Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
AMOR DE UM ESPI�O (1939)
Voc� deu aqueles pulos por que queria ou ela estava descontrolada?
Quais pulos?
Para quem est� se mostrando, caro Blake?
- Foi tudo para voc�, Carolyn. - Tem certeza de que n�o foi
por causa da sua amiga ianque de Boston?
Bem, voc� sabe como sou.
N�o consigo deixar de encantar as damas.
Nem consegue resistir ao encanto delas.
Adiante!
- Estou com voc�. - Por enquanto.
Ei, encoste ali.
Qual � o problema?
Encoste naquela �rvore. Est� se soltando.
- Blake, o que houve? - Sua sela.
Ela est� se soltando e logo sairia voando.
S�rio? Obrigada.
Acho que eu estava errado.
Sim, foi um truque, mas tinha que encontr�-la sozinha e...
Esse � o solo mais macio na propriedade.
- E a ca�ada? - A raposa n�o sentir� nossa falta.
N�o suponho que nem uma dama ianque gostaria de..
N�o, obrigado.
N�o? Isso mesmo, dama ianque.
Bem, o que fa�o?
Fico aqui parada enquanto recupera sua sa�de?
Est� tentando me reformar, Susan?
Bem, voc� poderia mudar um pouco, n�o?
Acha que a tia Amanda te trouxe aqui para eu me apaixonar por voc�?
Receio que n�o. A tia Amanda n�o te aprova.
Acho que sabe disso.
Ent�o, quem sugeriu que viesse nos visitar?
Bem, est�vamos a caminho de Cumberland...
Sim, eu sei. Voc�s tem algum tipo de neg�cio l�.
Sim, � isso. E...
Bem, ouvi falar de voc�... Quero dizer, sobre a mans�o Cantrell
e como era ador�vel. N�s paramos aqui
e voc�s foram t�o gentis...
Digo sobre nos pedir para ficar por um tempo.
Foi um bom jeito de interromper a viagem...
E partir meu cora��o?
Sou uma pessoa direta, Blake Cantrell.
O que est� tentando me dizer?
Susan...
Certo, Sr. Cantrell. Saia da minha terra.
Eu te avisei sobre isso.
Sua ca�ada invadiu minha planta��o de tabaco e perdi dois acres.
Sinto muito, Wyatt, mas voc� � bem pago.
Sou pago?
Com o que?
Sim. Vamos, Susan.
O Sr. Wyatt est� dentro dos seus direitos.
Al�m do mais, est� na hora do caf� da manh�.
Quando tomam caf� da manh� neste lugar?
O sol est� quase se pondo.
Assim que o Sr. Blake voltar da ca�ada.
Suponho que terei que esperar que cozinhem a raposa?
N�o, n�o, n�o.
O Sr. Blake n�o come raposa, Sra. Amanda.
Por que n�o?
A� est�o eles, Sra. Amanda.
Bem, estava na hora de algu�m chegar.
Na pr�xima vez que vier a uma dessas ca�adas,
trarei meu almo�o.
Blake, nunca te vi abandonando uma ca�a antes.
Talvez esteja apenas come�ando uma.
Esse � o tamanho certo, tia Amanda?
O que est� tentando fazer, Blake? Mat�-la?
Nossa. Isso � grande demais.
- Me desculpe. - N�o tem problema.
Deve ser pesado como chumbo.
Se importa?
Agora, o que posso fazer por voc�, Susan?
Meu jovem, voc� precisa sentar nesse sof�?
Oh, me desculpe, tia Amanda. Estou te apertando?
Est� tudo bem, mas viajar 450 milhas de dilig�ncia
me deixou um pouco sens�vel na parte traseira.
Voc� devia vir de Boston de trem e n�o de dilig�ncia.
Trem? Aquela � a inven��o do diabo.
- Eles n�o s�o seguros. - Mas � o jeito moderno de viajar.
Bem, eu nunca farei isso.
Carregando pessoas naquela chaleira com rodas.
- E se sa�rem dos trilhos? - Marque minhas palavras.
Isso � tudo um esquema. Logo entrar� em colapso.
Mas esses trens correm, tia Amanda.
Assim como um c�o de ca�a, mas n�o sopra fuma�a no seu rosto.
- Com licen�a. - Ol�, Allan.
- Posso falar com voc�, Blake? - Sim, � claro.
Com licen�a.
Com licen�a.
Esta agindo agora como meu advogado ou meu amigo?
Como os dois.
Seu amigo diz para adiarmos at� o �ltimo minuto.
E meu advogado diz para come�armos.
Sim, acho melhor come�armos.
Senhoras e senhores.
Senhoras e senhores, voc�s podem pensar
que foram convidados hoje s� para se divertirem,
mas n�o foram.
Pedi para cavalgarem comigo por que queria que me acompanhassem
na �ltima ca�ada da mans�o Cantrell.
Eu me diverti. Espero que voc�s tamb�m.
Mas podem ter reparado que n�o reuni apenas a nata
do condado de Baltimore, como...
O que � muito mais importante, os mais ricos do Condado de Baltimore.
Meus amigos, a mans�o Cantrell ser� vendida hoje para o maior lance.
Estamos prestes a leiloar tudo que veem.
Ent�o, se sa�rem, voc�s poder�o comprar tudo que tenho.
E lembrem-se, cada lance ajudar� um rapaz �rf�o.
Acho que nos trazer aqui para nos vender algo � de muito mal gosto.
Blake.
� isso que o Sr. Wyatt quis dizer esta manh�,
quando perguntou com que seria pago.
$145, dou-lhe tr�s. Vendido para o Whinnigan.
Vamos, se apresse. Suba aqui.
Vamos. Se apresse.
Vamos.
Um escravo caseiro, 52 anos sem nenhuma doen�a.
Quanto oferecem, cavalheiros? Deem um lance.
- $1.000 d�lares. - $1.500 d�lares?
- Um minuto. - Quem d� mais?
S� um minuto.
Pensei ter mandado n�o separarem nenhuma fam�lia.
O que est� fazendo? Voc� n�o pode vender
- uma fam�lia toda? - Sim, eu posso.
Violet, venha c�. Traga as crian�as com voc�.
Aqui em cima.
Tia, acho que irei para o meu quarto.
Se vend�-los separados, voc� ganhar� mais.
Sim, Sr. Cantrell.
Vender fam�lias todas misturar� o bom com o ruim.
- Voc� praticamente os dar�. - N�o separaremos as fam�lias.
- L� se vai seu leil�o. - Tudo bem, l� se vai.
Uma fam�lia de escravos caseiros. Eles ir�o todos juntos.
� uma boa fam�lia.
Tudo bem. Tudo bem.
Bem, qual � o lance?
Uma fam�lia saud�vel de 2 adultos e 6 crian�as.
Quer que lhe traga um lanche antes de ir se deitar, Sr. Blake?
N�o, obrigado. V� se deitar, voc� teve um dia duro.
- Sr. Blake... - Eu disse para ir se deitar.
Mas tenho algo dentro de mim.
Isso est� me incomodando.
Voc� n�o precisa se sentir assim.
O Sr. e a Sra. Talbot ser�o bons com voc� e sua fam�lia.
- Voc�s estar�o todos juntos. - Mas, Sr. Blake...
Eu n�o criei minha fam�lia, Violet fez isso.
Voc� foi a fam�lia que eu criei.
E n�s somos a fam�lia que quero manter junta.
Tamb�m sentirei sua falta.
Mas n�o posso evitar.
N�o estou te culpando, Sr. Blake.
Por que sei que foram os tempos ruins.
S� estou dizendo que me despedir �...
�...
V� se deitar. Est� tarde.
D�-me a vela.
Voc� vai passar a noite se preocupando, Sr. Blake?
N�o, eu n�o farei isso.
Posso terminar meu cachimbo, n�o posso?
- N�o posso? - Sim, senhor.
Tudo bem.
S� nos despediremos amanh�.
- Boa noite, Enoch. - Boa noite, Sr. Blake.
E espero que o amanh� nunca, nunca, nunca chegue.
Ol�.
Son�mbula?
Imaginei que gostaria de falar com algu�m.
Algu�m n�o. Voc� sabe disso.
Que vozes doces e tristes.
Blake, voc� n�o poderia libert�-los, poderia?
N�o, eu tive que vend�-los.
Os vendi para que algu�m pudesse aliment�-los e cuidar deles.
- como meus cavalos. - Mas eles s�o seres humanos.
Susan as pessoas vem discutindo isso h� anos.
Talvez isso at� nos leve a uma guerra.
Mas...
N�o temos que estragar esse momento discutindo, temos?
Sabe o que eu queria fazer essa manh� na ca�ada, n�o?
O que eu queria fazer desde que a vi.
Sim.
Blake.
A pequena ador�vel Susan.
Desceu as escadas, sob o luar, quando eu precisava dela.
� real e maravilhoso, n�o? Acho que eu devia saber
que isso aconteceria, ou n�o faria a tia Amanda parar aqui, faria?
Isso mesmo.
Olhe, irei para Cumberland, eu tenho que fazer isso.
E voc� tem que ficar aqui e terminar tudo.
- Ent�o, quando eu voltar... - N�o, Susan.
Voc� sabe mais que isso. Te direi o que far�.
Pense num jeito de mandar a tia Amanda para Cumberland sozinha.
E eu ficar aqui? Mas n�o te entendo.
Acho que tamb�m sou uma pessoa direta.
Talvez at� demais.
Sinto muito, Susan. Acho que esse dia
acabou com meus belos discursos, mas voc� sabe a minha inten��o.
A tia Amanda rir� de mim.
N�o acredito que fui t�o tola.
Bem...
Tudo bem, voc� me entendeu errado.
Sinto muito, Susan. Voc� � uma boa garota.
Sa�de.
Voc� � incr�vel, Blake Cantrell.
Por que n�o?
N�o est� se perguntando sobre o que far� agora?
N�o est� pensando em arrumar um trabalho?
Trabalho? Essa � uma palavra feia.
Pelo amor de Deus.
Seus ancestrais devem estar se revirando em suas covas.
Tudo bem. N�o precisa ser t�o dram�tica.
Voc� s� consegue pensar em sua apar�ncia...
E em conquistar a garota rec�m-chegada a cidade.
Bem, se voc� � um exemplo do cavalheiro sulista...
Sinto mais pelo sul do que por voc�.
S� um instante.
Damas n�o falam com homens assim aqui embaixo.
Elas sabem seu lugar, entendeu?
Ent�o, n�o se preocupe com meus ancestrais
e comigo arrumando trabalho.
Por que nem voc�, nem ningu�m, me dir� o que fazer.
Ent�o, ponha-se no seu lugar.
Estive conferindo tudo, Blake. Est� tudo certo.
Isso te deixar� 850 d�lares para recome�ar.
Bem, isso deve dar para algumas noites interessantes em Baltimore.
E o que vem depois disso? J� pensou em arrumar um trabalho?
N�o comece com isso.
Bem, s� quis dizer que um homem precisa comer.
Voc� deve ter influ�ncia o suficiente para me arrumar uma conex�o
lucrativa e prazerosa.
E onde gostaria dessa conex�o lucrativa e prazerosa?
Bem, h� algo em Cumberland?
Oh, sim.
Conhe�o o coronel Webb, um velho amigo do seu pai.
Chefe de constru��o da ferrovia Baltimore-Ohio.
Posso mandar uma carta para ele.
� melhor escrever. O que tenho a perder?
Ei, jogue outro peda�o de lenha no fogo.
Temos que subir a colina. Des�am e empurrem.
O que est� tentando fazer? Vir�-lo?
Saiam por este lado!
Certo!
Empurrem todos juntos com o motor.
V� em frente. Agora, empurrem.
Acorde, tia Amanda. Olhe, um trem � vapor.
N�o. L�.
Olhem aqueles tolos.
Eles compraram uma passagem para viajar no trem e tiveram que empurra-lo.
Sim, mas...
Se funcionar bem, estaremos falidas.
Nunca far�o um cavalo de ferro funcionar como um de verdade.
- Olhe, �... - Sim, eu vi.
Quem?
O que?
- Fala do Sr. Cantrell, n�o? - Sim.
Por que n�o d� aveia para ele comer? Talvez v� mais r�pido.
Eu te mostrarei. V� se catar!
- V� voc�. - Vamos apostar corrida.
- Voc� n�o devia estar aqui. - Se importa?
N�o posso parar para descer. Estamos apostando corrida.
Condutor!
Posso te derrotar at� de costas.
Ei, espere por mim!
Temos que vencer.
Vencemos. Vencemos.
N�o h� o que comemorar.
Isso deve acabar com esse neg�cio de trem.
FERROVIA OHIO E BALTIMORE
ACAMPAMENTO DE CONSTRU��O CUMBERLAND
Faz quanto tempo que n�o v� o belo capit�o Starkey?
- Como eu saberia? - Est� animada?
Oh, n�o seja tola.
Bem, eu estou.
Depois de todos os contos rom�nticos que me contou.
N�o aja assim.
Quando eu era nova, Starkey era muito bonito.
A� vem a dilig�ncia!
Ora, ora, ora. Ol�, Mandy.
Voc� deve ser a Susan. N�o te vejo desde menina.
Voc� deve ser o audaz capit�o Starkey.
Sim, sou eu mesmo.
- O que est� olhando? - O que aconteceu com voc�?
- Voc� mudou. - O que?
- Qual � o problema comigo? - Olhe para si mesmo.
Bem, voc� tamb�m n�o parece t�o bem.
Ela esquece que se passaram 20 anos, sabe?
Espere no escrit�rio. Eu j� estou indo.
Ei, Pop, leve a bagagem delas ao hotel.
- Vamos partir na hora certa? - A linha Bullet chega na hora certa
e parte na hora certa, parceiro.
Ol�, Starkey. Arnold disse que quer nos ver.
Bem, estou ocupado no momento. Espere no meu escrit�rio.
Irei em 15 minutos.
Ei, amarre bem a cinta desse cavalo.
Quer que ele se solte no meio da viagem?
Venha por aqui, senhoras. Vamos entrar.
Vamos entrar, Susan. Sinta-se em casa.
�...
Me desculpe. Vamos, sente-se.
Vamos, Susan. Aqui est�.
Eu fiquei surpreso em v�-la.
Venho querendo viajar de f�rias,
mas gerenciar essa linha de dilig�ncia para voc�s me manteve muito ocupado.
N�o viemos de f�rias, capit�o Starkey.
Come�aremos um tour de inspe��o.
No �ltimo ano o lucro da linha Bullet vem caindo,
as despesas est�o subindo e viemos descobrir o motivo.
Basta mudar sua apar�ncia e te direi o motivo em uma palavra.
Ferrovia. Voc� viu quando chegou, n�o?
- Aquela coisa n�o durar�. - Eu sei disso,
mas no momento, est� competindo com a gente at� Baltimore.
Os sal�rios dispararam e n�o h� homem para contratar.
Odiaria te dizer o que estou pagando a um homem para conduzir.
Bem, verificaremos tudo nem que leve seis meses.
Ela viajar� por toda a linha?
Bem, essa � a ideia geral, capit�o Starkey.
Oh, senhora. Voc� n�o quer fazer isso.
- Por que est� sendo contr�rio a mim? - Por que � uma tola de cabe�a dura.
Ora, n�o � coisa de dama viajar desta forma.
As estradas est�o cheias de ladr�es e...
Aqueles homens podem te matar pelo jeito que est� vestida.
Ora, voc� parece um corvo no meio de um milharal.
- Tudo pronto, capit�o. - Certo.
Preparou aquele quarto, como eu disse?
� o melhor que tenho na casa, capit�o Starkey.
N�o h� nada bom o suficiente para a fam�lia Griffith.
N�o depois de tudo que a linha Bullet fez por Cumberland.
Oh, certo.
V�o com o Sr. Daniels. Ele � o dono do hotel.
Se lavar seu rosto, talvez se sinta melhor.
Lavar meu rosto n�o mudar� minha ideia.
A linha Bullet � quase toda minha, sabe?
Ent�o, n�o deixe a tia Amanda te incomodar tanto.
Maldi��o. Tenho problemas o suficiente
sem ter que lidar com duas mulheres.
Abra essa janela para o cheiro de perfume sair.
Venha c�.
Quero que diga ao Arnold e Crowder o que voc� viu.
Se sabe o que � bom para voc�, voc� esquecer� esses dois.
Por que?
Esse neg�cio de escravo � coisa ruim.
N�o faz sentido abolicionistas pagarem para libertar escravos que nunca viram.
O dinheiro n�o � seu. Ent�o, cale-se.
N�o � meu dinheiro, mas � minha pele.
Depois da lei dos escravos que aprovaram,
- cedo ou tarde, voc� ser� pego. - Por que?
Arnold tem conduzido as carro�as, n�o n�s.
Sim, eles conduzem mas n�s fornecemos.
- N�o � justo com a companhia. - Justo?
Ei, quem construiu essa linha do nada at� onde est� agora?
Te ouvi mencionando que foi voc�.
Tenho que manter isso vivo at� que a ferrovia quebre.
Tenho que lucrar para aquelas mulheres.
Tente usar esses d�lares no fim de uma corda, balan�ando na brisa,
enquanto a banda toca Oh, Susanah, n�o chores por mim.
Oh, cale-se.
Ent�o, Starkey, tem algo interessante para n�s?
Sim.
Diga a ele o que viu.
O �ltimo bando de escravos que devia ter levado para a Pensilv�nia.
Eram 18. Se lembra?
Sim, e est�o curtindo a liberdade no norte.
Vi tr�s deles e n�o estavam curtindo nenhuma liberdade.
Nem estavam indo para o norte e sim para o sul.
Algu�m os traiu por muito dinheiro.
- Poderia ter sido voc�? - � a primeira vez que ou�o isso.
- O que sabe sobre isso? - Nada, Sr. Arnold.
Nadinha.
� claro que, se os escravos escaparam das nossas m�os,
algum comerciante de escravos como o Morgan, pode t�-los pego.
Morgan? Tudo que ou�o � Morgan.
- Por que nunca o viram? - Bem, se um homem
trabalha roubando escravos para vend�-los ilegalmente
e os mata quando n�o consegue vend�-los.
e com um pre�o de 10.000 d�lares pela sua cabe�a
voc� n�o pode esperar que saia usando uma placa dizendo:
Eu sou o Morgan.
Bem, com ou sem Morgan, n�o serei acusado de assassinato.
E se pegar algu�m vendendo ou matando escravos,
eu farei algo sobre isso. Ouviu?
Isso � justo. E a pr�xima miss�o?
Mande seus homens que as carro�as estar�o prontas.
Algumas pessoas procuram ser enforcadas.
Pode se calar?
"Esta apresentar� Blake, filho do seu amigo Stephen Cantrell,
voc� notar� muitas semelhan�as entre ele e o pai."
Esse � o novo trem?
- Muito bonito. - Interessado na ferrovia?
Sim, desde que vim na sua nova linha.
- Um tanto inconsistente, n�o? - N�o por muito tempo.
- Logo ser� o maior neg�cio no pa�s. - S�rio?
Estamos sendo atrasados nesta se��o por uma linha de dilig�ncia.
Um homem chamado Starkey usa as terras que queremos
para os nosso trilhos.
Allan me escreveu dizendo que procura uma oportunidade.
Sim, senhor. Eu procuro.
Sabe algo sobre vistoria, engenharia?
N�o, receio n�o saber nada sobre isso.
- Minera��o? - N�o.
Tem...
Alguma experi�ncia no com�rcio?
N�o.
- J� lidou com um homem? - N�o, mas eu poderia.
Poderia, hein?
� melhor me deixar dar uma olhada para ver se acho algo para voc�.
Obrigado, coronel Webb. Foi um prazer v�-lo.
Ei, espere um pouco.
- Eu tenho. - O que senhor?
Um trabalho para voc�. Sente-se.
Obrigado.
Estava falando sobre o Starkey e sua linha de dilig�ncia.
Sim.
Bem, voc� deve ter ouvido que est�o traficando escravos fugitivos.
- Sim, eu li algo sobre isso. - Isso � feito por um bando
de ladr�es organizados. O l�der se chama Morgan.
Ele � muito esperto e perigoso.
Acho que o governo devia fazer algo sobre isso.
Eles est�o tentando, assim como eu.
A B & O tem um departamento de intelig�ncia.
Se os escravos est�o fugindo,
a carro�a de algu�m est� transportando eles...
Agora, quem tem as carro�as para esse tipo de trabalho?
- Eu n�o sei. - Starkey.
E quando conseguirmos a prova,
Starkey nos vender� o direito de passagem que queremos.
- Ou perder� sua franquia. - Entendi.
Voc� est� fazendo isso pelo B & O.
Em parte, e por raz�es patri�ticas tamb�m.
Quero ver a gangue do Morgan destru�da.
Isso � muito interessante, senhor, mas onde eu entro?
Aqui.
O que acha de se juntar ao nosso servi�o de intelig�ncia?
Est� falando sobre eu ser um detetive?
N�o. Receio que n�o.
Bem, nesse caso, acho que s� sobrou
ir para Independence, Missouri, e o Kit Carson te dar� um trabalho
na trilha de Santa F�, conduzindo mulas.
N�o acredito ter o esp�rito pioneiro.
Obrigado pelo seu tempo. Boa tarde.
Boa tarde, Sr. Cantrell.
- Conhaque, por favor. - J� trago.
- Quer uma dose? - Obrigado.
Quem � o todo poderoso por aqui? O homem mais influente na cidade?
J� ouviu falar do capit�o Boss Starkey?
Starkey?
Eu coloquei o cavalo no celeiro e o esqueci.
Ouvi falar dele.
Entrei no celeiro uma manh� e havia um potro parado.
Naquele momento eu soube que havia comprado uma f�mea.
Essa foi boa, Starkey.
- Voc� � o capit�o Boss Starkey? - Sim, sou eu.
- Me chamo Blake Cantrell. - Como vai?
Voc� � o gerente da linha de dilig�ncia Bullet.
- Sim, eu sou o chefe. - Bem...
Talvez possa me dar uma informa��o.
N�o sou nenhuma central de informa��o.
Ou�a.
Quando um cavalheiro fala com voc�,
voc� deve ser cavalheiro o suficiente para ouvi-lo.
Ei, senhor. Tenho uma mensagem para voc�.
N�o fa�a isso com ele. N�o � saud�vel.
Aquele � o Starkey. Capit�o Starkey.
Entendi. Sinto muito.
Agora, seja gentil. Fa�a sil�ncio.
- O jogo � aberto, cavalheiros? - Claro, pode sentar.
Obrigado.
- As brancas valem 1 d�lar. - Certo, d�-me 100 d�lares.
D� as cartas.
Aposto 50 d�lares.
� uma pena. Melhor sorte na pr�xima vez.
Mais 100 d�lares?
N�o, d�-me 75 d�lares. � tudo que tenho.
Certo. Aposto 20 d�lares.
- Estou fora. - Eu tamb�m.
- Eu pago. - Passo.
- Cartas? - Tr�s.
Bem, obrigado, cavalheiros.
Briga! Briga!
Eu disse a voc�s, vigaristas para sa�rem da cidade.
- Agora, voc�s vir�o conosco. - Espere um pouco, xerife.
Espere um pouco. Espere um pouco.
Aqueles homens n�o s�o culpados.
Ele estava dando de baixo. Ele estava trapaceando.
- Eu estava trapaceando? - � claro que estava.
Todos estavam te vigiando.
Prendam-no! Levem-no daqui.
N�o me manter�o aqui por 200 dias.
200 dias, hein?
Voc� sair� muito antes disso.
O que disse?
Voc� sair�. N�o demorar� muito.
Eles n�o me aceitariam, mas gostar�o de voc�.
Do que est� falando?
Voc� quer sair, n�o? � disso que estou falando.
- Ainda est� aqui? - Sim.
Sa� na segunda, mas estou de volta.
Abra sua boca.
- Abra voc�. - Fique quieto.
O capit�o Starkey pagou sua multa.
Acho que poderia, ao menos, ser respeitoso com ele.
Voc� pagou minha multa? Por que?
Voc� trabalhar� para a Companhia de Transporte Bullet.
E ficar� livre em 3 meses. � melhor que quebrar pedras.
N�o quebrarei pedras, nem trabalharei para a Companhia de Transporte Bullet.
Voc� ouviu o que xerife disse. Acabo de comprar sua senten�a.
Xerife, o dono da linha Bullet est� em Cumberland?
- Sim, eu... - Ent�o exijo v�-lo imediatamente.
- Sabe quem �? - N�o, mas quem quer que seja,
ser� um homem de boa cria��o.
Espero. Ao menos, saber� quem sou.
N�o sou um homem qualquer e se minha multa foi paga
pela linha Bullet, tenho certeza de que o dono aceitar�
minha nota pelo valor pago. E insisto em v�-lo imediatamente.
Ningu�m vir� falar com voc� sobre nenhuma nota.
Voc� est� preso por agress�o.
E se continuar falando, estarei aqui por assassinato.
Assassinato, hein? Isso me deu uma ideia.
Espere um pouco, Starkey. Espere um pouco.
Uma outra hora, Starkey.
N�o gostei disso.
Ele n�o � do tipo que geralmente pegamos.
- Ah, o que te importa o que ele �? - Por que n�o me importaria?
Ele exigiu ver a dona, ele fala sobre cria��o.
Ele pode ser um daqueles aristocratas.
N�o posso ter problema com a elei��o chegando.
Bem, voc� n�o ser� eleito de qualquer jeito.
Bem, com todos reclamando sobre equalidade,
eu acabarei perdendo. Vou chamar a Sra. Griffith.
Bem, v� cham�-la ent�o.
Sinto muito incomod�-la mas este homem est� dentro
dos seus direitos e tive que vir busc�-la.
Nunca ouvi sobre tal coisa na minha vida.
Prisioneiros trabalhando na linha Bullet.
Aqui est�. � aqui.
- Starkey. - Sim.
� verdade o que disse sobre comprar prisioneiros para trabalhar na linha?
- Claro! - Pode explicar o motivo?
Para alimentar os cavalos, para que eles n�o morram.
Uma dilig�ncia n�o funciona sem cavalos.
Isso � vergonhoso, desumano. Eu n�o aceitarei isso!
Bem, quero v�-la sair para contratar os homens.
- Eles est�o cobrando demais. - N�o me importa o que tenha que pagar.
N�o conseguiremos homens desta forma.
Eu devia saber que num estado que compra e vende seres humanos
como gado...
- Ele � branco ou negro? - Ele � branco, eu acho.
- Onde ele est�? - Por aqui, � s� me seguir, senhorita.
Susan.
S�o minhas amigas. Por favor.
Tia Amanda.
Bem, o que est� havendo aqui?
Est�o reunindo todos os estranhos em Cumberland?
Bem, o �ltimo dos Cantrells. Nossa, voc� parece em casa.
Sinto muito n�o estar na posi��o de oferec�-las ch� e biscoito.
Mas parece que tive problema com alguns jogadores ontem � noite
e me prenderam por isso.
N�o preste aten��o nisso, Srta. Susan.
Ele � s� um jogador vigarista que foi pego roubando.
Um trabalho honesto teria resultados melhores, n�o?
O Sr. Cantrell n�o me engana. N�o mais, ao menos.
Mas, como fui bem recebida na casa dele, eu gostaria de v�-lo liberado.
Mas, Susan, investimos 300 d�lares nesse homem.
- N�o me importo... - N�o h� necessidade.
Mandei chamar o dono da linha Bullet. Tenho certeza de que podemos
fazer um acordo de cavalheiros.
Eu sou a dona da linha Bullet.
- Voc�... - Sim.
- Ent�o, esse era o neg�cio... - Isso mesmo.
- Marque os 300 d�lares como perda... - N�o estou feliz em dev�-la 300 d�lares.
Eu trabalharei, entendeu?
Est� me colocando no meu lugar de mulher de novo?
Nem pensar.
E cumprirei minha parte. Todos ficar�o felizes, n�o acha?
N�o me importo em conduzir suas mulas.
E antes dos meus 3 meses acabarem, arrancarei a pele da maior delas.
- Isso � tudo? - Bem...
Ser� como o Sr. Cantrell desejar, capit�o Starkey.
Certo, capit�o. Tire-me daqui.
Certo, xerife. Solte-o.
Sabe, a Srta. Susan � dona da linha, mas eu a comando.
- Voc� e as mulas, hein? - Isso mesmo.
Mas de agora em diante voc� � uma das mulas.
Claro.
E um desses dias te darei um coice dif�cil de esquecer.
Enquanto isso, v� para o celeiro e comece a trabalhar.
Vamos.
Ele � seu.
Certo, pode ajudar a carregar aquele frete.
Ei, Buff, Davey!
Estou colocando esse imprest�vel para trabalhar para voc�s.
Ou�a-me, capit�o falador.
Se quiser que um homem trabalhe, � melhor falar com educa��o.
Vamos. Ao trabalho.
N�o encoste em mim.
N�o encos... Ora, seu...
Vamos. Levante e lute.
Qual � o problema com ele?
- Por que ele n�o levanta? - Ele n�o consegue.
Traga-me um balde de �gua.
- Mas ele ainda est� tentando. - Ele n�o sabe quando foi derrotado.
Est� certo. Para as carro�as!
Acham que isso � um show?
Jogue-o no fundo daquela carro�a e n�o deixe-o fugir.
Vamos. Peguem-no.
- Por que est� rindo? - Ele te deu trabalho, n�o?
Ele? N�o foi nada.
Por que est� respirando assim?
Abram espa�o para a lei. Abram espa�o para a lei.
Abram espa�o para a lei.
- Quem estava brigando? - Eu.
Vamos. Saiam daqui.
Se espalhem. Essa n�o � uma briga p�blica.
- Aonde estamos? - Na estrada.
Se voc� se sente t�o mal quando aparenta,
voc� deve odiar a vida.
- Tem �gua? - Claro.
FROSTBURG DOIS MESES DEPOIS
Certo, rapazes. Derrubem esta �rvore.
Ei, quem pensa que �? Isso pertence a linha Bullet.
Sinto muito, senhor. Estamos construindo a ferrovia aqui
e a �rvore est� na linha vistoriada. Agora mova sua mula.
Mova voc�. Levei duas horas para traz�-la aqui.
Eu movo.
Vamos! Vamos!
Vamos!
Por que n�o diz a ela sobre sua ferrovia?
Talvez a fa�a mudar de ideia.
N�o fiquem a� parados. Vamos, me ajudem.
Ei, n�o h� nenhuma dilig�ncia a caminho daqui hoje.
Aposto que � a Srta. Griffith, dona da linha.
Voc� n�o acreditaria em como est�o enlouquecendo o Starkey.
Sim, eu acreditaria.
Cuidado.
Voc�s deviam estar em Haggenstown.
- O que fazem aqui? - Passaremos a noite aqui.
Oh, nenhuma mulher j� passou a noite aqui.
N�o h� lugar para voc�s aqui.
Bem, voc� pode colocar outra cama l� dentro.
N�o, ali � onde durmo.
Voc� pode dormir sob uma �rvore. O ar puro te far� bem.
Voc�s n�o querem fazer isso. Ora, voc�s n�o descansariam
com as carro�as chegando e partindo a cada 10 minutos.
E as coisas que ouviriam.
Ora, aqueles homens n�o param de falar profanidades.
N�o nos importar�amos com isso.
N�s j� te ouvimos.
Pelo amor de Deus. Quando terminar esse trabalho,
serei capaz de xingar em ingl�s, irland�s, italiano e portugu�s.
E tudo isso sem sotaque.
Pegue-o!
Um animal deve ter se soltado.
Que nada. Aquilo � um homem.
Enoch!
Ei, o que est� havendo aqui?
Calem-se! Calem-se!
Calem-se todos voc�s. Eu cuidarei disso.
Voc� � o chefe Starkey, n�o?
Sim. O que quer?
- Esse � meu escravo. - Tem o documento para provar isso?
N�o, mas ele � meu. O persegui por dois condados.
Bem, voc� precisa de um documento para provar isso.
Voc� encontrar� um tabeli�o na esta��o de carro�as.
Ele cuidar� disso.
Traga o documento e o darei a voc�.
Blake, coloque-o no celeiro n� 2 e vigie-o para que n�o fuja.
Vamos! Saiam daqui!
Saiam daqui. Vamos.
Venha c�.
Qual � o problema? Por que est� seguindo aquele escravo?
Bem, ele fugiu de n�s.
N�o estaria tentando revend�-lo, estaria?
Tudo bem, cuide disso. Solte-o.
Deixe-o falar com um delegado. Deixe ele contar que fugiu
de uma carro�a da linha Bullet. Veremos o que acontecer� com voc�.
S� estou checando.
V� pegar seu documento e tire-o daqui.
Enoch?
Enoch?
- Enoch, o que faz aqui? - Sr. Blake.
Sr. Blake.
N�o acredito que seja voc�.
- O que aconteceu com voc�, Enoch? - Eu fui sequestrado, Sr. Blake.
Eu e cinco outros homens.
- � aquele homem... - Aquele homem l� fora?
Sim, senhor.
Ele vendeu os outros cinco e tentou me vender,
mas ningu�m quis me comprar por que estou velho demais.
Se n�o conseguir me vender ele me matar�, Sr. Blake.
- Ele me matar�. - Ningu�m te matar�, Enoch.
Voc� ir� para a linha da Pensilv�nia.
N�o se meta nesse tipo de problema, Sr. Blake.
- Davey... - Me mande de volta para o Sr. Talbot.
Davey, sele um cavalo e leve-o para os fundos o mais r�pido poss�vel.
- Escolherei um bom. - S� um instante.
Eles vir�o atr�s dele.
Venha c�. Me ajude a lev�-lo para cima.
- N�o h� ratos l� em cima? - N�o, o gato est� comendo todos eles.
Vamos. Entre a�.
Entre a� depressa.
Para tr�s. Isso a�.
- V� pegar o cavalo depressa. - Sim, senhor.
Onde posso encontrar o escravo que foi trazido aqui h� alguns minutos?
- Ele est� trancado. - Quero falar com ele.
Sinto muito.
Desculpa?
Minhas ordens s�o para n�o deixar ningu�m v�-lo.
Voc� pode desconsiderar essas ordens.
As ordens vieram do capit�o Starkey.
Talvez tenha esquecido que sou dona da Companhia de Transporte Bullet.
Talvez tenha esquecido que o capit�o Starkey a gerencia.
Abra aquela porta.
Ol�, Srta. Susan. Olhando ao redor, hein?
Bem, est�vamos cuidando da declara��o.
Te mostro o lugar assim que tirarmos aquele escravo daqui.
- Aonde ele est�? - L� dentro.
Vamos, Crowder.
Cad� aquele escravo?
- Ele n�o est� l� dentro? - N�o, ele n�o est� l� dentro.
Ele quebrou a janela, fugiu e voc� n�o ouviu nada, hein?
- Eu estava aqui o tempo todo. - � mesmo?
Crowder vasculhe as baias. Eu olharei no meio do feno.
S� um instante, capit�o Starkey.
O escravo foi o que me trouxe aqui. Eu o vi escapar.
- O vi fugindo naquela dire��o. - Quando?
- H� algo de estranho nisso. - Est�o questionando minha palavra?
Voc� ouviu o que ela disse. Ele foi naquela dire��o.
Est� tentando dizer que ele fugiu e voc� n�o ouviu nada?
N�o me lembro de te dizer nada. Quem � voc�?
Sou dono do escravo.
Voc� � dono do escravo.
J� vi muitos donos de planta��es, mas nunca um como voc�.
J� tive o suficiente disso. Seu escravo fugiu.
- Agora saiam daqui. - N�o queremos mais nos meter nisso.
- Se o quer, v� peg�- lo. - O pegarei.
Claro que pegar�. Ele foi naquela dire��o.
N�o me importo com a dire��o. Ele foi para a linha da Pensilv�nia.
V� peg�-lo, ent�o.
N�o sei por que fez isso, mas obrigado pela mentira.
Fico feliz que o tenha libertado.
- Sabe quem ele era? - N�o.
- Era o Enoch. - Enoch?
Seu Enoch?
Ele te alimentava melhor quando foi minha convidada
do que voc� est� me alimentando agora.
- Voc� n�o � meu convidado. - N�o?
Por que n�o diz? Sou seu escravo.
Susan, qual � o problema?
- Estou envergonhada de mim mesma. - Sobre o que?
Sobre o Blake. Acho que foi disciplinado o suficiente.
Isso o est� fazendo bem. Ele parece mais com um homem
do que qualquer Cantrell que eu tenha visto.
- Oh, capit�o Starkey. - Sim?
- H� algo que quero falar com voc�. - Sim?
- � sobre o Blake Cantrell. - O que tem ele?
- Quero que ele seja liberado. - Voc� quer, n�o?
Sim, eu quero.
Tudo bem.
A linha � sua. Voc� faz o que quiser.
Eu n�o me importo...
O que est� fazendo, encrenqueiro?
Estou fazendo as malas. Estou me demitindo.
Ele fala s�rio.
Posso ver pelo olhar no seu rosto.
Est� tudo bem.
Voc� sabe tudo sobre a linha e n�o precisa mais de mim.
Tudo bem. Certo.
Pode parar de fazer a mala... Chefe.
Tudo bem.
Lembre-se de algo e nos daremos muito bem.
Enquanto eu estiver no comando da linha Bullet...
Eu mando.
- Enoch, voc� vai para a Pensilv�nia. - Por que, senhor?
- L� os escravos s�o livres. - Como se chega l�?
Siga reto at� chegar aquele pinheiro grande.
- L� voc� pegar� a trilha. - Sim, senhor.
Siga a trilha at� chegar a uma bifurca��o.
Pegue a estrada � esquerda at� encontrar um olmo duplo.
Sim, senhor.
Mais 5 milhas e est� na Pensilv�nia.
- Lembrar� de tudo? - Sim, senhor.
Pinheiro grande, bifurca��o na estrada, olmo duplo.
Sim, senhor. Est� tudo na minha cabe�a.
Certo. Monte.
- Cantrell? - Starkey.
Vamos. Siga em frente.
- Boa sorte, Enoch. - Cantrell?
Cantrell? Cantrell?
Espere aqui.
Cantrell?
Est� me chamando?
Estava chorando para a mulher, hein?
- Estava? - N�o tente mentir para mim.
Ela queria que eu te deixasse ir, mas n�o funcionou.
Tire esse sorriso do rosto e preste aten��o no que direi.
Te bati tanto uma vez que voc� quase morreu.
Reclame com aquela garota mais uma vez,
e quando eu acabar voc� parar� no cemit�rio.
Tire a m�o desta arma.
Vamos.
Nunca pense em fazer isso quando eu estiver falando com voc�.
Por que voc� poderia estar apontando-a para a minha cabe�a
e eu atiraria no seu cora��o, antes de voc� puxar o gatilho.
- Acha que pode lembrar disso? - Acho que sim.
Senhor.
Senhor.
Davey? Davey?
Me empreste sua navalha, a minha est� cega.
Claro, mas a minha n�o est� muito afiada.
O que far�? Ir� a uma festa?
N�o, vou fazer a barba e lavar a camisa.
Entre.
- Ol�, Susan. - Ol�.
Sinto muito em interromper, mas eu...
- Queria falar com voc�. - Ora, � claro.
Susan.
Pelo amor de Deus.
Bem, eu n�o sabia que t�nhamos companhia.
Ol�, tia Amanda. Sou eu.
Voc�? Um t�pico truque Cantrell.
Surpreendendo uma dama de camisola.
Sinto muito, mas foi voc� me surpreendeu.
N�o sei por que sentiria muito. J� vi damas piores.
Eu tamb�m. Quero dizer...
� claro que viu, tia Amanda.
Ela n�o parece reconhecer um novo Cantrell sem �culos.
� por isso que estou aqui. Esperando que algu�m reconhe�a.
Talvez seja melhor saber que posso ouvir tudo que diz.
Ela ficar� aparecendo como um rel�gio cuco?
Bem, eu n�o sei.
Talvez.
Acho que ela ainda n�o te aprova, Blake.
E voc�, Susan?
O que? Ora...
N�o quer se sentar?
Starkey me disse que o pediu para me liberar.
E estava me perguntando por que fez isso?
Bem, achei que seria infantil de nossa parte seguir brigando.
Apesar de te admirar pela teimosia na cadeia, naquele dia.
E se aquele foi o come�o de um novo Cantrell,
n�o vejo por que ele seguiria pagando pelos erros do antigo.
� o novo Cantrell?
Tenho certeza que sim.
O c�rebro est� mais claro.
O corpo... Bem, isso melhora de qualquer jeito.
E o cora��o...
O que queria te dizer � que trabalharei para pagar minha d�vida.
Blake, voc� tem que trabalhar duro, n�o?
N�o dev�amos todos trabalhar duro?
Tenho certeza de que nossos ancestrais fizeram isso.
E pelo jeito daquela mesa, voc� faz isso.
Oh, voc� mudou mesmo.
C�rebro, corpo e...
N�o, meu cora��o n�o mudou. Exceto que bate mais r�pido.
E desta vez...
Sabe, agora conhe�o meu cora��o.
Toda batida tem uma verdade.
Algumas das verdades que aprendi com voc�.
Blake.
Susan, voc� tem que acreditar. N�o vim dizer ou fazer isso.
N�o estava pensando nisso.. Vim aqui est� noite por que...
- Por que eu estava pensando em voc�. - Sr. Blake.
Sr. Blake? Com licen�a, Sr. Blake,
mas o cavalo voltou. Aquele que seu amigo montou...
Para a Pensilv�nia.
- Tenho que ir, Susan. - O que houve, Blake?
N�o gostei disso. Posso ver pelo seu rosto.
S� pe�o que confie em mim. Pode fazer isso?
De todo o cora��o.
O que aconteceu? N�o ouvi nada que ele disse.
Aconteceu algo com o Enoch, Davey. Irei encontr�-lo.
N�s dois faremos isso, n�o?
Pegue dois cavalos.
L� est� a bifurca��o da velha trilha.
Pelo tempo que o cavalo levou para voltar,
ele deve ter chegado at� aqui.
Vamos seguir em frente.
- Socorro! - Ouviu algo?
N�o.
Socorro! Socorro!
Enoch.
Enoch.
- Voc� foi baleado. - Voc� veio, Sr. Blake.
- O que aconteceu, Enoch? - Eles me pegaram, Sr. Blake.
- Quem te pegou? - Aqueles homens.
Eles atiraram em mim.
Davey, tente fazer uma maca com um dos cobertores.
- Sim, senhor. - Basta me deixar deitado, Sr. Blake.
- Estou sempre em casa ao seu lado. - Sim, Enoch.
- Enoch. - Sim, senhor.
Voc� ouviu os nomes dos homens que te pegaram?
Eram cavalheiros brancos. O Sr. Morgan e o Crowder.
Morgan.
O que fiz com eles? Por que atirariam em mim?
Por que n�o podem nos deixar em paz?
Por que?
Segure-me, Sr. Blake. S� um instante.
S�...
Enoch? Enoch?
Morgan.
- O enterraremos aqui. - N�o o levar� de volta?
Eu n�o voltarei, Davey.
Te aturei dois dias e n�o fa�o isso por ningu�m.
E ningu�m fugir� de mim e se safar� disso.
- E ningu�m roubar� meu cavalo. - Eu contaria se fosse voc�, Davey.
- Mas n�o tenho nada para contar. - Voc�s eram bons amigos, n�o?
Sim, mas ele n�o me contou nada.
Acordei anteontem e ele havia partido.
E o cavalo havia partido.
Algu�m j� torceu seus dedos?
N�o sei de nada, capit�o Starkey.
Juro.
Entre! Entre!
Cavalheiros.
Onde conseguiu essas roupas?
Encontrei um alfaiate descendo a rua. Ele faz um bom trabalho.
Voc� devia contrat�-lo um dia desses.
- Foi ele que roubou meu cavalo. - Roubei seu cavalo?
Voc� quis dizer que o peguei para voc�.
O encontrei nas colinas. Ele quase morreu congelado.
O trouxe de volta para voc�. Ele est� amarrado l� fora.
Ele roubou meu cavalo. Prenda-o.
N�o t�o r�pido.
Espero que possa provar que roubei seu cavalo.
Isso mesmo Starkey. Voc� tem que provar.
N�o h� justi�a.
Se conseguisse faz�-lo falar eu seria capaz de provar isso.
Vamos. Saia daqui.
Saiam todos voc�s daqui. Vamos, saiam.
O que faz a� parado?
� melhor subir na primeira carro�a e voltar ao trabalho.
E n�o pense que se safar�, por que adicionarei 2 dias ao seu tempo.
Se parar de gritar acabaremos mais r�pido.
Pelo que vejo, te devo 62 d�lares pelo tempo.
6 d�lares pelos custos judiciais e 0,55 cents pelo tabaco.
- Est� certo? - Do que est� falando?
- Pagarei minha pena. - Oh, nem pensar.
- Voc� voltara ao trabalho... - A� est�.
Voc� quer?
N�o acabamos. Ouviu?
Com licen�a, capit�o Starkey, mas o Sr. Arnold est�
- lhe chamando no saloon. - Certo, eu j� vou.
Sim, senhor.
Vamos. Saia daqui.
N�o deixarei nenhum ladr�o de cavalo no meu escrit�rio.
Passar bem.
- Aonde vai? - Ao saloon.
- Se juntar� a mim? - N�o, eu n�o bebo com qualquer um.
Eu tamb�m era assim, mas mudei.
Oh, saia da frente.
Estava certo sobre o Arnold, senhor. O Starkey conhece ele.
Est�o no saloon juntos. Acabo de vir de l�.
Eu percebi.
Teve problema para livrar do Starkey?
N�o muito.
E agora que estou livre, quero ir atr�s do Morgan.
Ele � o matador que procuro.
Olhe.
Acho que ele n�o falou com o Starkey sobre o tempo.
Siga-o e isso pode te levar direto ao rev�lver do Morgan.
- N�o tem problema. - E se a trilha n�o lhe trouxer de volta
ao nosso amigo Starkey...
Bem, n�o precisa me pagar por essa roupa elegante.
- Certo - Tchau, Blake.
- E boa sorte. - Obrigado, senhor.
Ol�.
N�o precisa sacar sua arma, senhor. Sou um cidad�o pac�fico.
Voc� est� bem armado para um cidad�o pac�fico.
Bem, isso � por causa dos roubos que est�o acontecendo por aqui.
Me disseram que estas colinas est�o cheias de ladr�es.
� mesmo?
N�o est� se arriscando ao cavalgar sozinho?
N�o, eu n�o. Sou r�pido no gatilho
e acerto onde miro.
- Ei, voc� n�o � um ladr�o, �? - Hoje n�o.
Bem, eu sou. Levante as m�os.
Voc� � um daqueles cavalheiros que roubam primeiro e depois matam?
- Homens mortos n�o lembram de rostos. - Ei, pensamos igual.
- Aonde quer chegar? - Poderia usar um jovem como voc�.
- Em algo muito maior. - N�o tente nenhum truque comigo, senhor.
Eu n�o nasci ontem. Desmonte do cavalo.
Ent�o � um ladr�o, hein?
Agora, vire o cavalo.
Cavalgue.
Como disse, homens mortos n�o lembram de rostos.
- Voc� � novo nisso, n�o? - N�o, mas todo mundo
encontra algu�m mais esperto um dia.
J� ouviu falar de um homem chamado Morgan?
Claro. Quem n�o?
Eu gostaria de me juntar a ele. Ele � mais esperto que todos n�s.
Por que n�o puxa o gatilho e acaba logo com isso?
N�o gosto de esperar.
Ei, voc� � gente boa. Tem muita coragem.
A maioria dos homens suplicaria pelas suas vidas.
Ei, voc� falou sobre algo maior. H� chance de eu entrar nisso?
Voc� est� dentro. Siga cavalgando.
Ei, Tim? Bill?
- Seus amigos? - Sim.
Escolhidos pela lealdade e boa mira.
Parece um aviso.
Bem, se tem d�vidas sobre mim, agradecerei pela minha vida
e seguirei meu caminho.
Voc� demorou bastante. O lugar est� esfriando.
Abra. Vamos dar uma olhada.
- Ei, o que ele faz aqui? - Voc� o conhece?
Se o conhe�o?
Foi ele que soltou o escravo na linha Bullet, na semana passada.
Ent�o foi voc�?
Bem, se tivesse ficado mais tempo, eu teria feito um acordo com voc�,
mas foi embora antes de eu poder dizer algo.
- Como assim, acordo? - Eu tinha um neg�cio paralelo
enquanto trabalhava para a linha Bullet.
- Qual era? - Venda de escravos.
Pelo que parece esse tamb�m � seu neg�cio.
Sim, �.
Ele destruiu a declara��o na minha frente.
Disse que eu n�o era dono de nenhuma planta��o.
Vejo que n�o os escolhe pela intelig�ncia.
Como eu pegaria o escravo se voc� tinha a declara��o?
Isso parece razo�vel.
Depois que pegou o escravo o que fez com ele?
Para quem o vendeu? Diga-me isso.
Eu n�o o vendi, por que ele escapou.
Ele estava escondido no feno enquanto voc� reclamava no celeiro.
Quando fui peg�-lo ele tinha sumido.
- Ent�o foi assim que o perdeu. - Eu n�o o perdi.
Eu o alcancei e fiz meu trabalho.
Parece que nosso amigo aqui pode estar dizendo a verdade.
Talvez.
Bem, eu estou satisfeito.
Vamos. Traga-os aqui.
Vamos. Des�am.
S� esse aqui vale 1.500 d�lares. O restante vale 5.000 d�lares.
Certo. Coloque-os de volta.
- Temos que partir. - Vamos, entrem.
Do que est� falando, chefe? Voc� n�o pode nos vender.
Voc� devia nos levar para a terra livre.
Cale-se e volte para dentro.
LINHA BULLET
Saia da frente.
O que voc� far�?
Fique calado.
Homens!
N�o!
Ei, Bill, Pete. Peguem-no.
DELEGADO FEDERAL DISTRITO DE MARYLAND
Me parece que usar�o uma brecha para escaparem.
- Aqui est� o caso completo, delegado. - J� estou indo.
Sim, senhor.
Dispense aquelas duas mulheres, delegado Cole.
- Elas s�o t�o inocentes quanto voc�. - Se forem, elas ter�o seu dia
- no tribunal. - Se forem inocentes?
Elas n�o s�o culpadas pelo que o Starkey tem feito.
- Elas n�o sabiam nada sobre isso. - Sua hist�ria as implica.
Eu n�o as arrastarei para isso.
Voc� � obrigado por um juramento, Sr. Cantrell.
Delegado Cole, isso n�o � justo. Voc� me conhece h� anos.
Capit�o Starkey, estou prestes a abrir a audi�ncia.
Te chamarei quando eu estiver pronto.
Levantem a m�o direita.
Juram dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade?
Sim.
Certo, Sr. Cantrell. Prossiga.
Cerca de 17:00h da �ltima sexta-feira, eu vi sete escravos sendo mortos a tiros.
Enquanto tentavam escapar de uma carro�a na qual estavam
sendo transportados ilegalmente.
A quem essa carro�a pertencia, Sr. Cantrell?
A Companhia de Transporte Bullet.
Por favor, prossiga, Sr. Cantrell.
O tiroteio ocorreu nas proximidades de Wolf Hallow.
Em vista do testemunho oferecido, voc�s duas ser�o julgadas
no tribunal federal de Western Maryland
sob a acusa��o de cumplicidade no transporte ilegal de escravos.
E voc�, capit�o Starkey, a acusa��o que enfrentar�
sob a Lei dos Escravos Fugitivos ser� de participa��o nos assassinatos
e cumplicidade com Morgan e seu bando de traficantes de escravos.
Voc� ficar� preso at� o julgamento.
Eu n�o irei!
Tudo que ele disse foi mentira. Ele � um espi�o da ferrovia.
- Ora, ele trabalha para o Webb. - Voc� n�o pode negar
que tem traficado escravos nas carro�as da linha Bullet.
N�o tenho tanta certeza sobre traficar escravos
como tenho que voc� e o Cantrell est�o tentando tirar nossa franquia,
mas n�o conseguir�o.
Voc�s nunca provar�o que os escravos estavam numa carro�a da linha Bullet.
Que prova tem que era uma carro�a da linha Bullet, Sr. Cantrell?
Vi a marca na carro�a.
Ele viu a marca.
Como sabe que ele sequer sabe ler?
- � a palavra dele contra a minha. - Isso � verdade, capit�o.
Isso deve ser provado.
- Cochran. - Sim, senhor.
Volte a Wolf Hallow com o Sr. Cantrell imediatamente.
Encontrem aquela carro�a e tragam a prova.
Sim, senhor.
A audi�ncia est� encerrada.
Susan.
Delegado Cole, podemos ser soltas sob fian�a?
� claro.
Fixarei a fian�a em 1.000 d�lares.
Gostar�amos de partir para Boston hoje.
Tem algum problema?
Deixe seu endere�o com o atendente para ser notificada do julgamento.
Obrigada.
Parece que algu�m esteve aqui antes de n�s.
Quem quer que tenha sido foi naquela dire��o.
N�o me importa quem eram ou aonde foram.
Estou procurando pela prova.
Largue essa arma, Arnold. Saia da�.
Te quero com vida.
Largue essa arma, Blake.
- Ainda bem que chegou aqui. - N�o ser� muito bom para voc�.
Mate-o, Starkey. Ou deixe-me fazer isso.
Cuidarei dele sem o seu conselho, Sr. Morgan.
Morgan?
Oh, ent�o � por isso que quer me levar com vida.
Quando entreg�-lo, n�o s� recebei os 10.000 d�lares de recompensa,
como � capaz de me elegerem prefeito.
Acha que isso limpar� seu nome, Starkey?
N�o se preocupe comigo, Sr. Espi�o da ferrovia.
- Encoste naquela �rvore. - Qual �rvore?
Aquela ali. Andando.
Viu o que fez agora?
Se n�o tivesse me distra�do, ele nunca fugiria.
Bem, l� se v�o seus 10.000 d�lares e a sua prova de inoc�ncia.
Agora, atire em mim e l� se vai seu pesco�o.
Quem saber� que atirei em voc�?
Voc� ser� apenas mais um morto nesta luta.
- Eles ainda te enforcar�o. - N�o v�o, n�o.
N�o quando eu contar que matei o Morgan.
- Quem acreditaria nisso? - O que?
- Voc� � est�pido, Starkey. - Eu n�o sou t�o est�pido.
Te levarei e o farei contar a eles que matei o Morgan.
Ent�o, pegarei minha recompensa, me eleger�o prefeito
e cuidarei de voc�.
Sim, talvez funcione, talvez n�o.
Funcionar� sim.
Vamos. Cad� os cavalos?
Alguns fugiram e alguns foram baleados.
Bem, ent�o andaremos as 20 milhas.
Vamos. Andando.
Espere um pouco. Pegarei essa garrafa.
Podemos precisar de algo quente no meio dessa neve.
Vamos. O que acha que est� fazendo a�?
Voc� n�o faria isso se n�o estivesse armado.
�?
O que te faz pensar que eu n�o faria?
Por que se n�o estivesse armado, eu quebraria seu pesco�o, seu imbecil.
N�o estou armado agora.
Vamos, seu espi�o covarde.
Voc� deve ter esquecido da surra que eu te dei.
Essa voc� nunca esquecer�.
Vamos!
Vamos. Levante e lute.
Levante.
N�o, espere. Espere um pouco.
- Vamos conversar. - Teve o suficiente?
Sim, essa altitude acaba comigo.
Venha.
Vamos para Cumberland.
L� est� a estrada.
Nada de estrada para mim. Pegarei um atalho.
Deve haver muita gente me procurando com uma corda.
Vamos.
Vou dormir. Estou cansado.
Sim, durma na neve e esse ser� seu fim.
Vamos.
Estou com sono. V� voc�, enquanto durmo.
Sim, voc� deitar� a� e morrer�, e deixar� duas mulheres
serem presas pelo que voc� fez.
Nem pensar. Vamos.
Levante-se.
Vamos! Saia da�!
Seu...
Vamos!
Vamos! Levante-se!
Vamos! Levante-se!
Levante-se da�. Vamos, levante-se.
Tudo bem, fique deitado. N�o me importo.
� sua palavra contra a minha mesmo.
Quando eu falar com eles, voc� estar� morto.
Voc� estar� morto! Ouviu o que eu disse?
Voc� estar� morto!
Eu coletarei a recompensa e voc� estar� morto.
Certo. V� dormir.
Est� frio, mas se acostumar� com isso.
Vamos! Vamos!
Acho melhor voc� ir, por que n�o acreditariam em mim.
- Vamos. - N�o quero ir.
Vamos. Se apoie em mim.
Vamos. Coloque o bra�o...
Vamos.
Comece a andar.
Cantrell?
- Me parece que est�o se cansando. - Sim.
Vamos.
Cantrell?
Est�o aqui.
Blake? Blake?
Cantrell?
Acorde.
Saia daqui. Deixe-me em paz.
Deixe-me em paz.
Quem � voc�? Quem � voc�?
Sou um subdelegado federal.
Eu nunca tive sorte.
Vamos.
Blake, quero te parabenizar por ter matado o Morgan.
Parabenize-o. Ele o matou.
- Ent�o, voc� o matou? - No minuto que descobri quem ele era,
eu sabia que teria que mat�-lo.
Pelo meu respeito pr�prio.
Claro que eu tamb�m sabia da recompensa.
Ainda h� uma acusa��o contra voc�, Starkey.
E, apesar de haver uma recompensa, n�o sei se poder� reivindic�-la.
- Cantrell, conseguiu a prova? - Eu...
Eu estava enganado, delegado Cole. N�o era a carro�a da linha Bullet.
- N�o era? - N�o, senhor.
Tem certeza de que n�o era a carro�a da linha Bullet?
Sim, tenho certeza.
Starkey, parece que fui apressado. Parab�ns, e me desculpe.
Est� tudo bem.
Do jeito que ele contou, eu mesmo estava disposto a acreditar.
Est� se sentindo bem?
- Sim, estou. - E voc�?
Oh, estou me sentindo bem agora.
Bem, coronel, acho que a ferrovia n�o conseguiu a franquia
da linha Bullet no fim das contas, hein?
N�o precisamos agora.
Temos todos os direitos de passagem que quer�amos.
Quem vendeu para voc�? N�o fui eu.
Foi a Susan Gnffith, antes de partir para Boston.
Ela parecia desencorajada e nos vendeu tudo que quer�amos.
Eu n�o acredito nisso.
� uma pena, Starkey. Sabe, voc� lutou bem.
Mas o neg�cio de dilig�ncia est� acabado.
At� a primavera, nossos trilhos chegar�o a Cincinnati
e no dia 1� de maio estrearemos nosso trem do Missouri.
Esse ser� um grande dia para Cumberland.
Fui trapaceado, fui tra�do, fui vendido � ferrovia
por duas mulheres.
Ora...
Srta. Susan e Amanda. Como vai, Amanda?
Estou bem. Vejo que ainda est� de p�.
Fez uma boa viagem?
Sim, obrigada.
Est� tudo pronto para a venda, capit�o Starkey?
Oh, Srta. Susan, se fosse voc�, eu n�o venderia para aquela empresa.
N�o posso evitar...
Bem, preciso do dinheiro para viver, s� isso.
Bem, ent�o tenho que ser honesto sobre isso com voc�.
N�o acho que conseguiria vender por uma d�zia de ovos,
por que o equipamento est� destru�do, os cavalos est�o doentes e...
As carro�as est�o quebradas e...
Os freios... Eu sequer teria o trabalho de...
- Do que est� falando, Starkey? - Conhe�o meu equipamento, n�o?
Bem, n�o minta para ela. A ouviu dizendo que...
precisa do dinheiro, n�o?
Bem...
� claro que n�o est� t�o ruim que eu n�o possa aproveitar algo.
Isso �, se me deixar levar para o Missouri.
Sabe, depois de construir uma linha por 30 anos
eu n�o a deixaria ser destru�da. Al�m do mais...
Davey e os rapazes n�o perderiam seus empregos e...
Claro que n�o me importo comigo mesmo.
N�o fa�o diferen�a. Estou ficando velho e...
E posso ir para a institui��o de caridade, sabia?
- Srta. Griffith. - Sim?
Sou o Harkrider, da Companhia de Transporte Western.
Vim fechar o acordo com a linha Bullet.
Basta ler a assinar isso.
Tenho que parabeniz�-la, Srta. Griffith.
Soube que seus equipamentos e cavalos est�o em �tima condi��o.
S� podemos pag�-la o maior valor por eles.
S� um instante. Voc� � s� um novato, Sr. Harkrider.
Essas mulheres est�o tentando te enganar e n�o aceitarei isso calado.
Valorizo minha reputa��o como um homem honesto.
Capit�o Starkey, eu entendo.
Fecharei o acordo se meu homens puderem manter seus empregos
e o capit�o Starkey seguir gerenciando a linha.
Oh, eu n�o posso fazer isso. Temos nossos homens e nosso gerente.
- Ent�o, eu n�o venderei. - Mas foi tudo acertado.
Leve a linha para o oeste, capit�o Starkey.
Pague-nos quando puder e boa sorte para voc�.
Olhe aqui. N�o serei for�ado a sair desse neg�cio.
Voc� ser� for�ado a sair daqui.
Preparem tudo. Estamos indo para o oeste.
Bem, este � o meu trem.
Adeus, tia Amanda.
Adeus, Susan.
Adeus.
Por que diabos pegar� aquele trem?
Bem, pode n�o acreditar nisso, mas sou gerente da ferrovia.
Vou morar perto da companhia.
E voc� costumava pertencer ao departamento de intelig�ncia.
Acha que ela veio aqui s� para vender uma mula e algumas carro�as?
Pare com isso.
Susan. Eu n�o sabia.
Te escrevi cinco cartas, mas voc� n�o as respondeu.
Mas n�o tive tempo para respond�-las. Sabe, elas chegaram de uma vez s�,
no dia em que decidi viajar para c�. A dilig�ncia ficou parada
- por causa do tempo. - Vamos.
Pegue o trem comigo. H� lugar para voc� e a tia Amanda.
Ouviu isso, tia Amanda? Pegaremos o trem para o oeste.
O que?
E ver aquela monstruosidade explodir embaixo de mim?
Tudo bem. Ent�o, pegue a diligencia.
- Te vemos l�. - Tchau.
Bem, eu posso arriscar mais uma vez.
N�o, mantenha a cabe�a nos cavalos por um tempo.
Depois de 20 anos com a �gua congelada,
voc� n�o descongela de uma hora para outra.
N�o os deixe nos ultrapassar, Davey. V� em frente!
Te dou 5 d�lares se ganhar deles, Davey.
Vamos.
Vamos, Davey!
Vamos, Maggie. Vamos.
Vamos. Voc� est� me envergonhando.
Tchau, Starkey. Tchau, tia Amanda.
Qual � o problema com nossos cavalos?
Oh, est�o nos vencendo por que est�o descendo a colina.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.