All language subtitles for The Miracle Worker (1962) BRRip Oldies Dual-Audio

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Original subtitles

Ela viverá.

Agora posso dizer: eu achava que ela não conseguiria.

Eu já criei dois. Esse é o primeiro da minha mulher.

Ela ainda não é marcada pelas batalhas.

Doutor, minha filha ficará bem?

Pela manhã ela estará derrubando as grades novamente.

Não há algo que possamos fazer?

Coloque grades mais fortes, certo?

Deixe-a melhorar.

Ela sabe fazer isso melhor do que nós.

Essas coisas vêm e vão em crianças. Nunca se sabe por quê.

Chame de uma bela congestão.

Vou acompanhá-lo a sua carruagem, Doutor.

O mais importante é que a febre passou.

Nunca vi um bebê com mais vitalidade, essa é a verdade.

Não chore agora.

Já nos preocupamos o bastante.

Realmente, "uma bela congestão".

Deve ser "bela" somente porque você é bela.

Vamos fazer seu pai escrever um editorial no jornal:

"As Maravilhas da Medicina Moderna".

Eles não sabem o que estão curando, mesmo quando conseguem.

Homens, homens e suas feridas de guerra.

Nós mulheres, nós...

Helen?

Capitão!

Capitão! Venha aqui!

Katie! O que foi? O que está acontecendo?

Katie, o que foi? Qual é o problema?

Veja. Ela não pode ver.

Veja os olhos dela! Não pode ver!

Helen!

Nem ouvir!

Quando eu gritei, ela nem piscou!

Não pode ouvir você!

O MILAGRE DE ANNE SULLIVAN

Eu disse para deixá-la em paz!

Arthur, algo tem que ser feito por essa criança.

Ótimo, um conselho original. O quê?

Bem, há essa famosa escola Perkins em Boston.

Parece que eles fazem maravilhas.

Ela já foi para vários especialistas.

Não puderam ajudá-la em Baltimore nem em Washington.

Acho que o capitão vai escrever para a Escola Perkins.

Katie, quantas vezes quer partir teu coração?

Quantas forem preciso, enquanto existir a mínima possibilidade...

de que ela veja ou escute.

- Pobre criança... - Não existe! E paramos por aqui!

Com sua permissão, capitão, gostaria de escrever para a Escola Perkins.

- Eu disse não, Katie. - Escrever não faz mal, Arthur.

Somente uma pequena carta, para ver se eles podem ajudá-la.

- Não podem. - Só podemos saber isso depois de escrever.

Não podem.

Eu deveria trabalhar em um galinheiro.

Você deveria se livrar dela, pai.

- O quê? - Um asilo. Seria melhor.

Ela é sua irmã, James.

Meia-irmã... e meio... retardada.

Não pode sequer se manter limpa. Não é agradável vê-la.

Como você pode reclamar do que você PODE ver?!

Essa conversa acaba aqui!

O tempo inteiro discutindo sobre essa menina.

Quero um pouco de paz! Não me importa como.

Não conseguiremos se continuarmos indo atrás de todos os charlatões.

- Essa aflição me deixa... - Helen!

Meus botões.

Olhos.

Ela quer que a boneca tenha olhos.

Meu Deus, não estou apresentável.

Ela não sabe o que faz, tia Ev.

Eu costuro de volta.

Vale um par de botões, Kate. Olhe.

Esta menina é mais sensata do que todos esses homens estúpidos.

Se fosse possível alcançar a mente dela...

Você não deve fazer essas coisas! Como posso fazê-la entender?

Como posso colocar algo em sua cabeça, querida?

Ela tem que aprender um pouco de disciplina.

Como se pode disciplinar uma menina doente? É culpa dela?

- Eu não disse que era. - Então de quem é a culpa?

Como posso ensiná-la? Batendo nela?

Não é seguro deixá-la solta por aí. Deve haver um modo de segurá-la.

Em uma jaula? Ela está crescendo. Ela tem que usar o corpo.

Me responda uma coisa. É justo com a criança?

Você quer se livrar dela?

E agora, o quê?

Ela quer falar como...

...ser como eu e você.

A cada dia ela se vai um pouco mais.

Eu não sei como chamá-la de volta.

Eu tenho independência para escrever para Boston sozinha.

Se essa escola não puder ajudá-la,

talvez enviem alguém que possa.

Vou escrever para Perkins, Katie.

Sem dúvida será difícil para você.

Esta é a última vez que te aconselho, Annie.

Te falta um pouco de... falta muito!

É... tato.

Capacidade de dobrar-se aos outros.

o que te salvou mais de uma vez na Perkins...

...foi que não há outro lugar para enviar você.

- Seus olhos doem? - Meus ouvidos, Sr. Anagnos.

Somente nesse lugar horrível onde você aprendeu a ser impertinente!

Annie, eu sei o quanto você foi infeliz lá,

Mas essa guerra está terminada. Por que não deixar aquilo enterrado?

- Acho que Deus me deve uma ressurreição. - O quê?

Ele continua trazendo essa batalha de volta.

Não se deve dizer essas coisas, Annie.

Seja humilde. Você vai precisar do afeto deles trabalhando com essa menina.

Um presente, com carinho.

Querido Sr. Anagnos.

Bem... o que eu devo dizer?

Sou uma garota ignorante e metida, e tudo que sou, devo a você?

Isso só é metade certo, Annie.

Qual metade?

Adeus. Adeus.

Não causarei problema algum.

Serei tão bem educada que eles nem me notarão.

Para onde vamos, Annie?

- Jimmy. - Para onde vamos?

- Eu disse que vou tomar conta de você. - Para onde vamos?

Annie Sullivan, nove anos, praticamente cega.

James Sullivan, sete anos.

Qual é o problema com sua perna, filho?

É o quadril, senhor. Ele nasceu assim.

Ele não pode andar sem esta muleta?

Menina para o lado das mulheres, menino para o lado dos homens.

Annie! Não deixe eles me levarem!

Tuscumbia!

- Srta. Sullivan? - Aqui!

Finalmente. Tantos dias esperando nesse trem...

Eu pensava que o trem estava voltando sempre que dormia.

- Eu sou James Keller. - James? Eu tinha um irmão, Jimmy.

- Você é irmão de Helen? - Sou apenas meio-irmão.

- Você vai ser a tutora dela? - Bem, vou tentar.

Você parece uma meia-tutora. Você tem bagagem?

Sim.

Sra. Keller.

Temos esperado cada trem durante dois dias.

Vocês não trouxeram Helen. Eu esperava que trouxessem.

Não, ela está em casa.

Você vive longe da cidade, Sra. Keller?

Apenas um quilômetro e meio.

Bem, acho que posso esperar mais um quilômetro e meio.

Mas não fique surpresa se eu descer e empurrar o cavalo.

- Bem-vinda a Ivy Green, Srta. Sullivan. - Meu marido, Srta. Annie, o capitão Keller.

- Capitão, como você está? - Encantado.

- Acredito que sua viagem foi agradável. - Já fiz muitas.

- Onde coloco a mala? - Onde a Srta. Sullivan possa pegar.

- Sim, por favor. Onde está Helen? - E a maleta.

Eu fico com ela. Tenho algo aqui para Helen.

- Quando poderei vê-la? - Ali, lá está Helen.

Ela é muito ríspida, Katie.

Eu gosto dela, capitão.

Quantos anos ela tem?

Bem, ela não é uma adolescente, sabe.

E aqueles óculos? Gosto de ver os olhos das pessoas com quem falo.

- Para o sol, ela era cega. - Cega?

Ele fez nove operações nos olhos. Uma logo antes de sair.

Meu Deus, esperam que uma cega ensine outra?

Quanto tempo ela ensinou lá?

Ela era uma aluna.

- Este é seu primeiro emprego? - Ela foi a melhor de sua turma.

Uma casa cheia de adultos não foi suficiente para cuidar de Helen.

Como uma colegial meio-cega e inexperiente vai conseguir?

Grande melhora! Agora temos duas!

- Cale-se. - Eu estava concordando com você!

Você fala demais.

- Nada que eu digo é certo. - Então por que você abre a boca?

Tantos problemas para ficar assim, e fico parecendo isso?

Não, as calças não.

Muito bem, Srta. O'Sullivan, vamos começar...

Com boneca.

D.

O.

L.

L.

DOLL.

Você soletra muito bem.

Quer saber se ela tem cócegas? Ela tem sim.

- O que é isso, um jogo? - Um alfabeto.

- Um alfabeto? - Para os surdos.

Como ela é inteligente!

Você acha que ela sabe o que está fazendo?

Ela é uma macaca, imita tudo.

Sim, ela é uma macaca muito esperta.

- Ela quer a boneca de volta. - Quando soletrar.

- Ela nem sequer sabe que a coisa tem nome. - Claro que não.

Como ela poderia? Só quero que seus dedos aprendam as letras.

Não significaria nada para ela.

Ela não gosta desse alfabeto. Foi você que inventou?

Monges espanhóis faziam voto de silêncio,

algo que eu gostaria que você fizesse.

C.

A.

K.

E.

Faça o que meus dedos fazem. Não importa o significado.

Agora...

D.

O.

L.

L.

Pense nisso.

Imite agora. Entenda depois. Fim da primeira lição.

Animalzinho. Ninguém te deu boas maneiras.

Helen, me deixe sair!

Não se preocupe, encontrarão você. Não está perdida...

...somente fora de lugar.

E sem um dente!

- Onde está a Srta. Sullivan? - Trancada no seu quarto.

- Trancada no seu... - Como...?

Helen a trancou e pegou a chave.

E você fica aí parado sem dizer nada?

Todo têm me dito para não dizer nada.

- Viney, procure por Helen. - Está perto da bomba.

Vou procurar!

- Srta. Sullivan! - Sim, capitão Keller.

- Não há chave do seu lado? - Se houvesse, eu não estaria aqui.

Helen a pegou. Desse lado só estou eu.

Nem dez minutos na casa... Não sei como você conseguiu.

Nem eu estou do meu lado.

- Viney! - Sim, capitão Keller.

Coloque a carne de volta no forno!

Ela não está com a chave.

Não pode ser! Tem que estar! Você procurou nos bolsos dela?

- Sim. Não está com ela. - Ela tem que estar com a chave!

- Leve essa escada de volta! - Agora mesmo.

- Ela pode ter escondido. - Onde?

Em qualquer lugar. Embaixo de uma pedra, no meio das flores.

Não posso revirar o terreno inteiro para encontrar uma chave!

- Jimmy! - Senhor?

- Traga uma escada! - Agora mesmo.

O que o bebê faz acordado?

Os gritos do capitão a acordaram.

Volte ao trabalho!

Srta. Sullivan!

Sim, Cap. Keller!

- Saia pela janela, para o telhado. - Você tem uma escada. Que bom.

Desça, Srta. Sullivan.

- Não vejo como posso fazer isso. - Vou carregá-la.

Muito cavalheiro da sua parte, mas...

Siga as instruções! Não vou deixá-la cair de nossa janela.

Espero que isso não seja o que esperávamos...

quanto a simplificar o trabalho com Helen.

Capitão Keller, sou capaz de descer uma escada sozinha.

Duvido. Apenas segure no meu pescoço.

Meu pescoço, Srta. Sullivan!

- Sinto muito tê-lo importunado. - Nenhum inconveniente.

Apenas derrubar a porta e trocar a fechadura...

se não encontrarmos a chave.

- Vou procurar em todos os lugares. - Obrigado.

Não procure em nenhum dos quartos que podem ser trancados.

Ali!

Venha! O que você está olhando? Não há nada para ver aqui.

Agora, seria possível jantarmos como pessoas normais?

Viney, sirva a mesa. Eu vou colocar o bebê para dormir.

Podemos deixar a E- S-C-A-D-A.

Sua diabinha.

Você pensa que pode se livrar de mim tão facilmente?

Você tem uma ou duas coisas para aprender antes.

Não tenho nada mais para fazer,

nem lugar nenhum para ir.

Srta. Sullivan!

Discipliná-la...

sem quebrar...

Ink.

Ink.

Isso tem um nome.

Para baixo, puxa, e para cima.

E cuidado com a agulha.

Certo. Você fica fora da tinta, e talvez eu fique fora da sopa.

Está bem. Vamos praticar o comportamento.

Bad

Girl

Good

Girl

Garota muito boa.

O que você disse a ela?

Estava jogando conversa fora.

Dizendo que era uma tela.

Isso significa isso para ela?

Não. Ela tem que aprender o que é uma palavra antes.

O capitão diz que é como soletrar para uma parede.

É mesmo?

- E é? - Não.

É como eu vejo você falar com o bebê.

- O bebê? - Qualquer bebê.

É besteira. Besteira de adulto. Jeito de falar com bebê.

Eles entendem uma palavra desde o começo?

Começam a entender se escutam. Estou fazendo Helen escutar.

As outras crianças não são... inválidas.

Não há nada inválido nessa cabeça.

Funciona como uma ratoeira.

E quando ela vai aprender?

Talvez depois de um milhão de palavras.

Talvez você queira ler o que o Dr. Howe diz sobre as palavras.

Eu também gostaria...

...de aprender essas letras, Srta. Annie.

Eu ensino amanhã de manhã.

Não são mais que meio milhão.

Está na hora de dormir.

Sinto muito.

Por que ela ganha uma recompensa por ter me batido?

Ela faz isso tanto... não podemos bater nela sempre.

Eu também sou assim.

Boa noite.

Não, mas, não deveríamos ser honestos, pai?

Nós perdemos o Sul dois anos antes, quando nos ludibriaram em Vicksburg.

"Ludibriado" é uma palavra estranha para um açougueiro.

- Não era um carpinteiro? - Eu disse açougueiro.

Seu único poder como soldado era o número.

Ele os conduziu para um massacre como se fossem ovelhas.

Mas mesmo que ele fosse um açougueiro...

E um bêbado, durante metade da guerra.

Concordo, pai. Se seu próprio povo dizia que ele era...

O que você tem para admirar num homem desses, Jimmy?

- A embriaguez ou a carniceria? - Nem uma nem outra, pai.

- Somente que ele nos venceu. - Não venceu!

- Então nós vencemos a guerra? - Ele não nos venceu em Vicksburg!

Perdemos por uma idiotice que beira a traição.

E porque Grant era algo que nenhum general Yankee jamais foi.

- Bêbado? Duvido! - Obstinado.

Obstinado? Nenhum deles se compara ao velho Stonewall.

Se ele estivesse lá, nós ainda teríamos Vicksburg.

O açougueiro não desistiria. Ele tentou quatro maneiras de...

Se nós tivéssemos um sulista no comando...

em vez de um traidor Yankee como Pemberton!

Se somente tivéssemos... Qual é o problema?

Srta. Annie, ela se acostumou a comer de nossos pratos.

- Não tenho esse costume. - Claro que não. Viney!

- Jimmy, dê alguma coisa a ela. - Suas maneiras na mesa são seu melhor.

Deixem-na. É a única forma de ter uma conversa de adultos.

- Vou pegar outro prato. - Já tenho um, obrigada.

Viney! O que o capitão Keller está dizendo é certo.

- Ela vai persistir nisso até... - Já tenho um prato.

- E pretendo mantê-lo. - Vê agora por que tomaram Vicksburg?

Um prato não é motivo de luta com uma criança deficiente.

Eu preferia ter um motivo mais heroico.

Tenho que insistir... ela se machucou.

- Não. - Pode por favor soltar as mãos dela?

- Você não a conhece bem. - Eu reconheço uma menina mimada de longe.

Srta. Sullivan, você seria melhor entendida se tivesse alguma piedade!

Piedade? Desta ditadora? A casa inteira se vira para seus caprichos.

Há algo que ela não consiga? Sabe o que me dá pena,

que para ela o sol jamais vai brilhar.

E todo dia você diz a ela que vai!

Você e sua piedade vão destrui-la, capitão Keller.

- Kate, pelo amor de Deus... - Não acho que seja bom para você.

É mais fácil sentir pena por ela do que tentar ensinar algo melhor.

- Você ainda não ensinou nada a ela. - Começarei quando vocês saírem.

- Sair? - Todos, por favor.

Você está aqui como professora paga, nada mais.

Ela não esquecerá seis anos de piedade se você não aguentar uma briga.

Realmente, o velho Stonewall!

- Sra. Keller, você prometeu me ajudar. - É verdade, eu...

- Então me deixem a sós com ela! - Katie, venha comigo agora!

- Pelo amor de Deus! - Fora, por favor.

À suas ordens, meu General!

Estou querendo mandá-la de volta a Boston.

- E você pode informá-la disso. - Sim, capitão.

Ela é uma empregada. A menos que se desculpe...

e mude suas maneiras, ela volta no próximo trem.

- Deixe isso bem claro. - Onde você estará, capitão...

...enquanto eu estou deixando isso claro?

No escritório.

É isso? Eu acho que o que ela disse foi muito inteligente.

- Eu tenho dito isso durante anos. - Na cara dele?

Ou você vai tomar isso, Jimmy, como uma bandeira?

Boa menina, Helen.

Não sei como você pode esperar aqui mais um minuto sequer, Kate.

Isso poderia continuar a tarde inteira.

Vou dizer ao capitão que você chamou.

Me dê ela, Srta. Kate. Colocarei ela de volta no berço.

- Ela nunca me dá preocupações. - Sim.

É o anjo da família, não há dúvidas.

- O que aconteceu? - Ela comeu do seu próprio prato.

Ela comeu com uma colher, sozinha.

E dobrou seu guardanapo.

Dobrou o guardanapo?

A sala está uma bagunça, mas o guardanapo está dobrado.

Estarei em meu quarto, Sra. Keller.

Não demore, Srta. Annie. O jantar estará pronto logo, logo.

Dobrou o guardanapo...

Minha Helen dobrou o guardanapo.

Tem uma escola.

- Tem uma escola. - Não tem.

Que tipo de mentiras você tem dito à garota ignorante?

Tem uma escola que ensina a pessoas mais cegas que ela!

A fazer o quê? Ver com o nariz?

- A ler e escrever! - Como podem fazer isso, se não veem?

Sua velha louca!

Você não vai para a escola, Annie?

- Quando eu crescer. - Não vai, Annie.

Você ficará aqui, cuidando de mim.

Eu vou para a escola quando eu crescer.

Você disse que nós ficaríamos juntos para todo o sempre.

Eu vou para a escola quando eu crescer! Me deixe em paz!

"Não se pode fazer nada para desenterrar essa alma humana?"

"Toda a vizinhança correria para salvar essa mulher"

"se ela fosse enterrada viva na profundidade de uma tumba,"

e trabalhariam com zelo, até que ela fosse desenterrada. "

"Se houvesse alguém que tivesse tanto paciência quanto zelo,"

"poderia despertá-la... "

- Estão todos aqui. - Fale com eles.

- Você pode sair. - Fale com eles.

Todos os investigadores estão aqui.

- Esse é o Sr. Sanborn. - É da comissão, querida.

- Fale com ele. - Você pode sair.

Sr. Sanborn, eu quero ir a escola.

"pode acordá-la para uma consciência de sua natureza imortal. "

"A possibilidade é pequena,

mas mesmo com a mínima chance, eles teriam cavado

desesperadamente a sua tumba. "

"A vida da alma é menos importante do que a vida do corpo?"

E além disso, sou eu quem vai pagar a louça quebrada.

Desde que ela chegou, não tem sido nada senão um fardo.

Incompetente, impertinente, ineficaz, insolente e...

- Ele dobrou o guardanapo, capitão. - Ela fez o quê?

Ineficaz não. Helen dobrou o guardanapo.

O que é tão extraordinário em dobrar um guardanapo?

Bem, é mais do que você conseguiu, capitão.

Ela acabou com qualquer chance de se entender com a menina.

Se você consegue ver alguma razão para ela ficar, eu não vejo.

- O que você quer que eu faça? - Quero que ela seja despedida.

Não posso fazer isso.

Se você não fizer, eu faço.

- Srta. Sullivan. - Capitão Keller.

Acho que devemos conversar.

Sim, eu... bem, entre.

Srta. Sullivan, eu decidi... decidi que não estou satisfeito.

- Estou profundamente decepcionado. - Desculpe.

Aquela pequena casa perto da ponte está ocupada?

Durante a época de caça.

Se você puder me dar atenção, Srta. Sullivan.

Tentei ser indulgente porque você vem...

...de uma parte do país em que as pessoas...

...as mulheres, devo dizer,

precisam de regalias.

Por isso eu decidi...

Srta. Sullivan, é muito difícil falar com esses óculos.

Por que você os usa?

O Sol já se pôs há uma hora.

Todo tipo de luz machuca meus olhos.

Coloque-os, Srta. Sullivan.

Eu decidi...

...Ihe dar outra oportunidade.

- Para fazer o quê? - Para continuar aqui conosco.

Mas com duas condições. Não estou acostumado com grosseria.

Deve haver uma mudança radical de atitude.

- De quem? - Sua. Não é evidente?

E me convença de que existe esperança de ensinar uma criança...

que a evita como se você fosse a peste.

Não há. Não há esperança.

- Devo entender que... - Todos sabemos que não há esperança.

Srta. Annie, eu não acho isso.

Ela dobrou seu guardanapo.

Ela aprende.

Ela aprende!

Sabia que ela começou a falar quando tinha apenas 6 meses?

Ela sabia dizer "água".

Bem, não por completo. "á-a".

mas ela queria dizer "água".

Ela sabia o que significava, e tinha apenas 6 meses.

Eu nunca tinha visto uma menina tão inteligente e extrovertida.

Ainda está lá em algum lugar, não?

Miss Annie, aguente ela, e aguente a nós.

Nós?

Por favor.

Como a ovelha perdida na parábola,

eu a amo ainda mais.

Sra. Keller,

não creio que a deficiência de Helen seja a surdez ou a cegueira.

Creio que seja seu amor...

e sua piedade.

todos vocês têm tanta pena dela, que a tratam como um animal de estimação.

Mesmo a um cachorro, ensina-se a se comportar.

É inútil tentar ensiná-la uma língua ou qualquer outra coisa.

Srta. Annie,

antes de sua chegada, falamos sobre colocá-la em um asilo.

Que tipo de asilo?

Para deficientes mentais.

Eu fiz uma visita ao lugar. Não posso sequer contar o que vi.

Pessoas como animais,

com ratos nos corredores, e...

Que mais poderemos fazer se você desistir?

Desistir?

- Você disse que não havia esperança. - Escutem.

Apenas hoje vi o que precisa ser feito.

- Quero domínio completo sobre ela. - Você já tem.

Não, quero dizer dia e noite.

- Ela tem que depender de mim. - Em quê?

Tudo.

A comida, as roupas que veste, o ar...

...fresco.

Sim, o ar que ela respira.

Qualquer coisa que seu corpo precise é um meio de ensiná-la.

É a única maneira.

Alguém que a controla, e não alguém que a ama, deve ensiná-la.

E se ela fugir de você para nós?

É justamente isso.

Preciso viver com ela em outro lugar.

Durante quanto tempo?

Até que ela aprenda a me ouvir, e dependa de mim.

- Já arrumei metade das minhas coisas. - Srta. Sullivan...

Se enquadra em suas condições.

É a única forma com que posso entrar em contato com Helen.

E eu não posso ser rude com você se eu não estiver por perto.

E qual é sua intenção se eu disser não?

Fazer as malas e ir embora, e abandonar seu dever para...

O asilo?

Eu cresci em um asilo assim. O orfanato público.

Eu e meu irmão, Jimmy, brincávamos com...

os ratos porque não tínhamos brinquedos.

Querem saber o que Helen vai descobrir fora do horário de visitas?

Havia mulheres velhas, inválidas, cegas, muitas perto da morte.

Algumas contagiosas. Mas não havia para onde as levar.

Era ali que nos colocavam.

Também havia as jovens, principalmente prostitutas.

Tuberculosos e epilépticos.

E alguns do tipo que procura garotas,

principalmente novinhas.

E os loucos. Alguns tinham delírios de tremor.

As mais novas iam para outro pavilhão, para ter seus filhos...

não desejados. Tinham 13, 14 anos.

Elas iam embora, mas nós brincávamos com os bebês.

Muitos deles tinham feridas de que nem se pode falar.

Poucos sobreviviam.

No primeiro ano, foram 80. 70 morreram.

Jimmy e eu brincávamos na sala onde guardavam os corpos dos mortos.

- Querida... - Não, isso me fez forte.

Mas não acho que Helen precisa ir para lá,

ela já é forte o bastante.

Srta. Annie.

Para onde você quer levar Helen?

- Para a Itália? - O quê?

Não se pode ter tudo. Poderia ser na sua casinha?

Levem Helen lá depois de uma longa volta, para que ela não saiba onde está.

Vocês poderão vê-la todo dia, se ela não souber.

E então?

Isso é tudo?

É tudo.

Capitão, com sua permissão...

Percy poderia dormir lá, tomar conta de tudo.

Poderíamos deixar Percy dormir lá, sim, capitão.

- E colocar os móveis. - Capitão, aquela cama velha...

Ainda não aprovei nem Percy nem a casa...

nem a proposta, nem a continuação do trabalho da Srta. Sullivan!

Quando eu...

Certo. Aprovo tudo, por duas semanas.

Ihe dou duas semanas nesse lugar.

Será um milagre se conseguir que a garota aguente.

Duas semanas.

Srta. Annie, você consegue algo em duas semanas?

Algo ou nada, duas semanas e a garota volta para cá.

Decida, Srta. Sullivan. Sim ou não?

Duas semanas.

Conseguirei que ela me tolere.

A. É a primeira de muitas.

26.

- Ela sabe onde está? - Não.

Pelo que ela sabe, aqui poderia ser outra cidade.

- Esse é o sinal para mim. - Sim, eu sei. Em duas semanas.

Srta. Annie, por favor, seja boa com ela.

Durante essas duas semanas, tente ser muito boa com ela.

Serei.

Duas semanas.

No que me meti agora?

Jimmy!

Sim?

Me chamou?

- O que você está fazendo aqui? - Dando uma volta. Está tudo bem?

Só um sonho?

Que idade ele tinha, o outro Jimmy?

A mesma de Helen.

Como ele morreu?

Ele teve tuberculose.

Que dupla nós éramos...

...eu cega e ele de muletas.

Quando ele morreu?

Vai fazer 11 anos em maio.

E você não tem mais ninguém com quem sonhar?

Não, uma pessoa é suficiente.

Você não deixa as coisas facilmente, não é?

Você seria uma mulher bonita se não fossem seus olhos.

- Nunca ninguém te disse isso? - Todo mundo.

Você seria um ótimo cavalheiro se não fossem seus modos.

Você não diria isso se não estivesse usando esses óculos.

Como você vai ganhá-la agora,

neste lugar?

Não sei. Perdi a paciência e aqui estamos.

Conto com ela. Esta cabecinha está morrendo de vontade de aprender.

- Aprender o quê? - Qualquer coisa.

Todas as migalhas criadas por Deus.

Tenho que usar esse apetite também.

- Talvez ela te ensine... - Claro.

...que ela não quer saber.

Que existem certas coisas: dureza de coração,

aceitar, e esquecer.

Cedo ou tarde, todos nós desistimos, não é?

Talvez todos vocês desistam.

Essa é minha concepção de pecado original.

- Qual é? - Abandonar!

Você não vai abri-la!

Por que você não pode deixá-la, e ter compaixão pelo que ela é?

Se eu chegasse a pensar isso, eu estaria morta.

Você estará.

Para que se importar?

Ou você vai me ensinar?

Nada de piedade. Não terei.

De nenhuma de nós.

Tocarei você.

Mas como?

Como fazer isso?

Percy, levante-se. Venha aqui, preciso de você.

Percy, você está acordado?

Não.

O que você acha de jogar um joguinho com Helen?

Toque a mão dela.

Me deixe! Me deixe!

Ela quer falar. Ela vai me bater.

Ela pode falar. Se soubesse como.

Vou te mostrar como. Ela faz letras.

C.

Ela está com raiva de mim. Não vai brincar.

Mas ela conhece muitas letras.

Isso é um A.

C.

A.

C.

C- A-K-E

Se ela soletrar bolo, ela pode comer bolo.

Ela não sabe o que isso significa, não é engraçado?

Ela sabe como soletrar, mas ela não sabe o que diz.

Bem...

Se ela não quer brincar comigo, eu vou brincar com você.

- Quer aprender uma nova palavra? - Não!

M- I- L- K.

M.

I. Essa é fácil. Só o dedo mindinho.

Por que eu falaria com você? Estou ensinando uma palavra a Percy.

Então você está com ciúme, não é?

Certo.

Bom.

Finalmente volto a poder te tocar.

Toque e vá.

Bem, sem amor perdido,

...mas aqui vamos nós.

Você pode ir se deitar agora. Você merece dormir.

Obrigado.

Agora, só preciso te ensinar...

uma palavra...

...tudo.

Silêncio, querida. Não diga nada.

Mamãe vai comprar uma cacatua para você.

Se a cacatua

não cantar

mamãe vai comprar

um anel de diamante.

Se o anel

enferrujar

mamãe vai comprar

uma luneta.

Se a luneta

se quebrar

mamãe vai comprar

uma cabra.

Se a cabra...

Estou indo para o escritório. Pensei em dar uma olhada.

Bem, ela está me tolerando. E eu estou tolerando ela.

- Onde... o que está acontecendo? - Uma diferença de opinião.

Eu acho que ela deve se vestir sozinha. Ela acha que não.

- Isso é o café da manhã? - Sim.

- Ela não quis comer? - Ela adoraria comer.

- Por que você não dá a ela? - Ela sabe que darei, se ela se vestir.

- Ela está pensando. - Ela fica sem comer até obedecer?

Não morrerá de fome, aprenderá.

Tudo vale no amor e na guerra.

- Isto não é uma guerra. - Bem, não é amor.

Um cerco é um cerco.

Srta. Sullivan, você gosta de menina?

Você gosta?

Estou começando a gostar.

P- E-A-R-L-S

Tem um nome.

T- R-E-E Tem um nome.

Tree

Bird Tem um nome, sim.

Não!

W- A-T-E-R

Water

W- A-T-E-R

Water

Disciplina.

Desinteresse.

Onde está a "disciplina"?

Que dicionário! Você tem que saber soletrar, antes de ver como se soletra.

Disciplina.

Discípulo.

Disciplina.

Não canse os olhos, Srta. Annie.

Tudo que soletro para Helen, tenho que soletrar corretamente.

Você a ensinou tanto essa semana.

Não é suficiente. Obediência não é suficiente.

Bem, ela aprendeu dois nomes essa manhã, "chave" e "água".

- Mas não... - Não.

Não aprendeu que significam algo. É somente uma brincadeira para ela.

Sem sentido. Mas ela aprenderá.

Posso... posso levá-la para um passeio esta tarde?

Devemos jogar nosso jogo de dedos?

- A próxima semana parece tão... - Soletre.

- ... tão distante. - Soletre.

Se ela aprender, vocês terão muitas coisas a dizer. Vamos começar.

Sim, crochet

C- R-O-C-H...

C- R-O-C...

S- E-W-I-N-G

Tem um nome, mas não é "costura".

O- V- O.

Ovo.

Tem um nome. O nome representa a coisa.

É tão simples.

Tão simples de explicar quanto o nascimento.

Helen, a galinha tem que sair um dia de sua casca.

Saia você também.

T- H-I-M-B-L-E

Não, "cake" não. Thimble

T -R- E- E

W- A- T...

M- I- L...

Boa garota.

"A cada dia me sinto mais e mais inadequada. "

"Minhas cartas devem mostrar que"...

eu preciso de um professor tanto quanto Helen.

Eu também preciso de ajuda.

Quem?

Em todo o mundo, não há uma alma que possa me dizer como ensinar a você.

Como posso alcançar você?

Ela não precisa de afeto também?

Ela nunca me mostra que precisa.

- Ela não quer carinho. - De que serviria mais uma semana?

Estamos mais do que satisfeitos.

Você ensinou coisas a ela, a se comportar.

- Está mais limpa. - Mais limpa?

Dizemos que a limpeza do corpo é vizinha da limpeza da alma.

Limpeza não é nada!

- Me deem mais tempo sozinha com ela. - Não.

O que ela está soletrando?

Water?

Ensinando um cachorro a soletrar?

O cachorro não sabe o que ela diz, assim como ela não sabe o que você diz.

Acho que você exigiu demais dela, e de você mesma também.

Deus talvez não queira que Helen tenha os olhos de que você fala.

Eu quero.

O que isso representa para você?

- Meia semana. - Trato é um trato.

Sra. Keller...

Quero ela de volta.

Vou mandar Viney ajudá-la a arrumar as malas.

Não até as 18h. Eu a tenho até as 18h.

18h.

Vem, Katie.

Sim, o que representa para mim... eles estão satisfeitos.

Querem a filha e o cachorro de volta, domesticados.

Todos estão satisfeitos, menos eu.

E você.

Sinta.

Quero ensiná-la.

Tudo que há na Terra, Helen.

Tudo que é nosso num piscar de olhos, e depois desaparece.

E o que somos aqui.

A luz que trazemos para cá, e que deixamos nas palavras.

Pode-se ver 5000 anos no passado com a luz das palavras.

Tudo o que sentimos,

pensamos,

sabemos, e partilhamos com as palavras.

Para que nenhuma alma fique na escuridão, ou caia nela, sequer no túmulo.

Mas eu sei.

Eu sei uma palavra e posso colocar o mundo em suas mãos.

E o que quer que custe, eu não aceitarei menos.

Como?

Como posso te dizer que...

...isso...

...isso quer dizer uma palavra...

...e que essa palavra significa essa coisa: WOOL.

Ou esta?

Isso. S-T-O-O-L

Isso significa essa coisa.

D- R-E-S-S

F- A-C-E! Rosto!

M- O-T-H-E-R

M- O-T-H-E-R

Mãe.

Deixe-a vir.

Entre.

Srta. Annie, seu salário do primeiro mês.

E espero que venham muitos outros.

Isso não paga nossa dívida pelo que você fez.

Eu ensinei uma coisa: NÃO. Não faça isso, não faça aquilo.

É mais do que nós pudemos fazer...

Eu queria ensiná-la o que é uma linguagem.

Sei que sem isso, somente obedecer não significa nada.

Obediência sem compreensão é uma cegueira.

Isso é tudo que eu queria dela?

Não.

Eu não sei mais o que fazer.

Eu simplesmente segui tendo a esperança de que dentro dela...

que lá dentro ela está esperando,

como água embaixo da terra.

Você pode ajudar, capitão Keller.

Como?

O mundo não é um lugar fácil para ninguém.

Eu não quero que ela simplesmente obedeça.

Mas deixá-la fazer tudo que quer é uma mentira...

...para ela.

E eu nem sequer a amo.

Ela não é minha filha.

Você tem que ficar entre essa mentira e ela.

Concordo.

Gostaria de vir jantar agora?

Sim.

Eu me perguntava como poderia ganhar a vida.

Você ganha.

Sim, eu ganho.

A questão agora é: poderei sobreviver a isso?

As chaves.

Sim, vou guardar as chaves.

Acho que já tivemos portas fechadas demais.

Você quer fazer a oração, Jimmy?

"E Jacó foi deixado só. E lutou com um anjo... "

"... até o fim do dia. "

"E o oco do quadril de Jacó saiu do lugar durante a luta. "

"E o anjo disse: Deixe-me ir, pois o dia está acabando. "

"Mas Jacó respondeu: Não deixarei, porque não me venceste. " Amém.

Meu anjo.

Foi uma oração bastante estranha, James.

Está na Bíblia, não está?

Claro que sim. Você não sabia?

- Sim. - Então, por que pergunta?

Digo, se está na Bíblia é uma boa oração.

Não estou tão certa disso.

Há muitas coisas na Bíblia que eu não quero ouvir...

...antes de comer.

Bem, o oco de Jacó dá certo com o oco...

...desse porquinho.

- James! - Picles, tia Ev?

Obrigada. Você sabe minha opinião sobre seus picles.

São os últimos. Não guardei o suficiente no verão passado.

Espero guardar muitos este ano.

O reverendo passou para reclamar de suas galinhas.

Pobre homem, ele está oco...

- Sempre suspeitei daquelas galinhas. - Por quê?

Acho que são católicas.

James. Você está forçando agora.

Logo estaremos tendo outra...

...de nossas...

- Srta. Annie, hoje é um dia especial. - Será quando eu disser.

Por favor, eu nem pude recebê-la direito ainda.

- Capitão Keller. - Katie, tivemos uma pequena conversa.

A Srta. Annie acha que se fazemos regalias...

É um guardanapo...

- ... nem é quebrável. - Mas tudo que ela aprendeu é.

Sra. Keller, não deveríamos brigar por ela.

Ou você me dá ela, ou faz ela parar de chutar.

- O que você quer fazer? - Deixe-me tirá-la da mesa.

Deixe-a ficar, ela é apenas uma menina.

- Peço a estranhos que não se metam. - Estranhos?

Eu sou tia dela.

Apenas uma vez, isso fará tanto mal, Srta. Annie?

Eu preparei todas as comidas preferidas de Helen.

É a festa de boas-vindas, Srta. Annie.

- Ela está testando vocês. - Ela está testando é a você.

Cale a boca, Jimmy. Agora que ela está em casa,

ela quer saber o que acontece com vocês.

- Essa era minha maior preocupação. - Ela não está chutando mais.

E não aprendeu a não chutar.

Ela responderá a suas exigências, e não mais que isso.

Ela está testando você... ... eu tenho uma opinião!

- Não interessa a ninguém. - A mim, sim.

Claro que ela está me testando.

Me deixe manter o que ela aprendeu, e ela continuará aprendendo.

Tirem-na de minhas mãos, e tudo se desfaz.

Sejam generosos. É a custo dela.

Por favor, me deem mais de sua comida favorita.

Pegue-a, Srta. Annie.

Obrigada.

Acho que você é o problema, Srta. Annie.

Vou manter o que ela aprendeu. Tem razão.

Mas não acho que devemos tirá-la da mesa.

Ela é a convidada de honra. Devolvam seu prato.

- Se ela enxergasse, você não... - Mas não enxerga.

Creio que podemos fazer algumas regalias. Traga o prato de volta.

Por favor!

De vez em quando, outra mão pode suavizar as coisas.

Isso.

Agora, podemos começar de novo?

Acho que deveríamos começar tudo de novo.

Não suavize nada mais por mim.

Não se meta mais!

Eu a trato como uma menina que vê, porque eu peço que ela veja.

Espero que ela veja! Não desfaça o que eu faço!

- Para onde você está a levando? - Para ela encher essa jarra.

Você deixa ela falar assim? Ela trabalha para você!

Não, não vou!

- Deixe-a. - O quê?

Eu disse para deixá-la! Ela tem razão.

Ela tem razão. Kate tem razão...

Eu tenho razão, e você está errado.

Você nunca imaginou que alguma vez...

...você pudesse estar errado?

Muito bem.

Bombeia.

Não, ela não está aqui. Bombeia.

Á- G-U-A. Água.

Tem um nome. A- G-U...

Sim.

Meu Deus.

S- O-L-O.

B- O-M-B-A.

Á- R-V-O-R-E.

D- E-G-R-A-U.

Sra. Keller! Sra. Keller!

Mamãe. Papai. Ela sabe!

P- R-O-F-E-S-S-O-R-A.

Professora.

Professora.

E- U... A-M-O...

...H-E-L-E-N.

Ressync: Kilo

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