All language subtitles for Nancy Goes to Rio (1950) DVDRip

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Original subtitles

- Ol�, Sr. Moroney. - Ol�, Nancy, o show est� quase acabando.

Oh, Eu sei, eu sei.

Scotty, voc� devia estar envergonhado de si mesmo.

- Voc� vem comigo. Shh!

- Nancy, h� uma apresenta��o acontecendo l� fora. - Ol�, Arthur. Arthur?

Arthur, Eu quero que voc� conhe�a o meu protagonista. Sr. Sheldan, Sr. Barrett.

- Como vai, Sr. Sheldon? - Ol�.

- Arthur produz todos os espet�culos da mam�e. Meu Deus.

Ele n�o � muito falador.

Bem, voc�s dois deveriam fazer um grande time. Voc�s n�o acham que deveriam estar na escola?

Sim, mas n�s viemos para a festa da mam�e desta noite.

No caminho para c� Socotty teve um p�ssimo problema no carro...

- Shh! Nancy, o gran finale est� come�ando. - Vamos, Eu quero ver minha m�e.

E ao longo dos anos eu vou me lembrar

Do amor que nunca mais foi meu

Repetidas vezes

Voc� me ouvir� chamar

E, querida, ent�o

Voc� saber� que eu preciso de voc�

Me diga que eu serei livre Para ter uma perfeita lembran�a

N�o me deixe te dar ouvidos

Eu preciso de voc�

Um beijo para durar para sempre

Ent�o, deixe nosso momento acontecer

Repetidas vezes

Meu cora��o ir� suspirar ao se lembrar quando

Eu dei meu amor

para voc�

Repetidas vezes

Voc� vai me ouvir chamar

E, querida, ent�o

Voc� saber� que eu preciso de voc�

Ele precisa de voc�

Me diga que n�s seremos livres para ter uma perfeita lembran�a

N�o me deixe te dar ouvidos

Eu preciso de voc�

- Um beijo para durar para sempre - Um beijo para durar para sempre, minha querida

- Ent�o deixe nosso momento acontecer - E, Ent�o deixe nosso momento acontecer

Repetidas vezes

Meu cora��o ir� suspirar ao se lembrar quando

Eu dei meu amor

Para voc�

- Vamos. - Aonde voc� est� indo?

N�s estamos indo para frente para aplaudir mam�e Vamos.

- Eu estou indo encontr�-la. - N�o se voc� estiver indo para Washington.

N�s temos que ir para o aeroporto.

- Ele est� certo, Paul. - Voc� pode encontr�-la quando voltar.

Eu te disse, est� tudo acabado agora.

Nada pode ficar entre n�s. Voc� pode ficar aqui comigo.

Ensaio do pai.

Governar sem amor � uma tarefa solit�ria.

Se eu perder voc�, eu perco tudo.

Oh, ol�.

Papai, meu querido, voc� realmente deveria ter feito a parte.

Voc� teria ido muito bem.

Talvez, se eu fosse alguns anos mais jovem.

- Voc� estava na frente esta noite, Greg? - Claro que sim.

Eu tenho que dizer, eu acho que o gal� deveria mostrar um pouco mais de fogo.

Voc� tem dito isso pelos �ltimos dois anos.

Bem, sim, suponho que sim.

Eu vou correr agora. Seus convidados devem estar chegando.

- Eu n�o vou demorar. - Eu te verei no apartamento.

- Certo, certo, Greg. - At� mais.

- Onde est� Nancy? - Ela foi levantar aplausos.

Arthur, n�s n�o podemos dar uma parte pequena para ela na pr�xima temporada?

Se Nancy fizer algo n�o ser� s� uma pequena parte.

Oh, bom, tem que ser alguma coisa.

Talvez, eu vou procurar um ciclone nos bastidores para ela fazer.

Voc� j� teve chance de ler a nova pe�a do Domingos?

Eu a amei. Terminei ontem � noite a n�o pude dormir.

E eu ainda continuo pensando naquela pobre Emily.

� uma pe�a maravilhosa.

E aquela cena em que ela vai ter um beb�.

Eu nunca deixarei que levem meu beb� de mim. Nunca, nunca, nunca.

Eu chorei. � a melhor coisa que ele j� escreveu.

Voc� pode dizer a ele na festa esta noite. Ele esta voando do Brasil para falar com voc�.

- Ele est�? - Oi.

Oi. - Como est� a minha atriz favorita?

- Como est� a minha filha favorita? - Muito bem.

Minhas m�os est�o doendo de tanto aplaudir.

- Meu Deus, voc� esteva maravilhosa. - Oh, obrigada.

- Quem est� indo para a festa? - Todo mundo.

- �timo. Assim eu posso atac�-los. - Deixe-me te dar um conselho.

- Nunca pe�a uma papel num espet�culo. - N�o?

Deixe que eles pensem por eles mesmos, ent�o eles tentar�o te vender uma ideia.

- Oh, psicologia, huh? - Exatamente.

- O que aconteceu com o seu gal�? - Teve que dar uma olhada no carro dele.

O motor parou. Eu posso lev�-lo para a festa hoje � noite?

- Com ou sem o motor dele? - Oh, M�e.

- Claro que voc� pode. - Obrigada. Eu te vejo no apartamento.

Eu quero falar sobre o cen�rio para o nosso teatro.

- Sim, sim, sim. - Vejo voc� depois. Tchau.

Tchau.

Oh, querido, eu me pergunto se fosse assim na idade dela.

Ningu�m era assim na idade dela.

- Ol�. Mam�e j� est�? - Ela est� l� em cima se trocando, senhorita Nancy.

Oh, �timo. Aqui est�, Mary.

Oh, aquele � John Talbot.

- Ele est� fazendo o novo espet�culo da Hepburn. - Meu Deus.

L� est� William Grant. Ele est� com Rodgers e Hammerstein.

- Se concentre nos importantes. - Bem, como eu sei qual � qual?

Bem, alguns parecem importantes e alguns parecem n�o importantes.

Os que n�o parecem importantes s�o os importantes.

- Oh. Bom, o que voc� est� esperando? - Bom, eu vou fazer uma entrada.

Tudo bem. V� em frente.

Voc� n�o entra apenas. Voc� tem que fazer as pessoas te notarem.

Tipo assim:

Oh, realmente.

Bem, Bess.

- Voc� esteve divina est� noite. Performance magn�fica.

- Obrigada, Howard. - Apenas �tima como numa noite de abertura.

Voc� deveria ter trazido uma escada.

- Qual a pr�xima coisa que voc� far�? - Eu n�o tenho a menor ideia.

Ol�, Ray.

- Ray. - Ol�, Fran, querida.

- Voc� est� t�o interessante Sr. Elliott. - Minha garota querida.

- N�s esper�vamos encontrar um homem muito mais velho. - Voc�s esperavam?

Bem, eu ainda era um garoto quando fui para o teatro.

Voc� esteve nos falando sobre a localiza��o da voz.

Oh, estive? Bem, isso � muito importante, a voz deve ser colocada corretamente.

Mas eu acho que neste caso, isso n�o faz nenhuma diferen�a

- Ol�, Fran. - Ainda treinando, papai?

Oh, Eu estou apenas encorajando meu talento fresco.

- Frances. Com licen�a. - Sim?

- Domingos est� aqui. Estudando. - Oh, maravilhoso. Desculpe.

Certamente.

- Ela est� aqui, Ricardo. - Sr. Domingos.

- Eu estou muito feliz de te conhecer. - Eu estou honrado.

- N�o quer se sentar? - Obrigado. Me perdoe.

- Voc� teve uma viagem agrad�vel? - Sim, obrigado.

Suponho que tudo isso parece muito diferente do Brasil.

Oh, n�o. Estes tipos de festas s�o universais.

As etiquetas das garrafas talvez sejam um pouco diferentes...

...mas os r�tulos das pessoas s�o os mesmos.

- Eu mal posso esperar para visitar o Brasil. Oh, Acho que voc� iria gostar.

Eu estava contando ao Sr. Domingos o quanto voc� gostou desse espet�culo.

Oh, Eu adorei.

Eu estou muito satisfeito.

Existem coisas do segundo ato que ele gostaria de explicar.

- Eu s� vou fechar a porta. - Ok.

Bej, eu te disse...

Oh, eu tenho que encontrar que encontrar Arthur.

Enquanto eu estiver fora, escolha o que parecer mais idiota na sala.

- E aja nele. - Okay.

O mais idiota da sala, huh?

O mais idiota...

claro, Eu peguei a minha espada com confian�a e persegui o vil�o.

Ele fugiu. Eu voltei com minha espada para a bainha...

...me camuflei no ar da noite, tirei o meu chap�u e fiz uma rever�ncia.

Minha crian�a, isso n�o foi nada, nada. Nadinha.

- Eu estou indo para o Brasil para descansar. - Oh?

Eu quero pegar o roteiro e aprender rodeada por pessoas sobre as quais ele foi escrito.

- Voc�s acham que � uma boa ideia? - � uma grande ideia.

Sim, � bom.

Agora, eu n�o quero que isto saia daqui at� que estejamos prontos para anunciar.

Sem publicidade, voc�s entendem? Nenhuma palavra para ningu�m ainda.

Oh, Tudo bem. E agora, eu preciso ver meus convidados.

- Veja, Sr. Domingos quer um drinque? - Obrigado.

- Eu me junto a voc� depois. - Obrigado!

Bem, Ricardo...

Alguma coisa errada?

- Bem, eu achei que ela era muito mais jovem. - Bom, ela era.

- No teatro, ela parece soberba. - Concordo.

Mas a inten��o era que a parte de Emily fosse destinada para algu�m com 18 anos.

Frances � uma grande atriz. - Oh, ai est� voc�.

Arthur, eu espero que bem e relaxado porque eu preciso de um arranha-c�u.

Oh. Ent�o voc� precisa de um arranha-c�u?

- N�s n�o fizemos nada... - Um minuto.

Esta � a filha da senhorita Elliot, Nancy Barklay.

- Como vai? - Prazer em conhec�-lo.

N�s temos que ter um arranha-c�u para o nosso segundo ato.

Eu n�o pare�o ter um comigo. Voc� n�o se contentaria com um pr�dio pequeno?

Voc� me disse que tinha um dep�sito cheio de cen�rios.

Oh, Aquele tipo de arranha-c�u. Bem, eu acho que n�s podemos resolver isto.

- Como voc� vai fazer para pegar? - Um dos garotos tem um caminh�o.

Quando vai para Connecticut?

Eu temo que isto seja imposs�vel.

Imposs�vel? Mas, Arthur, voc� prometeu. Voc� disse que iria dirigir.

Eu sei que eu disse, mas o Sr. Domingos chegou na cidade e...

Oh, nos est�vamos...

Oh!

- Voc� � Ricardo Domingos? - Sim.

Oh, prazer em conhec�-lo. Voc� gostaria de escrever uma pe�a para mim?

Bem, eu j� escrevi uma pe�a.

Oh, escreveu? Haver� uma parte nela para mim?

A �nica parte pequena � a de uma governanta de 60 anos.

Eu poderia parecer ter 60 anos.

- Todo mundo diz que pare�o mais velha. - N�o, n�o, n�o.

N�o? Bem, eu acho que voc� est� cometendo um grande erro.

Al�m disso, uma jovem governanta � muito mais interessante.

Bem, vamos pensar nisto, h� uma parte de tosse nos bastidores.

Obrigada, n�o.

- Voc� tamb�m est� no teatro profissional? - Sim, estou.

Nancy est� estudando com uma tropa no interior.

- Tropa? - Mm. Eles atuam em celeiros.

- Oh, sim. - Sim.

N�s atuamos em celeiros.

H� crian�as e adultos trabalhando seus cora��es ano ap�s ano...

...colocando pe�as em todo o pa�s.

Eles n�o precisam ser grandes, ter teatros sofisticados e estrelas.

Tudo o que eles precisam � uma sala, cortina e algumas cadeiras.

Talvez seja em uma igreja, clube ou celeiro...

...mas eles est�o satisfeitos. E voc� sabe por qu�?

Porque isso � o teatro e isso � deles.

Voc� est� errado, Arthur.

Eles n�o s�o apenas pessoas fazendo pe�as em celeiros...

...eles s�o o futuro do teatro, os Olivers e Bernhardts de amanh�.

Eles est�o oferendo o seu tempo, talento e sonhos.

Tudo o que eles pedem � que algu�m os veja, os ou�a e lhes d� uma chance.

Mas, ao inv�s de ajud�-los, voc� est� muito ocupado tendo sucesso.

Onde est� a companhia que a jovenzinha estava falando?

Em Connecticut.

O que voc� acha de ir l� e experimentar o segundo ato?

N�o � uma m� ideia.

Festa maravilhosa, Fran, meu bem.

- Se divertindo esta noite, huh? - Oh, claro, eu...

- Onde est� o bicabornato? - No mesmo lugar de sempre.

Certamente eu preciso dele.

Sempre que ele precisa de bicabornato, eu sei que ele est� se divertindo.

Obrigada, querida.

Oh, os homens s�o t�o inocentes. Eles parecem at� crian�as.

- Voc� est� se referindo ao seu av�? - Oh, n�o. Eu queria dizer os homens.

Agora, veja Scotty, por exemplo. Sabe, ele � um ano mais velho do que eu...

... e quando eu estou com ele e me sinto como se fosse sua m�e.

Bem, isso deve agrad�-lo.

Oh, ele n�o sabe disso. Eu sou muito simp�tica com ele...

...mas isso me assusta um pouco.

Eu sinto como seu j� tivesse experimentado tudo e n�o houvesse mais nada para viver.

Essa frase n�o � de uma das pe�as que voc� fez na escola?

Oh. Uh.

Sim, �. Veja, eu ainda n�o fiz isso.

Eu sinto como se tivesse vivido todas as partes. Eu j� atuei.

Eu j� fui freira, j� fui b�bada. J� fui Portia, e j� fui apaixonada.

Eu j� fui tantas pessoas...

...algumas vezes me pergunto se eu realmente poderia me apaixonar.

Quando voc� se apaixonar, querida, voc� simplesmente ser� Nancy Barklay...

...e seu �nico interesse ser� fazer seu marido feliz.

Voc� amou muito o papai, n�o � , m�e?

Muito.

Eu acho que se ele pudesse te ver, Nan. Ele estaria muito orgulhoso.

Obrigada, mam�e. Quantos anos voc� tinha quando se casou?

A sua idade. Apenas 17.

- Eu aposto que voc� era apenas uma crian�a. - Eu n�o.

Sabe, talvez nunca me case.

Eu me sinto como voc�. O teatro � suficiente para qualquer mulher.

Isso n�o ajuda muito em uma noite fria de inverno.

Papai.

Eu acho que voc� deveria vir conosco para o Rio.

Acho que voc� est� sendo um cabe�a dura ao ficar aqui. N�o?

Claro, ela � parecida com m�e.

Eu acho que poderia, mas n�o posso.

Arthur est� vindo e a Moss Hart's est� come�ando as audi��es para a nova pe�a.

Certo, certo. N�s deixaremos voc� aqui para cuidar do teatro americano.

A plateia desta noite n�o foi maravilhosa?

- Sim. - Engra�ado como voc� lembra das noites de encerramento.

Eu me lembro o qu�o nervosa fiquei quando eu era uma garotinha...

...e a vov� me levou para para ver meu av�.

Aquela era uma noite de encerramento tamb�m.

Quando as cortinas desceram a plateia ficou de p� e aplaudiu.

Bem, naturalmente, eles me amaram.

Eles n�o deixaram voc� ir.

Oh, eu era um companheiro muito rom�ntico.

Eu aposto que voc� era, vov�.

A figura mais rom�ntica da sua �poca.

E um grande sapateador.

Janeiro, Fevereiro, Junho ou Julho

�poca de neve n�o � hora para ficar

Ao ar livre e brincar

Ent�o brilhe

Brilhe lua cheia

Para eu e minha garota

- Brilhe - Brilhe

- Brilhe lua cheia

- L� no c�u - L� no c�u

- Eu n�o tenho amado desde - Eu n�o tenho amado desde

Janeiro, Fevereiro, Junho ou Julho

- �poca de neve n�o � hora para ficar

- Ao ar livre e brincar

- Brilhe - Brilhe

- Brilhe, lua cheia. - Brilhe, lua cheia.

- Para eu e minha garota - Para eu e minha garota

Brilhe

Brilhe, lua cheia

Continue brilhando At� que voc� d� um brilho prateado para as nuvens

Eu n�o tenho amado desde

Janeiro, Fevereiro Qualquer �poca antiga � hora para se casar

�poca de neve n�o � hora para ficar

Qu�o rara � uma noite de junho

Com uma lua e uma garota que voc� pode cuidar e cariciar

Brilhe

Brilhe, lua cheia

Brilhe

Brilhe, lua cheia

Para eu e minha garota

- N�o, n�o, n�o, veja.

Veja, Scotty, voc� deve andar at� aqui assim:

Um, dois, tr�s. Um, dois.

Por que voc� enviou isto para mim?

- Agora, percebeu como �? - Sim, senhor.

- Certo. Vamos tentar. - Sim, senhor.

Um, dois, tr�s. Um, dois.

Por que voc� enviou isto para mim? Est� bom, senhor?

Oh, �timo, �timo, �timo. Vamos continuar. Agora, qual � a sua primeira fala, Nancy?

Porque eu ouvi que voc� esta indo embora.

Blah, blah, blah. Fala da Nancy.

Ent�o voc� vem at� aqui e diz:

"N�o h� nada mais que eu possa fazer, Emily. Ela precisa de mim." Entendeu?

- Claro, senhor. - Tudo bem, vamos tentar.

N�o h� nada mais que eu possa fazer, Emily. Ela precisa de mim.

- Ela te ama tanto...? - Blah, blah, blah.

Agora, pulem para a pr�xima cena e v�o para aquela parte:

"Nunca foi amor, Emily.�

- Eu estou aqui na hora? - Voc� fica aqui agora.

- Nunca foi amor, Emily. - Por favor, por favor.

N�o fale a frase t�o alto. Seja mais suave.

- Entendeu? - Certo. Concordo.

- Tudo bem. - Nunca foi amor, Emily.

Era um experimento cl�nico.

Emo��es est�reis em um v�cuo antiss�ptico.

O que voc� sabe sobre amor?

- Eu vou te dizer o que eu sei sobre amor. Eu... A grande fala da Emily.

Agora a sua rea��o e sa�da. Entendeu?

Mas, Arthur, voc� ainda n�o sabe se eu sei minhas falas ou n�o.

- Voc� n�o ouviu nenhuma das minhas falas. - Sim, sim. Voc� estava �tima, querida.

Isso � tudo por hoje. Todos, vistam-se para o ensaio amanh�.

Um, dois, tr�s. Um, dois.

Por que voc� enviou isto para mim?

Eu ouvi que voc� est� indo embora.

N�o h� nada que eu possa fazer, Emily. Ela precisa de mim.

Ela te amo tanto quanto eu amo?

Essas coisas n�o podem ser medidas.

No final, cada um de n�s deve decidir que o que ele acha � certo.

Ent�o, voc� decidiu escapar?

Adeus, Emily.

Ele ir� voltar.

N�o h� nada que o fa�a voltar.

- Acabou. - Voc� encontrar� outra pessoa.

Estranho, n�o �?

Quase todas as coisas importantes podem ser medidas.

O homem s�bio sabe medir os anos luz at� uma estrela...

...e dizer quantos p�ssaros fazem um ver�o.

Mas as coisas realmente importantes eles n�o podem medir.

Eles n�o podem medir o canto dos p�ssaros...

...ou dizer-me por que o luar me faz chorar.

M�gico � o luar

Estrelas prateadas acima de mim

Enviem algu�m para me amar

Mostrem ao meu cora��o o caminho

Algum lugar no luar

Certamente eu o encontrarei

Com um sorriso eu o cumprimentarei

E eu sei que ele ficar�

Perdido com o esplendor

De um beijo

T�o suavemente

N�s nos entregaremos

� um amor divino

Ent�o quando o amor terminar

Eu me lembrarei de uma noite em junho

Pela magia de um luar

Quando o mundo era meu

Algum dia

Eu encontrarei

Meu amor

Frances e eu temos sido amigos pr�ximos por vinte anos.

Agora, como eu vou dizer a ela?

- Voc� me chamou? - Entre, Nancy.

- Sente-se. - N�o, obrigada, eu n�o estou nada cansada.

- Voc� gostou? - N�s temos uma pequena surpresa para voc�.

- Voc� vai tornar a velha governanta em uma jovem? - N�o.

- Eu sou a tosse vinda dos bastidores? - N�o, n�s queremos que voc� fa�a a parte de Emily.

Emily.

- Emily? - Sim.

Deus. Talvez seja melhor eu me sentar.

Oh, Deus, muito obrigada. Mas eu estou com medo, eu n�o posso.

- Por que n�o? - H� alguma coisa mais?

Oh, n�o, n�o, n�o � isso.

- Mas, bem, eu n�o sou boa o suficiente. - N�o diga bobagens.

Um papel t�o maravilhoso como este poderia me assustar at� morrer.

O show inteiro dependeria de mim.

Voc� n�o nos disse que era o futuro do teatro?

Oh, mas eu n�o quis dizer eu pessoalmente.

Agora, Nancy, Eu sei que isso n�o vai ser f�cil.

Mas se voc� preferir sair e memorizar todas a falas da pe�a...

...ent�o n�s teremos tr�s semanas de ensaios particulares...

...antes dos ensaios regulares.

N�s n�o abriremos at� o pr�ximo outono, ent�o voc� ter� bastante tempo.

- Eu n�o sei o que dizer. - � isso. N�o diga nada a ningu�m.

Eu n�o quero que isso vaze ainda.

- Bem, se voc� acha que eu posso. - Bom, bom.

Parab�ns.

Agora, os outros v�o achar...

... que voc� far� apenas a parte da governanta.

- O que voc� disse? - A governanta.

Lembre-se, nenhuma palavra sobre Emily.

N�o.

Bem, eu acho...

Obrigada.

Muito obrigada.

Hey, eu te procurei em todos os lugares.

Voc� conseguiu?

- O que? - A papel da governanta.

Oh.

Oh, sim. Sim, consegui.

- Aw, Deus, Nancy, que maravilhoso. - Oh, Eu estou com tanto medo.

- Medo? - � o papel. �...

N�s trabalharemos nisso juntos.

Eu te ajudarei nas falas.

Eu tenho que ir embora.

Eu tenho que viver o papel.

- Deus, � apenas uma governanta, voc�... - Sim, sim, eu sei, mas eu...

- Voc� n�o pode viver e aprender o papel aqui? - Eu preciso treinar.

- Bem, e sobre o senhor...? - Eu estou indo para o melhor treinamento do mundo.

Minha m�e.

Oh.

Isso n�o pode ser por muito tempo.

Yeah, mas o Brasil � t�o longe.

N�o se duas pessoas amam uma a outra.

Oh, caramba, s�rio...?

Voc� quer dizer isso, Nancy?

Oh, Deus.

Deus.

Voc� sabe, n�s estamos quase noivos.

- Hey. - N�o vamos falar para ningu�m sobre isso ainda, huh?

- Vamos esperar at� eu voltar do Brasil. - Okay.

Hey, crian�as. Nancy est� indo para o Rio.

- Est�? - Hey!

Hey, Dick. Dick. Hey, Dick. - O que?

- Nancy est� indo para o Rio. - Est�?

Hey, Nancy est� indo para o Rio.

- Rio? - Sim.

Whoo-hoo!

Nancy est� indo para o Rio. ABCDE-O

Nancy est� indo para o Rio.

Do outro lado do oceano-o � para onde ela est� indo-o

Eu, oh, meu, oh, eu-o

Nancy est� indo para o Rio.

- A ye, aye, aye CHORUS: A ye, aye, aye

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

Agora, se voc� for para o Rio Como � que eu fico-o?

Do outro lado do oceano

Oh, eu, oh, meu, oh, eu-o

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

Se isso atacar minha fantasia Nancy vai para velejando para o sul

No meu novo sombreiro Caminhando para Janeiro

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

Hey! Nada poderia ser melhor que velejar em um cruzeiro

Mas se velejar for pesado Ent�o segure na grade

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

Comendo uma banana Perto de uma planta��o

Eu vou cimentar nossas rela��es Pan-Americanas

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

It's awful far to Rio A thousand miles by sea-o

Sabe, vou sentir saudades dela Ent�o, com licen�a enquanto eu dou um beijo nela

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

Agora eles est�o firmes Scotty est� realmente pronto.

Mas como eu vou lev�-la para o sul do equador

Meus amigos, posso ter o ch�o?

Em nome de todos os que eu estou me dirigindo

Este pequeno conselho para Nancy

Mantenham os latinos adivinhando

A ye, aye, aye A ye, aye, aye

Tchau-tchau, Tchau-tchau Tchau-tchau, Tchau-tchau

A ye, aye A ye, aye

Tchau-tchau Tchau-tchau

Cae-cae Cae-cae

Cae-cae Cae-cae

Cae-cae, cae-cae Adeus a voc�s, meus amigos, adeus

Cae-cae, cae-cae Eu estou t�o feliz, que at� poderia morrer

Cae-cae, cae-cae Adeus a voc�s, meus amigos, adeus

Cae-cae, cae-cae Ela est� t�o feliz, que at� poderia morrer

N�o se preocupe, oh, meu querido Eu estarei sozinha enquanto estiver l�

Eu sou s� sua a menos que encontre

Um milion�rio brasileiro

Cae-cae, cae-cae

Boa viagem e adeus

- Boa noite. - At� a volta.

E alguns alohas tamb�m.

O sol est� brilhando.

O sol est� brilhando...

...como se o mundo inteiro n�o tivesse chegado ao fim do dia.

O sol est� brilhando...

...como se o mundo inteiro n�o tivesse chegado ao fim do dia.

O sol est� brilhando.

O sol est� brilhando...

...como se o mundo inteiro n�o tivesse chegado ao fim do dia.

Com licen�a.

Lindo dia, n�o acha?

Voc� � do tipo quieta n�o �?

Esse � o tipo de garota que me atrai.

Eu tenho uma mesa s� para divers�o hoje � noite.

- Que tal voc� e eu...? - N�o, obrigada.

Oh, vamos l�, eu tenho observado voc�.

O que voc� precisa � de um pouco de divers�o. Alguma dan�a e outras coisas.

Desculpe. Minha esposa n�o dan�a.

- Sua esposa? - � isso mesmo.

Me desculpe, senhor, uh, madame.

Espero que voc� n�o fique com raiva de mim.

Estava apenas tentando ser um pouco soci�vel.

Com licen�a.

- Muito obrigada. - N�o h� de que.

- Meu nome � Paul Berten. - Como vai? Eu sou Nancy Barklay.

Nosso amigo estava certo sobre uma coisa, este � um lindo dia.

A divers�o � noite deve ser muito excitante.

E uma jovem senhorita como voc� deveria se divertir.

Veja, eu n�o quero me intrometer...

...mas se voc� estiver com algum problema, talvez eu possa ajud�-la.

Oh, n�o, obrigada. Eu estou bem.

E estou t�o feliz em ter o beb�.

Ele � uma parte dele Que sempre ser� minha.

Eu nunca amarei mais ningu�m de novo. Nunca.

Mas isso n�o importa.

Nada importa. N�o agora.

Oh, isso n�o importa.

Ele est� fugindo com ela, mas ela nunca poder� segur�-lo.

Ele ainda � meu marido.

- Oh, comiss�rio. - Sim, sir.

- Voc� viu a senhorita Rodrigues? - Acredito que ela esteja ensaiando para o show.

Eu estive em Chicago E tamb�m em Milwaukee

Eu estive em Nova Orleans E tamb�m no Mississippi

Eu estive em Saint Louis...

Parem a m�sica, rapazes. Voc�s est�o tocando muito r�pido.

- Okay, que tal tentarmos de novo? - Vamos fazer isso de novo, huh?

Marina? Marina.

Oh, Paul. N�s ensaiamos o suficiente. Eu te vejo hoje � noite, huh?

- Tchau. - Tchau.

Os passageiros est�o fazendo um show E me pediram para fazer alguma coisa.

Tudo bem. Eu gostaria que voc� fizesse algo para mim.

- H� alguma coisa errada? - Sim, eu preciso da sua ajuda.

- Algum problema com os maridos? - Uma garota.

- Uma garota? Ent�o, voc� n�o precisa da minha ajuda. - Isso � diferente. Ela est� com um problema.

- Ela gostaria de algu�m, para conversar � respeito. - Por que voc� n�o fala com ela?

Eu? N�o posso.

Yeah, vamos l�.

- Senhorita Barklay? - Sim.

Eu sou Marina Souza Lopez Castro Rodrigues.

- Bem, como vai? - Como vai?

- Voc� n�o quer entrar? - Obrigada.

Por favor, sente-se.

- Eu venho, como devo dizer, Jack Alden? - Jack Alden?

- Voc� quer dizer John Alden. - � isso.

- Eu tenho uma mensagem para voc�. - Para mim?

Oh, por favor, n�o fa�a isso.

Eu fa�o.

Sim. Um homem muito charmoso quer que voc� jante com ele.

Bem, isso � muito legal, mas temo que seja imposs�vel.

Imposs�vel?

Que um jovem charmoso queira jantar com voc�?

Voc� n�o deveria pensar assim.

Voc� est� a caminho do Brasil, e no Brasil n�s nos divertiremos.

Eu estou indo para trabalhar.

Mas voc� n�o deve desapontar Paul Berten.

- Oh, ele te enviou? - Sim.

Ele poderia ter qualquer garota que quisesse, mas ele quer voc�.

Mas eu mal falei com ele.

E o Sr. Berten � um homem muito rom�ntico. E gosta muito de voc�.

Ele me disse para te dizer que � muito f�cil algu�m se apaixonar por voc�.

E ele ficara muito triste se voc� n�o viesse.

Mas eu mal conhe�o ele.

- Ele � amigo seu? - N�o, ele � meu parceiro.

Ele me ganhou em um jogo de dados.

- O que? - Eu quero dizer, o pai dele ganhou do meu pai.

- Por qu�? que escravid�o. - N�o, isso � caf�.

Veja, o pai de Paul jogou dados com meu pai.

Voc� sabe, aquelas coisinhas brancas.

Olhos de cobra, sabe?

Ent�o o pai de Paul e o meu pai, s�o parceiros.

Ent�o, agora Paul e eu somos parceiros.

- Entendi. - Bom. Ent�o est� tudo combinado, huh?

- Oh, bem, eu... - Oh, voc� vai gostar. Ele � muito simp�tico.

- Oh, tudo bem. - �timo.

Ent�o te vejo na sala de jantar hoje � noite �s 8h.

Eu estarei l�.

Hey, hey, hey.

- Voc� � m�dico, n�o �? - Sim. - Yes.

- Voc� conhece Nancy Barklay? - Eu acho que n�o.

Voc� vai conhec�-la. Eu vou te dar um conselho.

- Boa tarde. - Boa tarde.

- Estou feliz que tenha vindo. - Obrigada por me convidar.

- N�s estamos bem aqui na mesa do capit�o. - Tudo bem.

Eu gostaria de apresentar a senhorita Barklay.

Capit�o Ritchie, Senhora Warren, Sr. e Sra. Harrison...

...Sr. e Sra. Black e Dr. Ballard.

- Como v�o?

- E Marina voc� conhece, claro. - Sim. Ol�.

Como voc� est�? - Eu estava ansioso para conhec�-la.

Bem, obrigada.

- Voc� est� muito bem. - Eu me sinto muito bem, obrigada.

�timo.

Tente um destes, minha querida. Eles s�o para enjoos.

Oh, eu nunca fiquei mareada.

- Eu disse alguma coisa engra�ada? - Todos n�s somos seus amigos. E este.

- N�s estamos navegando na tempestade? - Esta � uma p�lula de c�lcio. Constr�i seus ossos.

- Bem, meus ossos est�o prontos. - Claro que eles est�o.

Mas todos em uma viagem mar�tima tomam c�lcio.

Te mant�m afastada do escorbuto. Pegue uma para mim.

Be, eu acho que n�o quero ter escorbuto.

Essa � sua primeira viagem mar�tima? - Oh, sim, �.

- Quantos anos voc� tem, minha querida? Dezessete.

Oh.

Cereal? Bem, se voc� n�o se importa, eu acho que prefiro ter escorbuto.

Isso � muito bom para voc�. Coma isso. Tudo.

Sim, minha querida. � muito bom para voc�.

- � sua primeira viagem para o Rio? - Mm-hm.

- Voc� vai adorar o Rio. - Eu espero ter a chance de v�-lo.

Temo n�o poder passear muito.

Sim, � melhor ficar em repouso.

Me diga, por que voc� decidiu ir para o Brasil?

Oh, bem, minha m�e est� l� e...

Bem, alguma coisa aconteceu comigo e eu preciso dela.

Oh, sim, claro.

- Gostaria de dan�ar? - Sim, claro. Voc� n�o se importa?

Por que, de maneira alguma. Marina esta indo cantar para n�s agora.

- Agora? - Agora.

Okay. Agora.

Eu estive em Chicago e eu gosto de Chicago.

Eu estive em Nova Orleans E eu gosto de Nova Orleans

Eu estive em New Hampshire E eu gosto de New Hampshire

- Eu gosto do norte, leste, sul, oeste Norte, leste, sul, oeste

Mas o lugar que eu mais gosto � o melhor

Mas o lugar que ela mais gosta � o melhor

O oeste

At� logo, cantando uma can��o.

At� logo, cachorrinho quente.

- At� logo. - �gua.

Eu quero ir para um grande lugar vazio

Onde h� vacas e mel�es

Eu quero ser uma vaqueira Eu quero me sentar no meu curral

E hipsee-i-o E kiay

Ela quer hip-ee-i-o E kiay

Eu quero um cavalo E algumas boas cal�as

Eu quero mastigar a terra, como eles dizem

Vou colocar umas botas Vou enrolar um fumo

Hipsee-i-o E kiay

Quando eu estou hipsee-i-o kiaying

Eu coloco Annie Oakel com vergonha

Voc� n�o sabe quem ela � ou o que estou falando

Eu estou me divertindo muito, � isso

Eu quero ir Para onde eles n�o t�m nenhuma cerca

Quando eu for Me deixe ir para longe

E meu dia estar� completo Quando eu lan�ar um pequeno touro

E hipsee-i-o E eu estarei hipsee-i-o E eu estarei hipsee-i-o E kiay

Hey, senhora. Volte para o oeste.

Quando eu estou sossegada nos cactos

Yar!

Voc� acabou de contar o que eu disse

N�o v� embora.

Mas chap�u de dez gal�es � muito caro

E um chap�u de dois est� okay

E isso n�o � feno.

Agora me leve embora para um grande lugar vazio

Onde h� vacas e mel�es

E meu dia estar� completo Quando eu la�ar um pequeno touro

E hipsee-i-o E kiay

Me d� o meu 44 enferrujado

Quarenta e Cinco

Me d� uma vaca que eu possa socar

Batedora de vacas.

Me d� alguns bot�es, alguma bebida

Sem bebida.

E eu aposto que voc� acha que vou ficar

Eu vou ser uma vaqueira

Vou sentar no meu curral

- E hipsee-i-o - E ela vai hipsee-i-o

E eu estarei hipsee-i-o E kiay

- At� logo. - At� logo.

- At� logo. - At� logo, at� logo, at� logo

- Whoop! - Yabby!

Bravo, bravo.

- Eu temo que tenha que ir embora. - Eu vou te ver na sua cabine.

- Agora, voc� vai direto para a sua cama, jovem. Sim, come�ou a ter muito sono.

Boa noite, querida - Boa noite.

- Boa noite. - Noite.

Com licen�a.

Est� t�o calmo aqui, isso faz voc� esquecer os seus problemas.

Acho que sim.

Nancy, isso pode ser dif�cil de entender agora...

...mas acredite em mim, o tempo cura tudo.

Sabe, algumas vezes uma pessoa fica com problemas

...e parece n�o haver muita esperan�a nas coisas.

Voc� n�o deve se preocupar com isso. Eu tenho certeza que tudo vai dar certo.

� isso. Tudo vai dar certo.

Bem, bem, bem.

� realmente um mundo pequeno, n�o �?

Eu vejo que voc� mudou de opini�o sobre jantar.

Por que voc� n�o vai esfregar um deque ou algum lugar?

Oh, eu esqueci. Ela � sua esposa, n�o �?

Bem, eu descobri algo diferente.

- E n�o � tudo o que eu descobri. - Vamos l�.

Olhe aqui. Deixe-me falar com a jovem agora. N�o me ponha louco. N�o me ponha louco.

Obrigada e boa noite.

Oh, Paul. Voc� est� ferido?

� engra�ado como as estrelas s�o mais bem vistas daqui.

Pobre homem. E voc� fez isso por causa de mim.

Eu precisava descansar. Isso n�o foi nada.

- Voc� tem certeza que est� tudo bem? - Tudo �timo.

Ele me traiu, me bateu quando eu o estava procurando.

Voc� foi t�o maravilhoso. Eu estou t�o envergonhada.

- Est� tudo bem. Vamos esquecer isso. - N�o, n�o, n�o, voc� precisa descansar.

Obrigado.

Nancy, antes de n�s sermos interrompidos, eu ia dizer uma coisa.

Eu espero que voc� n�o me entenda mal.

Isso n�o � muito f�cil para mim.

Nancy, algumas vezes voc� conhece a pessoa errada.

Voc� teve uma experi�ncia que deixa a pessoa amarga.

Sim.

Bem, se voc� permitir isso pode arruinar toda a sua vida.

Eu suponho que sim.

Voc� foi para o ponto em que voc� acha que n�o vai amar ningu�m de novo...

...e que ningu�m vai te amar.

Mas, ent�o voc� conhece algu�m...

...e percebe o qu�o errada est�.

O qu�o errada est�, e que a vida continua para voc�.

Eu acho que sei o que voc� est� tentando dizer.

Nancy, a companhia de algu�m que ama voc�...

...� a coisa mais importante no mundo.

E qualquer homem decente ama crian�as.

- Voc� n�o precisa dizer mais nada. - Mas voc� deveria saber que...

Oh, voc� � muito doce... mas eu n�o estou em posi��o para ouvir.

Eu sei. � por que eu...

Eu estou terrivelmente tocada e eu sempre vou me lembrar deste momento.

N�o. N�o se mova.

Eu quero me lembrar exatamente como voc� �.

O que aconteceu?

Eu n�o tenho certeza, mas eu acho que ela imaginou que era uma proposta minha.

Ela imaginou?

N�o s� isso. Ela me rejeitou.

- Entre. - Bem, n�s chegaremos em breve.

- Est� tudo pronto, sei. - Quase.

- E boa sorte pra voc�, querida. - Obrigada.

Oh, e voc� vai descobrir que os m�dicos no Rio s�o excelentes.

- Ent�o, prazer... Com licen�a - Ol�, doutor.

- Eu acabei de me despedir de voc� - Muito obrigada.

- Sua m�e vai se encontrar com voc�? - N�o, eu vou fazer uma surpresa.

- Oh, querida. Isso vai ser mais que uma surpresa. - Uh-huh.

- Aqui est� um presentinho para voc�. - Oh, meu Deus. Obrigada.

Por nada. Voc� saber� usar isso.

- Adeus. - Adeus.

- Desculpe. - Nancy, querida.

- Oh, Marina. - Eu vi para me despedir.

N�s deixamos os EUA, e chegamos aqui t�o r�pido.

Oh, voc� tem sido t�o gentil. Muito obrigada.

- H� alguma coisa que eu possa fazer? - Nada. Tudo est� �timo.

Voc� uma garota muito doce. E cuide de si mesma, tudo bem?

- Adeus, Nancy. - Adeus, Marina.

- Vejo voc� no Rio. - �timo.

- Ol�, Nancy. - Oh, Ol�, Paul.

Eu pensei que voc� poderia precisar de alguma ajuda.

Que bondade a sua, mas eu tenho mais ajuda do que eu sei como usar.

Eu nunca conheci pessoas t�o amig�veis.

Voc�s t�m sido t�o gentis.

Eu espero que o que aconteceu na outra noite n�o te chateie muito.

N�o. Bem, eu apenas quero me despedir e...

- Adeus, Paul. - Adeus.

Se voc� mudar de ideia e quiser me ver, voc� pode me encontrar aqui.

- Bem, muito obrigada. Eu vou me lembrar disso. - Adeus.

Espere, por favor. Eu sou a senhorita Nancy Barklay. Minha m�e e meu av� est�o em casa?

- Oh, sim, senhorita. Eu vou anunci�-la. - Oh! Eu prefiro...

Eu prefiro surpreend�-los.

H� algumas malas no carro.

- Vov�. - Ol�, Nan.

Voc� est� feliz...?

- Pai, Eu estava indo... - M�e.

Ol�, querida.

Voc� gostaria de peixe para o almo�o ou costeletas?

Vamos comer costeletas N�o, n�o, n�o est� muito quente para costeletas.

Vamos comer alguma coisa boa e legal tipo pimenta.

Eu n�o sei. Que tal sorvete e pepinos?

N�o, n�o, n�o.

Eu acho que alguma limonada, feij�es e chucrute, eh?

Oh, voc�s dois.

- Oh, m�e. - Oi, querida. Como voc� est�?

- Oi, av�. - Deus te aben�oe, querida. � bom te ver.

Voc�s sabia que eu estava vindo

Era para ser uma surpresa. Como voc�s descobriram?

Quando eu tentei te ligar, me disseram que voc� estava a caminho daqui.

Por isso que n�o nos encontramos no barco. Mam�e n�o queria estragar a surpresa.

- M�e. Oh, meu Deus. - Nos conte sobre sua viagem.

- Sim, vamos l�. Nos conte. - Aconteceram muitas coisas.

Foi simplesmente celestial. Mas a coisa mais excitante de todas...

... foi que eu conheci o homem mais maravilhoso do mundo e ele me pediu em casamento.

- Te pediu em casamento? - Oh, sim, m�e. Ele foi um amor.

- Mas claro, eu disse que n�o. Bem, eu deveria esperar por isso.

E eu jantei na mesa do capit�o.

E, oh, espere.

Eu tenho o papel principal na fant�stica nova pe�a. Eu estou t�o feliz.

Parece que voc� tem sido uma garota muito ocupada.

Sim. Eu n�o posso esperar at� te dizer sobre a minha nova pe�a.

- Come�a onde... - Espere um minuto. Acalme-se.

Vamos tirar o seu casaco primeiro, huh? Voc� pode me dizer tudo na hora do almo�o.

Alfredo, voc� mostrar� para a senhorita Nancy o seu quarto? Aqui est�.

Espere a�. Eu vou descer num instante.

- Eu tenho que te contar tudo � respeito. - Certo, �timo.

- Ela n�o est� maravilhosa? - Naturalmente.

Considerando o seu predecessor.

E em todos os anos que tenho ela nunca me causou nenhum problema.

- Voc� me ajudaria com o segundo ato? - Certamente.

- P�gina 63. - Certo.

Vamos para o final da cena de novo.

O sol est� brilhando...

O sol est� brilhando como se o mundo inteiro n�o tivesse chegado ao fim do dia.

Eu estou feliz porque vou ter um beb�. N�o importa o que aconte�a...

� uma parte dele...

que sempre ser� minha...

...e eu nunca devo me envergonhar porque ele � uma parte do nosso amor.

N�o est� bom.

E eu nunca devo me envergonhar porque ele � uma parte do nosso amor.

Bem, ol�, querida. Tudo fresco e pronto para o Rio?

Sim, m�e.

- O que voc� estava ensaiando? - A nova pe�a que eu vou fazer para Arthur.

Ricardo Domingos a escreveu.

- � simplesmente maravilhosa, n�o �, pai? - Eu disse.

Exatamente o que eu sempre procurei. Voc� quer mais limonada, querida?

- Oh, n�o, obrigada, m�e. - Pai?

Oh, s� um pouco.

- Agora, n�s queremos ouvir tudo sobre sua pe�a. - Oh, sim.

- � s� uma pe�a. - S� uma pe�a?

Nos conte sobre ela. Quem vai produzir? Quem escreveu?

Voc� nunca deve ter ouvido sobre o produtor. Ele nunca fez nada antes.

- Bem, quem � o autor? - N�o � aquele bobo?

Eu n�o me lembro o nome dele mais. Ele � novo tamb�m.

Bem, � uma boa pe�a?

Oh, � maravilhosa. � uma com�dia.

Se passa nas ilhas do mar do sul.

Bom, parece interessante. Qual � a hist�ria?

Bom, � um hist�ria sobre uma garota...

- Eu. - Bem, �?

E, bem...

- ... essa garota est� morrendo de uma rara doen�a. - Cigarro.

E ela vai para as ilhas do mar do sul para a sua sa�de.

N�o, n�o. Espere um minuto Voc� disse que � uma com�dia?

N�o come�a muito engra�ada, mas depois, � realmente b�rbara.

Bem, ela vai para os mares do sul...

Sim. Bem, o m�dico de l�...

...est� pesquisando as doen�as tropicais

E ele conhece essa garota, eu.

E ele se apaixona por mim e eu me apaixono por ele...

...e n�s nos apaixonamos um pelo outro.

Claro, eu n�o posso me casar com ele porque ele n�o sabe que eu vou morrer.

Voc� tem certeza que isso � divertido?

N�o parece ser muito engra�ado quando voc� diz a hist�ria...

...mas, oh, o di�logo � simplesmente magn�fico.

E, bem h� uma grande parte nela para mim.

Eu me apaixono e eu tenho um colapso nervoso...

...e os cometem suic�dios diante de mim e, oh, isso � tudo.

- Oh, voc� vai adorar. - Bem, eu...

- Bem, n�s gostar�amos de ler, querida. - Eu gostaria de ler isso.

Eu vou pegar uma c�pia da pe�a.

Com licen�a, madame. o Professor Gama est� aqui.

- Como vai? - Maestro, bom dia.

- Ol�, professor. - Nancy?

Esta � minha filha, Nancy. Professor Gama.

Como vai?

- Bonita jovem. - Sim, n�o �?

- Vamos tentar nossa m�sica agora? - Tudo bem.

N�s vamos tocar uma de nossas can��es agora, o dueto.

- Por que voc� n�o canta comigo? - Oh, m�e, eu realmente...

Oh, vamos l�, n�o � dif�cil.

Professor, Nancy vai cantar a m�sico conosco.

Oh, tudo bem. Isso � muito bom.

Agora, querida, voc� fica em p� aqui, para poder ver a m�sica.

- Certo? - Certo.

M�gico � o luar

Estrelas prateadas acima de mim

Enviem algu�m para me amar

Mostrem ao meu cora��o o caminho

Algum lugar no luar

Certamente eu o encontrarei

Com um sorriso eu o cumprimentarei

- E eu sei que ele ficar� - E eu sei que ele ficar�

- Perdido com o esplendor - Perdido com o esplendor

- De um beijo - De um beijo

- T�o suavemente - T�o suavemente

- N�s nos entregaremos - N�s nos entregaremos

- T�o suavemente - T�o suavemente

- � um amor divino - � um amor divino

Ent�o quando o amor terminar

Eu me lembrarei de uma noite em junho

- Pela magia de um luar - Pela magia de um luar

- Quando o mundo era meu - Quando o mundo era meu

- Quando o mundo era meu - Quando o mundo era meu

Bravo, bravo. Querida.

Qual o problema?

M�e, voc� se importa se eu n�o almo�ar com voc�?

Eu tive um grande caf� da manh� no barco.

Mas, querida, o que � isso?

- Qual o problema dela? - Bem, eu acho que ela s� est� um pouco cansada da viagem.

Al�?

Al�, eu gostaria de mandar um telegrama.

Obrigada.

Al�?

Al�, eu gostaria de enviar um telegrama.

Ser� enviado para o Sr. Arthur Barrett...

...Park Arms Hotel, New York, Estados Unidos.

Desculpe, incapaz de fazer a pe�a.

Eu decidi...

Decidi...

Decidi me casar.

Eu gostaria de ver o Sr. Paul Berten, por favor.

Ele est� em uma confer�ncia.

- Voc� tem hora marcada? - N�o, mas estou certa que ele vai querer me ver.

- Por que voc� n�o deixa um recado? - Deixar um recado sobre isso?

Oh, Eu n�o poderia.

Me desculpe.

Parte do pedido do dia 15 do pr�ximo m�s.

O balan�o chegar� como solicitado.

N�s apreciamos o seu neg�cio.

Voc� pode esperar a primeira parte do pedido para o dia 15 do pr�ximo m�s.

O balan�o chegar� como solicitado.

- N�s precisamos devolver esta m�quina. - Qual o problema com ela?

Ela tem sotaque brasileiro.

- Marina. - Oh, Nancy.

Shoo, shoo.

- O que voc� est� fazendo aqui? - Eu s� vim para ver o Paul.

- Mas ele est� muito ocupado agora. - Mas � terrivelmente importante.

- Eu estou com problemas em casa. - Voc� conversou com sua mam�e?

Sim, mas ela � t�o doce e maravilhosa se eu contasse a ela, isso a mataria.

Oh, mataria, huh? Bem, voc� espera aqui.

S� um segundo.

Voc� pode que ver a flutua��o do padr�o econ�mico...

...� muito mais irregular no...

Paul.

Huh?

Se voc�s me d�o licen�a, cavalheiros, um neg�cio urgente acabou de chegar.

Eu j� volto. Marina, voc� poderia...?

Nancy.

Bem, isso � uma surpresa.

Eu tive que vir. Voc� era o �nico a quem eu podia recorrer.

Marina me contou sobre voc� ter um problema?

Oh, n�o vamos falar sobre isso agora. Voc� foi t�o maravilhoso.

Me desculpe se eu levei t�o mal o que voc� disse no barco.

- N�o, n�o, n�o. - Mas eu vou compensar isso.

N�o. Eu quero dizer, n�o h� nada para compensar.

Mas ai est�. Voc� foi t�o direto sobre casar.

- Fui? - Sim.

Eu vou me esquecer de tudo o que aconteceu no passado e come�ar tudo de novo.

- Eu decidi me dedicar a minha vida para me cas... - Nancy.

- Sua m�e sabe sobre isso? - N�o ainda.

Ent�o por que voc� est� se incomodando em me dizer isso?

Bem, eu tinha que vir at� voc�. Voc� � t�o s�bio.

Isso n�o � nada.

N�o acredita que as pessoas possam ter sido destinadas umas para a outras?

Eu nunca dei muito aten��o a isso.

Veja, Nancy, nossos esp�ritos talvez possam ser muito soci�veis...

...mas mal nos conhecemos.

Bem, eu nasci em Nova York e eu tenho 19 anos.

- Eu pensei que voc� tinha dito que era 17. - Eu fico mais velha mais r�pido do que eu posso.

- Oh, entendo. - Eu tiro boas notas na escola. Eu amo crian�as.

- E eu sei cozinhar. - Nancy...

Nancy, voc� � uma garota legal, uma crian�a simp�tica...

...mas, bem, eu sou velho suficiente para ser seu tio.

Oh, Paul, voc� n�o mudou de ideia sobre se casar comigo, mudou?

Mas voc� j� tem um marido.

Oh, seu tolinho.

Ent�o � por isso que voc� esteve t�o preocupado?

- Eu n�o sou casada - N�o?

- O que voc� disse? - Oh, bem, eu n�o tenho um marido.

- � por isso que eu vim para c�. - Nancy, Nancy.

Meu conselho para voc� � para ir para casa. Conte tudo para a sua m�e.

- Oh, eu n�o poderia. Isso a machucaria muito. - Bem, me d� um tempo para pensar.

Enquanto isso, corra e cuide de voc� mesma.

- Eu te verei em breve, n�o verei, Paul? - Claro. Eu me manterei em contato.

- Oh, voc� n�o tem o meu endere�o. - Seu endere�o. Sim, okay. Endere�o.

Bem, voc� pode escrever aqui para mim.

Obrigada

- Voc� tem que ter certeza e n�o perder isso. - Sim, sim... Eu quero dizer, n�o, n�o.

- Aqui est�. - Eu vou cuidar muito bem disso.

Foi muito legal da sua parte passar aqui, Nancy. Adeus.

- Tchau. - Foi muito bom. Adeus.

- Onde est� Nancy? - Ela foi embora para casa.

- E voc� a deixou ir sozinha? - Ela veio aqui sozinha, n�o veio?

E para a sua informa��o, ela n�o est� casada.

- N�o est� casada? - N�o.

Pobre crian�a. Isso � terr�vel. N�s precisamos fazer alguma coisa.

Eu n�o posso, isso � trabalho para m�e dela.

Mas ela est� com medo de contar para a m�e dela.

- Com medo de contar para a m�e? - Yeah.

Mas eu n�o tenho medo de contar para m�e dela.

Aonde voc� vai?

- Ter uma conversa com a m�e de Nancy. - �timo.

- O endere�o dela. - Me d� isto.

Ol�?

Ol�?

- Ol�? - Eu imploro o seu...

- Oh, ol�. - Aha.

- � voc� mesmo. - Sou?

Eu desejo falar com voc� sobre sua filha. Voc� nunca deveria t�-la deixado sair sozinha.

- Frances? - N�o, Nancy.

Voc� � o pai de Nancy?

Oh, n�o, n�o, n�o. Eu sou o av� de Nancy.

Voc� parece t�o jovem.

Por favor.

Pai, eu ganhei...

Oh, esta �... Uh...

- Voc� � a m�e de Nancy? - Sim.

- Eu sou Marina Lopez Souza Rodrigues. - Como vai?

N�o t�o bem. N�s precisamos conversar.

Bem, voc� n�o quer se sentar?

Arthur.

- Eu acabei de falar com Nancy. - Oh, ela est� em casa?

Oh, sim, sim. Ela acabou de subir para o quarto.

- Voc� n�o a expulsou, n�o �? - Expuls�-la?

Voc� tem uma filha maravilhosa. Ela � muito valente.

E eu temo medo que ela esteja tentando ter o beb� se te contar.

Isso � rid�culo. Claro que ela n�o poderia ter um beb�...

- Ter um o que? - O beb�.

Por um momento, pensei que ela quisesse dizer...

O nome da minha filha � Nancy Barklay. Eu tenho certeza que deve haver algum engano.

Isso eu sei, � por isso que estou aqui.

Quem te disse que Nancy vai ter um beb�?

- Nancy. - Mas isso � imposs�vel.

Ningu�m disse a ela que � imposs�vel, ent�o ela vai ter o beb�.

Eu sei que deve estar havendo um engano. Me desculpe, eu vou falar com Nancy.

Entre.

- Bem, ainda desfazendo as malas? - Sim, m�e.

- Eu vou te ajudar. - Tudo bem.

Onde voc� esteve esta tarde?

Oh, eu tive que ver um amigo meu.

- Voc� nos deixou muito preocupados. - Oh, me desculpe.

Nancy, eu quero falar com voc�.

- Tudo bem, m�e. Tem alguma coisa errada? - Bem, isso � o que eu quero te perguntar.

N�o. Est� tudo bem.

Querida...

...n�s sempre fomos muito pr�ximas, voc� e eu.

Mais como irm�s do que como m�e e filha.

- Sim, m�e, eu sei. - E voc� sempre me contou tudo.

Isso sempre base para qualquer relacionamento entre pessoas que se amam.

Sim, m�e. Eu sei, apenas...

Apenas o que?

Bem...

H� algumas coisas que voc� n�o pode contar para ningu�m.

Eu faria qualquer coisa no mundo para n�o te machucar, m�e...

...mas, algumas vezes coisas assim acontecem, voc� n�o tem o controle de todas elas.

Oh, eles s�o bonitinhos?

- Oh, Nancy. - Eu me pergunto por que...?

M�e, h� alguma coisa errada? Talvez seja melhor se deitar.

N�o, n�o, eu estou muito bem.

- Talvez seja s� o calor. - Sim, s� o calor.

N�o.

Deixe-me fazer isto.

Nancy...

...n�s estamos tendo uma �tima conversa sobre o que est� te incomodando.

Eu n�o posso falar disso, m�e.

� muito tarde para fazer alguma coisa s obre isso, de qualquer forma.

Oh, minha pobre crian�a.

- Este garoto que voc� estava me falando... - Ele n�o � um garoto, ele � um homem.

Um homem? Bem, qual a idade dele?

Oh, acho que uns 40.

- 40? - Oh, mas ele � jovem para 40.

Ele � alto, bem apessoado, charmoso. Um sofisticado homem do mundo.

E voc� disse que ele te prop�s casamento?

Sim, mas ele quer esperar at� que eu esteja um pouco mais velha.

Eu acho que vou ficar doente.

H� alguma coisa que eu possa fazer? - Eu acho que voc� j� fez o suficiente.

Qual � o nome deste homem do mundo?

Berten. Paul Berten.

- Ele � l�der de uma grande empresa de caf�. - Berten.

Eu quero que voc� deite-se e descanse. Mandarei subir uma bandeja de comida.

H� alguma coisa especial que voc� gostaria?

N�o, obrigada, m�e.

Tudo bem, tudo bem. Eu estou indo.

Tenha cuidado.

- Al�? Sr. Paul Berten?

- Sim? - Aqui � a m�e de Nancy.

- M�e de quem? - Nancy. Nancy Barklay.

Voc� se lembra dela, n�o �?

Oh, a Nancy. Como ela est� se sentindo?

Bem, mas n�o gra�as a voc�.

Eu gosto muito da Nancy.

Ele diz que gosta muito da Nancy.

- Olhe aqui, acho que � melhor eu falar com ele... - N�o.

Sr. Berten, � muito importante que eu veja o senhor esta noite.

Bem, isso � muito bom, mas eu tenho um compromisso.

Bem, me perdoe por dizer isso, mas eu acho que o bem-estar de Nancy � mais importante.

Eu estou tentando ser o m�ximo calma e civilizada que eu posso em rela��o a isso.

Naturalmente.

E ajudaria se pud�ssemos nos encontrar e falar disso at� o final.

Bem, eu...

Eu n�o sei muito sobre essas coisas.

- Mas eu puder ser de alguma ajuda... - Bem, voc� certamente seria.

Bem, eu tenho uma mesa reservada no Samba Club.

Que tal me encontrar l�? Talvez �s 8h00?

- No Samba Club? - Yeah.

Tudo bem. Eu estarei l�.

Ele pareceu como se estivesse me fazendo um favor.

- Voc� n�o quer que eu v� com voc�? - Eu prefiro lhe dar com isso sozinha.

- Voc� n�o conhece ele realmente. - N�s todos tivemos anos para nos familiarizar.

- Pelo menos ele quer se casar com ela. - Olhe aqui.

Se ele parece um tipo decente, se ele n�o � um criminoso ou um louco...

...ou algo assim, � tudo o que podemos fazer.

- Olhe aqui. - Estou fazendo uma liga��o para o Arthur.

- O que ele tem haver com isso? - Eu n�o posso deixar Nancy agora.

N�o quando ela precisa de mim. Eu n�o vou fazer o espet�culo.

Eu quero colocar as minhas m�os na cara desse Berten.

Cuidado, Papai. Voc� est� falando sobre o seu futuro neto.

George, eu tenho um problema. Uma senhora est� comigo.

N�o. Ela � a m�e de uma amiga minha.

Eu nunca a encontrei, mas eu quero que voc� acabe com isso...

... t�o breve quanto puder, quando ela chegue.

Entendi.

- Voc� deixa tudo comigo, huh? - Bom garoto.

- Boa noite, madame. Posso ajud�-la? - Eu estou aqui para encontrar Paul Berten.

- Madame? - A mesa do Sr. Berten.

Sr. Berten.

- Sr. Berten? - Sim.

Por aqui, por favor

- Sr. Berten, sua convidada est� aqui. - Oh, sim. Me desculpe.

Como vai? Eu sou...

Por que, voc�... Voc� � Frances Elliott.

- Sim. - Bem...

- N�o quer se sentar, por favor? - Madame.

Isto � uma surpresa.

Eu estava esperando a m�e de Nancy.

Nas horas vagas, eu tamb�m sou m�e de Nancy.

- Voc�? Voc� �...? - Sim.

- Mas eu pensei que o nome dela era Barklay. - Esse era o nome do pai dela.

Isso � maravilhoso.

- Eu posso pedir alguma coisa para voc�? - Se voc� quiser.

- Dois champagne, George. - Dois champagne.

E uma ocasi�o como essa pede caviar.

- Um pouco de caviar tamb�m - Algum caviar.

Eu pensei que voc� tinha dito sopa de ervilha e carne de hamb�rguer.

N�o. Caviar e uma garrafa de champagne. Voc� sabe, minha marca favorita, George.

Muito bem, sir.

Eu nem te conto o qu�o ansioso eu estive para te conhecer.

- Eu sou um grande f� seu, sabe. - Sr. Berten.

- Eu vim aqui para discutir minha filha... - Se eu soubesse que voc� era m�e de Nancy...

...Eu teria prestado muito mais aten��o nela.

Teria?

Nancy � apenas uma crian�a, sabe. Ela tem apenas 17 anos.

17? Ela me disse que tinha 19.

E eu suponho que tudo foi

Bem, eu n�o deveria ser t�o duro com ela.

� f�cil para uma garota da idade dela se deixar levar.

Voc� est� insinuando que tudo isso � culpa da Nancy?

N�s dever�amos dar a ela o benef�cio da d�vida.

Bem, � muito generoso da sua parte.

- Me diga, � sua primeira viagem para c�? - Sim.

Bom. Voc� tem que me deixar te mostrar o Rio.

� a cidade mais maravilhosa do mundo.

- N�s est�vamos falando sobre a Nancy. - Oh, sim.

Sr. Berten, eu gostaria de ir direto ao ponto.

Nancy me contou um pouco sobre voc�, mas eu gostaria de saber bem mais.

Essa � uma ideia maravilhosa.

Eu gostaria de saber algo sobre seu passado, sua fam�lia.

Bem, n�o h� muito que contar, na realidade. Eu tenho o n�mero certo de pais.

Ent�o, acho que o senhor est� qualificado para cuidar de uma esposa e uma crian�a?

Para falar a verdade, eu n�o tenho dado muita aten��o a isso ultimamente.

Bem, voc� n�o pensa sobre o tempo grande que j� teve?

Sabe, eu nunca conheci ningu�m como voc�.

Voc� � t�o franca.

Bem, eu n�o vejo raz�o para que duas pessoas n�o possam ser adultas sobre algumas coisas.

Voc� est� absolutamente certa. Eu mal posso esperar para te mostrar tudo.

H� um lugar chamado Ilha pequena de Paquet�. Durante o luar...

O hospital acabou de ligar. Eles querem voc� neste momento.

Seu amigo, Sr. Rogers, teve um terr�vel acidente.

- Ele quebrou o pesco�o - Oh, que terr�vel.

Diga a ele para esquecer isso.

Eu quero dizer, provavelmente ele n�o quebrou o pesco�o seriamente.

Obrigado, George.

Voc� n�o vai com ele? - Acredite em mim, n�o � nada.

Ele sempre est� quebrando o pesco�o. Agora, onde n�s est�vamos?

N�s est�vamos falando da Nancy.

Oh, sim. Voc� sabe que Nancy tem a m�e mais maravilhosa do mundo?

Sr. Berten.

Eu nunca vou parar de agradec�-la por ter feito n�s dois nos encontrar.

- Voc� entendeu o que eu estou dizendo? - Se n�o fosse por Nancy...

...n�s nunca ter�amos nos conhecido.

Vamos fazer um brinde.

Para n�s tr�s, que venham tempos felizes.

Que venham...? Bem, eu nunca... Realmente, eu nunca...

Sr. Berten, venha r�pido. Sua casa est� pegando fogo.

- Obrigado, George. - Voc� est� melhor agora?

- � uma casa muito pequena. - Mas esse fogo � grande.

Me desculpe por isso. Com licen�a um minuto.

- A casa foi uma boa ideia, n�o? - N�o.

- N�o? - N�o.

Aqui. Talvez isso apague o fogo.

Agora, George, por favor, sem mais interrup��es.

- Eu quero ficar sozinho. - Eu acho que voc� conseguiu o que quer.

Pai? Pai? Pai, o que, por Deus, voc� est� fazendo?

Eu estava apenas praticando no caso de eu me deparar com o seu amigo Berten.

- Isso ser� tudo, Alfredo. - Se voc� perdoa a express�o, senhor...

- Voc� � um ot�rio para uma cruzada de direita. - Oh, s�rio? Bem, eu...

Bem, boa noite. Seria melhor que voc� fosse para a cama.

Obrigado, senhor. Boa noite, madame.

- Boa noite, Alfredo. - Boa noite.

- voc� n�o foi um pouquinho melodram�tico? - Bom, eu n�o vou arriscar. Eu...

- Bem, como foi? - N�s n�o resolvemos nada.

Voc� estava certo, voc� deveria ter vindo comigo.

- Como � esse cara? - Ele � maravilhoso.

- O que? - Quero dizer, ele � terr�vel.

Perigosamente atraente e cheio de charme.

N�o tenho d�vida que a crian�a perdeu cabe�a, qualquer mulher poderia se apaixonar por ele.

- N�o me diga? - Sim. Como Nancy est� se sentindo?

Oh, sob essas circunst�ncias ela est� se sentindo bem.

� muito estranho.

Eu nunca pensaria que ele era algum tipo de...

Eu acho que n�o sei muito sobre homens.

Bem, nunca � tarde para aprender, � o que eu sempre digo.

- Boa noite, querida. - Boa noite.

� melhor voc� esperar.

- Bom dia, senhor - Bom dia.

- A senhorita Elliott est�? - Eu vou ver, senhor.

O seu nome, por favor? Berten. Paul Berten.

Sr. Berten est� aqui, senhor.

Voc� n�o me conhece, mas meu nome � Paul..

- Bravo, senhor. Muito bem - Vov�.

Oh, Paul, voc� est� bem?

- Yeah, sim. - Como voc� p�de?

- Quem � aquele? - Meu av�.

Voc�s deveriam deix�-lo corre solto por a�?

Voc� n�o teve o direito de fazer isto. Eu n�o sou mais uma crian�a.

- Ela n�o � mais uma crian�a. - Eu sou uma mulher crescida.

- Ela � uma mulher crescida. - Eu tenho o direito de escolher meu pr�prio homem.

- Isso machuca muito? - N�o, �...

Oh, meu pobrezinho. Eu vou pegar meu kit de primeiros socorros.

N�o se atreva a tocar nele at� que eu volte.

Um pouco mais alto com a esquerda, senhor.

- Eu coloco isso em um vaso, senhor. - Obrigado.

Sente-se, filho.

� melhor voc� e eu termos uma conversa.

Diga, me diga uma coisa, voc� vai dir�?

H� alguma loucura nesta fam�lia?

N�o, n�o que eu saiba.

- E na sua? - Eu n�o estou t�o seguro mais.

At� semana passada, eu era um pac�fico e feliz cidad�o.

Ent�o eu conheci Nancy e pare�o ter me tornado um saco de pancadas.

- Agora, eu n�o tenho a menor no��o por que. - Voc� conheceu Nancy aonde?

Na semana passada, no barco.

- � uma coisa muito estranha, mas... - Espere um minuto. Agora, ela...

- Voc� nunca a viu antes? - Quem?

- Nancy. - Claro que n�o.

Onde voc� quer chegar?

- Espere, voc� n�o est� pensando que eu sou o �nico... - Bem, agora, eu...

- Ela parece muito ansiosa para se casar com voc�. - Oh, n�o.

Olhe aqui, quando foi que ela te disse que ela vai ter� o...?

Bem, ela n�o me disse exatamente.

Ela estava falando para ela mesma no deque do barco.

O que ela disse?

Alguma coisa sobre um cara fugindo...

...mas que ela estava indo ter um beb�.

Agora espere um pouco. "E ela nunca vai amar de novo.�

- Mas isso n�o importa. - "E a vida acabou."

- Diga, como voc� sabe? - Bem, veja.

"Ele vai fugir com ela. Ela nunca poder� segur�-lo.

Eu estou feliz que vou ter o beb�. " E voc� pensou isso...?

Desculpe, mas n�s todos pensamos...

� por isso que a m�e dela quis me ver. N�o me admira que ela corresse de mim.

Voc� me desculpar�? Tem outro mist�rio que eu tenho que resolver.

- Sobre Frances? - Sim... N�o, por aqui, est� Nancy 2 a 1.

Aqui, garoto, pegue um cigarro. N�o, n�o, aqui, aqui, pegue dois cigarros.

Entre.

- Oh, ol�, pai. - Ol�, querida.

- Paul est� aqui. - Oh, s�rio?

Eu acho que n�o posso encar�-lo. Voc� fala com ele, pai.

Bem, Well, como mat�ria de fato, n�s tivemos uma boa conversa.

- Ele � um cara maravilhoso, n�o �. - Ele � o que?

Oh, eu acho que voc� estava certa sobre ele. Ele... qualquer garota seria sortuda de ficar com ele.

- Pai, depois do que ele fez? - O que ele fez?

- Ele se comportou como um cavalheiro. - Cavalheiro?

Enquanto o resto de n�s nos fizemos de idiotas a n�s mesmos.

- Sobre o que voc� est� falando? - Eu vou te contar sobre o que eu estou falando.

- Paul conheceu Nancy somente na semana passada. - O que?

- E ela n�o vai ter um beb�. - Mas Nancy praticamente admitiu isso.

Ela n�o admitiu nada disso.

O que aconteceu foi que Paul ouviu ela ensaiando algumas falas da pe�a.

A pe�a a qual ela veio aqui para ensaiar. Aquela sobre o mar das ilhas do sul.

A situa��o na pe�a � como a situa��o da sua pe�a.

Ela est� esperando um beb�.

Ela e esse cara s�o capturados por ca�adores de cabe�as...

...e eles todos ser�o fervidos no �leo.

Oh, querido, eu deveria ser fervida no �leo.

Sabe, sinto como se tivesse fervido a mim mesma. Vamos l�, vamos para baixo.

Abrace-me

Meu doce abra��vel

Abrace-me

Voc� � insubstitu�vel

Apenas um olhar para voc�

Meu cora��o ficou embriagado em mim

Voc� e voc� s�

Traz a cigana para fora de mim

Eu amo tudo

Os muitos encantos

De voc�

Acima de tudo

Eu quero meus bra�os

Sobre voc�

N�o seja travesso

Venha para a mam�e

Venha para a mam�e

Meu doce

Abra��vel

Voc�

Meu doce

Abra��vel

Voc�

- Est� �timo. - Oh, obrigada.

- Ol�. - Ol�, Sr. Berten.

- � bom te ver de novo. - � bom te ver de novo.

- Voc� ainda quer ver o Rio? - Estou morrendo de vontade.

Eu fico pronta em um minuto. E Paul � um guia maravilhoso.

Ningu�m pode te mostrar o Rio como ele.

Bem, talvez seja melhor n�o ir.

Oh, por favor, venha. Eu quero voc� comece a se acostumar com ele.

- Ela n�o atrapalhar�, n�o �, Paul? - N�o. N�o.

- Tudo bem. Eu vou. - Bom, n�s todos vamos.

- �timo. - Vamos, querida. Vamos nos aprontar.

- Voc� gosta dele? - Oh, muito.

Voc� far� dele um grande genro.

Olhe, n�s estamos quase no topo da montanha.

Oh, Deus.

Oh, Paul.

Eu me pergunto do que eles est�o rindo.

Oh, Paul.

- Eu me pergunto do que eles est�o rindo. - Eu n�o sei.

Tem sido uma linda semana, n�o tem?

Sonhadora. - Eu acho que vou tomar um pouco de bicabornato.

Se divertindo esta noite, huh, pai?

Digamos que a mula do Rio deu um chute nele.

- N�o foi uma noite celestial, querida? - Sim, querida.

- Ele n�o dan�a divinamente? - Sim, querida.

M�e, o Rio n�o seria um lugar bastante rom�ntico para uma lua de mel?

Sim, eu acho que seria maravilhoso.

Lua de mel de quem?

De Paul e eu.

Nancy, voc� n�o fala s�rio sobre casar com Paul.

Por que, certamente que falo. Ele � s�rio. Ele me prop�s.

Mas isso � rid�culo.

Que homem proporia para mim?

Oh, m�e, voc� est� ultrapassada.

Voc� n�o parece ter percebido, mas eu cresci.

S�rio?

Bem, de acordo com os calend�rios modernos, jovenzinha, voc� ainda tem 17 anos.

Bem, eu n�o tenho realmente 17.

Voc� sabe, eu sempre fui mais velha.

Paul Berten � muito mais velho que voc�, Nancy.

Ele n�o pensa que seja tanto.

E o Scotty?

Oh, Scotty � um garoto doce, mas ele poderia ser meu filho.

Bem, talvez voc� e Paul, pudessem adot�-lo.

E sei que Paul e eu seremos muito felizes, m�e...

N�s amamos muito um ao outro. Oh, � diferente com voc�.

Voc� se casou com o teatro e n�o precisa de mais ningu�m.

- Mas eu n�o sou casada... - N�o se preocupe, querida.

Paul sabe o que ele est� fazendo.

Eu deixarei que voc� saiba assim que n�s fizermos nossos planos de casamento.

Obrigada.

- Boa noite, m�e. - Boa noite, Nancy.

- Bom dia, senhor. - Bom dia.

- Ol�. - Oh, ol�.

Eu estava apenas observando a vista.

Hey, estas novas roupas de banho elas s�o bastante...

Sim, senhor. Sim.

Alfredo, voc� levaria isto para a senhorita Elliott para mim?

- Certamente. - Alfredo, ela est� na biblioteca.

- Sim. - E estes para a senhorita Nancy.

- Ela est� em algum lugar do jardim. - Venha.

- Quase pronta? - Quase.

- Como eu estou? - Oh, Eu gosto deste vestido.

Oh, eu espero que Paul goste dele Esta � a noite mais importante da minha vida.

Oh, o carnaval est� come�ando.

Vamos garotas. Paul est� aqui. N�o vamos deix�-lo esperando.

Minha palavra, as duas garotas mais bonitas do mundo.

Quando voc� est� l� fora na rua, No calor tropical

Voc� se apaixona por uma can��o com uma maravilhosa batida

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Ela tem um tipo de atra��o Que faz sua cabe�a rodar

E que sensa��o maravilhosa � a que voc� sente

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Seu cora��o bater� como um bongo Assim como est� batendo o meu

O calor do sol Pode ser 38�C

Mas voc� vai fazer parecer 42�C

E ainda h� muito mais do que isso E eu vou apostar com voc�

Que voc� pode at� fazer as malas e ir Mas nunca vai se esquecer

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

A� vem esse vendedor Manuel Ele tem sombrinhas para poder vender

E todo mundo se diverte Quando ouvem o grito engra�ado do Manuel

Uma sombrinha verde

Uma sombrinha azul

Uma sombrinha vermelha

Muitas m�scaras e muitos tipos Bolinhas e listras amarelas

Ajuda a mant�-lo em seus p�s E protegem do calor tropical

Todo mundo tem um, tem um, tem um

Todo mundo tem uma, tem uma, tem uma

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

Ka-ka-krum-pa-pa Tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-tiki-ta

O calor do sol Pode ser 38�C

Mas ela vai fazer parecer 42�C

E ainda h� muito mais do que isso E eu vou apostar com voc�

Que voc� pode at� fazer as malas e ir Mas nunca vai se esquecer

Pa-pa-tik-tik-ta Tik-tik-tik-tik-tik-ta

Ka-ka-krum-pa-pa Tik-tik-tik-tik-tik-ta

Tik-tik-tum, tik-tik-tum A -riki-tik-tik-tum, tik-tik-tum

- Vamos dan�ar? - Oh, eu adoraria.

� minha vez agora.

- Av�. Vov�, eu gostaria de dan�ar. - V� em frente, minha querida.

- Com voc�, bobo. - Mas eu n�o dan�o como esses modernos.

- Vamos l�, eu vou te ensinar. - N�o v� embora.

- Eu tenho que falar com voc� sozinho. - Tudo bem.

N�o aqui. Vamos sair para o terra�o.

Eu me pergunto onde Paul est�.

N�o ligue para o Paul. Preste aten��o no seu av�.

- H� uma lua cheia l� fora esta noite. - Sim, e a lua cheia n�o importa tamb�m.

Esta � uma cidade maravilhosamente excitante. - Eu te disse que voc� gostaria.

Sobre o que voc� queria me falar?

Frances...

O fato em quest�o � que eu preciso da sua ajuda.

Sim, Paul?

Nancy � uma garota maravilhosa.

Eu percebo o qu�o pr�ximas voc� e ela s�o...

...e eu n�o faria nada no mundo para estragar isso.

Voc� acredita em mim, n�o �?

Sim.

Bem, eu temo que eu n�o esteja fazendo isso bem...

...mas, Frances, eu...

Eu quero que voc� entenda que eu acho seria muito bom para a Nancy.

Ela poderia usar um pai.

Um pai?

Frances, eu estou tentando te dizer que eu te amo.

Oh, Paul.

- Voc� quer se casar comigo? - Sim.

Paul, eu n�o posso me casar com voc�.

- H� outra pessoa? - Nancy. Eu n�o poderia fazer isso com ela.

- Ela est� apaixonada por voc� tamb�m. - Isso � rid�culo. Ela s� acha que est�.

- Mas voc� a pediu em casamento. - � a imagina��o dela.

- Frances, voc� me ama? - Sim, eu amo.

Mas eu n�o posso machucar Nan.

Eu sei disso.

Mas suponhamos que eu poderia provar para voc� que Nancy n�o est� apaixonada por mim...

- ... voc� se casaria comigo? - Claro que sim.

Tudo bem, ent�o. eu provarei isso para voc�.

Damas e cavalheiros, n�s temos uma grande surpresa para voc�s.

A senhorita Nancy Barklay dos Estados Unidos, vai cantar uma can��o ador�vel para n�s.

Oh, vamos, Paul.

- Aquilo foi lindo. - Eu estou feliz que tenha gostado.

- Aquilo foi ador�vel. - Obrigada, Paul.

- Eu tenho que conversar com voc�. - Sim, eu tenho que falar com voc�.

- Voc� nos d� licen�a, m�e? - Sim, querida.

Eu tenho algo muito importante para te dizer, Nancy.

Oh, voc� tem? Eu estou t�o feliz que tenha lua cheia esta noite.

� t�o rom�ntico.

A lua n�o tem nada a ver com o que eu vou te dizer.

Oh, mas ajuda muito, n�o �?

Nancy, eu quero que voc� finja que est� chovendo.

Certo, querido, est� chovendo.

N�o, n�o, n�o. Eu quero dizer...

- Olhe, as coisas n�o podem acontecer desta maneira. - Claro que elas podem, querido.

Aquela noite no navio, quando eu te propus casamento...

- Eu quero dizer, quando voc� pensou que eu... - Bem, voc� era jovem e tolo.

- Mas agora eu sei o que eu quero. - Voc� n�o pode estar apaixonada por mim.

� disso que voc� estava com medo, querido?

- Por que, claro que eu estou apaixonada por voc�. - Nancy, olhe para mim.

- Oh, voc� est� maravilhoso. - Olhe melhor para mim.

Por que, eu poderia ser seu pai.

Oh, meu pai. Seu garoto bobo.

Nancy.

Paul est� certo.

Ele n�o quer machucar voc� querida, e voc� n�o deve machucar a si mesma.

O que voc� sente agora � algo que todas as garotas v�o passar.

� parte do crescimento.

Por que, quando eu tinha 15 anos eu era louca por um acrobata.

Quando eu tinha 16, eu queria me casar com um mergulhador.

E quando voc� tinha 17, se casou com o papai.

Sim, eu sei. Mas era diferente.

Seu pai era apenas dois anos mais velho que eu.

Eu sei como voc� se sente em rela��o a Paul, querida, mas n�o � amor.

Isso ainda est� muito recente. Mas algum dia voc� vai rir de tudo isso.

E quando voc� encontrar o seu Paul, algu�m da sua idade...

...voc� ser� a garota mais feliz do mundo.

Ent�o � isso. Voc� quer tir�-lo de mim.

- Nancy. - Como voc� pode?

As duas pessoas que eu mais amo me traindo pelas minhas costas.

Eu ofereci a voc� o cora��o de uma mulher...

...e voc� o tratou como um brinquedo.

Voc� tirou um bonito sonho, feito da can��o da luz das estrelas...

...e o transformou em algo pobre, s�rdido...

- Escapada. - Escapada.

Bem, eu n�o quero te segurar.

Voc� est� livre para ir, livre para me esquecer.

Tudo o que eu pe�o � o manto quente e misericordioso da solid�o.

Eu terminei com os homens e toda a sua hipocrisia.

Esta � a despedida. Despedida para os dois.

- Ela n�o foi maravilhosa? - Maravilhosa? � melhor voc� ir atr�s dela.

Por que, � a grande cena do meu terceiro ato.

Paul, ela seria maravilhosa como Emily. Eu vou enviar um telegrama para Barret agora.

Senhorita Elliott... Eu quero dizer, Senhora. Berten, voc� est� atrasada.

Sim, eu sei. Vamos l�, querido.

Me desculpe, n�s estamos atrasados mas nos tivemos um problema no carro e...

H� um espet�culo acontecendo, voc� sabe. O finale.

Sim, vamos l�.

O amor � assim

Por mais estranho que pare�a

No momento que voc� beija

Seu criador de sonhos

Um lindo mundo de amor se desdobrar�

O velho luar vai se transformar em ouro

Com um beijinho

Pois o amor � assim

Voc� flutua

Na luz da lanterna m�gica do c�u

Um jeito

Onde certamente voc� ir�

Chegar ao topo de uma emo��o

Nas asas de um suspiro

Todos os seus sistemas

Perdidos no azul

V�o se transformar em sonhos

Do tipo que se tornam realidade

E quando voc� sentir o glorioso brilho Em algu�m dizendo al�

Ent�o, seu cora��o vai saber O significado da felicidade

Pois o amor � assim

Todos os seus sistemas Ah-ah-ah

Perdidos no azul Ah-ah-ah-ah

V�o se transformar em sonhos Ah-ah-ah-ah

Do tipo que se tornam realidade Ah-ah-ah

E quando voc� sentir o glorioso brilho

Em algu�m dizendo al�

Ent�o, seu cora��o vai saber

- O significado da felicidade - O significado da felicidade

Pois o amor � assim

Assim

[Tradu��o: Guilherme F.] www.makingoff.org

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