Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
- N�o quero ir. - Voc� precisa. Voc� fez isto.
E o coelho...
N�s o encontramos.
N�o sabia que estava perdido de novo.
Estava vagando pelo bosque.
N�o devia mant�-lo no arm�rio.
� muito ansioso e faminto para ficar l�.
Que bom.
Est� na hora.
- Art Subs - 9 anos fazendo Arte para voc�!
Legenda - Frederic -
TOM OF FINLAND
- N�o foi ruim. - Vamos esperar a pr�xima.
- At� mais, Laaksonen. - At�!
Boa noite.
Venha.
Fogo, 13,00!
Um bombardeiro, 30.00. Dois grupos. Fogo!
Laaksonen.
Sr. Capit�o.
Heikki Alijoki. Heikki basta.
Touko Laaksonen. Touko.
Obrigado.
Tem sonhos, Touko?
N�o que eu saiba.
O que gostaria de fazer depois da guerra?
Al�m de passear no parque.
Tocar piano.
- E desenhar. - Um artista.
- Bem... - O Louvre.
Os grandes mestres e Laaksonen, n�o?
Ningu�m de Kaarina jamais esteve em Paris.
Um grande vernissage. E ent�o voc� me convida.
Poderei me vangloriar porque te conhe�o.
Voc� precisa ter sonhos.
A frente leste caiu. Eles v�m direto pra c�.
S�o muitos russos. Muitos.
Direi aos rapazes que devem sonhar
e pensar na vit�ria.
Bem...
Sr. Capit�o. Heikki.
Pode ficar.
Vamos.
- Bom dia. - Bom dia.
Conversei com o diretor.
Ele disse que voc� levar� a ag�ncia aos tribunais.
- Por qu�? - Mostrei seu trabalho a ele.
A paisagem que pintou para o papai.
Mudar� de ideia quando me vir.
Precisamos de dinheiro.
Sua pens�o de veterano n�o basta.
Sabe quanto custa o queijo no mercado negro?
Bem... Se sente melhor?
- Est� parecendo com voc�. - Estou?
Pelo menos est� parecendo com meu irm�o.
- Achei uma progress�o. - Que tipo de progress�o?
Todos os conhecidos que pararam de fumar depois da guerra.
Nascido em 1921, 1922, 1923, 1924 e 1925.
Meu querido irm�o, a guerra acabou.
Diabos, um russo.
Touko, Touko!
Eu estou aqui. N�o h� perigo.
N�o h� nenhum perigo.
N�o h� perigo.
N�o h� perigo. Nenhum perigo.
E qual seria o perigo?
Me d� um.
Precisa encontrar algu�m com quem dividir sua vida.
Algu�m que tome conta de voc�. Algu�m especial.
Eu tinha algu�m, na guerra.
E ent�o, o que houve?
O que acontece nas guerras?
- Era uma volunt�ria? - N�o.
Voc� realmente n�o � muito s�bio.
A guerra faz essas coisas. Mas precisa superar.
Precisa trabalhar e conhecer pessoas.
Muitas garotas gostam de oficiais charmosos.
Voc� ganhou uma medalha por bravura, n�o? Certo?
- Acho que sim. - Ent�o levante!
E v� aproveitar a vida.
Boa noite.
Boa noite.
Ele � homo!
D� o fora daqui! Ou chamarei a pol�cia!
Precisa se comportar aqui.
Ser� banido por um m�s, no m�nimo.
Pode ser pela vida toda, se ainda estiver aqui.
Obrigado, querido.
- Como se chama? - Nipa.
- Quer ver uma coisa? - Prefiro fazer uma coisa.
Posso ficar?
- Parem! - Pol�cia!
- Parados! - Parados!
Parem!
Pol�cia! Parem, em nome da lei!
Voc� a�! Ele est� fugindo.
Pol�cia! Peguei um!
- Fique onde est�! - Pol�cia! Alto!
- Quem est� a�! - Boa noite.
O que est� havendo?
S� livrando o parque de criminosos.
- Por qu�? - Para as Olimp�adas.
O Sargento est� interessado em lan�amento de dardo,
salto com vara ou luta livre?
Lan�amento de dardo � interessante.
Bom. Ent�o corram, antes que os lan�adores cheguem.
Certo, estamos fazendo nosso melhor.
- Entre no carro. - Tem nome?
Kake.
- Dormiu bem? - Maravilhosamente. E voc�?
- Maravilhosamente. - Que bom.
Vamos.
Laaksonen, n�o posso entregar isto ao cliente.
Fa�a alguma coisa.
PAUSA PARA O CAF�
Com licen�a.
Pode vir comigo? S� por um momento.
Sente no sof�.
Maria, posso te roubar um segundo?
Um momento.
Isso...
Olhem nos olhos. N�o os meus... Da Maria.
Muito bem. Imaginem que � de manh�.
A manh� depois de voc�s... transarem pela primeira vez.
Pensem em coisas indecentes.
Certo. Pensem em como se sentem ao se tocarem.
Exatamente. Gabriel, pense um pouco mais.
Toque-a de modo que fique arrepiada.
Bom.
- Adivinha. - O qu�?
O diretor disse que est� feliz com voc�.
Que bom.
- O que est� fazendo? - Trabalhando.
Eu promovo o consumo de produtos in�teis
- por meios imorais. - Me deixe ver.
- N�o. - Tem medo de eu rir?
- N�o, n�o... - Prometo!
Sente-se.
Senta a�!
N�o...
Vamos. Voc� tem um rosto bonito.
- N�o, n�o tenho. - Tem sim. Para.
- E ent�o? - Aqui est�.
N�o sei se quero ver.
- Eu n�o sou assim. - Eu acho que �.
- N�o sou t�o bonita. - � sim.
As pernas...
N�o sabe desenhar pernas. Parecem gravetos.
Deixe sua irm� mostrar. Pode me dar uma base?
- Obrigada. - De nada.
Cuidado para n�o estourar uma veia.
- Dez segundos. - N�o, n�o...
- Um... - N�o!
- dois, tr�s, j�! - J�!
- Voc� � incr�vel! - N�o.
� sim.
Andei pensando...
que um dia poderia ter minha pr�pria mostra.
Por que "um dia"?
- Por que n�o amanh�? - N�o...
Que tipo de artista voc� �, se ningu�m v� sua obra?
Ningu�m quer v�-las.
E olha quem fala. Nem eu vejo as suas.
Inspe��o de passaportes! Inspe��o de passaportes!
Inspe��o de passaportes! Passaporte, por favor.
Obrigado.
O que fez na Dinamarca?
E por que veio para a Alemanha?
Por divers�o.
Divers�o...
especialmente na Alemanha. � um pa�s divertido.
Abra, por favor.
Bem-vindo a Berlin.
Oi, garot�o.
- N�o v�! - Quer alguma coisa?
Est� perdido?
Como vai a ca�a ao fais�o?
Est� interessado em comprar arte?
Pergunte a ele.
- Ingl�s ou alem�o? - Depende.
Gosta de arte?
Talvez. O que voc� tem?
Paisagens campestres.
N�o estou t�o interessado no campo...
Eu dirijo uma galeria...
que est� interessada na natureza.
Posso ver os originais?
Meu pau � quem manda.
Se ficar duro, ent�o eu sei que � bom.
Esses s�o incr�veis.
J� publicou na Finl�ndia?
Seria mais f�cil publicar no Vaticano.
Tenho certeza de que o chef�o iria adorar.
- Est� saindo? - Estou.
Senhor, precisa pagar pelo quarto.
Sim, vou arranjar tudo e voltar para pagar.
N�o, voc� tem que pagar! Ou eu chamo a pol�cia.
D� o nome de tr�s ruas
que cruzem Runeberginkatu, em Helsinque.
Apollonkatu, Hesperiankatu e Topeliuksenkatu.
Voc� � de Kaarina. Por que n�o fala o dialeto?
Meus pais eram professores. Fal�vamos em casa.
Por que havia um homem desconhecido em seu quarto?
Um homem a quem acusa de roubar sua carteira e passaporte.
Fal�vamos sobre ca�a ao fais�o.
Fala disto?
Foi encontrado em seu quarto.
Bem... voltarei para a Finl�ndia.
Baseado em suas respostas,
n�o posso confirmar que � finland�s.
Para os alem�es, voc� � um espi�o ou um criminoso.
Mas eu sei o que voc� �.
Informarei ao C�nsul Alijoki...
que o homem preso pelos alem�es n�o � finland�s.
Aqueles cavalheiros ir�o interrog�-lo.
Heikki.
- O qu�? - Heikki Tapio Alijoki.
Capit�o Heikki Alijoki.
Da For�a A�rea de Helsinque, durante a guerra.
- O que tem? - Eu o conhe�o.
- Posso falar com ele? - Sobre o qu�?
Ca�a ao fais�o.
Sabe...
costum�vamos jogar lixos como voc� em campos de concentra��o
e sufoc�-los com g�s at� a morte.
- Conhece este homem? - N�o.
Tenente Laaksonen.
Lutamos juntos na Montanha do Observat�rio.
Passamos por muitas situa��es assustadoras.
N�o se lutou muito na Montanha.
Falava da defesa a�rea em Helsinque.
Servimos juntos, eu era seu subordinado.
Bem...
Podemos conversar a s�s um momento?
Naturalmente.
� alguma armadilha?
- Est� armando pra mim? - Eu � que estou com problemas.
- Como sabia que estava aqui? - Eu n�o sabia.
Seu nome foi citado.
Entendo.
- Nos conhecemos. N�s somos... - N�o diga isso!
Somos oficiais.
Isso � uma piada. Muito barulho por nada!
Voc� zomba de si mesmo com essas imagens.
� s� papel.
Uma imagem obscena que algu�m desenhou por divers�o.
N�o � apenas um peda�o de papel.
� uma bomba at�mica, voc� pode acabar preso.
A pol�cia est� fazendo uma busca.
Sua fam�lia e colegas est�o sendo interrogados.
N�o me importo comigo, mas minha fam�lia...
- Pode me ajudar? - N�o.
Vamos garantir que jure por sua honra de oficial...
que nunca fez algo indecente.
Cavalheiros.
O Sr. Laaksonen �...
um oficial finland�s condecorado.
O Sr. Laaksonen tem algo a dizer.
Sim. Eu gostaria de agradecer.
E?
Eu n�o fiz nada de errado.
Ficamos felizes em ajudar a Finl�ndia.
Tudo est� esclarecido.
Obrigado.
Sr. Laaksonen. Eu e minha esposa gostar�amos de convid�-lo
para jantar, em Helsinque, numa noite dessas...
- Voc� � casado? - � claro.
Mas �s vezes convido alguns amigos
para jogar poker.
Pode aparecer algum dia.
Mas deve ficar em segredo.
Artistas s�o sempre bem-vindos.
Obrigado.
Minha esposa � muito compreensiva.
Se divertiu em Berlin? Me comprou algum presente?
Ficou preso na alf�ndega.
- O que est� vestindo? - � meu novo hobby.
O qu�?
Disse que devia me divertir e viver a vida.
Nosso novo inquilino chegar� logo.
Uma menina religiosa do campo?
N�o se levante. Touko Laaksonen, irm�o de Kaija.
Veli. Me chamo Veli M�kinen.
Me chamam de Nipa.
Voc�s t�m uma bela casa.
Como encontraram?
Obrigada. Alugamos de uma vi�va da guerra.
- N�s nos conhecemos. - Voc� se confundiu.
- Gostaria de ver seu quarto? - Sim, obrigado.
Touko, voc� tamb�m veio!
- Sim. Gosto de dan�a. - Gosta de dan�a?
Sim. Tenho ingresso da temporada.
- N�o tem prazo para amanh�? - Est� pronto e perfeito.
Mesmo? Qual � o slogan?
"Nham, nham, o chocolate � bom."
- N�o parece pronto. - Bem...
- Pode trazer champanhe? - Claro.
- Voc� tamb�m quer? - Sim, obrigado.
Seu solo. Devo...
Esqueci minha carteira.
- Como pagou o ingresso? - Ingresso de temporada...
Pode trazer? Eu te pago em casa.
- Muito bem... - Obrigado.
- N�s j� nos conhecemos. - Se for, eu estava b�bado.
- Vejam s�. - Obrigado.
- Obrigada pelo convite. - Obrigado por ter vindo.
- Sa�de. - Sa�de.
Raramente vendo meus projetos. Meus textos, por exemplo.
Todos os editores rejeitam.
- A Finl�ndia n�o est� pronta. - Voc� sabe como �.
Jalle disse que � bom ser um bom publicit�rio.
E eu sou. E voc�, Touko, � um bom publicit�rio.
Por isso � nosso ilustrador-chefe.
- E parab�ns, quase esqueci! - Obrigado.
- Se interessa por motocicletas? - Sim!
Qualquer um gostaria de montar numa.
- Seria legal dirigir um pouco. - Seria!
Cavalheiros, podemos tirar umas fotos?
- Deixe a c�mera correr... - Segure o guid�o.
- Aqui? - Isso.
Imagine que � onde est� a for�a.
Touko, venha!
Isso � coisa de crian�a.
Aos olhos de Deus, somos todos crian�as.
- Vamos l�. - Touko, Touko, Touko!
- Voc� � virgem? - N�o.
Touko... verdade ou consequ�ncia?
- Diga "verdade". - Verdade.
Consequ�ncia.
Beije a Heidi.
Beije ela!
Beija! Beija! Beija!
Agora � minha vez.
Apontou para a Kaija.
Verdade ou consequ�ncia?
- Verdade. - Consequ�ncia! Muito bem...
- Beije a Heidi. - Querido Touko, isso � ilegal.
Fa�a r�pido...
Quase, Kaija.
Durante a guerra, Helsinque escureceu.
Voc�s deviam ser muito novas para lembrar.
O ar parecia el�trico.
Os avi�es ca�am sobre a cidade. Voc� encarava o desconhecido.
Era t�o escuro que precisava tatear
para encontrar as pessoas.
- Oi, pai. - Meu filho...
- Oi. - Que bom nos vermos de novo.
Nipa. Obrigado.
Bem-vindo.
Olha meu afilhado Aaro!
- O qu�? - Vamos!
Um, dois, tr�s, quatro,
cinco, seis, sete, oito,
nove, dez. Pronto, l� vou eu!
J� te vi!
Gostava de vir aqui quando era crian�a.
O que fazia aqui?
Lustrava minhas botas.
No passado se acreditava que se uma mulher solteira
andasse pelo prado na noite do solst�cio,
veria seu futuro marido na superf�cie de um lago.
O prado atr�s da nossa casa se encaixa bem nisso.
Como funcionam as previs�es do solst�cio?
Durante a noite do solst�cio o sol n�o vai embora,
ent�o os homens n�o podem se esconder. Seu pai tentou.
Eu tentei? Sua m�e est� mentindo.
Destruiria tudo. Sua fam�lia...
N�o, n�o tudo.
- Sou mau. Estou arruinado. - N�o, n�o est�.
Boa noite.
Touko. Todo mundo devia ver isto.
- Sim? - Poker.
Bom dia.
- Ele � bonito. - Est� te esperando. Vai.
Querido.
Querido...
Querido, tem algu�m na porta.
Droga, � a pol�cia!
Para a sacada, leve todos com voc�!
- Heikki, vamos. - N�o.
Vou ficar para segur�-los. V�o voc�s.
- Pode ir. - Pol�cia! Abra a porta!
Vieno...
Abra a porta ou vamos invadir!
Pol�cia! Abra!
Por a� n�o! Por aqui!
Tamb�m dev�amos dar nossas festas.
Acho que Kaija n�o iria gostar.
Gostaria de morar em outro apartamento.
Com janelas grandes e cortinas amarelo-claro.
Amarelo � cor de covarde.
As cortinas ficariam abertas quando dan��ssemos com os amigos.
- E como pagar�amos? - Vendendo seus desenhos.
- Onde? - No estrangeiro.
No estrangeiro, talvez. Na Finl�ndia, nunca.
- Ter�amos uma casa. - E abandonar minha irm�zinha?
Irm�zinha? Ela tem 30 anos.
N�o se constroem castelos no ar.
Gostaria que segurasse minha m�o em pleno dia, ent�o.
Eu quero as cortinas abertas.
Boa ideia, mas fora da realidade.
Vamos apostar?
- Uma garrafa de u�sque. - Muito bem.
Voc� j� perdeu.
Quer saber? Voc� � um covarde.
O qu�?
Perdemos a guerra
porque t�nhamos muitos gays saltitando atr�s dos canh�es.
Estou cansado de lutar.
J� tive minhas batalhas, n�o sou um guerrilheiro.
Voc� � s� um artista de picas que quer transar e se divertir!
S� covardes gostam de amarelo.
Quase n�o me deixam entrar.
Tive que dizer que era seu irm�o.
O tratamento � bom aqui.
Que bom.
Precisava de ajuda.
Precisava de ajuda para misturar gin e t�nica?
- Eu posso ajudar. - Voc� tamb�m pode se curar.
Mas eu n�o estou doente. Nem voc�.
Vou me curar e ent�o teremos filhos.
Venha comigo. Vamos sair daqui.
Soube que estamos inaugurando um clube?
Um clube de motociclistas.
Sem motocicletas.
Touko... obrigado por vir.
Mas eu quero me curar.
Perdi meu emprego. N�o quero perder o resto.
Heikki...
Adeus, meu amigo.
Tenente.
Sr. Capit�o.
DIPLOMATA REVELADO COMO HOMOSSEXUAL
Vi o artigo.
Pobre Heikki.
O que podemos fazer?
Primeira correspond�ncia do dia.
Obrigado, Frank.
Isto � material de capa.
Precisamos de mais. Artista de capa precisa de mais.
Tom...
Tom of...
Isso, Tom of Finland.
O que acha, Frank? Tom of Finland.
Tom da Su�cia venderia mais.
Mas parece que a Finl�ndia tem paus maiores.
Ponha na prateleira das revistas de esporte.
Oi, eu sou Doug.
Oi, eu sou Doug.
Oi, eu sou Doug.
Ent�o... � casado?
Isso te excita?
- Eu sou Jack. - Legal...
Oi, est� indo para o sul?
- Para Tom. - Para o Tom?
Oi, clima triste outra vez.
Voc� recebeu carta da Am�rica.
Outra capa.
E uma carta do Doug.
Seu maior f�. O que ele quer?
Querem que eu v� para l�.
Querem organizar uma ou duas exposi��es.
Ele quer me ajudar.
- Am�rica? - Isso.
Parab�ns!
Quer saber? Poderia me apaixonar por um homem bem sucedido.
Tenha cuidado. Pode se meter em confus�o.
- Kaija. - A comida est� pronta?
Ainda n�o.
- Boa noite. - Boa noite. Estou faminta.
- Sempre pontual. - �...
Sabia que estaria tudo uma bagun�a.
Meninos doidos. Devo fazer uma limpeza r�pida?
Deveriam ter uma faxineira.
- Est�o dando uma festa? - Voc� quer?
- N�o s�o nem seis horas. - � bom ser pontual.
- O que est�o comemorando? - A vida. O prazer de viver.
E que estamos indo para a Am�rica.
N�o me importa. Coisa de homens.
- Bem... que tal uma flex�o? - N�o sei...
Para! Vou me mijar...
S�o muito sexy. Voc� fica bem com estes.
V� ver um m�dico.
J� fui. Vai passar. N�o tem perigo.
- Ele tem certeza? - Sim, absoluta.
Conquiste a Am�rica por mim tamb�m.
- Qual? - Leve as duas.
Sempre leve as duas.
Vou sentir saudade.
Talvez... s� um pouquinho.
Eu tamb�m. Sentirei saudade.
Venha comigo.
Na pr�xima...
Na pr�xima.
- Bem-vindo, senhor. - Obrigado.
- Deve ser ele. - Tom!
- O homem chegou, pessoal! - Oi, Tom!
- Tom of Finland. - Sou eu.
Eu sou Doug... da Calif�rnia.
- � um prazer conhec�-lo. - Voc� tamb�m. Finalmente!
Eu sou Jack. � uma honra.
Voc� � lindo.
- Posso desenh�-lo? - Me desenhar?
� claro.
Arrumamos um quarto para voc�, se quiser tirar um cochilo.
- Voc�s todos... - Sim, todos n�s.
Eles vieram por voc�, Tom. S�o seus homens.
Mas primeiro... vamos relaxar.
E nos divertir.
Ent�o iremos para Nova Iorque, S�o Francisco...
Nova Iorque e S�o Francisco... Certo, obrigado.
O que achou do nosso condom�nio? Reunimos algum dinheiro.
Acho que o avi�o deve ter batido.
- Com licen�a. - Podemos ajudar, senhor?
Procuramos um suspeito de roubo a um mercado da Sunset.
Foi ele?
Se virem algo, avisem. O carro est� l� embaixo.
Certamente. � um belo uniforme o que est� vestindo, senhor.
Obrigado.
Com licen�a... Sorria.
Obrigado.
- Tenham um bom dia. - Tenham um bom dia, rapazes!
Bem-vindo � Calif�rnia, Tom.
Oi, papai!
Oi, rapazes.
Este � o dono, Steve. Este � o Tom.
Senhor, � uma honra.
- Voc� � minha maior inspira��o. - Obrigado.
Oi, bom te ver. Entre.
- Seu trabalho � �timo. - Obrigado.
- Adoro seu trabalho. - Obrigado.
Belo trabalho, Tom. Seus paus s�o lindos.
Nossa especialidade, Pau-Cola.
O pessoal v�m de longe para trepar com eles. S�o lindos.
Pode autografar para mim, por favor?
- O que houve? - N�o sei.
- O que houve? - Vejam isto.
Isto foi roubado de mim na Alemanha.
- Vejam a qualidade disto. - � revista para bater uma.
Funciona. Voc� � um sucesso.
Tinta barata em papel higi�nico.
Se consegue se masturbar com isto... fico feliz por voc�.
Qual �, ningu�m liga. Voc� est� na capa.
Se ningu�m se importa, eu paro de desenhar.
Veja, Tom...
quando as pessoas v�m � nossa casa, elas fogem.
Fogem de casa, da escola, de serem doentes...
um erro...
de ser diferente.
Isso.
Na minha cidade eles batem muito em pessoas diferentes.
P�em sab�o dentro de meias e batem...
- Sem marcas. - Sem marcas.
Voc� faz esses meninos diferentes se sentirem especiais.
Lindos.
A qualidade ainda � uma merda.
Ent�o, Tom... voc� deve assumir o controle da sua obra.
Vamos... Vamos fazer com que se masturbem com boa qualidade.
Podem trazer mais caf� para as tr�s bichas aqui?
O que v�o fazer, me processar? Seremos todos presos.
N�o, n�o vamos.
Estamos aqui e queremos nossa parte.
Eu sugiro a voc�s... � melhor beber um u�sque e ir embora.
Vamos, devia estar feliz.
Encontrei imagens na Alemanha, Dinamarca, Su�cia...
� a pe�a mais quente do porn� gay.
- Obrigado. - De nada.
Senhor Manheim...
Tom e eu adorar�amos beber com voc�, senhor.
- Gelo? - Por favor.
Voc� vai publicar um livro sobre o personagem dele, Kake.
E vai nos dar 20%.
Est�o me dizendo o que publicar?
Sim, estamos.
Dezesseis marcos.
Obrigado.
Boa noite.
- Continua tossindo. - Sim.
KAKE NO VELHO OESTE
- Kake foi para a Am�rica. - Foi.
Haviam muitos meninos bonitos por l�?
Sim.
- Como os que costuma desenhar? - Sim.
- Ficou com muitos? - Alguns.
Mas nenhum deles era
inteligente, elegante e sexy
como um certo bailarino que eu conhe�o.
S�o todos t�o sebosos por l�?
S�o.
Estou doente.
Los Angeles tem os melhores m�dicos do mundo.
Para eles, c�ncer na garganta � como resfriado.
Podemos arranjar uma casa com jardim e papagaios.
Papagaios, parece legal.
Sempre � quente por l�. O mar � de um azul brilhante.
Quase todos s�o como n�s na Calif�rnia.
�s vezes eles provocam e intimidam os h�teros.
Tive que me meter e dizer: "Eles t�m direito de existir"
"e viver como quiserem."
Voc� � t�o nobre.
Por que n�o disse nada?
N�o quero que me veja morrer.
N�o h� nada mais que eu... quero dizer...
N�o � nada.
- Vamos levar uma dessas. - Esta?
Seria confort�vel. Pode ver atrav�s dela.
Boa noite.
Gostar�amos de uma cortina costurada.
Qual o comprimento?
- 2,70 m? - 2,70 m.
2,70 m.
Cor de covarde.
Veja s�... Me deve uma garrafa de u�sque.
Devo mais.
Querem as argolas costuradas?
- Sim. - V�o querer estas?
Sim.
Fa�a com que todos saibam que existimos.
Promete?
Prometo.
Absolutamente todos.
- Come�ou a tomar o elevador. - Conversa.
Elevadores s�o para velhos.
- Como est� indo? - Bem.
Sinto falta do Nipa todos os dias.
Me mostre os novos.
N�o sei se valem a pena.
J� vai ver.
Aqui...
- Voc� progrediu muito. - Mesmo?
Sim.
Este � bom.
� o que eu mais gostei.
- Me explique. - N�o.
S�o horr�veis. N�o fazem sentido.
� verdade. Veja, pode dizer.
N�o nos tornamos artistas de verdade, voc� e eu.
- N�o, �? - Obviamente n�o.
Vamos limpar? N�o devia jogar isto fora!
Nipa amava este livro.
Acho que agora � minha vez.
Certo...
Eu sou admirado.
- Voc� os exp�e aqui? - No estrangeiro.
- Desenhos de p�nis? - Algumas pessoas gostam.
Certamente...
Sorte ter usado um pseud�nimo espirituoso...
assim voc� n�o envergonha o nome da fam�lia Laaksonen.
Revistas pornogr�ficas baratas.
Onde est� o aspirador?
Podia ter assinado o livro de visitas.
Kaija, o telefone!
Touko Laaksonen.
Quer que fa�a a comida?
Estou no telefone.
Perd�o, pode esperar...
N�o precisa, posso comer fora.
� da Am�rica.
Oi, Doug.
Como ela reagiu?
Voc� mostrou?
Acho que quer me envenenar com a comida dela.
Tom, temos um problema.
- Est�o nos culpando pelo v�rus. - Por qu�?
Porque nossa gente est� morrendo com ele.
Acham que seus desenhos s�o perigosos.
Nem conseguimos quem os publique.
Estamos perdendo a guerra.
Vamos morrer.
Certo, Sr. Tenente?
Jalonen...
Voc� � um bom tenor, n�o?
Lahtinen tamb�m.
- E Toikka � um bom baixo? - Certo.
Ou�a a clareza da can��o que ressoa
Entre as galerias de W�in�s
� a can��o de Suomi
� a can��o de Suomi
Ou�a o sussurro dos altos pinheiros
Ou�a o rugir das corredeiras profundas
� a can��o de Suomi
� a can��o de Suomi
Isso, s�o todos ped�filos.
Aqui est� o que diz a B�blia, Lev�tico 20:13:
"Se um homem se deitar com outro homem"
"como se deita com uma mulher,"
diz, "ambos cometem uma abomina��o;"
"certamente morrer�o; seu sangue cair� sobre eles."
Esta, meus amigos, � a cura para a AIDS.
Vamos para o inferno, querem vir junto?
Com licen�a. Aonde est�o indo?
Vamos visitar meu amigo, irm�o...
- Irm�o dele. - N�o, minha sobrinha.
- Nosso irm�o. - Meu sobrinho.
E o que est� escondendo na jaqueta?
Amor.
N�o pode trazer animais para c�, � uma sala de isolamento.
Mo�a, este � um animal extremamente mortal.
Vamos...
Podem entrar dois. Os outros...
N�o deixem que os m�dicos os vejam! Precisam ir...
E usem luvas e m�scaras!
Oi... Como est�o?
Aqui est�...
Ele me lembra voc�.
� igual a voc�...
tamb�m gosta de foder.
Obrigado, Tom.
Quero que me desenhe mais uma vez.
- N�o. N�o posso. - Ele...
n�o tem desenhado muito.
Por que n�o?
Eu... eu sou a causa disso.
Voc� me deu uma vida.
Me mostrou o amor.
Eu n�o mudaria nada.
- Tem certeza? - Positivo.
Voc� est� mesmo...
Estou cansado de ver as pessoas morrendo.
Isso tem que parar.
� s� a droga de um v�rus.
Vou desenhar algo para publica��o.
Sobre a vida.
Algo que far� as pessoas felizes.
Ol�, cavalheiros.
- Posso ajud�-los? - Talvez.
- Por favor. - Temos algo para imprimir.
Senhor, estamos aqui para fazer neg�cios.
Por que vieram a mim?
Fomos rejeitados pelas outras editoras.
- Em Santa M�nica? - Em toda a Los Angeles.
- Em ordem alfab�tica. - Entendo.
Podem ser presos por isto.
- N�o t�m medo? - Senhor Zagat...
Lutei contra os ex�rcitos de Stalin com uma faca.
Mas veja, boa parte do meu neg�cio � de material religioso.
Isto � sagrado para mim.
Mas somos s� eu e minha filha.
N�o posso imprimir 10 mil livros assim.
USE CAMISINHA
Uma vez eu prometi a um amigo...
que diria a voc�s uma coisa:
Somos filhos de nossa maravilhosa m�e natureza.
Mas quem deixou o coelho sair?
Amantes de orgias,
chupadores de paus, comedores de cu,
gay bears, l�sbicas,
casais de velhos, jovens,
super excitados!
H�teros e gays...
Todos queremos amar.
Quem pode ser um homem do Tom?
Qualquer um pode ser um homem do Tom.
Finalmente, aqui est� o Sr. Touko Laaksonen,
Tom of Finland!
Ol�, rapazes!
TOUKO LAAKSONEN MORREU DE ENFISEMA, EM 1991.
TOM OF FINLAND AINDA VIVE
- Art Subs - 9 anos fazendo Arte para voc�!
Curta a gente no Face: facebook.com/ArtSubs
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.