sim?

Boa sorte.

Obrigado, Andr�s.

Nos veremos.

Durante os meses seguintes,

lutaram na metade das ilhas,

O Jap�o hav�a deixado por todas partes

ruina e desola��o,

Por�m havia rumores que haviam bombardeado Toquio,

Os yankees estavam em Midway, Guadalcanal,

Nova Guin�, Salom�o,

Lao, Tarawa, Saipan e Guam,

e por todas partes

havia a mesma f� constante

e a mesma palavra, uma palavra que de alguma forma

se havia convertido em algo grande:

''Leyte'',

Biernesa!

Chico!

Nos disseram que viria at� aqui.

-E o coronel Madden? -Teve que ir a

Australia, Por�m creio que voltar� logo.

H� um campo ali. N�o est� longe.

-Venha! Vamos. -Obrigado.

Encantado. Sou o capit�o Bonifacio.

� um prazer. Bem-vindo.

-O que esta gente faz aqui? -Esperando o submarino.

H� muitos mais com suas fam�lias.

Parecem mortos de fome.

Porque n�o se separam e v�o para o campo?

devem estar aqui. H� rumores de que algo vai acontecer.

E arrisca estas vidas por um rumor?

Este rumor � certo.

-H� quanto tempo esperam o submarino? -H� duas semanas.

Duas semanas?

Quanta comida pode trazer, Se � que vem?

N�o muita. Por�m armas, sim.

Os asseguraram?

Ainda n�o. Mandamos dois homens em um bote.

com a bandeira americana. Quem sabe eles v�m.

-E se os japoneses verem? -Mandaremos mais dois.

Porque se surpreende? Voc� n�o � filipino?

De quem foi a id�ia de ser volunt�rio?

Tua.

Devia estar delirando de fome.

Bom, quem sabe ainda sonhe com um grande fil�.

Sonha com outro para mim.

Como voc� quer?

Mal passado.

Marchando.

Um submarino!

Um submarino!

-Oi, Andr�s. Como vai?

Pareces estar n�.

Bem, prepare-os.

Se vai daqui?

Eu me vou, Joe.

Meu lugar est� aqui.

O comandante Waite da Marinha dos Estados Unidos.

Tem boas noticias.

Sei o que fizeram. De forma que insisti em

realizar esta miss�o,

e ver com meus pr�prios olhos.

Me orgulha d�-los a not�cia, ainda que n�o a mere�am.

H� anos prometemos aos filipinos que voltar�amos.

E aqui estamosi.

Em 20 de outubro �s 10 da manh�,

as tropas americanas

desembarcar�o em Leyte.

A Marinha preparar� o caminho.

Duas horas antes, bombardear�o

as zonas de desembarque.

Minha miss�o � evacuar os filipinos

dessas zonas, 9 dias antes do dia D.

Os japoneses saber�o onde desembarcar�o.

N�o arriscaremos os civ�s.

N�o h� civis aqui desde a queda de Bataan.

Para salvar vidas e facilitar o desembarque,

Ficaremos.

Exatamente.

Menos mal que est�o conosco

N�o ser� necess�rio.

Me mandaram aqui para ajud�-los com esta miss�o.

Quando come�ar o bombardeio naval, saber�o

onde desembarcaremos.

Tentar�o refor�ar estes pontos.

O �nico caminho para trazer transporte pesado

passa pelo povoado de Bulag.

Se podemos bloquear este caminho,

n�o chegar�o a tempo.

Por quanto tempo?

Das 8, quando come�a o bombardeio at� �s 11.

Para ent�o as praias estarem seguras.

Por�m o ex�rcito n�o ter�

Refor�os em Bulag at� �s 2 e meia

O que significa 6 horas at� que possam nos ajudar.

Est� bem.

Isso � tudo?

Creio que sim.

N�o tem muita muni��o.

H� um dep�sito japon�s em Bulag.

Por�m Bulag � campo aberto, s� arrozais.

Sabemos.

Por�m isto sup�e um ataque surpresa em pleno dia,

Quando os japoneses esperam.

Sim. N�o ser� f�cil.

lnforme ao Quartel General que realizaremos a miss�o.

Sim, senhor.

Sabe como ser� feito? -Claro.

Como? � para dizer aos meus superiores.

Com truques, comandante. S� truques.

Um velho truque filipino que aprendi a for�a,

do av� do capit�o Bonifacio.

Algum indicio?

-N�o, Excel�ncia. Revistaram o campo?

Sim, Excel�ncia. Nada de suspeito.

Estranho. Os civis est�o evacuando

-Dobre a guarda. -Sim.

Tem mais dois.

Eu cuido do primeiro.

Voc� tem granadas, Biernesa? -Acabaram

Eh, Blinde!

-Sim? -Que tal a arma fixa?

Venha, trabalhar.

Minas japonesas.

s�o minas, Andr�s.

Plante-as. Que n�o se misturem com as armadilhas.

E que Santos prepare o TNT para a ponte.

-Biernesa. -Sim, senhor.

Pegue 20 homens. Tomaremos posi��o.

Sim, senhor.

O que voc� tem aqui?

Nada que possa deter um tanque.

Srta. Barnes.

Trazem os livros que esconderam dos japoneses.

E nossas crian�as est�o desembarcando.

Aguente!

capit�o Jackson. Na ordem.

-s�o todos seus. -Sim, senhor.

Eh!

20 minutos atrasados.

Trouxe algo para voc�.

Solo filipino livre.

Fa�a um curativo no bra�o, ainda h� muito o que fazer.

H� muito mais no mesmo lugar.

O sangue, o suor e as l�grimas n�o foram em v�o,

A liberdade volta a estar no caminho.

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